A neo-oligarquia
11 Abril, 2009
Seria interessante perceber quantas das pessoas que subscreveram este texto foram capazes de criar e manter pelo menos um posto de trabalho e não fizeram a sua vida em lugares públicos ou políticos: «o “sistema capitalista” parece “ter entrado em ruptura”, impondo a construção de “novos paradigmas comportamentais e políticos” e uma nova consciência cívica e política: “Ultrapassada a tempestade, nada poderá ficar na mesma“.»
21 comentários
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E a Helena quantos postos criou?
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Será superfluo lembrar essa gente que o capitalismo que tanto criticam foi quem lhes deu a comida que comem, as roupas com que se vestem, as viaturas em que se deslocam, os eletrodomésticos que lhes facilitam a vida, os livros que leem, os medicamentos que tomam, os seguros que fazem, as caixas automaticas onde levantam o dinheiro, os blogues e os computadores onde escrevem, tudo bens que a alternativa socialista não forneceu nunca em lado nenhum em tempo algum.
A utopia socialista é um virus que lhes ataca as mentes e os incapacita. Pobres de nós que os temos de aturar.
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blá blá blá
«conversa para boi dormir»
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… disse
#1
E a Helena quantos postos criou?
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É a Helena que critica o capitalismo ? Não acha a pergunta dela válida ? Eu acho. Os maiores críticos do capitalismo nunca criaram um posto de trabalho na vida. Veja por si, faça esse exercício mental e encontre-me um único conhecido socialista ou sindicalista, dp centro, à esquerda ou à extrema esquerda, entre políticos, intelectuais, escritores, colunistas ou sindicalistas, encontre-me um único que alguma vez tenha criado e mantido uma empresa dando empregos a terceiros. Basta encontrar-me um único, e ficarei feliz.
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encontre-me um único que alguma vez tenha criado e mantido uma empresa dando empregos a terceiros
Mas..mas..mas os empresários dão empregos ou precisam de empregados?
Andei este anos todos enganados, pensei que uma empresa se destinava a obter lucro do investimento feito e afinal destinam-se às dádivas e beneficência.
Estamos sempre a aprender.
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«…quantas das pessoas que subscreveram este texto foram capazes de criar e manter pelo menos um posto de trabalho e não fizeram a sua vida em lugares públicos ou políticos»
Pois, o grande problema do nosso país é o facto de o Estado ser o maior empregador e bloquear sistematicamente o investimento estrangeiro, através de uma administação pública altamente burocratizada. Sempre se privilegiou o investimento nacional devidamente alavancado pela comparticipação dos fundos públicos.
A cultura do «orgulhosamente sós» ainda está muito enraizada nos decisores políticos ligados, quer ao aparelho de Estado, quer aos movimentos partidários, da esquerda à direita.
Admira-me, no entanto, que os actuais responsáveis pelos destinos políticos do PSD não tenham subscrito este texto. Para quem diz posicionar-se ideologicamente no “centro-esquerda” do espectro politico-partidário, a não subscrição deste texto só pode confundir uma certa franja do seu eleitorado, remetendo-o, nas próximas eleições, para o partido à sua esquerda (?) e, por conseguinte, garantindo-lhe a maioria absoluta que ele tanto ambiciona.
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Mas..mas..mas os empresários dão empregos ou precisam de empregados?
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Dispenso evasões linguísticas. Se preferir, pagam um salário em troca de trabalho.
Satisfeito ? Ou prefere perder mais tempo ?
Agora responda à pergunta. Encontre lá alguém que tenha alguma vez pago um salário a outrem. Não vale emprego na administração pública ou fundações a viverem à conta das tetas de subsídios do Estado.
Se encontrar alguém conhecido, pago-lhe um jantar.
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O mesmo se aplica a todo e qualquer empregado de qualquer empresa que não seja empresário. Por aí não vamos ao cerne do que quer dizer que suponho seja a denúncia do parasitismo à custa do Estado, aliás parasitismo esse também muito frequente na classe empresarial, veja-se a escandalosa fuga generalizada aos impostos por essa gente (não invalidando que se pagassem o que realmente deviam , por lei pagar, eram vítimas de roubo) e também o clamor por apoios estatais seja porque chove, seja porque está sol.
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#7 – o capitalismo português é subsidiado pelo estado. só um nome conhecido que não tenha mamado e podes escolher a ementa.
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Continuamos, e continuaremos , a ser o povo “da sopa da portaria do convento”…
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Dona Helena:
Está um gajo em jejum de carne (nem por motivos religiosos nem por solidariedade com o Evo mas tão somente porque o dinheiro não chega nem mesmo com a campanha de bifes oferecidos na Portugália) a discutir coisas sérias noutro post, com uma clientela seleccionada, e lá tem de vir a inveja com mais uma provocação barata. Permita-me que esclareça dois ou três pontos para evitar que continue a laborar sempre no mesmo erro. Não existe em Portugal o que se possa chamar de capitalismo. O que subsiste é a mesma velha oligarquia suportada num regime corporativista.
Bem sei que avocou a si a incumbência de incensar o patrão que, imagino, se acha a ele próprio quase um self made man — os mitos surgem com frequência a Norte, onde as gentes não têm a escolaridade obrigatória cumprida. Portanto, e para que não subsistam mal-entendidos: a sua pergunta não faz sentido porque é óbvio que aqui todos comem o mexilhão. E de resto, se acabasse a “oligarquia” teriam de pelo menos aprender aritmética para se governarem. Não vai ser fácil …
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Criaram imensos.Veja no capítulo “africanização”.Construção de bairros sociais a cargo de amigos de peito(e por isso normalmente muito mal fiscalizados nos aspectos de qualidade).Assistentes sociais para ver quem é quem.Animadores kulturais, psicólogos e sociólogos para “integrar” de acordo com os manuais.Por isso nada de discriminações.Coloquem-se matulões de 18 anos no meio de garotas de 12.Sejam eles ciganos ou africanos ou o que vier á rede.Muitos “equipas de rua” para tudo e nada para combater a pobreza(menos polícia que é um desperdício.Equipas em concorrência de preferência para os pobres e sem abrigo terem acesso ao direito liberal da “escolha” do melhor serviço.Constituição de empresas de passar papéis de “emprego” para meter no SEF.Dão um chouriço para poderem receber o porco inteiro.Nós depois pagamos.Isto é vamos receber menos para eles receberem mais.Sem serem sequer precisos pois que como vemos desemprego é mato.Mas fizeram muito bem em os nacionalizar.Assim são “nossos” e contrariamente aos gajos dos recibos verdes têm direitos e em especial votam em quem lhes arranjou o belo tachinho , os amigos internacionalistas de sempre.Os do tudo igual tudo diferente subsidiados aliás pelos mesmos patrões dos polícias.Por isso é que quande estes se empenham em demasia vão a tribunal e arranjam um monte de chatices que é para aprender que quem manda pode…os nossos grandes africanizdores ex anti-colonialistas e agora colonizadores.Mas ainda anti-neoliberais…
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Mais uma para o muro das lamentações. Ó mulher se, ao longo dos anos, a maioria os elegeu então a maioria recebe benefícios (segundo a sua teoria). Você pode queixar-se mas serea uma minoria queixosa e democraticamente submetida. Avé.
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Percisamente. Como eles não concordam com o capitalismo, vivem e sempre viveram à conta do “estatismo”. Lá coerentes são….
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Empresas como a alemã Continental ou a espanhola Zara, para citar apenas dois exemplos conhecidos, têm as suas principais unidades de produção em Portugal, porque a qualidade e o desempenho são dos melhores do mundo.
Por outro lado, apesar de termos a mão de obra uma das mais baratas da Europa, temos os empresários mais caros do mundo.
Ou seja:
se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, os nossos gestores recebem, em média:
– mais 32% do que os americanos;
– mais 22,5% do que os franceses;
– mais 55 % do que os finlandeses;
– mais 56,5% do que os suecos”
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)
E são estes que dizem que “os portugueses gastam acima das suas possibilidades” e devem baixar os salários.
Entre eles salienta-se o ILUMINADO génio das finanças Vítor Constâncio.
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Conheço muitos dos subscritores da coisa.
Na maior parte, trata-se de gente que nunca fez nada de útil na vida.
Chamam-lhes “personalidades” (ena, tantas!), mas não passam de nulidades. De cabo a rabo.
Vão mas é trabalhar, seus trafulhas! A alguns de vocês cabe, sem qualquer dúvida, parte importante da responsabilidade pela estado a que chegou este pobre país. Vocês deviam, por isso, ser presos, julgados e condenados, como merecem. Em vez disso, vão passear-se impunemente pela Avenida da Liberdade e apelam a que a gente faça o mesmo. Que trastes!
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Empresas como a alemã Continental ou a espanhola Zara, para citar apenas dois exemplos conhecidos, têm as suas principais unidades de produção em Portugal, porque a qualidade e o desempenho são dos melhores do mundo.
Por outro lado, apesar de termos a mão de obra uma das mais baratas da Europa, temos os empresários mais caros do mundo.
Ou seja:
se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, os nossos gestores recebem, em média:
– mais 32% do que os americanos;
– mais 22,5% do que os franceses;
– mais 55 % do que os finlandeses;
– mais 56,5% do que os suecos”
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)
E são estes que dizem que “os portugueses gastam acima das suas possibilidades” e devem baixar os salários.
Entre eles salienta-se o ILUMINADO génio das finanças Vítor Constâncio.
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essa gentinha é de morrer a rir… se não vivessem à custa do povo trabalhador e não gozassem os luxos que o capitalismo permite. Caso grave de bipolarismo. Mas ir viver para o socialismo que tanto admiram (Cuba, Eritreia, Vietname, Coreia do Kim, ou mesmo a Venezuela…) nem pensar! O capitalismo é tão bom…
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para mal dos tugas, essa gente tem acesso privilegiado aos “media”, e em conjunto, intoxicam o povo até chegarmos à “penúria generalizada” cubana tal como disse Raúl Castro há 2 anos.
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Os imbecis dos socialistas, ainda não perceberam de que depois de tantas experiencias de socialismo, este sempre fracassou com a sua ideologia!
Revolução russa um exemplo, que continua a ser seguido por Putin!
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“Não existe em Portugal o que se possa chamar de capitalismo.”
Não existe em Portugal nem em lado nenhum do planeta!
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