bonds, eurobonds
26 Maio, 2009
O Partido Socialista, no seu programa eleitoral às europeias defende «a emissão de Eurobonds, isto é, obrigações de dívida pública europeia, emitidas conjuntamente por vários países da zona euro, para financiar projectos de grande dimensão e de relevância europeia;».
O PSD assina por baixo.
Obviamente, a ideia de colocar contribuintes de uns países a financiarem o crédito mais barato de outros contribuintes cujos governos pretendem crédito para continuar a viver acima das possibilidades, é um disparate e só pode constituir uma provocação para perturbar o relacionamento entre os estados e satisfazer populista e demagogicamente as suas clientelas em momento eleitoral.
25 comentários
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Chutar o problema para cima. Típico dos Partidos Euro-Socialistas como o PS e PSD. Fica completa a regionalização de Portugal na Europa. Tal qual uma Região Autónoma e com um Governo pior que o de Jardim.
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Eu sou a favor de Eurobonds para projectos no Porto… totalmente contra projectos em Lisboa de natureza burguesa!
Campeões Allez… Bicampeões allez allez… Tricampeões allez allez allez… Tetracampeões allez allez allez allez…
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Clap, Clap, Clap………….
Tirem de lá o Durão……….. e coloquem este sabichão !!
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“a emissão de Eurobonds, isto é, obrigações de dívida pública europeia”
Ainda por cima são ignorantes. Eurobonds não é a mesma coisa que dívida pública europeia! São simplesmente obrigações “denominadas” na moeda euro. Podem ser emitidas por entidades públicas ou privdas.
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João Neto,
normalmente e até agora, usava-se a expressão apenas no sentido que deu.
Mas não é o caso.
O que pse e ppe querem é mesmo isso: «obrigações de dívida pública europeia», isto é, que um conjunto de países (zona euro) venha a contrair divida em conjunto ( provavelmente ser comprada pelo bce) permitindo taxas mais baixas a alguns estados, por comparação se fossem sozinhos ao mercado e outros, inversamente, pagando mais caro.
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corrijo o meu comentário anterior; não são emissões denomindas em euros, mas sim obrigações emitidas numa moeda que não a do país de origem do emitente!!! 🙂
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Ok, Gabriel, obrigado.
Resta saber se países como a Alemanha e outros com melhor rating estão dispostoa a alinhar na brincadeira!
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Quem quiser colaborar com a fraude que se oponha
O PCP vai propor esta tarde à comissão de inquérito ao caso BPN a apresentação de uma queixa-crime contra o Banco de Portugal (BdP) por desobediência qualificada, por se ter recusado entregar ao Parlamento documentos considerados essenciais para o apuramento dos factos. A proposta surge depois de o PS ter recusado a via judicial para pedir o levantamento do sigilo profissional e bancário com base no qual o BdP tem recusado entregar, por exemplo, o relatório de auditoria feita ao BPN, as actas de reuniões do Conselho de Administração do BdP sobre as práticas da Sociedade Lusa de Negócios, assim como vária correspondência entre as três entidades. Segundo o deputado comunista Honório Novo, tudo documentos que “comprovam as ineficiências do sistema, sobretudo do banco de Portugal”. Fica a faltar a proposta de responsabilização disciplinar, financeira e criminal de quem do BdP, por acção ou omissão, com ou sem dolo, permitiu as actividades à margem da lei que conduziram ao buraco financeiro de mais de dois mil milhões de euros que o Governo não hesitou em encher com o dinheiro dos contribuintes seus representados. Estranha-se que não tenha ainda sido apresentada por ninguém.
http://www.opaisdoburro.blogspot.com/2009/05/quem-quiser-colaborar-com-fraude-que-se.html
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Fuga para a frente…Quem vier atrás que feche a porta…
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“Resta saber se países como a Alemanha e outros com melhor rating estão dispostoa a alinhar na brincadeira!”
Até agora têm dito não.
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É preciso mais dívida, muita dívida para “integrar” os actuais pobres e os que ainda estão na calha.Podiam os nossos cintíficos planeadores do homem novo e mulato “discriminar” alguém?De áfrica claro porque os reacçionários de cá só têm que pagar e com língua de palmo…
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Para que a malta não fique com ideias xenófobas vem aí mais legislação com as garantias dadas ao Mario Machado.Do estilo o “peixe morre pela boca”.Os “acolhidos” esses podem andar de canos serrados, emboscar táxis, ao monte que nada é de especial.”Jovens”…
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Ontem estive a ver a história da “orquestra”.Reparem no luxo “integrativo”.É como passar cheques do erário a quem diga que vai assaltar…
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Mas os indígenas do portugal profundo que amolem bem que o futuro deles é assentar tijolo com um novo modelo de capatazes…Quer-se dizer trocaram-se os papéis sob a batuta ods cintíficos socialismos.Finalmente inventaram um império com muitos pretos mas em que é branco que sofre…
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Os eurobonds não são mais que uma estratégia de desorçamentação. Criar dívida pública que os contribuintes europeus terão de pagar, mas que não se registam na dívida pública de país algum.
Viva a transparência.
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E vamos ter mais do mesmo porque segundo as contas dos inteligentes que governam vão faltar cidadãos lá para 2060…(espera-se que desta vez acertem que já se faz tarde…)
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Os eurobonds é para esconder a bancarrota do sitio e poder continuar a gastar, coisa que sem eles qualquer dia acaba e de vez!
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Valha-nos Angela Merkel, que nos livre dos eurosocialistas de centro esquerda e centro direita.
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Ó Gabriel,
Experimente ler a posta anterior.
Se a tivesse lido, poupava-nos esta.
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Gabriel, no dia 19 Dezembro de 2008 distinguiu esta frase como uma das melhores do dia. Talvez o sindicato tenha exagerado um poquinho.
Garanto-lhe que desta vez o sindicato dos professores não falhou no palpite:
Os sindicatos afirmam que a adesão dos professores à greve variou entre os zero e os 100 por cento
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Pinto,
obrigadinho, excelente!
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Obviamente que financiar a saíde da crise exige solidariedade entre os povos europeus. Daí os Eurobonds. Senão, para quê uma UE?
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