Filhos da p#$# da justiça portuguesa e da segurança social
A unica coisa que apetece dizer é insultar toda a gente pois atingiramo limite da incompetencia
Pelo menos deviam ter exigido que a mae morasse 1 ou 2 anos em portugal antes de ir para a russia.
Sõa uns filhos da mae! Sacanas,m incompetentes, que andam anos a gastar dinheiro e são incapazes de defender uma criança!
Basta olhar para olhar para a sociedade russa, livre de todos os problemas sociais que afligem praticamente todos os países do mundo, para se perceber que a educação russa é de facto muito melhor que a “educação mimada europeia”. É disso que a Helena Matos quer que falemos, não é?
Lá vem a troglodice…o nome do juiz é colectivo. A decisão de primeira instância de entregar a menor à família de acolhimento, foi de um/a juiz singular. Certamento com base em relatórios e testemunhos da família de acolhimento e amigos, a dizerem que eram pessoas impecáveis e a mãe nem a conheciam sequer…
Na Relação de Guimarães, pelo menos intervieram três juizes desembargadores e ainda o procurador geral-adjunto, decidiram precisamente ao contrário e a menina foi entregue à mãe que nunca desistiu de a ter consigo.
Claro que ao fim de mais de dois anos nestas andanças, houve recurso da família de acolhimento. Recurso para o STJ, onde intervieram mais três juízes, pelo menos e ainda um procurador-geral adjunto. Portanto já vão oito magistrados para além do juiz singular e procurador da primeira instância de Barcelos.
Depois, sabe-se que houve recurso para o TRib Constitucional. Pelo menos um juiz relator e um colecctivo constitucional, intervieram para sancionar a decisão do tribunal da Relação de Guimarães.
O problema é que nestas andanças do processo da Relação para o STJ e o TC, democou-se um ano enquanto a menina crescia na expectativa…
Pergunta-se: alguém se deu ao cuidao de ver porque razão estes processos podem demorar um ano inteiro a resolver nas instâncias superiores?
Justrifica-se? Terão assim tanto trabalho? Ou serão as regras processuais e os prazos dilatados ( apesar deste processo ser urgente) que o justificam?
Já aconteceu o mesmo no caso Esmeralda.Aí o processo esteve dois anos parado ( sim, parado) na mesa de um conselheiro do TC, Pamplona. Alguém lhe foi perguntgar porquê?
Portanto, resumindo e concluindo: a decisão sobre a menina russa é…colectiva e com muita gente que viu, estudou, ponderou e resolver desta forma o processo.
Aparece agora um jornalista qualquer que ouviu os lamentos da família de acolhimento e o director do Aboim Ascensão e a santinha ladina e é isto que se vê, por estes comentários: já conhecem tudo mesmo sem saber quase nada.
Há um pequeno problema do qual ninguém fala: a rapariga é cidadã portuguesa e o Estado português agachou-se perante a política não mimada da Rússia. A questão é política e pouco jurídica. Infelizmente somos desgovernados por gajos prepotentes com os fracos e impotentes e agachados com os fortes. Socretinos.
Nem mais e-ko, o problema é que a cultura Romântica da Europa Ocidental anda-se do 8 para o 80 e vice versa. Agora estamos no 8, dentro de 10-20 anos quando as pessoas começarem a sentir mais os resultados do 8 a sociedade irá para o 80, aí já a eficiência a todo o custo mesmo com abusos ultrapassará a estética tão valorizada hoje.
ó senhor José. É por causa de pessoas como o senhor sempre a defender o indefensável que a justiça está como está. O José lava mais branco! Aparece sempre alguém a dizer que a jusriça não tem nome, é do código penal, etc etc. Há uma pessoa juiz ou vários que assinou por fim. Esse é o culpado. Não assinasse.
E mesmo que fosse um colectivo é pior. É porque a coisa é de uma bandalheira completa que só tem solução se forem todos para o raio que os parta!!!
#12 – só sabes o que interessa à corporação e os nomes dos teus ódios pessoais. tudo o resto são incertezas, desconhecimentos, a puta da lei, o legislador, o governo e o excesso de trabalho da corja. o culpado é sempre da família do sócrates. cambada de inúteis, piores que profs.
Uma vez escrevi aqui a propósito de uma outra decisão judicial que o comentador se estivesse no lugar do julgador faria o mesmo.
Não é que tivesse a certeza disso, porque nestes casos pode haver tantas sentenças quantas as cabeças. Mas um julgador colocado perante as circunstâncias concretas de cada caso e perante todos os elementos de que dispõe, normalmente não faz disparates sem jeito. Pode decidir de modo errado e por isso é que existem recursos que tentam salvar o que pode ser salvo.
No caso concreto há diversos factores em jogo mas não é o jornalista e o perito mai-la santinha que podem dar-se à petulância de tudo saberem e julgarem, tal como esses dois anónimos trogloditas.
O problema com estes anónimos saídos do refúgio Aboim é que nem se dão ao cuidado de pensar.
Eu conheço factos que tu conheces e ainda outros que resultam de um saber que tu não queres ter. Ou não podes. Pensa um bocado nas coisas, pode ser que tenhas sorte e descubras que a inteligência não é apanágio apenas de comentadores anónimos.
Eu recomendo que estes desaires iniciais não demovam os autores dos “nascimentos” turisticos “Portugueses”.Todos nunca seremos demais.Assim como o mar vai e vem também agora deve ser a vez dos povos “descobertos” descobrirem e por nossa conta a europa.
a minha decisão era que a mãe tivesse que viver com a crinaça em portugal pelo menos um ano antes de a criança ir para a russia e só ia se a criança estivesse perfeitamente adaptada.
conheces os factos e o que fzes é justificar os factos. É lindo. Assim a justiça pode continuar a ser a injustiça e a não defender a crinça. O país traiu aquela criança. É uma vergonha. Uma vergonha para o país que me faz colocar a cara no chão. Vergonha!!! Vergonha!! Vergonha!!!
A Justiça não é para iluminados, mas para quem a sabe aplicar. Dar a cada um aquilo que lhe pertence, quanto a mim, ainda é a melhor definição de justiça.
Mas não me parece que seja assim como este comentarista escreve, sem mais delongas ou preocupações:
“a minha decisão era que a mãe tivesse que viver com a crinaça em portugal pelo menos um ano antes de a criança ir para a russia e só ia se a criança estivesse perfeitamente adaptada.”
Onde está a lei que obrigaria a uma coisa destas? Sim, onde está?
Quem a sabe aplicar? Quem? Bandalhos que se escondem atrás de leis para justificar o indefensável?
Vá passear. Isto já não há pachorra para aturar bandalheira. Acabou!
#20 – “E a seguir insultos para quem discorda.”
é preciso ter lata, insinuas, difamas e insultas, a granel e individual, e ainda te queixas de ser insultado depois de adjectivares o pessoal de trogoloditas.
Senhor José não exste nenhuma lei em Portugal que obrige um juiz a entregar uma criança à mae biológica se isso poder colocar a criança em risco!!! E deixem-se de tretas! Ide pentear macacos.
Já sei que estou a escrevr parvoíces que estou a ser parva mas estou a dar azo à minha vontade de bater em todo o mundo. Porque é revoltante. É doentio . É absurdo. Impossível. É de levar à loucura ver como a justiça é bandaljha, sacana, e parva!
Na política pode haver reacções a medidas do Governo que não nos agradem uma vez que nos influenciam directa ou directamente a vida. Por isso criticamos e temos o direito de ir mais longe nas críticas, chegando ao limite das observações pessoais ( por exempplo, sobre a preparação de um Manuel Pinho). Isso parece-me admnissível porque um político só o é porque quer e sabe o campo em que se move.
Agora, no poder judicial que é um dos poderes do Estado, causa-me alguma estranheza a constante deslegitimação dos magistrados, por um motivo:
Sendo um dos poderes do Estado, existe precisamente para dar a cada um aquilo que é seu.
Como é que sem se saber em concreto as razões de determinadas decisões, se avança logo para a crítica enxovalhante e destruidora, sabendo que os críticos não entendm o funcionamento do sistema e principalmente não conhecem os casos concretos em toda a sua extensão?
Uma decisão judicial deve ser criticada logo que saibamos os respectivos fundamentos. Antes disso, parece-me vazio de sentido e sem grande interesse, a não ser para destruir a credibilidade dos juízes.
Estes são como todos os profissionais: fazem o melhor que sabem o podem. O sistema pode não ser o melhor e concordo com quem o diz, mas os profissionais são tão bons profissionalmente, ou melhores, que qualquer comentador que aqui aparece, de modo anónimo, a insultá-los.
Vai aqui um desconcerto mental total.
Então os juízes não são obrigados a tomar as decisões conforme a lei? Se não aplicaram é mover-lhes um processo.
Publicar o nome do juiz? mas que juiz? se foram decididos em instâncias várias por colectivos de juízes? Saberão o significado de colectivo de juízes?
A puta da lei? A dita foi feita e votada pela assembleia dos representantes do povo. Será que pensa que a dita cuja pode ser feita conforme os sentimentos de cada um, conforme o caso?
A demora? mas que demora? a demora decorre não só dos juízes mas muito dos prazos que são “garantias” e estas são muitas das conquistas de Abril…..as garantias.
Querem passar sobre isso tudo?
Devem é querer um poder discricionário que possa encostar á parede e fuzilar quem eles querem.
Volta “Salazar” e se não voltares manda o teu mentor inverso “Stalin” que estes problemas deixam pura e simplesmente de existir.
Deporta-se,encarcera-se, fuzila-se ou enforca-se tudo quanto é lei,os que as votam e publicam, os juízes …..até a acabar nos votantes.
“Aprendizes emocionados” de tais medidas não faltam.
Os meus insultos são apenas resposta a quem me ofendeu. É que sendo católico, não sigo à risca o ensinamento de oferecer a outra face, mas tento ser justo e equilibrar o prato da balança. Por isso , para troglodita, meio trogloditismo.
“Uma decisão judicial deve ser criticada logo que saibamos os respectivos fundamentos. Antes disso, parece-me vazio de sentido e sem grande interesse, a não ser para destruir a credibilidade dos juízes.”
Estou-me NAS TINTAS para a politica neste caso. e A CREDIBILIDADE dos juízes são eles que a fazem. Fazem uma criança infeliz. Fazem sofrer uma criança e arriscam entregar uma criança a uma mae que a tinha abandonado e para partir para um local estranho. Isso dá uma credibilidade aos juizes monumental!
Deviam pensar que a criança antes de partir devia aprender russo, viver com a mae, adaptar-se e cá. Para ter a certeza que a mae não estava a fingir ser responsável!
Em Portugal o leitor médio de jornais é assim como o espectador de tv: no sofá julga segundo o que lhe parece e lhe apresentam. Geralmente, julga parcialmente, com dados truncados, sem equilíbrio de razões de ambos os lados, sem ponderação da razão.
O julgador mediático, em Portugal, é a populaça, como por aqui, nesta caixa de comentários se pode ler.
A razão cede sempre à paixão ou à impressão. A intuição tem mais a ver com o que parece do que com aquilo que é.
V. sabew exactamente o que faz aquela criança concreta, feliz?
Seria ficar com a família de acolhimento, esse prenúncio de felicidade? Tem a certeza? É já agora, como a adquiriu? Pelo que leu nos jornais e aqui, foi?
Tem assim tanta fé nos jornais? A credibilidade de certos jornalistas é superior à dos magistrados do processo, acha?
As entregas judiciais, entre pais, são traumáticas para as crianças. Ocorrem todos os dias nos tribunais de Família e nos de competência genérica para tal.
São actos que se destinam a arrancar, por vezes literalmente, uma criança a um dos pais para a entregar a outro.
Agora, pense numa criança de 4 anos, ainda sem suficiente formação para se auto-determinar em relação a um ou a outro dos pais.
Que fazer? Como Salomão?
A minha experiência, no entanto, diz-me que passado pouco tempo, as crianças têm defesas suficientes para ultrapassar o trauma, se bem que algo fique para sempre.
Mas…de quem é a responsabilidade?
Citei o caso de pais que é para ver a diferença e semelhanças. Aqui nem se trata de pais, mas de família de acolhimento.
Se ler o que escrevi com atenção, sabe que está a ser injusto/a. Não me interessa nada defender classe alguma, até porque alguma dessa classe não tem classe alguma.
O trocadilho serve para dizer que não é isso que procuro fazer, mas apenas levar um pouco de sensatez a quem a parece não ter.
#42 – além do + és aldrabão. o #5 perguntou o nome do juiz e tu todo lampeiro respondes ao gajo: “lá vem a troglodice…o nome do juiz é colectivo”. quem não te conhecer que te compre, serves-te da justiça para fins pessoais e afirmação política e achas-te intocável, como todos os justiceiros. chapéus há muitos e tola há pouco.
POr outro lado, para mim e ao contrário dos refugiados no Aboim e das santinhas da ladeira dos milagres, a família biológica e os irmãos e os laços de sangue contam alguma coisa. Não contam tudo, mas não os desvalorizo como esses fazem, não sei bem porquê. Ou talvez pressinta.
São juizes do tribunal da Relaçãod e Guimarães. Telefone para lá e pergunte, porque não julgo que o acórdão esteja na Net. Mas posso esta engandado.
E não sei quem são, porque se soubesse escrevia aqui os nomes, para os defender.
—> Com o fim da repressão dos Direitos das mulheres… os custos de renovação demográfica subiram duma forma brutal… e a Europa Branca tornou-se uma civilização inviável…
—> O estado alemão está a oferecer 25 mil euros por cada filho nascido a partir de Janeiro de 2007… no entanto… são os alemães não-nativos que estão a ‘puxar’ pela taxa de natalidade…
NOTA: Em Portugal estão a nascer por ano cerca de 100.000 crianças (nota: número que é insuficiente…). Consequência: uma atitude semelhante…, iria custar ao contribuinte português 2.500.000.000 euros por ano: são 500 milhões de contos por ano, e depois ainda à que somar: despesas com a fertilidade dos casais, despesas com a gravidez das mulheres, despesas em Saúde e Educação até à idade adulta, etc…
P.S.
—> Os Bandalhos Brancos são Bandalhos… mas não são parvos –»» Como não constituem uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL – isto é, uma sociedade dotada da capacidade de renovação demográfica – os Bandalhos Brancos (a maioria dos europeus) procuram infiltrar-se em qualquer lado [ex: quer importando outros povos para a Europa… quer deslocando-se para o território de outros povos…], consequentemente, os Bandalhos Brancos são intolerantes para com a preservação/sobrevivência das Identidades Étnicas Autóctones…
#55 – aldrabão, quando não te agrada refugias-te nas vírgulas, na ortografia, no diz que não disse, na confusão, que é o sitio onde nadas melhor, mguedes style.
O acordão é uma aberração! Leiam.
“Sintomático disso é a estereotipada e tão em voga linguagem visceral da “família do coração”, como se o amor materno tivesse a dimensão de uma mão fechada que guarda para si e não a grandeza de uma mão aberta que abdica, que dá e nada espera em troca!”
Resumindo nada aconselha a que a um “ocasional” nascimento em Portugal se “deva” dar NACIONALIDADE Portuguesa.Uma medida que não nos favorece nada.Só nos torna mais pobres…
O José tem razão.Os laços de sangue são os mais importantes em qualquer parte do mundo.E as suas fidelidades também… daí é ver a asneirada que por cá se anda fazendo a regra e esquadro…
“aj) Quando a progenitora se deslocou para Portugal veio em férias e não por razões económicas.
ak) Antes de sair do seu país de origem a progenitora já não vivia com os pais e nunca teve a filha mais velha a seu cargo.
al) São estes que desde sempre cuidam da irmã da menor Alexandra, sendo que quando ainda vivia naquele país a mãe apenas a visitava ao fim de semana.
am) Ainda na Rússia, a progenitora teve vários relacionamentos amorosos, sendo divorciada.
an) Recentemente a progenitora, encontrando-se alcoolizada, foi encontrada em cima de um autocarro, tendo sido necessário solicitar a presença da PSP e o auxílio dos bombeiros e após ter sido retirada daquele local e se mostrar agressiva foi conduzida à Unidade de Psiquiatria do Hospital de S. Marcos, tendo sido transferida para a Casa de Saúde, na qual ficou internada, mas não aceitou manter o internamento e saiu contra parecer médico na manhã seguinte. ”
A semhora tem uma outra filha que nem a quer para viver com ela!!! Está com a avo!!
Cuidado com as conclusões apressadas da leitura do acórdão.
O Vital Moreira fez o mesmo quando saiu o acórdão do Paulo P. A vontade de mostrar os erros era tanta que até confundiu a argumentação do seu apaniguado com a do tribunal…
Portanto, senso, precisa-se.
E comente lá o tal Horror…que bem gostaria de ler essa concepção inscteana da parternalidade…
Secção Cível:
Dr. António Fernando Gomes da Silva – Juiz Desembargador (Presidente da Secção Cível)
Dr. Amílcar José Marques Andrade – Juiz Desembargador
Dr. José Inácio Manso Raínho – Juiz Desembargador
Drª Maria Rosa Oliveira Tching – Juíza Desembargadora
Dr. Joaquim Luís Espinheira Baltar – Juiz Desembargador
Dr. Carlos Manuel Rodrigues de Carvalho Guerra – Juiz-Desembargador
Dr. José Miguel Pereira da Rocha – Juiz Desembargador
Dr. António Alberto Rodrigues Ribeiro – Juiz Desembargador
Dr. Henrique Manuel Antunes Figueiredo de Andrade – Juiz Desembargador
Dr. António Augusto de Carvalho – Juiz Auxiliar
Drª Maria da Conceição Correia Ribeiro da Cruz Bucho – Juíza Auxiliar
Dr. José Augusto Gouveia Barros – Juiz Auxiliar
Dr. Antero Dinis Ramos Veiga – Juiz Auxiliar
Drª Teresa de Jesus Ribeiro de Sousa Henriques – Juíza Auxiliar
Drª Maria Luísa Meireles Carvalho Franco Duarte Ramos – Juíza Auxiliar
Drª Raquel Maria Carvalho Rêgo da Silva – Juíza Auxiliar
Dr. António Júlio da Costa Sobrinho – Juiz Auxiliar
Drª Maria Isabel Louro Xavier Fernandes de Castro Rocha – Juíza Auxiliar
Dr. António Manuel Charneca Condesso – Juiz Auxiliar
Nestes todos lá está, o Gouveia Barros
Então são estes os nomes dos responsáveis pelo destino da criança
“E na esteira de acórdão da Relação de Lisboa de 19/9/06 (Rijo Ferreira) defendemos que na aplicação de medidas de promoção e protecção de menores deve dar-se prevalência às soluções que permitam a integração na família natural e só quando esta não se mostre viável se deverá optar por soluções institucionais.
No caso vertente a questão da escolha da medida nem sequer se coloca, como já assinalámos, pois a progenitora pretende retornar ao seu país natal (relatório de fls 414), objectivo que de qualquer maneira sempre lhe seria imposto, não havendo justificação relevante para lho impedir. ”
A miuda viveu dos 17 meses aos 6 sem a ajuda da mae para nada e quando é expulsao do país quer levar a filha e o tribunal lava as suas mãos e manda a criança com a mae porque eles lá que se arranjem! É o melhor para a criança que nem russo fala!
#62 – podiam fundamentar que foi a solução + barata para o contribuinte.enquanto não acordas, eu vou açordar uma de gambas e umas bjekas, dando graças por não haver pena de morte em portugal.
Por mim, dispenso bem os sermões de José.
É que não acrescenta nada a coisa nenhuma, limitando-se a defender a corporação a que alegadamente pertence (e pertencerá?). Esta, pelos vistos, tem sempre razão, sendo a justiça portuguesa a melhor do mundo. Seria para rir, se não fosse revelador de total cegueira total perante a realidade de um sistema caracterizado pela mais profunda incompetência.
Haja Deus!
“Dr. António Fernando Gomes da Silva – Juiz Desembargador (Presidente da Secção Cível)
Dr. Amílcar José Marques Andrade – Juiz Desembargador
Dr. José Inácio Manso Raínho – Juiz Desembargador
Drª Maria Rosa Oliveira Tching – Juíza Desembargadora
Dr. Joaquim Luís Espinheira Baltar – Juiz Desembargador
Dr. Carlos Manuel Rodrigues de Carvalho Guerra – Juiz-Desembargador
Dr. José Miguel Pereira da Rocha – Juiz Desembargador
Dr. António Alberto Rodrigues Ribeiro – Juiz Desembargador
Dr. Henrique Manuel Antunes Figueiredo de Andrade – Juiz Desembargador
Dr. António Augusto de Carvalho – Juiz Auxiliar
Drª Maria da Conceição Correia Ribeiro da Cruz Bucho – Juíza Auxiliar
Dr. José Augusto Gouveia Barros – Juiz Auxiliar
Dr. Antero Dinis Ramos Veiga – Juiz Auxiliar
Drª Teresa de Jesus Ribeiro de Sousa Henriques – Juíza Auxiliar
Drª Maria Luísa Meireles Carvalho Franco Duarte Ramos – Juíza Auxiliar
Drª Raquel Maria Carvalho Rêgo da Silva – Juíza Auxiliar
Dr. António Júlio da Costa Sobrinho – Juiz Auxiliar
Drª Maria Isabel Louro Xavier Fernandes de Castro Rocha – Juíza Auxiliar
Dr. António Manuel Charneca Condesso – Juiz Auxiliar ”
Tantos sábios para decidir “o superior interesse da criança”. Aposto que sabem menos que uma miuda de 6 anos.
eu não consigo perceber estes casos. ninguém da segurança social explica bem às famílias de acolhimento o que são ? que são famílias que acolhem TEMPORÁRIAMENTE crianças enquanto as famílias biológicas não reúnem as condições necessárias para as criar ? dá ideia que pensam que poderão ficar com as crianças para sempre , tipo família de adopção. no caso de alguém meter um processo teria de ser a ss que é quem tem na realidade a criança a cargo. e no caso de conseguir que a criança não fosse com a mãe , deveriam mudá-la de família de acolhimento.
A parte da permanência de ilegais também deve ser apadrinhada pelos que se sensibilizam muito com as “famílias afectivas”.
Pelo meio vão sendo feitas crianças à conta desta maravilha que toda a gente apadrinha- a irmandade de portas abertas. Todos de mãos dadas, todos unidos- à escala planetária.
E para estes hipócritas todos dos “afectos” o que apetece perguntar é por onde andaram os afectos e apoios à mãe que teve a filha em Portugal.
Souberam encontrar família de acolhimento- que devia ser temporária, até a mãe ter forma de a sustentar.
E, durante todo esse tempo, marimbaram-se em qualquer integração e apoio à mãe.
Passados 6 anos, estes imbecis da utopia de porta aberta e todo o planeta de mãos de dadas, esquecem a porta aberta e mais as integrações e recambiam-na para o país de origem.
Ora bem.
Está aqui espelhada a farsa da globalização e os desenraizamentos que provoca.
Por outro lado, a secção cível, toda em conjunto, do TRG não é responsável pelo acórdão. Os únicos são o relator e os dois vogais do colectivo que lêem o que o relator escreve, concordam ou não ( quem não concordar, escreve porquê) e assinam.
Além disso, é preciso enunciar os nomes dos juizes conselheiros do STJ que sufragaram a decisão da Relação e lhe derem o seu apoio e que são vários também.
Também será preciso ver quem foi o relator do acórdão no TConstitucional ( deve lá estar, se quiserem procurar) e ver quem co-assinou.
Só assim encontram os responsáveis pela decisão.
Mas quanto ao “Horror” só vejo tretas. Não vejo quem consiga explicar o Horror de uma mãe ser mais altruista do que egoista…
O josé parece-me ser a única pessoa lúcida nesta discussão, em que se pensa mais com o coração de que com a cabeça. Bem português.
Para além disso um Tribunal decide por unanimidade entregar uma criança para ser educada pela mãe biológica e é o vê se te avias de almas revoltadas. Todos os dias os nossos filhos são educados por professores escolhidos pelo Estado, cuidados por médicos que não escolhemos, e para isso ninguém se sente enxofrado e ofendido.
Prontess está decidido.
Anonimamente vou procurar uma famìlia “desestruturada” de preferência emigrante ilegal, acolho-lhe os filhos, uns anitos,aguento com eles de recurso em recurso num tribunal cível ou de familia,e no final chamo umas anónimas de preferência com câmara de tv atrás para filmar dar a saber contar o tempo em que estive a “acolher” as crianças e passo a ter a populaça do meu lado.
Batemos no fundo? Não!! podem crer que não. Este sentido de justiça telenovelesco ainda está a dar os primeiros passos.
É isso mesmo. A questão de fundo que ninguém quer abordar é que tudo isto é fruto desta mudança histórica que acarreta muitas coisas negativas.
E a hipocrisia dos afectos e das ideologias espelha-se aqui.
Em relação aos imigrantes é a carne no porão que também é excelente para a mão-de-obra escrava.
Mas todos vendem a mentira sob a capa do humanismo.
Depois vê-se. Como existem países e culturas bem diferentes, isto nunca poderá ser uma irmandade planetária.
Deixam entrar, deixam-nos permanecer ilegais e os truques fazem-se.
Com fabricação de filhos, por exemplo.
Depois, os autóctones descobrem as excelentes potencialidades destes escravos fornecerem filhos aos inférteis- à Swift- e vá de se chegarem à frente como “famílias de acolhimento”.
A Segurança Social e todo o restante humanismo, sacode a água do capote e vá de se estarem nas tintas para quem fica entregue à sua sorte.
Depois, passados 6 anos e com mais desenraizamento e família maior, lá despacham para a sua terra.
Mas, as pombinhas da assistência- essas militantes pela família afectiva, também têm a sua agenda.
E não é muito diferente disto que eu acabei de relatar- os pretextos para criarem utopias, nem que seja à conta dos filhos dos outros.
Se há questão comum às mais antigas utopias, desde as literárias às anabaptistas e huteritas na moldávia, é a fabricação de uma sociedade nova à conta de filhos entregues a “educadores”.
E esta utopia vai continuar com os psicólogos que também desejam corrigir o que é natural e depois temos tudo o resto. Dos kitbutzs de crianças a tudo o resto.
O Jonathan Swift nunca esteve tão actual- tudo por bem- na volta, são apenas “Modestas Propostas”.
Até parece que só recentemente é que as prostitutas passaram a ter filhos.
O que acontece recentemente, é haver uma classe de jornalistas que pega nisso para fazer notícia.
E como se trata de criancinhas, aparecem logo os amigos das criancinhas, as mães, as que não conseguem ser mães, as feministas e toda uma potencial clientela que justifica o escrito.
É claro que haverá por aí muito adulto filho dessa classe (prostitutas), com muito para contar, mas como já não são criancinhas, a outra classe(jornalistas) não lhe pega.
sem me referir a esta situaçao, e que nao é o caso, a nova educaçao do nosso liberalismo que chegou à familia tem resultados degradantes, tenho medo do futuro!!!
estamos a perder valores graças á educaçao que é dada!!!!! Criticamos diariamente o salazarismo mas a verdade é que estavamos bem melhor
a criança foi muito bem entregue à mãe. e levar umas palmadas nunca fez mal a ninguém. e não podi estar mais de acordo com isso.
“Sintomático disso é a estereotipada e tão em voga linguagem visceral da “família do coração”, como se o amor materno tivesse a dimensão de uma mão fechada que guarda para si e não a grandeza de uma mão aberta que abdica, que dá e nada espera em troca!”
“Aparece agora um jornalista qualquer que ouviu os lamentos da família de acolhimento e o director do Aboim Ascensão e a santinha ladina e é isto que se vê, por estes comentários: já conhecem tudo mesmo sem saber quase nada.”
Vamos continuar a bater na mesma tecla… TVI… e este é o Jornal Nacinal
É o sítio onde se crê que uma criança é propriedade de quem a pariu (palavra técnica). Os srs juízes são partidários dessa concepção de superior interesse da criança -creio que é isso que a lei diz.
Já é a 3ª a ser entregue, como se fosse um animal doméstico fugido do curral. Uma foi assassinada pelos proprietários -a família paterna. Esperemos para ver o que acontece a esta e já agora à Esmeralda. Ainda as vamos ver na valeta: a prostituir-se, ou mortas!
“No caso concreto há diversos factores em jogo mas não é o jornalista e o perito mai-la santinha que podem dar-se à petulância de tudo saberem e julgarem, tal como esses dois anónimos trogloditas.
O problema com estes anónimos saídos do refúgio Aboim é que nem se dão ao cuidado de pensar.”
Bom… aqui não punha a minha mão no fogo… em todas as profissões há profissionais competentes e não competentes.
noentanto concordo que sejam melhor profissionais que qualquer comentador que aqui aparece, de modo anónimo, a insultá-lo.
Bem.. Hee… hee… Este amigo partiu-vos o cerebreulo
Caro amigo José… infelizmente quanto mais leio mais me parece que o comentário 49 é o que está correcto!! encostou esta malta a um canto com razões aparentemente certas, mas quando fala no nome de alguém como MMG e a considera boa profissional… Um grande abraço…
Prontos… e assim vai a nossa justiça em Portugal… Como se pode ver, um Sr. Juiz é um tipo que fala bem, encosta qualquer um a um canto com o seu palavriado rebuscado, diz muita coisa certinha, tenta ser justo segundo as leis existentes no mercado mas o sistema não deixa. Critica o jornalismo gratuito e depois diz que MMG é que é das dele…
E quem se lixa… è a criancinha que agora vai ter que aprender Russo à foça, ou não… no futuro pode vir a ser tradutora Russo/tuguesa…
José, não é do clube ou não se assume?
Ficámos a saber do seu bom gosto e das suas preferências no que concerne a telejornais.Parabéns!
Consumidor, também, do extinto Jornal do Crime!Presumo eu…
Não sou juiz de coisa nenhuma, muito menos aqui. Quanto ao facto de apreciar a MMG, como profissional, parece-me que faz um bom trabalho que outros jornalistas não fazem.
Á única crítica que lhe fazem é pelo facto de incomodar o Governo com factos, factos e mais factos. Os restantes jornalistas incomodados não ligam a factos. Preferem a sua opinião sobre eles e escrevem-na mesmo quando redigem as notícias.
Quem gosta de MMG não pode apreciar Eduarda Maio. E o jornalismo desta tem pouco a ver com jornalismo, mas tem muito a ver com causas políticas onde o jornalismo é notícia
Quanto ao clube, quer dizer da panasquice ambiente e corrente em certos círculos, não faço mesmo parte. Não hostilizo mas não aprecio. Para esse clube é preciso ter queda que julgo não ter e como sou conservador, considero ainda que essa queda já vem de nascença.É biológica, embora não tenha a certeza porque ninguém tem. Para mim é triste. Para outros, não sei.
Sobre o Crime e o Jornal de Sexta, a comparação só qualifica quem a faz, objectivamente. E assin denota que prefere as Maio às Guedes.
É uma questão de gosto, querer ser enganado. Mas não é inocente.
Como é que pode inferir que prefiro as Maio às Guedes? Sabe, há outras cores para além do P&B!
Há quem goste de insinuações “inocentes”, como é o seu caso. É uma questão de falta de gosto, mas gostos não se discutem, digo eu…
E como é que se deu ao cuidado de associar o Crime ao Jornal de Sexta, para dizer que o modelo de jornalismo que prefiro é o do Crime? Também foi por causa do gosto?
Só vou fazer este comentário, não gosto muito de ping-pong, mas até este caso,
era favorável á ideia predominante na Justiça da entrega de crianças á familia biológica, isto apesar de não me ter exposto á sessão de gritos pungentes que
parece ter ocorrido no momento da separação do casal de acolhimento… Mas por
muito racionalista que seja o José ao argumentar com a ignorância de “todos os
dados” em posse dos juizes, esse argumento não colhe pois existe informação
disponivel suficiente sobre a mãe, aliás no video “das palmadas” já dá para
perceber do estado etilizado da progenitora… Tal como todos os episódios,
da sua desastrada vida em Portugal, demonstra incapacidade #obvia# para cuidar
de crianças. Institucionalmente pode ser um caso dificil de encontrar a melhor
solução, mas ESTA seguramente que não foi a melhor (para a miuda), seis meses
com aquela irresponsável da mãe e Portugal será apenas um sonho bom e antigo…
Não seria possivel manter a mãe algum tempo em Portugal para a adaptação da miuda? Era juridicamente impossivel? Não seria possivel declarar a mãe incapaz e
atribuir a guarda á familia distante, os avós? Não seria possivel uma qualquer
articulação com a segurança social russa? Esta parece-me uma má solução….
e até mal fundamentada… por exemplo aqui: ….”encontrarão ainda o conforto económico que entre nós lhes faltou, sendo o apoio social prometido pelas competentes autoridades no âmbito deste processo UM LEVE BÁLSAMO PARA TANTA PROVAÇÃO INFLIGIDA. (maiusculas minhas!)
E se algum risco ou perigo houvesse a debelar – e decididamente ENTENDEMOS QUE NUNCA HOUVE! – bastaria essa garantia adicional para tornar sem o mínimo fundamento a medida de protecção decretada”……..
São no mínimo “inquietantes” essas notícias. pobre criança!
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Levei muita palmada e só me fez bem…
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Filhos da p#$# da justiça portuguesa e da segurança social
A unica coisa que apetece dizer é insultar toda a gente pois atingiramo limite da incompetencia
Pelo menos deviam ter exigido que a mae morasse 1 ou 2 anos em portugal antes de ir para a russia.
Sõa uns filhos da mae! Sacanas,m incompetentes, que andam anos a gastar dinheiro e são incapazes de defender uma criança!
Que vergonha!
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Se for para continuar a ter casos destes é ACABAR COM AS FAMILIÁS DE ACOLHIMENTO já!
Basta porque a scrianças não são cães! E nem estes os cães merecem ser tratados como são tratados.
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Alguém sabe o nome do juiz que é para mandar afixar em todo o lado?
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Basta olhar para olhar para a sociedade russa, livre de todos os problemas sociais que afligem praticamente todos os países do mundo, para se perceber que a educação russa é de facto muito melhor que a “educação mimada europeia”. É disso que a Helena Matos quer que falemos, não é?
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livre de todos os problemas sociais
está a ironizar, espero!
até a mãe russa teve problemas sociais graves, deve ter sido da maravilha da educação que recebeu na russia
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#7 anónimo
A ironizar? Eu nem sei o que isso é!
A Helena Matos é que deve ser especialista nisso, pergunte-lhe.
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duas realidades inquietantes:
1. a forma como se educa em casa da Natália.
2. a forma como se educa em Portugal, deixa-se fazer tudo.
ambas vão a verdade e muito inquietantes!…
há alternativa!
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upsss… ambas são e não ambas vão.
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As crianças sernhor…
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#5:
Lá vem a troglodice…o nome do juiz é colectivo. A decisão de primeira instância de entregar a menor à família de acolhimento, foi de um/a juiz singular. Certamento com base em relatórios e testemunhos da família de acolhimento e amigos, a dizerem que eram pessoas impecáveis e a mãe nem a conheciam sequer…
Na Relação de Guimarães, pelo menos intervieram três juizes desembargadores e ainda o procurador geral-adjunto, decidiram precisamente ao contrário e a menina foi entregue à mãe que nunca desistiu de a ter consigo.
Claro que ao fim de mais de dois anos nestas andanças, houve recurso da família de acolhimento. Recurso para o STJ, onde intervieram mais três juízes, pelo menos e ainda um procurador-geral adjunto. Portanto já vão oito magistrados para além do juiz singular e procurador da primeira instância de Barcelos.
Depois, sabe-se que houve recurso para o TRib Constitucional. Pelo menos um juiz relator e um colecctivo constitucional, intervieram para sancionar a decisão do tribunal da Relação de Guimarães.
O problema é que nestas andanças do processo da Relação para o STJ e o TC, democou-se um ano enquanto a menina crescia na expectativa…
Pergunta-se: alguém se deu ao cuidao de ver porque razão estes processos podem demorar um ano inteiro a resolver nas instâncias superiores?
Justrifica-se? Terão assim tanto trabalho? Ou serão as regras processuais e os prazos dilatados ( apesar deste processo ser urgente) que o justificam?
Já aconteceu o mesmo no caso Esmeralda.Aí o processo esteve dois anos parado ( sim, parado) na mesa de um conselheiro do TC, Pamplona. Alguém lhe foi perguntgar porquê?
Portanto, resumindo e concluindo: a decisão sobre a menina russa é…colectiva e com muita gente que viu, estudou, ponderou e resolver desta forma o processo.
Aparece agora um jornalista qualquer que ouviu os lamentos da família de acolhimento e o director do Aboim Ascensão e a santinha ladina e é isto que se vê, por estes comentários: já conhecem tudo mesmo sem saber quase nada.
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O melhor mesmo é fazer uma ode as crianças…
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Há um pequeno problema do qual ninguém fala: a rapariga é cidadã portuguesa e o Estado português agachou-se perante a política não mimada da Rússia. A questão é política e pouco jurídica. Infelizmente somos desgovernados por gajos prepotentes com os fracos e impotentes e agachados com os fortes. Socretinos.
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Nem mais e-ko, o problema é que a cultura Romântica da Europa Ocidental anda-se do 8 para o 80 e vice versa. Agora estamos no 8, dentro de 10-20 anos quando as pessoas começarem a sentir mais os resultados do 8 a sociedade irá para o 80, aí já a eficiência a todo o custo mesmo com abusos ultrapassará a estética tão valorizada hoje.
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ó senhor José. É por causa de pessoas como o senhor sempre a defender o indefensável que a justiça está como está. O José lava mais branco! Aparece sempre alguém a dizer que a jusriça não tem nome, é do código penal, etc etc. Há uma pessoa juiz ou vários que assinou por fim. Esse é o culpado. Não assinasse.
E mesmo que fosse um colectivo é pior. É porque a coisa é de uma bandalheira completa que só tem solução se forem todos para o raio que os parta!!!
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Hoje não tenho tempo. Mas vou saber o nome de quem assinou que é para prevenir o mundo inteiro.
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alguém se deu ao cuidao de ver porque razão estes processos podem demorar um ano inteiro a resolver nas instâncias superiores?
quem se devia dar a esse trabalho era os senhores juízes.
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#12 – só sabes o que interessa à corporação e os nomes dos teus ódios pessoais. tudo o resto são incertezas, desconhecimentos, a puta da lei, o legislador, o governo e o excesso de trabalho da corja. o culpado é sempre da família do sócrates. cambada de inúteis, piores que profs.
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#16 e #19:
A troglodice é inimiga da razão.
Conhecem o proecsso?
Não conhecem pois não?
Mas têm pretensões a saber já tudo e mais alguma coisa sobre o caso…
É esse o problema da cometarística avulsa: palpites sobre palpites segundo o que parece.
E a seguir insultos para quem discorda. Que só vos atingem a vós.
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#20 – e tu conheces? pelos vistos só sabes o que te interessa.
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Uma vez escrevi aqui a propósito de uma outra decisão judicial que o comentador se estivesse no lugar do julgador faria o mesmo.
Não é que tivesse a certeza disso, porque nestes casos pode haver tantas sentenças quantas as cabeças. Mas um julgador colocado perante as circunstâncias concretas de cada caso e perante todos os elementos de que dispõe, normalmente não faz disparates sem jeito. Pode decidir de modo errado e por isso é que existem recursos que tentam salvar o que pode ser salvo.
No caso concreto há diversos factores em jogo mas não é o jornalista e o perito mai-la santinha que podem dar-se à petulância de tudo saberem e julgarem, tal como esses dois anónimos trogloditas.
O problema com estes anónimos saídos do refúgio Aboim é que nem se dão ao cuidado de pensar.
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Eu conheço factos que tu conheces e ainda outros que resultam de um saber que tu não queres ter. Ou não podes. Pensa um bocado nas coisas, pode ser que tenhas sorte e descubras que a inteligência não é apanágio apenas de comentadores anónimos.
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Uma “Portuguesa” entregue a uma Russa?
Não me digam que os africanos também vão fazer o mesmo… seria uma catástrofe para o império em construção…
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Se fosses juiz social e estivesses perante a situação concreta, bem que gostaria de ver qual a tua decisão…
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Eu recomendo que estes desaires iniciais não demovam os autores dos “nascimentos” turisticos “Portugueses”.Todos nunca seremos demais.Assim como o mar vai e vem também agora deve ser a vez dos povos “descobertos” descobrirem e por nossa conta a europa.
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#25
a minha decisão era que a mãe tivesse que viver com a crinaça em portugal pelo menos um ano antes de a criança ir para a russia e só ia se a criança estivesse perfeitamente adaptada.
É a coisa mais que obvia.
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A JUSTIÇA É CEGA ..TANTO CONDENA UM PEDÓFILO à LIBERDADE COMO DÁ UMA CRIANÇA A UMA AVÓ NO Porto que a queima na banheira e a despeja NO DOURO…
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#23 – eu cá me queria parecer que isto era só para iluminados, deve ser a nova loja da justiça.
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#23
conheces os factos e o que fzes é justificar os factos. É lindo. Assim a justiça pode continuar a ser a injustiça e a não defender a crinça. O país traiu aquela criança. É uma vergonha. Uma vergonha para o país que me faz colocar a cara no chão. Vergonha!!! Vergonha!! Vergonha!!!
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A Justiça não é para iluminados, mas para quem a sabe aplicar. Dar a cada um aquilo que lhe pertence, quanto a mim, ainda é a melhor definição de justiça.
Mas não me parece que seja assim como este comentarista escreve, sem mais delongas ou preocupações:
“a minha decisão era que a mãe tivesse que viver com a crinaça em portugal pelo menos um ano antes de a criança ir para a russia e só ia se a criança estivesse perfeitamente adaptada.”
Onde está a lei que obrigaria a uma coisa destas? Sim, onde está?
É que a Justiça faz-se com leis, principalmente.
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#30:
“O país traiu aquela criança.”
Traiu como? Conheces qual o verdadeiro interesse da criança que nisto é o que importa?
Acaso a notícia sobre a educação russa é objectiva e relevante? Ou haverá interesse em destacar algo que podem nem ser real?
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Quem a sabe aplicar? Quem? Bandalhos que se escondem atrás de leis para justificar o indefensável?
Vá passear. Isto já não há pachorra para aturar bandalheira. Acabou!
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#20 – “E a seguir insultos para quem discorda.”
é preciso ter lata, insinuas, difamas e insultas, a granel e individual, e ainda te queixas de ser insultado depois de adjectivares o pessoal de trogoloditas.
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AINDA VOU ASSISTIR UM DIA A UMA DECISÃO JUDICIAL A DIZER QUE O PEDÓFILO É INOCENTE PORQUE O MENINO FOI CONTRA A PILA DO SENHOR DOUTOR…
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Senhor José não exste nenhuma lei em Portugal que obrige um juiz a entregar uma criança à mae biológica se isso poder colocar a criança em risco!!! E deixem-se de tretas! Ide pentear macacos.
Já sei que estou a escrevr parvoíces que estou a ser parva mas estou a dar azo à minha vontade de bater em todo o mundo. Porque é revoltante. É doentio . É absurdo. Impossível. É de levar à loucura ver como a justiça é bandaljha, sacana, e parva!
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Vai ver o que vai acontecer.
O cão que foi com a criança deve ir para o eio da rua ou morrer
E a criança vai ter um destino bonito
Depois quem vai preso?
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E há outra coisa que me causa perplexidade:
Na política pode haver reacções a medidas do Governo que não nos agradem uma vez que nos influenciam directa ou directamente a vida. Por isso criticamos e temos o direito de ir mais longe nas críticas, chegando ao limite das observações pessoais ( por exempplo, sobre a preparação de um Manuel Pinho). Isso parece-me admnissível porque um político só o é porque quer e sabe o campo em que se move.
Agora, no poder judicial que é um dos poderes do Estado, causa-me alguma estranheza a constante deslegitimação dos magistrados, por um motivo:
Sendo um dos poderes do Estado, existe precisamente para dar a cada um aquilo que é seu.
Como é que sem se saber em concreto as razões de determinadas decisões, se avança logo para a crítica enxovalhante e destruidora, sabendo que os críticos não entendm o funcionamento do sistema e principalmente não conhecem os casos concretos em toda a sua extensão?
Uma decisão judicial deve ser criticada logo que saibamos os respectivos fundamentos. Antes disso, parece-me vazio de sentido e sem grande interesse, a não ser para destruir a credibilidade dos juízes.
Estes são como todos os profissionais: fazem o melhor que sabem o podem. O sistema pode não ser o melhor e concordo com quem o diz, mas os profissionais são tão bons profissionalmente, ou melhores, que qualquer comentador que aqui aparece, de modo anónimo, a insultá-los.
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#36:
“não exste nenhuma lei em Portugal que obrige um juiz a entregar uma criança à mae biológica se isso poder colocar a criança em risco!!! ”
Anónima:
sabe se a criança está em risco? É por causa da notícia sobre a palmada que fala assim?
E chega-lhe para dizer isso?
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Vai aqui um desconcerto mental total.
Então os juízes não são obrigados a tomar as decisões conforme a lei? Se não aplicaram é mover-lhes um processo.
Publicar o nome do juiz? mas que juiz? se foram decididos em instâncias várias por colectivos de juízes? Saberão o significado de colectivo de juízes?
A puta da lei? A dita foi feita e votada pela assembleia dos representantes do povo. Será que pensa que a dita cuja pode ser feita conforme os sentimentos de cada um, conforme o caso?
A demora? mas que demora? a demora decorre não só dos juízes mas muito dos prazos que são “garantias” e estas são muitas das conquistas de Abril…..as garantias.
Querem passar sobre isso tudo?
Devem é querer um poder discricionário que possa encostar á parede e fuzilar quem eles querem.
Volta “Salazar” e se não voltares manda o teu mentor inverso “Stalin” que estes problemas deixam pura e simplesmente de existir.
Deporta-se,encarcera-se, fuzila-se ou enforca-se tudo quanto é lei,os que as votam e publicam, os juízes …..até a acabar nos votantes.
“Aprendizes emocionados” de tais medidas não faltam.
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Para mim a unica defesa daquela criança são os jornalistas. Enquanto andarem a vigiar a mãe e a saber noticias.
É uma tristeza. Infame.
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Os meus insultos são apenas resposta a quem me ofendeu. É que sendo católico, não sigo à risca o ensinamento de oferecer a outra face, mas tento ser justo e equilibrar o prato da balança. Por isso , para troglodita, meio trogloditismo.
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Os jornalistas destes casos, em Portugal, são piores profissionais que os magistrados que os decidem, geralmente e pelo que vou lendo.
Contudo, há poucas pessoas a pedirem-lhes responsabilidades.
Eu, pela minha parte, peço sempre. E não me faço muito rogado, porque se há desgraça em Portugal é no jornalismo.
E não estou a falar da Moura Guedes que essa é das minhas: diz o que tem a dizer. E só não diz mais porque senão cortam-lhe o pio.
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“Uma decisão judicial deve ser criticada logo que saibamos os respectivos fundamentos. Antes disso, parece-me vazio de sentido e sem grande interesse, a não ser para destruir a credibilidade dos juízes.”
Estou-me NAS TINTAS para a politica neste caso. e A CREDIBILIDADE dos juízes são eles que a fazem. Fazem uma criança infeliz. Fazem sofrer uma criança e arriscam entregar uma criança a uma mae que a tinha abandonado e para partir para um local estranho. Isso dá uma credibilidade aos juizes monumental!
Deviam pensar que a criança antes de partir devia aprender russo, viver com a mae, adaptar-se e cá. Para ter a certeza que a mae não estava a fingir ser responsável!
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Acho que deviam ter entregue a criança ao sargento Gomes.
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“E chega-lhe para dizer isso?”
Olhe, era boa noticia se estiver errado.
Só espero que se não estiver errado que os juízes paguem caro o que fizeram!
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Em Portugal o leitor médio de jornais é assim como o espectador de tv: no sofá julga segundo o que lhe parece e lhe apresentam. Geralmente, julga parcialmente, com dados truncados, sem equilíbrio de razões de ambos os lados, sem ponderação da razão.
O julgador mediático, em Portugal, é a populaça, como por aqui, nesta caixa de comentários se pode ler.
A razão cede sempre à paixão ou à impressão. A intuição tem mais a ver com o que parece do que com aquilo que é.
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#44:
V. sabew exactamente o que faz aquela criança concreta, feliz?
Seria ficar com a família de acolhimento, esse prenúncio de felicidade? Tem a certeza? É já agora, como a adquiriu? Pelo que leu nos jornais e aqui, foi?
Tem assim tanta fé nos jornais? A credibilidade de certos jornalistas é superior à dos magistrados do processo, acha?
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O José é mais um. Quer lá saber. Só lhe interessa a defesa da classe. Da impunidade.
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Então veja só isto que vem da experiência:
As entregas judiciais, entre pais, são traumáticas para as crianças. Ocorrem todos os dias nos tribunais de Família e nos de competência genérica para tal.
São actos que se destinam a arrancar, por vezes literalmente, uma criança a um dos pais para a entregar a outro.
Agora, pense numa criança de 4 anos, ainda sem suficiente formação para se auto-determinar em relação a um ou a outro dos pais.
Que fazer? Como Salomão?
A minha experiência, no entanto, diz-me que passado pouco tempo, as crianças têm defesas suficientes para ultrapassar o trauma, se bem que algo fique para sempre.
Mas…de quem é a responsabilidade?
Citei o caso de pais que é para ver a diferença e semelhanças. Aqui nem se trata de pais, mas de família de acolhimento.
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#49:
Anónimo/s:
Se ler o que escrevi com atenção, sabe que está a ser injusto/a. Não me interessa nada defender classe alguma, até porque alguma dessa classe não tem classe alguma.
O trocadilho serve para dizer que não é isso que procuro fazer, mas apenas levar um pouco de sensatez a quem a parece não ter.
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#42 – além do + és aldrabão. o #5 perguntou o nome do juiz e tu todo lampeiro respondes ao gajo: “lá vem a troglodice…o nome do juiz é colectivo”. quem não te conhecer que te compre, serves-te da justiça para fins pessoais e afirmação política e achas-te intocável, como todos os justiceiros. chapéus há muitos e tola há pouco.
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POr outro lado, para mim e ao contrário dos refugiados no Aboim e das santinhas da ladeira dos milagres, a família biológica e os irmãos e os laços de sangue contam alguma coisa. Não contam tudo, mas não os desvalorizo como esses fazem, não sei bem porquê. Ou talvez pressinta.
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E já agora José que sabe tanto de justiça, poupe-me tempo e diga-me onde posso na net ir saber quem foi o juiz ou o nome dos do colectivo?
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Anónimo #52:
Aldrabão és tu. O que o 5 escreveu foi isto:
“Alguém sabe o nome do juiz que é para mandar afixar em todo o lado?”
A fixação era para quê? Para o louvor público?
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54:
São juizes do tribunal da Relaçãod e Guimarães. Telefone para lá e pergunte, porque não julgo que o acórdão esteja na Net. Mas posso esta engandado.
E não sei quem são, porque se soubesse escrevia aqui os nomes, para os defender.
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Já escrevi que a mim preocupa muito mais o tempo de um ano que passou para o acórdão de Guimarães transitar em julgado.
Gostaria de saber se esta lei processual tem alguma justificação…
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Os juízes da secção cìvel do TRG estão AQUI
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EUROPA BRANCA: uma civilização inviável?
—> Com o fim da repressão dos Direitos das mulheres… os custos de renovação demográfica subiram duma forma brutal… e a Europa Branca tornou-se uma civilização inviável…
—> O estado alemão está a oferecer 25 mil euros por cada filho nascido a partir de Janeiro de 2007… no entanto… são os alemães não-nativos que estão a ‘puxar’ pela taxa de natalidade…
NOTA: Em Portugal estão a nascer por ano cerca de 100.000 crianças (nota: número que é insuficiente…). Consequência: uma atitude semelhante…, iria custar ao contribuinte português 2.500.000.000 euros por ano: são 500 milhões de contos por ano, e depois ainda à que somar: despesas com a fertilidade dos casais, despesas com a gravidez das mulheres, despesas em Saúde e Educação até à idade adulta, etc…
P.S.
—> Os Bandalhos Brancos são Bandalhos… mas não são parvos –»» Como não constituem uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL – isto é, uma sociedade dotada da capacidade de renovação demográfica – os Bandalhos Brancos (a maioria dos europeus) procuram infiltrar-se em qualquer lado [ex: quer importando outros povos para a Europa… quer deslocando-se para o território de outros povos…], consequentemente, os Bandalhos Brancos são intolerantes para com a preservação/sobrevivência das Identidades Étnicas Autóctones…
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#55 – aldrabão, quando não te agrada refugias-te nas vírgulas, na ortografia, no diz que não disse, na confusão, que é o sitio onde nadas melhor, mguedes style.
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#57 – se és católico pergunta a deus.
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Por acaso até está aqui o acórdão.
Leiam, p.f
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#60:
Anónimo: para além de aldrabão, mal educado e troglodita, ainda reincides nas asneiras. Arre!
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Pelo acórdão se pode ler que a cidadã russa, mãe da pequena, fora expulsa do país…
Ora para quem defende a sua permanência durante um ano, pelo menos, julgo que fica tudo dito.
Os culpados, depois, são os magistrados…
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Só me pergunto por que razão o/a jornalista que desarrincou a notícia não leu o acórdão.
Por mim, fui a sítio do TRG e com meía dúzia de cliques estava lá.
É deste jornalismo que gostam?
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Vão ao blog Da Rússia. Eles gostam da miúda. Até despacharam umas garrafas de vodka para comemorar.
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É um horror
O acordão é uma aberração! Leiam.
“Sintomático disso é a estereotipada e tão em voga linguagem visceral da “família do coração”, como se o amor materno tivesse a dimensão de uma mão fechada que guarda para si e não a grandeza de uma mão aberta que abdica, que dá e nada espera em troca!”
GOUVEIA BARROS é o nome do responsável?
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Resumindo nada aconselha a que a um “ocasional” nascimento em Portugal se “deva” dar NACIONALIDADE Portuguesa.Uma medida que não nos favorece nada.Só nos torna mais pobres…
O José tem razão.Os laços de sangue são os mais importantes em qualquer parte do mundo.E as suas fidelidades também… daí é ver a asneirada que por cá se anda fazendo a regra e esquadro…
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É um horror porquê? Explique lá um pouco melhor, para se ver em que consiste o tal horror sobre o amor materno…
Altruismo em vez de egoismo é horror?
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Gouveia de Barros é o relator do acórdão. Não conheço e nem tinha lido, mas é preciso saber com quem ele forma colectivo. Deve estar lá…no sítio.
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“aj) Quando a progenitora se deslocou para Portugal veio em férias e não por razões económicas.
ak) Antes de sair do seu país de origem a progenitora já não vivia com os pais e nunca teve a filha mais velha a seu cargo.
al) São estes que desde sempre cuidam da irmã da menor Alexandra, sendo que quando ainda vivia naquele país a mãe apenas a visitava ao fim de semana.
am) Ainda na Rússia, a progenitora teve vários relacionamentos amorosos, sendo divorciada.
an) Recentemente a progenitora, encontrando-se alcoolizada, foi encontrada em cima de um autocarro, tendo sido necessário solicitar a presença da PSP e o auxílio dos bombeiros e após ter sido retirada daquele local e se mostrar agressiva foi conduzida à Unidade de Psiquiatria do Hospital de S. Marcos, tendo sido transferida para a Casa de Saúde, na qual ficou internada, mas não aceitou manter o internamento e saiu contra parecer médico na manhã seguinte. ”
A semhora tem uma outra filha que nem a quer para viver com ela!!! Está com a avo!!
O acordão é aberrante
Gouveia Barros é o nome que está em cima?
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Leia o acordão
Não é preciso mais.
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Chapeus à muitos e parolos ainda mais~
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Cuidado com as conclusões apressadas da leitura do acórdão.
O Vital Moreira fez o mesmo quando saiu o acórdão do Paulo P. A vontade de mostrar os erros era tanta que até confundiu a argumentação do seu apaniguado com a do tribunal…
Portanto, senso, precisa-se.
E comente lá o tal Horror…que bem gostaria de ler essa concepção inscteana da parternalidade…
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Secção Cível:
Dr. António Fernando Gomes da Silva – Juiz Desembargador (Presidente da Secção Cível)
Dr. Amílcar José Marques Andrade – Juiz Desembargador
Dr. José Inácio Manso Raínho – Juiz Desembargador
Drª Maria Rosa Oliveira Tching – Juíza Desembargadora
Dr. Joaquim Luís Espinheira Baltar – Juiz Desembargador
Dr. Carlos Manuel Rodrigues de Carvalho Guerra – Juiz-Desembargador
Dr. José Miguel Pereira da Rocha – Juiz Desembargador
Dr. António Alberto Rodrigues Ribeiro – Juiz Desembargador
Dr. Henrique Manuel Antunes Figueiredo de Andrade – Juiz Desembargador
Dr. António Augusto de Carvalho – Juiz Auxiliar
Drª Maria da Conceição Correia Ribeiro da Cruz Bucho – Juíza Auxiliar
Dr. José Augusto Gouveia Barros – Juiz Auxiliar
Dr. Antero Dinis Ramos Veiga – Juiz Auxiliar
Drª Teresa de Jesus Ribeiro de Sousa Henriques – Juíza Auxiliar
Drª Maria Luísa Meireles Carvalho Franco Duarte Ramos – Juíza Auxiliar
Drª Raquel Maria Carvalho Rêgo da Silva – Juíza Auxiliar
Dr. António Júlio da Costa Sobrinho – Juiz Auxiliar
Drª Maria Isabel Louro Xavier Fernandes de Castro Rocha – Juíza Auxiliar
Dr. António Manuel Charneca Condesso – Juiz Auxiliar
Nestes todos lá está, o Gouveia Barros
Então são estes os nomes dos responsáveis pelo destino da criança
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A miuda a esta hora, tem o seu destino traçado – ou seja, é vendida e destinada a prostituição.
É só um palpite
A justiça portuguesa, ainda palmas pelo bonito que fizeram
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A aberração?
“E na esteira de acórdão da Relação de Lisboa de 19/9/06 (Rijo Ferreira) defendemos que na aplicação de medidas de promoção e protecção de menores deve dar-se prevalência às soluções que permitam a integração na família natural e só quando esta não se mostre viável se deverá optar por soluções institucionais.
No caso vertente a questão da escolha da medida nem sequer se coloca, como já assinalámos, pois a progenitora pretende retornar ao seu país natal (relatório de fls 414), objectivo que de qualquer maneira sempre lhe seria imposto, não havendo justificação relevante para lho impedir. ”
A miuda viveu dos 17 meses aos 6 sem a ajuda da mae para nada e quando é expulsao do país quer levar a filha e o tribunal lava as suas mãos e manda a criança com a mae porque eles lá que se arranjem! É o melhor para a criança que nem russo fala!
Ide pentear macacos!
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Esses nomes todos de juizes são responsáveis pelo destino duma criança.
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864/08-2
Relator: GOUVEIA BARROS
Descritores: MENORES
Nº do Documento: RG
Data do Acordão: 24-04-2008
Votação: UNANIMIDADE
http://www.dgsi.pt/jtrg.nsf/c3fb530030ea1c61802568d9005cd5bb/3f15b684ad7384368025744a004f8834?OpenDocument
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Um tipico portugues, mas como muito valor, graças a Deus
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Nunca percebi porque é que os acórdãos me dão sono.
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É assim que funciona? É todos juntos para serem todos responsáveis pelo acordão?
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“Um tipico portugues, mas como muito valor, graças a Deus”
tem um erro a frase
é “Um tipico portugues, mas como muito maizena, graças a Deus”
lol
(just kidding.. o 81 é que escreveu como e ele tá godo!! e pequenito!
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#62 – podiam fundamentar que foi a solução + barata para o contribuinte.enquanto não acordas, eu vou açordar uma de gambas e umas bjekas, dando graças por não haver pena de morte em portugal.
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#83 – gonçalo amaral style.
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Por mim, dispenso bem os sermões de José.
É que não acrescenta nada a coisa nenhuma, limitando-se a defender a corporação a que alegadamente pertence (e pertencerá?). Esta, pelos vistos, tem sempre razão, sendo a justiça portuguesa a melhor do mundo. Seria para rir, se não fosse revelador de total cegueira total perante a realidade de um sistema caracterizado pela mais profunda incompetência.
Haja Deus!
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“Dr. António Fernando Gomes da Silva – Juiz Desembargador (Presidente da Secção Cível)
Dr. Amílcar José Marques Andrade – Juiz Desembargador
Dr. José Inácio Manso Raínho – Juiz Desembargador
Drª Maria Rosa Oliveira Tching – Juíza Desembargadora
Dr. Joaquim Luís Espinheira Baltar – Juiz Desembargador
Dr. Carlos Manuel Rodrigues de Carvalho Guerra – Juiz-Desembargador
Dr. José Miguel Pereira da Rocha – Juiz Desembargador
Dr. António Alberto Rodrigues Ribeiro – Juiz Desembargador
Dr. Henrique Manuel Antunes Figueiredo de Andrade – Juiz Desembargador
Dr. António Augusto de Carvalho – Juiz Auxiliar
Drª Maria da Conceição Correia Ribeiro da Cruz Bucho – Juíza Auxiliar
Dr. José Augusto Gouveia Barros – Juiz Auxiliar
Dr. Antero Dinis Ramos Veiga – Juiz Auxiliar
Drª Teresa de Jesus Ribeiro de Sousa Henriques – Juíza Auxiliar
Drª Maria Luísa Meireles Carvalho Franco Duarte Ramos – Juíza Auxiliar
Drª Raquel Maria Carvalho Rêgo da Silva – Juíza Auxiliar
Dr. António Júlio da Costa Sobrinho – Juiz Auxiliar
Drª Maria Isabel Louro Xavier Fernandes de Castro Rocha – Juíza Auxiliar
Dr. António Manuel Charneca Condesso – Juiz Auxiliar ”
Tantos sábios para decidir “o superior interesse da criança”. Aposto que sabem menos que uma miuda de 6 anos.
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Não sei porquê mas quando o assunto são crianças a Helena cai facilmente no papel de justiceira demagógica.
Já meteu água quando foi da menina do sargento mas volta a insistir no erro.
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#65 – “É deste jornalismo que gostam?”
pois, não é freeporco, não presta.
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É nos países chamados “do Leste” aonde se vê a maior exploração sexual de crianças.
Vendem-se crianças como se trata-se de galinhas, neste casos de pintos
Não estou a dizer nada que não saiba.
Nos canais tematicos é o que se vê.
Fui isso que nossa justiça julgou?
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eu não consigo perceber estes casos. ninguém da segurança social explica bem às famílias de acolhimento o que são ? que são famílias que acolhem TEMPORÁRIAMENTE crianças enquanto as famílias biológicas não reúnem as condições necessárias para as criar ? dá ideia que pensam que poderão ficar com as crianças para sempre , tipo família de adopção. no caso de alguém meter um processo teria de ser a ss que é quem tem na realidade a criança a cargo. e no caso de conseguir que a criança não fosse com a mãe , deveriam mudá-la de família de acolhimento.
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“Uma vez escrevi aqui a propósito” Diz o José
Também eu
Tal como o José na peida é um descanso
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Só não sei porque é que ninguém fala da questão de fundo que é igual à da mãe da Esmeralda.
Imigração clandestina, uma filha feita para conseguir nacionalidade, e depois o resto.
Neste caso, conseguiu viver por cá 6 anos e só ao fim de 6 anos de permanência ilegal é que a expulsam.
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A parte da permanência de ilegais também deve ser apadrinhada pelos que se sensibilizam muito com as “famílias afectivas”.
Pelo meio vão sendo feitas crianças à conta desta maravilha que toda a gente apadrinha- a irmandade de portas abertas. Todos de mãos dadas, todos unidos- à escala planetária.
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No caso da Esmeralda, a brasileira até conseguiu a nacionalidade e descartou-se da filha.
Mais um excelente exemplo das utopias dos afectos- todos irmãos e entre tudo que nós exportamos os portugueses que estão a mais.
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E para estes hipócritas todos dos “afectos” o que apetece perguntar é por onde andaram os afectos e apoios à mãe que teve a filha em Portugal.
Souberam encontrar família de acolhimento- que devia ser temporária, até a mãe ter forma de a sustentar.
E, durante todo esse tempo, marimbaram-se em qualquer integração e apoio à mãe.
Passados 6 anos, estes imbecis da utopia de porta aberta e todo o planeta de mãos de dadas, esquecem a porta aberta e mais as integrações e recambiam-na para o país de origem.
Ora bem.
Está aqui espelhada a farsa da globalização e os desenraizamentos que provoca.
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Quanto ao pai, não existe.
Também costuma ser assim- quando as utopias querem estas irmandades globais contra-natura.
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Ó Ferreira! Já te disse que não pertenço ao clube. Por muito que te esforces não vale a pena insistires.
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Por outro lado, a secção cível, toda em conjunto, do TRG não é responsável pelo acórdão. Os únicos são o relator e os dois vogais do colectivo que lêem o que o relator escreve, concordam ou não ( quem não concordar, escreve porquê) e assinam.
Além disso, é preciso enunciar os nomes dos juizes conselheiros do STJ que sufragaram a decisão da Relação e lhe derem o seu apoio e que são vários também.
Também será preciso ver quem foi o relator do acórdão no TConstitucional ( deve lá estar, se quiserem procurar) e ver quem co-assinou.
Só assim encontram os responsáveis pela decisão.
Mas quanto ao “Horror” só vejo tretas. Não vejo quem consiga explicar o Horror de uma mãe ser mais altruista do que egoista…
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Helena,
deixo-lhe una sugestões para os próximos postais:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382690&idCanal=62
http://www.guardian.co.uk/world/2009/may/24/israeli-police-close-palestinian-theatre (em inglês)
http://www.lemonde.fr/proche-orient/article/2009/05/24/l-armee-israelienne-empeche-la-tenue-du-festival-palestinien-de-litterature_1197358_3218.html (em francês)
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e na sequência lógica desta já sugerida no comentário anterior:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382690&idCanal=62
esta:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382830&idCanal=12
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O josé parece-me ser a única pessoa lúcida nesta discussão, em que se pensa mais com o coração de que com a cabeça. Bem português.
Para além disso um Tribunal decide por unanimidade entregar uma criança para ser educada pela mãe biológica e é o vê se te avias de almas revoltadas. Todos os dias os nossos filhos são educados por professores escolhidos pelo Estado, cuidados por médicos que não escolhemos, e para isso ninguém se sente enxofrado e ofendido.
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Prontess está decidido.
Anonimamente vou procurar uma famìlia “desestruturada” de preferência emigrante ilegal, acolho-lhe os filhos, uns anitos,aguento com eles de recurso em recurso num tribunal cível ou de familia,e no final chamo umas anónimas de preferência com câmara de tv atrás para filmar dar a saber contar o tempo em que estive a “acolher” as crianças e passo a ter a populaça do meu lado.
Batemos no fundo? Não!! podem crer que não. Este sentido de justiça telenovelesco ainda está a dar os primeiros passos.
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Ora não podia ter falado mais claro.
É isso mesmo. A questão de fundo que ninguém quer abordar é que tudo isto é fruto desta mudança histórica que acarreta muitas coisas negativas.
E a hipocrisia dos afectos e das ideologias espelha-se aqui.
Em relação aos imigrantes é a carne no porão que também é excelente para a mão-de-obra escrava.
Mas todos vendem a mentira sob a capa do humanismo.
Depois vê-se. Como existem países e culturas bem diferentes, isto nunca poderá ser uma irmandade planetária.
Deixam entrar, deixam-nos permanecer ilegais e os truques fazem-se.
Com fabricação de filhos, por exemplo.
Depois, os autóctones descobrem as excelentes potencialidades destes escravos fornecerem filhos aos inférteis- à Swift- e vá de se chegarem à frente como “famílias de acolhimento”.
A Segurança Social e todo o restante humanismo, sacode a água do capote e vá de se estarem nas tintas para quem fica entregue à sua sorte.
Depois, passados 6 anos e com mais desenraizamento e família maior, lá despacham para a sua terra.
Mas, as pombinhas da assistência- essas militantes pela família afectiva, também têm a sua agenda.
E não é muito diferente disto que eu acabei de relatar- os pretextos para criarem utopias, nem que seja à conta dos filhos dos outros.
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Se há questão comum às mais antigas utopias, desde as literárias às anabaptistas e huteritas na moldávia, é a fabricação de uma sociedade nova à conta de filhos entregues a “educadores”.
E esta utopia vai continuar com os psicólogos que também desejam corrigir o que é natural e depois temos tudo o resto. Dos kitbutzs de crianças a tudo o resto.
O Jonathan Swift nunca esteve tão actual- tudo por bem- na volta, são apenas “Modestas Propostas”.
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Até parece que só recentemente é que as prostitutas passaram a ter filhos.
O que acontece recentemente, é haver uma classe de jornalistas que pega nisso para fazer notícia.
E como se trata de criancinhas, aparecem logo os amigos das criancinhas, as mães, as que não conseguem ser mães, as feministas e toda uma potencial clientela que justifica o escrito.
É claro que haverá por aí muito adulto filho dessa classe (prostitutas), com muito para contar, mas como já não são criancinhas, a outra classe(jornalistas) não lhe pega.
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“as prostitutas passaram a ter filhos”, diz o Piscoiso.
Já tínhamos concluído…
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sem me referir a esta situaçao, e que nao é o caso, a nova educaçao do nosso liberalismo que chegou à familia tem resultados degradantes, tenho medo do futuro!!!
estamos a perder valores graças á educaçao que é dada!!!!! Criticamos diariamente o salazarismo mas a verdade é que estavamos bem melhor
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Hajapachora.
Tem a certeza que a menina é cidadã portuguesa? Eu não tenho essa certeza. Não conheço o Processo.
O facto de ter nascido em Portugal e de falar português, só por si não implica que seja portuguesa.
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As prostitutas passaram a ter filhos.
Os prostitutos também.
Só faltam os piscoisos.
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a criança foi muito bem entregue à mãe. e levar umas palmadas nunca fez mal a ninguém. e não podi estar mais de acordo com isso.
“Sintomático disso é a estereotipada e tão em voga linguagem visceral da “família do coração”, como se o amor materno tivesse a dimensão de uma mão fechada que guarda para si e não a grandeza de uma mão aberta que abdica, que dá e nada espera em troca!”
não aguento os “amigos” das criancinhas…
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“Aparece agora um jornalista qualquer que ouviu os lamentos da família de acolhimento e o director do Aboim Ascensão e a santinha ladina e é isto que se vê, por estes comentários: já conhecem tudo mesmo sem saber quase nada.”
Vamos continuar a bater na mesma tecla… TVI… e este é o Jornal Nacinal
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Isto é a República, o Socialismo e o Laicismo!
É o sítio onde se crê que uma criança é propriedade de quem a pariu (palavra técnica). Os srs juízes são partidários dessa concepção de superior interesse da criança -creio que é isso que a lei diz.
Já é a 3ª a ser entregue, como se fosse um animal doméstico fugido do curral. Uma foi assassinada pelos proprietários -a família paterna. Esperemos para ver o que acontece a esta e já agora à Esmeralda. Ainda as vamos ver na valeta: a prostituir-se, ou mortas!
Viva a república, o socialismo e o laicismo!
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Boa José mete esta malta na linha…
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“No caso concreto há diversos factores em jogo mas não é o jornalista e o perito mai-la santinha que podem dar-se à petulância de tudo saberem e julgarem, tal como esses dois anónimos trogloditas.
O problema com estes anónimos saídos do refúgio Aboim é que nem se dão ao cuidado de pensar.”
Gosto deste tipo… Jornal Nacional… eu… sou….
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Parece o PM a bater na Botox… leva…
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Não sou Juiz… mas concordo com a frase, cada macaco no seu galho
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Esta cambada de anormais não vêm que o problema é o sistema… deixam-se influenciar por noticiariozinhos de treta… Boa noite… eu sou… e ete é…
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Bom… aqui não punha a minha mão no fogo… em todas as profissões há profissionais competentes e não competentes.
noentanto concordo que sejam melhor profissionais que qualquer comentador que aqui aparece, de modo anónimo, a insultá-lo.
Bem.. Hee… hee… Este amigo partiu-vos o cerebreulo
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“É o sítio onde se crê que uma criança é propriedade de quem a pariu (palavra técnica).”
então é de quem? do estado? de quem a apanhar?
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39
este é o Jornal… eu sou a …
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43
Agora é que lixas-te… então eu aqui a gabar-te e tu agora a contradizeres-te???… Hummm… vou ficar por aqui que isto cheira a amizade…
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47
E não é isso que a MMG nos dá todos os dias na TV?
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49
Caro amigo José… infelizmente quanto mais leio mais me parece que o comentário 49 é o que está correcto!! encostou esta malta a um canto com razões aparentemente certas, mas quando fala no nome de alguém como MMG e a considera boa profissional… Um grande abraço…
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55
E agora baixou de nível… daqui a pouco está a dizer que MPinto não merece o lugar que tem…
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63
Atenção que o José aqui está um pouco exaltado e quase a dar com o martelo na cabeça de algém…
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65
Durante o fim de semana só vi TVI…
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Prontos… e assim vai a nossa justiça em Portugal… Como se pode ver, um Sr. Juiz é um tipo que fala bem, encosta qualquer um a um canto com o seu palavriado rebuscado, diz muita coisa certinha, tenta ser justo segundo as leis existentes no mercado mas o sistema não deixa. Critica o jornalismo gratuito e depois diz que MMG é que é das dele…
E quem se lixa… è a criancinha que agora vai ter que aprender Russo à foça, ou não… no futuro pode vir a ser tradutora Russo/tuguesa…
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José, não é do clube ou não se assume?
Ficámos a saber do seu bom gosto e das suas preferências no que concerne a telejornais.Parabéns!
Consumidor, também, do extinto Jornal do Crime!Presumo eu…
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Viva:
Não sou juiz de coisa nenhuma, muito menos aqui. Quanto ao facto de apreciar a MMG, como profissional, parece-me que faz um bom trabalho que outros jornalistas não fazem.
Á única crítica que lhe fazem é pelo facto de incomodar o Governo com factos, factos e mais factos. Os restantes jornalistas incomodados não ligam a factos. Preferem a sua opinião sobre eles e escrevem-na mesmo quando redigem as notícias.
Quem gosta de MMG não pode apreciar Eduarda Maio. E o jornalismo desta tem pouco a ver com jornalismo, mas tem muito a ver com causas políticas onde o jornalismo é notícia
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Quanto ao clube, quer dizer da panasquice ambiente e corrente em certos círculos, não faço mesmo parte. Não hostilizo mas não aprecio. Para esse clube é preciso ter queda que julgo não ter e como sou conservador, considero ainda que essa queda já vem de nascença.É biológica, embora não tenha a certeza porque ninguém tem. Para mim é triste. Para outros, não sei.
Sobre o Crime e o Jornal de Sexta, a comparação só qualifica quem a faz, objectivamente. E assin denota que prefere as Maio às Guedes.
É uma questão de gosto, querer ser enganado. Mas não é inocente.
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“…educação mimada europeia”; “palmadas”; birra”.
Fazendo a extrapolação que se impôe, talvez seja a altura de começarmos a treinar o círilico…
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Como é que pode inferir que prefiro as Maio às Guedes? Sabe, há outras cores para além do P&B!
Há quem goste de insinuações “inocentes”, como é o seu caso. É uma questão de falta de gosto, mas gostos não se discutem, digo eu…
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E como é que se deu ao cuidado de associar o Crime ao Jornal de Sexta, para dizer que o modelo de jornalismo que prefiro é o do Crime? Também foi por causa do gosto?
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Para além do P&B existe o resto do alfabeto com os símbolos estrangeirados, até.
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Mas como presumiu, devo dizer que presunção e água benta, cada um toma a que quer. É tudo uma questão de fezadas.
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conservador…católico…água benta…opus dei ou hermandad de jesus crusificado?
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Continuam as presunções. Junte a água benta.
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Só vou fazer este comentário, não gosto muito de ping-pong, mas até este caso,
era favorável á ideia predominante na Justiça da entrega de crianças á familia biológica, isto apesar de não me ter exposto á sessão de gritos pungentes que
parece ter ocorrido no momento da separação do casal de acolhimento… Mas por
muito racionalista que seja o José ao argumentar com a ignorância de “todos os
dados” em posse dos juizes, esse argumento não colhe pois existe informação
disponivel suficiente sobre a mãe, aliás no video “das palmadas” já dá para
perceber do estado etilizado da progenitora… Tal como todos os episódios,
da sua desastrada vida em Portugal, demonstra incapacidade #obvia# para cuidar
de crianças. Institucionalmente pode ser um caso dificil de encontrar a melhor
solução, mas ESTA seguramente que não foi a melhor (para a miuda), seis meses
com aquela irresponsável da mãe e Portugal será apenas um sonho bom e antigo…
Não seria possivel manter a mãe algum tempo em Portugal para a adaptação da miuda? Era juridicamente impossivel? Não seria possivel declarar a mãe incapaz e
atribuir a guarda á familia distante, os avós? Não seria possivel uma qualquer
articulação com a segurança social russa? Esta parece-me uma má solução….
e até mal fundamentada… por exemplo aqui: ….”encontrarão ainda o conforto económico que entre nós lhes faltou, sendo o apoio social prometido pelas competentes autoridades no âmbito deste processo UM LEVE BÁLSAMO PARA TANTA PROVAÇÃO INFLIGIDA. (maiusculas minhas!)
E se algum risco ou perigo houvesse a debelar – e decididamente ENTENDEMOS QUE NUNCA HOUVE! – bastaria essa garantia adicional para tornar sem o mínimo fundamento a medida de protecção decretada”……..
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Anónimo 139:
“Não seria possivel manter a mãe algum tempo em Portugal para a adaptação da miuda? Era juridicamente impossivel?”
Sabe quem expulsou a mãe da menor, do nosso país, em 2006?
O SEF que depende do MAI.
Portanto, aí tem a resposta.
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O comentário 140 é meu. Não gosto de ser anónimo nestas caixas.
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O SEF expulsou em 2006 e estiveram 3 anos para concretizar a expulsão.
E é nessa altura que também fica despachado o processo de entrega.
Não comento mais. Isto ainda agora começou.
É tudo fruto da imigração descontrolada.
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