“O combate à corrupção”
10 Abril, 2009
«A corrupção não brota simplesmente da fraqueza ou maldade humanas. Há caldos de cultura propícios: por exemplo, um Estado que gasta o equivalente a 50% do que produzimos, confisca 38% do que ganhamos e condiciona e empata tudo e mais alguma coisa com leis más e uma burocracia lenta», por Rui Ramos, hoje, no Correio da Manhã.
20 comentários
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Pois
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portugal rural era pobre mas produzia para comer.
todos tinham consciência da pobreza.
o socialismo suburbano alimenta o monstro do largo dos ratos e ratas
importa 80% dos alimentos
acabou com os sectores primário a terciário da economia
está tudo endividado.
no próximo ano paga-se a factura do saque
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Obviamente de acordo com a conclusão de Rui Ramos.
E este PS-desde-Macau tem muitas culpas no que se passou, e está a acontecer !
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E este PS-desde-Macau tem muitas culpas no que se passou, e está a acontecer !
esta conclusão é a propósito do artigo do rramos ou do julgamento do preto?
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4,
Provaram e conseguiram safar-se; gostaram e repetiram doses; amesaram-se e distribuiram lugares; recriaram “cozinhados” dos quais dependem muitas gulas…
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Corrupção? Qual corrupção? Não estará a referir-se à teia milenar a que se chama clientela e que herdámos dos romanos? Mas isso é a própria estrutura da sociedade! Querem acabar com a sociedade? Porque razão acham que o Silvio ganha eleições em Itália? Deixem de ser queixinhas choramingas. A ideia do governo é boa: já que não conseguimos guindar o país a uma posição cimeira então afunde-se de vez a economia e em seguida pedimos a Angola que nos perdoe a dívida como fazem as nações pobrezinhas.
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«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos. Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Publicada por José António Barreiros
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Os tugas merecem isto e muito mais do que está para acontecer, são baços, infiéis, impenitentes, o castigo de Allah é certo.
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Tudo o o Rui Ramos diz está muito bem. Mas o que é que tem haver com a famosa inversão do ónus da prova. É que parece-me, precisamente porque temos um estado monstruoso, que devem existir leis draconianas no que diz respeito à corrupção.
Também me parece que estas não colidem com uma sociedade liberal que aliás não pode existir sem um estado forte (melhor como diz o RR) que garanta segurança aos cidadãos e eficácia na aplicação da justiça.
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7,
Pois.
E parece que é “genético”, está no ADN de certas criaturas reformadas e noutras em actividade…
Os governos, este governo, não combate a mega-corrupção PORQUE NÃO QUER !
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Estado forte? Mas para quê Santo Deus!? Nem na Páscoa esta gente se penitencia! O que precisamos é de uma oligarquia omnipotente, carago! Toda a gente sabe que a desordem advém da luta entre gangs (a que aqui no blogue chamam empresas) quando não há uma correcta repartição das áreas de acção. Havendo cooperação e partilha entre os oligarcas tudo correrá pelo melhor e podemos dispensar o penacho do estado. Basta-nos um presidente decorativo para as cerimónias oficiais.
O Ocidente pilhou a Rússia com o apopio dos oligarcas locais e tudo corria pelo melhor: a malta embebedava-se de manhã à noite e todos morriam felizes. Agora vem o Putin com a ideia de um estado forte e mete os oligarcas na prisa. E qual foi o resultado? Querem ver o mesmo acontecer aqui?
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Pifas,
Mais facilmente Fátima se tornará um local de culto muçulmano, do que os mega-gangsters “sócios”-do-poder, serão incriminados e detidos.
Vale e Azevedo e Oliveira e Costa são excepções. “Distrairam-se”…
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Aleluia! Deus o oiça MJRB (que raio de trava linguas de nickname!). É tão raro encontrar-se alguém com presença de espírito neste antro. Só não posso concordar consigo no que respeita ao Vale e ao Costa. Em primeiro lugar porque são meros segundas linhas e não verdadeiros oligarcas. E para mais o Ruizito não foi propriamente preso: colocou-se sob a protecção do braço secular.
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Deixei o Senhor na cruz desvalido e em grande sofrimento para ir ler Ramos. Chego à conclusão que Ramos só Pinto e em doses generosas. Dá a impressão que nos países nórdicos deveriamos ter uma corrupção assim a dar para o grandote segundo algumas das premissas de Ramos. E agora que penso nisso: não é o estado norueguês o novo grande investidor em Portugal? Será que …
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Pifas,
No contexto português e por o que fizeram, as duas criaturas referidas são mega-gangsters.
Concordo nisto: são “segundas linhas” porque nunca ascenderam aos “salões” e às “divisões privadas” dos inimputáveis. “Estagiaram”, provaram, consumiram e “distrairam-se”…
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Pifas, 13
Deus não me ouve. Há muitos anos não nos falamos.
Deus já não é o que era: tem andado deslumbrado com a high society e servente da real politik.
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Deus não se mete nas porcarias que nós fazemos e que são muitas e em quase tudo em que tocamos,
Será melhor deixá-lo com as suas preocupações e tenhamos esperança que Ele nos safe e salve.
Nuno
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Allah observa-vos e não vai perdoar os corruptos, nem os mentirosos, nem os ladrões. Serão uma minoria mas mandam no vosso sítio. O pior é se a ira de Allah atingir os demais, por isso convertam-se quanto antes e emigrem para longe se puderem. Eles não precisam de emigrar, fazem antes emigrar os seus biliões para os paraísos fiscais pensando que isso aí fica sempre na mesma. Em dez anos aumentou mais de dez vezes o valor dos capitais que são retirados do país para contas nos paraísos fiscais. São os particulares, as seguradoras e bancos, que mais os usam. Os portugueses preferem as ilhas Caimão, e os maiores bancos nacionais têm lá representação e operam parte dos mais de dez mil milhões de euros ali aplicados com origem em Portugal. Até o Estado tem mais de metade do capital – 150 mil milhões (!) aplicado nas Caimão. Outros destinos como Bahamas, Jersey, Ilhas Virgens, Antilhas, Guernsey, Gibraltar, Bermuda e Chipre fazem parte da lista de off-shores com dinheiro português.
Nós, sob a batuta do tio bin, já sabemos de muita coisa porque temos gente em todo o lado. Vocês investiguem, façam o vosso trabalho. Se forem todos cobardes e preguiçosos não se queixem. Eles até se riem, observem como mostram os dentes quando aparecem por todo o lado quanto é sítio. Eles gozam à farta enquanto vos escravizam.
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Eu também acho que há “caldos de cultura propícios” à corrupção. Por exemplo, este caldinho: o sub-mundo da noite, seguranças, claques, macacos, bares de alterne, futebol, empresários de futebol, certos árbitros…
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«A corrupção não brota simplesmente da fraqueza ou maldade humanas. Há caldos de cultura propícios: por exemplo, um Estado” dá-se bem, há mais de trinta anos, há trinta e quatro, precisamente, numa de eixo central, ora agora mandas tu, ora agora nós mandamos, comendo todos, entre nós, irmãmente, sem oposição substancial à justa distribuição pelos melhores. A exemplo, vós atacais ao BPN, ao BPP, nós à Caixa, agora, e ao BdeP, vós já ao BCP e logo nós, também, desdobrados, vós à Lusoponte, nós à Galp, daí sociedades de maneio em paraísos francos e aos sobreiros e nós também, como à Mota e ao Freeport. Enquanto isso, a maralha lá se entretenha a fazer greves, avenida abaixo e acima, como a entreter-se de comissões secas da assembleia.
Importa é não ceder à esparrela, que se eles querem prosseguir corrupções que as provem, coisa impossível, conquanto, democraticamente, resistamos a expô-lo como um pobre diabo, caramgo, como o presidente do Porto, que lá entretenha a justiça. Que era bom e até tinha a sua graça, essa de se exigir a um dignatário político como é que ajuntou o seu bom dinheiro, se qualquer um é livre de o ir ajuntando, como bem diz santos o silva e assim entendidos de Oeiras, passando Braga, etc. a Felgueiras.
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