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Agendas

11 Maio, 2009

Enquanto se aprova isto o magno assunto mediático é este.

14 comentários leave one →
  1. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    11 Maio, 2009 10:29

    Agendas, cada uma tem a sua e helenafmatos tem, obviamente, a dela. Que passa por, Governo às 2ª, 4ª e 6ªs e PCP e BE…todos os dias da semana!

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  2. João de Braga's avatar
    João de Braga permalink
    11 Maio, 2009 10:46

    Se fumasse tabaco, não acontecia isto!!!

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  3. lica's avatar
    lica permalink
    11 Maio, 2009 10:51

    Foleiros & doutores

    Terminaram as chamadas “Queimas das Fitas” e, salvo raras excepções, o balanço foi o do costume: alarvidade+Quim Barreiros+garraiadas+comas alcoólicos. No antigo regime, os estudantes universitários eram pomposamente designados de “futuros dirigentes da Nação”. Hoje, os futuros dirigentes da Nação formam-se nas “jotas” a colar cartazes e a aprender as artes florentinas da intriga e da bajulice aos poderes partidários, enquanto à Universidade cabe formar desempregados ou caixas de supermercado. A situação não é, pois, especialmente grave. Um engenheiro ou um doutor bêbedo a guiar uma carrinha de entregas com música pimba aos berros não causará decerto tantos prejuízos como se lhe calhasse conduzir o país. Acontece é que muitos dos que por aí hoje gozam como cafres besuntando os colegas com fezes, emborcando cerveja até cair para o lado, perseguindo bezerros e repetindo entusiasticamente “Quero cheirar teu bacalhau” andam na Universidade e são “jotas”. E a esses, vê-los-emos em breve, engravatados, no Parlamento ou numa secretaria de Estado (Deus nos valha, se calhar até já lá estão!).

    http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina

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  4. JCP's avatar
    JCP permalink
    11 Maio, 2009 11:11

    É! O circo do século XXI está a um passo de se afirmar, de se consolidar!Como as contas públicas, aliás!
    Que grande circo aquela assembleia!

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  5. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    11 Maio, 2009 11:20

    1- se não fosse tão distraído até se lembraria que a magna ideia de propor um dia do cão foi do grupo parlamentar do PSD

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  6. Desconhecida's avatar
    Eliseu permalink
    11 Maio, 2009 11:22

    A minha opinião:

    Se querem proibir os animais nos circos, acabem também com os jardins zoológicos. P. ex., se houvesse um zoo em Lxª em 1755, após o desastre andavam os animais à solta e haveria certamente mais vítimas. Isto para já não falar nalguma convulsão política mais radical que deixe a assistência aos animais num caos.

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  7. Desconhecida's avatar
    Lusitana Antiga Liberdade permalink
    11 Maio, 2009 11:38

    Desde que está na liderança do PSD Manuela Ferreira Leite cometeu um erro crasso.
    Adimitir que o seu Partido votasse a favor da nova lei de financiamento dos Partidos Políticos.
    Tivesse o PSD votado contra e as eleições de Outubro estavam ganhas e de longe.

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  8. JJ Pereira's avatar
    JJ Pereira permalink
    11 Maio, 2009 11:41

    Pretendemos ser modernos e “práfrentex”,como se é “lá fora” ,e limitamo-nos a ser ridículos e (muito) estúpidos – com as excepções da praxe…

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  9. Piscoiso's avatar
    11 Maio, 2009 11:57

    No maior circo do mundo “Le Cirque du Soleil”, o único animal que utilizam é o homem.

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  10. Marafado de Buliquei-me's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    11 Maio, 2009 15:45

    Vou beber uma bejeca e comer uns tremoços !!

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  11. Anonimo's avatar
    11 Maio, 2009 16:33

    Mais de 10 mil euros por dia em gestão operacional e manutenção?!

    Filtrada a habitual incontinência verbal que parece inundar o Diário da República, ficamos a saber que o ME vai investir 30 milhões de euros na centralização da sua actividade burocrática, distribuídos da seguinte forma:

    “construção do Sistema de Informação da Educação, de serviços de consultoria de tecnologias de informação para o Sistema de Informação da Educação”
    € 4 000 000 + IVA

    “serviços de desenvolvimento de sistemas de informação”
    € 11 000 000 + IVA

    “serviços de suporte técnico e gestão operacional, pelo período de quatro anos”
    € 15 000 000 + IVA

    Portanto, vão ser estoirados 15 milhões de euros em desenvolvimento de software, o que é imenso para qualquer projecto de software!!! O que vai ser aqui construído? Máquinas de fazer diamantes?!

    Mas se isto já era inacreditável, vejam-se então os 15 milhões de euros a gastar durante 4 anos em suporte técnico e gestão operacional. São 3.75 milhões de euros por ano. Ou seja, mais de dez mil euros por dia (365 dias ano)! Mas está tudo doido?

    O que é que esta equipa de “suporte técnico e gestão operacional fazer”? Não sabemos. O governo considerou mais importante usar as 971 palavras desta resolução, as quais ocupam perto de uma página do DR, a divagar sobre a bondade da decisão do que a apresentar detalhes concretos sobre o que se vai fazer.
    http://www.fliscorno.blogspot.com/2009/05/mais-de-10-mil-euros-por-dia-em-gestao.html

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  12. Anónimo's avatar
    11 Maio, 2009 16:48

    Empresa de energia apadrinhada por Sócrates e Pinho perde certificação

    A empresa Energie, da Póvoa de Varzim, perdeu a certificação de produtora de equipamentos solares térmicos, apurou o PÚBLICO. O laboratório alemão que tinha certificado os seus produtos retirou-lhe essa classificação, no final da semana passada.

    A empresa, liderada pelo presidente da Associação Comercial da Póvoa de Varzim, Luís Rocha, disse ontem “não ter conhecimento da decisão”. Esta foi tomada ao nível do grupo europeu de certificadores, ao fim de quase um mês de discussão conhecida pelo sector, tendo sido veiculada informação sobre o assunto junto das entidades ligadas ao processo. A decisão da entidade certificadora alemã foi conhecida na passada quinta-feira, dia 7, segundo documento a que o PÚBLICO teve acesso.

    Anulada a certificação, os equipamentos da Energie já não poderão ser classificados como “solares”. A empresa – que tinha recebido a visita do primeiro-ministro e do ministro da Economia no âmbito da promoção à compra de painéis solares térmicos e tinha sido enaltecida pelo seu projecto – deixa, assim, de ter condições para aceder aos programas de apoio à instalação destes equipamentos e deixa também de ser elegível para equipar, como tal, os novos edifícios.
    (…)
    http://www.economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379764&idCanal=57

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  13. Anónimo's avatar
    12 Maio, 2009 01:19

    Freeport: PGR tem relatório de «248 páginas para ler»
    Inquérito sobre as «pressões» vai terça-feira ao CSMP. Este pode arquivar ou converter em processo disciplinar

    O inspector do Ministério Público nomeado para o inquérito sobre as alegadas pressões sobre os procuradores que investigam o «caso Freeport» entregou esta segunda-feira ao Procurador-Geral da República o inquérito a que procedeu, confirmou ao tvi24.pt o procurador-geral da República.

    «Recebi o relatório hoje às 16 horas. Tem 248 páginas, excluindo apensos, e agora vou levá-lo para casa para ler à noite e amanhã levá-lo-ei à reunião do Conselho Superior do Ministério Público», adiantou Pinto Monteiro

    O procurador confirmou que já leu «as últimas três páginas do relatório» com a proposta de decisão, mas escusou-se a adiantar o conteúdo, antes de o dar a conhecer aos conselheiros.

    A reunião de terça-feira, que tem mais de uma dezena de pontos em agenda e já estava marcada há duas semanas, inicia-se às 10:30 da manhã e prolongar-se-á pelo dia.

    Os conselheiros poderão converter o inquérito em processo disciplinar ou optar pelo seu arquivamento, sendo que, caso optem pelo processo disciplinar, a lei refere que este deverá ser instruído pelo mesmo inspector.

    Vítor Manuel Santos Silva foi o inspector do Ministério Público nomeado, no início de Abril, para dirigir o inquérito, que visa esclarecer a «consistência das afirmações» sobre as pressões aos magistrados.
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-cr-pressoes-pgr-lopes-da-mota-tvi24/1063199-4071.html

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  14. Anónimo's avatar
    12 Maio, 2009 01:37

    Justiça
    O mundo pequeno do caso Freeport

    Os Governos de António Guterres funcionaram como epicentro, mas não só. De algum modo, no processo Freeport, investigadores e investigados cruzaram-se ali. Um deles teria sido escolhido para substituir Souto de Moura. Amizades? Ressentimentos? Coincidências? Um retrato de um mundo pequeno, num pequeno país.

    Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Foi membro da comissão de honra da candidatura de Mário Soares à Presidência da República nas eleições de 2006.

    O DCIAP avocou, em Setembro passado, o processo Freeport, a cargo desde 2004 do Ministério Público (MP) do Montijo e da Polícia Judiciária de Setúbal. Por altura desta transferência já a polícia inglesa tinha iniciado diligências. Em Novembro, Cândida Almeida reuniu-se com magistrados e investigadores ingleses na sede do Eurojust, em Haia. O Eurojust, criado em 2002, é um órgão da União Europeia (UE) de cooperação judiciária em matéria penal, actualmente presidido pelo português José Lopes da Mota.

    Na reunião de Haia, Cândida Almeida terá tomado conhecimento do DVD, em poder dos investigadores ingleses, em que Charles Smith, sócio da empresa de consultoria Smith&Pedro, que intermediou o licenciamento do Freeport, admite alegadamente o pagamento de luvas a José Sócrates, ministro do Ambiente na altura em que a construção do outlet foi autorizada, em 2002. A responsável portuguesa recusou a proposta dos investigadores ingleses para a constituição de equipas mistas de investigação.

    José Lopes da Mota: Alvo de inquérito

    Procurador-geral adjunto e presidente do Eurojust desde 2007. Foi secretário de Estado da Justiça do primeiro Governo de António Guterres (1996-1999), na altura em que José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente.

    O Eurojust é um órgão da UE, composto por 27 procuradores, que trabalha com casos de natureza criminal e tem como objectivo a cooperação entre magistrados com vista a alcançar-se melhores resultados na investigação. Terá sido esta a premissa para a reunião na sede do Eurojust, em Haia, entre os investigadores portugueses e ingleses do processo Freeport. O Eurojust foi uma das entidades pelas quais passou a carta rogatória da polícia inglesa onde são pedidas informações sobre Sócrates.

    Sobretudo devido ao caso Casa Pia, em 2005, depois do regresso do PS ao poder nas legislativas desse ano, a substituição de Souto de Moura no cargo de procurador-geral da República figurava entre as prioridades da direcção socialista. Lopes da Mota chegou a ser um dos nomes falados para substituir o PGR, mas na altura foram tornadas públicas suspeitas de que teria fornecido a Fátima Felgueiras uma cópia da denúncia anónima sobre o “saco azul” socialista. O inquérito aberto pelo procurador-geral Souto de Moura foi arquivado por falta de qualquer tipo de provas nesse sentido. Na década de 80, tinha sido procurador em Felgueiras.

    António Santos Alves: Ex-inspector do Ambiente

    Magistrado do Ministério Público, representante português no Eurojust. É referido como um dos participantes na reunião de Haia em que os investigadores ingleses levantaram suspeitas sobre José Sócrates. Era inspector-geral do Ambiente em 2002, quando a construção do Freeport foi viabilizada pelo Ministério do Ambiente, então tutelado por Sócrates. Foi este, como ministro do Ambiente, que o nomeou para o cargo de inspector-geral em Dezembro de 2000. Manteve-se até Agosto de 2002, já Durão Barroso era primeiro-ministro. Foi substituído no cargo pelo chefe de gabinete de Sócrates no Ambiente, Filipe Baptista (actual secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro).

    Antes de integrar o Eurojust, em 2004, Santos Alves foi assessor da representação portuguesa em Bruxelas para a área do Ambiente, onde se reencontrou com Lopes da Mota. No início da sua carreira no Ministério Público, esteve também colocado em Felgueiras, na altura em que aquele era delegado na comarca.

    Fernanda Palma: Nomeada pelo Governo

    Professora catedrática da Faculdade de Direito de Lisboa, é membro do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). É um dos dois membros nomeados pelo Ministério da Justiça para este órgão de cúpula do MP. Foi escolhida para substituir o procurador-geral adjunto António Rodrigues Maximiano, marido de Cândida Almeida, que faleceu no ano passado. Já este mês, o CSMP solicitou a averiguação “urgente” de eventuais irregularidades na investigação do processo Freeport. É casada com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira.

    Rui Pereira: Tutela os Serviços de Informação

    Ministro da Administração Interna, tutela, por delegação de competências do primeiro-ministro, o Serviço de Informações de Segurança, agora no centro de mais uma polémica devido a suspeitas levantadas por magistrados e procuradores ligados ao processo Freeport de que estariam sob escuta. A convite de Jorge Coelho, foi director do SIS entre 1997 e 2000, ano em que assumiu a pasta de secretário de Estado da Administração Interna.

    Em 2005, era membro do CSMP, foi um dos “escutados” no âmbito do caso Portucale. As escutas foram autorizadas pelo juiz titular do processo, Carlos Alexandre, que tutela também agora o processo Freeport. Rui Pereira foi “apanhado” a falar com o seu “irmão” da maçonaria Abel Pinheiro, antigo responsável pelas finanças do CDS, acusado de tráfico de influências. Nas conversas, divulgadas pelo semanário Sol, daria conta a Abel Pinheiro de que tinha sido convidado por Sócrates para substituir Souto de Moura. Este só saiu no final do mandato, um ano depois. Para o seu lugar foi designado Pinto Monteiro.

    Júlio Pereira: O homem das informações

    Procurador-geral adjunto, secretário-geral do Serviço de Informações da República Portuguesa desde 2005, por nomeação de José Sócrates. Coordena o Serviço de Informações e Segurança (SIS) e os Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED). Rui Pereira escolheu-o para seu adjunto quando dirigiu o SIS entre 1997 e 2000.

    Carlos Alexandre: O superjuiz

    Juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, passou a ser titular do caso Freeport desde que o inquérito foi avocado pelo DCIAP, em Setembro passado. Foi ele que presidiu pessoalmente às buscas desencadeadas no mês passado. É o homem dos grandes processos: BPN, operação Furacão (fraude fiscal), caso Portucale (processo de tráfico de influências que levou à viabilização, nos últimos dias do Governo de Santana Lopes, de um empreendimento turístico do BES numa zona de montado, protegida por lei).

    Foi-lhe garantida segurança pessoal em 2007 depois de um assalto a sua casa, mas, em Novembro passado, foram tornadas públicas notícias de que esta lhe iria ser retirada. A PSP negou. Carlos Alexandre, que autorizou e conhece o teor das escutas telefónicas relacionadas com a operação Furacão e caso Portucale (o ministro Rui Pereira foi um dos “apanhados”), é um dos magistrados ligados ao Freeport que terá manifestado suspeitas sobre a possibilidade de também estar sob escuta.
    http://www.dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=2708&id=1365180

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