Cristiano de Estado
14 Junho, 2009
O Presidente da República de Portugal resolveu comentar a transferência de Cristiano Ronaldo do Manchester para o Real Madrid. O que me leva a colocar quatro questões:
1. Porque não abordou Cavaco Silva também o assunto Paris Hilton?
2. Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?
3. Este tema está na agenda do Conselho de Estado de amanhã?
4. Que país é este em que vivemos?
48 comentários
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como iz o medina carreira: é o país da brincadeira.
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onde se lê “iz” deve ler-se “diz”. coisas do novo acordo disortográfico.
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Apoiado, Paulo Morais.
Mas confesso-lhe que me causou um arrepio… Quando comecei a ler, a propósito do rapazola, “O Presidente da República”, imaginei que o tinha condecorado no 10 de Junho…
Mas não; parece a o País começa a fazer progressos!
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parece que o blasfémias está a perder assunto. Cada vez mais chato, sem supresa, sem análise questionante política. Infelizmente.
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“Que país é este em que vivemos?”
Nacionalização do BPN dava para alimentar 230,5 milhões de Etíopes. Ou praticamente todos os esfomeados de África
CGD injectou mais de 2,5 mil milhões de euros no BPN desde a nacionalização
Anda muito boa gente aflita com o valor da transferência do Ronaldo para o Real Madrid. Até o Programa Alimentar Mundial, vejam bem. Dizem eles que os 93 milhões que custou a transferência dava para alimentar 8,6 milhões de “bocas” esfomeadas na Etiópia…
Pois bem, proponho aos gestores do PAM que ponham os olhinhos no nosso socretino Governo e vejam este escândalo: “Buraco do BPN é 5 vezes maior que o do caso Madoff”.
2.500.000.000 euros foi quanto os portugueses já pagaram, através do seu Governo SOCIALISTA, para cobrir os desmandos dos capitalistas.
Trata-se de uma quantia 26,8 vezes maior do que aquela que o Real pagou pelo Ronaldo. Dava para alimentar 230,5 milhões de bocas em todo o mundo. Desavergonhados.
Mourinho foi o que falou melhor: O Real está satisfeito, o Manchester está satisfeito, o Ronaldo também está satisfeito. Eu também estou.
Já quanto aos custos da nacionalização do BPN, a minha satisfação é esta: bandoleiros, perdulários, ladrões, saqueadores…
http://www.educacaosa.blogspot.com/2009/06/nacionalizacao-do-bpn-dava-para.html
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Caro sr.:
tem a sua lógica, o sr. Presidente diz que viu as poupanças a arder… Isto é
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“Que país é este em que vivemos?”
Jorge Pedreira confessa que a treta da avaliação dos professores não tem como objectivo a melhoria da qualidade do ensino, mas apenas a contenção salarial dos profs
Jorge Pedreira desvenda mistério da avaliação dos professores.
Jorge Pedreira admitiu, hoje, o óbvio: a Avaliação do Desempenho não tem por objectivo aumentar a qualidade da oferta educativa das escolas e, muito menos, promover o desenvolvimento profissional dos docentes. Nas palavras do Secretário de Estado, essa “avaliação” apenas visa contribuir para a redução do défice público.
O enigma da má-fé ministerial fica finalmente revelado.
No fórum da ‘TSF’ da manhã de hoje, Pedreira justificou os motivos pelos quais o ME discorda da proposta de António Vitorino em adiar a avaliação e testar-se o modelo preconizado pelo M.E. em escolas piloto durante um ou dois anos.
Pedreira confessou o politicamente inconfessável: ‘*Terá de haver avaliação para que os professores possam progredir na carreira e assim possam vir beneficiar de acréscimos salariais*’ (sic).
Ou seja, aquilo que hoje se discute no mundo ocidental gira em torno da dicotomia de se saber se a avaliação do desempenho docente serve propósitos de requalificação educativa ou se visa simplesmente constituir-se em mais um instrumento de redução do défice público.
Nesta matéria, Pedreira foi claro: *Importa conter a despesa do Estado com a massa salarial dos docentes *;
o resto – a qualidade das escolas e do desempenho dos professores – é simplesmente tanga.
Percebe-se, assim, por que motivo este modelo de avaliação plagia aquele que singra na Roménia, no Chile ou na Colômbia. Países aos quais a OCDE, o FMI, o *New Public Management* americano, impôs: *a desqualificação da escola pública em nome da contenção da despesa pública*;
Percebe-se, assim, por que razão a ministra Maria de Lurdes invoque a Finlândia para revelar dados estatísticos de sucesso escolar e a ignore em matéria de avaliação do desempenho docente.
Percebe-se a ministra do Pedreira: não se pode referenciar aquilo que não existe.
A Finlândia, com efeito, não tem em vigor qualquer sistema ou modelo formal e oficial de avaliação do desempenho dos professores!
Agradece-se à pedreira intelectual que grassa no governo de Sócrates (que por acaso não é pedreiro, até é engenheiro), por finalmente nos ter brindado com tão eloquente esclarecimento. Cito-os:
*A avaliação dos Docentes é mais um adicional instrumento legislativo para combater o défice público (!).
Obrigado, Srs. Pedreiras, pela clarificação do óbvio.
http://www.joaotilly.weblog.com.pt/arquivo/271145.html
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Despesa irregular sobe 60 por cento
É o título do Global de hoje, dia 9. “Tribunal de Contas efectuou 1787 acções de controlo durante 2008 e detectou despesa pública irregular superior a 1,28 mil milhões de euros, mais 60 por cento do que em 2007”, lê-se como sub-título.
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Trata-se de um produto made in Portugal, avaliado em 130 milhões de dólares.
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Também acho incrível que o nosso presidente, um economista, não consiga encarar isto apenas como uma transação de negócios. Ele é assim um bocadinho conservador.
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“Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?”
Por uma ou ambas das seguintes razões:
1 – Porque não são portugueses e portanto sabem distinguir o essencial do acessório;
2 – Porque são monarcas, pessoas de elite que não ligam a vulgaridades a que um PR plebeu é hiper-sensível.
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“Que país é este em que vivemos?”
http://www.epis.pt/epis/epis_orgaos.php
http://www.epis.pt (pagam os contribuintes portugueses para a festança … apadrinhada pelo Cavaco)
Nota: Não fizeram rigorosamente NADA nas escolas. NADA. Pior (…)
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# 10
Não é conservador.
É xicoesperto. Pró canalhita.
Um “bimbo”.
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Isso eu não concordo anonimo. É conservador até pelas muitas boas medidas que toma. Ninguém é perfeito, é só isso.
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# 5, 7, 8 NImo, excelente análise e partilha de informação..obrigado!
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Registe-se no entanto o progresso: Jorge Sampaio comentou a “contratação” da menina Paula pela Selecção Nacional (“A ser verdade é um caso muito grave”), embora não se tenha mostrado indignado (nem sequer curioso) pelo preço então pago…
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“O Presidente da República de Portugal resolveu comentar a transferência de Cristiano Ronaldo do Manchester para o Real Madrid.”
Não resolver comentar, mas sim responder a uma pergunta de um jornalista.
“1. Porque não abordou Cavaco Silva também o assunto Paris Hilton?”
Porque o Jornalista não lhe perguntou.
2. Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?
Porque o jornalista não foi a Inglaterra e a Espanha fazer-lhes a mesma pergunta.
3. Este tema está na agenda do Conselho de Estado de amanhã?
Não deve de estar. Mas o jornalista deve desconhecer este facto nem o mesmo lhe interessa, espelhando assim a população portuguesa. Só lhe interessa o que os outros ganham para que se possam roer de inveja, assim como em criar situações em que se possa dizer mal de alguém, uma vez que esse é o sal da vida de alguns cidadãos.
4. Que país é este em que vivemos?
Portugal. Será que o sr. Paulo Morais, na sua ansia de dizer mal de tudo e de todos entrou numa fase de pré-demência e está a ficar esquecido?
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o presidente n estará a ficar gágá?
se calhar foi devido ao $$$ que perdeu no BPN…
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HOMENS SEM QUALIDADES
O dr. Cavaco, verdadeiramente, nunca foi bem um político ou estadista convincente e providencial. Um chefe que inspirasse confiança. Um espírito à altura do seu papel. Para tal era preciso carácter, integridade, autoridade pessoal, lucidez, vigor, cultura. Não era necessário ser intelectualmente grande, bastava prudência e sinceridade pela “coisa” pública. No invés, o dr. Cavaco apenas quis sobreviver para a sua viagem pessoal, mesmo quanto sugeria estar a tutelar os desígnios pátrios. Sorte grande a sua, desilusão a de todos nós.
As vagas teorias sobre a Democracia, Portugal ou a Europa desse filho pródigo de alguma direita saudosa (o novo Messias) morreram logo na razão dos curiosos desmandos que a sua governação divulgou. A felicidade pública do nativo, artificialmente excitada, expirou mesmo antes de se avistar a “aritmética economista” do seu vindouro “oásis”. Como diria Ramalho Ortigão: “os deuses eram de palha”.
O dr. Cavaco não nos salvou da ruína, da decadência, não modificou o regime ou o sistema político, não soube construiu uma Res Publica, uma democracia. Apenas se rodeou no poder (sem que qualquer indignação se lhe visse) de um sem número de “adesivos” ou curiosos “senadores” que, mesmo aparentemente servis, astutamente o utilizaram para despojarem o orçamento do Estado. Os seus “procuradores do povo” arrumaram, antes de tudo, a sua própria clientela e souberam bem representar os seus interesses pessoais.
O dr. Cavaco, no meio do seu azedume contra a canalha, só conduziu o país para a confusão e abuso de uma “rede clientelar” de consequências absolutamente desastrosas. A política pós-Cavaco passou a ser uma “questão de compadres”, de intrigas e as “avenidas do futuro” construídas, herança da sua obra financeira, foram um inegável “brinde” aos novos caudilhos. A trágica destruição das instituições, o desamparo à sociedade civil, o cansaço e a desmoralização a que hoje assistimos (e a que estamos condenados) venceram-nos definitivamente. Não por acaso estes dias irae da desvairada governação do regedor Sócrates são consequência funesta disso tudo. A lista dos Dias Loureiros, Oliveira e Costa, os prebentados de Macau, os melífluos Constâncios, o Lopes da Mota e os Freeport intermináveis que lentamente surgem, não têm fim à vista. A degeneração é total. Não há que estranhar!
NOTA: Ontem o dr. Cavaco, depois do pedido de demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado, disse que não distingue “um de outro dos 19 conselheiros de Estado” e que todos lhe mereciam “igual respeito”. Esta infeliz observação é quase um insulto ao próprio Conselho de Estado e, reconhecidamente, os conselheiros não mereciam tal “entusiasmo”. O dr. Cavaco fez de Dias Loureiro o cérebro da sua campanha presidencial, levou-o para o Conselho de Estado e fez a sua apologia até ao fim. Que mais imprevistos ou incidentes precisamos de assinalar?
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Cavaco%20Silva
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Mr. Paulo Morais,
1 – Cavaco Silva não “resolveu” comentar o caso. Foi-lhe colocado de chofre, em Nápoles. Faltou-lhe assessoria naquele momento. Porém, o que disse está certíssimo.
Ronaldo tem nacionalidade portuguesa, para onde vá, é identificado como super-star nascido em Portugal.
Tal como Maradona ou Jorge Luís Borges são por não-argentinos, imediatamente ‘conotáveis’ com o seu país.
O preço pago por CR7 é obsceno. Perigoso. Ultrajante. Cavaco sabe-o, sobretudo neste momento de crise e porque conhece o valor das ‘coisas’.
Essa, sua, sobre Cavaco não abordar “o assunto” Paris Hilton, só pode ser ironia.
2 – Isabel II é inacessível.
Juan Carlos tem comentado casos idênticos ou ‘piores’– ninguém lhe colocou o caso CR7. A que propósito o comentaria ? Por ser adepto do RMadrid ? Pelo preço ? Por cenas de Paris Hilton in love com um ‘ibérico’ ?
3 – O tema estará em ‘discussão’ amanhã, em Belém. Antes e após a conclusão do CEstado, nos corredores de Belém. Até Mário Soares, se instado pelos seus pares, emitirá um comentário seguido de gargalhada característica…
4 – É um sítio entre o Atlântico e a Europa — é assim que o ‘vejo’ desde há meses. Não por (só) por culpa de Cavaco, mas sobretudo do povinho-NADA.
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O embaraço do Dr. Cavaco
Anda por aí uma algazarra sobre a constitucionalização do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, que ninguém entendeu até o dr. Cavaco clamar pelos (seus) poderes próprios ou institucionais. A partir daqui todos debatem, não os princípios consignados no catálogo do direito indígena que levam à presuntiva ruptura constitucional ou a singularidade das decisões interpretativas e processo de fiscalização do Tribunal Constitucional, mas a via incidental criada entre o eng. Sócrates e o dr. Cavaco. Isto é, a dimensão político-constitucional que o dr. Cavaco verbera, optimizou nalgumas criaturas uma “esperançosa” tensão e conflito entre o governo e a Presidência da República, que sendo curiosa se verdadeira não tem por ora qualquer valimento.
Na verdade o dr. Cavaco Silva assumiu, desde o início do seu mandato, navegar no discurso e na estratégia política como se de um jogo de tratasse. O paradigma desse jogo presidencial (ou a “linguagem da coisa”) seria criar um espaço único onde o eng. Sócrates em dificuldades económico-financeiras – a braços com a sua incompetência providencial e sob o servil apoio da nova garotada da União Nacional (que sabiamente juntou à sua volta) – ficasse em incómodos mas sem que a acção do Presidente da República se fizesse de todo sentir. Por isso mesmo o dr. Cavaco deu a Sócrates toda a “corda” necessária, para que não pudesse escapar. Daí que a doxa de Sócrates em torno da lenda das “reformas” caseiras, sempre muito bem desocultada via agências de comunicação, jornaleiros & outros tantos fundibulários nativos, obtivessem a eficácia observada, quer entre a elite das corporações e dos interesses quer na atemorizada quanto ignorante canalha.
Sócrates, o chefe do Partido Popular moderado (ex-PS), pode assim concretizar o maior volume de restrições de direitos fundamentais que temos memória (de comum, só ultrapassável pelo Botas de Santa Comba), principalmente nos direitos económicos e sociais consagrados em sede da Constituição, lesando grupos profissionais estruturantes da sociedade portuguesa e sem que a ordem constitucional assim abalada fosse objecto de controlo de constitucionalidade via Presidência da República. E mesmo alguns dos princípios não expressamente consagrados na Constituição, mas importante no domínio normativo constitucional – caso da original profanação do princípio da proporcionalidade (uso do poder), do curioso abandono do principio da não retroactividade ou da afrontosa violação do principio do não-retrocesso social -, o actual presidente da República, como representante da “res publica”, esquiva-se nunca ousando nem querendo exercer controlo prévio. Pelo contrário, o dr. Cavaco torna-se um meticuloso “notário” do governo, num estranho jogo de interesses económicos, sociais e políticos, jamais interpretados mas que as mezinhas tomadas contra crise financeira actual pode um dia explicar e a demagogia democrática do sr. Sócrates exemplifica.
Por tudo isto não se compreende o choro desvalido das sinecuras, dos comentadores & trovadores do regime. Nem se aceita a hipocrisia e o cinismo presentes na comunicação última de Cavaco Silva. O dr. Cavaco entrou no jogo, livremente, foi cúmplice em galanteios e em melodias febris sobre a governação, estatelando-se depois na sua própria frouxidão.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Cavaco%20Silva
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Deixem o Cavaco dizer o que lhe apetece…já não pode um homem mostrar espanto e inveja em paz…que lhe caem logo em cima…
Queriam que ele falasse do modo como se duplica o valor das acções?
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Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?
Porque nenhum jornalista se lembraria de fazer tal pergunta a Isabel ou a Juan Carlos ou até a outros diigentes. Cá os jornalistas é que não sabem mais que perguntar para arranjar as noticias que por cotas da erc tem de escrever sobre o presidente
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.. ´julgo eu que foi por uma pergunta de um jornalista. Já é costume quando estão ministros ou presidentes fora do país nalgum evento os jornalistas nunca perguntam sobre o evento, nem se percebe o que lá vão fazer se as perguntas são sobre bugalhos nunca se percebendo o assunto em causa. Se não foi o jornalista que perguntou é porque o assunto dava noticia no jornal da bola e o presidente já está em campanha eleitoral. E isso é grave. Temos parolada.
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“O preço pago por CR7 é obsceno. Perigoso. Ultrajante.”
Porquê? Só se for por causa da perenial inveja… 3 pessoas/entidades acordaram livremente um valor.
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Paulo Nunes disse
Completamente de acordo.
Agora este post é essencial porque mostra no seguimento dos outros do mesmo senhor a essência política e intelectual dessa grande esperança do Norte.
O conteúdo é excelente para uma mesa de café.
O passo lógico é vir a Lisboa para ser entrevistado para a RTP-N e temos mais um putativo elemento para o futuro governo da região Norte.
Aqui o criado é igual ao criador.
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Os jornalistas perguntam o que querem.
Haverá perguntas que não fazem quando presumem não ter resposta.
Cavaco respondeu, no modo canhestro que se lhe conhece.
A mesma pergunta feita a Soares, certamente teria resposta do género:
Pergunte ao dr. Cavaco. Ele é que é economista.
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Só sei a resposta a “Que país é este em que vivemos?”… É um país da treta, ou como um amigo me disse “É um país de bananas governado por sacanas”
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Este país está excêntrico, começando pelo seu presidente!
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O primeiro ministro inglês também comentou a transferência. Provincianos, nós?
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Rb, 30
Fez muito bem lembrar GBrown.
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Ah pois, rainha e o rei comentam outros temas muito mais importantes, como a criação de cavalos e cocker spaniels e as condições do tempo para velejar nas Canárias, respectivamente e vice versa. Como se sabe, toda a gente presta imensa atenção ao que dizem esses excelentes jarrões… porque é que o Paulo Morais entendeu dar aqui os exemplos desses dois, ultrapassa-me. Se vivesse nos Estados Unidos, onde os presidentes até comentam resultados de baseball, andava sempre de dedo em riste.
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Caro Caramelo,
A rainha de Inglaterra cria Corgis não Cocker Spaniels. E ultimamente tem-se dedicado à agricultura, com uma horta nos jardins do palácio de Buckingham.
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se não tinha assessor à mão, respondia que era assunto de estados ou que não era just, assim como assim, já etamos habituados à bronquite crónica.
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eu é mais corgi toys e estudo do nabo real.
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33.
A rainha é mais corgis e courgettes, portanto 😉
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O que mais espanta na sua excelencia o senhor presidente da republica é como diz certas coisas com aquele sorriso meio trocista ou cinico como se estivesse admirado e o bom ar com que aparece aos jornalistas quando em passeio. Depois nas comemorções oficiais faz aquel cara de mal encarado e mal disposto para a fotografia. De pessoa muita séria.
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1. Porque não abordou Cavaco Silva também o assunto Paris Hilton?
2. Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?
Porque não foram interrogados sobre o tema.
4. Que país é este em que vivemos?
A pergunta deveria ser reformulada: que jornalismo é este que temos?. É uma pergunta que não pode ser colocada por quem escreve em jornais, não é?
Dito isto repito o que escrevi antes: o comentário do Presidente da Républica sobre o assunto esteve ao nível dum jogador de sueca dos bancos deo Jardim da Praça da Républica.
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Proponho a elevação de Nimo a postador. Os seus 2 comentários, #5 e #7, são postas de qualidade.
Mas hoje é um dia especial.
Até gostei do comentário #27 do Piscoiso!!!
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Percebe-se que já intuíste que não vais lá, não é Paulo, a Dep. quero dizer??
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Indignemo-nos com os 94 milhões que os Espanhóis vão pagar ao Ronaldo, mas primeiro indignemo-nos com os muitos mais milhões que esta gente recebe dos nossos impostos e do futuro que não deixam este país poder ter.
http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2009/06/milhoes-e-indignacoes.html
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Vivemos no país do Freeport e do BPN
Vivemos no país em que se enterra a cabeça na areia
Vivemos no país que se deixa deslumbrar pelo “mundo do maravilhoso”
Vivemos … em Portugal
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Pois é, o nosso Presidente, cuja resposta standard é “o Presidente da República não se pronuncia” pronunciou-se muito admirado com os 93 milhões que uma empresa espanhola vai gastar numa compra, possívelmente rentável.
Sobre o facto de, com dinheiro dos nossos impostos se estourarem, só no BPN, 2 mil e quinhentos milhões, ou seja, quase 27 Ronaldos, sobre isso não se pronuncia.
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«1. Porque não abordou Cavaco Silva também o assunto Paris Hilton?
2. Porque razão Isabel II de Inglaterra e Juan Carlos de Espanha não comentaram este assunto?
3. Este tema está na agenda do Conselho de Estado de amanhã?
4. Que país é este em que vivemos?»
1. Cavaco é um homem com muitas limitações. Deve pensar que Paris Hilton é o nome de algum Hotel onde esteve;
2. Os monarcas do Reino Unido e de Espanha, tem muito mais que fazer do que o presidente da república portuguesa;
3. Não. O Conselho de Estado não sabe quem é Paris Hilton;
4. O Rei D. Carlos disse que era a “piolheira”. Olhando para Sócrates…!
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Piscoiso disse,
A mesma pergunta feita a Soares, certamente teria resposta do género:
Pergunte ao dr. Cavaco. Ele é que é economista.
Ou então dizia assim Piscoiso:
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Não me agrada muito ouvir e ver o PR a falar do custo da transferência de Cristiano Ronaldo. Como, também, não me agrada o exagerado tempo que tem sido concedido por rádios, jornais, televisões e blogosfera ao assunto e suas conexões mas, respondendo ao essencial das suas perguntas, digo: na Inglaterra e na Espanha, os repórteres não fazem esse tipo de pergunta ao mais alto representante do país. Normalmente, as interpelações a essas pessoas são feitas por jornalistas que não caem no ridículo de fazer perguntas sem qualquer importância para o bem-estar dos cidadãos. Aqui o paupérrimo jornalismo que se pratica permite outras práticas.
Cumprimentos
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não é grande exemplo, mas o gordon brown tb comentou :>
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E o Zapatero tb… Mas Portugal é que é um país que coiso e tal
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