E isso é mau?
É só unhas de fome
Imagine agora o que poderiam crescer outras empresas se o Magalhaes não fosse chutado pelos sindictos dos profs e pelo partido da oposição e pela campanha triste
Eu só tenho um comentário.
Anos a fio a combater o défice e deita-se milhares de milhoes fora neste tipo de projectos.
Tipico de paises de terceiro mundo.
Noutros tempos recuados também alguém decidiu apoiar a “industria nacional”.A tropa precisava de jeep´s.Havia portanto mercado.Saiu o UMM cuja produção durou enquanto a tropa ia “comendo” a montagem das sobras do produção francesa.Só em modelos de caixas de velocidade aquilo era uma maravilha de estandardização.
Será que depois do Magalhães para o estado aquilo continua?
É que mecheira que o estilo vai ser o mesmo e assim lá vamos cantando e rindo para o buraco…
#2#
Entretanto, a CGD assumiu o risco. Percebe que o problema sempre foi esse, não percebe?
Você é medroso ???
Alguma vez trabalhou na Banca ??
Já dirigiu algum departamento de crédito ??
Você sabe que um empregado bancário, com poder de decisão, como eu tive, a concessão de crédito é um risco ???
E os bancos arriscam mesmo com garantias leoninas
É um risco calculado, claro
Mas quantas empresas assembladoras haveria em Portugal capazes de levar isto a cabo? E quer esperar pelos números da exportação das máquinas pseudo-portuguesas para mudar de opinião?
Quanto à CGD, geriu o risco sabendo mais do mercado a dormir do que você bem acordado e de olhos arregalados…
Os espanhois vão fazer o mesmo, os professores vão ter outra atitude, a oposição naõ vai ser burra e depois vão dar uma lição a esta gentinha toda que vão morrer de vergonha.
#2 – “Entretanto, a CGD assumiu o risco. Percebe que o problema sempre foi esse, não percebe?”
o mir anda obs ecado com o risco. actividade bancária sem risco? passe para cá a fórmula.
#7 – “Não se fazia. Obviamente. E fazendo-se, devia ter sido feito através de concurso público.”
e adjudicado à sonae com computadores feitos em taiwan.
Com os Magalhães a única grande questão é:QUAL É A COMISSÂO QUE TEM SIDO PAGA, E POR QUE FORMA TEM SIDO PAGA,AO PRINCIPAL DELEGADO DE VENDAS DOS PORTÁTEIS?E SE TUDO ISTO,COMO OUTROS,NÃO É UM CASO DE POLÍCIA?
««o mir anda obs ecado com o risco. actividade bancária sem risco? passe para cá a fórmula.»»
Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima do preço de mercado quando tinha obrigação de pagar o valor integral da dívida? A CGD tinha direito ao valor integral da dívida e não a um pagamento em acções sobreavaliadas. O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum.
-Em nome do Magalhães, o computador português tipo PC Classmate Intel, o delegado comercial até irá à Madeira, onde não colocou os pés durante todo o mandato. Obviamente que da forma como a JP Sá Couto cresceu, qualquer outra faria o mesmo, o risco era nulo, o produto comercializado tem escoamento garantido, ajusta-se a produção às encomendas, e MARAVILHA, tudo sem contrato, ajuste directo.
Começo por declarar que não gosto do magalhães.
O ano passdo vendi mil pares de meias. Este ano vendi quatro mil pares para um convento de freiras. E depois? É crime? É escandalo? Vá passear o cachorro sr João Miranda.
“Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima do preço de mercado quando tinha obrigação de pagar o valor integral da dívida? A CGD tinha direito ao valor integral da dívida e não a um pagamento em acções sobreavaliadas. O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum”
Não percebe nada disto
Foi uma renogociação de dívida
Aqui o banco conhecedor do cliente apostou nele
Deixando cair a operação era mais um caso de contencioso que se ia arrastar anos
Assim correndo um risco com maior possibilidade da operação ser paga no vencimento ainda cobrou mais uns juritos para juntar aos lucros
#22
– “Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima”
acho que não foi pagamento de dívida, mas renegociação de garantias
– “O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum.”
o problema era da caixa e do fino, como o fino não tinha, passou a ser mais da caixa ou seja o mal menor.
acho que tinha obrigação de estar mais bem informado.
O pequeno Magalhães vai precisar de muita manutenção. Tal como a rede de banda larga do Plano Tecnológico da Educação. Ora acontece que ainda a procissão vai no adro e já chegam das empresas notícias de que acontece de tudo um pouco: instalações mal feitas, deficiente formação, aparelhos a serem roubados, aparelhos a precisarem de ser substituídos ainda as redes não estão a funcionar em pleno, enfim, uma azáfama. Veremos o que isto tudo vai dar.
Com gente como esta, que fica como um burro a olhar para um palácio com a nova “geringonça”, vamos longe sem dúvida. O problema do Magalhães encontra-se entre a cadeira e o teclado. E isso não se resolve por decreto. Mas os basbaques, com a beiça à banda, sempre aplaudem o grande líder, homem de “visão” e bom porte. Esperem pelos verdadeiros resultados dessa maravilha tecnológica daqui a uns 15 anos, quando os meninos forem bater à porta do Superior com tanta “bagagem” intelectual e capacidade de aprendizagem.
Lembro-me dum outro governo recente também “moderno” e apaixonado, que gastou balúrdios com a Educação (como sempre, o político resolve os problemas lançando dinheiro para cima deles e fico todo contente com isso, julgando que a coisa ficou resolvida em três tempos) e os resultados podem começar a ser aferidos entretanto…
LR, já ouviu falar em concorrência? Na minha área (TI) tem feito milagres…Se o governo não tivesse favorecido um determinado produto duma determinada empresa, os preços já estariam mais baixos e os contribuintes sairiam beneficiados.
Eu com o negócio garantido pelo Estado também seria um óptimo empresário…
Mocinho de propaganda? Já tudo chamaram ao nosso querido e estimado líder.
O néscio povo português não sabe apreciar os grandes homens competentes que o nosso sistema produz, diz mal, tem inveja e recusa-se a reconhecer as extraordinárias capacidades de chefia dos seus superiores hierárquicos.
O caso do nosso primeiro, o senhor engenheiro José Socastre, que com o seu apurado sentido de estado teve a humildade de promover um produto quase nacional na cimeira ibero americana, desprezando as criticas, sem medo de cair no ridículo, revelando um patriotismo sem igual na história de Portugal, revela a existência de uma personalidade impar!!
Se alguém chega a chefe, isto é ministro, lutando contra tudo e resistindo a todas é porque possui capacidades, e se alguém não as consegue descortinar o problema esta na inépcia mental desse vulgar individuo com um QI baixo.
Há gente que tem uma incapacidade crónica de perceber que este género de comportamentos (adjudicações directas, favorecimentos descarados de particulares através de instituições do estado não dando a mesma oportunidade ao resto do país, etc) é que conduziu este país ao ponto em que está.
Caro João Miranda, então mas não percebeu já que o dinheiro é do governo, é do PS? Que mania, porque insiste em dizer que é dinheiro público? No momento em que o imposto é cobrado, passa a ser um recurso à disposição do PS, partido da “esquerda moderna”, para fazer com ele o que bem entende.
Caro Lacoste, isso são minudências que não interessam a ninguém. O que deve ser realçado é que o problema crónico que tinhamos com a Educação foi resolvido, ponto final e não se fala mais nisso. Tem Magalhães, é inteligente, percebe? É como a lógica do “estuda, passa” (não interessa se SABE, que isso são coisas pouco modernas e que não interessam a ninguém).
O Fino entregou acções para pagar uma dívida. O valor das acções, no momento da transacção era uns 60 milhões de euros inferior à dívida. Nesse momento, o Fino ganhou 60 e tal milhões de euros.
Passados uns meses, as tais acções valorizaram 60 milhões de euros. Se a CGD tivesse recebido as acções pelo valor que tinham na altura, estaria agora a ganhar 60 milhões de euros. Assim, não está a ganhar nada.
Trocado por miúdos, o que já se sabia: a CGD perdoou ao Fino uma dívida (que ele podia pagar) de cerca de 60 milhões de euros.
Mas, para muitos, isso não é um problema. Afinal, o Estado não precisa desse dinheiro, pois não?
Olá se é! Mas, também pudera, com tanta ajuda!
Ao que parece, até um presidente de câmara lá vai dando um empurrãozito ao negócio.
Vejam em: sobre as viagens dos autarcas ao Brasil.
Paulo Nunes, acha que se continuarmos a repetir os erros do passado os resultados serão os mesmos? Não faz muito sentido! Isso seria idêntico a achar que aquilo que nos levou à crise (endividamento excessivo) não deve ser usado para sair dela (como nos têm dito à exaustão os nossos brilhantes políticos)! É bom de saber que para a esquerda moderna a causalidade é um conceito estranho…
O seu discurso emocionou-me. Bem haja. Realmente este país tem dificuldade em reconhecer os seus maiores. Camões, por exemplo, ou Vieira, e tantos outros. O próprio Ministério da Educação de tanto não os reconhecer advoga agora que todos os desconheçam.
E que dizer do Porto, que de tanto se desconhecer como cidade passou a abreviatura de um clube de futebol? Humedeço um lenço ao ouvir esse grande lider que é Pinto da Costa. Não compreendo porque ateimam os portugueses em não reconhecer a sua craveira. De vez em quando alguns são interrogados na Judiciária e, qual quê: nada, não reconhecem a mão que os afagou ou o olhar duro que os repreendeu.
Na banca a mesmíssima coisa. Recusamo-nos pertinazmente a reconhecer as benesses que os seus responsáveis nos proporcionam. E no entanto, sem eles, talvez não nos tivéssemos inteirado de que havia umas imprecisões na apreciação do Sr. Constâncio sobre o andamento da Fazenda.
Reconheçamos os nossos melhores e confiemos na compaixão da Senhora, neste dia 13 de Maio.
O “delegado comercial” é o chefe das compras duma “coisa” que se chama estado. Ainda estou para saber “pu-que-caga d’água” é que o bimbalhães foi “adjudicado” a esta chafa(rica)… Quanto à sua “função” de caixeiro-viajante, os resultados não têm sido famosos.
Casos de miopia podem disparar devido ao uso do Magalhães
A utilização do computador Magalhães pode fazer disparar os casos de miopia entre as
crianças devido ao tamanho do portátil e às letras muito pequenas, que obrigam a uma
leitura muito próxima, alertou hoje a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
«Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais
pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais
próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha», disse hoje à agência
Lusa Augusto Barbosa, coordenador do Grupo Português de Ergoftalmologia, da SPO.
O oftalmologista defendeu que o Governo deve informar e sensibilizar a população em geral
para a importância da ergonomia visual. «Se se preocuparam em colocar o Magalhães nas
escolas, também deveriam alertar para alguns cuidados a ter com o uso dos computadores,
prevenindo o aparecimento de patologias do foro ocular».
Para Augusto Barbosa, a entrega do famoso portátil deveria ser acompanhada de informação
que pudesse «sensibilizar os pais para os problemas que poderá ter o uso exagerado do
computador».
A SPO alerta que o uso inadequado e excessivo do computador pode afectar a visão. «Já se
fala em síndrome da visão de computador e acredita-se que o aumento da prevalência da
miopia, da hipermetropia, do cansaço ocular e do olho seco está relacionado com a
utilização crescente das novas tecnologias», frisou.
Estima-se que a síndrome da visão de computador afecte mais de 70 por cento da população
adulta activa da Europa.
Paralelamente, alguns estudos de universidades norte-americanas apontam que cerca de 30
por cento dos jovens que passam demasiado tempo em frente ao computador estejam em risco
de desenvolver problemas oculares, como olho seco, irritação ocular, cansaço,
hipersensibilidade à luz, hipermetropia e miopia.
Augusto Barbosa adiantou à Lusa que esta síndrome não atinge valores tão elevados em
Portugal, mas considera que com «o uso cada vez maior de computadores, e agora o
Magalhães, pode chegar-se a números muito próximos».
«Há cada vez mais míopes, o que pode estar relacionado com o uso do computador», disse.
Por outro lado, a síndrome do olho seco pode resultar em situações mais graves, como a
formação de micro-úlceras na córnea, que podem levar à «incapacidade para algumas
actividades comuns do dia-a-dia».
O oftalmologista explicou que há vários factores relacionados com o uso do computador que
propiciam as alterações visuais.
«Habitualmente, pestanejamos 20 a 25 vezes por minuto, mas, em frente ao computador, pode
haver uma redução de 10 a 20 por cento no número de pestanejos, abrindo-se caminho para a
sensação de ardor e irritabilidade», disse.
A postura, a distância em relação ao ecrã, o tempo passado em frente ao mesmo e as
condições envolventes podem levar a problemas oftalmológicos e até de outro foro, como é
o caso das enxaquecas, das cefaleias, das dores lombares ou dos espasmos musculares. E as
pessoas que já sofrem de problemas visuais correm ainda mais riscos, alerta a SPO.
Para evitar o aparecimento das doenças oftálmicas relacionadas com os computadores, a SPO
informa que o ecrã deve estar 10 a 25º abaixo do nível do olhar, a iluminação e o brilho
envolventes devem ser equilibrados (evitar os reflexos), o monitor tem de estar limpo, os
olhos devem estar a 50 ou 60 centímetros de distância do ecrã e fazer pausas de cinco a
dez minutos por cada hora de trabalho.
«Se não se reunirem as condições mínimas para que a pessoa sofra o mínimo de efeitos
secundários, a produtividade a nível laboral pode ser comprometida. E, ainda mais grave,
a síndrome da visão de computador poderá vir a ser um problema de saúde pública»,
acrescentou. http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=134819
«Com aquele LCD, daqui a quatro anos quem vai multiplicar o negócio vão ser os oftalmologistas.», com tudo isso espero que sobre algum trabalhito para mais alguns!
Já agora, porque não, também, umas acções judiciais? Uns pedidos de indemnização ao Estado? Qualquer coisita que dê para que ganhe algum também, não é assim?
os miudos ricos a quem o pais deram computadores estão preocupados. Os pais professores cujos filhos já possuiam computadores em casa estão todos miopes e por isso não querem que os filhos dos pobres fiquem miopes. Só os filhos deles é que pode, ser miopes
Recomendo recibos versão cor de rosa rato, livre de impostos e de gravações dvd, pago em suaves prestações em numerário pois bancos não são de confiança.
exigindo um Magalhães a pedais.
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exigindo um Magalhães com ventoinha eólica subsidiada a crédito acumulando a dívida no défice tarifário para EDP engordar e meus filhos pagar, ou em alternativa movida a energia de ondas naufragadas numa praia do norte depois duma tempestade de powerpoints da propaganda Pinho, ou quem sabe talvez numa central solar qualquer coisa melhor do mundo em que até os próprios engenheiros no local se riem da rentabilidade daquilo, ou então, realmente uma coisa a pedais, que é pagar micro geração a particulares ao dobro, quase triplo, do que custa produzir essa mesma energia. Caro Piscoiso, parece que não faz realmente ideia de como na verdade isto tem andado tudo a pedais vaporware, não obstante o seu papel de Muhammad Saeed al-Sahhaf. Tal como este, parece que você é o último a perceber, Como dizia o outro, felizes são os burros.
posso garantir que é silent partner. não esquecer….. a zona industrial de vila do conde (vulgo chinatown) tem o socrates na mão. quimonda, jp sa couto, sobrinho refugiado na china, tios a morar na zona….. enfim tão a ver a coisa, certo?…..
Aviso de Concurso Público Internacional da Comissão Europeia:Após estudos realizados pelos serviços competentes desta Comissão concluiu-se que um dos Estados membros da União é dirigido por um ladrão e mentiroso compulsivo que sofre de insónias e arrepios.Assim ,num prazo de 15 dias,poderão as empresas de consultoria certificadas por todas as normas,apresentar propostas para a execução das tarefas seguintes:1-Identificação do País em questão e do nome do Primeiro Ministro que o dirige.2-Apresentar à Comissão uma lista de medidas susceptíveis de pôr a andar o referido indivíduo que é uma vergonha que ameaça o bom nome e o futuro desta União.3-Pela execução destes serviços a Empresa seleccionada receberá um par de meias da loja Bijan’s de Rodeo Drive.Bruxelas,13 de Maio de 2009,Zé Barroso,Presidente.
Se o dinheiro tivesse ficado no bolso dos Portugueses (e esse é muito mais do que o preço dos Magalhães pois incluí a estrutura burocrática do Estado que ajudou) estes seriam muito mais livres e eventualmente mais produtivos.
Acreditar que o Magalhães contribuirá para melhor formação dos miúdos é um acto de fé: não precisa de prova. É como a enciclopédia Luso-Americana comprada aos fascículos e que embeleza muitas estantes portuguesas. O potencial está lá , só falta a concretização.
55, provavelmente muitos esses miúdos têm supervisão parental em casa. E livros…Parecendo que não, mas pode fazer uma ligeira diferença.
E pode-me explicar qual a vantagem dos alunos levarem os computadores para casa? Se trabalhassem sempre com eles em meio escolar, devidamente enquadrados pedagogicamente pelos professores (já agora, dar-lhes formação específica também seria positivo, julgo), não se continuaria a obter as supostas vantagens do uso dessa ferramenta? Com o potencial benefício de reduzir em muito o risco de uso indevido desse recurso (e.g. “gajas bouas”), e de aumentar a sua vida útil.
E para quando um smartphone para todos os alunos? Os filhos dos pais ricos têm-nos, é uma injustiça insuportável os outros serem “smartphonoexcluídos”, certo? E férias na neve? E uma motinha aos 16 anos? Haja imposto e a possibilidade de emitir dívida pública (que não vão ser os paizinhos pobres que vão pagar de certeza).
São simplesmente pornográficos os números obtidos pela JP Sá Couto (empresa que devia dinheiro ao estado). Um crescimento de 3.300 % !!! Quando todas as outras empresas concorrentes estão com imensas dificuldades, esta empresa amiga do governo, tem resultados destes. Numa altura de crise, não seria melhor dividir “o mal” pelas aldeias? Para Sócrates (o delegado comercial de vendas da Microsoft) não.
A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores. Mas a realidade nunca impediu o JM de escrever fosse o que fosse.
Quando todas as outras empresas concorrentes estão com imensas dificuldades,
Começo por fazer a minha declaração de interesses. Não sou advogado de defesa dos interesses da JP Sá Couto nem tão pouco sei onde se localiza nem conheço ninuém com relações com a dita empresa.
Meu caro Luís, não se importa de especificar quais as empresas que fazem assemblagem de computadores no nosso país e que estejam em situação difícil para que todos possamos saber quais são, ou isso será também um segredo de estado?
Talvez dê uma resposta do estilo “Não houve concurso público” . Isso já sabemos, mas é ouitra estória
“A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores. Mas a realidade nunca impediu o JM de escrever fosse o que fosse.”
Então é normal uma empresa privada propor ao Estado um negócio sem riscos para ela e ser a única que o pode fazer? Ok, vou propor agora uma ideia dessas ao Mr.Pinho, preciso urgentemente de aumentar as minhas vendas.
A Sá Couto deu uma grande lição aos invejosos deste país que não podem ver uma empresa a ter sucesso que desatam logo a “azarar” a mesma. Criou um excelente produto (tenho um em casa e atesto isso), barato e que faz as maravilhas da pequenada.
Mais uma grande lição para os teóricos sem a mínima experiência empresarial embrulharem!
O Sr.Miranda devia ter vergonha na cara.
««A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores.»»
É o delírio completo. Ainda vamos ver a Mota-Engil a defender uma ideia do género. “Nós é que tivemos a ideia da auto-estrada de Nenhures a Coisa-Nenhuma e fizemos a proposta ao Estado. Como é evidente não pode haver concurso. Seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores.”
Já agora, não sabia que a JP Sá Couto tinha tido a ideia do Classmate PC.
“os miudos ricos a quem o pais deram computadores estão preocupados.”
Não estão nada, há muito miúdos ricos que pediram o computador da escola para dar ao pai ou à mãe ou à tia. Tantos casos assim!… O que vale é que o nosso governo é muito generoso.
Caro Luis de Melo
Lancei-lhe um repto e o sr. lançou uma daquelas bacoráda á Socrates. Mandou uns palpites atirou um pedaço de barro à parede mas não deu nenhuma resposta á minha pergunta sobre quais as empresas concorrentes estão com imensas dificuldades.
Falar é facil. Agora concretizar factos é mais difícil.
Não sei quem o sr. é, mas este tipo de linguagem é característico dos políticos que a opinião pública está farta.
Empresa sediada em Vila do Conde, com contrato exclusivo com o Estado no âmbito do fornecimento e instalação de preservativos aos alunos do ensino secundário, procura partners internacionais nas seguintes áreas:
a) extracção de borracha natural:
b) confecção de invólucros de borracha;
c) fiscalização de risco de rompimento por tracção e de qualidade de impermeabilização;
d) montagem de protecção elástica em sistemas rígidos.
Resposta urgente a este apartado (antes das eleições).
1. O Magalhães não se destina a permitir que os alunos tenho acesso à informática. Para isso criavam-se centros de cálculo nas escolas, garantindo em simultâneo que as gerações seguintes também pudessem usar estes recursos (alguém acredita que a fonte dos Magalhães ainda jorrará depois das eleições?). O Magalhães destina-se a comprar votos, os dos pais dos miúdos que recebem em casa uma pechincha. Nada que Valentim Loureiro não tenha já feito com frigoríficos.
Estou bastante inclinado a concordar com os blasfemos.
Devia ter havido concurso, ou pelo menos (se a ideia partiu realmente da jpsacouto) o estado deveria ter procurado uma parceria mais alargada e mais consensual. Claro que isso traria ainda mais criticas porque tudo ia demorar mais tempo e socrates não gosta muito de perdas de tempo, mas seria mais correcto.
O que é triste é que se procure atacar o objecto em si. O magalhães é já um icone e os efeitos deste programa são bem mais interessantes e duradouros do que as vozinhas da critica fácil dizem.
2. O estado é o maior cliente deste negócio e adjudicou à JP Sá Couto o fornecimento de serviços. Qual é a legitimidade de o estado ser o patrocinador de um negócio sem riscos para a Sá Couto?
3. Tenho uma ideia. Acho que os miúdos teriam muito melhor formação se estes praticassem mais exercício físico. Muitos até dizem que a destreza manual desenvolve o cérebro. Acontece que tenho um kit de ginásio que os miúdos podem usar em casa. Inclui uma corda para saltar, dardos e respectivo alvo e um trampolim desmontável. Tudo muito cómodo, resistente a choques e muito didáctico, já que vem com excelentes conteúdos multimédia para potenciar o seu uso. Para que o negócio seja um sucesso só me falta o mercado. Não queremos uma geração saudável? Não dizem que o sedentarismo está a tornar-se um problema entre as crianças? Não contribui esta ideia para resolver este problema da modernidade? Portanto, com que legitimidade poderá agora o estado dizer-me que não apoia esta iniciativa?
Suponha o Jorge que o Estado tem necessidade de uma tonelada de arroz doce por dia e só o Jorge tem uma fábrica com essa capacidade de produção. Se for a fazer concurso público por todas as doçarias do país, nunca mais havia arroz doce, ou quando houvesse, lá para as calendas, acabava por lhe ser adjudicado a si.
Os burocratas vivem desses esquemas.
Até porque ficam com algum arroz doce para si.
Estão todos enganados se julgam que o “inginheiro” gozará da sua reforma política na JP.
Ele já tem é convite da Intel.
Pôs todo um pais a trabalhar e a vender p pc até fora de portas.
Melhor que isto só o pc chinês.
Ora, caro Piscoiso, agora precisa de demonstrar que o Magalhães da Sá Couto era a única solução disponível. É que eu sugeri outra: não dar portáteis aos miúdos e equipar as escolas. Isto poderia ser feito com os mesmos valores de investimento usando desktops, permitindo:
– que os computadores não fiquem obsoletos ao fim de um ano (como com os Magalhães);
– que os computadores não acabem na feira da ladra (como com os Magalhães);
– que as gerações seguintes possam usar os mesmos recursos (contrariamente ao Magalhães).
O Magalhães não é uma aposta na informática. É um merchandising eleitoral.
Seu Jorge e Piscoiso
Eu já vos dou o arroz doce …
Se querem vir para aqui fazer negócio têm primeiro que se inscrever na Ordem dos Mercadores.
A saúde vou eu ganhar a promovê-la vendendo ao Estadão preservativos. De qualquer forma não é lá que as meretrizes estão?
#87.
Meu caro, a política é um jogo de prioridades.
Vc tem as suas.
O governo, que tem maioria democrática, tem a legitimidade das suas prioridades.
A minha tia Miquelina acha que deviam dar uma bicicleta.
E a prioridade do governo é legitimamente ganhar as eleições. Nem que isso seja feito “comprando” votos sob o pretexto do bem comum. Eu é que não tenho que concordar com isso.
O Estado fez as duas coisas, que aliás são complementares. equipou as escolas e forneceu os magalhães a custo baixo. o choque tecnologico está em marcha. de que se queixam. sim, está bem, devia ter havido concurso.
O tuga, bronco e saloio, continua a achar que tendo uma máquina de escrever um pouco mais sofisticada, já é um Doutor! E mais, só compra ao senhor Manel da mercearia, porque é o primo do senhor prior, que vai sempre à missa…
E alguém sabe quanto isto nos está a custar ? Nem uma coisa tão básica sabemos, quanto mais tudo o resto, concursos e blablabla. Até na Venezuela uma coisa destas deve ser mais transparente.
A Sá Couto deu uma grande lição aos invejosos deste país que não podem ver uma empresa a ter sucesso que desatam logo a “azarar” a mesma. Criou um excelente produto (tenho um em casa e atesto isso), barato e que faz as maravilhas da pequenada.
Mais uma grande lição para os teóricos sem a mínima experiência empresarial embrulharem!
O Sr.Miranda devia ter vergonha na cara.
Hahahaha. O comentário mais cómico do ano. Parabéns ! Entregam um monopólio de computadores sem concurso, boa parte oferecido ou subsidiado, a uma empresa que não inventou nada. Este comentário mostra bem porque é que Portugal está na lixeira que está.
Na recente viagem a Cabo Verde, o famigerado “Magalhães” esteve no centro das atenções da
propaganda oficial. Todavia, parece que a coisa não “pegou”.«O computador Magalhães não
tem sido um sucesso de venda no seio dos estudantes” em Cabo Verde, fez saber uma das
maiores empresas do País que vende equipamentos informáticos, a SOPROINF, através de um
comunicado divulgado. Por esta razão, diz aquela empresa, “vão parar definitivamente de o
importar”(…) Os estudantes preferem gastar um pouco mais e ter um portátil melhor.» Que
vergonha.
Email da Directora da DREN e declaração de adesão à Zon, Vodafone, TMN e Optimus
O email que a Directora Regional da Educação do Norte, Margarida Moreira, dirigiu, ontem
às escolas traz um anexo que tem uma declaração para ser assinada pelos pais e
encarregados de educação a comprometerem-se com a adesão ao serviço de Banda Larga das
operadoras aderentes ao Programa Magalhães: Zon, TMN, Vodafone e Optimus. Em toda a minha
longa vida de professor, e já ensino há 34 anos, nunca vi um serviço do Estado promover
operadoras privadas de Internet. Reparem no “fino” recorte literário do email da
Directora Regional da Educação do Norte: o pormenor das maiúsculas que, em escrita de
email, significam gritar. Reparem nos erros de pontuação e de acentuação.
From: Direcção (DREN)
To: Escolas Sede e não Agrupadas (DREN – Externo)
Sent: Monday, September 29, 2008 4:02 PM
Subject: COMPUTADOR Magalhães
CAROS E CARAS COLEGAS
Todos precisamos de ter e passar esta informação:
1. TODAS AS ESCOLAS terão brevemente o Computador Magalhães. Os professores devem avisar
os pais.
2. AS ESCOLAS DEVEM JÁ GARANTIR A RECOLHA DE ELEMENTOS, JUNTO DAS FAMÍLIAS, PARA O
MAGALHÂES, bem como a DECLARAÇÃO dos pais (ANEXOS).
3. Todos terão de escolher OBRIGATORIAMENTE UMA OPERADORA (TMN, OPTIMUS, VODAFONE ou
ZON), independentemente de terem ou não pedido ligação à NET.
4. Durante esta semana a aplicação de requisição será aberta no site do e-escolinha. QUEM
FAZ ISTO SÃO AS ESCOLAS e NÃO AS AUTARQUIAS.
5. Serão as câmaras solicitadas a apoiar A LIGAÇÃO Á INTERNET do Magalhães em todas as
suas escolas. Pretende-se como mínimo que paguem a ligação ao Modem (48€) e um
carregamento de 1 mês (10€) para os escalões da Acção Social Escolar.
6. Será enviada a todos os agrupamentos um modelo de carta a entregar às Famílias, mas
isto não condiciona o trabalho proposto.
7. As escolas privadas também terão acesso posterior.
O MAIS IMPORTANTE É INFORMAR, NINGUÉM PODE DIZER QUE NÃO SABE.
A DISTRIBUIÇÃO SERÁ CÉLERE.
A DIRECTORA REGIONAL
MARGARIDA MOREIRA
O senhor deve julgar que estou aqui às suas ordens, e quando me faz uma pergunta sou obrigado a responder.
Existem várias empresas que são concorrentes da JP Sá Couto em Portugal e muitas com dificuldades. Conheço de perto a realidade de algumas. Não sou obrigado a enumerar seja o que for. Se o senhor está tento por dentro do assunto, devia saber. Mas eu falo-lhe apenas nas mais conhecidas… por exemplo CHIP 7 ou MBIT… mas há mais, muitas mais.
Portugueses são os que menos sabem o que fazem os filhos na net
Estudo europeu revela ainda que pais sabem menos sobre tecnologia que
os filhos
Portugal é, a par da Polónia, o único em 21 países europeus onde os
pais portugueses menos conhecem o que os seus filhos fazem on-line,
segundo um estudo europeu a que a Lusa teve acesso.
O estudo comparado do Projecto Eu Kids Online, a apresentar
sexta-feira no Luxemburgo, teve a participação de uma equipa
portuguesa coordenada pela professora Cristina Ponte, da Universidade
Nova de Lisboa.
«Magalhães»: os cuidados que os pais devem ter
A divulgação destes dados surge na semana em que o governo português
distribuiu cerca de três mil computadores portáteis «Magalhães» a
alunos do primeiro ciclo de Norte a Sul do país, com a garantia de que
os equipamentos têm instalado um sistema que permite aos pais
controlar sítios visitados pelos filhos.
Segundo o estudo, Portugal é também, a par da Polónia, o país onde as
crianças e jovens portugueses utilizam mais as novas tecnologias do
que os adultos, um dado que, segundo Cristina Ponte, revela uma
necessidade urgente de formação tecnológica dos pais.
«Estes dados reclamam uma maior atenção das políticas públicas de
promoção das tecnologias digitais, que forneçam informação para uso
dos novos meios em segurança, nos lares, sob pena de se perpetuar o
fosso digital entre gerações e entre crianças com diferentes recursos
socioeconómicos», considera a investigadora.
Esta primeira tentativa sistemática de comparar resultados europeus
sobre a experiência de crianças e jovens na Internet, financiada pela
Comissão Europeia (Safer Internet Plus), permitiu também concluir que
as crianças portuguesas acedem mais na escola do que em casa.
No entanto, a tendência é para o aumento do acesso em casa.
O caso da impor, è uma das davidas, que o ministro das finanças fez aos contribuintes, pagou mais do que valis e agora que deve estar muito orgulhoso a Cimpor volta a cair……
A empresa que produz o computador Magalhães é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA que terá lesado o Estado, no total, em mais de cinco milhões de euros.
Além da JP Sá Couto, é também arguido um dos seus administradores, João Paulo Sá Couto. O administrador e a empresa são acusados da prática dos crimes de associação criminosa e de fraude fiscal, juntamente com outros 39 arguidos.
A acusação é confirmada pelo juiz de instrução no despacho de pronúncia, não tendo, pois, os arguidos conseguido produzir prova capaz de pôr em causa os factos de que vinham acusados pelo Ministério Público, durante uma fase do processo que lhes permitiria ainda ter impedido a ida a julgamento.
A empresa responsável pelo mini-portátil Magalhães e o seu administrador fazem parte de uma lista de 41 arguidos acusados de se terem associado para a prática de uma mega fuga e fraude ao IVA, no ramo da informática. Um esquema vulgarmente designado por “fraude Carrossel” e que consiste em transmissões sucessivas dos mesmos bens, em círculo, entre diversos operadores sedeados em, pelo menos, dois estados da União Europeia e se caracteriza pela não entrega do valor do IVA devido por, pelo menos, um operador no seu país.
Os factos ocorreram entre 1998 e 2001. Segundo pode ler-se na acusação, foi por iniciativa de João Paulo Sá Couto que a empresa que fabrica o computador Magalhães assumiu a posição de elo final no “circuito carrossel”, tendo como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada. As condições das compras e das vendas seriam estabelecidas pela organização. A JP Sá Couto limitava-se a receber e reencaminhar as mercadorias.
Esta é uma acusação que os arguidos rejeitam, na sua contestação, argumentando que a acusação está construída com base em meras presunções, sem factos que a suportem.
Acoplado à acção penal, está um pedido civil: pelos danos do crime, o Estado português pede cinco milhões, cento e trinta e seis mil e novecentos e cinquenta e sete euros (o equivalente ao enriquecimento ilícito das empresas e ao consequente empobrecimento do Estado), acrescido dos respectivos juros de mora. http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=262316
# 36
LR, já ouviu falar em concorrência? Na minha área (TI) tem feito milagres…Se o governo não tivesse favorecido um determinado produto duma determinada empresa, os preços já estariam mais baixos e os contribuintes sairiam beneficiados.
Eu com o negócio garantido pelo Estado também seria um óptimo empresário…
Os preços já estariam mais baixos. Sim, sim, vimos isso na concorrência das TV por cabo, na concorrência das gasolineiras, etc, etc,… e também com a privatização da EDP, da GALP, das Águas.
Tenho o dinheiro, desse benefício, no offshore das ilhas Caimão
# 115
“…Os portáteis para as TIC dão para uma turma. Isso não é apetrechar as escolas.”
Faz, a mais pequena, ideia da percentagem anual do PIB, desde a década de 90, correspondente à construção, ampliação e remodelação do parque escolar, incluindo os pavilhões desportivos, e no apetrechamento e reapetrechamento do referido parque???
Olhão, aprenda a compreender um texto antes de responder aos restantes comentários. Dou-lhe uma ajuda: TI significa Tecnologias da Informação. Informe-se mais sobre o assunto, vai ver que lhe faz bem…
Caso não saiba, é uma área muito apropriada para se confirmar as virtudes da concorrência. Se precisar de mais informação, não hesite em pedi-la…E já agora, existem outras empresas em Portugal que já comercializavam portáteis e desktop, muitos deles idealizados pelas próprias empresas (e não apenas mocks de outras ideias).
“De: Margarida Moreira (DREN)
[mailto:margarida.moreira@dren.min-edu.pt]
Enviada: segunda-feira, 11 de Maio de 2009 19:38
Para: Escolas Sede e não Agrupadas (DREN – Externo)
Assunto: 4 ANOS DE MANDATO
Caras e caros colegas
Faz hoje 4 Anos.
Tem dias que parece que o tempo se emaranhou nas coisas e nas pessoas.
Tem outros dias em que tudo parece ter ocorrido ontem.
Contudo há algo que o tempo tem os limites certos:
-Foram quatro anos bons de amizade, de solidariedade e de prazer de poder contar com o vosso profissionalismo e apoio.
DA VOZ DAS COISAS
Só a rajada de vento
dá o som líricoàs pás do moinho
Somente as coisas tocadas
pelo amor
das outras têm voz.
A palavra Cleptocracia, de origem grega, significa literalmente “Estado governado por ladrões”. A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transfomar esse poder político em valor econômico, por diversos modos.
O Estado passa a funcionar como uma máquina de extração de renda ilegal da sociedade, isto é, população como um todo, em contraposição à máquina de extração de renda legal, o sistema de cobrança de impostos, taxas e tributos dos Estados que vivem em um regime não-cleptocrático.
Todos os Estados tendem a se tornar “cleptocracia” se não ocorrer um combate real pelos cidadãos, em sociedade. Em economia, a capacidade de os cidadãos combaterem a instauração do Estado cleptocrático é fortemente correlacionada ao capital social da sociedade.
A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política.
Primeiro que tudo, no e-escolas,são 3 operadoras e não apenas 1, segundo, elas podem vender qualquer marca de pc e não apenas 1.
Quer dizer que o concurso não é preciso para nada desde que haja mais de um operador? Curioso racicinio. Mas lembro que no e-escolinhas também há 3 operadores. Só há é um computador com os programas escolares.
Ao sr Luis Melo
Mais uma vez volto a fazer aminha declaração de interesses e acrescento que me situo na área política social dermocrata.
Sei que o sr não tem que dar repto ao meu comentário.
É muito fácil lançar veneno e insinuações gratuitas. Fazer prova das afirmações que o sr faz é que é difícil. É por isso que o nosso país é uma MERDA por pessoas como o sr fazerem politiquices baixas denegrindo aquilo que de bom se faz no país. Se fosse o seu partido que estivesse no governo e fizesse a mesmissima coisa não faltaria um rol de apaniguados a defender a sua dama.
Quanto às empresas de que fala, analise o valor acrescentado de cada uma delas para o país.
“Quer dizer que o concurso não é preciso para nada desde que haja mais de um operador? Curioso racicinio. Mas lembro que no e-escolinhas também há 3 operadores. Só há é um computador com os programas escolares.”
Se não entende a diferença, ok, nem vale a pena continuar a discussão.
«No e-escolinhas como no e-escolas os 3 operadores suportam os custos dos computadores.»
Esta informação é errada, como é do conhecimento público. O próprio governo admitiu que pagará a diferença caso os fundos reservados para a Sociedade da Informação não sejam suficientes.
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* PERÍODO DE EMPRÉSTIMO / Duração:
* Telefone directo / CÉLULA NÚMERO:
Já agora por causa do histerismo que grassou por ai a título informativo
CIMPOR atinge os 4,75 euros que a CGD pagou a Manuel Fino
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««Já agora por causa do histerismo que grassou por ai a título informativo
CIMPOR atinge os 4,75 euros que a CGD pagou a Manuel Fino»»
Entretanto, a CGD assumiu o risco. Percebe que o problema sempre foi esse, não percebe?
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Mas só de vez em quando é que o escândalo com lucros de empresas é coisa abominável? com quem se faria o negócio do Magalhães? Com IPSSs?
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E isso é mau?
É só unhas de fome
Imagine agora o que poderiam crescer outras empresas se o Magalhaes não fosse chutado pelos sindictos dos profs e pelo partido da oposição e pela campanha triste
Metem Nojo!
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Será que o J.P.Sá Couto também compra as suas roupinhas nas lojas de luxo da Rodeo Drive?E o Magalhães?Também se veste aí?
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Eu só tenho um comentário.
Anos a fio a combater o défice e deita-se milhares de milhoes fora neste tipo de projectos.
Tipico de paises de terceiro mundo.
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««Mas só de vez em quando é que o escândalo com lucros de empresas é coisa abominável?»»
O lucro das empresas nunca é coisa abominável, desde que elas vendam para o mercado e não de encomendas públicas sem concurso.
««com quem se faria o negócio do Magalhães?»»
Não se fazia. Obviamente. E fazendo-se, devia ter sido feito através de concurso público.
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O Delegado comercial havia de ser bom em alguma coisa….
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Noutros tempos recuados também alguém decidiu apoiar a “industria nacional”.A tropa precisava de jeep´s.Havia portanto mercado.Saiu o UMM cuja produção durou enquanto a tropa ia “comendo” a montagem das sobras do produção francesa.Só em modelos de caixas de velocidade aquilo era uma maravilha de estandardização.
Será que depois do Magalhães para o estado aquilo continua?
É que mecheira que o estilo vai ser o mesmo e assim lá vamos cantando e rindo para o buraco…
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#2#
Entretanto, a CGD assumiu o risco. Percebe que o problema sempre foi esse, não percebe?
Você é medroso ???
Alguma vez trabalhou na Banca ??
Já dirigiu algum departamento de crédito ??
Você sabe que um empregado bancário, com poder de decisão, como eu tive, a concessão de crédito é um risco ???
E os bancos arriscam mesmo com garantias leoninas
É um risco calculado, claro
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Miranda
Você sabe com certeza porque é um homem inteligente que o grosso dos lucros dos bancos vem do spred entre operações activas e passivas
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Mas quantas empresas assembladoras haveria em Portugal capazes de levar isto a cabo? E quer esperar pelos números da exportação das máquinas pseudo-portuguesas para mudar de opinião?
Quanto à CGD, geriu o risco sabendo mais do mercado a dormir do que você bem acordado e de olhos arregalados…
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E não mencionei o «lucro das empresas», mas sim o escândalo com o mesmo. Aquilo que você aponta aos outros também medra dentro da sua cabeça…
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O Couto
Sem concurso e os dinheiros públicos
Ainda hoje os putos andavam a jogar ao berlinde
O que me custa dos dinheiros públicos é a sua aplicação nos aldrabões da sua área política que andaram por “bancos”
Aí você ainda não piou
Mas espere-lhe pela pancada
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Os espanhois vão fazer o mesmo, os professores vão ter outra atitude, a oposição naõ vai ser burra e depois vão dar uma lição a esta gentinha toda que vão morrer de vergonha.
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“TEM UM DELEGADO COMERCIAL MUITO BOM”
Esperemos que se fique por delegado comercial e que não se veja a descobrir que é sócio.
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#2 – “Entretanto, a CGD assumiu o risco. Percebe que o problema sempre foi esse, não percebe?”
o mir anda obs ecado com o risco. actividade bancária sem risco? passe para cá a fórmula.
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#7 – “Não se fazia. Obviamente. E fazendo-se, devia ter sido feito através de concurso público.”
e adjudicado à sonae com computadores feitos em taiwan.
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««Mas quantas empresas assembladoras haveria em Portugal capazes de levar isto a cabo? »»
A empresa não precisaria de ser portuguesa. Seja como for, só haver uma empresa não é desculpa para não haver concurso.
««Quanto à CGD, geriu o risco sabendo mais do mercado a dormir do que você bem acordado e de olhos arregalados…»»
Irrelevante. O facto de o risco ter ficado do lado da CGD implica que a dívida foi saldada abaixo do seu valor real.
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Com os Magalhães a única grande questão é:QUAL É A COMISSÂO QUE TEM SIDO PAGA, E POR QUE FORMA TEM SIDO PAGA,AO PRINCIPAL DELEGADO DE VENDAS DOS PORTÁTEIS?E SE TUDO ISTO,COMO OUTROS,NÃO É UM CASO DE POLÍCIA?
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««E não mencionei o «lucro das empresas», mas sim o escândalo com o mesmo.»»
Mais uma irrelevância. A JP Sá Couto teve um negócio de vendas garantidas por compras do Estado sem se sujeitar a concurso público.
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««o mir anda obs ecado com o risco. actividade bancária sem risco? passe para cá a fórmula.»»
Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima do preço de mercado quando tinha obrigação de pagar o valor integral da dívida? A CGD tinha direito ao valor integral da dívida e não a um pagamento em acções sobreavaliadas. O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum.
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O Magalhães é uma espécie de “galo de Barcelos” deste regime…
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“A empresa não precisaria de ser portuguesa”
tá tudo dito. Depois queixam-se que o país não progride em nada
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É muito feio ser invejoso…
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15
os espanhois vão fazer o mesmo a partir do…5º ano , quando os meninos já sabem ler escrever e contar.
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-Em nome do Magalhães, o computador português tipo PC Classmate Intel, o delegado comercial até irá à Madeira, onde não colocou os pés durante todo o mandato. Obviamente que da forma como a JP Sá Couto cresceu, qualquer outra faria o mesmo, o risco era nulo, o produto comercializado tem escoamento garantido, ajusta-se a produção às encomendas, e MARAVILHA, tudo sem contrato, ajuste directo.
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Começo por declarar que não gosto do magalhães.
O ano passdo vendi mil pares de meias. Este ano vendi quatro mil pares para um convento de freiras. E depois? É crime? É escandalo? Vá passear o cachorro sr João Miranda.
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#22#
“Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima do preço de mercado quando tinha obrigação de pagar o valor integral da dívida? A CGD tinha direito ao valor integral da dívida e não a um pagamento em acções sobreavaliadas. O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum”
Não percebe nada disto
Foi uma renogociação de dívida
Aqui o banco conhecedor do cliente apostou nele
Deixando cair a operação era mais um caso de contencioso que se ia arrastar anos
Assim correndo um risco com maior possibilidade da operação ser paga no vencimento ainda cobrou mais uns juritos para juntar aos lucros
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««Foi uma renogociação de dívida
Aqui o banco conhecedor do cliente apostou nele»»
Claro. Depois de ter apostado nele para controlar o BCP.
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««Este ano vendi quatro mil pares para um convento de freiras. E depois? É crime? É escandalo? »»
Não sabia que as freiras compram meias com dinheiro público.
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#22
– “Será necessário explicar outra vez que Manuel Fino pagou uma dívida com acções avaliadas a preços acima”
acho que não foi pagamento de dívida, mas renegociação de garantias
– “O problema aqui era do Manuel Fino, não era da CGD. A CGD não precisava de assumir risco nenhum.”
o problema era da caixa e do fino, como o fino não tinha, passou a ser mais da caixa ou seja o mal menor.
acho que tinha obrigação de estar mais bem informado.
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««acho que não foi pagamento de dívida, mas renegociação de garantias»»
As acções passsaram para a CGD, logo houve pagamento.
««o problema era da caixa e do fino, como o fino não tinha, passou a ser mais da caixa ou seja o mal menor.»»
Então o Fino não tem mais 10% da Cimpor?
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#31
Para que voce se sinta mais satisfeito, digo que vendi as meias à GNR.
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O pequeno Magalhães vai precisar de muita manutenção. Tal como a rede de banda larga do Plano Tecnológico da Educação. Ora acontece que ainda a procissão vai no adro e já chegam das empresas notícias de que acontece de tudo um pouco: instalações mal feitas, deficiente formação, aparelhos a serem roubados, aparelhos a precisarem de ser substituídos ainda as redes não estão a funcionar em pleno, enfim, uma azáfama. Veremos o que isto tudo vai dar.
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Com gente como esta, que fica como um burro a olhar para um palácio com a nova “geringonça”, vamos longe sem dúvida. O problema do Magalhães encontra-se entre a cadeira e o teclado. E isso não se resolve por decreto. Mas os basbaques, com a beiça à banda, sempre aplaudem o grande líder, homem de “visão” e bom porte. Esperem pelos verdadeiros resultados dessa maravilha tecnológica daqui a uns 15 anos, quando os meninos forem bater à porta do Superior com tanta “bagagem” intelectual e capacidade de aprendizagem.
Lembro-me dum outro governo recente também “moderno” e apaixonado, que gastou balúrdios com a Educação (como sempre, o político resolve os problemas lançando dinheiro para cima deles e fico todo contente com isso, julgando que a coisa ficou resolvida em três tempos) e os resultados podem começar a ser aferidos entretanto…
LR, já ouviu falar em concorrência? Na minha área (TI) tem feito milagres…Se o governo não tivesse favorecido um determinado produto duma determinada empresa, os preços já estariam mais baixos e os contribuintes sairiam beneficiados.
Eu com o negócio garantido pelo Estado também seria um óptimo empresário…
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#30 – porra sr. miranda, não há paciência para o aturar. não tarda estamos numa conspiração contra o jgonçalves.
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Bem…infere-se que o actual e tão empenhado delegado comercial tem emprego garantido quando S.Bento deixar de o proteger…
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Mocinho de propaganda? Já tudo chamaram ao nosso querido e estimado líder.
O néscio povo português não sabe apreciar os grandes homens competentes que o nosso sistema produz, diz mal, tem inveja e recusa-se a reconhecer as extraordinárias capacidades de chefia dos seus superiores hierárquicos.
O caso do nosso primeiro, o senhor engenheiro José Socastre, que com o seu apurado sentido de estado teve a humildade de promover um produto quase nacional na cimeira ibero americana, desprezando as criticas, sem medo de cair no ridículo, revelando um patriotismo sem igual na história de Portugal, revela a existência de uma personalidade impar!!
Se alguém chega a chefe, isto é ministro, lutando contra tudo e resistindo a todas é porque possui capacidades, e se alguém não as consegue descortinar o problema esta na inépcia mental desse vulgar individuo com um QI baixo.
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Há gente que tem uma incapacidade crónica de perceber que este género de comportamentos (adjudicações directas, favorecimentos descarados de particulares através de instituições do estado não dando a mesma oportunidade ao resto do país, etc) é que conduziu este país ao ponto em que está.
Incapacidade crónica ou estupidez crónica.
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Caro João Miranda, então mas não percebeu já que o dinheiro é do governo, é do PS? Que mania, porque insiste em dizer que é dinheiro público? No momento em que o imposto é cobrado, passa a ser um recurso à disposição do PS, partido da “esquerda moderna”, para fazer com ele o que bem entende.
Caro Lacoste, isso são minudências que não interessam a ninguém. O que deve ser realçado é que o problema crónico que tinhamos com a Educação foi resolvido, ponto final e não se fala mais nisso. Tem Magalhães, é inteligente, percebe? É como a lógica do “estuda, passa” (não interessa se SABE, que isso são coisas pouco modernas e que não interessam a ninguém).
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O Fino entregou acções para pagar uma dívida. O valor das acções, no momento da transacção era uns 60 milhões de euros inferior à dívida. Nesse momento, o Fino ganhou 60 e tal milhões de euros.
Passados uns meses, as tais acções valorizaram 60 milhões de euros. Se a CGD tivesse recebido as acções pelo valor que tinham na altura, estaria agora a ganhar 60 milhões de euros. Assim, não está a ganhar nada.
Trocado por miúdos, o que já se sabia: a CGD perdoou ao Fino uma dívida (que ele podia pagar) de cerca de 60 milhões de euros.
Mas, para muitos, isso não é um problema. Afinal, o Estado não precisa desse dinheiro, pois não?
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pois claro. Olhe o hospital do algarve. Concurso publico impugnado e uma regiao a precisar de um hospital há anos.
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Olá se é! Mas, também pudera, com tanta ajuda!
Ao que parece, até um presidente de câmara lá vai dando um empurrãozito ao negócio.
Vejam em: sobre as viagens dos autarcas ao Brasil.
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Paulo Nunes, acha que se continuarmos a repetir os erros do passado os resultados serão os mesmos? Não faz muito sentido! Isso seria idêntico a achar que aquilo que nos levou à crise (endividamento excessivo) não deve ser usado para sair dela (como nos têm dito à exaustão os nossos brilhantes políticos)! É bom de saber que para a esquerda moderna a causalidade é um conceito estranho…
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43, parece que a região precisava mais dum estádio de futebol com 30 mil lugares sentados do que dum hospital decente. Prioridades…
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Carta aberta ao Caracol
O seu discurso emocionou-me. Bem haja. Realmente este país tem dificuldade em reconhecer os seus maiores. Camões, por exemplo, ou Vieira, e tantos outros. O próprio Ministério da Educação de tanto não os reconhecer advoga agora que todos os desconheçam.
E que dizer do Porto, que de tanto se desconhecer como cidade passou a abreviatura de um clube de futebol? Humedeço um lenço ao ouvir esse grande lider que é Pinto da Costa. Não compreendo porque ateimam os portugueses em não reconhecer a sua craveira. De vez em quando alguns são interrogados na Judiciária e, qual quê: nada, não reconhecem a mão que os afagou ou o olhar duro que os repreendeu.
Na banca a mesmíssima coisa. Recusamo-nos pertinazmente a reconhecer as benesses que os seus responsáveis nos proporcionam. E no entanto, sem eles, talvez não nos tivéssemos inteirado de que havia umas imprecisões na apreciação do Sr. Constâncio sobre o andamento da Fazenda.
Reconheçamos os nossos melhores e confiemos na compaixão da Senhora, neste dia 13 de Maio.
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O “delegado comercial” é o chefe das compras duma “coisa” que se chama estado. Ainda estou para saber “pu-que-caga d’água” é que o bimbalhães foi “adjudicado” a esta chafa(rica)… Quanto à sua “função” de caixeiro-viajante, os resultados não têm sido famosos.
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o que é certo é que cá em casa ainda se espera pelo Magalhães. o puto todos os dias: “Pai, quando vou ter o Magalhães?”
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Casos de miopia podem disparar devido ao uso do Magalhães
A utilização do computador Magalhães pode fazer disparar os casos de miopia entre as
crianças devido ao tamanho do portátil e às letras muito pequenas, que obrigam a uma
leitura muito próxima, alertou hoje a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
«Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais
pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais
próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha», disse hoje à agência
Lusa Augusto Barbosa, coordenador do Grupo Português de Ergoftalmologia, da SPO.
O oftalmologista defendeu que o Governo deve informar e sensibilizar a população em geral
para a importância da ergonomia visual. «Se se preocuparam em colocar o Magalhães nas
escolas, também deveriam alertar para alguns cuidados a ter com o uso dos computadores,
prevenindo o aparecimento de patologias do foro ocular».
Para Augusto Barbosa, a entrega do famoso portátil deveria ser acompanhada de informação
que pudesse «sensibilizar os pais para os problemas que poderá ter o uso exagerado do
computador».
A SPO alerta que o uso inadequado e excessivo do computador pode afectar a visão. «Já se
fala em síndrome da visão de computador e acredita-se que o aumento da prevalência da
miopia, da hipermetropia, do cansaço ocular e do olho seco está relacionado com a
utilização crescente das novas tecnologias», frisou.
Estima-se que a síndrome da visão de computador afecte mais de 70 por cento da população
adulta activa da Europa.
Paralelamente, alguns estudos de universidades norte-americanas apontam que cerca de 30
por cento dos jovens que passam demasiado tempo em frente ao computador estejam em risco
de desenvolver problemas oculares, como olho seco, irritação ocular, cansaço,
hipersensibilidade à luz, hipermetropia e miopia.
Augusto Barbosa adiantou à Lusa que esta síndrome não atinge valores tão elevados em
Portugal, mas considera que com «o uso cada vez maior de computadores, e agora o
Magalhães, pode chegar-se a números muito próximos».
«Há cada vez mais míopes, o que pode estar relacionado com o uso do computador», disse.
Por outro lado, a síndrome do olho seco pode resultar em situações mais graves, como a
formação de micro-úlceras na córnea, que podem levar à «incapacidade para algumas
actividades comuns do dia-a-dia».
O oftalmologista explicou que há vários factores relacionados com o uso do computador que
propiciam as alterações visuais.
«Habitualmente, pestanejamos 20 a 25 vezes por minuto, mas, em frente ao computador, pode
haver uma redução de 10 a 20 por cento no número de pestanejos, abrindo-se caminho para a
sensação de ardor e irritabilidade», disse.
A postura, a distância em relação ao ecrã, o tempo passado em frente ao mesmo e as
condições envolventes podem levar a problemas oftalmológicos e até de outro foro, como é
o caso das enxaquecas, das cefaleias, das dores lombares ou dos espasmos musculares. E as
pessoas que já sofrem de problemas visuais correm ainda mais riscos, alerta a SPO.
Para evitar o aparecimento das doenças oftálmicas relacionadas com os computadores, a SPO
informa que o ecrã deve estar 10 a 25º abaixo do nível do olhar, a iluminação e o brilho
envolventes devem ser equilibrados (evitar os reflexos), o monitor tem de estar limpo, os
olhos devem estar a 50 ou 60 centímetros de distância do ecrã e fazer pausas de cinco a
dez minutos por cada hora de trabalho.
«Se não se reunirem as condições mínimas para que a pessoa sofra o mínimo de efeitos
secundários, a produtividade a nível laboral pode ser comprometida. E, ainda mais grave,
a síndrome da visão de computador poderá vir a ser um problema de saúde pública»,
acrescentou.
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=134819
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Com aquele LCD, daqui a quatro anos quem vai multiplicar o negócio vão ser os oftalmologistas.
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O (C)AGALHÃES NÃO SERVE PARA A ESCOLA – PARA OS ALUNOS, PARA AS CRIANÇAS.
pifas
(professor do 1º ciclo do ensino básico)
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«Com aquele LCD, daqui a quatro anos quem vai multiplicar o negócio vão ser os oftalmologistas.», com tudo isso espero que sobre algum trabalhito para mais alguns!
Já agora, porque não, também, umas acções judiciais? Uns pedidos de indemnização ao Estado? Qualquer coisita que dê para que ganhe algum também, não é assim?
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Miopia possuem os professores. Deve ser dos sms
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os miudos ricos a quem o pais deram computadores estão preocupados. Os pais professores cujos filhos já possuiam computadores em casa estão todos miopes e por isso não querem que os filhos dos pobres fiquem miopes. Só os filhos deles é que pode, ser miopes
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O Magalhães, na verdade,
faz aumentar a factura da electricidade,
queixam-se alguns pais,
exigindo um Magalhães a pedais.
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Recomendo recibos versão cor de rosa rato, livre de impostos e de gravações dvd, pago em suaves prestações em numerário pois bancos não são de confiança.
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Piscoiso disse
14 Maio, 2009 às 2:02 am
exigindo um Magalhães a pedais.
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exigindo um Magalhães com ventoinha eólica subsidiada a crédito acumulando a dívida no défice tarifário para EDP engordar e meus filhos pagar, ou em alternativa movida a energia de ondas naufragadas numa praia do norte depois duma tempestade de powerpoints da propaganda Pinho, ou quem sabe talvez numa central solar qualquer coisa melhor do mundo em que até os próprios engenheiros no local se riem da rentabilidade daquilo, ou então, realmente uma coisa a pedais, que é pagar micro geração a particulares ao dobro, quase triplo, do que custa produzir essa mesma energia. Caro Piscoiso, parece que não faz realmente ideia de como na verdade isto tem andado tudo a pedais vaporware, não obstante o seu papel de Muhammad Saeed al-Sahhaf. Tal como este, parece que você é o último a perceber, Como dizia o outro, felizes são os burros.
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posso garantir que é silent partner. não esquecer….. a zona industrial de vila do conde (vulgo chinatown) tem o socrates na mão. quimonda, jp sa couto, sobrinho refugiado na china, tios a morar na zona….. enfim tão a ver a coisa, certo?…..
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Aviso de Concurso Público Internacional da Comissão Europeia:Após estudos realizados pelos serviços competentes desta Comissão concluiu-se que um dos Estados membros da União é dirigido por um ladrão e mentiroso compulsivo que sofre de insónias e arrepios.Assim ,num prazo de 15 dias,poderão as empresas de consultoria certificadas por todas as normas,apresentar propostas para a execução das tarefas seguintes:1-Identificação do País em questão e do nome do Primeiro Ministro que o dirige.2-Apresentar à Comissão uma lista de medidas susceptíveis de pôr a andar o referido indivíduo que é uma vergonha que ameaça o bom nome e o futuro desta União.3-Pela execução destes serviços a Empresa seleccionada receberá um par de meias da loja Bijan’s de Rodeo Drive.Bruxelas,13 de Maio de 2009,Zé Barroso,Presidente.
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Se o dinheiro tivesse ficado no bolso dos Portugueses (e esse é muito mais do que o preço dos Magalhães pois incluí a estrutura burocrática do Estado que ajudou) estes seriam muito mais livres e eventualmente mais produtivos.
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Acreditar que o Magalhães contribuirá para melhor formação dos miúdos é um acto de fé: não precisa de prova. É como a enciclopédia Luso-Americana comprada aos fascículos e que embeleza muitas estantes portuguesas. O potencial está lá , só falta a concretização.
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Bonecada sobre essa da miopia trazida pelo Magalhães:
http://fliscorno.blogspot.com/2009/05/soth-place-cegalhaes.html
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55, provavelmente muitos esses miúdos têm supervisão parental em casa. E livros…Parecendo que não, mas pode fazer uma ligeira diferença.
E pode-me explicar qual a vantagem dos alunos levarem os computadores para casa? Se trabalhassem sempre com eles em meio escolar, devidamente enquadrados pedagogicamente pelos professores (já agora, dar-lhes formação específica também seria positivo, julgo), não se continuaria a obter as supostas vantagens do uso dessa ferramenta? Com o potencial benefício de reduzir em muito o risco de uso indevido desse recurso (e.g. “gajas bouas”), e de aumentar a sua vida útil.
E para quando um smartphone para todos os alunos? Os filhos dos pais ricos têm-nos, é uma injustiça insuportável os outros serem “smartphonoexcluídos”, certo? E férias na neve? E uma motinha aos 16 anos? Haja imposto e a possibilidade de emitir dívida pública (que não vão ser os paizinhos pobres que vão pagar de certeza).
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Números pornográficos
A JP Sá Couto ganhou a liderança do mercado nacional de portáteis no primeiro trimestre de 2009 em virtude das vendas do portátil Magalhães. Neste período, a empresa portuguesa apresentou um crescimento de 3.311,4% face ao mesmo período de 2008, o que correspondeu a 212 mil unidades vendidas.
São simplesmente pornográficos os números obtidos pela JP Sá Couto (empresa que devia dinheiro ao estado). Um crescimento de 3.300 % !!! Quando todas as outras empresas concorrentes estão com imensas dificuldades, esta empresa amiga do governo, tem resultados destes. Numa altura de crise, não seria melhor dividir “o mal” pelas aldeias? Para Sócrates (o delegado comercial de vendas da Microsoft) não.
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A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores. Mas a realidade nunca impediu o JM de escrever fosse o que fosse.
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#65
Quando todas as outras empresas concorrentes estão com imensas dificuldades,
Começo por fazer a minha declaração de interesses. Não sou advogado de defesa dos interesses da JP Sá Couto nem tão pouco sei onde se localiza nem conheço ninuém com relações com a dita empresa.
Meu caro Luís, não se importa de especificar quais as empresas que fazem assemblagem de computadores no nosso país e que estejam em situação difícil para que todos possamos saber quais são, ou isso será também um segredo de estado?
Talvez dê uma resposta do estilo “Não houve concurso público” . Isso já sabemos, mas é ouitra estória
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“A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores. Mas a realidade nunca impediu o JM de escrever fosse o que fosse.”
Então é normal uma empresa privada propor ao Estado um negócio sem riscos para ela e ser a única que o pode fazer? Ok, vou propor agora uma ideia dessas ao Mr.Pinho, preciso urgentemente de aumentar as minhas vendas.
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A Sá Couto deu uma grande lição aos invejosos deste país que não podem ver uma empresa a ter sucesso que desatam logo a “azarar” a mesma. Criou um excelente produto (tenho um em casa e atesto isso), barato e que faz as maravilhas da pequenada.
Mais uma grande lição para os teóricos sem a mínima experiência empresarial embrulharem!
O Sr.Miranda devia ter vergonha na cara.
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Ainda há gente autista que continua a dizer que o Magalhães é um produto da JP Sá Couto… mas será que são cegos, surdos? ou são mesmo burros?
Este computador já existe há vários anos. É da Microsoft. Não foi inventado pela JP Sá Couto.
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Quanto à distribuição de Magalhães por esse mundo fora (por parte de José Sócrates)…
Sócrates oferece, nós pagamos e a JP Sá Couto factura…
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««A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto – e tendo sido o Magalhães uma proposta desta última empresa, em parceria com a Prológica, seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores.»»
É o delírio completo. Ainda vamos ver a Mota-Engil a defender uma ideia do género. “Nós é que tivemos a ideia da auto-estrada de Nenhures a Coisa-Nenhuma e fizemos a proposta ao Estado. Como é evidente não pode haver concurso. Seria impensável que se fosse passar uma ideia aos concorrentes dos seus autores.”
Já agora, não sabia que a JP Sá Couto tinha tido a ideia do Classmate PC.
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««Criou um excelente produto (tenho um em casa e atesto isso), barato e que faz as maravilhas da pequenada.»»
A JP Sá Couto não criou nada. Limita-se a embalar um produto importado.
É barato porque o Estado paga.
Claro que faz as maravilhas da pequenada. É um brinquedo.
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“os miudos ricos a quem o pais deram computadores estão preocupados.”
Não estão nada, há muito miúdos ricos que pediram o computador da escola para dar ao pai ou à mãe ou à tia. Tantos casos assim!… O que vale é que o nosso governo é muito generoso.
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Caro Luis de Melo
Lancei-lhe um repto e o sr. lançou uma daquelas bacoráda á Socrates. Mandou uns palpites atirou um pedaço de barro à parede mas não deu nenhuma resposta á minha pergunta sobre quais as empresas concorrentes estão com imensas dificuldades.
Falar é facil. Agora concretizar factos é mais difícil.
Não sei quem o sr. é, mas este tipo de linguagem é característico dos políticos que a opinião pública está farta.
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As boas ideias, depois de concretizadas, são sempre a coisa mais simples do mundo. Principalmente para os invejosos. Coisa feia…
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LR (66)
«A realidade é que não existe vínculo contratual entre o Estado e a JP Sá Couto»
então como é que a JP Sá Couto recebe o valor dos computadores que o governo distribuiu pelos alunos?
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#69 Porto Sentido
“A Sá Couto… criou um excelente produto…”
Pois é, os supermercados também “criam” excelentes produtos. Até frangos-do-campo, vejam só, já assados e tudo…
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Empresa sediada em Vila do Conde, com contrato exclusivo com o Estado no âmbito do fornecimento e instalação de preservativos aos alunos do ensino secundário, procura partners internacionais nas seguintes áreas:
a) extracção de borracha natural:
b) confecção de invólucros de borracha;
c) fiscalização de risco de rompimento por tracção e de qualidade de impermeabilização;
d) montagem de protecção elástica em sistemas rígidos.
Resposta urgente a este apartado (antes das eleições).
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1. O Magalhães não se destina a permitir que os alunos tenho acesso à informática. Para isso criavam-se centros de cálculo nas escolas, garantindo em simultâneo que as gerações seguintes também pudessem usar estes recursos (alguém acredita que a fonte dos Magalhães ainda jorrará depois das eleições?). O Magalhães destina-se a comprar votos, os dos pais dos miúdos que recebem em casa uma pechincha. Nada que Valentim Loureiro não tenha já feito com frigoríficos.
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Estou bastante inclinado a concordar com os blasfemos.
Devia ter havido concurso, ou pelo menos (se a ideia partiu realmente da jpsacouto) o estado deveria ter procurado uma parceria mais alargada e mais consensual. Claro que isso traria ainda mais criticas porque tudo ia demorar mais tempo e socrates não gosta muito de perdas de tempo, mas seria mais correcto.
O que é triste é que se procure atacar o objecto em si. O magalhães é já um icone e os efeitos deste programa são bem mais interessantes e duradouros do que as vozinhas da critica fácil dizem.
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2. O estado é o maior cliente deste negócio e adjudicou à JP Sá Couto o fornecimento de serviços. Qual é a legitimidade de o estado ser o patrocinador de um negócio sem riscos para a Sá Couto?
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Já sei que vou ser criticado por fazer publicidade institucional, mas convido todos a lerem o que o Avelino Oliveira escreveu aqui sobre o Magalhães
http://forumsede.blogspot.com/2009/05/sou-um-dos-louva-magalhaes.html
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3. Tenho uma ideia. Acho que os miúdos teriam muito melhor formação se estes praticassem mais exercício físico. Muitos até dizem que a destreza manual desenvolve o cérebro. Acontece que tenho um kit de ginásio que os miúdos podem usar em casa. Inclui uma corda para saltar, dardos e respectivo alvo e um trampolim desmontável. Tudo muito cómodo, resistente a choques e muito didáctico, já que vem com excelentes conteúdos multimédia para potenciar o seu uso. Para que o negócio seja um sucesso só me falta o mercado. Não queremos uma geração saudável? Não dizem que o sedentarismo está a tornar-se um problema entre as crianças? Não contribui esta ideia para resolver este problema da modernidade? Portanto, com que legitimidade poderá agora o estado dizer-me que não apoia esta iniciativa?
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Suponha o Jorge que o Estado tem necessidade de uma tonelada de arroz doce por dia e só o Jorge tem uma fábrica com essa capacidade de produção. Se for a fazer concurso público por todas as doçarias do país, nunca mais havia arroz doce, ou quando houvesse, lá para as calendas, acabava por lhe ser adjudicado a si.
Os burocratas vivem desses esquemas.
Até porque ficam com algum arroz doce para si.
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Estão todos enganados se julgam que o “inginheiro” gozará da sua reforma política na JP.
Ele já tem é convite da Intel.
Pôs todo um pais a trabalhar e a vender p pc até fora de portas.
Melhor que isto só o pc chinês.
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Ora, caro Piscoiso, agora precisa de demonstrar que o Magalhães da Sá Couto era a única solução disponível. É que eu sugeri outra: não dar portáteis aos miúdos e equipar as escolas. Isto poderia ser feito com os mesmos valores de investimento usando desktops, permitindo:
– que os computadores não fiquem obsoletos ao fim de um ano (como com os Magalhães);
– que os computadores não acabem na feira da ladra (como com os Magalhães);
– que as gerações seguintes possam usar os mesmos recursos (contrariamente ao Magalhães).
O Magalhães não é uma aposta na informática. É um merchandising eleitoral.
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Seu Jorge e Piscoiso
Eu já vos dou o arroz doce …
Se querem vir para aqui fazer negócio têm primeiro que se inscrever na Ordem dos Mercadores.
A saúde vou eu ganhar a promovê-la vendendo ao Estadão preservativos. De qualquer forma não é lá que as meretrizes estão?
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#87.
Meu caro, a política é um jogo de prioridades.
Vc tem as suas.
O governo, que tem maioria democrática, tem a legitimidade das suas prioridades.
A minha tia Miquelina acha que deviam dar uma bicicleta.
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#89
E a prioridade do governo é legitimamente ganhar as eleições. Nem que isso seja feito “comprando” votos sob o pretexto do bem comum. Eu é que não tenho que concordar com isso.
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O Estado fez as duas coisas, que aliás são complementares. equipou as escolas e forneceu os magalhães a custo baixo. o choque tecnologico está em marcha. de que se queixam. sim, está bem, devia ter havido concurso.
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É que sabe, as legitimidades são do governo mas os impostos são meus.
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@91
«sim, está bem, devia ter havido concurso.»
Isso e a própria solução escolhida é muito questionável (veja @87).
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O estado não equipou as escolas. Disponibilizou alguns portáteis para uso dos professores.
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O estado vai é equipá-los com preservativos e não se fala mais nisso.
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O tuga, bronco e saloio, continua a achar que tendo uma máquina de escrever um pouco mais sofisticada, já é um Doutor! E mais, só compra ao senhor Manel da mercearia, porque é o primo do senhor prior, que vai sempre à missa…
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E alguém sabe quanto isto nos está a custar ? Nem uma coisa tão básica sabemos, quanto mais tudo o resto, concursos e blablabla. Até na Venezuela uma coisa destas deve ser mais transparente.
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Luis Melo disse
São simplesmente pornográficos
——————–
Não há de facto palavras para definir isto, mesmo pornográfico é simpático demais.
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Porto sentido disse
14 Maio, 2009 às 11:17 am
A Sá Couto deu uma grande lição aos invejosos deste país que não podem ver uma empresa a ter sucesso que desatam logo a “azarar” a mesma. Criou um excelente produto (tenho um em casa e atesto isso), barato e que faz as maravilhas da pequenada.
Mais uma grande lição para os teóricos sem a mínima experiência empresarial embrulharem!
O Sr.Miranda devia ter vergonha na cara.
Hahahaha. O comentário mais cómico do ano. Parabéns ! Entregam um monopólio de computadores sem concurso, boa parte oferecido ou subsidiado, a uma empresa que não inventou nada. Este comentário mostra bem porque é que Portugal está na lixeira que está.
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Os ratos e as ratazanas vão saindo do Largo respectivo para defender o seu doninho…
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#99
Olha outro invejoso! ahahahahah
Vá trabalhar, malandro!
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# 100
…e os gatos apoiantes da velha vem vêm ver se comem os ratos…
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Esqueci-me do local. Da Lapa.
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No projecto e-esclas houve concurso público? Ou as operadoras de telemóveis podem vender os computadores que quiserem?
Se não houve concurso no e-escolas porque é que tem de haver no e-escolinhas?
Por os computadores se chamarem Magalhães em vez de HP?
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AS DESVENTURAS DO “MAGALHÃES”
Na recente viagem a Cabo Verde, o famigerado “Magalhães” esteve no centro das atenções da
propaganda oficial. Todavia, parece que a coisa não “pegou”.«O computador Magalhães não
tem sido um sucesso de venda no seio dos estudantes” em Cabo Verde, fez saber uma das
maiores empresas do País que vende equipamentos informáticos, a SOPROINF, através de um
comunicado divulgado. Por esta razão, diz aquela empresa, “vão parar definitivamente de o
importar”(…) Os estudantes preferem gastar um pouco mais e ter um portátil melhor.» Que
vergonha.
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/03/as-desventuras-do-magalhaes.html
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««com quem se faria o negócio do Magalhães?»»
Não se fazia. Obviamente. E fazendo-se, devia ter sido feito através de concurso público.”
Fala de cor. Nunca fez uma adjudicação de material informático. Made in Twain ou made in China. Pergunte aos espanhóis como é que eles fazem.
O concurso público, vindo de si, é apenas uma desculpa.
O seu problema é que, desta vez, os computadores não foram só atribuídos aos meninos ricos. Por isso, não se fazia. Obviamente
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# 94
“O estado não equipou as escolas. Disponibilizou alguns portáteis para uso dos professores.”
O equipamento das escolas de que fala, é da competência e responsabilidade das autarquias.
Também não deve saber que as escolas, de outros ciclos de ensino, foram equipadas, a nível nacional, com portáteis, no apetrechamento das salas TIC.
Eu não tenho medo do analfabetismo, da iliteracia como se diz agora, tenho medo é da ignorância!!!
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Email da Directora da DREN e declaração de adesão à Zon, Vodafone, TMN e Optimus
O email que a Directora Regional da Educação do Norte, Margarida Moreira, dirigiu, ontem
às escolas traz um anexo que tem uma declaração para ser assinada pelos pais e
encarregados de educação a comprometerem-se com a adesão ao serviço de Banda Larga das
operadoras aderentes ao Programa Magalhães: Zon, TMN, Vodafone e Optimus. Em toda a minha
longa vida de professor, e já ensino há 34 anos, nunca vi um serviço do Estado promover
operadoras privadas de Internet. Reparem no “fino” recorte literário do email da
Directora Regional da Educação do Norte: o pormenor das maiúsculas que, em escrita de
email, significam gritar. Reparem nos erros de pontuação e de acentuação.
From: Direcção (DREN)
To: Escolas Sede e não Agrupadas (DREN – Externo)
Sent: Monday, September 29, 2008 4:02 PM
Subject: COMPUTADOR Magalhães
CAROS E CARAS COLEGAS
Todos precisamos de ter e passar esta informação:
1. TODAS AS ESCOLAS terão brevemente o Computador Magalhães. Os professores devem avisar
os pais.
2. AS ESCOLAS DEVEM JÁ GARANTIR A RECOLHA DE ELEMENTOS, JUNTO DAS FAMÍLIAS, PARA O
MAGALHÂES, bem como a DECLARAÇÃO dos pais (ANEXOS).
3. Todos terão de escolher OBRIGATORIAMENTE UMA OPERADORA (TMN, OPTIMUS, VODAFONE ou
ZON), independentemente de terem ou não pedido ligação à NET.
4. Durante esta semana a aplicação de requisição será aberta no site do e-escolinha. QUEM
FAZ ISTO SÃO AS ESCOLAS e NÃO AS AUTARQUIAS.
5. Serão as câmaras solicitadas a apoiar A LIGAÇÃO Á INTERNET do Magalhães em todas as
suas escolas. Pretende-se como mínimo que paguem a ligação ao Modem (48€) e um
carregamento de 1 mês (10€) para os escalões da Acção Social Escolar.
6. Será enviada a todos os agrupamentos um modelo de carta a entregar às Famílias, mas
isto não condiciona o trabalho proposto.
7. As escolas privadas também terão acesso posterior.
O MAIS IMPORTANTE É INFORMAR, NINGUÉM PODE DIZER QUE NÃO SABE.
A DISTRIBUIÇÃO SERÁ CÉLERE.
A DIRECTORA REGIONAL
MARGARIDA MOREIRA
http://www.profblog.org/2008/09/email-da-directora-da-dren-e-declarao.html
http://www.profblog.org/2008/09/um-email-da-dren-para-as-escolas-sem.html
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#104
“No projecto e-esclas houve concurso público? Ou as operadoras de telemóveis podem vender os computadores que quiserem?
Se não houve concurso no e-escolas porque é que tem de haver no e-escolinhas?
Por os computadores se chamarem Magalhães em vez de HP?”
Primeiro que tudo, no e-escolas,são 3 operadoras e não apenas 1, segundo, elas podem vender qualquer marca de pc e não apenas 1.
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pifas disse
14 Maio, 2009 às 12:57 am
O (C)AGALHÃES NÃO SERVE PARA A ESCOLA – PARA OS ALUNOS, PARA AS CRIANÇAS.
pifas
(professor do 1º ciclo do ensino básico)
Dite isso, para a acta do seu Conselho de Escola ou então peça o livro de reclamações do seu Agrupamento de Escolas
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Ao senhor José Franco do comentário #75
O senhor deve julgar que estou aqui às suas ordens, e quando me faz uma pergunta sou obrigado a responder.
Existem várias empresas que são concorrentes da JP Sá Couto em Portugal e muitas com dificuldades. Conheço de perto a realidade de algumas. Não sou obrigado a enumerar seja o que for. Se o senhor está tento por dentro do assunto, devia saber. Mas eu falo-lhe apenas nas mais conhecidas… por exemplo CHIP 7 ou MBIT… mas há mais, muitas mais.
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Portugueses são os que menos sabem o que fazem os filhos na net
Estudo europeu revela ainda que pais sabem menos sobre tecnologia que
os filhos
Portugal é, a par da Polónia, o único em 21 países europeus onde os
pais portugueses menos conhecem o que os seus filhos fazem on-line,
segundo um estudo europeu a que a Lusa teve acesso.
O estudo comparado do Projecto Eu Kids Online, a apresentar
sexta-feira no Luxemburgo, teve a participação de uma equipa
portuguesa coordenada pela professora Cristina Ponte, da Universidade
Nova de Lisboa.
«Magalhães»: os cuidados que os pais devem ter
A divulgação destes dados surge na semana em que o governo português
distribuiu cerca de três mil computadores portáteis «Magalhães» a
alunos do primeiro ciclo de Norte a Sul do país, com a garantia de que
os equipamentos têm instalado um sistema que permite aos pais
controlar sítios visitados pelos filhos.
Segundo o estudo, Portugal é também, a par da Polónia, o país onde as
crianças e jovens portugueses utilizam mais as novas tecnologias do
que os adultos, um dado que, segundo Cristina Ponte, revela uma
necessidade urgente de formação tecnológica dos pais.
«Estes dados reclamam uma maior atenção das políticas públicas de
promoção das tecnologias digitais, que forneçam informação para uso
dos novos meios em segurança, nos lares, sob pena de se perpetuar o
fosso digital entre gerações e entre crianças com diferentes recursos
socioeconómicos», considera a investigadora.
Esta primeira tentativa sistemática de comparar resultados europeus
sobre a experiência de crianças e jovens na Internet, financiada pela
Comissão Europeia (Safer Internet Plus), permitiu também concluir que
as crianças portuguesas acedem mais na escola do que em casa.
No entanto, a tendência é para o aumento do acesso em casa.
Estes dados reforçam resultados revelados por outros estudos recentes.
O jornal Público divulgou um trabalho da investigadora Célia Quico, da
Universidade Nova de Lisboa, onde era referido que os jovens
portugueses já dão mais valor à Internet e ao telemóvel do que à
televisão.
http://www.diario.iol.pt/tecnologia/estudo-pais-internet-ultimas-noticias-iol-magalhaes/995309-4069.html
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O caso da impor, è uma das davidas, que o ministro das finanças fez aos contribuintes, pagou mais do que valis e agora que deve estar muito orgulhoso a Cimpor volta a cair……
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@107
“O equipamento das escolas de que fala, é da competência e responsabilidade das autarquias.
Também não deve saber que as escolas, de outros ciclos de ensino, foram equipadas, a nível nacional, com portáteis, no apetrechamento das salas TIC.”
1. Não. Refiro-me aos portáteis que o ME comprou para serem requisitados pelos profs.
2. Os portáteis para as TIC dão para uma turma. Isso não é apetrechar as escolas.
«Eu não tenho medo do analfabetismo, da iliteracia como se diz agora, tenho medo é da ignorância!!!»
Olhe, para lhe responder à letra, assusta-se ao espelho?! Haja pachorra.
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A empresa que produz o computador Magalhães é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA que terá lesado o Estado, no total, em mais de cinco milhões de euros.
Além da JP Sá Couto, é também arguido um dos seus administradores, João Paulo Sá Couto. O administrador e a empresa são acusados da prática dos crimes de associação criminosa e de fraude fiscal, juntamente com outros 39 arguidos.
A acusação é confirmada pelo juiz de instrução no despacho de pronúncia, não tendo, pois, os arguidos conseguido produzir prova capaz de pôr em causa os factos de que vinham acusados pelo Ministério Público, durante uma fase do processo que lhes permitiria ainda ter impedido a ida a julgamento.
A empresa responsável pelo mini-portátil Magalhães e o seu administrador fazem parte de uma lista de 41 arguidos acusados de se terem associado para a prática de uma mega fuga e fraude ao IVA, no ramo da informática. Um esquema vulgarmente designado por “fraude Carrossel” e que consiste em transmissões sucessivas dos mesmos bens, em círculo, entre diversos operadores sedeados em, pelo menos, dois estados da União Europeia e se caracteriza pela não entrega do valor do IVA devido por, pelo menos, um operador no seu país.
Os factos ocorreram entre 1998 e 2001. Segundo pode ler-se na acusação, foi por iniciativa de João Paulo Sá Couto que a empresa que fabrica o computador Magalhães assumiu a posição de elo final no “circuito carrossel”, tendo como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada. As condições das compras e das vendas seriam estabelecidas pela organização. A JP Sá Couto limitava-se a receber e reencaminhar as mercadorias.
Esta é uma acusação que os arguidos rejeitam, na sua contestação, argumentando que a acusação está construída com base em meras presunções, sem factos que a suportem.
Acoplado à acção penal, está um pedido civil: pelos danos do crime, o Estado português pede cinco milhões, cento e trinta e seis mil e novecentos e cinquenta e sete euros (o equivalente ao enriquecimento ilícito das empresas e ao consequente empobrecimento do Estado), acrescido dos respectivos juros de mora.
http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=262316
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# 36
LR, já ouviu falar em concorrência? Na minha área (TI) tem feito milagres…Se o governo não tivesse favorecido um determinado produto duma determinada empresa, os preços já estariam mais baixos e os contribuintes sairiam beneficiados.
Eu com o negócio garantido pelo Estado também seria um óptimo empresário…
Os preços já estariam mais baixos. Sim, sim, vimos isso na concorrência das TV por cabo, na concorrência das gasolineiras, etc, etc,… e também com a privatização da EDP, da GALP, das Águas.
Tenho o dinheiro, desse benefício, no offshore das ilhas Caimão
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# 115
“Olhe, para lhe responder à letra, assusta-se ao espelho?! Haja pachorra.”
Nunca me tinha ocorrido, tem piada!!!
É a sua prática (re)corrente???
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# 115
“…Os portáteis para as TIC dão para uma turma. Isso não é apetrechar as escolas.”
Faz, a mais pequena, ideia da percentagem anual do PIB, desde a década de 90, correspondente à construção, ampliação e remodelação do parque escolar, incluindo os pavilhões desportivos, e no apetrechamento e reapetrechamento do referido parque???
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Olhão, aprenda a compreender um texto antes de responder aos restantes comentários. Dou-lhe uma ajuda: TI significa Tecnologias da Informação. Informe-se mais sobre o assunto, vai ver que lhe faz bem…
Caso não saiba, é uma área muito apropriada para se confirmar as virtudes da concorrência. Se precisar de mais informação, não hesite em pedi-la…E já agora, existem outras empresas em Portugal que já comercializavam portáteis e desktop, muitos deles idealizados pelas próprias empresas (e não apenas mocks de outras ideias).
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Pusia!
“De: Margarida Moreira (DREN)
[mailto:margarida.moreira@dren.min-edu.pt]
Enviada: segunda-feira, 11 de Maio de 2009 19:38
Para: Escolas Sede e não Agrupadas (DREN – Externo)
Assunto: 4 ANOS DE MANDATO
Caras e caros colegas
Faz hoje 4 Anos.
Tem dias que parece que o tempo se emaranhou nas coisas e nas pessoas.
Tem outros dias em que tudo parece ter ocorrido ontem.
Contudo há algo que o tempo tem os limites certos:
-Foram quatro anos bons de amizade, de solidariedade e de prazer de poder contar com o vosso profissionalismo e apoio.
DA VOZ DAS COISAS
Só a rajada de vento
dá o som líricoàs pás do moinho
Somente as coisas tocadas
pelo amor
das outras têm voz.
Fiama Hasse Pais Brandão
Em nome da Direcção o nosso muito obrigado.
http://www.wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com/2008/11/margarida-moreira-pigs-in-space.jpg
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A palavra Cleptocracia, de origem grega, significa literalmente “Estado governado por ladrões”. A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transfomar esse poder político em valor econômico, por diversos modos.
O Estado passa a funcionar como uma máquina de extração de renda ilegal da sociedade, isto é, população como um todo, em contraposição à máquina de extração de renda legal, o sistema de cobrança de impostos, taxas e tributos dos Estados que vivem em um regime não-cleptocrático.
Todos os Estados tendem a se tornar “cleptocracia” se não ocorrer um combate real pelos cidadãos, em sociedade. Em economia, a capacidade de os cidadãos combaterem a instauração do Estado cleptocrático é fortemente correlacionada ao capital social da sociedade.
A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política.
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Primeiro que tudo, no e-escolas,são 3 operadoras e não apenas 1, segundo, elas podem vender qualquer marca de pc e não apenas 1.
Quer dizer que o concurso não é preciso para nada desde que haja mais de um operador? Curioso racicinio. Mas lembro que no e-escolinhas também há 3 operadores. Só há é um computador com os programas escolares.
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Ao sr Luis Melo
Mais uma vez volto a fazer aminha declaração de interesses e acrescento que me situo na área política social dermocrata.
Sei que o sr não tem que dar repto ao meu comentário.
É muito fácil lançar veneno e insinuações gratuitas. Fazer prova das afirmações que o sr faz é que é difícil. É por isso que o nosso país é uma MERDA por pessoas como o sr fazerem politiquices baixas denegrindo aquilo que de bom se faz no país. Se fosse o seu partido que estivesse no governo e fizesse a mesmissima coisa não faltaria um rol de apaniguados a defender a sua dama.
Quanto às empresas de que fala, analise o valor acrescentado de cada uma delas para o país.
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#122
“Quer dizer que o concurso não é preciso para nada desde que haja mais de um operador? Curioso racicinio. Mas lembro que no e-escolinhas também há 3 operadores. Só há é um computador com os programas escolares.”
Se não entende a diferença, ok, nem vale a pena continuar a discussão.
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“Quanto às empresas de que fala, analise o valor acrescentado de cada uma delas para o país.”
Valor acrescentado da JP Sa Couto: Acusada de “roubar” 5 milhões de euros ao Estado. Vale mesmo a pena ser ladrão em Portugal.
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“Acusada de “roubar” 5 milhões de euros ao Estado”
Acusada de roubar 4% de 5 milhões.
“Se não entende a diferença, ok”
Adolfo, você é que não entendeu que não há diferença. No e-escolinhas como no e-escolas os 3 operadores suportam os custos dos computadores.
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«No e-escolinhas como no e-escolas os 3 operadores suportam os custos dos computadores.»
Esta informação é errada, como é do conhecimento público. O próprio governo admitiu que pagará a diferença caso os fundos reservados para a Sociedade da Informação não sejam suficientes.
http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/magalhaes_o_governo_tambem_paga_a_factura_894846.html
E foi público que esses fundos não seriam suficientes para o e-escolhina. (É necessário deixar aqui o link para a notícia?)
Quanto ao e-escolas, o negócio paga-se a si próprio, como se pode ver pelas contas aqui apresentadas:
http://fliscorno.blogspot.com/2007/09/fujitsu-siemens-toshiba-satellite-l40.html
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