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Também é noite de São João na Ribeira Quente (Ilha de S. Miguel)

23 Junho, 2009
9 comentários leave one →
  1. GL's avatar
    23 Junho, 2009 22:39

    Ele é açoriano ou brasileiro?

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  2. Anonimo's avatar
    24 Junho, 2009 01:32

    «i»: «Portugal telecom vai ter 30% da TVI»

    A empresa confirmou negociações com os espanhóis da Prisa

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  3. Anonimo's avatar
    24 Junho, 2009 01:33

    CM: «Secretário de Sócrates interrogado»

    Caso Freeport: Rui Gonçalves foi ouvido na PJ como testemunha

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  4. quem com ferros mata...'s avatar
    quem com ferros mata... permalink
    24 Junho, 2009 02:47

    #3

    …o que um cozinhado feito pelos fascistas do psd e do cds provocou!!

    qualquer día vai aparecer deputados do psd e do cds degolados ou mortos, não me espanta nada tal é a raiva que já ouço pessoas de esquerda a referir-se a este cambalacho montado pela direita!

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  5. açoriano's avatar
    açoriano permalink
    24 Junho, 2009 11:08

    Açoriano

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  6. açoriano's avatar
    açoriano permalink
    24 Junho, 2009 11:10

    Este vídeo os blasfemos irão gostar deste “Modinha dos Impostos”

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  7. Alabote's avatar
    Alabote permalink
    24 Junho, 2009 13:46

    Nenhuma das imagens apresentadas no clip são da Freguesia da Ribeira Quente (São Miguel), mas da Cidade Património Mundial – Angra do Heroísmo (Terceira) e das maiores Festas Populares dos Açores “SANJOANINAS”, a decorrerem durante 10 dias e todos os anos.

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  8. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Junho, 2009 22:23

    E vai daí coloca-se um clip de “música” que não tem uma única imagem da Ribeira Quente, mas sim das maiores festas populares dos Açores, as Festas Sanjoaninas de Angra do Heroísmo… qual era a ideia? Demonstrar ignorância? Objectivo alcançado.

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  9. noimo's avatar
    24 Junho, 2009 23:45

    Provedor critica Constâncio por falta de cooperação
    22-Jun-2009

    No seu relatório anual à Assembleia da República, o Provedor de Justiça critica o Banco de Portugal por falta de colaboração com a provedoria. O provedor considera que a atitude do Banco de Portugal não é diferente de anos anteriores, o que lamenta.
    Num caso concreto, o Provedor diz mesmo que o Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio se escudou, “numa alegada ausência de competência regulamentar específica (…) na matéria em causa”.
    Neste caso, o Provedor de Justiça pretendia a colaboração do Governador do Banco de Portugal para conseguir “uma melhoria substancial dos procedimentos genericamente adoptados pela Banca em matéria de execução de ordens de penhora (não raro efectuada com violação de limites mínimos de impenhorabilidade…)”.

    E depois de uma primeira resposta negativa, voltou a insistir com Constâncio, mas… “não obstante o Provedor de Justiça tivesse voltado a dirigir-se ao Governador do Banco de Portugal… a resposta recebida apenas manteve o já anteriormente alegado”.

    No balanço anual das relações com o Banco de Portugal, o Provedor de Justiça refere que: “2008 não foi diferente de anos anteriores, o que se regista com pesar” e conclui: “Muito difícil se torna, pois, ao Provedor de Justiça, tranquilizar os cidadãos que se lhe dirigem quando estes se revelam descontentes ou inseguros quanto ao tipo de supervisão efectivamente exercida pelo Banco de Portugal, pois dela tem este órgão do Estado, também, conhecimento pouco profundo, não porque não tente conhecê-la melhor, mas porque não tem tido sucesso nessa sua tentativa”.

    Ao Diário Económico, uma fonte do Banco de Portugal diz que recebeu 15.000 reclamações e que face a essas “as 30 apresentadas à Provedoria da Justiça têm pouco significado”.

    Já na Assembleia da República o deputado João Semedo do Bloco de Esquerda, e outros deputados, criticaram a atitude do Governador do Banco de Portugal e a sua supervisão (Leia o artigo de João Semedo Bancos: nova supervisão, novo supervisor.

    Vítor Constâncio tem, no entanto, a compreensão dos banqueiros. Numa entrevista ao Jornal de Negócios dada na semana passada, o patrão do BES Ricardo Salgado veio defender a sua supervisão, dizendo mesmo: “nunca vi até agora nenhum governador de um banco central ser posto em causa por políticos, por parlamentos”.
    http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=12480&Itemid=1

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