Inevitável ricochete
Buscas judiciais na empresa que fabrica portátil Magalhães
A firma JP Sá Couto, que produz o computador Magalhães, foi alvo de buscas por parte das autoridades judiciais por suspeitas de fraude fiscal, avançou a SIC Notícias, que obteve também uma confirmação da presença das autoridades da parte do administrador da empresa, João Paulo Sá Couto (…).
(…) Foi uma “mera visita de rotina relacionada com um processo de fraude fiscal que data de 2005”, explicou à Lusa uma das responsáveis pela assessoria de imprensa da empresa (…).(…) O caso envolve várias empresas que estão ser investigadas por um esquema de fraude fiscal com IVA, no qual o Estado terá sido lesado em cinco milhões de euros.
A JP Sá Couto foi no primeiro trimestre do ano a maior empresa de computadores no mercado português, com as vendas a crescerem 1308,5 por cento impulsionadas pelo portátil Magalhães, segundo um estudo da empresa de análise IDC.
Estas coisas causam inevitável ricochete, pois coloca-se de imediato a questão da legitimidade de o Estado contratar com uma Empresa sobre a qual recairiam suspeitas de envolvimento num processo de fraude fiscal que data de 2005. A tal ponto, que a guindou à liderança do mercado de computadores em Portugal.
Eu admito que se tenha entrado em violação do Código de Contratos Públicos, em vigor desde Janeiro de 2008, um diploma assustador, com a complexidade própria de tudo quanto é transposição de directivas comunitárias. Mas deixo essa análise para o rigor jurídico do Carlos Loureiro.

Mais espectáculo… Infelizmente apenas isso.
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A notícia teria mais impacto se a PJ apreendesse todos os Magalhães.
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Dizem de lá que é uma operação de rotina da polícia.
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Uma policia que faz buscas em 2008 duma coisa que está a investigar há séculos e já com a empresa conhecedora das suspeitas e ainda por cima logo a seguir a eleições e logo hoje que o PM está a falar na Ar é um bocado pro esquisito.
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é o ministério público em campanha eleitoral. a velha bem pode ficar calada, que as corporações tratam de tudo. prá semana é a cap.
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Eu gosto de “mera visita de rotina” seguido de “processo de fraude fiscal”.
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Há quem diga que é esquisito e que é mais uma cabala.
Infelizmente neste país parece que está tudo ligado ao jogo governamental. Ou se está a favor do governo e é uma conspiração contra a oposição ou se está contra o governo, sendo uma cabala.
Conclusão: TUDO o que se passa em Portugal tem contornos teatrais. No fundo não se passa nada. É apenas um jogo.
… mas o português comum é que paga as favas. Porque quando os “jogadores” vão jantar a comentar os resultados do jogo, como se não houvesse outro tipo de conseo português comum é que tem que pagar a factura.
E na sua grande maioria nem sequer joga.
Enfim, cabalas…
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Se o governo percebe o tratado chumbado na Irlanda também deve perceber esse tal diploma complexo e com certeza sabiam muito bem o que faziam, até porque já depois de consumado o acto foram chamados à atenção e continuaram a insistir na sua legalidade.
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os habotantes do rectângulo podem sossegar!
a polícia às ordens do agora humilde “engenheiro” encarrega-se de dar um sério à choldra… e até está a combater a corrupção….
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Há quem goste de muita coisa e há quem nem por isso.
O que eu gosto é de uma empresa que está a ser investigada desde 2005 por fraude fiscal, que prejudica o governo em milhões por fuga aos impostos, ter sido escolhida, sem haver concurso público, para fornecer um serviço para o mesmo estado a que roubou (alegadamente, claro. Porque em Portugal é sempre tudo alegadamente).
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Está na SICN outra cabala!
O sro Valentim Loureiro, coitadinho, está-se a queixar que a polícia foi a casa dele. Logo na altura da campanha eleitoral que se aproxima. CABALA!
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O Estado-via-PS, perdão, o Estado-via-governo não sabe com quem negoceia ?
O PS, perdão, o Estado não cuida saber se qualquer empresa com a qual negoceia está ou não ‘limpa’ de processos judiciais, de imcumprimentos fiscais ?
Se é “mera rotina” a presença das autoridades judiciais na empresa, será que então…todas as outras empresas, pequenas, médias e grandes, poderão vir a ser ‘visitadas’? Para apresentação de cumprimentos ? Para beber um copo no bar ?
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Será que uns poucos jornalistas e comentadores, quando chamaram a atenção para os bastidores do negócio com os “Magalhães”, sabiam algo que escapa à opinião pública ?
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Tenho impressão que o castelhano pausado, acatalanado e aportuguesado do Ronald Koaman era tão ou mais perceptivel.
E muitos Outros históricos e grandes Treinadores Estrangeiros bem conhecidos de línguas muito mais distantes esforçaram-se e aprenderam o português(mesmo) dentro das suas capacidades.
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Mais uma “coincidência”…
Tudo bué de fixe para abrir os telejornais e “cobrir” a má-figura do socretino…
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Eh pá desculpem, estava no debate sobre o futebol e ao querer acrescentar mais esta defesa da língua – enganei-me a clicar no texto.
Sobre isto – pode ser o príncipio de um remate humilhante sobre um populismo na educação!?
Mas pronto, os “Magalhães” terão sempre um efeito posito nalguma prática e desenvoltura das nossas crianças na informática.
Coitado do Sócrates, nunca mais muda a maré.
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Lusitano,
Vc. engamou-se no post !? Acontece.
Koeman, Trappatoni, Souness, Heynkes, Mortimore, e muitos mais, alguns, campeões !
Quique, mais ou menoa a meio da época, afirmou que estava a aprender alemão e inglês, porque o seu futuro passaria por esses campeonatos…linguísticos.
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Afinal o tal de Quique até levou o clube a Campeão de Inverno.
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Mais uma coincidência
neste país transparente,
formidável a decadência
do Estado incoerente.
Tantos são os requisitos
nos contratos de adjudicação,
para estes “seres” esquisitos
escamoteia-se a legislação.
Começou mal
e assim perdura,
este negócio anormal
tem uma reles moldura.
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Mr. Piscoiso,
Infelizmente para a vida do Clube, essas manchetes de jornais (A Bola sobretudo), é que ‘encantam’ e galvanizam alguns Benfiquistas e tranquilizam a direcção e o Vieira…
Só porque estávamos em Dezembro, “campeão de Inverno” ! — a duas ou três jornadas do final da primeira volta…
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Esta “firma” (que mania parola, chamar firmas às empresas) é uma chafarrica trambiqueira do mesmo nível do so-cretino.
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“O PS, perdão, o Estado não cuida saber se qualquer empresa com a qual negoceia está ou não ‘limpa’ de processos judiciais, de imcumprimentos fiscais ?” – MRJB
Possivelmente, o processo de ajuste directo elimina esses todos pré-requisitos. Mas desconfio que ainda não acaba aqui, algum jornalista mais atento ainda irá descobrir mais, por exemplo, relação de parentesco entre empresário e adjudicadores, etc.
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investiguem os sobrinhos da velha, tem de haver um afilhado preto, no mínimo.
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O desaparecimento de parte dos documentos da compra da casa da mãe do Sócrates tem uma explicação: A empresa que vendeu a casa chama-se Stoldberg e pertence a Giancarlo Casaccia ligado à Máfia ou Camorra italiana. A empresa foi formada em 21 de Setembro de 1994 para branquear em investimentos normais, dinheiro proveniente de negócios de armas e do narcotráfico da Camorra. Giancarlo Casaccia já com 70 anos nomeou Directora única da Stolberg, Paula Manuela Dias Ribeiro de 23 anos, que era a sua amante, proveniente de uma família humilde de Baltar distrito do Porto onde nasceu em 1972.
Paula Manuela Dias Ribeiro teve uma filha de Giancarlo Casaccia recebe uma pensão de alimentos e o usufruto de uma das três moradias que Casaccia tem no Algarve.
Paula Manuela Dias Ribeiro vendeu a casa do Edifício Heron Castilho a Maria Adelaide Monteiro em em 1998 por 50 mil contos. A documentação que tinha desaparecido do 21 º Cartório Notarial de Lisboa dizia respeito à empresa vendedora a Stolberg e ao nome da vendedora : Paula Manuela Dias Ribeiro, mas havia cópias autenticadas noutro Cartório.
Isabel Rosa
Visão, 2009/6/11
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Miss Tina, 22
Pois.
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