Como refere no texto, nestas eleições, não está em jogo escolher quem governa, mas sim quem não pode governar, daí a conversa das maiorias e dos blocos centrais…O voto tornou-se mais um veto em vez de um acto de escolher. A conversa é sempre a mesma, “europeias vão ser a 1ª ronda das legislativas”, as “autárquicas não podem ser no mesmo dia que as legislativas”, ou seja, discutimos questões que andam à volta do tema, mas não vão ao cerne da questão, os IDEAIS! Programas diversificados que pretendem, cada um à sua maneira, uns melhor, outros pior, contribuir para o bem comum de todos os portugueses. Porém, não culpemos só os políticos, o povo também tem culpa, pois enquanto gema deste país, é ele que fabrica os deputados, ministros, primeiros-ministros, presidentes, etc; isto é, eles são todos criados aqui e como tal pensam como a maioria dos portugueses: o compadrio tem de ganhar sempre. Por isso, não esperemos Obamas nem nada do género, pois enquanto a mentalidade da nação não mudar, a mediocridade de políticos que temos também nao mudará. Pois uma omelete para ser boa, precisa de boa gema…
Este post está uma beca atrasado , o Rogério já pôs isso há para aí 2 anos e tal, o arrependimento foi quase imediato , não é de agora. Rapaz de visão ele sempre foi , como agora fica mais que provado.
esses anúncios são velhos. quando é que este foi publicado, em que jornal, quem pagou e o número de eleitor corresponde ao número? nada disso interessa, o importante é pintar um clima que enquadre as nossas angústias e justifique os nossos receios. se as sondagens dessem outra coisa, a conversa era diferente. quando se acredita, não se desacredita.
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi “trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira),
ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirmase “penalizado por delito de opinião” colectivamente expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”.
Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”.
A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade.
A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move por fazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
Este senhor é o único que reconhece e pede desculpa.
Onde andam os outros? Terá havido uma fraude eleitoral? É que parece que afinal ninguém votou no Sócrates….
Nao sei se desculpo…
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Como refere no texto, nestas eleições, não está em jogo escolher quem governa, mas sim quem não pode governar, daí a conversa das maiorias e dos blocos centrais…O voto tornou-se mais um veto em vez de um acto de escolher. A conversa é sempre a mesma, “europeias vão ser a 1ª ronda das legislativas”, as “autárquicas não podem ser no mesmo dia que as legislativas”, ou seja, discutimos questões que andam à volta do tema, mas não vão ao cerne da questão, os IDEAIS! Programas diversificados que pretendem, cada um à sua maneira, uns melhor, outros pior, contribuir para o bem comum de todos os portugueses. Porém, não culpemos só os políticos, o povo também tem culpa, pois enquanto gema deste país, é ele que fabrica os deputados, ministros, primeiros-ministros, presidentes, etc; isto é, eles são todos criados aqui e como tal pensam como a maioria dos portugueses: o compadrio tem de ganhar sempre. Por isso, não esperemos Obamas nem nada do género, pois enquanto a mentalidade da nação não mudar, a mediocridade de políticos que temos também nao mudará. Pois uma omelete para ser boa, precisa de boa gema…
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Há quem ache que o voto é secreto.
O senhor Guimarães das Caldas acha que o deve publicar no jornal.
Parabéns.
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para dar a volta às tragédias, votar bem.
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Este post está uma beca atrasado , o Rogério já pôs isso há para aí 2 anos e tal, o arrependimento foi quase imediato , não é de agora. Rapaz de visão ele sempre foi , como agora fica mais que provado.
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Não se amofine é secreto se o próprio quiser.
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esses anúncios são velhos. quando é que este foi publicado, em que jornal, quem pagou e o número de eleitor corresponde ao número? nada disso interessa, o importante é pintar um clima que enquadre as nossas angústias e justifique os nossos receios. se as sondagens dessem outra coisa, a conversa era diferente. quando se acredita, não se desacredita.
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Eu não contribui para o peditório manhoso de Sampaio.
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Humildade. Parabéns. Infelizmente, já somos dois.
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Esta ja tem barbas
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sábado, 19 de Abril de 2008
Lusa governamentalizada à força
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi “trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira),
ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirmase “penalizado por delito de opinião” colectivamente expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”.
Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”.
A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade.
A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move por fazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
http://www.jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=cronista%2Easp%3Fimg%3DeduardoCintraTorres%2Ejpg%26id%3D257709%26check%3D1
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“Humildade. Parabéns. Infelizmente, já somos dois.”
Infelizmente foram muitos mais.Não vos desculpamos.
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E o que é que a gente tem a ver com a mweda da Lusa e dos jornalistas?
Essa cambada já chateia e demais!
Nuno
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Errata:
*merda
Nuno
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Ele pede desculpa aos democratas, mas eu não sou e não conheço nenhum.
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Prá próxima vota no cherne PSL, MFL e no deime-me trabalhar que ficará certamente muito mais bem servido….
Espere aí………. não sou pró Socrates tá claro ?
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16, conhecendo a pessoa, parece-me muito difícil que o seu voto recaia sobre o PSD…
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Alguém me diz de onde saiu este anúncio??
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Este senhor é o único que reconhece e pede desculpa.
Onde andam os outros? Terá havido uma fraude eleitoral? É que parece que afinal ninguém votou no Sócrates….
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