O 25 de Abril na AR
«No fim dos discursos, em aperitivo para o beija-mão e os cumprimentos de função, cantou-se o hino nacional. De pé, os nossos representantes tentaram recordar e trautear aquelas heróicas e obsoletas palavras. Sobretudo, esforçaram-se por não desafinar. Pois bem, nesse momento solene, algo de extraordinário aconteceu. Ao mesmo tempo que soavam as últimas estrofes da canção nacional, nos enormes ecrãs de plasma, pendurados nas paredes do hemiciclo, começam a ser projectadas fotografias. Em particular, a que se viu depois reproduzida nos jornais: algures, na sede da PIDE ou da Censura, em Abril de 1974, um soldado retira das paredes uma fotografia de Salazar. Inesquecível! Absurdo! Pode pensar-se que o episódio não tem importância. Que foi uma brincadeira. Um devaneio. Que ninguém, além dos deputados e das altas individualidades, vê o que se passa no Parlamento. Qualquer coisa. Mas a verdade é que tem importância. Trinta e cinco anos depois de Abril, a democracia continua a viver à custa de Salazar e da sua queda. Parece que o regime democrático e a liberdade nada têm a oferecer ao povo para além do derrube do ditador. Que, aliás, não foi do próprio mas do sucessor. Aqueles partidos e aquela instituição vivem obcecados. Sentir-se-ão culpados? De quê? De não terem sabido governar o país com mais êxito e menos demagogia? De perceberem que a população está cada vez mais cansada da política e indiferente aos políticos? Preocupante é haver alguém que pense que aquelas imagens produzem algum efeito! A política contemporânea é de tal modo medíocre que o derrube do anterior regime é ainda mais importante do que o novo regime democrático. Essa é a mágoa! Trinta e cinco anos depois, a liberdade e tudo quanto se vive não são já mais importantes do que aquele dia de derrube. (…) Esta história tem mais que se lhe diga. O Parlamento parece transformado num recreio. As renovações recentes só vieram confirmar essa tendência. Os computadores distribuídos pelos 230 lugares são inexplicáveis. Ou antes: só se compreendem se fizerem parte de um plano de fornecimento aos representantes da população de equipamentos de divertimento e passatempo. Computadores e plasmas para os deputados têm exactamente as mesmas funções que os “Magalhães” para as escolas. Os ecrãs monumentais nas paredes esperam imagens, gráficos, programas de PowerPoint e clips de propaganda. Quem julgue que o Parlamento serve para pensar, ouvir, falar, aprender, argumentar, discutir, esclarecer e fiscalizar está enganado. » António Barreto, PÚBLICO

A falta de capacidade
de respirar livremente,
denota a opacidade
do actual regime demente!
Vivendo amarrado ao passado
em discursos e imagens,
o país tem sido trespassado
por falsas miragens!
O mexilhão ao estudar a realidade
de uma forma verdadeira,
conclui da nossa civilidade
que é uma tremenda bandalheira!
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Quantos são hoje ?
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“Preocupante é haver alguém que pense que aquelas imagens produzem algum efeito!”
então porque é que fala nisso? esquece que existem imagens de marca dos acontecimentos, se anda a dormir é problema dele, mas escusa de alarvar. a queda do regime iraniano não foi a da estátua do saddam, mas coincide com a imagem que passa.
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O grande investimento nas obras da AR foram as lâmpadas que tiram o sono. Gostava de saber se é por isso que alguns começam a ter insónias à noite.
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Então você não sabe que hoje é dia da mãe!?
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Nunca me deixará de me surpreender esta “ingenuidade” de A.Barreto ( um dos mais bem “intencionadíssimos” arautos daquilo que nos caiu em cima…).
Mas que raio ,um doutorado em sociologia não tinha uns conhecimentos,por mínimos que fossem, da massa de que eram (são)feitos os ilustres compatriotas?
O homem julgaria que nos tínhamos transformado,por obra e graça do Espírito Santo,e do dia para a noite,em anglo-saxónicos ou, melhor ainda,em suíços?
Não tinha umas luzes,mesmo pela rama, do que tinha sido a vergonhosa inépcia,a roçar o suicida, da “primeira república”?
Pois agora a realidade está aí e,admitindo que a Associação de Merceeiros ainda está para durar,preparemo-nos para ser abertamente tutelados por Bruxelas – ou esta nos sub-contratar a Madrid…
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De facto António Barreto tem o desagradável dever de informar que é lúcido e interpreta como um semiótico o que parece evidente, o cela-va-de-soi. Barreto pôs-se à frente do carro triunfal destes 30 e tal anos post-abrilistas, colhe a força tractora e motriz pelas rédeas, e descobre que nem por asnos é puxado.
O carro é puxado por propaganda com mais meios tecnológicos do que a de António Ferro – mas os meios não incluem a ideia, nem as ideias.
Os 30 e tal anos de post-abrilismo em vez de nos livrarem de salazar precipitaram-nos para dentro de um salazarismo mais insidioso e difuso.
Todas as comemorações de Abril são doravante necrófilas- o hino portuguès apodreceu.
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JJ Pereira
Olhe que não, olhe que não. Os chineses subcontrataram essa tarefa aos angolanos. Esperemos que les achem que branco é bom para trabalhar. Caso contrário ninguém nos pega.
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Mais preocupante do que o que se gastou no parlamento é o que se vai gastar em grandes Obras públicas, cujos contractos estão agora a ser celebrados de forma muito rápida.
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De facto com Salazar não teria havido 25.Porque o Homem não teria cometido as asneiras do seu sucessor…
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Medina Carreira, António Barreto, helenafmatos…isto parece a equipa do Restelo!
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A construção da linha de comboio de alta velocidade (TGV) é uma prioridade nacional que está condicionada ao respeito das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) e ao aumento da contribuição comunitária, disse ontem a ministra das Finanças.
“Tem de haver uma contribuição comunitária superior ao previsto inicialmente”, disse Manuela Ferreira Leite, no Luxemburgo, no final de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia (UE).
A ministra mostrou-se satisfeita com o aumento proposto pela Comissão Europeia de 10 para 30 por cento da taxa de comparticipação comunitária a projectos deste tipo, mas advertiu que, mesmo assim, a comparticipação nacional está sujeita “a regras que obrigam a uma grande contenção da despesa”.
O Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) da UE impõe que nenhum Estado pode ultrapassar um défice orçamental de três por cento do PIB.
[Correio da Manhã, 8 Outubro 2003]
Quem falou na ranheta?
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de facto, A. Barreto tem autoridade acrescida. E diz a realidade! Estas palavras escritas por “bloggers” de direita provocariam mais um vendaval de epítetos de almas frustradas abrilistas. Nunca mais percebem o mundo real!
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Então você não sabe que o nosso amigo só está interessado no dia da tia!?
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Os bárbaros e a tecnologia
Quando eu era adolescente li uma história sobre a segunda grande guerra que me deu que pensar. Parece que os americanos tinham necessidade de construir uma grande quantidade de aeroportos em muitas ilhas do Oceano Pacífico e não tinham mão-de-obra para isso. Muitas dessas ilhas eram habitadas por tribos cujo desenvolvimento estava ao nível do Paleolítico. No entanto conseguiram facilmente, ao fim de poucos dias de treino, operar um bulldozer ou qualquer outra peça de maquinaria usada para construir aeroportos.
Vários anos e muitas leituras mais tarde, percebi que quando um bárbaro se confronta com a civilização, a primeira coisa que aprende dela, e mais facilmente, é a sua tecnologia. Muitas vezes nunca chega a aprender mais nada. Muitas vezes nem sequer chega a imaginar que haja mais nada.
Há trinta anos que o mundo em geral está a ser governado por bárbaros, que da civilização só vêem a tecnologia. Não compreendem que há mais mundo para lá da tecnologia, e que se esse mundo não existisse a tecnologia acabava.
Esta atitude assume muitas formas. Uma delas é o economicismo: a crença que a economia determina tudo na vida dos homens e que a ciência económica explica cabalmente toda a realidade.
Outra é a adoração bacoca da técnica como se fosse um fim em si mesma e não um meio. Quando o Primeiro-Ministro vai às escolas levar computadores, leva a cereja para pôr em cima do bolo. Mas o bolo, onde está? O Primeiro Ministro não sabe. Nem sabe que ele é preciso. Nem sabe que a cereja em cima do bolo precisa de um bolo por baixo.
E temos o caso de Maria de Lurdes Rodrigues a dizer que as escolas servem para as pessoas se qualificarem. Não servem: servem para as pessoas aprenderem. Pela simples razão, que nenhum bárbaro jamais entenderá, que quando o nosso propósito é ensinar estamos a qualificar; mas se o nosso propósito for apenas qualificar, nem qualificamos, nem ensinamos. Ou então damos uma qualificação que se esgota no momento em que o qualificado deixa de ser útil ao qualificador.
E assim voltamos aos construtores paleolíticos de aeroportos: lembremo-nos deles sempre que algum político ou algum yuppie (ou pior ainda, algum político yuppie) nos vier com a treta da qualificação. É que qualificar é fácil, o que é difícil é ensinar.
Quando a guerra acabou e os americanos se foram embora, deixaram atrás de si milhares de pessoas qualificadas para construir aeroportos. Nenhuma delas ganhou fosse o que fosse com isso.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/10/os-brbaros-e-tecnologia.html
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A frase tantas vez dita : “se eu soubesse o que sei hoje”, aplica-se a António Barreto como se aplica a Freitas do Amaral. E tavez se aplique também a Adriano Moreira.
O que têm de comum é o facto de aqui há uns anos pensarem uma coisa e agora pensam outra. Isto só significa que aprenderam mais qualquer coisa com a experiência de vida e com o conhecimento – que decidiram ir adquirindo – resultante dessa experiência. Quantos de nós não usaram já essa frase…
E isto é assim mesmo, pelo menos para aqueles que não se deixam cristalizar no conhecimento e estão sempre disponíveis para aprender e sobretudo para observar o mundo que nos rodeia. Quantos dos aqui escrevem é que fazem isso? Observar o mundo que nos rodeia. Quantos daqui serão capazes disso e de observar em nós próprios os defeitos que condenamos nos outros?
Pois para mim, neste texto do António Barreto, o que me interessa, não são as ideias ou uma análise com a qual eu não concordo mas sim o pensamento com o qual estou de acordo. E nesse sentido quero destacar : o cansaço que as pessoas têm dos políticos (que não é novo) e essa interessantíssima visão de que se transmite a ideia, para o sub-consciente das pessoas (digo eu) de valorizar mais o passado heróico e empreendedor do nosso país, como o ter derrubado um regime opressor, do que o actual, o presente, aquele em vivemos e do qual será sempre o que dele fizermos.Se não fizermos nada, e nos pusermos à sombra nostálgica desse dia 25, em Abril, corria o ano de 1974, então estaremos naturalmente condenados ao mofo, ao atraso, que é como quem diz condenados ao sub-desenvolvimento.
Esta visão vale sobretudo, para todos aqueles que se dizem de esquerda e para todos os nostálgicos do passado.
Pergunto eu: porque é que nos debates, ou nos blogs, ou em qualquer conversa sobre qualquer assunto, o pessoal imediatamente põe em evidência aquilo em que está em desacordo e não o contrário? Porque é quer nós temos tanta dificuldade em construir o entendimento? Pior que isso, porque é que nós não percebos que o entendimento é a base de qualquer plano que pretende atingir determinado objectivo.
Porque é que há tanto egoísmo à minha volta?
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É pena que Homens Grandes da cepa de António Barreto e de Medina Carreira não tenham – hoje – participação activa nos mais altos postos de direcção do país
Em Portugal, quem é verdadeiramente inteligente, não se mete na política a fundo, pois sabe que a mediocridade, o encarneiramento e a corruptela acabam por prevalecer sempre
Tenho pena que a maioria da nossa “intelligentsia” não seja aproveitada e que o ciclo reprodutivo da nossa mendicidade intelectual esteja a atingir proporções alarmantes
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Visitem o meu blog:
http://geoalj.blogspot.com/
Tudo sobre os New Orleans Hornets, a NBA e o futebol algarvio!!
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16# —- «…o cansaço que as pessoas têm dos políticos (que não é novo) e essa interessantíssima visão de que se transmite a ideia, para o sub-consciente das pessoas (digo eu) de valorizar mais o passado heróico e empreendedor do nosso país, como o ter derrubado um regime opressor, do que o actual, o presente, aquele em vivemos e do qual será sempre o que dele fizermos.Se não fizermos nada, e nos pusermos à sombra nostálgica desse dia 25, em Abril, corria o ano de 1974, então estaremos naturalmente condenados ao mofo, ao atraso, que é como quem diz condenados ao sub-desenvolvimento.»
Quando no próprio coração da Democracia a avalanche de imagens substitui o pensamento e a reflexão – a palavra clara e verdadeira que incute e dinamiza -, até a questão candente do cravo na lapela, como se os que o trazem não fugissem a lugares-comuns, vemos a contaminação do lugar telúrico e inexpugnável do faduncho e salamaleques.
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AS DESVENTURAS DO “MAGALHÃES”
Na recente viagem a Cabo Verde, o famigerado “Magalhães” esteve no centro das atenções da
propaganda oficial. Todavia, parece que a coisa não “pegou”.«O computador Magalhães não
tem sido um sucesso de venda no seio dos estudantes” em Cabo Verde, fez saber uma das
maiores empresas do País que vende equipamentos informáticos, a SOPROINF, através de um
comunicado divulgado. Por esta razão, diz aquela empresa, “vão parar definitivamente de o
importar”(…) Os estudantes preferem gastar um pouco mais e ter um portátil melhor.» Que
vergonha.
portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/03/as-desventuras-do-magalhaes.html
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#7
Erro!
Ainda há muito boa gente para cantar alto o Hino de Portugal e pôr na lixeira quem está podre…
Nuno
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Quem fala em “homens grandes” da “cepa” de uns quantos que andam por ai a pontificar, alguns até “comentadores de serviço”, mais valeria movimentar-se no sentido de os propor ao (des)governo.
Certo e seguro, essa gente arranjava mais uns tachitos dos bons e os fantoches que os admitiam ficavam todos contentes por assim terem desculpa do mau trabalho próprio.
Se calhar, é por isso que o Medina Carreira e outros competentes como ele, mas que até agora ainde não vi mencionados, se deixam ficar de fora.
Tenho que corrigir: foram mencionadas outras duas pessoas que não têm as qualidades necessárias: a helenafmatos, por defeito, e o Prof. Adriano Moreira, por excesso.
Nuno
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Simplesmente…Magistral.
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Ninguém, dotado de uma inteligência média comum e de uma honestidade normal (que cumpra os seus contratos; que respeite a sua família; que pague as suas dívidas) pode, nos dias de hoje, dedicar-se à política em Portugal.
O regime esfacela-se todos os dias num caciquismo que arrepia. A regra é: ter como adquirido que quem faz política; o faz para se “governar” e não para governar a pólis.
A “Queda de um Anjo” de Camilo Castelo Branco é um retrato muito actual, entre tantas outras obras possíveis de citar, de como os políticos do país são corruptíveis à partida.
O regime actual é, de novo, a demonstração cabal disso mesmo.
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grande varridela nos comentários, foi a comemoração do dia da imprensa livre.
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A minha geração está condenada a viver no presente um acontecimento histórico do passado. Estamos presos a uma memória colectiva punjante, em que muitos (2 gerações antes da minha)que a viveram nunca esquecerão, mas também não irão permitir, por enquanto, uma profunda reciclagem política pelos mais novos. De facto, condenada não é bem assim. Refém será, porventura, o melhor termo. Olhamos demasiado para o passado quando deveríamos olhar para o futuro, tendo presente, precisamente, as lições do passado.
Nunca vivi antes do 25 abril, no entanto continua-me a espantar grandemente, noutros blogs por exemplo, o facto de se acusar alguém de fascista quando se discorda de algo. Mas isto é transversal na sociedade e não só nos blogs. A minha geração está grata (eu pelo menos estou) mas a minha e as posteriores querem mais! Querem construir e ajudar a construir a tal democracia sem esqueletos e fantasmas debaixo da cama. Mas é o sentimento bem nosso, o da saudade… A saudade de ter vivido momentos históricos. Mas o futuro requer outros momentos à sua escala, sustentados no passado e experiência, e nós queremos fazer parte dessa história. Desta nova história.
De facto, 35 anos continua a ser muito pouco.. E no entanto não consigo imaginar tamanho desperdício..
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O texto integral pode ser lido no blogue do autor, [aqui]
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É pena que Homens Grandes da cepa de António Barreto e de Medina Carreira não tenham – hoje – participação activa nos mais altos postos de cooperativas vitivinícolas do país
Em Portugal, quem é verdadeiramente alcoólico, não se mete no bagaço a fundo, pois sabe que a martelada, o engarrafamento e os sulfitos acabam por prevalecer sempre
Tenho pena que a maioria dos nossos “bêbados” não seja aproveitada e que o ciclo reprodutivo da nossa ressaca intelectual esteja a atingir proporções alarmantes
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Portugal é um país diminuído pela indigência e obscurecido pela opacidade.
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Tá na cara !!
Era dactílografa da PIDE !!!
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Nada m move contra o 25 de Abril, excepto uma vida em África arruinada e um regresso onde a inveja e o bata abaixo levaram a minha família à pobreza, mas isso já lá vai.
O que realmente intriga são as comemorações, confesso que nesse dia estava eu de viagem a ouvir rádio e que confundi o discurso de Jaime Gama com uma homilia, um momento religioso. Muitos minutos depois me apercebi que era a comemoração da referida data. Enfim…..
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Viver 35 anos a dizer mal do fascismo, è mesmo de idiotas que em 35 anos, só fizeram merda e para justificar deitam abaixo
40 anos de Salazar, que lhes deixou os cofres a abarrotar de ouro que o idiota do constancio, vendeu em baixa……….não sabiam, mas esta foi a maior imbecilidade do victor constancio………
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#11#
isto parece a equipa do Restelo
Estás a ofender o Belenenses ?? Porquê ???
Fala antes no Thomaz, no Tenreiro
Estes não
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Regime autoritário,conservador e católico – de acordo.
Mas não “fássista”,na original e ceceada pronúncia do saco de vento que contìnuamente o evoca como uma espécie de rendimento vitalício…
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# 15
Muito bom texto!
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Novo Assalto Pela DRELVT (Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo)
Chegado há não muitos minutos por mail:
Confirmou-se hoje no Agrupamento de Escolas da Freixianda a nomeação de uma CAP. A DRELVT não encontrou dentro do Agrupamento ninguém suficientemente competente para a função e convidou gente de fora, todos devidamente habilitados. São duas senhoras e um senhor, todos de 1.º Ciclo e todos com públicas ligações ao Partido Socialista a nível concelhio. Com destaque para um certo Hugo Cristóvão, presidente da Concelhia do PS em Tomar, candidato suplente a deputado, um jovem de 31 anos que sendo de QZP tem pouca experiência a dar aulas. Uma figura em tempos ligada ao SPLIU, antes de andar a saltar por cargos políticos, nomeadamente no IPJ de Santarém. Com uma ingenuidade que confrange, apresentaram-se na escola para “trabalhar em equipa e pôr a escola a funcionar”!!! eu diria que o que não está a funcionar é a cabeça delas.
Veremos então a habilidade para “pôr a escola a funcionar” e a capacidade de entrar para a nossa equipa de “incapazes”. Seja como for, o que importa é mesmo o suplementozito de remuneração e um poleiro perto de casa.
Está por isso definido o retrato-tipo das direcções ideais das escolas: falta de experiência, falta de noção da realidade e ligação ao partido.
Um(a) professor(a) do Agrupamento
(www.educar.wordpress.com/2009/05/04/novo-assalto-pela-drelvt/)
http://www.pstomar.blogspot.com/2005/01/prof-hugo-cristvo-integra-lista-de.html
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Rosário Gama tinha criticado o registo de faltas dos alunos
Apoiante de Alegre diz-se perseguida pelo PS por causa das suas declarações
“Eu comentei as estatísticas apresentadas pelo Governo dizendo que os alunos não estavam a faltar menos, mas que havia um menor registo dessas faltas e uma maior tolerância na sua marcação por parte dos professores, que, para evitarem a realização das provas de recuperação impostas pelo novo estatuto do aluno, são hoje menos severos em caso de atraso e em relação a problemas de comportamento; e a IGE fez a sua obrigação: veio verificar se havia irregularidades na escola e concluiu que não, como o Ministério da Educação publicitou.”
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379010&idCanal=58
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