O problema de Manuela…
….e do PSD, apesar da vitória recente e de algum crescendo de entusiasmo, permanece o mesmo: ausência de credibilidade.
Quando Manuela Ferreira Leite diz que «não aumentarei concerteza os impostos» é impossível não refrear algum receio face à última vez que a mesma dirigente disse a mesma coisa e o que se passou a seguir.
Quando defende o «adiamento» do tgv, fica patente que para ela e para o psd a questão não é de fundo (como devia), constatando a sua ineficiência e desnecessidade, mas de mera circunstância. Adiado até estar no governo certamente. E lá volta o problema de credibilidade: enquanto ministra sufragou 4 ou 5 linhas em todas as direcções e que se saiba nunca reconheceu tal como um erro. Estou certo que acaso formasse governo, rapidamente entraria em voga o discurso dos «compromissos assumidos».
Keinesiana por defeito genético, propõe «em alternativa» torrar alguns milhões na manutenção artificial das queridas piquenas e médias empresas em situação de invabilidade de mercado, a que acrescem mais uma série de medidinhas assistencialistas.
Quando se insurge contra as trapalhadas na PT, em caso algum defende o fim da tutela do estado nas grandes empresas (pt/edp/galp), ou sequer aflora a hipótese de se desfazer da «golden share».
Fala de questões graves sobre interferências na comunicação social, mas em caso algum defende a privatização da rtp/rdp/lusa. Sobre a cgd e o seu eterno papel de financiador de figuras gradas dos governos de momento, nem uma palavrinha, nem sequer se levanta a mera hipótese de um seu futuro governo se desfazer dessa particular forma de intervenção e abuso de poder.
Aceita-se que poderão vir a existir surpresas, mas o balanço até agora não é animador. Em cada assunto que intervêm, apenas se vê mais do mesmo. Que teve a sua oportunidade, falhada, há 6 anos.

E nunca ninguem faz perguntas dificeis quando esta gente vai a TV.
Em junho do ano passado ja tinhamos metido quase 4 mil milhoes de euros nesta transacao, para alem claro, do desconto inicial pelo qual foram vendidas as dividas. Nao e dificil imaginar um cenario em que esta operacao tenha custado a Portugal uns bons 7.5 mil milhoes de euros, meio TGV (com a desvantagem que este dinheiro foi torrado num mes, foi todo pras contas do citi e dos bonus dos seus IB, e o do tgv sempre seria gasto aos bocadinhos e algum sobraria pros portugueses).
http://www.correiodamanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=B3D535EF-78F7-4171-A011-653816D9260E
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Com esta má ação o Gabriel deixa aflorar o seu espírito antiescuteiro. Em vez de ajudar a velhinha a atravessar a rua, prega-lhe uma valente rasteira. Não se faz!
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Se a Dra. Manuela Ferreira Leite falasse verdade, não acalentava a ilusão de ganhar as eleições.
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a leiteira é pior do mesmo.
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Cabe ao CDS, partido de Direita e liberal (portanto, dos contribuintes) assegurar que não dará o seu voto a qq OE que preveja um aumento de impostos.
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Ferreira Leite quer libertar sociedade do Estado
Líder do PSD diz que quer «rasgar com todas as soluções» adoptadas pelo PS
http://www.tvi24.iol.pt/politica/ferreira-leite-psd-leite/1071985-4202.html
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Pois sim, pois sim, os últimos anos socialistas (11/14 salvo erro) foram mais credíveis e animadores, nada contraditórios; e o BE das loiças também é muito credível, com uma pseudo-interpretação do arco da velha de um tal Trotsky ( ah ah ah); e o CDS/PP das portas e janelas também é mais credível, sem dúvida, sobretudo porque ganha sempre as sondagens; e o gira-discos PCP? ahhh, esse sim, credível, sobretudo porque acredita num mundo sem patrões, sem amos, e acha que é possível democracia sem economia ( ah ah ah).
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mas que grande post. Parabens!
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CREDIBILIDADE????
Voces devem andar a gozar com os portugueses.
DETENTORA DA VERDADE??????
Voces decididamente estão a gozar com os portugueses!
[O ps perdeu as europeias porque o seu candidato era fraquinho, Vital Moreira é o exemplo de alguém que escreve melhor do que fala em público. Não que Rangel seja um portento, não é, é um político rasteirinho do género “eu sou contra mas voto a favor”.
Mas Vital Moreira foi uma péssima escolha de Sócrates, um erro de casting. Parabéns aos vencedores e siga a carroça!
Quanto às legislativas o Psd tornou-se arrogante e extemporêneo, tornou-se naquilo que acusava os outros..tem telhados de vidro!!
…e nas legislativas não é Vital Moreira contra Rangel ;)) ´
…é José sócrates contra a Ferreira Leite]
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O descalabro
Foi patético ver e ouvir ontem o Primeiro-Ministro.
Contradições e mentiras: Sócrates a dizer aos deputados, no Plenário da Assembleia da
República, que Carlos Guerra, gestor do PRODER e arguido no caso Freeport, foi
substituído pelo Governo na semana passada; e o Ministro da Agricultura, nos Passos
Perdidos, a dizer aos jornalistas que não, que ainda iria ouvir o mesmo Carlos Guerra,
para depois decidir se o mantinha ou não no referido cargo. Gato escondido…
Controlo político da comunicação social: a 23 de Junho, a PT comunicou à Comissão do
Mercado de Valores Mobiliários a existência de contactos com a Prisa, nos quais se
“abordaram diversos cenários de investimento, incluindo a possível aquisição de uma
participação no capital social da Media Capital” (detentora da TVI). Um dia depois o
Governo diz que não sabe de nada (embora seja detentor de uma golden share na PT…) e,
dois dias depois da notícia, a PT diz também que não foi nada, que o negócio da compra de
30% da TVI pela PT nunca existiu. Extraordinário. Aguardamos agora que a PT, na promoção
da MEO, substitua os spots dos Gato Fedorento pela história da Carochinha…
Fundações fantasma: na boa tradição guterrista da Fundação para a Prevenção e Segurança,
o actual Governo administra uma fundação privada, denominada de fundação para as
comunicações móveis, mas que recebe mais de 36 de milhões de euros do Estado (como é que
este financiamento público é compatível com a natureza de fundação privada?), tem sede
num serviço do Ministério das Obras Públicas e gere um saco-azul de centenas de milhões
de euros, gastando dinheiro por ajuste directo, num claro subterfúgio para evitar os
concursos públicos a que os organismos públicos, por lei, estariam obrigados. É isto
transparência?
Pesadelo: José Manuel Marques, próximo de Sócrates e vice-presidente do Instituto da
Conservação da Natureza quando o actual Primeiro-Ministro foi Ministro do Ambiente, é o
quinto arguido do caso Freeport. O cerco aperta…
Moral da história: a 4 anos de arrogância seguem-se 4 meses de descalabro da maioria
socialista. O Governo está a ruir em contradições, o PS a tirar as medias ao engenheiro e
os Portugueses, finalmente, a começar a respirar de alívio…
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2741111.html?mode=reply#reply
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Quem espera a grande revolução liberal, bem pode esperar sentado.
As revoluções são populares, e o povo prefere o estado, mesmo que ditatorial.
Os liberais de classe média nunca levantarão os rabos das cadeiras, só falam. Grandes revolucionários!
Ou pactuam com alterações progressivas ou estarão a matar o vosso sonho. Sócrates foi único em termos de PS porque todos os outros defendem mais estado. Ora Sócrates só defendeu negociatas e não liberalismo: não houve intenção generalizada mas casos particulares. Nestes casos particulares o mercado foi abafado porque sempre houve destinatário para os lucros e o estado a assumir os encargos.
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Carlos Graça, e parece-lhe credível um “não aumentarei os impostos”? Se a oposição laranja dos últimos anos se resumiu a uns meses de maior actividade (imediatamente antes e imediatamente depois das eleições europeias), como não achar que é mais do mesmo, mas a vestir um fato de saia/casaco?
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2007-03-18 – 00:00:00
Entrevista: Marques Mendes
Jornalista : Jorge Paula
Marques Mendes, líder do PSD, acusa o primeiro-ministro de ter um projecto de poder pessoal perigoso para a democracia. Irónico, diz que o País só está melhor do que o Burundi e afirma que o aeroporto da Ota pode ser o pântano de Sócrates.
Correio da Manhã – Gosta do estilo de José Sócrates?
Marques Mendes – Não vou comentar estilos. O que acho é que a atitude que o primeiro-ministro tem utilizado é errada. Essencialmente porque tem a preocupação de atirar portugueses contra portugueses. É uma atitude política errada. É um pretexto, a alegada existência de privilégios de todas estas classes, como se de repente se tivesse descoberto que o País é formado por privilegiados. E sobretudo tem um objectivo muito mau: explorar o sentimento da inveja nacional.
– Da inveja?
– Da inveja nacional. No momento em que ataca um sector está a colocar na prática portugueses contra portugueses. Um segundo aspecto negativo na sua atitude é a tentação que se nota de um controlo enorme do poder. Eu alertei em Dezembro para o facto de o primeiro-ministro parecer ter um projecto pessoal de controlo de poder, de acumulação de poder.
– O tempo deu-lhe razão?
– Três meses depois já perceberam que não era um ponto de vista partidário, mas sim a constatação de uma realidade.
– Está a referir-se ao recente anúncio de concentração de poderes policiais?
– É o último exemplo e dos mais perigosos, mas não é o único.
– Quais são os outros? A Comunicação Social?
– Há uma preocupação enorme de controlo na Comunicação Social, nos centros de decisão económica, na Justiça, na investigação criminal e mais recentemente nas polícias. Já não é uma questão partidária. Tem a ver com a qualidade da nossa democracia. Isto não é autoridade. É abuso de poder. É confundir maioria absoluta com poder absoluto.
– A Comunicação Social está a ser objecto de diversas medidas polémicas. O que é que vai fazer?
– Neste domínio da Comunicação Social há uma preocupação crescente de controlo, um controlo cada vez mais apertado. Nesta matéria todos os partidos têm pecados. Mas os Governos anteriores, de todos os partidos, em comparação com este, são uns meninos de coro.
– Também teve a tutela da Comunicação Social.
– Todos os Governos têm essa tentação. Estou a reconhecer isso. Agora, repito, em comparação com o que se está a passar, são todos meninos de coro.
– E Sócrates não é um menino de coro.
– Não. Acho que não é tanto um projecto partidário. É muito pessoal. É o poder em sectores nucleares na mão de uma pessoa só. E em democracia isto não pode acontecer. A democracia é o regime do equilíbrio de poderes.
– O que é que o PSD pode fazer para contrariar esse projecto pessoal?
– É o que temos feito. Denunciar a situação.
– Mas se a situação é tão grave não pensa alertar o Presidente da República?
– Cada coisa a seu tempo.
– Está a renascer o Estado policial? É perigoso para a democracia?
– É perigoso e afecta a qualidade da democracia. Eu alertei em Dezembro para esta situação e agora vastos sectores, que não têm nada a ver com o PSD, dão-me razão. Está em curso este projecto de poder pessoal. A denúncia que fizemos está a seguir o seu curso e acho que a força da opinião pública é o instrumento essencial para que o Governo recue em intenções que não são boas para a democracia.
(…)
– Como é que explica, então, a posição irredutível do primeiro-ministro? Por ser teimoso? (OTA)
– Esta teimosia é grave. E só há uma explicação: como a situação do País é grave, os resultados são nulos e não tem nada para apresentar ao País, quer a toda a força mostrar obra.
– É um alibi?
– É uma tentativa de mostrar que afinal há qualquer coisa, há obra, para tentar desviar as atenções dos problemas reais quer na economia, quer na saúde, quer no desemprego. E para isso tenta criar um elefante branco, fazer um erro colossal.
– Que pode ser fatal para Sócrates?
– Olhe, Sócrates pode acabar no pântano do aeroporto da Ota se não tiver o bom senso de recuar. O Governo não pode querer resolver o seu problema à custa do dinheiro de todos os portugueses.
– É tão grave que levou o problema a Cavaco Silva?
– Ao fim de um ano foi a primeira vez que pedi uma audiência ao Presidente da República. Mas este caso é sério demais, porque podemos estar perante um erro colossal, porque a teimosia pode levar a um disparate que compromete os próximos Governos e Orçamentos.
(…)
– Há causas para a corrupção. Quais são?
– Olhe, digo isto com algum exagero, mas reconheço que cada lei que se faz em Portugal é um convite à corrupção. Porque são complexas e burocráticas
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Inês Costa: Não conheço nenhum governo que não tenha aumentado impostos. mas conheço quem prometa milhares de empregos, e outras quezílias e lérias publicamente conhecidas…
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torrar alguns milhões na manutenção artificial das queridas piquenas e médias empresas em situação de invabilidade de mercado, a que acrescem mais uma série de medidinhas assistencialistas. – Gabriel Silva
Este aspecto em particular do post não é factualmente correcto. Extinguir o pagamento por conta e pagar as dívidas do Estado às empresas são medidas liberais, visto que visam diminuir a carga fiscal e cumprir os compromissos contratuais do Estado. Parece que o Gabriel Silva está a comentar suposições e não as medidas concretas que o PSD já apresentou no parlamento para as referidas pequenas e médias empresas, muitas delas em relação às quais não é, ao contrário do que diz, qualquer inviabilidade de mercado que constitui o problema, mas sim, os obstáculos que o Estado impôe à sua actividade.
Quando se insurge contra as trapalhadas na PT, em caso algum defende o fim da tutela do estado nas grandes empresas (pt/edp/galp), ou sequer aflora a hipótese de se desfazer da «golden share». – Gabriel Silva
De acordo. Mas este comentário assim como os que se lhe seguem continuam na lógica do “isto é o que o PSD tem de fazer para perder as eleições” e simultaneamente permitir ao governo algumas negociatas de última hora. Ou seja, são respeitáveis do ponto de vista ideológico – e eu, como liberal, concordo com os mesmos -, mas esquecem ou fazem por esquecer que estamos num período crítico, em vésperas de acto eleitoral e que não é propriamente da natureza dos partidos políticos fazerem tudo para perder eleições. Se o PSD advogasse agora o fim da “golden share” na PT seria esse o centro da discussão e não a tentativa de governamentalização indirecta da TVI; o mesmo se poderia dizer em relação à privatização da CGD que passaria a ter foros de escândalo em detrimento da questão da injecção de fundos do Estado no BPN. Ou seja, defender essas posições neste momento abriria o caminho político à governamentalização da estação privada ou à injecção de mais fundos do Estado em bancos falidos e não alcançaria quaisquer resultados em matéria de diminuição do poder do Estado. Seria contraproducente. E simplesmente parvo.
Isto para dizer que discutir política num mundo possível imaginário é muito respeitável, mas irrelevante de um ponto de vista estratégico que é necessário não só para ganhar eleições, mas também para impedir as negociatas de última hora pretendidas por este governo. Se e quando o PSD for governo, então sim, nessa altura, também farei essas exigências.
Adenda: outra exigência que faria seria a modificação substancial da lei do aborto para acabar com o financiamento público do mesmo. Uma proposta que espero que Ferreira Leite venha a colocar em prática.
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Gabriel Silva,
A MFL vai resolver o maior dos problemas dos portugueses:
A Liberdade. A Democracia.
Não tem preço.
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Manuela Ferreira Leite é de direita. Conservadora. O seu discurso e imagem não passam lá muito bem, digo eu, pelo menos no eleitorado mais jovem ou urbano. O discurso de MFL é vazio, ninguém sabe o que ela vai fazer se mandar no governo do país. Ela sabe que é muito difícil ganhar as eleições se for dizendo aquilo que quer fazer.
O sector público, com todos os seus muitos pecados e virtudes, não será menos competente e responsável que o privado a administrar sectores chave da organização social. Veja-se o caso dos bancos, prova evidente de que há riscos no laisser faire laisser passer.
Se temos que ter um Estado mínimo, como todos reconhecem, como pode ele libertar-se das garras do poder económico, se não tiver nenhuma influência a esse nível?
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PPD/PSD é um partido Social Democrata. Não é um partido liberal.
E o CDS/PP … democrata cristão (…)
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É a comparação com Mentirócrates que lhe dá toda a credibilidade.
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“… este comentário assim como os que se lhe seguem continuam na lógica do “isto é o que o PSD tem de fazer para perder as eleições” e simultaneamente permitir ao governo algumas negociatas de última hora…”
Este pedaço é todo um programa eleitoral.O José Barros é capaz de me dizer alguma medida concreta que MFL e o “seu PSD” irão tomar diferente ou melhor do que Sócrates e o PS tomaram ou tomarão, se forem governo? Não vai dizer que é essa, a de pagar as dívidas das piquenas (olha: a líder do PSD também sabe renovar o seu linguajar!) e médias empresas? Que garantias temos nós disso? Onde é que ela vai buscar o dinheiro, se a própria diz que não há dinheiro para nada, nem para o cego cantar?
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Este gabriel, seja ele quem for, tem muita credibilidade. Tem ‘concerteza’.
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Seja qual for o partido eleito, o Português médio perde… E perde porque o interesse dos partidos, não reside no progresso do país ou das melhorias sócio económicas dos eleitores, reside sim, na sua subsistência nos lugares cimeiros de S.Bento e da Europa!!! Isto é ponto assente.
O 25 de Abril, apenas permitiu algumas liberdades aos cidadãos, mas o sistema, permaneceu inalterável, porque as leis criadas por legisladores dúbios, permitem múltiplas interpretações escondendo “backdoors” e casos omissos que permitem a qualquer individuo com um bom advogado fazer tudo o que bem entende e não ser responsabilizado por nada…
A criação de leis deveria num estado democrático de direito (como diz ser o Estado Português), ser regido primeiramente pelo principio da igualdade e em seguida, aplicável a todos os Portugueses… O que acontece é que quem legisla fá-lo em seu benefício próprio, como quando se negocia com o erário público, se faz em benefício próprio!!!
Meus amigos, nomeações de filhos e sobrinhos para cargos do estado, recém licenciados, como assessores e secretários de qualquer coisa, a ganhar uns míseros 6500 euros mensais, com nomeação definitiva até encontrarem um tachito melhor!!!
Adjudicação de obras directas, sem concurso até 5 milhões de euros, concorres a uma câmara e a tua mulher, filho, sobrinho, cunhado, etc, passa a ser o construtor de serviço… Tão simples que até dá dó!!!
Só se vê este “circo” montado em altura de eleições, porque o resto dos 4 anos…NADA!
Porque é que os ditos projectos PIN (Projectos de Interesse Nacional), não são referendados em consulta pública???
Se temos plataforma para entregar o IRS electronicamente, porque é que não temos uma plataforma para votar electronicamente???
Se é uma democracia porque é que não votamos todos??? Porque temos de escolher alguém de entre um lote de mentecaptos corruptos??? Que fazem tudo menos representar a nossa vontade, ainda por cima escolhidos por organizações com interesses dúbios, como são os partidos!
O Português tem capacidade de inovação, inteligência e perspicácia… O Português inteligente, pensante e capaz, não compactua com isto que se está a passar!!!
Querem privatizar tudo??? Pois bem, tem como exemplos “porreiros, pá”, a EDP e a GALP energia, que engordam a fartar com os preços exorbitantes que praticam… Preparem-se porque assim que passarem as eleições vem o negócio da água!!!
Fundação para as telecomunicações móveis, deve ser outra ERSE, ou CMVM, que serve para regular… Mas o que faz é tão somente e apenas regular-se à conta do contribuinte com salários e pensões chorudas, até porque quando surgem irregularidades, fazem como o Vitor Constâncio do Banco de Portugal, encolhem os ombros e dizem: “Eu não sabia de nada…”
Por falar em Bancos, já agora, o BPN foi “salvo” com o erário público e o BPP não, porquê???
Agora o BPP vai ser de novo privatizado, vai ser dado como prenda de aniversário a quem??? Ou a injecção de capital do governo no BPN é um PPR para quem???
O TGV é de interesse nacional??? Vou fazer Lisboa- Madrid por 100 euros, quando posso usar um voo low cost, mais rápido e mais barato, ou Lisboa- Porto, quando tenho um Alfa Pendular subaproveitado!
Modernização é apostar numa rede ferroviária nacional, que ligue entre si todas as zonas do país sem excepção e permitir a circulação interna de bens e pessoas, pelo menos entre as capitais dos distritos.Não faz sentido demorar 3 horas a chegar a Madrid com o TGV e demorar 5 horas para chegar a Bragança, além de ambientalmente correcto iria desviar muito trânsito das autoestradas… Mas isso também não interessa porque a Brisa precisa facturar…
Podemos incentivar a microgeração de energia, mas não é com apenas 2500 licenças de produção atribuídas anualmente pela EDP que vamos lá… Então importamos energia a peso de ouro!
Podiamos fazer tanto por este país… Mas não fazemos, porque quem manda tem outros interesses que não os nacionais, porque no mundo globalizado, compramos tudo feito e não produzimos NADA!
A Europa transformou Portugal num país pequenito, consumista de segunda, amarrado e amordaçado, por empresas, por burocratas e tecnocratas… Se o D.Afonso Henriques visse o Portugal de hoje, certamente não se teria levantado da cama, para assinar o Tratado de Zamora em 1143…
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Errata…O BPN vai ser de novo privatizado
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Desculpem lá , mas se não podemos sair da Europa , e saindo e voltando a produzir interno , deixando de importar , vivendo small , até com alguma sensatez e bué trabalho podíamos sair…eu acho que é a europa que tem de decidir o que cada uma das regiões tem de fazer , né?
Basta pensar em termos micromicro: eu tenho uns tantos m2 de terreno e 5 filhos , a minha irmã tem ainda mais e outros tantos filhos, a minha prima também. juntos somos uumas 30 pessoas e 15 hectares de terreno. A gente está a morrer de fome , mas como pertencemos à associação não sei das quantas que decide quais os hectares que se podem cultivar e o que se pode ou não fazer…eu nao cultivo e vou pedir esmola?
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Olá Gabriel,
Bem vindo ao clube dos situacionistas e socialistas encapotados.
Abç.,
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Keinesiana por defeito genético, propõe «em alternativa» torrar alguns milhões na manutenção artificial das queridas piquenas e médias empresas em situação de invabilidade de mercado, a que acrescem mais uma série de medidinhas assistencialistas. – Gabriel Silva
Isto é falso.
As propostas que o PSD apresentou no parlamento para aliviar a situação das pequenas e médias empresas são, na sua maioria, liberais: a eliminação do pagamento por conta alivia a carga fiscal das empresa, assim como o pagamento das dívidas do Estado limita-se a exigir que o Estado cumpra os seus compromissos contratuais com as empresas. Dito de outra forma, o Gabriel está a fazer astrologia política, isto é, a fazer suposições sobre as medidas que o PSD poderá aplicar quando for governo, esquecendo-se as que foram efectivamente apresentadas no parlamento uns meses atrás.
Quando se insurge contra as trapalhadas na PT, em caso algum defende o fim da tutela do estado nas grandes empresas (pt/edp/galp), ou sequer aflora a hipótese de se desfazer da «golden share».
Fala de questões graves sobre interferências na comunicação social, mas em caso algum defende a privatização da rtp/rdp/lusa. Sobre a cgd e o seu eterno papel de financiador de figuras gradas dos governos de momento, nem uma palavrinha, nem sequer se levanta a mera hipótese de um seu futuro governo se desfazer dessa particular forma de intervenção e abuso de poder. – Gabriel Silva
Se MFL viesse colocar em cima da mesa a questão da extinção da “golden share” ou a privatização da caixa geral de depósitos isso só facilitaria o negócio de aquisição da media capital pela PT, pois que centraria a discussão nessas questões e não na decisão que o governo terá de tomar sobre o negócio. Em suma, seria um erro de estratégia política primário, contraproducente, não só do ponto de vista das eleições, mas, sobretudo, do objectivo, que penso ser consensual, de impedir um negócio que permitirá a governamentalização indirecta da TVI. Desse ponto de vista, a crítica parece-me pouco compreensível.
Dito isto, pouco me importa sinceramente que a extinção da golden share faça parte do programa eleitoral do PSD, desde que essa medida seja efectivamente tomada por um futuro governo. Por outras palavras, muitas das medidas tendencialmente liberais que serão tomadas pelo PSD não poderão ser anunciadas como tal e ainda menos num programa eleitoral; serão anunciadas com o governo já em funções e terão muito provavelmente outra justificação, tornada necessária pela aversão ao liberalismo que ainda impera em Portugal. Mas isso pouco me interessa, desde que as medidas sejam tomadas.
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A aversão ao liberalismo em Portugal é algo que só está na cabeça de quem se sente frustrado por sucessivos governos pseudo-liberais. É como a suposta aversão aos economistas que diziam aí há uns anos que os portugueses tinham. E depois viu-se quantos votaram no Cavaco para presidente.
A verdade é que não existe nenhum partido liberal, neoliberal, como queiram chamar, em Portugal, e neste momento a alternativa é entre o governo fraco que está no poder ou o governo muito fraco que esteve no poder antes deste. Os portugueses percebem isto, e é por isso que as legislativas vão ter uma tendência igual às europeias em termos de fraco resultado de conjunto PS+PSD. E enquanto estes partidos vão perdendo apoiantes, que alternativas aparecem? Nenhuma… E os portugueses são atirados para o BE e CDU, basicamente.
Enfim, o timing de Filipe Menezes e Marques Mendes foi péssimo, se o PSD estivesse entregue a outra pessoa, mesmo que fossem eles, vencer estas eleições agora seria de caras. Assim, o PSD está numa situação muito mais frágil do que eles pensam. Os resultados das europeias puseram Rangel a falar ainda mais alto, mas isso só trouxe foi asneiras para cima da mesa.
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“propõe «em alternativa» torrar alguns milhões na manutenção artificial das queridas piquenas e médias empresas em situação de invabilidade de mercado, a que acrescem mais uma série de medidinhas assistencialistas.” – Gabriel Silva
Muitas destas “piquenas e médias empresas” só não conseguem ser viáveis porque estão de tal maneira atoladas em impostos e compromissos para com o estado que dificilmente conseguem sobreviver, quanto mais expandir.
Faça as contas às milhares que já fecharam neste último ano. E sem que o estado tenha levantado um dedo a sério para evitar que isso acontecesse. Fala-se constantemente nas dezenas ou centenas de novos desempregados quando uma fábrica fecha. Não se fala nos milhares decorrentes do fecho destas “piquenas e médias empresas”.
Ou o sr acha que a diminuição em 20% das receitas fiscais se deveu a uma qualquer deflacção?
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Gabriel,
tão liberal e a fazer tudo o que pode para continuarmos a ter um governo e um país socialistas…
Continue.
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Outra vez o mesmo erro de análise: querer fazer do PSD um Partido Liberal.
Não o é; nunca o foi e espero que nunca o seja.
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Ena, pá! Os assessores do Sócrates a serem escorraçados, das Caixas de Comentários do Blasfémias, pelos assessores da Manuela, sedentos de território.
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Toda esta argumentacao sofre de um problema de base.
Em Portugal nao ha partidos liberais, em Portugal nao ha partidos neo-liberais, em Portugal nem sequer ha partidos de dimensao relevante assumidamente de direita.
PSD – Centro-Esquerda
CDS – Centro-Direita (e so representa 5-7% do eleitorado).
Portugal é um país neo-comunista, socialista quando lhe convem.
O tuga quer um estado providencia, o tuga quer um estado omnipresente.
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Grande texto.
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Grande texto, concordo integralmente com ele.
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Gabriel Silva:
De uma coisa tenho a certeza: Manuela Ferreira Leite não utilizou a termo “concerteza”, porque este não existe. Deve ter dito, isso sim, “com certeza”.
Quanto à “credibilidade”, está mais que visto que quem a tem é o admirável falso engenheiro e o não menos admirável e eternamente jovem Passos Coelho…
Olhe, trate-se, ok?
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Excelente texto do Gabriel
A Manuela Ferreira Leite não quer mudar nada. É só mais uma gestora da coisa, como bem demonstrou quando esteve que no Ministério Soviético da Educação ou no Ministério das Finanças.
Para ela o TGV é para fazer se tivermos défice de 3% logo fazendo-o disparar para 5%. Mais um Guterres, como aliás o é Sócrates. Escolhemos o Paizinho Europa e em consequência só temos políticos adolescentes que não tem respeito pelo trabalho(dinheiro) dos Portugueses.
“Cabe ao CDS, partido de Direita e liberal (portanto, dos contribuintes) assegurar que não dará o seu voto a qq OE que preveja um aumento de impostos.”
Quero um bocadinho do mundo onde vive ou da poção mágica que está tomar, todos os partidos portugueses têm comuna, esquerda ou social no nome. 😀
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A clarividência deste Lucklucky deve ser a principal responsável pelos acidentes de viação em Porugal… É que embacia os pára-brisas.
Não vás ao médico, não…
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#30.
“… erro de análise: querer fazer do PSD um Partido Liberal.
Não o é; nunca o foi e espero que nunca o seja.”
Li para aí que é monárquico.
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“muitas das medidas tendencialmente liberais que serão tomadas pelo PSD não poderão ser anunciadas como tal e ainda menos num programa eleitoral” – José Barros
Então quer dizer que o PSD pretende ludibriar o eleitorado. Quanta credibilidade.
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Caro Gabriel,
Em relação às empresas públicas mencionadas, é um perfeito disparate privatizar pura e simplesmente algumas delas.
A PT pode e deve ser privatizada, DEPOIS de se resolver o problema do “unbundling” das ligações terminais (i.e. das centrais aos consumidores). Uma ideia seria fazer semelhante ao que ser fez com a REN e criar uma RTN (Rede de Telecomunicacões Nacionais) que admnistraria essa parte. A empresa poderia perfeitamente ser privada, mas apenas com concessões de curto prazo (5 anos). Caso contrário, mais vale ser pública.
A EDP pode e deve ser privatizada, mas antes disso o sector deveria ser convenientemente liberalizado, nomeadamente através do pagamento do défice tarifário e livre fixação de tarifas. Igualmente a EDP deveria ser obrigada a vender parte da capacidade de produção, para não entrar imediatamente numa situação de quasi-monopólio de distribuição. Igualmente, o MIBEL deveria ser suspenso (se já não o está) até a situação nacional em termos de produção estabilizar.
A GALP pura e simplesmente não pode ser vendida, a não ser que se considere a hipótese de construção de mais 1 ou 2 refinarias em Portugal e a venda por parte da GALP de uma das existentes. Menos de 4 refinarias resultaria obrigatoriamente numa situação de oligopólio e apenas pioraria a situação actual dos preços dos combustíveis. Não, “importar” combustível de Espanha não é solução!
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Sobre o post de cima, que tem fechados os coments,tenho a dizer que a figura do assistente convidado tem dado lugar a compadrios e grandes filhas d p….ce no sistema do ensino superior rm Portugal. Houve casos em que os concursos posteriores que foram abertos eram feitos de acordo com o curriculum do assistente convidado. Tb existem doutoramentos em Portugal que foram uma farsa e basta ir ao ISCTE para se perceber isso. Em Portugal o orientador convida os elementos do juri de doutoramento, portanto se disserem amen ao orientador tem a passagem garantida com a nora mais elevada, aclamacao e louvor. Uma vergonha, por isso Portugal continua estupido e pobre. Em parte das instituicoes cuida-se para que os doutoramentos tenham qualidade, no ISCTE e na UTAD, por exemplo, cuida-se para que os futuros doutores reproduzam o sistema corrupto e obsoleto que domina aquelas universidades. Felizmente o conselho de reitores n permitiu que o ISCTE passasse a universidade, mas mesmo assim a mafia pseudo-academica domina completamente aquela escola. Simplesmente vergonhoso.
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Qual PSD…
Qual Dª Manuela…
Quem traça o rumo é o Sr. Prof. E a Dª Manuela vai a correr executar. Porque senão o criador cria outra criatura. E com a Dª. Manuela ou sem a Dª Manuela o plano do Sr. Prof. é para executar.
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” Penso eu de que “…
Já me disseram que eram herdeiros directos da antiga ANP… !
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“Quando Manuela Ferreira Leite diz que «não aumentarei concerteza os impostos» é impossível não refrear algum receio face à última vez que a mesma dirigente disse a mesma coisa e o que se passou a seguir.”
Quem prometeu um choque fiscal se ganhasse as eleições foi Durão Barroso. Não se conhecem declarações de MFL do mesmo teor antes das eleições legislativas de 2002.
“Quando defende o «adiamento» do tgv, fica patente que para ela e para o psd a questão não é de fundo (como devia), constatando a sua ineficiência e desnecessidade, mas de mera circunstância.”
Não é isso que lhe tenho ouvido. O argumento de MFL assenta na incapacidade de pagar a obra face ao endividamento actual do país e ao facto de ser um investimento que não será rentável. Em boa verdade, ambos são circunstanciais, embora face ao panorama económico do país, parecem ser circunstâncias de longa duração.
“Keinesiana por defeito genético, propõe «em alternativa» torrar alguns milhões na manutenção artificial das queridas piquenas e médias empresas em situação de invabilidade de mercado, a que acrescem mais uma série de medidinhas assistencialistas.”
Quem conhece o tecido económico português sabe bem que o crescimento sustentado da economia tem de passar pelo florescimento das PME. Parece, por isso mesmo, correcta a preocupação de MFL com estas empresas, ao contrário do que sempre tem acontecido com os Governos do PS, que preferem “trabalhar” com as grandes empresas.
MFL tem, certamente, muitos defeitos. Apesar disso, no mercado político-partidário disponível nas próximas eleições legislativas é, de longe, a melhor alternativa.
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Assistente universitario (39)
O único objectivo nestes 4 tenebrosos anos de consulato dos icsianos e cª LDA no sector da Educação, foi o de transformar cada estabelecimento de Ensino básico e secundário num nicho de corrupção e compadrio.
Estes sectores (básico e secundário) tinham regras concursais claras e transparentes, regiam-se pelo primado técnico e como é público reagiram violentamente contra estas imposições desta cambada de oportunistas e incompetentes. Como fazem parte dos lobbys do poder, utilizaram os órgãos de comunicação social como meios da sua propaganda, ocultando o jogo deles. Sabem que os professores, como classe profissional, estão posicionados no outro lado da barricada – antipoder ou contrapoder no sentido «clássico» do termo, claro.
Um período muito negro da história da jovem democracia portuguesa.
Os professores portugueses, inicialmente sem qq apoio da sociedade civil, foram o maior baluarte na defesa da democracia e dos valores.
Não passaram!
Durante estes 4 anos, por onde andaram os professores dos ensinos politécnico e universitário? …
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Se o PS quere ganhar, reconquistar os Portugueses, tem de o provar antes das eleições com uma Amnistia Fiscal e baixando Impostos.
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O que impede saírmos do empobrecimento continuo de Empregados e Empregadores é a casco politico da Governança (Oposição/Situação) proibir Portugal de ser um TECIDO ECONOMICO LUCRATIVO.
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Não vale a pena sonhar ou andar com panaceias demagógicas porque sem um TECIDO ECONOMICO LUCRATIVO Portugal nunca será competitivo nem os Portugueses deixarão de empobrecer continuamente.
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Com Empregados e Empregadores miserabilizados em beneficio dum Estado ganancioso, utopicamente centralista e dirigista riquissimo em Receitas (Impostos e Fiscalidade) todos os Cidadãos empobrecem cada vez mais.
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O empobrecimento contínuo dos Portugueses já vem de antes da Crise. Sempre piorou o PIB por habitante relativamente aos restantes Países da UE. Resultado do “bota-abaixo” de sucessivas Governanças do casco politico Oposição / Situação.
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SALAZAR DISSE:
«Não há nada mais inútil que discutir política com políticos».
Proferido na reunião da posse dos presidentes das comissões distritais da União Nacional em 3 de Maio de 1952, na sequência da remodelação das comissões nacionais no Congresso de Coimbra da União Nacional.
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Isto está bonito
Entre saudosistas do Fascismo Portugues, o mais bacoco da europa (até nisso fomos parolos) e os socialistas do centro (PSD) e os socialistas socialistas (PS)… vamos no bom caminho.
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bom, anda meio mundo a enganar outro meio e vice-versa… a oposição, mais dois terços da comunicação social, andaram a queixar-se da arrogância do Sócras e do seu socretino governo e até partido e muito se glosou, sobre a pretendida mudança brusca, depois da derrota eleitoral nas últimas europeias… o animal feroz teria virado anho!
vai-se a ver, afinal depois da “inequívoca” victória do PSD nas mesmas eleições, é o tom assanhado e arrogante de Manela Ferreo Deleite e do seu Dog Rangeles que se constata, apesar dos esforços de guarda roupa, penteados “óliudescos” e sorrisos mal ensaiados, que nos têm sido prodigados de algum tempo para cá… mas que não
escondem a crispação mal dissimulada de uma victória que está longe de estar consolidada.
até Cavaco de Buliquei-me me pareceu muito crispado nestes últimus dias, parece que está mais interessado em garantir o lugar da sua Ferrea Dama do que em continuar a ser o PR de todos os portugueses! não intervem no curso das empresas nacionais, mas a sua precepitação pode ter deitado por terra um negócio que ainda estava no segredo dos deuses, impossível de guardar neste país… mas andou, durante alguns lustres, a enterrar a cabeça na areia, para não ver o que se passava no BPN…
fiquei esclarecida quando, no último “clube da imprensa” da rtp2, o professor Jacinto Nunes, que conhece todas estas farsas há muito tempo, disse que há muito tempo se sabia que o BPN já não tinha muito boa reputação…
http://www.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23329&formato=flv
e aquela luminária não sabia de nada? não era certamente ingenuidade… resta saber se não seria estupidez, incompetência, irresponsabilidade ou cumplicidade!
não vou deixar que, para que uns não me enganem, me deixe enganar pelos outros!
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Só para atirar mais lume para a fogueira: o Fascimo em Portugal não passou de um movimento político nos anos 30 que foi suprimido pelo Estado Novo – que não era fascista.
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Caro José Barros,
1. «Extinguir o pagamento por conta», evidentemente nada contra e tudo a favor. Mas… lá está a credibilidade: não foi Manuela Ferreira leite a introduzir tal medida? Acaso está arrependida reconhece erro, sobrecarga fiscal sobre as pme’s, atrofiamento empresarial, que agora, e apenas agora, parece ela insurgir-se contra?
2. «pagar as dívidas do Estado às empresas», evidentemente nada contra e tudo a favor. Mas isso não é propriamente «uma medida», é cumprir o que se deve. Era só o que faltava que partidos políticos pretendessem assentar propostas politicas na promessa de cumprimento das obrigações legais ou contratuais! Isso não pode ser «promessa» ou sequer «proposta», sob pena de a governação ser uma fantochada.
As suas «medidinhas assistencialistas» referem-se ás suas propostas de crédito barato, suportado pelos contribuintes, à sua repetida insurgência contra o não se ter torrado até hoje as verbas comunitárias.
3. «não é propriamente da natureza dos partidos políticos fazerem tudo para perder eleições», desculpe lá, mas isso não é argumento aceitável, pois implicaria, a contrario, que se deveria «tudo fazer para ganhar as eleições», coisa que não julgo sequer imaginável, pois incluiria, como eu critico, aceitar ou defender soluções erradas e perneciosas, apenas porque a alternativa contrária seria «impopular» (que nem se sabe se serão, simplesmente, nunca foram sequer apresentadas…..
4. «Se o PSD advogasse agora o fim da “golden share” na PT seria esse o centro da discussão e não a tentativa de governamentalização indirecta da TVI»
pelo contrário, ao fazer tal ligação, que existe, entre golden share e instrumentalização, poderia, como deveria e seria desejável, indicar que estaria na disposição de termianr de uma vez por todas com as tentativas de instrumentalização, seja que governo for, por erradicar tal poder. Se apontasse fim de golden share com o argumento que sempre potenciam instrumentalização, estaria a dizer a verdade e a defender boa solução.
5. «o mesmo se poderia dizer em relação à privatização da CGD que passaria a ter foros de escândalo em detrimento da questão da injecção de fundos do Estado no BPN.»
pelo contrário, ao defender a retirado do poder governamental de interferencia nas empresas, estaria livre para criticar sempre que tal sucedesse, seja no bpn (por via de injecção de capital na cgd, não esquecer…), seja no caso do Fino, da Compal, do berado, do BCP ou qualquer outro.
6. «Ou seja, defender essas posições neste momento abriria o caminho político à governamentalização da estação privada ou à injecção de mais fundos do Estado em bancos falidos e não alcançaria quaisquer resultados em matéria de diminuição do poder do Estado. Seria contraproducente. E simplesmente parvo.»
não percebi: defender que o estado não deve interferir nas empresas, nem no sistema financeiro (principais accionistas de empresas de comunicação), exigir a retirada dos instrumentos existentes (gondelshares e cgd), seria «abrir caminho» a politização e «injecção de fundos»? Alguma coisa deve estar a escapar-me, não conseguindo eu visualizar como uma coisa levaria ao seu contrário.
7. «Se e quando o PSD for governo, então sim, nessa altura, também farei essas exigências.»
se bem compreendo, não se deve usar agora de «politica de verdade», dizendo o que se pretende, o que será útil e positivo, argumento em seu favor, apresentandoe essas alternativas aos eleitores, antes, para que possam fazer as devidas escolhas?
Como se pretenderia então, depois, exigir o que nunca foi dito, nem prometido, nem defendido? A quem, no passado, sem que tenha existido arrependimento, fez e deu cobertura, exactamente aquilo que agora se critica?
Parece-me uma estratégia suicida, esconder o que se pretende, para não assustar eventual eleitorado de mentalidade «socialista» para depois o enganar……Nem os convencerão e perderão obviamente votos de quem não se reveja em tal caminho.
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Ó Gabriel, lava o tonel!
Azedaste o vinho e só tens os moscardos de S. Bento a cheirarem nas borras!
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O problema da Manuela….é o da maioria dos tugas: ter que aturar esta cambada que nos governa…
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É, é esse mesmo o problema dela.
Quando, apos tantos anos fora do poder, com imensas oportunidades de se regenerar, o melhor que o maior partido da oposicao consegue apresentar como sua cabeca de cartaz é uma senhora com 69 anos, com um track record de governacao nada recomendável, tá tudo dito quanto a capacidade dos portugueses em se organizarem e pensarem “out of the box”.
O background dela faz lembrar aqueles gajos que escrevem pros bancos a exigir que estes metam “Doutor, Engenheiro, ou Mestre” a frente do seu nome.
Although Manuela Ferreira Leite comes from a family of many generations of famous lawyers, she chose to follow finance and economics instead. Her brother José Eugénio Dias Ferreira is a Lisbon lawyer and a political commentator and sports commentator. She is a daughter of Carlos Eugénio Dias Ferreira (b. Lisbon, 18 May 1908), a Licentiate in Law from the Faculty of Law of the University of Lisbon and a lawyer, and wife Julieta Teixeira de Carvalho, a Licentiate in Engineering from the Instituto Superior Técnico of the Technical University of Lisbon and an engineer, daughter of José Teixeira de Carvalho and wife Etelvina Ferreira de Carvalho. Her paternal grandfather José Eugénio Dias Ferreira (Lisbon, 13 November 1882 – Lisbon, 17 January 1953) was also a lawyer from the University of Coimbra, being a natural son of Minister and Counselor José Dias Ferreira by an unknown mother.
She is a fifth cousin of her non-immediate predecessor Pedro Santana Lopes.
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é isso mesmo Gabriel,
os fins não devem justificar os meios. estamos todos a nececitar de clareza e honestidade pela parte dos candidatos. mais do que dinheiros públicos para fazer o país, precisamos de saber claramente se essa gente que disputa o poder, pode ou não ter a confiança do eleitorado.
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Carlos Duarte,
entre fascista e fascisante, a margem é pequena!
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é pá, num é nececitar mas necessitar… qua ganda destraída sou!
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eu também nessecito
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prontos, já çomos dois!
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Para os estupidos, que são surdos (ou recebem dinheiro, para escrever aqui contra a MFL) no final de Julho ela comprometeu-se
a apresentar o programa do PSD.
Agora esperava que o Socrates e o seu ministro da treta das finanças apresentem para ontem o orçamento rectificativo ao ultimo orçamento para justificar, como andam a sacar dinheiro que não está orçamentado, o que dá cheiro a burla!
Como è a stortias da fundação da aldrabice do Magalhães?
è isso que esperamos de um governo que diz estar no p+oder!”
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Destruídos mais de 300 postos de trabalho num só dia em Portugal
http://www.economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388278&idCanal=57
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Pois é os aliciamentos sugestionados pelos Magalhães, aumentos salariais do funcionalismo publico com o País em Recessão, campanha eleitoral milionária, sondagens, comunicação social maioritariamente favoravel etc foram incapazes de conquistar os votinhos ou evitar que os Cidadãos rejeitassem sequer nas urnas ….. Essa é que é essa. Mede bem o INSUCESSO da politica de Impostos e Investimento Publico. Ainda há duvidas ?
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Imitaram o Marcelismo. Evolução na continuidade: copiou a politica de impostos abusivos e repressão fiscal paranóica dos Governos anteriores doutros Partidos, copiou os projectos TGV, Ponte, Aeroporto e Auto-Estradas que o País já tinha dito não quando deu a maioria absoluta ao PS em prejuizo dos autores da politica de impostos, repressão fiscal, TGV, Ponte, Auto Estradas e Aeroporto. Resultado: estoiraram com os Empregados e com os Empregadores. Economia, Postos de Trabalho e Poder de compra generalizado do mercado.
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Os Portugueses há cerca de uma semana já mostraram o CARTÃO VERMELHO a este casco político deste Sistema, um entre os vários da Democracia,
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resultados eleitorais da IMPLOSÃO inegável. Em cada 100 portugueses,
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SÓ 9 votaram no PSD, SÓ 7 no PS, SÓ 3 no BE, SÓ 3 na CDU e SÓ 2 no CDS.
Cerca de 75 Portugueses em cada 100 REJEITARAM votar no actual casco politico deste Sistema.
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Os próximos resultados eleitorais serão outra grande surpresa. Mas só para o actual casco de politicos da Governança (Oposição/ Situação). Não percebem ou fazem-se desapercebidos do que está a ocorrer irreversivelmente no Portugal. Depois é tarde, impossivel.
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Alguém viu por aí o loveable?
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http://www.thefreedictionary.com/loveable
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1. «Extinguir o pagamento por conta», evidentemente nada contra e tudo a favor. Mas… lá está a credibilidade: não foi Manuela Ferreira leite a introduzir tal medida? Acaso está arrependida reconhece erro, sobrecarga fiscal sobre as pme’s, atrofiamento empresarial, que agora, e apenas agora, parece ela insurgir-se contra? – Gabriel Silva
Também isso já foi explicado. Quem criou o pagamento por conta foi o governo de Guterres (cfr o blogue Portugal dos Pequeninos), tendo o mesmo sido mantido nos mesmos termos no governo de Durão para fazer cumprir as exigências de Bruxelas a respeito do défice na altura em que Portugal enfrentava um processo de incumprimento; no segundo ano desse governo, Ferreira Leite reduziu o pagamento por conta. E já há um ano defende a sua extinção, precisamente porque as regras do défice mudaram e Portugal já não enfrenta um processo de incumprimento, nem corre esse risco no imediato. Ou seja, não há qualquer problema de credibilidade de Ferreira Leite relativamente a essa matéria, porque a posição do PSD foi bem explicada.
2. «pagar as dívidas do Estado às empresas», evidentemente nada contra e tudo a favor. Mas isso não é propriamente «uma medida», é cumprir o que se deve. – Ferreira Leite
Pagar imediatamente é diferente de pagar quando o Estado quiser. É essa a diferença entre a medida proposta pelo PSD e a prática deste governo.
3. Se apontasse fim de golden share com o argumento que sempre potenciam instrumentalização, estaria a dizer a verdade e a defender boa solução. – Gabriel Silva
Estaria a fazer isso, mas também a colocar no centro da discussão uma medida polémica que desviaria a atenção da tentativa de governamentalização da TVI por parte do governo. Agora que o negócio foi vetado é que faz sentido levantar a questão da existência da golden share, porque o objectivo das declarações anteriores – abortar o negócio – foi atingido. É uma questão de estratégia política que penso ser correcta.
pelo contrário, ao defender a retirado do poder governamental de interferencia nas empresas, estaria livre para criticar sempre que tal sucedesse, seja no bpn (por via de injecção de capital na cgd, não esquecer…), seja no caso do Fino, da Compal, do berado, do BCP ou qualquer outro. – Gabriel Silva
No caso da Caixa ainda pior. Se a medida fosse proposta, aí é que teríamos de aturar o Sócrates por mais quatro anos. Lamento, caro Gabriel Silva, mas não dou para esse peditório. Prefiro que o PSD ganhe as eleições primeiro e depois se discuta a privatização da Caixa. Aliás, essa medida em particular só a vejo como exequível no segundo mandato e depois de os portugueses perderem medo à “desestatização”, se me é permitido o neologismo, do regime.
se bem compreendo, não se deve usar agora de «politica de verdade», dizendo o que se pretende, o que será útil e positivo, argumento em seu favor, apresentandoe essas alternativas aos eleitores, antes, para que possam fazer as devidas escolhas? – Gabriel Silva
O que eu defendo pessoalmente é um programa eleitoral que aponte para um liberalismo mitigado no primeiro mandato. Seria contraproducente avançar num primeiro mandato com medidas que seriam abortadas pela opinião pública, como seja a privatização da caixa, o cheque-ensino ou outras propostas habitualmente liberais. Mais fácil é avançar com medidas como a reforma do arrendamento ou com a delegação de competências em matéria de educação às escolas e autarquias. Ou seja, a ideia de que se faz uma revolução liberal num prazo de quatro anos é absurda.
Um abraço,
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“as meias tintas” do costume
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Tudo isso está muito bem mas … onde pára o loveable?
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#65 – põe anúncio no jornal.
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O que eu gostava era de ver MFL comentar este POST.
PARABÈNS.
VIVA PORTUGAL.
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O COVEIRO APOSENTA-SE
Por falar em função pública, recordei-me que, há uns tempos, na Fundação Gulbenkian, num seminário qualquer, o dr. João Figueiredo – o secretário de Estado da administração pública do admirável líder e responsável “material” por aberrações como o SIADAP, o novo regime de vínculos e carreiras da função pública ou os “disponíveis” – gabou-se das “reformas” gloriosas a que presidiu. Quando foi removido e substituído por uma pessoa improvável que pretende “trucidar” os funcionários que não “assimilem” as magníficas “reformas”, Figueiredo regressou ao Tribunal de Contas (onde tinha o seu “vínculo”) e, graças ao decurso do tempo (também andou por Macau, naturalmente), já se pode aposentar. Uma “aposentadoria” do Tribunal de Contas não equivale exactamente a um tipo aposentar-se como, por exemplo, coveiro de uma autarquia. Pelo contrário, Figueiredo, o coveiro da função pública (em sentido objectivo e subjectivo) é que sabe. Vejam lá se ele não sabe.
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/06/o-coveiro-aposenta-se.html
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