«pode perfeitamente trabalhar»? Olhe que não parece…
13 Maio, 2009
O pior que podia suceder à organização das manifestações pela legalização da marijuana era os jornalistas destacados para cobrirem o assunto parecerem mostrar que a «ganza» afecta-lhes as capacidades cognitivas e de escribas.
Veja-se o caso descrito pelo Daniel Oliveira. Uma semana antes, igualmente na Lusa e sobre a manif do Porto a dose também foi forte. E mesmo quando se faz corta-e-cose parece haver a produção de efeitos secundários….
12 comentários
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A problemática da legalização das drogas leves (a cannabis) é muito complexa e acarreta varios problemas, a sua problematica revela-se de forma transversal, tornando a sua analise muito dificil, no entanto considero que as vantagens da legalização serão mais, do que penalizando.
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não pode não.. quer dizer , não deve .É como o alccol ,tem regras de uso. e só quando for legalizada , poderemos dizer às claras , aos mais novos , como se deve consumir. exactamente como se faz com a vinhaça : não se vai ganzado para a escola , para o trabalho ( a não ser que seja artístitico e requeira imaginação e não precisão ) e tal.
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O telex da Lusa sobre a marcha no Porto é extraordinário: “Quinhentas mil pessoas, de acordo com a estimativa da polícia, participaram da Macha Global da Maconha (MGM), no Porto”. 500.000 pessoas, no título e no texto, é obra.
A notícia – impressionante, de facto, foi reproduzida ad nauseam, por cá e, sobretudo, no Brasil.
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#3 – achas que uma marcha de 50 gajos é notícia? como é que justificavam a reportagem?
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O jornalista da Lusa que reportou sobre a marcha da marijuana, já tinha a reportagem feita desde o mês passado. É simples, vai-se à internet e recolhem-se elementos sobre os rituais cannabianos. A cena do percurso teve de telefonar a um dealer, que até lhe disse que a marcha começava em frente à residência de Sócrates. Quanto ao objectivo da marcha, foi feito efectivamente um telefonema da Lusa para Pedro Pombeiro pedindo informações, ao que ele respondeu: “Espere aí que vou chamar o porteiro” – e desligou.
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chegou o má lingua
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Deixe lá. José Júdice, à altura no painel do Eixo do Mal, escreveu todo um editorial sobre o comportamento dos skinheads em Santa Comba Dão, enquanto segundo toda a outra comunicação social nenhum skinhead se deslocou a Santa Comba Dão. Ainda há alguma diferença entre incorrecções grosseiras e inventar tudo da primeira à última linha.
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É comico ver o Daniel Oliveira chateado com o facto da notícia referir que a manif começou às 16:00 em vez das 15:30. Essa projecção mundial do meio milhão de pessoas na manif são peanuts. ROTFL !! Este país é uma anedota, viva o socialismo, já falta muito pouco para bater no fundo, quanto mais rápido for, melhor, os netos agradecem.
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Gabriel, o seu post tanto dá para a ganza, como para o vinho tinto. O pior que podia acontecer a uma eventual organização de manifestantes que defendessem a legalização da venda do vinho (se este estivesse proibido), seria aparecer um jornalista bêbado? O seu “liberalismo” é muito sui géneris 😉
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As vendas de bilhetes rendem à TAP uma receita de cerca de 2 mil milhões de euros por ano
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Ganzas à parte, o problema está mesmo na Lusa, que não percebe nada de números e muito pouco de jornalismo, penso eu de que.
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Não é o rei quem vai nu, são os jornalistas. Comentam-se, plagiam-se, mandam recados e criticam-se uns aos outros. O país deles é virtual e platónico tal como o dos políticos.
Vivem nas nuvens de Juno, e tomam a árvore pela floresta. É irónico ver o circo da confusão em que eles se movem gravatados ou des. Com petulâncias adadémicas ou sem. E depois falam do “país real” e tem a lata supina de serem “opinion makers.” Serão opinion makers, sem dúvida, mas o mundo opinado por eles é pobre, curto, irreal, asfixiado, extremamente limitado,feito à sua medida.
Eu como Platão,fez aos poetas, exilava os jornalistas, comentadores de TV e tutti quanti. Porquê? Atrás deles desmoronava toda a classe política, que vive fomentada por eles, que eles com briosa mediocridade antes nunca vista ajudaram a construir.
E vendo-nos livres destas duas castas de parasitas talvez conseguissemos começar a ver as coisas com os olhos abertos, sem ser preciso que nos digam como devem ser vistas e a seguir interpretadas.
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