“Logro: engano”*
A saga da maior manifestação de sempre que fora precedida dessa história interminável sobre a reforma do ensino foi interrompida por breves momentos por causa dos exames – eis o resumo do ano lectivo que agora finda. Chegados a Junho, finalmente falou-se de alunos, não porque tenham batido em professores ou sido espancados por colegas. E desta vez falou-se também de conteúdos e de testes sem nos estarmos a referir ao programa da Educação Sexual e aos testes à sida que o IPJ pretende efectuar nas escolas, com um voluntarismo que faz falta nas matemáticas.
O caso é tão raro que merece ser assinalado. E é assombroso o que se conclui desta espécie de movimento de rotação a que os exames obrigam as escolas. Por exemplo, na prova do 12.º Ano de Literatura Portuguesa existe um pequeno glossário que dá aos alunos significados para palavras que constam no texto. E, assim, para alunos de Literatura Portuguesa, com 17 ou mais anos, dão os seguintes significados: acabrunhado: desolado; calabouço: cela ou compartimento prisional num posto de polícia; logro: engano; se espojava: se rebolava no chão. Isto, que está ao nível do 4.º ano de escolaridade, infelizmente está longe de ser uma excepção.
Nestes exames, alguém anda a fazer batota e desta vez não são os alunos. O que se está a ensinar? É suposto que se exija cada vez menos? Para que serve o GAVE, o gabinete do Ministério da Educação que tem a seu cargo a realização destas provas?
O Ministério da Educação é uma gigantesca máquina de colocar e administrar pessoal. Os conteúdos e as técnicas de ensino estão absolutamente relegados da discussão e daquilo em que se ocupam. Mas, tal como a Terra se movia, apesar de alguns serem obrigados a afirmar o contrário, também a escola existe para lá das lutas entre os funcionários da 5 de Outubro e os das escolas.
Parafraseando o glossário da prova, o que se avista é mais ou menos um logro. É urgente que, na próxima campanha eleitoral, os partidos deixem de fazer declarações de amor à escola e definam muito claramente o que pensam sobre os conteúdos, a credibilidade do sistema de avaliação dos alunos, se estão ou não dispostos a ponderar o cheque-ensino e claro que também o estatuto dos professores. Mas outro ano com os alunos a servirem de quorum para a conflitualidade entre o Ministério da Educação e os seus funcionários é que não.
*PÚBLICO

O que acho estranho é que a maioria dos que exigem um Ensino Exigente, são aqueles que no passado optaram pela Área de Letras, para fugirem à Matemática e Afins! 80% dos Licenciados estão neste grupo.
A Escola é muito mais trabalhosa e exigente agora do que no Passado!
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“A Escola é muito mais trabalhosa e exigente agora do que no Passado!”
Este gajo não merece mesmo um pontapé no cu?
Digam lá!
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Se ler a página 18 da 1.º Caderno do Expresso, de hoje, perceberá o que se passa. Pelo menos em parte. O problema não é nacional. É um problema em que os políticos não querem tocar e que se resume a uma coisa muito simples: diferenciação de percursos escolares. Quando estudei, a diferencição fazia-se a seguir à 4.ª classe (liceus/colégios; escolas técnicas; trabalho). No tempo do meu irmão, quatro anos mais novo, a diferenciação fazia-se no fim do ciclo preparatório (os actuais 5.º e 6.º anos). Em 1975, acaba o ensino técnico (no mesmo ano que acabou em França às mãos de um governo de direita) e a diferenciação de percursos só começa no ensino secundário, mesmo assim sem que os alunos que se inscrevem nas “vias de ensino” sejam obrigados a ter conhecimentos adequados. Este é um dos principais problemas. Os exames são surpreendentemente fáceis pelo simples facto de ser muito caro chumbar alunos e de não se querer arcar com o ónus político de, a partir do 7.º ano, haver percursos escolares diferenciados. Existe um conjunto de preconceitos ideológicos que não permite encarar o problema. E não se pense que, sem encarar esta situação de frente, a milagrosa privatização das escolas vai resolvê-lo. Todos os governos inventam utopias, umas mais socialistas outras mais liberais, para fugir ao princípio de realidade: não somos todos iguais, nem todos temos as mesmas apetências e interesses, logo um currículo indiferenciado durante 9 anos só pode gerar confusão e um abaixamento do nível de exigência, numa sociedade como a nossa. Noutras, talvez não, mas na nossa e nas semelhantes à nossa os resultados estão à vista, embora ninguém os queira ver.
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A Escola é muito mais trabalhosa e exigente agora do que no Passado!
Tem razão.
Nos concursos da RTP os fulanos com 25/40 anos não sabem nada.
Os mais novos nada sabem, mas ainda podem vir a aprender.
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1- Depende. Houve quem estudasse latim ou grego
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#2:“A Escola é muito mais trabalhosa e exigente agora do que no Passado!”
Concordo plenamente, o Zé Preto precisa de um pontapé no cu, p’ra ver se acorda. Ou, então, está a referir-se às sras. “continas” de hoje (perdão, Auxiliares de Acção Educativa!), que têm muito mais bestas quadradas e malcriadas para aturar.
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«na próxima campanha eleitoral, os partidos deixem de fazer declarações de amor à escola e definam muito claramente o que pensam»
Isso, era se nos pp houvesse gente interessada,
com competência,
capacidade
para isso.
Na Educação, como noutros sectores.
De acordo, JCM.
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O seu “cheque-ensino” soa a falso como judas! o que a senhora pretende é que se dê um cheque em branco aos corporativismos.
Sabe quem paga as regalias corporativistas??
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JCM (3)
Totalmente de acordo.
A propósito, uma reflexão do Mário Lopes.
«Estatísticas e sucesso escolar
Poucas estatísticas são mais falíveis que as do sucesso escolar, antes de mais porque é um conceito impossível de quantificar. O primeiro impulso é para se associar a noção de sucesso escolar às classificações dos alunos. Contudo, estas assentam num equívoco que até agora não foi resolvido por nenhum governo e que o actual veio agravar. Até há 20 anos, as classificações estavam directamente relacionadas com as aprendizagens. Contudo, com o advento da escola inclusiva, o paradigma tem vindo a alterar-se progressivamente. Actualmente, as classificações, sobretudo, até ao 3º ciclo e nos cursos profissionalizantes, não reflectem apenas as aprendizagens dos alunos, centrando-se também na sua progressão, de acordo com as suas possibilidades e capacidades.
Ora, entre estas duas realidades vai um abismo e não pode haver estatísticas sérias se não sabemos o que estamos a medir. O conceito de escola inclusiva é incompatível com a existência de exames, sobretudo, nacionais. Por sua vez, os exames nacionais constituem um instrumento independente de avaliação dos alunos e é hoje consensual que devem existir. Há aqui uma contradição que não pode deixar de ser urgentemente resolvida.
O mundo empresarial exige uma escola onde haja aprendizagens efectivas e padronizadas, de forma a que os futuros trabalhadores ou empresários possam competir num mercado cada vez mais globalizado. Neste paradigma, os exames são a cereja em cima do bolo, permitindo aferir de forma padronizada essas aprendizagens.
Contudo, o País também exige que não haja exclusão e abandono escolar, o que só é possível numa escola onde cada um possa aprender ao seu ritmo, tendo em atenção o contexto, social, cultural e familiar do aluno. Ora, se cada um aprende ao seu ritmo, as aprendizagens não podem ser padronizadas e, portanto, também não pode haver exames, que, por definição, avaliam conhecimentos-padrão.
O actual sistema de ensino vive nesta ambiguidade, o que lhe vale a acusação, merecida, de facilitista. A culpa não é dos alunos nem dos professores, mas da indefinição do modelo de sistema de ensino. Se um professor privilegia os alunos com mais dificuldades, terá necessariamente de diminuir o grau de exigência das matérias a leccionar. Consegue assim combater o abandono escolar e obter sucesso estatístico, mas as aprendizagens, com o nível e profundidade desejadas, não são realizadas. O nívelamento por baixo prejudica os alunos com maiores capacidades, que se queixam e com razão.
Ao invés, se um professor tenta nivelar o nível de ensino por cima, de forma a garantir um ensino de qualidade, privilegia os melhores alunos e conduz os piores alunos a maus resultados estatísticos (embora o ensino ministrado possa ser de qualidade). Consegue assim dar uma boa preparação a uma parte dos alunos que conseguem acompanhar o ritmo da formação, mas obtém insucesso estatístico, porque alguns alunos não corresponderam à exigência das aprendizagens. Queixam-se os alunos com mais dificuldades e com razão.
Como se vê, a coexistência do ensino inclusivo, centrado no aluno, com o ensino padronizado, centrado nos conteúdos programáticos, na mesma turma, não produz resultados optimizados e a sua manutenção pressupõe um preço a pagar pela sociedade, que terá sempre de ser tolerante com os resultados estatísticos. Contudo, o que vimos nestes últimos três anos é que o País está sujeito ao primado das estatísticas, numa obcesão, nem sempre salutar, de ficar a par dos valores médios da União Europeia.
Sendo assim, há que tirar ilacções: se o País quer resultados maximizados, terá de separar os dois tipos de ensino, seja a nível de escola ou de turma. A indefinição do actual sistema não satisfaz nem governos, nem alunos, nem professores, acabando estes por ser injustamente responsabilizados por resultados que são uma consequência do próprio sistema. Criar escolas de nível não me parece possível em termos de aceitação social, restando assim a hipótese de formação de turmas de nível dentro da mesma escola.
A ideia igualitarista de que todos os alunos têm capacidade para aprender as mesmas matérias durante um ano lectivo é uma ficção. Não há estratégias, professores ou políticas educativas que consigam contornar esta impossibilidade. E quando, por vezes, nalgumas escolas ditas modelo se fala em grande sucesso, estamos a falar de sucesso estatístico conseguido com medidas paleativas. Em Educação, não há milagres.
Queixa-se o Ministério da Educação de que os resultados escolares dos alunos são muito inferiores à média europeia. Em primeiro lugar, porquê tanta estranheza e incomodidade? Por acaso, a economia portuguesa está ao nível da União Europeia? A indústria? A agricultura? A Justiça? O sistema de saúde? Ora, se todos os sectores do País têm índices abaixo da média da União Europeia, porque carga de água a Educação haveria de ter índices iguais ou melhores?
Naturalmente, os níveis de desenvolvimento são sempre condicionados pelo contexto e pela herança do passado. Os pais dos nossos alunos têm habilitações médias iguais aos do resto da União Europeia? Portugal continua com 9% de analfabetismo, flagelo que nos países do Norte da Europa foi erradicado há 100 anos! As condições de vida dos alunos portugueses são iguais às dos alunos da União Europeia? A verdade é que muitos alunos portugueses continuam a vir para a escola mal alimentados, mal vestidos e a viver em casas abarracadas, sem qualquer dignidade e conforto. A assistência na saúde dos alunos portugueses é igual à da média da União Europeia? Ora, Portugal não tem sequer uma rede de saúde mental a nível nacional. As crianças e jovens portugueses com problemas comportamentais e de saúde mental, e muitos são, ou não fossem também os mais maltratados da Europa, esperam meses por uma consulta que, geralmente, nem sequer tem continuidade. Ou, pura e simplesmente, nem sequer têm assistência.
Quem conhece a realidade educativa em Portugal sabe que estas são as reais causas do insucesso escolar. É raríssimo um aluno de classe média, com uma família equilibrada e pais que lhe dêem a devida atenção, ter maus resultados escolares. Se dúvidas houvesse de que o problema do ensino não passa pela qualidade do corpo docente, esta simples constatação desmontaria tal tese.
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3b1be272-e05b-4e57-ae03-7719058cb703&edition=89
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“Sabe mais que um miúdo de 10 anos” era um concurso da RTP que evidenciava a asserção do 1º comentário.
Até licenciados iam lá e de lá saíam arrasados pelo saber de alguns miúdos que lá estavam.
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As escolas privadas em Portugal seleccionam criteriosamente todos os seus alunos. O acesso é feito na base sócio-económica e cultural dos alunos e nas capacidades intelectuais (e comportamentais)dos alunos.
Algumas escolas públicas também o têm tentado fazer, muitas vezes com sucesso. São bem conhecidas as guerras entre escolas próximas, relacionadas com as matrículas, a partir das residências dos alunos!
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Estudo de professor da Universidade de Londres prova que o novo ECD e
o modelo de avaliação de desempenho prejudicam o desempenho dos alunos
e inflaccionam as notas
É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada
da School of Business and Management da Universidade de Londres. O
estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student
Achievement and Grade Inflaction. O autor é português: Prof. Pedro
Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro
Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no
Institute of the Study of Labour, em Bona.
O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em
Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino
secundário. O novo ECD, imposto pelo decreto-lei 15/2007, foi incluído
no leque de reformas educativas. O estudo baseia-se na informação
individual dos resultados dos exames em todas as escolas secundárias
portuguesas desde o ano lectivo 2001-02 até ao último ano lectivo
completo (2007-08). Utiliza informação disponibilizada pelo Júri
Nacional de Exames e que tem sido utilizada para a construção de
rankings (por exemplo, aqui e aqui).
Em termos específicos, compara a evolução dos resultados internos e
externos (exames nacionais) nas escolas públicas do continente com as
escolas privadas e também com as escolas públicas das regiões
autónomas. A motivação para esta escolha está no facto de os dois
últimos tipos de escolas não terem sido afectadas – pelo menos não com
a mesma intensidade – pelas várias alterações introduzidas no estatuto
da carreira docente e avaliação de desempenho dos professores. Nessa
medida, tanto as escolas privadas como as escolas públicas das regiões
autónomas podem servir como contrafactual ou grupo de controlo.
Os resultados indicam uma deterioração relativa de cerca de 5% em
termos dos resultados dos alunos das escolas públicas do continente em
relação tanto às escolas públicas da Madeira e Açores como às escolas
privadas. A explicação dada pelo autor do estudo para este resultado
prende-se com os efeitos negativos em termos da colaboração entre
professores a partir do momento em que a avaliação de desempenho
surgiu associada aos resultados escolares dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono). Ou seja, os professores começaram a
colaborar menos uns com os outros e a partilharem menos os materiais e
os conhecimentos. Por outro lado, o aumento da carga burocrática
associada à avaliação também poderá ter tido custos em termos da
qualidade da preparação das aulas.
Por outro lado, o estudo conclui que a variação em termos dos
resultados internos destes mesmos alunos é menor, embora também
negativa – cerca de 2% (em contraponto a 5% nos exames nacionais). A
diferença entre os dois resultados, que sugere aumento da inflacção
das notas, pode explicar-se pela ênfase colocada pelo ECD (decreto-lei
15/2007) e pelo modelo de avaliação de desempenho (decreto
regulamentar 2/2008), pelo menos na sua primeira versão (antes da
avaliação simplificada) – nos resultados dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono) como item a ser considerado na avaliação dos
professores.
Este estudo é de enorme importância. As conclusões arrasam o novo ECD,
o novo modelo de avaliação de desempenho de professores e as restantes
reformas educativas introduzidas no ensino secundário. Espero que os
jornais e as televisões peguem nos resultados deste estudo. Está tudo
neste post, incluindo a versão completa do estudo do Prof. Pedro
Martins.
Para saber mais:
http://www.profblog.org/2009/03/estudo-de-professor-da-universidade-de.html
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“Mas outro ano com os alunos a servirem de quorum para a conflitualidade entre o Ministério da Educação e os seus funcionários é que não.”
A sua tentativa de compaginar os diferendos laborais dos profs com o facilitismo nos exames é o que, no vocabulário que devia ser distribuido aos senhores jornalistas, se chama demagogia. E se soubesse minimamente como abordar este assunto e se desse ao trabalho de fazer alguma investigação descobriria que são tão importantes para o ME as provas que se dão ao luxo de parar a sua impressão para mandar executar luxuosas brochuras de propaganda.
Os profs não são tidos nem achados na estratégia de imbecilização que a escola, os media e a indústria de entretenimento levam a cabo com o objectivo de fabricar zombies.
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“Sabe mais que um miúdo de 10 anos” era um concurso da RTP que evidenciava a asserção do 1º comentário.
Até licenciados iam lá e de lá saíam arrasados pelo saber de alguns miúdos que lá estavam. – Piscoiso
Há alguma verdade nisto. É particularmente fácil ridicularizar-se a facilidade dos exames actuais quando há 10, 20 anos o nível dos alunos já era relativamente fraco e insuficiente para as necessidades das empresas. Parece-me que há facilitismo nos exames nacionais para benefício da estatística (e consequentemente da imagem do governo), mas não é claro para mim que os estudantes de hoje tenham menos conhecimentos dos de há 10, 20 anos.
é que o estímulo à aprendizagem não surge apenas da escola; muitos alunos já perceberam que o mercado de trabalho está extremamente competitivo e só premeia os melhores, pelo que fazem questão de ser alunos excelentes e não apenas bons. No curso de direito que tirei verifiquei que havia, de facto, um número significativo de alunos que tinha hábitos de trabalho muito superiores aos seus colegas mais velhos e isso deve-se também ao facto de os grandes escritórios de advogados estarem cada vez mais exigentes quanto à média de licenciatura. Isto não existia há 10 ou 20 anos e tem muito influência tão ou mais significativa no percurso dos alunos.
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Que histórias são essas que andam por aí sobre secretarias que validarem tempo de serviço inflacionados, de cursos que não dão profissionalização automática conferindo serem incluidos nas ordenações provisórias quando parece que não deveriam lá constar ?
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Parece que há reclamações no Ministério da Educação.
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# 15
O normal.
Desde há quatro anos.
Num país “normal”, o trio maravilha estaria atrás das grades.
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Tiro no pé?
Uma sociedade que se vira contra os professores não está a dar um tiro no pé: está a dar um tiro na cabeça.
JLSARMENTO
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Precarização dos professores em Portugal é a maior da OCDE
A edição de ontem do Diário Económico divulgava as conclusões dum estudo da OCDE sobre as condições de trabalho dos professores. O “TALIS” é o primeiro grande inquérito internacional sobre o tema e concluiu que, entre os 30 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Portugal é o que apresenta as piores condições de trabalho para os professores.
Portugal apresenta, a larga distância de qualquer um dos outros países da OCDE, os mais baixos valores no que diz respeito à contratação permanente: apenas 67,6% dos professores têm contratos sem termo, o que significa que 32,4% leccionam com vínculos precários.
http://www.precariosinflexiveis.org/2009/06/precarizacao-dos-professores-em.html
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Os Professores continuam por aqui a defender o Estatismo na educação e com medo da Liberdade de Escolah. Só têm o que merecem.
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Por este post infere-se que a hfm continua a considerar, apesar de todas as evidências em contrário, que a classe profissional com maior instrução em Portugal não passa dos funcionariozitos sem importância, que não têm toda a razão nesta guerra profissional/pessoal e de defesa de um Ensino de qualidade e exigência que uns idiotas, incompetentes e corruptos instalados no poder lhes aprontaram durante quatro tenebrosos anos de mentiras, vigarices e ilegalidades.
Nestes últimos tempos tomei consciência de algo que não suspeitava – a elite intelectual em Portugal é, na sua grande maioria, constituída por professores.
«Mas outro ano com os alunos a servirem de quorum para a conflitualidade entre o Ministério da Educação e os seus funcionários é que não»
Esta frase é uma grande «canalhice». Sua.
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1.
Eu estudei grego e latim (disseram-me que agora já não se pode), não é nada fácil. Não foi por facilidade que fui para as letras mas porque gosto muito das disciplinas dessa área desde a literatura à história e à filosofia passando pelo direito e outras coisas que tal como o grego e o latim. Também nunca percebi como é que se conseguiam explicar coisas como a teoria da relatividade com um caderno cheio de números, talvez tenha sido por isso que nunca cheguei a gostar mais do que a curiosidade me permitia.
O problema do facilitismo estadualmente imposto para melhorar as estatísticas é um mal que vai do ensino básico ao secundário e que o governo, com todas as alterações à legislação que rege o superior está a tentar fazer alastrar às Universidades… Não há muito tempo que ouvi uma pessoa, na altura com funções directivas numa faculdade conceituada, dizer que “a pressão para fazer licenciados e mestres a granel, independentemente daquilo que as pessoas valham aumenta descaradamente para além do bom senso de qualquer pessoa que pense como os membros do governo (ou seja um bom senso que é muito fraquinho) ”. O que não tem graça nenhuma é o seguinte resultado prático (que é uma generalização injusta mas não deixa de corresponder, grosso modo, à realidade): estamos a formar pessoas que podiam ser melhores e estamos a reconhecer cursos tirados no estrangeiro. Em nome do “direito ao curso (perdão, ao ensino) para todos mesmo para os que não querem fazer nenhum” vamos fazer com que os que querem estudar vão para fora e os que ficam cá dentro e não puderem fugir que se lixem!
Aquilo que diz José Barros (14) é verdade. Cada vez mais há pessoas a ter consciência de que com concorrência é preciso estudar.
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Resposta a 19
Se as questões de um milhão e seiscentos mil crianças e jovens no sistema de Ensino se resumissem a público-privado (…)
O sistema nacional de ensino português tem 3 sectores: público, cooperativo e privado.
Na maioria dos sistemas de ensino dos países, com quem parece que nos queremos comparar, o sector privado é residual.
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#16, cadê os Sindicatos ? Nunguém ouviu nada sobre este problema. Aceitaram apoiar os reclamantes sindicalizados ??? Só pergunto.
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#20, tudo bem “guerra profissional/pessoal” como qualquer outra classe profissional. Desculpe lá essa de “Nestes últimos tempos tomei consciência de algo que não suspeitava – a elite intelectual em Portugal é, na sua grande maioria, constituída por professores.” é forte, muito narcisica, quiçá mesmo um valente “tiro no pé” nessa “guerra profissional/pessoal”
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Cara Helena Matos,
Transcrevo-lhe um post do Womenageatrois:
No editorial do jornal Público de hoje, 22.06.09 afirma-se:
“[…] No exame de Português de 12º ano, para alunos que vão entrar no ensino superior, entendeu-se necessário colocar um apêndice com um “vocabulário”, não fosse a rapaziada desconhecer o sentido de palavras como “ébano”, “saciado”, “temor”, “carregadores”, “fardos”, “grilhetas”, ou “sumiu-se”. É de ficar estarrecido: recordo-me de, ainda na instrução primária, numa prova de ditado, me terem ensinado o significado de “cerro”, que nunca mais esqueci. Estou a falar de instrução primária, que era obrigatória quando estudei. Mais: o vocabulário destinava-se a que os alunos pudessem interpretar uma passagem do conto de Sophia de Mello Breyner Andresen Os Três Reis do Oriente, uma obra que o site online da Bertrand recomenda para leitores de 6 a 10 anos… […]”
Contrariamente ao que o texto acima faz supor, trata-se, não da prova de Português do 12º ano (639), mas sim da prova de Português para alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo (239), na qual a inclusão de vocabulário é essencial. O aludido conto de Sophia de Mello Breyner Andresen está inserido numa colecção, Contos Exemplares, de leitura obrigatória, de acordo com o programa que corresponde à prova 239.”
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Este é o link para o site do GAVE http://www.gave.min-edu.pt/np3/257.html
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#21 – “Eu estudei grego e latim”
dá um jeitão a quem importa da china e exporta para a rússia. experimenta pedir um hamburger em latim e vais ver o figurão que fazes.
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24- Como é óbvio o exame que eu cito não é esse.
Trata-se de prova de Literatura Portuguesa. Pode confirmar indo ao site do GAVE
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#26 – Estive para fazer de conta que não li o seu comentário mas não aguentei!
Em primeiro lugar não o conheço de lado nenhum, não sei o seu nome e, por isso, não percebo porque raio me trata por tu.
Em segundo lugar Latim e Grego dão um jeitão a quem quer estudar decentemente história, direito ou filosofia medieval e antiga, por exemplo. Dão um jeitão mesmo para Português! Há uma carrada de iluminados como você que nunca conseguiram aprofundar temas mais do que aquilo que leram nas sebentinhas e depois tentam armar-se em espertos dizendo merda sobre aquilo que não sabem.
Em terceiro lugar, no exemplo que deu não preciso de pedir hambúrgueres em latim mas certamente lhe poderei dizer que para saber que lei aplicar a esse negócio que mencionou vai recorrer a estruturas jurídicas nascidas pela mão dos Romanos (eles escreviam em latim sabe!!!). Ao celebrar o contrato de compra e venda da dita carne também está a recorrer a construções oriundas do direito Romano (mais do que as anteriores), aliás a grande parte das evoluções jurídicas importantes foram feitas reinterpretando o jus romanum (latim, vê estamos perante negócios onde um Russo exporta nabos para a china a utilizar conceitos criados em latim que nos ajudam a interpretar esse contrato caso alguma coisa corra mal). O latim dá jeito, tente lá fazer um mestrado ou doutoramento em certas áreas (à antiga e numa universidade decente) sem saber latim ou arranjar bons textos traduzidos (se os não encontrar no mercado não se admire e pague a quem lhos traduza, é fácil encontrar a Ilíada em qualquer lado e em qualquer língua mas encontre lá a Glosa de Acúrcio)!
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Saber uns rudimentos de latim torna-nos muito mais aptos a perceber as linguas românicas (não só estas mas sobretudo estas).
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@28:
Estou totalmente de acordo consigo.
Mas quanto ao tratamento por “tu”, permita-me fazer-lhe uma sugestão: evite ir a Espanha. Ninguém usa outra forma de tratamento senão o “tu”. 🙂
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Os comentários superam o postal. Por uma vez, não temos por aqui os habituais filisteus do comentário insultuoso e personalizado ( os ferreiras et al).
O comentário de JCM (#3) é precioso ( no sentido que os espanhóis lhe conferem) e o de j.m.p.o. idem.
O problema com o ensino nacional é ideológico, sobretudo.
De Esquerda, ainda por cima.
Tenho escrito por aqui que o ISCTE devia fechar. Não é por menosprezo para com os seus alunos, doutorandos ou até alguns professores.
É simplesmente porque me parece que é o viveiro do ERRO. O erro sociológico-normativo.
O cerne da ideologia que enforma o nosso sistema educativo.
Se no mando estivessem pessoas como JCM e j.m.p.o. estas coisas da Educação, em poucos anos, davam uma reviravolta.
E esta é a única Revolução a fazer, hoje em Portugal.
Viva a Revolução!
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http://www.debatereducacao.blogspot.com/2009/01/afinal-conclui-se-que-o-sistema.html
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
EDUARDO HENRIQUE DA SILVA CORREIA16 de Maio de 1974 a 18 de Julho de 1974
VITORINO MAGALHÃES GODINHO18 de Julho de 1974 a 30 de Setembro de 1974
VITORINO MAGALHÃES GODINHO30 de Setembro de 1974 a 29 de Novembro de 1974
VASCO DOS SANTOS GONÇALVES (interino)29 de Novembro de 1974 a 4 de Dezembro de 1974
RUI DOS SANTOS GRÁCIO (por delegação de competências)29 de Novembro de 1974 a 4 de Dezembro de 1974
MANUEL RODRIGUES DE CARVALHO4 de Dezembro de 1974 a 26 de Março de 1975
JOSÉ EMÍLIO DA SILVA26 de Março de 1975 a 10 de Setembro de 1975
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
VITOR MANUEL RODRIGUES ALVES19 de Setembro de 1975 a 23 de Julho de 1976
MÁRIO AUGUSTO SOTTOMAYOR LEAL CARDIA23 de Julho de 1976 a 23 de Janeiro de 1978
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
MÁRIO AUGUSTO SOTTOMAYOR LEAL CARDIA23 de Janeiro de 1978 a 29 de Agosto de 1978
CARLOS ALBERTO LLOYD BRAGA29 de Agosto de 1978 a 22 de Novembro de 1978
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
LUÍS FRANCISCO VALENTE DE OLIVEIRA22 de Novembro de 1978 a 7 de Julho de 1979
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
LUÍS EUGÉNIO CALDAS VEIGA DA CUNHA7 de Julho de 1979 a 3 de Janeiro de 1980
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
VITOR PEREIRA CRESPO3 de Janeiro de 1980 a 9 de Janeiro de 1981
VITOR PEREIRA CRESPO9 de Janeiro de 1981 a 4 de Setembro de 1981
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DAS UNIVERSIDADES
VITOR PEREIRA CRESPO4 de Setembro de 1981 a 12 de Junho de 1982
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
JOÃO JOSÉ RODILLES FRAÚSTO DA SILVA12 de Junho de 1982 a 9 de Junho de 1983
JOSÉ AUGUSTO SEABRA9 de Junho de 1983 a 15 de Fevereiro de 1985
JOÃO DE DEUS ROGADO SALVADOR PINHEIRO15 de Fevereiro de 1985 a 12 de Julho de 1985
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
JOÃO DE DEUS ROGADO SALVADOR PINHEIRO6 de Novembro de 1985 a 17 de Agosto de 1987
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ROBERTO ARTUR DA LUZ CARNEIRO17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991
DIAMANTINO FREITAS GOMES DURÃO31 de Outubro de 1991 a 19 de Março de 1992
ANTÓNIO FERNANDO COUTO DOS SANTOS19 de Março de 1992 a 7 de Dezembro de 1993
MARIA MANUELA DIAS FERREIRA LEITE7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995
EDUARDO CARREGA MARÇAL GRILO28 de Outubro de 1995 a 25 de Outubro de 1999
GUILHERME PEREIRA D’OLIVEIRA MARTINS25 de Outubro de 1999 a 14 de Setembro de 2000
AUGUSTO ERNESTO SANTOS SILVA14 de Setembro de 2000 a 3 de Julho de 2001
JÚLIO DOMINGOS PEDROSA DA LUZ DE JESUS3 de Julho de 2001 a 6 de Abril de 2002
JOSÉ DAVID GOMES JUSTINO6 de Abril de 2002 a 17 de Julho de 2004
MARIA DO CARMO FÉLIX DA COSTA SEABRA17 de Julho de 2004 a 12 de Março de 2005
MARIA DE LURDES REIS RODRIGUESDesde 12 de Março de 2005 a ?!
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#28 – bora lá todos latir à custa da despesa pública. e umas sentensas com citações em grego para desenjoar? egípcio e hebraico ficariam respectivamente para as obras faraónicas e actividade bancária/usura.
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A cadeira da 5 de Outubro foi sempre um lugar de promoção política e nada mais.
Defenderam sempre os interesses a que estavam ligados e nada mais.
Em 35 anos de democracia, não existe um único professor que tivesse desempenhado funções governativas no sector.
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“Em primeiro lugar não o conheço de lado nenhum, não sei o seu nome e, por isso, não percebo porque raio me trata por tu.”
porque não sabes inglês e possivelmente por seres pedante,
“negócios onde um Russo exporta nabos para a china”
nabos não são negócio, nascem expontâneamente por todo o lado. já agora qual é a ideia de russo com letra grande e china com minorca?
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Os sindicatos dos médicos e os sindicatos dos professores do ensino superior fizeram bons acordos com o Sócrates a propósito da revisão dos estatutos de carreira profissional!
Pois (…)
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Falei cedo demais. Já cá está o profissional do insulto gratuito.
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O Kumba Ialá também sabe Latim, Grego e até Hebraico.
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José (31)
Um dos problemas da Educação são os feudos (ou coutadas de interesses) na estrutura do ME. A estrutura é totalmente hierarquizada e, como tal, nenhum professor escapa(va) totalmente á sua influência. Estas “coutadas ou feudos” são constituídos essencialmente por dois grupos: os despojados ou trepadores dos aparelhos partidários (geralmente tipos do PS) e os lobbys do ensino superior geralmente conectados com facções de interesses dests sectores e ligados a grupos ou facções de poder partidários.
Um outro problema grave do sector foi descrito por JCM em comentário 3.
Um outro problema do sector tem a ver com a carreira e remuneração do professorado.
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“geralmente tipos do PS”
que por mero acaso são do pc
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#39:
Parafraseando Lenine:
Que fazer?
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Em primeiro lugar gostaria de agradecer o comentário do José (#31)
#30
Só referi o tratamento formal porque o tom do comentário foi claramente insultuoso! Não me importo (diria que até gosto) que me tratem por tu até porque sou ainda muito novo.
#33 e #35
Presumo que venham da mesma pessoa.
Em primeiro lugar o ensino das línguas clássicas é considerado importantíssimo pela maior parte dos especialistas que conheço em todos os países ocidentais devido à formação cultural e ao desenvolvimento de competências cognitivas que fornece aos estudantes (caso não saiba estas línguas são consideradas a “matemática das humanidades”).
Depois gostava de lhe citar um Autor do Séc IV de seu nome Aurélio Agostinho que escreveu um tratado onde dizia que “a melhor forma de remover ambiguidades interpretativas constantes dos textos traduzidos consiste em recorrer aos textos das línguas originais”.
Sei Inglês o problema é que estamos a escrever em português. Se você não percebe as diferenças na utilização de algumas palavras nas duas línguas então deve fazer umas traduções/interpretações de se lhe tirar o chapéu.
Como tomou a liberdade de partir para o insulto continuarei a responder-lhe no mesmo tom (sentir-me-ia mal comigo mesmo se o não fizesse, para aqui para os meus lados é assim – eu sei que há aquela ideia da ética do “se fizeres o mesmo és igual a ele” mas vivo bem com isso!).
Serei um pouco pedante mas só é pedante quem pode, quem tem algum conhecimento para o poder mostrar. Pelo conteúdo do seu comentário e pelas “sentensas” (e eu a pensar que eram sentenças, vê como o latim dá jeito, ou isso ou o saber Português, mas a si o Inglês basta não é?) que atira contra a parede parece-me que será difícil que vossa excelência sofra de pedantismo.
Realmente os nabos nascem na terra (exceptuando quando usamos nabo em sentido metafórico e aí nascem, realmente, em todo o lado) mas quando você fala em exportá-los está implicitamente a falar em vários contratos. Vou falar do vegetal, para o colher você terá de celebrar contratos de trabalho ou de prestação de serviços, para o vender terá de celebrar contratos de compra e venda e quando exportar celebrará contratos de transporte e talvez alguns contratos de crédito documentário.
As maiúsculas e as minúsculas saíram por engano assim como talvez (?) a palavra “sentensa” que usou acima lhe saiu por engano (como não estamos a interpretar a lei nem a palavra de deus ou um texto importante não percebo o porquê do preciosismo, não tenho preferências entre Lenine/Estaline e Mao se é isso que está a perguntar!).
Posto isto, caro Anónimo (#26; #33 e # 35 – penso que seja a mesma pessoa) acabou-se-me a palha!
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“a palavra “sentensa” que usou acima lhe saiu por engano”
não foi de propósito, era para ti e dedicado ao 31. o erro está num acento circunflexo usado indevidamente por questões meteorológicas. essa justificação de deus vs “Lenine/Estaline e Mao” é do mais baril, dedica-te ao cuneiforme, que é oficial no psd. palha é assunto para asno, no coments.
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O ferreira, no seu melhor: o insulto elaborado em confusão para esconder a incapacidade de escrever sem erros ortográficos.
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#44 – não vai haver palha para tantos.
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Os da corporativa são tantos assim? Já não chega para os outros jericos que os carregam?
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#43
“não foi de propósito” vai dizer que escreveu isto mal ou que estava a gozar com o José e o J.M.P.O.?
Você é mesmo atrasado de nascença ou isso é tudo fruto de uma formação deficiente?
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#46 – leituras da mula corporativa.
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#43
“não foi de propósito” vai dizer que escreveu isto mal ou que estava a gozar com o José e o J.M.P.O.?
Você é mesmo atrasado de nascença ou isso é tudo fruto de uma formação deficiente?
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“(…) pois pá, isto é um país de analfabetos, o pessoal não quer é trabalhar!, razão tem o jaime Neves (…)” J mario branco, FMI
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nesta caixa, além da mula, também temos burros corporativos.
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Pré-aviso de greve nos politécnicos
Acordo com sete sindicatos «foi uma farsa», diz sindicato que se auto-intitula maioritário
O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) lançou, esta segunda-feira, um pré-aviso de greve às avaliações nos institutos politécnicos a partir de 7 de Julho e que durará uma semana.
O SNESup quer, desta forma, protestar contra a proposta governamental de revisão da carreira.
Segundo o presidente do sindicato explicou à Lusa, contestam em particular o regime de transição imposto para o subsistema politécnico.
Este sindicato não assinou o acordo de revisão da carreira do Ensino Superior com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, recordou o responsável.
Gonçalo Xufre considerou mesmo que este acordo assinado por sete sindicatos, que representam uma «minoria dosdocentes», «foi uma farsa».
«Pretendemos reafirmar que estes sindicatos podem dar-se ao luxo de assinar um acordo global com o MCTES pela única e exclusiva razão de não terem nenhuma representatividade no Ensino Superior», acusou.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/professores-politecnicos-greve-mariano-gago-ensino-superior-tvi24/1072445-4555.html
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