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Impacto

8 Julho, 2009

Redes de Nova Geração com impacto de 3 mil milhões na economia

Quem ler esta notícia não perceberá a que se referem o 3 mil milhões. Será despesa? Será volume de vendas? Será valor acrescentado? Será endividamento? Existe crowding out?

21 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Balanta permalink
    8 Julho, 2009 15:51

    let me wonder my dear blasfemos, why, when there is no comment to the post yet, appear in English the link to leave a comment, and after the first comment appear in portuguese? any reasonable explanation?

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  2. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    8 Julho, 2009 15:55

    Decerto será um crowding out

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  3. Johnny Maynard's avatar
    Johnny Maynard permalink
    8 Julho, 2009 15:56

    Pois

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  4. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    8 Julho, 2009 15:56

    Estão querendo mexer no meu bolso.

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  5. Desconhecida's avatar
    José permalink
    8 Julho, 2009 16:04

    Ouvi dizer que são quase 4 mil milhões. E também ouvi que poderiam ser 2 mil milhões. Quem está à altura para desmentir?

    Com mil milhões de macacos nos comem as papas na cabeça.

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  6. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    8 Julho, 2009 16:05

    Êrnani Lopes
    Novo aeroporto pode esperar e TGV não é necessário
    O director da Saer, Êrnani Lopes, defendeu hoje que a construção do novo aeroporto de Lisboa “pode esperar algum tempo” e que o TGV não é necessário “nem no horizonte de futuro próximo”.
    “Ai levas, levas” pensa o coelhone com os seus botões.

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  7. Tiago Mouta's avatar
    8 Julho, 2009 16:52

    Claramente endividamento…

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  8. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    8 Julho, 2009 17:02

    Relatório da Saer
    Crise é “cruel” para Portugal pois incide sobre os seus pontos vulneráveis
    Hoje
    A actual crise mundial é “cruel” para Portugal pois incide sobre os seus “pontos de vulnerabilidade – competitividade, emprego e endividamento -“, agravando-os “além de qualquer expectativa razoável de resolução”, defende um relatório da Saer.
    No Relatório sobre a Situação Económica e dos Negócios, hoje divulgado, a Saer salienta que “as circunstâncias que estabeleceram a configuração actual da economia portuguesa (…) não favoreceram a formação de estruturas empresariais capitalizadas”.
    Aliás, os consultores da empresa especificam que o financiamento das políticas públicas, principalmente das políticas sociais, “constitui uma pressão crescente de endividamento público”.
    Por outro lado, “a fraca competitividade reflecte-se na acumulação de défices comerciais”. Esta “é, portanto, a configuração económica mais vulnerável ao tipo de crise que está em evolução na escala mundial, onde as variáveis críticas também são a produtividade, o emprego e o endividamento”, pode ler-se no relatório.

    O documento refere que “estes traços do campo real em que opera a economia portuguesa não são, porém, reconhecidos nos debates políticos” e, pelo contrário, “os objectivos anunciados são de continuidade e de reprodução do que existe”.

    “Tanto na escala mundial como na escala europeia ou na nacional, não há agendas políticas a comandar os factos, são os factos que estão a desenhar o mapa da possibilidade, aquele que é o espaço da decisão económica e do poder político”, diz a Saer.

    Como o grau de modernização e os indicadores de competitividade em Portugal “são inferiores aos que se encontram nas outras regiões europeias, a perda de sentido de orientação e a entrada em fases de crescimento económico negativo agudizam todos os problemas estruturais e sublinham as vulnerabilidades que se acumularam no passado sem correcção adequada quando ainda havia meios para financiar esses programas de reformas”, acrescenta o relatório.
    Em termos gerais, a Saer refere que as medidas adoptadas até agora para enfrentar a crise mundial não geraram efeitos de correcçao satisfatórios, “podendo mesmo estar a ter o efeito perverso de acelerar o processo crítico em lugar de o controlar”.
    A Saer conclui que “só poderá haver recuperação dos indicadores económicos num novo padrão de relações que não reproduza as condições e as interacções de factores que geraram os desequilíbrios”. Calculem o que aí vem.

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  9. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    8 Julho, 2009 17:07

    http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2793721.html

    He, he. Muito bom.

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  10. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:13

    Desta vez é que os africanos do bairro da Santa Filomeno vão ficar infoincluidos…

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  11. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:15

    Em vez de canos serrados e de venda de droga vão passar a poder “sacar” passwords e nós de cartões de crédito…

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  12. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:18

    Isto para além doutras mordomias.Requerimentos de subsídios para a segurança social por banda larga-fibra,ameaças de desistência da nacionalidade por cada atraso dos subsídios, etc…é o plano tecnológico no seu explendor…

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  13. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:21

    Entretanto os estudiosos do “temos que ganhar menos para outros ganharem mais”já chegaram à conclusão de que afinal a taxa de carga de impostos ainda acomoda uns aumentozinhos…

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  14. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:24

    A reconstituição do império cá dentro e por nossa conta nunca andou tão acelerada.Até já vão para a tropa africanos sem nacionalidade… à espera do “prémio”, quer-se dizer do seu euromilhões…

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  15. Jorge Silva's avatar
    Jorge Silva permalink
    8 Julho, 2009 17:25

    Isto está a ficar parecido com a caixa de comentários do correio da manhã

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  16. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 17:26

    Mas a “fibra” vai dar uns cobres.Ouvi dizer que vai ser incrementada a produção de fimes… pornográficos!Os “castings” em tão grande número devem produzir muitas futuras “velinas”…

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  17. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    8 Julho, 2009 19:41

    O que aí vem é só o que se passa na Republica Popular da California. As pessoas deviam bem olhar para o que criou aquele monstro, é o que se passa por cá e se Obama tiver “sucesso” vai ser o que acontecerá aos EUA no seu todo.

    O rating da dívida da California já baixou para BBB – mesmo assim um valor demasiado alto –

    http://online.wsj.com/article/SB124692354575702881.html

    E agora que o Governo Estadual começou a pagar os serviços em dívida em vez de notas de dólar os Bancos já fizeram saber:

    “A group of the biggest U.S. banks said they would stop accepting California’s IOUs on Friday, adding pressure on the state to close its $26.3 billion annual budget gap.”

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  18. Desconhecida's avatar
    JMLM permalink
    9 Julho, 2009 00:36

    Nos dias de hoje, as comunicações são muitos importantes, comunicar mais rápido e de forma mais eficiente é o melhor.
    O melhor para os serviços do Estado, para todos os serviços públicos, para os cidadãos e acima de tudo para a economia.
    Lembrem-se que não vai há muitos anos que em muitos pontos de Portugal, as pessoas tinham de esperar muitos meses para receberem a instalação de um simples telefone.
    Não tenhamos medo destes investimentos, valorizam o país e acima de tudo a economia de mercado.
    Viva Portugal.

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  19. Desconhecida's avatar
    Amonimo permalink
    9 Julho, 2009 02:16

    .
    1. That’s enough crude to fully fuel the American economy for 2041 years straight.

    2. And if THAT didn’t throw you on the floor, then this next one should – because it’s from TWO YEARS AGO!

    U. S. Oil Discovery- Largest Reserve in the World! Stansberry Report Online – 4/20/2006

    Hidden 1,000 feet beneath the surface of the Rocky Mountains lies the largest untapped oil reserve in the world. It is more than 2 TRILLION barrels. On August 8, 2005 President Bush mandated its extraction. In three and a half years of high oil prices none has been extracted. With this motherload of oil why are we still fighting over off-shore drilling?

    They reported this stunning news: We have more oil inside our borders, than all the other proven reserves on earth.

    Here are the official estimates:

    – 8-times as much oil as Saudi Arabia

    – 18-times as much oil as Iraq

    – 21-times as much oil as Kuwait

    – 22-times as much oil as Iran

    – 500-times as much oil as Yemen

    – and it’s all right here in the Western United States.
    .
    http://www.usgs.gov/newsroom/article.asp?ID=1911
    .
    Assim vai o Mundo. E nós ?
    .
    Liberdade energetica: biomassa, alcool, biodiesel etc. Ou continua o louvado pinho mamarracho salazarista do “Condicionamento Industrial”, Galp, EDP, Galp, EDP … O sucesso das Economias Obscurantistas das super-gestões .. mas só com monopolios ….. tudo “à pala do Estado, dos impostos dos outros, do bolso dos Cidadãos” que é o que está a dar … até ver (vem sempre factura pesada).
    .
    Liberdade aonde ???? Pois, pois “o Mundo passa e Portugal LADRA”. Como é ?
    .

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  20. Ricardo Ferreira's avatar
    9 Julho, 2009 11:39

    Mais importante que o montante movimentado, são os empregos criados. Mas isso para o João Miranda não deve interessar muito.

    Quanto ao montante em si, se não percebe, acho que as suas descrições sobre o cainesianismo português só podem ser um exercício de humor ficional.

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  21. Joao Henriques's avatar
    Joao Henriques permalink
    11 Julho, 2009 10:30

    O impacto recorrente estimado é na sua maior parte (~80%) redução de custos e o restante (~20%) de novos serviços.

    Houve cuidado em evitar contabilizar crowding out ao nível dos impactos recorrentes (razão pela qual o sector de comércio não tem practicamente impacto ou não se vê impacto de venda de equipamentos – considerar um impacto aí seria ou contabilizar um crowding out de outros consumos ou assumir um aumento do consumo agregado nacional, o que dada a situação de partida parece pouco razoável).

    É também importante ressaltar que o impacto é impacto económico, e não necessariamente crescimento do PIB directo pela forma como o PIB é contabilizado (e.g. como o valor acrescentado do sector público é medido em termos dos salários pagos, qualquer iniciativa que reduza os custos do Estado ao nível do pessoal necessário tem na realidade um impacto negativo no PIB, embora liberte recursos que serão usados noutros sectores da economia).

    Dito isto, do ponto de vista do investimento o maior ou menor crowding out depende de se acreditamos que as linhas de financiamento disponíveis para isto poderiam ser utilizadas para outra coisa ou não. À partida qualquer investimento é um crowding out de outro (os 2B que vamos investir nisto não vão ser investidos noutra coisa qualquer, mas parece-me que dado o track record do país em termos de rentabilidade do investimento realizado é capaz de ser um non-issue)…

    O estudo em versão preliminar está disponível para discussão em http://www.apdc.pt.

    P.S. Nota, apesar de ter sido eu o coordenador do estudo do lado da BCG, os comentários acima são feitos a título pessoal e não representam necessariamente a posição oficial da BCG

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