DIRECTO AO ASSUNTO
3 Junho, 2009

Novamente com João Galamba (Rui Tavares retirou-se com medo do João Miranda), Emídio Rangel e este V. criado, sob a batuta de João Adelino Faria, vamos debater o caso da criança remetida para a Rússia pela Relação de Guimarães, as manifestações de professores e as várias vicissitudes da campanha eleitoral.
O vídeo final de hoje é escolha do Galamba e versa – pasme-se! – a putativa e alegada repressão sobre os homossexuais…
Hoje, às 23h, na RTPN.
43 comentários
leave one →

Não me digam que já começaram a cumprir as promessas eleitorais do PNR ?
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Não podem excluir o tema da Alexandra que voltou para a mãe e para a Rússia?! Obrigado.
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Juro que não ver e ouvir os caga sentenças !!
Até porque nem tenho TV…
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To open a Muslim dialogue, Obama visits Saudi king
(Yahoo)
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Qual é o problema ?
O Obama não é Muslim ?
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Então mas é a RTP-N e vêm a Lisboa botar faladura?
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Exacto, Alexandrino… E anda um gajo a apregoar a urgente descentralização do país para isto…
Já com os deputados e alguns gestores é a mesma PAROLICE – ficam “cegos” com lisboa!
dass…
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Se puder, explique aos telespectadores o que Vital Moreira queria dizer ao falar em «roubalheira!»
«34 contas: Dois milhões e meio em dez anos
Depósitos milionários nas contas do autarca
Correio da Manhã
Mesquita Machado, presidente da Câmara de Braga há 32 anos, tem uma considerável fortuna pessoal e o seu ‘olho’ para o negócio parece ter passado para a família. Cláudia, Francisco e Ana Catarina, agora com 38, 35 e 31 anos, apresentam níveis de vida faustosos, bastante superiores ao rendimento que declaravam.
A análise exaustiva às suas contas foi feita pela Polícia Judiciária do Porto, após denúncia do vereador do PP em finais de 1999, que levou a que fossem passadas a pente-fino 10 anos da vida bancária do autarca. Nas 34 contas que o presidente da câmara, a mulher e os filhos titulavam foram depositados mais de dois milhões e meio de euros. De onde veio parte desse dinheiro é uma incógnita já que, todos somados, os rendimentos declarados pouco ultrapassaram o milhão e meio.
No entanto, até 1996, ano em que os filhos ainda não apresentavam declarações de rendimentos autonomamente, a família Mesquita Machado parecia viver de uma forma mais comedida. Mesquita auferiu rendimentos brutos, nesse ano, de 60 mil euros e a mulher apenas 7500.
Pedro e Cláudia, casados em 1997 (o genro é administrador-delegado de uma empresa multimunicipal) vieram dar um novo desafogo à família. Em 1998, declararam mais do que o pai e a mãe de Cláudia.
É, no entanto, Francisco – após a compra do café Astória e do negócio da loja comprada à Bragaparques e posteriormente arrendada à câmara – que catapulta a família Machado para outros voos. Logo no primeiro ano de rendimento, Francisco declara lucros de 300 mil euros.
As contas da família Machado mostram ainda vários depósitos em cheques, alguns de empreiteiros que trabalhavam no concelho. Inquiridos, todos os elementos da família deram explicações. Por exemplo, os dois cheques pré-datados de 10 mil euros entrados na conta de Cláudia e titulados por um dos donos da Bragaparques, Domingos Névoa, foram uma prenda de casamento; um cheque de cinco mil euros de Salvador, presidente do Braga, foi igualmente uma prenda de casamento; outros cheques serviam também para pagar dívidas que terceiros tinham contraído mas que aqueles não guardavam documentos porque avançaram com o dinheiro em momentos difíceis da vida dos amigos.
As explicações para as transferências são as mais variadas. Pedro Machado diz, por exemplo, que transferia dinheiro para a conta do pai porque aquele lhe ficara a dever. E quando o fluxo é inverso devia-se ao facto de os pais precisarem, eles próprios, de ajuda económica.
Outra particularidade: embora não apresentasse rendimentos muito elevados, Mesquita Machado e a família sempre revelaram grandes cuidados com as poupanças. Antes de os filhos serem autónomos, o presidente da câmara chegava mesmo a depositar 1/5 do que auferia em contas-poupança.
Mesmo assim um gosto especial é comum à família. São proprietários de boas viaturas (apenas Mesquita Machado não tem um único carro em seu nome) e donos de várias casas, em Braga e no Algarve. A PJ não conseguiu fazer o levantamento das embarcações, por falta de resposta das capitanias.
INVESTIGAÇÃO DUROU 8 ANOS
Há anos que a fortuna de Mesquita Machado é alvo das mais diversas especulações. No entanto, a investigação nasce de uma entrevista de Miguel Brito, então vereador do CDS/PP na autarquia bracarense.
Em Setembro de 2000, um jornal regional publicou as declarações do vereador demissionário, que assumia a pasta das Actividades Económicas. Directamente, disse que muitos funcionários camarários apresentavam sinais de riqueza incompatíveis com os salários que auferiam. As insinuações estendiam–se a Mesquita Machado e deram origem a uma investigação da Polícia Judiciária do Porto. Oito anos depois, em Novembro de 2008, após centenas de diligências e milhares de documentos reunidos, o procurador do Ministério Público de Braga arquivou o processo, por entender que ‘não se consegue afirmar que foi este ou aquele quem corrompeu e determinar quem foi corrompido, ou sequer se terá havido corrupção’.
No documento a que o CM teve acesso, redigido um mês após Domingos Névoa e Mesquita Machado terem prestado declarações na PJ de Braga, o magistrado José Lemos entende que não se retira ‘dos autos qualquer base probatória suficientemente consistente, susceptível de sustentar a dedução de acusação contra quem quer que seja’. Mais: o despacho sublinha que ‘do confronto das declarações dos vários intervenientes inquiridos não resultam contradições relativamente à matéria analisada’.
Contactado pelo CM, Mesquita Machado não quis prestar quaisquer declarações.
PRÉDIO EMBLEMÁTICO COM PREÇO DE SALDO
José Veloso é um empreiteiro bracarense que, a ver pelo exemplo do café Astória, não terá grande aptidão para o negócio. Proprietário, em 2000, do edifício onde se encontra instalado o histórico estabelecimento de Braga, Veloso decide vender o prédio a Francisco Miguel Machado, por 400 mil euros, quando o filho do presidente tinha apenas 27 anos.
Apesar de em 1999 ter declarado ao Fisco o rendimento líquido anual de 14 500 euros, o filho do edil Mesquita Machado compromete-se a pagar em 10 anos a posse do café Astória, composto por cave, rés-do-chão e dois andares, reservados a comércio e habitação.
Para melhorar o cenário, José Veloso não especificava qualquer prazo para o pagamento mensal. Segundo o depoimento de Francisco à PJ, ‘pagava quando tinha disponibilidade financeira’.
Foi o primeiro negócio da China para o filho de Mesquita Machado. Que em 1999 declarava 14 500 euros ao Fisco e depois da compra do prédio do café Astória – situado na Praça da Arcada, no centro da cidade de Braga – passou a receber a quantia anual de 300 mil euros líquidos. O que significava que em apenas um ano quase conseguira amortizar a dívida.
CÂMARA PAGA RENDA A FRANCISCO
A 20 de Outubro de 2000, Francisco Machado compra à Bragaparques uma loja de 75 m², situada na praça Conde de Agrolongo, terreno que inicialmente pertencia à Câmara de Braga. Em poucos meses, o estabelecimento de Francisco acaba arrendado à autarquia liderada pelo pai, Mesquita Machado.
No negócio, a Bragaparques pediu ao filho do edil bracarense cerca de 110 mil euros pelo espaço. Valor que fica aquém dos preços exigidos pela empresa a outros interessados, que tiveram de desembolsar algo como 150 mil euros por lojas com as mesmas características.
Justificando a decisão com a falta de lucro do bar que havia instalado, Francisco Machado parte, em Julho de 2001, para o arrendamento do estabelecimento, contando à PJ que, à altura, foram vários os interessados. Acabou por ceder os direitos à Câmara de Braga.
A autarquia entendeu instalar na loja o Espaço Internet, que ainda hoje funciona, pagando a Francisco Machado prestações mensais de 1200 euros.
PORMENORES
‘MAU NEGÓCIO’
Ouvido pela Polícia Judiciária do Porto, José Veloso acabou por admitir ter-se tratado de ‘um mau negócio’ por ter vendido o prédio pelo mesmo preço que o havia adquirido quatro anos antes, então numa transacção judicial.
EXCLUSIVO COM NABEIRO
Assim que comprou o Astória, Machado rubricou um contrato de exclusividade com a Delta Cafés, de Rui Nabeiro. A Delta pagou 40 mil euros, e depois 25 mil, para melhoria de serviço, a serem devolvidos em prestações mensais de mil euros por Machado.
‘AMO-TE BRAGA’
Em finais de 2004, Miguel Machado cede o Astória à exploração. Pedro Miguel Ramos ficou com o espaço e abriu o ‘Amo-te Braga’. Contudo, o negócio viria a fechar, por falta de lucro, e a histórica casa voltou à denominação original.
PJ PASSA CONTAS E BENS A PENTE-FINO
PAI – Francisco Mesquita Machado Tem 62 anos e há 32 que lidera a Câmara de Braga. Foi dirigente do Sp. de Braga.
MÃE – Ana Maria Mesquita Machado Tem 61 anos e é sócia com o marido de uma Sociedade Agrícola em Vila Verde.
FILHA – Cláudia Susana Mesquita Machado Tem 38 anos e é proprietária de duas casas: em Braga e Quarteira.
FILHA – Ana Catarina Mesquita Machado Tem 31 anos e comprou a Farmácia Coelho – um negócio investigado.
GENRO – Pedro Machado É administrador delegado de uma empresa multi-municipal.
FILHO – Francisco Miguel Mesquita Machado Tem 35 anos, foi dono do café Astória e arrendou uma loja à CMB.
RENDIMENTOS DECLARADOS E MOVIMENTADOS PELO CASAL E FAMÍLIA (EUROS)
MESQUITA MACHADO E A MULHER
1993
Rendimento declarado: 42 500 (bruto)
Movimentos bancários: 75 750
1994
Rendimento declarado: 44 000 (bruto)
Movimentos bancários: 73 000
1995
Rendimento declarado: 46 000 (bruto)
Movimentos bancários: 64 500
1996
Rendimento declarado: 50 000 (bruto)
Movimentos bancários: 60 000
CLÁUDIA
Rendimento declarado: 6500 (bruto)
1997
Rendimento declarado: 51 000 (bruto)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 58 500
Movimentos bancários: 165 000
1998
Rendimento declarado: 53 500 (bruto)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 60 000
Movimentos bancários: 230 000
1999
Rendimento declarado: 40 000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 42 500 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 14 500 (líquido)
Movimentos bancários: 200 000
2000
Rendimento declarado: 46 000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 59 000 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 300 000 (líquido)
Movimentos bancários: 782 500
2001
Rendimento declarado: 53.000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 55 409 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 219 000 (líquido)
ANA CATARINA
Rendimento declarado: 2600 (líquido)
Movimentos bancários: 695 480
2002
Rendimento declarado: 51 400 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 99 300 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 262 000 (líquido)
ANA CATARINA
Rendimento declarado: 2600 (líquido)
Movimentos bancários: 603 000
LEVANTAMENTO DO PATRIMÓNIO FEITO PELA JUDICIÁRIA
CARROS: LEVANTAMENTO DO PATRIMÓNIO AUTOMÓVEL FEITO EM 2001.
CLÁUDIA
BMW 3-25 I Cabriolet – 1995
Mercedes Benz ML 270 CDI – 2000
FRANCISCO MIGUEL
BMW 346 L – 2000
Opel Corsa C Van – 2001
Mercedes Benz S320 – 1999
Carros em nome da Sociedade Agrícola da Quinta de Salgueiro de ANA MAARIA
Renault Clio – 1999
Mercedes Benz C250 – 1998
Fiat Tractor 50 66 – 1989
BMW 318 TDS – 1995
PROPRIEDADES
ANA MARIA– Mora na rua de Bernardino Machado, 7. Outro prédio urbano em Braga.
CLÁUDIA (nascida em 1970) – Uma casa em Braga e uma em Quarteira.
FRANCISCO MIGUEL (nascido em 1973) – Duas casas em Braga e uma em Quarteira. Faz a primeira declaração de impostos em 1999 e declara 14 500 euros. No início do ano seguinte, compra o café Astória por 400 mil euros, para serem pagos em dez anos.
ANA CATARINA (nascida em 1977) – Compra por 450 mil euros a farmácia Coelho, na praça do Município, mais dois andares com lojas e águas-furtadas na mesma rua, entradas 65/66/67. Tem ainda em seu nome um escritório na rua Conselheiro Lobato, em Braga. Na compra da farmácia, Ana Catarina paga 150 mil euros a pronto».
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Espero que defendam que as crianças, quando nascem, devem ser entregues ao Estado, que depois se encarregará de as distribuir pelos pais afectivos mais convenientes…
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MAs afinal qual é o interesse do caso da miuda russa? Uma palhaçada para desviar atenções, só se for…
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Não tenhamos dúvidas.
Se por um mero acaso, Mesquita Nachado se recandidatasse pelo PSD… O Ps vigar-se-ia com a lingua…
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Carreira docente
Professores do superior manifestam-se em Lisboa
03.06.2009 – 07h51 Bárbara Wong
Contra as propostas do estatuto da carreira docente, os professores do ensino superior manifestam-se hoje frente ao Parlamento, em Lisboa, e encerram simbolicamente três instituições. Trata-se de uma acção conjunta da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e do Sindicato Nacional do Ensino Superior (Snesup).
Os institutos superiores de Engenharia de Lisboa (ISEL) e do Porto foram os locais escolhidos para os professores se concentrarem, logo de manhã. Também os docentes do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra se juntou ao protesto. A escola será encerrarada e os professores vão concentrar-se à porta.
Em causa está a “intransigência” do ministro Mariano Gago, diz Gonçalo Xufre, presidente do Snesup. O ministério da Ciência e do Ensino Superior prevê um período de transição para que os professores do politécnico possam fazer formação e, posteriormente aceder à carreira através de concurso público. Mas, para os professores e sindicatos, esta medida mantém cerca de quatro mil professores numa situação precária por mais seis anos, o prazo para concluírem a formação, com o risco de não entrarem na carreira.
Há uma semana, o ISEL enviou uma carta aberta ao ministro, assinada por cerca de 300 professores, incluindo o conselho directivo. Os docentes pedem um “regime de transição digno e justo” pois receiam “situações de ruptura”.
A Fenprof está ainda preocupada com o caso dos leitores, cerca de 160 universitários em todo o país, que estão numa situação semelhante aos professores dos politécnicos.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384677
Encerrar estabelecimentos de Ensino não é crime … pró Vital e pró «menino de oiro»?!
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espero que os intervenientes tenham lido e comentem o artigo de Rui Tavares, hoje no Público.
(recomendável também para helenafmatos…)
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Maria de Lurdes Rodrigues está no lugar certo no momento exacto
No rescaldo de mais uma mega-manifestação de professores, quando por quase todo o lado se ataca a ministra da educação, no uso da minha irreprimível liberdade de opinião e democrática apreciação política não posso deixar de dizer que Maria de Lurdes Rodrigues está no lugar certo no momento exacto.
Não tem currículo, nem competência, nem perfil para desempenhar as funções que tão memoravelmente desempenha. Mas está no lugar certo no momento exacto, na justa medida em que está para a educação como José Sócrates está para a chefia do Governo. Também ele não tem currículo, nem competência, nem perfil para desempenhar as funções que tão memoravelmente desempenha.
Maria de Lurdes Rodrigues faz na educação o que José Sócrates faz na governação em geral. Finaliza a catástrofe nacional, prenunciando a imperiosidade de se reerguer o sistema educativo e o País a partir do zero, num terreno juncado de ruínas.
Maria de Lurdes é verdadeiramente um Socratezinho, imperando como ignaro e tirano régulo nos escombros da Escola Pública… O que Sócrates faz no Palácio de São Bento, faz Maria de Lurdes Rodrigues no soturno torreão da 5 de Outubro: o exercício permanente da prepotente incompetência. Estão perfeitamente um para o outro. Maria de Lurdes Rodrigues é para a escola portuguesa a desgraçada imagem reflectida da socratina destruição global da Pátria, em termos económicos e financeiros, mas sobretudo nos supremos domínios da ética e da moral.
Maria de Lurdes Rodrigues está no lugar certo no momento exacto. Depois dela e da sua tão inesquecível equipa, só resta a esperança de se construir um novo sistema educativo, baseado na verdade, no trabalho e na exigência, um sistema educativo onde se possa ensinar e aprender, onde a pedagogia volte a ocupar o lugar do que agora é só ignóbil demagogia…
Mário Rui Simões Rodrigues
Publicado em http://www.educar.wordpress.com/2009/06/02/opinioes-mario-rodrigues-3/
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Poderia perguntar, no debate, se Vital Moreira não teria lido a petição que assinou? É que parece não ir de encontro àquilo que defendeu no seu blogue em Fevereiro de 2006.
VITAL MOREIRA – Versão político: abraçou esta “causa”. O Movimento defende, em linhas gerais, o seguinte:
A igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas que se opõem à homofobia e à discriminação (…) Exigimos esta mudança necessária, justa e urgente porque sabemos que a actual situação de desigualdade fractura a sociedade entre pessoas incluídas e pessoas excluídas, entre pessoas privilegiadas e pessoas marginalizadas; Porque sabemos que esta alteração legal é uma questão de direitos fundamentais e humanos (…) O acesso ao casamento civil por parte de casais do mesmo sexo (…) será um passo fundamental na luta contra a discriminação e em direcção à igualdade.
Pelos vistos Vital Moreira corrobora esta posição. Mas não vai propriamente de encontro à outra sua versão.
VITAL MOREIRA – Versão constitucionalista:
“Eu, se fosse militante da causa do casamento de pessoas do mesmo sexo, não metia a Constituição “ao barulho”. Porque nada garante que o Tribunal Constitucional venha a dar-lhes razão. Ora, se investem muito no argumento constitucional, e depois este falhar, ficam desarmados.
De facto, pode parecer evidente o argumento de que, ao proibir discriminações baseadas na orientação sexual, a Constituição torna necessariamente ilícita a norma do Código Civil que reserva o casamento para pessoas de sexo diferente; mas o que parece evidente nem sempre é concludente. Por um lado, para o Código Civil só interessa o género (que é uma questão biológica) e não a orientação sexual, pelo que não existe nenhuma discriminação directa com base na segunda; por outro lado, pode defender-se que a noção constitucional de casamento (art. 36º da CRP) pressupõe claramente uma união conjugal e a possibilidade de filhos comuns, o que não dá cobertura ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por isso, há mesmo quem entenda que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não só não é constitucionalmente imposto como até é inconstitucional.”
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Kolchak:
Isto é um autêntico serviço público.
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Em que ficamos Doutor Vital? Há discriminação ou não? Ou a política fê-lo pensar de maneira diferente?
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ahahahah, tem alguma piada, principalmente para os gajos das PJ e dos tribunais… Então declaram x e movimentam Y??? E todos ao mesmo tempo??? Porra, que corja!!!!
Já estão presos?
AHAHAHAHAHAHAHAHAH!!
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INACREDITÁVEL …
Ministra da Educação no Parlamento em clima de crispação
Ontem às 19:03
Foi em clima de grande crispação que a ministra da Educação esteve, esta terça-feira, no Parlamento. Os trabalhos foram mesmo interrompidos após uma troca de acusações entre Maria de Lurdes Rodrigues e a deputada do Bloco de Esquerda, Ana Drago.
(Peça de Judite Menezes e Sousa sobre troca de acusações entre oposição e ministra da Educação)
Tudo indica que está será a última ida de Maria de Lurdes Rodrigues à Assembleia da República, pelo que os deputados aproveitaram para fazer o balanço de quatro anos de mandato.
Crispada desde o início, a troca de palavras entre a oposição e Maria de Lurdes Rodrigues atingiu o auge quando, depois das críticas, a deputada do Bloco de Esquerda, Ana Drago, lançou a pergunta: «Eu gostaria de saber se a sra. Ministra estaria disposta a continuar como ministra da Educação se o sr. primeiro-ministro o convidasse?»
«É mesmo preciso aguardar aquilo a que se chama o processo eleitoral, os ‘votozinhos’ sra. deputada necessitam de ser contados», respondeu a titular da Pasta da Educação
Indignada com o tom da ministra, Ana Drago batia na bancada, o que levou António José Seguro, presidente da comissão a interromper os trabalhos.
No regresso a ministra da Educação retomou o tom, insistindo que «até os portugueses votarem nada está decidido, nem na minha cabeça nem na sua deve estar».
http://www.tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1251638
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# 8, O avô cantigas terá lentes de contacto desfocadas, não vê ao longe e só vê ao perto para cima de 200 euros. Ficou de fora das contas porque como não ocupou nenhum cargo político recentemente não é obrigado a tornar público o seu rendimento. Mesmo assim tem muito a aprender com o mesquita, um caso sério, reputado mestre na arte de bandarilhar.
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Mas que raio de temas para debate. É uma pena que se “transformem” programas de TV, apresentados como debates, em programadas de entretenimento. Essa transformação parece por vezes deliberadamente premeditada.
Eu proponho 3 temas alternativos:
1 – Como é que HOJE os adultos olham para as crianças
2 – Qual a responsabilidade do Professor e da Escola no sistema educativo/educação das pessoas na primeira fase da suas vidas, e suas consequências
3 – Campanhas eleitorais : quais os verdadeiros objectivos
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Delegados comerciais
Emirados Árabes Unidos «muito interessados no Magalhães»
O ministro da Economia, Manuel Pinho, disse, à partida para uma visita oficial aos Emirados Árabes Unidos, que o Governo de Abu Dhabi está «muito interessado» no computador Magalhães e no quadro electrónico.
Então mas não foi dito e redito que não existe relação entre o governo e a JP Sá Couto? Porque diabos continua o governo a agir como delegados comerciais?
http://www.fliscorno.blogspot.com/2009/06/delegados-comerciais.html
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# 20
Ora. A mulher do avó cantigas é a secretária de Estado da (r)iforma da Administração (P)ública do na dependência do Gaibinete do chefi do DESgoverno dos socretinos!
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
“Salvaremos todas as que pudermos…” II
Já este ano, com a crise internacional instalada, eram estas as palavras de Sócrates.
Oiçam bem, porque faz bem à democracia, sabermos que há cinco meses o Primeiro-Ministro
achava que Portugal iria crescer 3% este ano, que o desemprego diminuiria, que o défice
seria cumprido e teimava que “salvaria todas as empresas que pudesse”. Tinha acabado de
“salvar” a Qimonda, o BPN, as Pirites Alentejanas e a Indústria Automóvel a quem ofereceu
mil milhões de euros (2.222,00 euros por cada desempregado que existe em Portugal). Mesmo
“avisado” por Ricardo Costa que chega a afirmar que as previsões do Primeiro-Ministro
estavam a ser “mesmo muito optimistas”, Sócrates insistia que Portugal cresceria 3% este
ano! Sim, eu disse CRESCERIA 3% ESTE ANO.
http://www.aoutravarinhamagica.blogspot.com/2009/05/salvaremos-todas-as-que-pudermos-ii.html
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A sondagem da Visão revela que os Portugueses confiam nos professoreses e arrasam os políticos e outros intrometidos.
Os portugueses consideram a Educação essencial para ter melhores salários, culpam os alunos e os governantes pelo insucesso do sistema e gostariam de estudar mais.
Fonte: Visão (28-05-2009).
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hummm CAA: tem de comprar um casaco branco
eheh
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Ainda bem que avisou para eu ter cuidado com o zapping e não passar por lá. O único interveniente com interesse foi-se.
Professora
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QUANTO MAIS VEJO OS ACTORES DO MEU PAÍS MAIS ME APETECE RIR. RIAM-SE TAMBÉM.
A professora pergunta na sala de aula:
– Pedrinho qual a profissão do seu pai?
– Advogado, professora.
– E a do seu pai, Marianinha?
– Engenheiro.
– E o seu, Aninha?
– Médico.
– E o seu pai, Joãozinho, o que faz?
– Ele… Ele… Ele é dançarino num bar gay!
– Como assim? – pergunta a professora, surpresa.
– S’toura, ele dança no bar vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de lantejoulas, os homens passam a mão nele e põem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem para fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensou toda a classe, menos Joãozinho. Dirige-se ao garoto e novamente pergunta:
– Joãozinho, o teu pai realmente faz isso???
– Não, S´toura. Agora que a sala está vazia, eu posso falar! Ele é assessor do Sócrates, mas tenho uma vergonha enorme de falar isso na frente dos outros!!!
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no tema final – casamento homosexual – CAA termina o debate de uma forma triste.
mas pelo menos ficamos a saber o pensamento destes liberais da treta.
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então o argumento de que o tema (casamento homossexual) não é importante porque o país tem outros assuntos para resolver, é de cabo-de-esquadra!
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Gostei de ver o video final do programa.Tentativa de fazer do casameno gay uma preocupação actual, quando verdadeiramente não o é.
Para que é que esses Senhores andam sempre a tentar dar nas vistas com estas questões? Começo acreditar que para além de tentarem ganhar uma imagem de marca, gostam de estar na berra. Claro que tudo tem a ver com o tom provócatório com que “vendem” esta ideia, justificando sempre a falta do casamento gay com o fracasso do direito e com ele esta falta tremenda de justiça.
No meio disto tudo ainda não percebi, porque é que o casamento tem assim tanta importância para que estas pessoas vivam aos “pares”.
Estou convencido que após o casamento gay, virá o direito de adopção, e depois ….
Fico á espera de ver qual das esquerdas iá vencer este combate.
VIVA PORTUGAL
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um pergunta que se poderia fazer aos CAA´s era … em que é que uma decisão desta natureza ( casamento entre pessoas do mesmo sexo ) os afecta?
ps:
quando os argumentos – do contra – estão ao nível dos que se utilizam no Irão…
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De Palmira F. Silva a 4 de Junho de 2009 às 00:33, JUGULAR
Muito bem o nosso Galambinha hoje 🙂 O CAA meteu os pés pelas mãos quase sempre que abriu a boca: foi tiro no pé atrás de tiro no pé …
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Vi o CAA a criticar – e muito bem! – o PS pela vergonhosa campanha que tem feito em torno do caso BPN, mas, ao mesmo tempo a elogiá-lo – e muito mal! – pelo brilhantismo táctico que teria demonstrado em trazer o assunto à baila.
Pois bem:
“Se as eleições europeias fossem hoje o PSD venceria o escrutínio, ainda que a sondagem da Marktest para a TSF e “Diário Económico” aponte para uma situação de empate técnico. Pela primeira vez os social-democratas têm uma vantagem, conquistando 32,5 por cento dos votos, contra os 29,4 do PS.”
In: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384893&idCanal=12
Parece que o brilhantismo táctico dos estrategas (?) do PS lhes poderá a derrota que tanto fizeram por merecer. Percebam os portugueses, como esta última sondagem poderá fazer crer, a golpada eleitoral que o PS tentou produzir nesta última semana de campanha.
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Que dizer daquele galamba, que mais parece uma gamba mal cozida?
Leva o sermão encomendado, mas não acerta uma, coitado.
Não há quem lhe indique outra ocupação mais adequada ao seu talento para caçar caracóis?
Da-se!!!
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Também para o CAA a noite esteve negra. A certa altura, em vez das mãos, tinha os pés em cima da mesa e baralhou-se todo.
Que três desgraças, mon Dieu!
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Para ajudar a decidir consultar o Euprofiler, ou ver aqui, aqui, aqui ou aqui.
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José Barros,
«Vi o CAA a criticar – e muito bem! – o PS pela vergonhosa campanha que tem feito em torno do caso BPN, mas, ao mesmo tempo a elogiá-lo – e muito mal! – pelo brilhantismo táctico que teria demonstrado em trazer o assunto à baila. »
Talvez por ter invertido a sequência dos argumentos, parece não ter percebido o ponto:
1. O PS está a fazer uma campanha brilhante do ponto de vista táctico: diz o que quer, condiciona o PSD nos temas e no estilo;
2. O PS está a fazer uma campanha perversa, quase ignóbil: expele ‘ética’ nos deveres que impõe aos adversários mas violenta-a quotidianamente nas suas acções de campanha;
3. O PS e afins juram que o PSD não pode falar dos múltiplos escândalos em que os dirigentes socialistas estão embrenhados e no devastadoramente vergonhoso currículo pessoal de Sócrates;
4. Tal como, de acordo com o PS, será eticamente errado dizer que grande parte da culpa do escândalo BPN se deve a Vítor Constâncio e ao BdP;
5. Mas, por sua vez, o PS junta o PSD ao BPN, envolve o PR, surge como paladino da honra e da virtude públicas por contraposição.
Isto consubstancia uma lição de táctica política em campanha eleitoral.
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J,
Talvez tenham existido alguns tiros nos pés – mas não nos meus…
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claro que não, que ideia!
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O sr.Rangel afirmou não saber se o sr.Presidente da Republica vendeu as acções da SLN antes ou depois de ser eleito.
Pois é não se preparou para o programa.
Também é pouco importante pois que a ideia é “MALHAR” na oposição.
Professores…(120 mil na 2ª manif.) manipulados,não querem avaliações,só os maus se manifestam,etc.
Casamento entre pessoas do mesmo sexo…se for contra,não é pessoa de bem.
Aqui como no Correio da Manhã segue a cartilha do PS/Governo.
Tenho sérias dúvidas se foi convidado ou imposto para o programa.
Felizmente o Sr. Galamba já não volta.
Quanto a si Sr.CAA, gabo-lhe a paciência.
Por fim,devo dizer que foi com enorme sacrifício que não mudei de canal.
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O superior interesse do ensino
Terça-feira, Março 04, 2008
O Professor universitário Vital Moreira, hoje no Público, defende a ministra da Educação,
a política do Governo para a Educação no Secundário e ataca os professores que os
contestam, em nome dos superiores interesses gerais e abstractos.
“A reforma do ensino público é essencial à sustentabilidade do escola pública, à melhoria
do seu desempenho e à correcção dos vergonhosos indicadores nacionais no que respeita ao
insucesso escolar e ao défice de qualidade do ensino.
Tínhamos escolas e professores a mais e qualidade e produtividade a menos. A escola
funcionava a meio tempo para a generalidade dos alunos e nem sequer proporcionava aulas
de substituição no caso da falta de professores. Uma insólita carreira profissional plana
fazia prevalecer a antiguidade, e não o mérito, na progressão profissional. Faltava tanto
uma genuína avaliação do desempenho como mecanismos elementares de selecção qualitativa
dos professores. Um sistema de autogestão no governo das escolas gerava “endogenia
administrativa”, défice de autoridade e falta de responsabilidade perante o exterior”.
Assim escreve Vital, para dar conta dos grandes males e dos remédios a tomar agora, com
as medidas que aplaude, sem reservas e com o entusiasmo de quem proclama que este governo
quer corrigir em quatro anos os erros e omissões de trinta. Acólitos destes, há poucos.
E valentes! Nesses trinta anos, inclui, naturalmente aqueles, bem bons, passados nas
fileiras daquilo que considera “o radicalismo sindical da Fenprof, instrumento sindical
do PCP e que “não deixou margem para nenhum acordo nem nenhuma ponte”.
É esse o requisitório do artigo. Seguido do remédio amargo, bem leninista, para males
tamanhos: “no interesse da reforma, a ministra da Educação deve trabalhar para isolar os
sectores radicais e conquistar pelo menos a compreensão dos sectores mais moderados.”
Tomem lá – que é democrático. E ponham-se a pau que o conselho é mesmo para levar à letra.
Vital Moreira, sempre igual a si próprio, também é professor. De uma Universidade. Do
ensino superior.
Neste grau, os problemas elencados não existem de todo, como é público e notório. E se
existem, poucos falam neles e muito menos quem neles viceja.
Quanto ao problema das escolas e professores a mais, já se sabe que a questão da Moderna,
Independente e com professores públicos em turbo-exercicio privado, ou acumulando
prebendas honoríficas e pagamento em géneros e espécie, em cargos de relevo social, em
instituições públicas e semi-públicas, não é óbice algum ao cumprimento de um horário
laboral, de ensino superior.
Se os professores do secundário, dantes, tinham um limite de 22 horas e daí para baixo
até chegar ao zero, os professores de universidade, nunca tiveram problemas desses. 22
horas por semana? Para quem? Para os escravos dos contratos a prazo ou em serviço de
recibo verde? Isto para Vital Moreira, não é problema sério. A sério, só mesmo os
professores secundários que tinham uma escola a funcionar “ a meio tempo”.
Na faculdade de Direito de Coimbra, onde o professor parece que exerce o ensino,
problemas destes não existem. Até se trabalha à Sexta-feira à noite e ao Sábado de manhã,
para arredondar contas de associações de direito privado, sem fins lucrativos e que
prestam contas a elas mesmas e em protocolo, aos conselhos científicos de que fazem parte
alguns associados. Isto, comparado como que se passa no ensino secundário, são amendoins.
Peanuts. Ninharias.
Depois, outro problema grave elencado, é o sistema de autogestão no governo das escolas
secundárias que gerava “endogenia administrativa”. Melhor dizendo, endogamia
administrativa.
A autonomia do secundário, negada por causa das endogenias-endogamias, é sempre
reivindicada para o superior interesse universitário.
Aí, sim! A plena autonomia, até financeira, e o autogoverno, em vez de permitirem a
“endogenia administrativa”, permitem muito singelamente, a verdadeira endogamia: a dos
lugares no ensino, agora mais do que nunca cobiçados como tábua de salvação do desemprego
certo. Filhos de pais, sabem sempre ensinar. Sobrinhos idem e até primos e outros
familiares e amigalhaços, que podem entrar no sistema, em endogamia, essa sim, genuína e
desavergonhada.
A autoridade professoral e a responsabilidade perante o exterior, ficam asseguradas, para
o secundário e, segundo Vital, com estas excelentes medidas de novos critérios de gestão.
Que servem para o secundário, se funcionarem bem, o que é duvidoso, mas nunca por nunca
serviriam para o superior. Os altos interesses são outra coisa.
Assim, a autoridade professoral, advém muito naturalmente da total ausência de controlo
externo ou até mesmo interno, no que se refere à essência pedagógica e à qualidade
intrínseca do ensino. Breve, os professores universitários, fazem o que bem querem e
sobra-lhes o tempo para isso. Ninguém os vai questionar sobre a sua competência, já
assegurada previamente, aquando da admissão. Ninguém os vai avaliar novamente, analisando
as suas manias e taras. Ninguém os irá incomodar minimamente, através de queixas ao
reitor ou ao conselho científico ou pedagógico, enquanto os mesmos não cometerem o crime
mais grave que podem cometer e que nem vem no Código Penal: o de lesa-majestade, perante
os superiores interesses da Universidade, dirigida pelos pares, uma pouco mais acima.
É sempre assim: quem vê argueiros alheios, está sempre alheado das traves que o cercam.
Para o Secundário, tem uma ministra corajosa, que não cede, em nome do bem público. Para
o Superior, basta-lhes um Gago.
http://www.grandelojadoqueijolimiano.blogspot.com/2008/03/o-superior-interesse-do-ensino.html
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Realmente os homossexuais não contam para nada! Para quê?
Só pagam impostos, descontam para a segurança social, trabalham, votam e são cidadãos nacionais!
Até parece que isso faz deles pessoas com mesmos os direitos que quem tem outras preferências sexuais ou qualquer coisa assim.
Onde é que isto vai parar?
Toda a gente sabe que é a heterosexualidade que define a Democracia…
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