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Cidadania

1 Maio, 2009

Um partido sueco, denominado Partido dos Piratas, que defende a protecção das liberdades individuais e a vida privada, nomeadamente, o direito à cópia privada digital, a limitação do chamado «direito de autor» a cinco anos, o fim das patentes farmacêuticas, parece estar à beira de conseguir eleger um deputado para o Parlamento Europeu. No segmento de eleitores entre os 18 e os 29 anos será mesmo o segundo partido mais votado, em que todo o movimento de contestação à  recente condenação (em recurso) dos autores do Pirate Bay terá dado um forte contributo.

A acompanhar, com mais detalhe, no Remixtures.

31 comentários leave one →
  1. Carlos's avatar
    Carlos permalink
    1 Maio, 2009 14:19

    Esse partido já governa Portugal nos últimos 35 anos.

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  2. per caso's avatar
    per caso permalink
    1 Maio, 2009 14:21

    Olha, aí está um partido a valer a pena. Que eu já até desesperava. E a ser assim, tá certo, lá irei tamém votar.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    1 Maio, 2009 14:32

    são os eufêmeos lá do sítio, ainda aparentados dos blasfêmeos.

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  4. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    1 Maio, 2009 14:43

    Pensava eu de que
    Documentos da mão de Sócrates oerderam-se no notário
    Ou
    Carmona avança contra Santana

    Mas não
    Estou a verberar sobre a Suécia
    Porra
    Tenham paiência
    Porque non te callas si non tienes nada para dicir

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  5. Piscoiso's avatar
    1 Maio, 2009 14:46

    Na Somália é o partido maioritário.

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  6. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    1 Maio, 2009 14:53

    E o pirata sou eu ????

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  7. Desconhecida's avatar
    Pirata Somali permalink
    1 Maio, 2009 14:54

    Nunca seremos globalistas, nós os piratas. Lá se ia o negócio e o charme –
    Descansem pois na sua pequena paz e segurança os que temem as tíbias cruzadas.
    De qualquer modo, aviso à navegação, estaremos sempre por aqui entre uma ilha digital ou não, de um modo ou doutro, sejam quais forem as leis e regulamentos e as polícias e o resto das pulsões hiper-securitárias desta sociedade ocidental/oriental filha do iluminismo.

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  8. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    1 Maio, 2009 14:56

    Há uma coisa que me preocupa e que devias questionar

    Porque é que no Quénia não se pode dar uma pirocada ???

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  9. Ibn Erriq's avatar
    Ibn Erriq permalink
    1 Maio, 2009 14:57

    Viva o Pirate Bay.

    E se o eleitorado lhes der legitimidade?

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  10. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    1 Maio, 2009 15:03

    “Na Somália é o partido maioritário.”

    E o primeiro ministro também se chama Sócrates?

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  11. Desconhecida's avatar
    Rui Salgado permalink
    1 Maio, 2009 15:27

    Nao esquecer quem está por detrás dos direitos de autor e das patentes. As grandes empresas e o capitalismo que causou grande parte dos problemas que vivemos, nao tanto em portugal porque os nossos problemas já existiam, na Europa e nos EUA. Esta questao parece secundária mas nao é. Restringem-nos liberdades e garantias e nós deixamos.
    Unico partido em que vale a pena votar.

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  12. Desconhecida's avatar
    DLB permalink
    1 Maio, 2009 15:39

    Piscoiso,

    Que piada tão engraçada, você tem tanto jeito para o humor…

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  13. Zé Preto's avatar
    1 Maio, 2009 15:40

    “A integridade física de Rui Mateus estaria alegadamente ameaçada, havendo fortes indícios de que terão sido feitos contactos com indivíduos ligados ao mundo do crime, para se encarregarem desta «operação» (…). As pressões eram muitas, a começar com as «recomendações de amigo» de Almeida Santos, que o Presidente da República enviara apressadamente de Marrocos e com quem reuniríamos regularmente a partir do dia 17 de Maio em sua casa. Por outro lado eu estava a ser «olhado» como um traidor à causa «soarista» (…).

    Rui Mateus

    A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.

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  14. Desconhecida's avatar
    Scriptor Calamus permalink
    1 Maio, 2009 15:44

    Se soubessem o que de facto ganha um escritor em Portugal não quereriam reduzir para cinco anos os “direitos de autor.”

    Vejam bem numa edição de 2000 exemplares – já um número grande neste obscuríssimo cantinho – o autor ganha 7,5 % do preço de capa por exemplar.

    Se vender 1000 já é um tiro. Mas sabendo que 7,5 % por exemplar representa supondo que o livro custa 10 euros um euro e meio veja-se bem o lucro estelar que tem um autor.

    E um livro não se escreve em dois dias, demora um, dois anos ou mesmo mais.

    Quem pode viver assim?

    Não se pode ser um full-time writer. Tem que se ter actividades paralelas, prejudiciais à escrita.

    E por isso alguns dos escritores mais significativos (nada desses Peixotos e Tavares A, B e C) como o Cesariny deixou de escrever, e o Pacheco (Luís) viveu na maior miséria.

    Vão-se foscar!

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  15. Anonimo's avatar
  16. fado alexandrino's avatar
    1 Maio, 2009 17:00

    Porque é que no Quénia não se pode dar uma pirocada ???

    Porque as mulheres vão fazer greve.
    A acreditar em alguns politicos nacionais há alternativas.

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  17. fado alexandrino's avatar
    1 Maio, 2009 17:01

    Não se pode ser um full-time writer. Tem que se ter actividades paralelas, prejudiciais à escrita.

    Os maiores trabalham na televisão.
    Até ajuda a vender.

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  18. :-)'s avatar
    :-) permalink
    1 Maio, 2009 18:30

    finalmente um partido com ideias. ao tempo que isto não acontecia.

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  19. Amílcar's avatar
    Amílcar permalink
    1 Maio, 2009 21:57

    Uma visão interessante sobre o assunto:

    http://distoninguemfala.blogs.sapo.pt/11292.html

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  20. Desconhecida's avatar
    anonymu permalink
    1 Maio, 2009 23:18

    eh lá, um partido q olha aos direitos dsas pessoas e nao das corporaçoes e do status quo dos pseudo iluminados, so é pena q nao seja aqui

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  21. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    2 Maio, 2009 09:04

    Eu iria mais longe: quem comprasse um carro ou uma casa, só seria proprietário dela durante 5 anos. A partir dessa data o bem estava ao dispor da comunidade. Assim acabaríamos com este capitalismo que nos empurrou para esta vida de miséria. Conseguiríamos o paraíso. Um paraíso semelhante ao que vivem os cubanos.

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  22. Desconhecida's avatar
    2 Maio, 2009 21:55

    Scriptor Calamus (#14)

    “Se soubessem o que de facto ganha um escritor em Portugal não quereriam reduzir para cinco anos os direitos de autor.(…)
    Quem pode viver assim?
    Não se pode ser um full-time writer. Tem que se ter actividades paralelas, prejudiciais à escrita.”

    Você faz um dos melhores argumentos que já vi para a mudança do regime dos direitos de autor, os meus parabéns.

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  23. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    4 Maio, 2009 09:25

    21, se eu copiar um filme ou uma música, estou a impedir outro de o ver? Obviamente que não…E se o apagar do disco, acabou-se o “crime” certo?
    Não consta que as grandes estrelas do cinema ou da música estejam com problemas de finanças resultantes da pirataria. Quanto muito, o seu trabalho é mais divulgado e apreciado por um público mais vasto.

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  24. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    4 Maio, 2009 10:23

    Não consta que as grandes estrelas do cinema ou da música estejam com problemas de finanças resultantes da pirataria

    E as pequenas estrelas?

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  25. CN's avatar
    4 Maio, 2009 11:04

    “E as pequenas estrelas?”

    Sò têm a beneficiar com a divulgação da sua música. Ganham em concertos por exemplo.

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  26. AF's avatar
    4 Maio, 2009 17:14

    Pinto:

    O problema das “pequenas estrelas” é que, não sei muito bem quando nem porquê, se instituiu esta ideia peregrina que alguém tem direito a ser estrela porque … sim. As verdadeiras “pequenas” estrelas fazem o que o resto dos mortais faz, ou seja, dá no duro, trabalha, faz-se à estrada e aos bares, e vai construindo e crescendo.

    Quanto às suas teorias de “propriedade intelectual” aplicadas à propriedade física, já lhe responderam bem q.b.

    É por isso que por mais que tentem passar a ideia, fazer uma cópia NÃO é como roubar um carro, NÃO é como roubar uma televisão, NÃO é como roubar um disco numa loja. Se parassem com a desonestidade intelectual, podia ser que se conseguisse arranjar algum terreno comum para discutir. E não, não venham pedir mais taxas e impostos, porque já meio mundo paga taxas sobre CDs e DVDs graváveis, mesmo que seja só pra gravar as fotos das férias, para compensar os “autores” pelas perdas causadas pela “pirataria”.

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  27. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    4 Maio, 2009 19:10

    se eu copiar um filme ou uma música, estou a impedir outro de o ver? Obviamente que não

    Se eu entrar dentro da propriedade de uma pessoa e não danificar o que seja, não prejudico o seu proprietário em nada pois não? Mas cometo um crime.
    Se eu entrar dentro desse quintal e apanhar umas maças que estão a apoderecer no chão ou mesmo semear algo no seu terreno, sem o seu consentimento (e mesmo que esse quintal esteja abandonado) cometo um crime.

    AF e Rxc, quando eu escrevo um livro, gravo uma música ou pinto um quadro, realizo uma obra. Essa obra é da minha autoria. Eu tenho o direito aos proveitos resultantes da mesma. Aos lucros provenientes das vendas ou do usufruto da mesma. Porque quem usufrui da leitura desse livro ou da audição dessa música está a usufruir de algo que eu construi e que se não o tivesse feito essa pessoa não iria usufruir.

    O problema das “pequenas estrelas” é que, não sei muito bem quando nem porquê, se instituiu esta ideia peregrina que alguém tem direito a ser estrela porque … sim.

    Isso é outro assunto.
    Sejam estrelas, planetas ou simples satélites, a verdade é que têm direito aos proveitos das suas obras.

    É por isso que por mais que tentem passar a ideia, fazer uma cópia NÃO é como roubar um carro

    Até digo mais: por vezes pode ser mais danoso ao proprietário a cópia ILEGAL de uma obra sua que o furto do seu carro.

    E não, não venham pedir mais taxas e impostos

    Não. Isso não. Até porque não temos de pagar todos pelos ilícitos de alguns. Agora que esses alguns devem ser punidos, não tenho a menor dúvida.

    Parece-me que um bom método para acabar com esta roubalheira (este é o termo mais adequado) seria aquilo que se iria fazer em França mas a cobardia política não permitiu: cancelar os serviços de internet às contas que fizessem downloads ilegais.

    Mais tarde ou mais cedo isto terá de acontecer, sob pena de qualquer dia não termos filmes de qualidade para ver. Ninguém gosta de trabalhar para aquecer.

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  28. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    4 Maio, 2009 19:18

    Mais um ponto,

    Quanto às suas teorias de “propriedade intelectual” aplicadas à propriedade física, já lhe responderam bem q.b.

    Suponho, por essa ordem de ideias, que quando você entgra num escritório de advogado para lhe pedir um parecer sobre uma situação não lhe pague no final. Você está-lhe a pedir um pouco da sua propriedade intelectual para ser aplicada naquele caso concreto.
    Poderá chegar ao final e dizer “Sr. advogado passe muito bem porque não vou pagar a sua propriedade intelectual”?

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  29. Desconhecida's avatar
    5 Maio, 2009 09:50

    Sr. Pinto,

    Falar sem saber não paga taxa, é grátis mas custa a quem tem de ouvir. Com certeza o senhor Pinto nunca teve um gravador de vídeo e gravou programas de tv, filmes, documentários ou o que quer que fosse. Também nunca os emprestou a ninguém. Com certeza também nunca teve cassetes, daquelas antigas, que um amigo lhe tivesse gravado porque do original não se conseguia arranjar para ouvir aquela música que tanto lhe interessava. Aquilo que o Sr. Pinto não sabe é o o que é o Peer to Peer, os valores envolvidos e o material partilhado. E pelo tom já percebi que não serve de nada explicar-lhe. Ficamos assim.

    Agora. Mesmo admitindo que o Sr. Pinto tivesse razão (e olhe que não tem) defender o corte de acesso à Internet ou o controle de fluxos de informação nos ISP’s (Internet Service Providers)que é o que andam a defender por aí a pretexto de combater a pirataria, isso atenta contra uma coisa fundamental que é o princípio da neutralidade da internet. O que quer isto dizer? Quer dizer que hoje em dia qualquer pessoa pode visitar o Blasfémias à mesma velocidade que o site do Governo. É indiferente o conteúdo informativo. Com o abolir deste pricípio vamos ter canais prioritários (grandes empresas que podem pagar esse “serviço” e governos) onde estes conteúdos viajam rapidamente por oposição aos Blasfémias e outros que tal que serão não prioritários, logo lentos e de difícl acesso. A seguir a filtragem dos motores de busca porque os conteúdos não são adequados. Quem o faz? Quem vai decidir o que eu posso ou não ver? Por fim, o escrutínio da vida priovada de cada internauta sobre o que vê, quando vê e como vê.

    Os comentários são curtos, as explicações curtas também serão. É o que se arranja. Sr. Pinto antes de se enxofrar contra aquilo que apenas pensa conhecer, tente ver as consequências daquilo que defende. E leia. Talvez o 1984 não viesse mal. Ou se preferir algo mais pequenino, comece pelo post do Pacheco Pereira sobre a possível deriva totalitária dentro da democracia. Se o Sr. quer essa sociedadezinha controlada ao limite pelos medos e receios, supostamente protegida pelos emissores na matrícula, chips implementados, monotorização constante ou censura de conteúdos, faça-o, vá em paz e que Deus o acompanhe, agora não obrigue é os outros a fazê-lo também.

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  30. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    5 Maio, 2009 18:58

    Com certeza o senhor Pinto nunca teve um gravador de vídeo e gravou programas de tv, filmes, documentários ou o que quer que fosse. Também nunca os emprestou a ninguém. Com certeza também nunca teve cassetes, daquelas antigas, que um amigo lhe tivesse gravado porque do original não se conseguia arranjar para ouvir aquela música que tanto lhe interessava.
    Eventualmente já. Eventualmente já matei; eventualmente já roubei; eventualmente já raptei pessoas.
    Meu caro, isso diz respeito à minha vida. Obviamente que não vou aqui “escarrapachar” a minha vida particular em pormenor. Também não é isso que está em causa.
    Em segundo lugar, o gravar um documentário para ter em casa e “mais tarde recordar” ou o gravar para criar cópias de segurança NÃO É ILÍCITO.
    Mais: o gravar para a realização de um trabalho académico (desde que se mencione a fonte) também não é ilícito.
    Agora. Mesmo admitindo que o Sr. Pinto tivesse razão (e olhe que não tem)
    Desculpe, não tenho razão em quê? Que a França ponderou essa medida? Ponderou. Que na minha opinião se deveria cancelar as contas? Não é uma questão de ter ou não razão. É a minha opinião.
    isso atenta contra uma coisa fundamental que é o princípio da neutralidade da internet
    A pretexto do princípio da neutralidade da internet posso então entrar na sua conta bancária online? Vá, não me limite a minha liberdade.
    Olhe, faça um favor a si mesmo: não debite tantos princípios sem dominar as bases elementares do Direito (e não me venha com a história que tem um curso de Direito; sei bem que o ensino anda pelas ruas da amargura mas não quero acreditar que tivesse chegado tão baixo).

    Você tem tanto direito de navegar nas páginas públicas da internet como de passear pelos locais públicos. Você tem tanto direito de entrar no Blasfémias como de entrar num café ou outro estabelecimento aberto ao público (e enquanto os “donos” do Blasfémias o entenderem). Você não entra em certos blogues, fóruns, páginas, etc. de associações, de organizações, etc., assim como não entra em certos locais. O princípio é o mesmo. Mas até nem é isso que está em causa.

    Você faz-me lembrar aqueles que a cada notícia sobre um inquérito aos órgãos de comunicação social por violação da privacidade, do bom nome, etc. atiram logo com o princípio da liberdade de expressão e o princípio da liberdade de imprensa para o ar. Não sabem bem o que isso é mas soa bem.
    Os princípios, como em tudo na vida, têm limites. Em regra, os limites são encontrados no conflito destes com outros limites. Não me vou perder aqui a explicar isto ao detalhe como deve compreender.

    Com o abolir deste pricípio vamos ter canais prioritários (grandes empresas que podem pagar esse “serviço” e governos) onde estes conteúdos viajam rapidamente por oposição aos Blasfémias e outros que tal que serão não prioritários, logo lentos e de difícl acesso. A seguir a filtragem dos motores de busca porque os conteúdos não são adequados. Quem o faz? Quem vai decidir o que eu posso ou não ver? Por fim, o escrutínio da vida priovada de cada internauta sobre o que vê, quando vê e como vê.

    Como em tudo na vida, como em tudo na sociedade, a internet tem regras.

    E leia. Talvez o 1984 não viesse mal.

    Ah, estava a ver que não vinha essa referência à baila. Esqueceu-se de referir que caminhamos para um “Big Brother” universal, que iremos ser controlados por uma entidade que nos controlará ao milímetro, as maquiavélicas videovigilâncias, etc. etc. etc.. O blá, blá, blá do costume.

    Ou se preferir algo mais pequenino, comece pelo post do Pacheco Pereira

    Pelo amor da Santa. Respeite o meu bom gosto e a minha sanidade mental. Por favor. Também não pus a sua em causa.

    Se o Sr. quer essa sociedadezinha controlada ao limite pelos medos e receios, supostamente protegida pelos emissores na matrícula, chips implementados, monotorização constante ou censura de conteúdos, faça-o, vá em paz e que Deus o acompanhe, agora não obrigue é os outros a fazê-lo também.

    Se você não quiser basta desmarcar-se de toda a tecnologia. A começar pelo seu telemóvel.
    Acho piada à nova paranóia dos chips que irão localizar os nossos passos, seguindo-se as tretas do costume, mas ninguém se desfaz do mais potencial e mais pequeno localizador: o telemóvel. Toda a gente anda com um… ou até dois.

    Bem, mas até nem era disso que se tratava o meu comentário. Caso não se tivesse apercebido (e não se apercebeu, mas vou fazer de conta que não vi), a questão que se levantou prende-se com o facto da propriedade intelectual dever ser legalmente protegida ou não.
    Claro que aquelas pessoas com a sua veiazinha anarquista sempre afogueada, espezinham-se todos com a possibilidade desta propriedade passar a ser protegida de forma mais eficaz. Outros há que olham para o seu umbiguinho e fazem as contas de maneira fácil: “ora se eu for ao cinema ver um filme pago €5. Se levar a namorada, pago o dobro. Se fizer um download vejo à “borlix”. Bora lá defender os downloads que são a melhor coisinha que existe. Esquecem-se da outra parte.

    Se ler o comentário leia-o com calma. Se responder não fale de bugalhos. É de alhos que estamos a falar.

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  31. Desconhecida's avatar
    6 Maio, 2009 20:10

    Para bom entendedor meia palavra basta, para quem não quer ver além daquilo que pensa saber e dominar, nem um dicionário bastará. Passe bem e boa sorte.

    (essa do amor da santa era desnecessária…)

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