Talk jus
29 Maio, 2009
Ao ouvir-se nas tv e rádios o juiz do Tribunal da Relação de Guimarães (recusando dar a cara), percebe-se perfeitamente a justeza da imposição do «dever de reserva» funcional a que estarão obrigados: impedir que façam certas figuras que descridibilizam, ainda mais, a justiça.
12 comentários
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Sim, seria melhor ter ficado calado.
E no entanto a sentença foi correcta.
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Será que não podemos estender esse “dever de reserva” a alguns políticos? Justamente para impedir que façam certas figuras que descredibilizam, ainda mais, a política…
A menos que os “freelancers” reneguem integrar-se nessa “categoria menor” dos políticos…
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Depois da pequena Esmeralda, a pequena Alexandra. Na pátria de Putin, a mãe biológica arreia-lhe forte e feio à frente da televisão. Na nossa, o juiz (não é um básico, é um desembargador, tenham muito medo …) que a entregou a esta extraordinária pedagoga russa afirma que só decidiu com base em papéis e que nunca falou com ninguém. Não sei o que é pior. Só sei que é tudo demasiado pequenino.
João Gonçalves
“Isto” é um verdadeiro escândalo!!!
Li algures que foi a primeira vez que um tribunal europeu decretou uma sentença a favor de uma mãe de nacionalidade russa, considerada incapaz de cuidar de um filho seu. Vergonha.
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# 1
“E no entanto a sentença foi correcta.” Como?
Onde está inscrito na sentença a salvaguarda do direito da criança a manter laços afectivos regulares com os pais afectivos?!!!
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“certas figuras que descridibilizam”
enquanto uns fazem disso, outros dão erros ortográficos, com fins didácticos, i presume.
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só que com muita calma ao ver a reportagem consegue-se ver a cara do sr Juiz. olhando para a mesa, vê-se a sombra muito nítida, faz de espelho.
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Virou moda estar do lado do criminoso, do delinquente, do ladraozeco coitadinho …
Virou moda também a defesa daqueles que utilizam metodologias menos claras ou ilegais e a condenação ou ostracismo dos que preferem agir pela Lei.
O caso desta Esmeralda russa não foge à regra. Apoia-se e defende-se aqueles que negociam a posse de uma criança com a mãe que a pariu e provavelmente condenam ou fazem um encolher de ombros àqueles que tentam adoptar uma criança por métodos legais.
Provavelmente estes últimos são parvos e os primeiros os inteligentes.
Provavelmente desrespeitar a Lei está correcto e cumpri-la ou tentar cumpri-la está ultrapassado.
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Falta de auto estima , só pode. Ainda por cima decidiu bem.
A menina chama de mãe e pai aos de acolhimento : ninguém da ss lhes explicou que isso é um erro enorme? que ela tem mãe e estava ali , temporariamente , à espera que a Mãe ( só há uma) reunisse as condições necessárias para a ter de volta?
Deram por certo ficar com a cria do cuco ? olha , lixaram-se.
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Aliás , seria a menina que , daqui por uns anos , iria , toda romântica , à procura dos pais biológicos e das suas origens eslavas. Cagando d”alto para os de acolhimento. Porque não me quiseram?!! Está em tudo que é filme , carago!!
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Sim, o juiz decidiu bem e não tem que dar mais explicações.
Aqui não há lugar para sentimentalismos doentios. Há que respeitar as leis da natureza. De contrário, quando nasce um criança, teria de haver um leilão para apurar quem tinha melhores condições (económicas, já se vê…) para a criar.
Essa coisa de “pais afectivos” é uma ideia aberrante.
Para os casos especiais existem leis especiais (de adopção) que têm de ser respeitadas. Acções clandestinas é que não podem ser toleradas.
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Este juiz assinou a sentença de morte da menina. Basta ver: mãe alcoólica, avós alcoólicos, catre miserável, cultura muito diferente… Porque é que este juiz não mandou a sua própria filha ou neta?
Portugal mete dó!
Compadre Alentejano
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DescrEdibilizam, da família de crÉdito.
Quando lerei uma posta do Gabriel Silva sem erros de palmatória? A cultura duma pessoa também se mede pelos erros que escreve.
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