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Dos parlamentos

27 Março, 2009

Uma das grandes vantagens das sociedades liberais e abertas é o facto de, mesmo quem as detesta, como este e este, podem dizer e escrever o que bem entenderem, permitindo, sem mais, o seu escrutínio e estar de sobreaviso.

Já recorrer a artimanhas, essas sim próprias dos métodos dos visados, enfraquece e avilta o que se pretende defender.

5 comentários leave one →
  1. Carlos Vidal's avatar
    27 Março, 2009 14:40

    Acontece que o “este” citado em segundo lugar neste post (depois de Le Pen) se chama Carlos Vidal, não se perece ao ignaro G. Silva.
    Além de me chamar C. Vidal, não creio que os pontos do meu post sejam facilmente rebatíveis (porque são mais do que factuais).
    Já o Le Pen, que me acompanha neste post de G. Silva, devo dizer que não conheço, e o que conheço é facilmente rebatível.
    Não sei com quem G. Silva pensa que está a lidar, no meu caso.
    Podia começar por rebater os meus tópicos, apesar de não me interessar minimamente que o faça. O sr. tem medo da blasfémia, é o que é.
    É um medroso, faz bem em sê-lo.

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  2. Desconhecida's avatar
    ulf cegrell permalink
    27 Março, 2009 15:49

    ««Além de me chamar C. Vidal, não creio que os pontos do meu post sejam facilmente rebatíveis (porque são mais do que factuais).»»

    No sítio onde estou não consigo aceder ao 5dias, curiosamente diz que o acesso foi negado pois o site contém pornografia.

    Mas estou deserto de saber esses pontos que são mais que factuais, chiça, mais que factuais… Dogmas?… A Palavra talvez?!?

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  3. Conversas Teleféricas's avatar
    27 Março, 2009 16:05

    “Uma revolução. Mas a maioria da população sabe bem o que é justo, só que está conspurcada pelas ideiazinhas parvas da democracia liberal. Logo que a revolução venha, toda a gente vai apoiar.”
    “Ou seja, vais obrigar pela violência a que os outros concordem contigo e esperar que depois até gostem do remédio.”
    “Ora, vamos lá cortar isto desde já: estás a entrar nos joguinhos ‘concordo, não concordo’. É um jogo interno das democracias parlamentares, a que eu não me obrigo a jogar. Objectivamente, a democracia como está impôs e protege um sistema injusto. Há que acabar com ela e com esse sistema e fazer qualquer coisa de melhor. Tu, a defenderes este sistema que temos estás a ir pelo caminho da mediocridade e da reacção.”
    “Olé! Ouve-me bem: o que temos hoje não é perfeito e há muitas coisas a mudar. Mas com revoluções só vamos andar para trás. Ora se nem nós os dois conseguimos chegar à conclusão do que é melhor! Vamos acabar com uma ‘democracia de revoluções’, em que os vários sistemas se confrontam à base de pancada e não de diálogo. Se não chegamos a acordo sobre qual é o sistema ideal, é o que vai acontecer…”
    “Se não chegamos a acordo, não tenho culpa disso, eu sei muito bem o que é preciso, é fácil. Lá por haver quem não queira ver, não vamos deixar de avançar e criar esse outro mundo de que parece teres tanto medo.”

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Março, 2009 10:34

    Estes liberais por vezes até parescem ultra-liberais.

    Se nao for que este “movimento” vem das Américas e eles sempre tiveram no Hitler o monstruo das bolachas…

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  5. Luís Antunes's avatar
    28 Março, 2009 12:10

    Viva a democracia sem adjectivos!

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