Maldita Matemática
17 Julho, 2009
“São muitos milhares os alunos que em cada ano lectivo mudam de área de estudo só para fugir à Matemática”. Na RR.
46 comentários
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“São muitos milhares os alunos que em cada ano lectivo mudam de área de estudo só para fugir à Matemática”. Na RR.
O grande problema, para os alunos, é que na matemática os erros notam-se muito. Qualquer professor sabe o que é uma resposta errada.
Em outras disciplinas, como o português, nem todos os professores sabem o que é uma resposta errada.
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Os Portugueses já não fogem dos números no Futebol. Também é só no futebol que todos são ultraliberais, ultra-competitivos e pelo despedimento dos incompetentes, curiosamente é aí que conseguimos ser melhor que a media Europeia…as únicas ideologias são o 443 o 442, e as tendências do losango e do catenaccio mas ninguém é muito dogmático e os resultados é que mandam.
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Isto é mentira. Basta ver que a disciplina de Matemática Aplicada às Ciências Sociais é opcional e muitos milhares de alunos a escolhem. A afirmação citada faz parte dos lugares comuns da estupidez jornalística.
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As actuais gerações de portugueses fogem não só da Matemática mas de tudo o que os obrigue a puxar pela cabeça…quanto ao comentário anterior sobre a Matemática Aplicada ás Ciências Sociais…essa disciplina é facilima. Trata-se de uns topicos de Matemática extirpados de tudo o que levemente cheire a dificuldade e possa portanto cansar os neuronios dos meninos. Não é pois de admirar que muitos alunos escolham essa Matemática a brincar a que puseram o nome de MACS.
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há 30 anos fugi para as ciências sociais por causa da matemática e se fosse hoje provavelmente faria o mesmo… há pessoas que não têm queda para números e eu sou uma delas… e depois? não foi por acaso que a última cadeira que fiz do meu curso foi a “matemática e estatística para as ciências sociais” do primeiro ano… não teve nunca que ver com a dificuldade mais ou menos acrescida da matéria… a questão é velha mas mal aplicada…
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Provavelmente o ensino da Matemática está demasiado matemático.
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Esta conversa da dificuldade da Matemática já chateia. Estudem e esforcem-se. Eu também não gosto de Matemática mas sempre tive notas razoáveis (4 em 5, 14/15 em 20, no tempo pré-Lurdes das avaliações e das estatísticas) e licenciei-me em Economia.
A preguiça explica muita coisa…
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Matemática? Pois… é… é… é fazer as contas.
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Suspeito que fogem é dos professores de matemática. Alguns ganham um sindrome da arrogancia, autoritarismo e uma obsessão por humilhar tudo o que lhes apetece incluindo putos.
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#2 lucklucky
Olhe que o Futebol também recebe subsídios do Estado. E bem gordos!…
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Quando os professores de matemática são más pessoas podem ser um inferno. Tornam-se psicóticos.
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Por isso é que há tanta gente desempregada, vai tudo para Línguas, Humanidades, Psicologias, etc., depois não há lugar para tantos teóricos no mercado de trabalho.
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Tudo opta pelo caminho mais fácil, o que dá trabalho nao é bem para os Portugueses!
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a matemática dá trabalho de seca. É repetir e repetir sempre exercicios semelhantes até os neurónios ficarem fundidos de tanto trabalho inutil que pode ser feito de uma forma muito mais fácil. Só devia ser util para quem quisesse, não para quem não quer seguir carreira de matemático. É como se quisessem obrigar todas as pessoas a saberem construir uma casa de tijolos ou uma ponte. O que não é preciso para a vida das pessoas é uma inutilidade. E torna as pessoas inúteis.
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A matemática é uma disciplina elegante e subtil, que ajuda a pensar melhor. Tudo coisas a que a maior parte dos portugueses tem horror.
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14, suponho que pense o mesmo de quem passa horas por semana num ginásio, virado para uma parede a puxar ferro. Não lhe devem ter ensinado, mas com a prática vem a perfeição. E quanto mais se usar o cérebro, mesmo que para fins aparentemente inúteis, melhor ele vai responder às solicitações “úteis”.
Já agora, acha útil aprender-se música na escola? Ou fazer educação física? Ou tomar conhecimento da literatura medieval? Ou fazer ditados? Ou repetir as letras na primária? E que dizer das dinastias portuguesas? Tudo uma seca, suponho…
Se acha a matemática inútil, diga-me como conseguiria navegar na Web sem ela? Ou sequer ter um computador? Ou um carro? Ou uma casa?
O tuga, chico-esperto, tem uma inata aversão à disciplina, rigor e exigência que a matemática impõe a quem a quer aprender. Daí o desprezo que uma certa “intelectualidade canhota” lhe vota. Esquecem-se que na “austeridade” e “inutilidade” dos números, floresce toda a ciência e tecnologia que nos permite ter o modo de vida que tanto apreciamos. Mas o que esperar de canhotos mentais?
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15 – “A matemática é uma disciplina elegante e subtil, que ajuda a pensar melhor. Tudo coisas a que a maior parte dos portugueses tem horror.”
Aqui é que bate o ponto. Por isso é que temos os políticos que temos, os economistas que temos, os juízes que temos, os professores que temos, os alunos que temos, e, mais grave que tudo, o povo que somos.
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“Por isso é que temos os políticos que temos, os economistas que temos, os juízes que temos, os professores que temos, os alunos que temos, e, mais grave que tudo, o povo que somos”
esses são os que passaram e tiveram boas notas a matemática. Veja o que lhes aconteceu e como ficaram? maluquinhos da carola. Andam sempre em guerra com tudo. E é ver a sociedde de matemática para ver como ficara, todos cheios de ar de importantões que se acham ser. É só balofos.
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“14, suponho que pense o mesmo de quem passa horas por semana num ginásio, virado para uma parede a puxar ferro.”
OF course!! A pessoa podia conseguir a mesma coisa divertindo-se à série com dança, body qualquer coisa, ou outra actividade fisica, em vez de perder horas da sua vida a olhar para uma máquina. A não ser que o não possa fazer por estar em tratamento de fisioterapia. Se passam horas nas máquinas é porque são os palermas.
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“O tuga, chico-esperto, tem uma inata aversão à disciplina, rigor e exigência que a matemática impõe a quem a quer aprender”
Claro que sim, o tuga esperto tem horror a macaquinhos amestrados que sabem cálculos matemáticos avançados e outras coisas que tais mas que não lhe vão servir para nada na vida e que uns tolinhos querem que eles aprendam porque ajuda a pensar e tal… ó está-se mesmo a ver que sim!! Não há mais nada de util que possa ter o mesmo resultado. Tinha de ser o cáluclo matemático imbecil que pode ser feito na maquineta e já tá feito que é para isso que as máquinas servem.
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“Claro que sim, o tuga esperto tem horror a macaquinhos amestrados que sabem cálculos matemáticos avançados e outras coisas que tais mas que não lhe vão servir para nada na vida e que uns tolinhos querem que eles aprendam porque ajuda a pensar e tal… ó está-se mesmo a ver que sim!! Não há mais nada de util que possa ter o mesmo resultado. Tinha de ser o cáluclo matemático imbecil que pode ser feito na maquineta e já tá feito que é para isso que as máquinas servem.”
Há pessoas que só se lembram da matemática quando é preciso fugir aos impostos.Outros quando chegam ao final do mês com saldo negativo. Outros há ainda acreditam que as máquinas resolvem tudo, mas não sabem analisar os resultados, ou nem têm a inteligência suficiente para introduzir os dados certos na máquina. Outros ainda que são “comidos” pela linguagem floreada de chicos-espertos, porque não sabem distinguir um zero à direita de um zero à esquerda.
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“Olhe que o Futebol também recebe subsídios do Estado. E bem gordos!…”
Touche! Bem verdade.
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Esses são mesmo os piores, ou mais distraídos. O número maior é o dos que logo na matrícula do 10º escolhem a área de modo a fugir à Matemática: indo para Humanidades, sem escolherem MACS (estas turmas agregam muitos dos piores alunos, como se pode constatar nas notas que têm a Português e/ou História A), ou para Artes, contornando Matemática B por via de História da Cultura e das Artes. Os que mudam de área a meio acabam por demorar mais 1 a 2 anos para terminar o Secundário e são tipicamente os futuros caixas de supermercado, até que os pagamentos automáticos os coloquem no centro de emprego local.
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A música, essa aliada esquecida da matemática
A pretexto de uma conferência com especialistas internacionais para debater o insucesso
na disciplina de Matemática em Portugal, a Ministra da Educação veio chamar a atenção para o “passivo enorme”nesta área. Atribuídas (mais uma vez) as culpas aos professores, estando presentemente alguns milhares a receber formação contínua nesta matéria; lançado um Plano de Acção para a Matemática,aumentando a carga horária na disciplina, resta‐nos prever quais serão as recomendações que resultarão de mais esta conferência.
Porventura os sucessivos responsáveis pela pasta da educação em Portugal – eles próprios fruto de uma sociedade com fraquíssima cultura musical – não têm sido sensíveis ao papel fundamental que a música pode e deve ter na formação integral do indivíduo, não só ao nível dasensibilidade
estética e do desenvolvimento emocional mas também ao nível da estruturação do pensamento lógico e do raciocínio matemático/geométrico, estimulando a concentração, disciplinando a actividade de grupo, favorecendo a comunicação, a cooperação e a entreajuda – tudo isto num clima de grande criatividade e franco prazer.
No entanto, desde Pitágoras – que para além de um contributo fundamental para a Matemática e a Geometria, também estabeleceu as bases da Teoria Musical – têm vindo a comprovar‐se as muito estreitas relações entre a Música e a Matemática.
Na verdade, vários estudos revelam que a maioria dos jovens que aprendem música, para além de
serem alunos mais criativos em todas as áreas, também obtêm bons resultados em Matemática, sendo
certo que, para alem de um papel muito positivo no ensino de crianças disléxicas e autistas, a Música é, de facto, aquela aliada que, como por encanto, leva qualquer criança a fazer a ponte
entre o concreto e o abstracto, levando‐a a descobrir novas formas de comunicação e linguagem e ajudando‐a assim a apreender a lógica e a simbólica da Matemática.
A Educação Musical consta, de facto, do currículo da escola em Portugal desde 1971, ano
da reforma de Veiga Simão que introduziu alterações significativas neste campo. No entanto, ao
contrário do que sucede em muitos outros países, para lá de se iniciar já numa idade tardia, a Educação Musical tem estado confinada ao 2º Ciclo do ensino básico – no 3º Ciclo tem expressão muitíssimo limitada – e, a partir da última reforma curricular, a sua carga horária sofreu mesmo uma redução substancial de 45 m,passando a dispor apenas de 90 m semanais.
Foi feita alguma avaliação destas reformas?
Ainda a este propósito, é importante também referir que uma manifesta falta de instrumentos
disponíveis nas salas de aula – e o facto de muitos dos que existem já estarem danificados – o que limita, muitas vezes, os professores a um ensino elementar da prática de flauta, impedindo, dessa forma, os alunos de adquirirem as “competências” (irrealistas) previstas para a
disciplina pelo próprio Ministério da Educação.
Como se tudo isto não bastasse, mais recentemente ainda, sob a capa de uma alegada
“Democratização do Ensino Artístico” o Governo decidiu acabar com o chamado regime de ensino supletivo, que permitia a frequência de disciplinas de formação especializada nos Conservatórios, a par das de formação geral numa escola à sua escolha.
Promovida pela Unesco, teve lugar em Lisboa, em 2006, a 1ª Conferência Mundial de Educação Artística, da qual resultaram orientações importantes no domínio da educação artística. A sua
aplicabilidade foi debatida no ano seguinte na Conferência Nacional de Educação Artística. Que repercussões têm tido eventos como estes no ensino da Música em Portugal?
O Ministério da Educação insiste agora na avaliação dos professores mas não deveria ser o
próprio Ministério a ser objecto de avaliação, entre outras coisas, pela sua manifesta desatenção relativamente ao ensino da Música?
Ainda vamos a tempo de investir numa formação musical de qualidade desde o jardim de infância, da qual a Matemática, bem como as outras áreas possam vir a beneficiar e de que possa
resultar um maior equilíbrio emocional dos jovens.
Sigamos então as tão apregoadas “boas práticas”: sigamos o exemplo da Finlândia onde os
pais podem mandar os filhos para escolas de música patrocinadas pelo estado desde tenra idade;
sigamos o exemplo da própria Venezuela (retratado numa reportagem transmitida na televisão há
dias), onde a fundação «El Sistema» recorre à música para reabilitar, ensinar e proteger crianças de meios desfavorecidos, prevenindo comportamentos criminosos…!
Leibniz (filósofo e matemático alemão) afirmou: Musica est exercitium arithmeticae
occultum nescientis se numerare animi (A música é o exercício oculto de matemática do espírito que não se apercebe que calcula).
Os fracos resultados dos estudantes portugueses na disciplina de matemática estarão, seguramente, na proporção exacta do desprezo que tem sido dado ao ensino da Música na Escola Pública.
Isabel Guerreiro
Professora de Educação Musical do Ensino Público
Monte Estoril
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Matemática ???
Isto é para gente com estatura, psicológicamente forte
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A questão é simples: os professores não gostam de matemática, acham-na dificil, sem criatividade…Quando deveriam educar para a matemática, acabam antes por “matar” a temática, sem conseguir demonstrar a sua importância e necessidade.
Peguem num telemóvel e perguntem: gostavam de saber fazer um? E depois….
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“Cerca de 50 professores de algumas das unidades orgânicas do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) percorreram ontem em marcha lenta o troço da auto-estrada entre Coimbra-Sul e Mealhada e vice-versa.” – dcoimbra 09-07-17
a próxima manifestação vai ser uma marcha lenta na linha do norte.
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Possivelmente já morreu, mas vai aqui o meu reconhecimento:
Tive uma professora de matematica que dava umas aulas assim assim. Por incrivel que pareça o pessoal não lhe sabotava as aulas. No fim do 7º ano dos liceus ou se dispensava ou tinhamos exames nacionais. Fui a exame. Pois esta professora(esqueci o seu nome mas não a sua figura), pegou em mim e outro colega, e deu-nos explicações, sem pedir nada em troca. Safamo-nos graças a ela. Do outro colega nunca mais soube nada. quanto a mim segui agronomia(matematica lixada como o caraças). Se não fosse ela não sei onde estaria agora. São estes professores que nos marcam para o resto da vida. Os professores de matematica que nunca esqueçam isto. Dediquem-se aos alunos, em especial àqueles com mais dificuldades. Estarão-vos eternamente gratos. Hoje não tenho dúvidas a matemática está para o intelecto como a ginastica etá para o corpo.
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Eu este ano acabei com uma nota inferior à que merecia pois a professora foi chantageada por a mae de uma colega para lhe dar uma nota alta a ela e a mim e outro colega não, pois tinha-mos problemas com a filha dela (e melhor , era mãe e continua)
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O problema da matemática é que exige disciplina, das próprias pessoas, é um esforço individual. Se as pessoas gostam de imbecis, de pessoas com chicote, ou então de pessoas que tenham de lhe dizer como fazer tudo, então é normal que não gostem, não apreciem, não entendam o valor que podem ter em mãos.
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# 7
A Matemática exigida para quem queira ir para Economia é a Matemática B, a mais fácil. A que dá problemas é a Matemática A!
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O problema dos professores de matemática é que a maior parte deles não são professores de matemática. São engenheiros frustrados!
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mas isto é de agora? há séculos que isto acontece.
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Pois digam-me o nome de Matemáticos que ao longo dos séculos se tenham distinguido em PORTUGAL…? NÃO VALE CITAR O Pedro Nunes…NEM OS árabes…
AGORA CITEM-ME PERSONALIDADES QUE SE DISTINGUIRAM AO LONGO DO TEMPO NA ESCRITA …UI…
CONCLUSÃO …SE PODERMOS SER BONS ESCRITORES PORQUE CARGA DE ÁGUA QUEREM Á VIVA FORÇA QUE SEJAMOS SUFICIENTES A MATEMÁTICA…?
http://www.youtube.com/watch?v=YLxOLxHi-ec
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Anastácio da Cunha
Gomes Teixeira
E, mais recentemente…
Bento de Jesus Caraça
Rui Luís Gomes
José Morgado
Etc….
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Gostei do etc…meia dúzia de subalternos..excepto talvez o Caraça…agora a literatura…
A matemática que tanta gente elogia é capaz d muito rogresso mas +e também a causa DE MUITO RETROCESSO..AS PESSOAS COM A MATEMÁTICA SÃO CADA VEZ MENOS PESSOAS E MAIS NÚMEROS…COM A LITERATURA CONTINUAM A SER PESSOAS..PERSONAGENS….
http://bibliomanias.no.sapo.pt/escritores_portugueses.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_autores_de_Portugal
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Antes de ir..ouçam e vejam.
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alldog
E os computadores para que servem? Devo lembrar que um computador faz mais calculos matemáticos em um segundo do que um homem faz em 75 anos de vida. O nosso ensino andou anos a fio a empatar pessoas com aptidões exelentes para desenvolver tecnologia que pretendiam ir pra universidade e nao foram por causa das injecções de matemática que eram aplicadas nos cursos de engenharia. Os que acabaram as licenciaturas sabem de matemática mas infelizmente pouco sabem a nível de tecnologia avançada e esse é um dos motivos que nao conseguimos competir com os outros países e termos marcas próprias…
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O/A Bulimunda representa o atraso português na sua melhor acepção e se for professor/a ainda é mais signficativo da ignorância científica portuguesa. Disse “A matemática que tanta gente elogia é capaz d muito rogresso mas +e também a causa DE MUITO RETROCESSO..AS PESSOAS COM A MATEMÁTICA SÃO CADA VEZ MENOS PESSOAS E MAIS NÚMEROS”
A matemática causa de retrocesso!?!?! São ditos destes que envenenam pais e alunos e os fazem evitar o esforço necessário para ultrapassar os obstáculos.
“…COM A LITERATURA CONTINUAM A SER PESSOAS..PERSONAGENS….”
Isto é anedótico. Quantos alunos do secundário lêem sequer um livro?
Quando as pessoas perceberem que todas as disciplinas são importantes para a formação dos alunos poderemos avançar. Até lá seremos um país atrasado!
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É incrível a quantidade de pessoas e a quantidade de barbaridades que dizem sobre assuntos dos quais desconhecem e sobre os quais não deveriam opinar (precisamente por não saberem do que falam)!
A matemática não é aquilo que querem mostrar, não é essa a sua imagem, mas é essa que querem vender! Porquê?!
Porque “alimenta” muitos!
Desafiava TODOS que têm já uma opinião formada sobre o assunto que debatem a simplesmente assistirem a duas ou três aulas de matemática!
Desafio!
Só depois, devem ter uma opinião! Bem fundamentada, é claro!!
Marta Cruz,
prof. Matemática (não dessas que a maioria de vós conhece ou “ouve falar”)
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o problema é as crianças terem matemática no básico dada por profs que odeiam a matemática. passam logo a mensagem errada que mat é chata e difícil , quando é exactamente o contrário. e se não se aprende bem o abecedário da matemática , tipo frações , sinais , tirar parênteses , e outras operações básicas , nunca se irá poder ler e escrever em matematês coisa que faça sentido.
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Caro… “anónimo”,
A matemática não tem dificionário, muito menos formulário, nem regras ou condutas.
A matemática é muito (mesmo muito) mais do que isso!
Claro que os profs têm culpa no estado em que se encontram as coisas. Mas não generalize! Nem se limite a levar tudo pelo mesmo…
Nenhum professor de matemática “odeia” a matemática! Pelo menos, se for um professor digno dessa denominação!
Mas, como em todas as classes profissionais, existem sempre maus profissionais…
Ninguém é perfeito…
E a matemática é bem mais interessante, bem mais importante do que julgam alguns…
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Eu acho que devia haver mais liberdade. Por exemplo eu ando no 11º ano e tenho matemática. Só que eu nao escolhi ter matemática. Para o curso que desejo nem sequer é preciso matematica (farmácia) e esta disciplina está a atrapalhar-me. Tenho média 14 só por causa da matemática. Acho que deviamos dentro do curso, escolher quais as nossas disciplinas, porque estudar contrariado não é estudar, é SOFRER!
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Zé, com a humildade de algum que é mais velho e já passou por dois graus académicos, deixa-me dizer-te que estás enganado. Se entrares em farmácia – como queres – vais ter muitas cadeiras com base matemática. A formação que estás a ter deves aproveitar da melhor forma, pois vais precisar dela para te formares no curso que queres.
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A matemática é dada a correr, o problema é que mesmo alunos com boa vontade acabam por se “engasgar” com tanta matéria que precisava ser bem digerida. As turmas são grandes e é vergonha perguntar mais do que uma vez. Quem tem quem o ajude em casa ou quem lhe pague explicações safa-se. Um ou outro têm uma aptidão especial e passam sem estes apoios, esses são os que deveriam seguir a profissão de professores da disciplina. A matemática é como um passeio turístico. Se o tempo está bonito, o que se vê é bonito. Se está, chuva, frio e vento, não dá vontade de sair de casa. Assim acontece com a forma como a matemática é contextualizada e oferecida aos estudantes.
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o Anónimo que úsou a metáfora do passeio turístico chama-se Paulo, peço desculpa
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