Pedido de ajuda aos leitores
Estando com dificuldade em perceber a discussão sobre off shores, peço encarecidamente aos leitores do Blasfémias que me explicam os pontos seguintes:
1. O que é um off shore?
2. O que é que os off shores fazem de tão mau ao ponto de serem mais vilipendiados que a Coreia do Norte, que o Irão ou Angola?
3. Sendo os off shores territórios soberanos, qual é a legitimidade dos cidadãos europeus em interferir nos seus assuntos internos?
4. Como se compara a actividade dos off shores com as actividades de José Eduardo dos Santos, Khadafi e Hugo Chávez. Recordo que Portugal se relaciona com estes personagens em nome da “realpolitik”.
5. Porque é que quando uma empresa angolana investe em Portugal não há problemas de lavagem de dinheiro, mas quando o dinheiro vem de uma off shore já há?

mas quando o dinheiro vem de uma off shoe já há?
isso deve ser dinheiro enviado pelo jornalista que atirou o sapato ao bush.
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dão bué de jeito na comprar e venda de futubolistas.
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“Segundo o jornal Times o Papa Bento XVI está a preparar uma nova encíclica que terá um capítulo especial intitulado “Fraude e Fisco”. Estabelecerá nela a condenação moral aos paraísos fiscais que se abrem à ocultação de patrimónios ilícitos.”
in Wikipedia
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A idade dos porquês já era, João Miranda. Leia, isso sim, a entrevista do Rui Patrício no Expresso deste fim de semana.
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me parece q
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É simples…
As off shores estão para os político falhados como os judeus para os Nazo-Comunistas.
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me parece que se acabarem com os offshores logo acabarão tambem com o dinheiro sujo dos José Eduardo dos Santos, Khadafi e Hugo Chávez
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Um off shore é um colchão sofisticado para ricos. O liberalismo aplaude entusiasticamente, até concluir que os offshores minam a confiança dos mercados. Quando vão ao bolso dos neo-liberais, prendem Madoffs.
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A Suíça é o mais importante dos off-shores. Civilizados, em vez de andarem de tangas de ráfia, vestem lodens.
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Estou a escrever um livro sobre o assunto.
Quando sair, peço à editora que lho mande à cobrança.
Ou queria a coisa de borla? Era só o que faltava…
Entretanto, pode pedir ao seu enciclopédico “colega” CAA que lhe dê umas luzes…
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resposta ao quesito 1 – um offshore é uma porta ubs.
quanto ao resto vou estudar o assunto.
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Apesar de eu ser um palerma muito ocupado, vou ajudar V. Exa. a esclarecer as suas pertinentes e repelentes dúvidas:
1. O que é um off shore?
Resposta: Decompondo a palavra… “off” é diminutivo de “Ofélia” e “Shore” vem do verbo “chorar”. Por conseguinte, quando se fala em “off shore”, está-se a querer dizer “Ofélia chore”, chore que só lhe faz bem!
2. O que é que os off shores fazem de tão mau ao ponto de serem mais vilipendiados que a Coreia do Norte, que o Irão ou Angola?
Resposta: A Ofélia quando chora, fica muito ranhosa e só gosta de limpar o ranho a notas de 500 euros. Por isso se costuma dizer que o dinheiro dos “off shores” é dinheiro sujo… por causa do ranho.
3. Sendo os off shores territórios soberanos, qual é a legitimidade dos cidadãos europeus em interferir nos seus assuntos internos?
Resposta: É verdade! A Ofélia chora e assoa-se a notas de 500 euros sempre que deseja. E a Ofélia não gosta mesmo nada que os cidadãos, principalmente os europeus (sempre com a mania da higiene e da limpeza) interfiram no seu choro e na forma como limpa o ranho.
4. Como se compara a actividade dos off shores com as actividades de José Eduardo dos Santos, Khadafi e Hugo Chávez. Recordo que Portugal se relaciona com estes personagens em nome da “realpolitik”.
Resposta: A Ofélia quando chora, gosta de abrir as pernas a ditadores sobredotados, como é o caso de José Eduardo dos Santos, Khadafi e Hugo Chávez, entre outras bestas quadradas com a carteira recheada com dinheiro sujo.
5. Porque é que quando uma empresa angolana investe em Portugal não há problemas de lavagem de dinheiro, mas quando o dinheiro vem de uma off shore já há?
Resposta: Isso acontece porque os portugueses não se importam que o dinheiro venha sujo com petróleo e sangue angolanos. Agora com ranho é que não!!! E, como sabem, a Ofélia é muito ranhosa e insaciável com os seus lenços-notas de 500 euros…
Desatentamente,
Um leitor meio apalermado
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Pode ler aqui:
Ou basta isto …
2009-01-30 507002563 SPPM – SOCIEDADE PORTUGUESA DE PINTURA E MÓDULOS PARA A INDUSTRIA AUTOMÓVEL S.A. Palmela Cessação de funções de membro(s) do(s) orgão(s) social(ais)(online) O link seguinte irá abrir uma nova janela Conteúdo
Publica-se que em relação à entidade:
Nº de Matrícula/NIPC: 507002563
Firma: SPPM – SOCIEDADE PORTUGUESA DE PINTURA E MÓDULOS PARA A INDUSTRIA AUTOMÓVEL S.A.
Natureza Jurídica: SOCIEDADE ANóNIMA
Sede: PARQUE INDUSTRIAL AUTOEUROPA,QUINTA DA MARQUESA
Distrito: Setúbal Concelho: Palmela Freguesia: Quinta do Anjo
2950 PALMELA
Matriculada na: Conservatória do Registo Comercial de Palmela
pela Apresentação AP. 2/20090127, referente ao averbamento 9 à inscrição 5,
foi efectuado o seguinte acto de registo:
Av. 9 – AP. 2/20090127 0:19:53 UTC – CESSAÇÃO DE FUNÇÕES DE MEMBRO(S) DO(S) ORGÃO(S) SOCIAL(AIS)(ONLINE)
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO:
Nome/Firma: Manuel Joaquim Dias Loureiro
NIF/NIPC: 138885885
Cargo: Presidente
Residência/Sede: Rua Serpa Pinto, nº4, Estoril
Cascais
Causa: Renúncia
Data: com conhec. ao fiscal em 6/01/2009
O(s) documento(s) que serviu(ram) de base ao presente registo encontra(m)-se depositado(s) na Conservatória da sede da Sociedade.
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como a pergunta tem a ver com o “ataque” do “engenheiro” aos off-shores… onde os tios, pais dos primos fizeram uns malabarismos – o “engenheiro” não tem nada aver com isso, claro – a resposta é impossível!
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Ponto
Que se veja, J E dos Santos, o Kadhafy, H Chávez não têm ponro de aproximação, nenhum vislumbre semelhante com a política mafiosa dos off shores da finança. E nem a Korea do Norte. Mas o BPN, o BPP, o BCP e a Caixa, têm conta no rol dessa famelga. De modo que eu diria, assim, off shores são instâncias de ilegalidade financeira, propícias à lavagem de dinheiros provenientes de qualquer meio ilícito, como a extorsão, o comércio da droga mais pesada, venda ilegal de armas, do assassínio a mando, para além dos roubos de dinheiro destinados às guerras e pretensa reconstrução de danos causados pela mesmas, como foi o caso do Iraque. E isto tudo com proveito e lucro para os mafiosos de um lado e outro, porquanto uns bandidos fogem assim aos impostos devidos ao seu país e os detentores do off metem no bolso, em troca do jeito, a sua maquia. Toda a gente mais perdendo, os roubados, assassinados e mais injustiçados, com todos os cidadãos, que, dia-a-dia trabalham por uma miséria para uns tratantes se encherem de milhões, que, rais os parta, nem levam depois pro inferno com eles, num desperdício trouxa e badamerda.
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http://sublegelibertas.wordpress.com/
Pode ser que ajude!
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
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A luta contra as offshores resulta da constatação de que quando não se pode por ordem na nossa casa é melhor tentar por ordem na casa dos outros, porque assim, pelo menos faz-se de conta que se está cheio de boa vontade em resolver os problemas do mundo, os “outros” é que não nos deixam. Noutros termos: é uma maneira barata de ter a consciência tranquila.
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Ó JM de certeza que não sabe?
São aquelas coisas usadas pelas almas bem formadas, solidárias com o mundo, despojadas de qualquer tipo de nacionalismo, em boas posições de mando, para não terem que contribuir para as asneiras que fazem e que só os outros, aqueles dependentes dos salários, devem arcar.Boas casa em bons locais e “outros investimentos” com taxas leves pois que os seus cuzinhos têm que ser limpinhos só com paninhos de seda…
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off-shore é um lugar onde se branqueia dinheiro sem pedir licença ao Estado.
in-shore – todos os bancos normais com nomes abençoados como o Espírito Santo é um lugar onde o Estado tem que dar licença para branquear dinheiro.
Quando o Estado injecta massivamente dinheiro num banco qualquer está tecincamente a branqueá-lo.
PS sou sobrinho bisneto do Gulbenkian, de dinheiro sujo e limpo e assim e assim percebemos nós – os Gulbs – o suficiente.
Um pequeno aforismo: “Nunca se tem dinheiro bastante.”
Outro: “Todos querem o dinheiro dos outros.”
Conclusão: criação de meta-shores – bancos respeitáveis que compraram e legalizaram as off-shores.
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http://resistir.info/eua/offshore_banks.html
espero ter ajudado
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São aquelas coisas que a Caixa Geral de Depósitos utiliza para lançar algumas emissões de divida. Até há uma Caixa Finance nas ilhas Caimão. Se a Caixa detém offshores, e se o Estado detém a CGD, não percebo porque é que as offshores são boas para o Estado e más para os outros.
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E o que são off-shores sem serem “offshores” ? E esta hem ….
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“PS sou sobrinho bisneto do Gulbenkian, de dinheiro sujo e limpo e assim e assim percebemos nós – os Gulbs – o suficiente.”
ou seja, achas-te com direito a 5% de adn gulbenkian, por via de uma queca que o dito deu a uma sopeira do aviz, que seria irmã da tua avó. e eu a pensar que eras abrasonado.
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e mandam fechar a suiça?
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Um(a?) Off Shore é como aquela corrente filosófica aplicada aos impostos e ao futebol, que trata pelo nome de benfiquismo: roubar é muito feio, imoral e tal; mas para nosso benefício é desculpável e não merece, assim, tanta crítica, por que os outros a semana passada também….
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“porque”, claro.
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Caro Joãomiranda
1 offshore é uma entidade low cost que não paga comissões.
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Miranda,
Um offshore é uma forma do dinheiro resultante da exploração dos trabalhadores pelo grande capital circular fora do controlo popular, o investimento angolano é o dinheiro resultante da produção colectiva do proletariado unido em torno de uma causa. Fosga-se, não lês “O Militante” ???
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Já que ninguém quer responder ao João aqui vai:
1. O que é um off shore? Não sei, mas quem quiser mesmo saber (não é o meu caso, tenho outros assunto a que me dedicar) basta ir ler à Wikipédia. (O J Miranda até foi o inventor da Wikipédia lusófona.)
2. O que é que os off shores fazem de tão mau ao ponto de serem mais vilipendiados que a Coreia do Norte, que o Irão ou Angola? Mais vilipendiado que Angola é certo, que o Irão e a Coreia não é verdade.
3. Sendo os off shores territórios soberanos, qual é a legitimidade dos cidadãos europeus em interferir nos seus assuntos internos? Boa pergunta. Nenhuma. Aliás os países europeu não o fazem. Proibir os residentes europeus de terem contas na Baamas é assunto interno à Europa e tão legítimo como proibir a venda de plutónio à Coreia.
4. Como se compara a actividade dos off shores com as actividades de José Eduardo dos Santos, Khadafi e Hugo Chávez. Recordo que Portugal se relaciona com estes personagens em nome da “realpolitik”. Não se compara. A realpolitik leva os governos a relacionarem-se com os Khadaffis deste mundo; a realeconomik leva os goverNos a relacionarem-se com off-shores. Num caso e noutro de vez em quando há umas ameaças. Faz parte da encenação, num caso como noutro.
5. Porque é que quando uma empresa angolana investe em Portugal não há problemas de lavagem de dinheiro, mas quando o dinheiro vem de uma off shore já há? Quando uma empresa angola investe em Portugal normalmente tem mais dinheiro.
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OFF SHORE
“O”bter “F”acilidades “F”iscais “S”ubstituindo “H”onradamente “O”utros “R”esultados “E”conómicos
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Não tem ponto de aproximaçao…..
Por acaso tem mas com a agravante de ser dinheiro de sangue tal como os diamantes ou o da droga.
Ainda no tempo do internacionalismo proletário eduardista, o jovem dos Santos compunha a sua contita na Suíça com varias dezenas de milhões provenientes de negócio que a sua filha fazia no Brasil com fornecedores de alimentos, fardamentos e transportes das forças revolucionárias e democráticas do mpla.
Portugal chegou a ser placa giratória desse dinheiro sujo levando a que os serviços secretos (guarda presidencial eduardista) movesse perseguições raptos e tentativas de assassínio em Lisboa com todo o saloio portuga a olhar pro lado e a dizer que não via.
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Caro Contabilista:
Concordo inteiramente consigo!
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Nem mais celestine
Já não confio em bancos!
Quando são milhares… deixam passar e escondem tudo.
Experimentem ter 10€ a descoberto e já está a acomular juros, o Banco de Portugal é logo informado e nós somos chateados todas as semanas!
Enfim…
Cumprimentos!
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Nao sei porque o JM nao dá um obrigado para o anónimo 21.
Com a leitura do link e um pouquinho de imaginaçao a maior parte das perguntas ficaram como de haver sido ja respondidas…
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