Proposta eleitoral VI
21 Julho, 2009
Municipalização ou metropolitanização ou privatização do Metro de Lisboa, Metro do Porto, Carris, STCP e Transtejo. Quem quiser beneficiar de transportes públicos, que os pague.
25 comentários
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Tal e qual como em Nova Iorque !
Não foi você que pediu o capitalismo ?
De que se queixa ?
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Olhe …………. !!
Compre um carro eléctrico estão em promoção !
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andam a roubar as ideias à velha. depois não há programa leitoral.
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sempre podem rumar para a Somália, là não há estado.
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“Quem quiser beneficiar de transportes públicos, que os pague.”
É o que acontece hoje.
Quem não pode vai a pé.
Quer que os preços subam?
Mais gente vai a pé.
Ou não vai.
E depois para que serão os tais transportes “públicos”?
Para os ricos que vão prescindir dos BMW, agora que os autocarros são para gente fina.
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A polícia também. Quem é roubado que a pague.
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Quem quiser beneficiar de transportes públicos, que os pague.
É a vulgaridade dos novos ricos no seu melhor.
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Caro LR,
A proposta de metropolinização tem pertinência. O problema é que não existem governos metropolitanos com legitimidade democrática e orçamental para tal.
A boutade final é que é uma estupidez típica dos conservadores que em Portugal gostam de falsamente se chamar liberais(é moda cá do sítio: até há uns que se apelidam de sociais democratas).
Os transportes públicos beneficiam mais as empresas e os patrões que propriamente os trabalhadores. Ou vocẽ julgam que alguém se deslocaria de Santa Vagina de Assobios para o centro de Lisboa ou Porto a troco dos salários de merda que por cá se pagam se ainda por cima tivesse que pagar o preço real do transporte? Ficava por lá na lavoura, que era mais lucrativo.
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“É a vulgaridade dos novos ricos no seu melhor.”
Braga tem uma empresa de transportes urbanos. Os seus munícipes custeiam não só essa empresa, mas também todas as empresas de transporte público de Lisboa e Porto. Será isto distinção e orgulho dos “novos pobres”?
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“Quem quiser beneficiar de transportes públicos, que os pague.”
Extraordinária afirmação. Neste momento até o JM deve ter achado que este blogger (não sei o nome, juro, não me apetece fazer scroll up para ver) se excedeu. Estas coisas são só para dizer em segredo, nos jantares com charuto.
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Foram só os munícipes de Braga:
que custearam a autoestrada de Braga?
que custearam a via férrea para Braga?
Não é, com certeza, a distinção e o orgulho dos “novos pobres”.
Eu chamo-lhe solidariedade para esbater as assimetrias. Coisa não grata, porventura, ao LR.
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Isto é levar a expressão “utilizador-pagador” à letra.
E já agora, será que se houvesse a referida privatização, as nossas comparticipações para o estado diminuiam mesmo?
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Só não percebo porque se insurge quanto ao apoio público aos transportes públicos e não diz nada sobre as estradas, as ruas, as pontes, a iluminação, e etc., onde circulam transportes privados e públicos.
Que diabo, foram os liberais que há uns séculos atrás se bateram pelo laissez faire, laissez aller, laissez passer como base do mercado livre.
henrique pereira dos santos
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A polícia também. Quem é roubado que a pague.
Se tiver um acidente de carro e a chamar, paga.
É só um instantinho ( o nosso primeiro está a pensar) para se cumprir a sua profecia.
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e Braga também paga sozinha os comboios urbanos que servem a cidade?
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Olhão,
“Foram só os munícipes de Braga:
que custearam a autoestrada de Braga?
que custearam a via férrea para Braga?
Não é, com certeza, a distinção e o orgulho dos “novos pobres”.
Eu chamo-lhe solidariedade para esbater as assimetrias. Coisa não grata, porventura, ao LR.”
Que eu saiba, a auto-estrada de Braga é portajada, como aliás o deveriam ser todas. Por sua vez, a via férrea para Braga é paga pelos respectivos utilizadores, sejam ou não de Braga. A tarifa não cobre os custos, mas deveria cobrir. Mas os transportes públicos que servem as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto são utilizados fundamentalmente pelos respectivos munícipes. Como eles são altamente deficitários, aqueles recebem de facto a “solidariedade” dos munícipes de Braga e de todo o resto do País, por sinal mais pobres do que os seus compatriotas de Lisboa e do Porto. Trata-se de uma “solidariedade” forçada que não esbate as assimetrias, AUMENTA-AS.
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Lá estão estes liberais de pacotilha a tentar liberalizar tudo o que ande!
Quando vejo esta enchorrada de propostas de privatização à Compromisso Portugal, lembro me sempre da expressão que o Henrique Raposo usou para falar deste tipo de gente que só falta querer “privatizar os rios”. E não me venham chamar socialista e muito menos comuna, só por ser alérgico ao liberalismo de pacotilha e vocês não.
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Caro José Matos,
Suponho que sendo contra a privatização, não se opõe à municipalização das Carris, STCP etc
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Contornar, sem discutir…
Quem pagou a construção da auto-estrada, da via férrea, dos comboios urbanos, da …, da …, etc, para servir os bracarenses?
LR, tente novamente…
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Olhão,
“Contornar, sem discutir…
Quem pagou a construção da auto-estrada, da via férrea, dos comboios urbanos, da …, da …, etc, para servir os bracarenses?
LR, tente novamente…”
Você é que ainda não entendeu que há estruturas de âmbito geral (vg., uma rede de estradas ou uma rede ferroviária de âmbito nacional e que pretendem servir todo o país) e outras de âmbito mais restrito e de utilização apenas local. A auto-estrada para Braga não foi feita para servir apenas os bracarenses, ela servirá também o algarvio que pretende ir de Faro a Vigo. Mas os transportes públicos urbanos foram criados especificamente para servir a população de um concelho ou de uma área metropolitana. Braga (ou Coimbra, ou Setúbal ou Santo Tirso e muitas outras cidades) entenderam ter o seu próprio sistema de transportes públicos e pagam-no. Mas também pagam coercivamente os transportes públicos de Lisboa e do Porto sem que daí tirem qualquer proveito. Isto significa estarem os mais pobres a pagar para os mais ricos o que, repito, só acentua as assimetrias.
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Assim a modos que o aeroporto de Alcochete deviam ser os alcochetenses a pagar.
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Que caralho!!
Um gajo de Braga tá proibido de usar os transportes público de Lisboa ou Porto???
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Você faz que não entende! Já se perguntou quantas vezes os bracarenses utilizam as pontes sobre o Douro sem nada pagar. Precisa de mais exemplos?
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Olhão,
Você é que se recusa a ver a questão de fundo, a floresta, e insiste em apenas apontar árvores desgarradas. Repito, há que ver qual o objecto de cada investimento: uns enquadram-se em redes nacionais (rodoviárias ou ferroviárias) e pretendem servir a população em geral. Faz portanto sentido que sejam financiados pelo orçamento de Estado. Se quiser pegar nas pontes do Porto, a da Arrábida e do Freixo estão integradas na rede nacional de auto-estradas e servem muito tráfego inter-urbano (o tipo que quer ir de Faro a Vigo passará forçosamente por uma delas). Mas as pontes de D. Luís e do Infante já servem quase que exclusivamente tráfego local. Faria portanto todo o sentido que a sua construção e manutenção fosse assegurada pelos orçamentos locais (não estou a dizer que seja isto que tenha acontecido).
O meu ponto é portanto a injustiça de a generalidade do país (mais pobre)pagar os prejuízos dos transportes públicos de Lisboa e do Porto (as regiões mais ricas) com os quais nada beneficia. Ainda não vi da sua parte um argumento consistente que justifique esta inequidade.
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Olhão, responda lá:
Porque é que os transportes de Porto e Lisboa devem ser subsidiados por todo o país, mas os das outras localidades devem ser exclusivamente sustentados pelas respectivas autarquias?
Se acha os transportes públicos urbanos devem ser subsidiados por todos (o que a meu ver não faz sentido nenhum), por que motivo isso não se deve aplicar a Braga?
Todos pagamos a ferrovia de Braga. Mas Braga também pagou a ferrovia de todos os outros. Mas porque motivo deve Braga pagar os transportes urbanos dos outros, mas não ter o direito recíproco?
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