Credibilidade
25 Junho, 2009
“Está encontrado o tema central da campanha para as eleições legislativas: a alta velocidade ferroviária, vulgo TGV.
Que o PSD ganhará, se conseguir convencer o eleitorado de que, no governo, abandona a alta velocidade ferroviária. Tal não será fácil, pois Ferreira Leite tem um problema de credibilidade, já que foi figura central desse governo de Durão Barroso que anunciou baixar os impostos e aumentou o IVA, que garantiu abandonar a construção do aeroporto da Ota e foi o principal responsável pela sua concepção. Tem ainda um terrível calcanhar de Aquiles: alguns dos membros da direcção nacional do PSD estão altamente comprometidos, enquanto advogados, com os interesses ligados ao TGV.”
Ontem no JN.
36 comentários
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Imaginem o que nos acontece se um primo de Jorge Coelho for para o governo em Outubro
http://norteamos.blogspot.com/2009/06/imaginem-o-que-nos-acontece-se-um-primo.html
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Parabens pelo artigo no JN.
Estas eleicoes poderiam ser apelidadas por “Venha o Diabo e escolha”.
O eleitorado pode:
1 – votar na continuidade do partido que está a pregar os ultimos pregos do caixao da morte lenta de portugal.
2 – votar no regresso do partido que criou as bases e que foi o principal impulsionador da politica do betao armado.
Mais, em termos de personalidades, tem que optar entre:
1 – um politico de curriculum dubio, tisnado pelo espectro da corrupcao e da mentira ao eleitorado (ainda se lembram da promessa eleitoral da nao subida dos impostos), com laivos de déspota.
2 – uma politica cuja ultima prestacao enquanto membro do governo foi miseravel, tendo dado a um banco internacional, quase de certeza sem concurso, uma operacao de securitizacao que deve ter custado a todos os portugueses mais de 3 billioes de euros…
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BCP: 5 ex-administradores de topo acusados pelo MP
Cinco ex-administradores do BCP foram acusados pelo Ministério Público de “crimes que terão provocado um prejuízo de 600 milhões de euros ao banco e de terem recebido indevidamente 24 milhões de euros”, segundo o sítio do Expresso.
Jorge Jardim Gonçalves, Cristopher Beck, Filipe Pinhal, Castro Henriques e António Rodrigues são acusados de manipulação de mercado, falsificação da contabilidade e burla qualificada.
De acordo com o semanário, “durante oito anos, entre 1999 e 2007, cinco membros do Conselho de Administração do BCP conseguiram esconder um esquema de manipulação de acções que, de acordo com a acusação do Ministério Público, provocou Euro600 milhões de prejuízo ao banco.”
O Expresso avança ainda que o processo resulta de uma queixa de Joe Berardo, apresentada em Dezembro de 2007 e “nada tem a ver com uma outra investigação que corre contra o BCP no âmbito da Operação Furacão.”
Fonte judicial terá confirmado ao semanário que os cinco suspeitos “usaram 17 ‘offshores’ das ilhas Caimão para comprar e vender acções do BCP, procurando assim, e de forma dissimulada, condicionar as cotações dos títulos.”
http://www.dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1272164
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Existe, de facto, uma grande questão que se colocará nas próximas eleições ao PSD: conseguir parar de vez, com as obras públicas megalómanas e com a clique de interesses obscuros que as rodeiam, que nos têm arruinado ao longo dos anos.
Foi ou não o Partido Social-Democrata co-responsável por esta situação? Admito que sim. Sem ter o gosto de conhecer pessoalmente o Paulo Morais, temos um amigo comum: Carlos de Abreu Amorim. Ele relatou-me as dificuldades que sentiu com a “máquina eleitoral” do PSD no Porto. Há, infelizmente para o País, muitos social-democratas de grande qualidade como V.Ex.ª, que se auto-afastaram da política por causa destas trituradoras “máquinas eleitorais”.
Todavia, houve um momento de inflexão política e de esperança, que poucos se aperceberam nos “media” à época (agora é muito fácil essa percepção!), que dará a vitória eleitoral a Manuela Ferreira Leite: ter dito alto e bom som que ia terminar com obras públicas desnecessárias, devido ao endividamento brutal de Portugal.
Quando vencer as eleições, ver-se-á se temos Primeira-Ministra ou não! Eu acredito que sim.
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Isso das “obras públicas desnecessárias”, será compensado com as “obras públicas necessárias”
A gente já sabe que o necessário ou o desnecessário é conforme a fome.
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Piscoiso:
Isso deve acontecer habitualmente, é no seu Partido “socratista”. É isso que Manuela Ferreira Leite quer terminar. É por isso que vencerá as eleições. Percebeu?
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Pois, pois. O que o Paulo Morais quer é que votemos no CDS. Já disse mal do BE, do PS e do PSD. Só sobra o portinhas, não?
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Ou se calhar está a tentar fazer com que as pessoas tenham uma perspectiva mais critica dos politicos que tem.
A classe merdia portuguesa é binária, ou vota ps, ou vota psd.
O país está como está por causa da falta de capacidade das pessoas pensarem por si proprias e da sua incapacidade em organizar verdadeiros movimentos civicos, que, pelo menos, pudessem fazer lobby a sério.
Estariam a concorrer contra todos os outros lobbies organizados (construcao, medicos, justica, farmacias, notarios, etc), que, com o seu dinheiro vao influenciando o correr das coisas, mas pelo menos tentariam fazer alguma diferenca.
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#6.
As suas presunções quanto à minha vida partidária são avulsas e só o caracterizam a si mais à sua partidarite, que não vê mais do que opções partidárias.
Se a sua Leite ganhar as eleições, para mim é igual ao litro.
Já para si, parece servir de alimento.
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Pois eu acho bem que se discuta o TGV na campanha eleitoral. Até acho que devia ser tema principal porque não quero os meus filhos a pagar aquilo que eu não decidi!
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E dois alargamentos depois, e embalados por anos de cancoes socilistas, eis-nos novamente a um lugar do fim. pro ano la estaremos.
Portugal com penúltimo menor rendimento per capita da Zona Euro
Portugal registou em 2008 o penúltimo menor rendimento por habitante da Zona Euro, apenas à frente Eslováquia. Segundo dados do Eurostat divulgados esta manhã, o rendimento per capita em paridades de poder de compra em Portugal foi de 75% da média da UE-27.
O da Eslováquia foi de 72%, enquanto o do Luxemburgo e o da Irlanda, que ocupam os dois primeiros lugares, foi de 253% e 140%, respectivamente. Portugal ocupa a 19º lugar no ranking dos 27, onde a Bulgária ocupa a última posição com apenas 40% do rendimento médio.
“Eslovénia, Republica Checa, Malta, Portugal e Eslováquia estiverem entre 10% e 30% abaixo da média da UE-27”, lê-se no comunicado do instituto de estatística da União Europeia na publicação que apresenta os primeiros valores para 2008.
Este indicador pretende medir o nível de riqueza por habitante, ajustando aos níveis de poder de compra em cada país.
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Caso Freeport
Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates
Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois
procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça,
Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta
investigação
Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que
José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport,
haveria «represálias».
O encontro entre os três magistrados aconteceu há duas semanas, no mesmo dia em que Lopes
da Mota também se terá encontrado com Alberto Costa. Os termos usados pelo presidente do
Eurojust (órgão do Conselho da Europa que coordena as políticas anti-corrupção) foram
considerados por Vítor Magalhães e Paes Faria como formas de «pressão» e disso mesmo
deram conta ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, na passada segunda-feira.
No encontro com Pinto Monteiro e Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, para fazer um
ponto da situação do caso Freeport, os dois magistrados contaram ainda que Lopes da Mota,
já regressado ao seu gabinete do Eurojust em Haia (Holanda), telefonou para os colegas,
defendendo a tese de que no processo só estavam em causa crimes de corrupção para acto
lícito e que estes já tinham prescrito, citando, inclusive, páginas e artigos de
reputados penalistas. E insistiu no facto de Magalhães e Faria não terem alternativa
senão «arquivar» o inquérito. «Estão sozinhos nisto», terá mesmo dito Lopes da Mota,
segundo relataram os magistrados ao PGR.
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=131045
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Piscoiso:
Engana-se redondamente!
O meu alimento é obtido através do meu trabalho e esforço académicos. Sou militante do PSD desde 1997 e nunca ocupei, graças a Deus, qualquer lugar que me pudesse prover algum alimento, nem sequer do foro intelectual, convenhamos.
Sou: Português; Monárquico e Social-Democrata: apoio Manuela Ferreira Leite com toda a convicção (pessoa que não conheço pessoalmente sequer), não apenas por ser do meu Partido, mas porque encontro nela uma simplicidade e uma honestidade que nunca vi na política Portuguesa!
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Já nao é o primeiro que ouco, mas eu fico sempre perturbado quando alguem afirma ser monarquico e social democrata ao mesmo tempo.
É equivalente a dizer:
1 – eu acredito que os paises devem ser dirigidos por tipos que tiveram a sorte de nascer numa familia real, independentemente das suas qualidades intelectuais (regimes totalitarios nepotistas)
2 – e ao mesmo tempo, eu quero viver numa social-democracia, num regime democratico em que sou dirigido por uns quantos eleitos que foram subindo por merito.
Se nao acha isso incongruente, boa.
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“Sou: Português; Monárquico e Social-Democrata: apoio Manuela Ferreira Leite com toda a convicção (pessoa que não conheço pessoalmente sequer), não apenas por ser do meu Partido, mas porque encontro nela uma simplicidade e uma honestidade que nunca vi na política Portuguesa!”
e não tens vergonha???… eras capaz de dizer isso à saída da missa, em directo para a tvi?… dúvido.
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«Já nao é o primeiro que ouco, mas eu fico sempre perturbado quando alguem afirma ser monarquico e social democrata ao mesmo tempo».
Não tem que ficar perturbado. Visite por exemplo: a Suécia; a Noruega; a Dinamarca ou a Bélgica e perceberá o que digo.
A representação simbólica de um Povo com séculos de História, com um passado importantíssimo, pertence a uma Família Real que representa a unidade da Pátria e a sua continuidade; todos os demais, de todas as correntes políticas e ideológicas, de todas as classes socias, são livres de serem o que quiserem, pois os respectivos Estados lhes conferem não só condições políticas para isso (a democracia política), mas também as condições sociais e económicas para tal (a social-democracia).
A sua primeira conclusão é de todo de infirmar: poderia dizer a mesma coisa de um qualquer Presidente da República, substituindo a hereditariedade dinástica (com aclamação parlamentar, refira-se!) por uma qualquer eleição presidencial.
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#14 – não ligues, é só parvoíce. no dia que tiver de trabalhar isso passa-lhe.
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4. Obrigado pelas suas palavras… E quem dera que tenha razao… vamos ver. Porque para fazer como o PS, é melhor ficarem eles.
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Monarquias representativas (pra fotografia e sem poder) mais nao sao do que impostos sobre saudosistas.
D.Duarte de Braganca, familia e sucessores jamais poderao reflectir a heranca e a historia Portuguesa.
Se assim fosse, estavamos mal.
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20:
Respeito a sua opinião. Não concordo.
Isso é uma decisão que cabe apenas ao Povo Português e a mais ninguém.
Enquanto os Portugueses não se pronunciarem, em plebiscito nacional para o efeito convocado, sobre a questão da forma do regime político a seguir pela nação, nada se poderá fazer.
Saudosista é coisa que não sou: a ter saudades de alguma coisa, apenas poderia ter… Do Futuro! O que me preocupa é o Futuro da minha Pátria; a sua continuidade; a sua Liberdade multissecular.
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Isso nao o deveria preocupar, ja sabe a conclusao.
É como olhar para o comportamente de uma accao na bolsa… se ela consistemente faz underperformance face ao mercado, a conclusao acaba sempre por ser sempre a mesma, a médio / longo prazo é retirada do indice e vai a falencia.
Portugal mais dia menos dia vai ser apagado do indice europeu.
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ainda a procissão vai no adro:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=138898
já agora. sendo republicana, com uma sensibilidade mais próxima de esquerdas pouco dogmáticas, passando por centros inteligentes (sonhar é fácil!), mas longe de direitas e ainda menos extremas, não vejo qualquer problema em ser monárquico e social-democrata… veja-se como as coisas se passam nos países nórdicos já referidos e em também Espanha (mesmo que não seja um exemplo fulgurante)… entre ter presidentes-monarcas, que não servem que para lançar sounds bites, e que se calhar ainda nos custam mais caro que suberanos, e suberanos monarcas… vá o diabo e escolha!
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«Portugal mais dia menos dia vai ser apagado do indice europeu».
Confesso que isso pouco me importa.
Muito mais me importa outra coisa: «Portugal, mais dia menos dia, poder ser apagado do índice Português!». Talvez isso, explique a minha opção, desde os 13 anos, pela defesa da Monarquia. Não quero ver o meu País «apagado» de si póprio; não considero Portugal superior a outro qualquer Estado do Mundo; não me considero, todavia, inferior a quem quer que seja como Português; nada tenho contra a República; pretendo apenas que a República Portuguesa tenha o direito de escolher um Rei, se assim lhe aprouver fazer, em Liberdade.
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“Talvez isso, explique a minha opção, desde os 13 anos, pela defesa da Monarquia”
tás com muita sorte, há deles que foram paridos com esse objectivo. eu aos 13 anos era mais gajas e rock&roll.
virou caixa de comentários intimista. isto hoje tá bom.
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“pretendo apenas que a República Portuguesa tenha o direito de escolher um Rei, se assim lhe aprouver fazer, em Liberdade.”
Se me das a mim, e a todos os portugueses, a oportunidade de escolher um Rei, corres o risco de escolhermos o Rei dos Frangos. Pelo menos desse já sabemos com o que contamos.
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«eu aos 13 anos era mais gajas e rock&roll»
Nota-se ao longe! Nem era necessário dizê-lo. Já se percebia tal, pelos seus comentários: ainda hoje o anónimo 24 deve ser, pouco mais ou menos, assim.
Acabou de encontrar um dos grandes riscos da República: uma pessoa do seu tipo «gajas e rock», pode ser Presidente da República se vencer as eleições.
Já imaginou?
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#26 – “Já imaginou?”
claro, brylcreem e bora lá votar no elvis e no reino da graceland.
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#26 – e tu aos 13 anos brincavas aos príncipes encantados e fodas madrinhas, entronavas uns copos ou já era onanismo espiritual para a coroa?
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Deixe-se de coisas, vamos mas é criar uma fundacao privada e pedir ao mario lino 36 milhoes de euros. dize-mos que para entregar seringas aos drógados
ou outra qualquer causa socialista.
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Mais um frete ao Sókas e LFM.
Em vez de escrever sobre as muitas asneiras socialistas, utiliza a capa do TGV para bater em MFL.
Sem dúvida, MFL é uma grande senhora: além de ter quase todos os “media” contra, ainda aguenta estes míseros frustrados da política-na “sua” área.
MFL: corra com eles!
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“2- O teu Q.I é pior que básico.
Barroso e MFL pegaram num país que tinha um processo por défice excessivo às costas (4,4% deixado por Guterres), com MEIO ANO para o corrigir.
Isto é censurado, ou dito ao contrário, pelos invertebrados que dominam os “media”-ou por ocos da mona como tu.
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Paulo Morais:
Eu sei que já discutimos isto sei lá quantas vezes, mas mais uma vez não faz mal nenhum.
1º
“desse governo de Durão Barroso que anunciou baixar os impostos e aumentou o IVA”?
Programa do XV Governo: “Neste quadro, um choque fiscal, promovendo designadamente a redução do IRS e do IRC, torna-se absolutamente indispensável para reanimar a actividade económica, fomentar o investimento estrangeiro e conferir melhores condições de competitividade às nossas empresas.
Trata-se, pois, de um objectivo nacional que o Governo assume com clareza e determinação.
No entanto, para além dos problemas já conhecidos quanto ao levado grau de descontrolo das Finanças Públicas e à perigosa incerteza quanto à dimensão do défice orçamental de 2001 – muito superior ao que se previa – surgiu agora um dado novo, que suscita agravadas preocupações. É o caso da execução orçamental dos primeiros meses de 2002.
Os números agora conhecidos traduzem esta realidade, nua e crua: a diferença entre a receita e a despesa sem juros (saldo primário) que era positiva, em Março de 2001, em 81 milhões de Euros, passou a ser negativa em 584 milhões de Euros em Março de 2002. Trata-se de um agravamento brutal e absolutamente imprevisível.
Este cenário novo – totalmente desconhecido do Governo à data da sua posse – inviabiliza a imediata concretização da referida medida fiscal, como seria desejável para um mais rápido impulso do desenvolvimento da economia portuguesa.
Assim, torna-se necessário promover, em primeiro lugar, a consolidação orçamental e o saneamento das finanças públicas, com a imperativa inversão da trajectória da evolução do défice, condição prévia à pretendida redução da carga fiscal.”
Recordo-te que o governo anterior dizia que o défice era de 1,1% do pib. O XV Governo mandou reavaliar o défice e apurou-se 4,4%. Não foi uma previsão se, no fim do ano, etc, etc, como a vigarice dos 6,81% !!!!!!! O aumento do IVA e as receitas extraordinárias foram expedientes com que se pretendia evitar imediatamente o processo da UE por défice excessivo. Sugerias o quê? Não evitar o processo? Devia ter feito o quê entre Abril de 2002 e Julho de 2004?
2º
“garantiu abandonar a construção do aeroporto da Ota e foi o principal responsável pela sua concepção”?
Programa eleitoral do PSD 2002: “Quanto ao sector do transporte aéreo, a actual conjuntura aconselha à maior prudência no que respeita a investimentos, designadamente em novas infra-estruturas aeroportuárias, enquanto não se mostrarem esgotadas as capacidades das actuais, devidamente melhoradas e modernizadas. Entendemos, assim, que não é necessária, neste momento, a construção do novo Aeroporto de Lisboa.”
Programa do XV Governo: “os estudos relativos ao aeroporto da Ota prosseguirão de modo a poder caracterizar adequadamente o empreendimento; a sua concretização não é prioritária e ele não arrancará na presente legislatura; isso não impede que se mantenham as medidas de salvaguarda relativas aos terrenos, nem que se aprofundem outros aspectos relativos à construção do aeroporto, nomeadamente quanto à data de início da sua realização, tendo em atenção a capacidade do aeroporto da Portela”
Não vejo incoerência entre o que Durão Barroso dizia na campanha, o que se propôs fazer no governo e o que fez.
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3º
“alguns dos membros da direcção nacional do PSD estão altamente comprometidos, enquanto advogados, com os interesses ligados ao TGV”?
Quanto a isto, só posso dizer que desconheço, mas talvez alguém possa dizer-me quem são eles. É importante saber quem são, porque irão para a minha lista negra de dirigentes partidários.
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Isto parece uma competicao entre o roto e o esfarrapado.
Os numeros nao metem, desde 84, sempre parados a ver os outros a andarem pra frente. Interpolando PS e PSD, que mais nao fizeram do que pegar num pais em enche-lo de dividas, privatizando tudo o que havia a privatizar, vendendo tudo o que podiam vender, criando um estado gordo, cheio de jobs for the boys.
Incompetentes, uns e outros.
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Em 1.º, quero felicitar o Dr. Paulo Morais pela clareza e rigor com que expressa as suas ideias e defende os seus valores, não se subjugando ao statu quo em que vivemos.
Em 2.º, quero dizer que, como Social Democrata que sou, votarei, caso o cenário se mantenha, muito mais rapidamente em José Sócrates do que em Manuela Ferreira Leite e na sua cambada de barões, “lambe botas” da máquina partidária, que se fartaram de atacar o Luís Filipe Menezes, por tudo e por nada, enquanto ele lá esteve; que estavam à espera que a MFL se queimasse e não se atiraram para a frente; e que só ganharam, porque o Paulo Rangel se apresentou sozinho (honra lhe seja feita) e o PS perdeu.
Em 3.º, não vejo qual o problema de ter ideais sociais democratas e defender a monarquia.
O que me espanta é numa Democracia não se poder livremente escolher, se a maioria assim o quisesse , escolher um Rei.
É uma República com um Presidente Absoluto.
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Suécia,
Dinamarca,
Inglaterra,
Noruega,
Espanha,
Luxemburgo,
Países muito mais desenvolvidos do que o nosso; mais livres com certeza, com uma
Democracia definitivamente mais madura.
Todos têm uma coisa em comum: são monarquias e, certamente, não se devem sentir inferiores a nós que somos uma República (das bananas).
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