Até dá arrepios
1 Agosto, 2009
Quando uma instituição como a ERC se sente com poder suficiente para tentar limitar de forma especialmente grave a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, a propriedade privada e a sociedade em geral, a utilização do termo «Directiva» não é o menor dos sinais, pelo contrário. Um país onde uma entidade emana directivas de aplicação geral com tal teor limitador, sob a ameaça de multas, é um país numa situação perigosa. Deveria causar arrepios, desconforto e mesmo revolta a quem preza a liberdade. Estou curioso para ver a reacção das empresas e dos jornalistas. Se ainda são livres ou se amocham.
47 comentários
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Isto pode acabar mal, ainda não estamos na venezuela embora alguns nos queiram empurrar para lá. Vamos identificá-los.
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De teor limitador é por exemplo o código da estrada, com ameaça de multas.
Tira-nos a liberdade de circular pela esquerda.
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“Vamos identificá-los.”
não é preciso todos conhecemos o pacheco e a velha que pretende seleccionar o material a publicar.
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Perfeitamente de acordo com o post.
O problema disto tudo é que não há uma verdadeira cultura de liberdade de expressão.
A partir do momento em que vários bloggers se entretêm a exigir, mais ou menos explicitamente, a canais televisivos que retirem dos seus programas certos políticos, depois não se queixem de a ERC – e por meio dela o governo – os levar à letra, aproveitando a oportunidade propícia para se substituir à liberdade editorial das empresas de comunicação social. Colhe-se o que se semeia.
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Os dezassete centímetros que mostra na figura é a minha medida.
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#5 – deitado ou de pé
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.
Não sei quais são as empresas e jornalistas que prezam a liberdade. Menos sei ainda quem respeita os cidadãos.
Nuno
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“…compete à ERC assegurar o respeito pelos direitos e deveres constitucional e legalmente consagrados, entre outros, a liberdade de imprensa, o direito à informação, a independência face aos poderes político e económico e o confronto das diversas correntes de opinião, fiscalizando o cumprimento das normas aplicáveis aos órgãos de comunicação social e conteúdos difundidos e promovendo o regular e eficaz funcionamento do mercado em que se inserem.”
É o que às tantas se lê no link que puseram.
Ou seja, a ERC defende o mercado.
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#5
Fernando Ruivo disse
2 Agosto, 2009 às 12:03 am
Ouvi dizer que a média é 22 pelo que é comum chamá-lo por “22”.
Estás mal, pá.
Zé
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E os arrepios que tens
Vêm de baixo para cima ??
Ou cima para baixo?????
Com estas mudanças de tempo penso que devo ser o 362 doente com H1N1
Os outros 360 já estão curados
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Amocham..estão habituadas…isso da liberdade de imprensa é de quem pagar mais..mais nada…
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O BARROS TEM RAZÃO
eu também estou de acordo com o poste
a trave é que está torta
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Chávez cria «lei da rolha»
A lei Especial de Delitos Mediáticos pretende «calar» aqueles que criticarem o Governo, aplicando penas de prisão
O Governo presidido por Hugo Chávez prepara uma nova lei, que pretende «amordaçar» a imprensa crítica. A lei Especial de Delitos Mediáticos prevê penas de prisão, para aqueles que criticarem o Estado.
Chávez tinha deixado a promessa de criar uma lei assum, durante o seu programa de rádio, a 03 de Julho deste ano, e cumpriu. Já estão em andamento os procedimentos legais para que a lei possa sair em breve, noticia o «El País».
Na quinta-feira, foi entregue, no Parlamento, um documento legal que permite ao Governo sancionar, com penas de seis meses a quatro anos de prisão, aquele que, através dos meios de comunicação, divulgue informações que possam atentar contra «a estabilidade das instituições do Estado», «a paz social, a segurança e a independência da nação», a «saúde mental e moral pública» e a «ordem pública», isto é, tudo aquilo que possa «gerar sentimentos de insegurança e de impunidade entre a população».
Lei para todos
Todos os cidadãos estão sujeitos às penas a serem aplicadas pela futura lei, desde jornalistas, a professores e artistas.
A proposta de lei apresentada, não aponta, no entanto, a entidade responsável pelo julgamento da veracidade ou não daquilo que for dito.
Para muitos, esta lei trata-se de uma forma que o Governo encontrou de intimidar a população, para que esta se remeta ao silêncio.
Cerco aperta para Rádios e Televisões
O cerco tem-se fechado para muitas emissoras de rádio e de televisão, desde os finais de Junho.
Recentemente a Comissão Nacional de Telecomunicações da Venezuela (CONATEL) anulou as licenças de 32 Rádios e duas estações de Televisão, em seis Estados do país, obrigando-os a apagar os transmissores imediatamente, «decisão legítima do Governo Nacional», segundo o ministro das Obras Públicas, Diosdado Cabello, que também é director da CONATEL.
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/chavez-venezuela-meios-de-comunicacao-lei-da-rolha-mordaca-tvi24/1079559-4073.html
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Governo sabia do negócio entre PT e TVI desde o início do ano
O Governo acompanhou todo o processo de venda de parte do capital da Media Capital pelos
espanhóis da Prisa, tendo conhecimento do negócio desde o início do ano, noticia hoje o
“Expresso”.
Segundo o semanário, o Governo defendia a hipótese de a Portugal Telecom entrar na Prisa,
sendo a alternativa a TVI ou directamente no capital da empresa espanhola, uma vez que a
Prisa poderá sofrer uma recomposição accionista.
O “Expresso” acrescenta que Sócrates e o primeiro-ministro espanhol estiveram sempre a
par e foram os protestos que acabaram por anular a transacção.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=375063
«Não estou sequer informado disso, nem o Estado tem conhecimento disso»
– Sócrates no Parlamento
Sócrates ainda não explicou, nem sequer toscamente, porque mentiu no parlamento.
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Estou com a Bulimunda, a liberdade de expressão,hoje, é uma coisa paga. Sobretudo na “comunicação social”, onde se deixaram de dar notícias, para se passarem a vender notícias.
Ou seja, a liberdade de expressão já há muito que é uma grande treta.
Além disso, o que não “passa” na “comunicação social é como se não existisse,e portanto ninguém sabe da maior parte das coisas que acontecem todos os dias. A liberdade de expressão pressupõe um interlocutor, uma troca de ideias ou pensamentos.
A liberdade de expressão não se reduz a um monólogo, nem se reduz acima de tudo às TV’s e aos jornais veículos desse monólogo.
Observando este fenómeno de “liberdade de expressão”, conclui-se ainda que o jornalismo deixou de ser isento. Grassam os comentários jornalísticos apresentados como “notícias”. Sendo certo que qualquer jornalista tem o direito inalianável à sua opinião, também é certo/justo/transparente que esse jornalista faça a distinção entre comentário e notícia. Esta prática hoje em dia é quase inexistente, o que contribui em larga medida para a mentira e falsidade diáriamente debitada pelos “orgãos de comunicação social”, que levam à confusão e ao engano.
Este comportamento, tornou-se de tal maneira um hábito “jornalístico”, que ajuda a que as pessoas se mantenham igorantes durante o mais tempo possível.
O ponto alto da caricatura é, quando os “jornalistas” são chamados à atenção pelo seu MAU trabalho, desatam aos gritos: Aqui d’el Rei !! que nos estão a limitar a “liberdade de expressão”.
Um jornalista, é uma pessoa com tremendas responsabilidades na sociedade. Portanto tem que ser idóneo, verdadeiro, honesto, ter o sentido das proporções e ter cultura.
Agora é extraordinário, como hoje em dia é raro encontrar um jornalista com Jota maiúsculo. Os mais jovens apenas têm maus exemplos, por isso o futuro não augura nada de bom. Nem para os jornalistas nem para a maior parte das pessoas
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Por exemplo, a mim dá-me arrepios quando ouço nos notíciários da rádio e das TV’s, que em Portugal já há 310 infectados com o vírus da gripe A.
Ora o que tem que ser dito é que, foram registados desde Maio 310 casos (dado meramente estatístico), e NOTICIAR o número de pessoas que se encontram ainda hospitalizadas.
É que da maneira como a “notícia” é “dada”, a maioria das pessoas JULGA que há neste momento 310 pessoas com gripe A em Portugal e, isso é MENTIRA.
O propósito é evidente: lançar o temor/confusão na população.
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#14.
Percebe-se a sua intenção, mas há o conhecimento formal e o informal.
Conhecimento informal é eu ler o seu comentário e pensar que é laranjinha. Conhecimento formal, só o posso ter depois de me mostrar o seu cartão do Partido.
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Deixem lá. Se a directiva não existisse, queixava-se depois à erc que estavam a ser prejudicados e exigiam a directiva. É tudo maluco nesta terra e os cidadãos é que aturam esta palermice.
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Laranjinha?
Laranjada!
🙂
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Perguntem aos pequenos partidos e pessoas que não sejam ps ou psd se acham que a directiva para os dias da campanha eleitoral é a favor ou contra a democracia.
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Queixam-se de que existe um bloco central, mas depois nem no periodo de campanha admitem que as tv’s devam dar igualdade de oportunidade de difusão das propostas a todos os partidos e acham que isso deve depender da cor e feitio dos medias.
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Uma entidade perigosa
de fins controladores,
defende moral rugosa
de valores castradores.
Acostumada a ameaçar
a liberdade de expressão,
é uma forma de destroçar
o bem-estar da população.
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Portugal deveria comparar-se aos seus congéneres europeus.
Infelizmente, está ao nível de Países de 2.ª ou 3.ª classe, como a Venezuela.
Os nossos jornalistas não precisam de «amochar». Uns são da «Situação» e «amocham» por natureza; outros já o fizeram, sem pestanejar sequer, desde que Sócrates lhes interpôs Processos Judiciais, por terem publicado notícias pouco agradáveis para o governo.
Antes chamava-se Censura; agora denomina-se ERC: onde está a diferença?
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Acho que a erc devia ter feito antes uma directiva para dizer que as tv’s do psd e do ps estavam livres para fazer só debates entre o ps e o psd que outros partidos podiam sempre usar os megafones nas ruas ou fazer um canal na net.
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.. e assim já não apareciam os arrepiados do psd a queixar-se do atentado a liberdade de só passar psd.
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Nas eleições Europeias recentes, houve um conjunto de partidos que concorreu.
Para aferir o efeito da discrepância dos tempos de antena concedidos a cada um, basta cada um de nós tentar saber o nome (ou sigla) de cada um dos partidos que concorreram. A maioria de nós não sabe mais que os habituais PS, PSD, CDS, Bloco ou PCP. Porque são sempre estes a aparecer nos meios de comunicação, não havendo sequer espaço para outros aparecerem com novas ideias ou posturas diferentes de fazer política.
Esta lei não prejudica a Democracia. Defende-a é dos abusos de poder, que é diferente. Tal como no Mercado, a Democracia tem que ter regras mínimas e ser minimamente regulada. Caso contrário corre o risco de ser controlada por um punhado de indivíduos.
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O lixo da sociedade portuguesa veio à tona durante quatro anos.
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Paulo Nunes:
Então a ERC é como o Banco de Portugal: este também controlava os bancos… Enfim, quem não tem liberdade são os contribuintes que vão pagando todos estes auxiliares da democracia. Com os resultados que se veêm.
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Do texto “Até dá Arrepios”, retenho “a liberdade de Imprensa” por ser uma utopia. Como o é, acrescento eu, a imparcialidade. Desde logo, porque os jornalistas têm convicções próprias de seres humanos. Subjectivos e emocionais também eles, tantas vezes sem se darem conta, escrevem peças que espelham uma agrado/desagrado pessoal em relação ao tema que estiverem a tratar.
Desde ponto de vista, a imparcialidade é tão utópica quanto a própria liberdade de Imprensa.
Depois os critérios. Eles próprios ligados a interesses económicos e/ou políticos, não são nem nunca serão livres e menos ainda imparciais.
Os jornalistas não me parecem uma classe muito unida, mercê de um mercado saturado há anos: só uns quantos ganham bem, outros não têm emprego e outros vivem a lei da selva para receber um salário ao fim do mês.
Do sindicato deles nunca se ouve falar, como nunca fazem notícia as greves, ou uma qualquer manifestação, por exemplo, a favor da qualidade de Imprensa que prestam ao cidadão, essa, sempre muito degradada.
Finalmente, pela força que tem, todos querem controlar o quarto poder. Paga o povo, que lendo a notícia, pensa o que querem que pense.
Quantos aos “opinólogos”, que temos muitos, até nem via com maus olhos que, por exemplo, que um certo candidato à Câmara de Lisboa não tivesse espaço na Quadratura do Círculo. Há outos exemplos, de outros partidos, mas fico-me por este. Vocês entendem-me.
A ERC mexe-se, mas ainda não é desta que se mexem os jornalistas, nem a sociedade civil. Isto, claro, é a minha convicção.
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Alimentem a besta…Apreciem a besta…
(Depois não se queixem).
Este país é cada vez mais um ANTRO ! — com bordéis.
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#28
O conceito de algo diferencia-se da forma como esse mesmo conceito é aplicado. O facto de o conceito ser mal aplicado não implica que o mesmo esteja errado.
O que se deve ter cuidado não é com a justiça inerente à medida que a ERC definiu. O que se deve ter cuidado é com os abusos que a ERC pode vir a praticar em nome desta mesma medida.
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Ainda querem mais bordéis que a TVI às sextas !!
O Marinho dos tribunais é que os topa… levaram cá um arrepio que ainda hoje andam a por pomada no olho do cu !!!
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# 5
Na figura , não mostra nada 17 cm.
O que lá se mostra são 14 cm e se é essa a tua medida, das 2 uma ou não percebes nada de de metrologia ou tens picha de vírus !
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“O que se deve ter cuidado não é com a justiça inerente à medida que a ERC definiu.”
Não há justiça nenhuma naquilo que a ERC definiu. É natural que o PSD e PS estejam mais representados porque são os partidos mais votados. E contra mim falo que não sou socialista.
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Impõe-se que uma das primeiras medidas da maioria PSD/CDS, que sairá das eleições de 27 do mês que vem, seja propor e aprovar na AR a eliminação da ERC, a bem da democracia e da liberdade de expressão.
É que a ERC não passa de um aborto em todos os sentidos. Soube, há dias, que é vice-presidida por um tal Elísio, cujo curriculum na área da Informação é nulo, como nula é a sua formação académica (em qualquer domínio). E “pertence” ao PSD, calcule-se!, embora até hoje, em todas as deliberações importantes, tenha votado SEMPRE ao lado do PS e no interesse do socretinismo. É obra, não?
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#35.
Essa “maioria” de que fala PSD/CDS, supostamente saída do casal PauloPortas/FerreiraLeite tem filhos?
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Ó Piscoiso, vai apanhar onde apanham as galinhas das tuas tias!
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Amo-te Piscoiso..
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A deliberaçao da tal erc é inconstitucional, não sei mesmo se recairá sob a lei penal, trata-se de não obedecer ao desconchavo e apresentar a respectiva queixa crime se for caso disso.
Não parece valer a pena estar muito tempo a discutir a coisa.
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Olha !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tiraram o METRO !!
Não sabia que tal coisa era PORNO !!
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#14
Mas o que eu penso saber é que Socras mente:
-Quando diz que não convidou a J.A.
-Quanto ao Freeport
-Quanto à TVI
-Quando promete mundos e fundos se ganhar eleições sabendo que o País agora está mesmo de tanga
-Quando, quando, quando…São tantos que lhe perdi a conta
Aliás isto é já uma forma de estar do verdadeiro xuxalista
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Cerca de 40% dos posts aqui plasmados , são sempre do mesmo faxo que se inscreve com vários nomes.
Se repararem, o mesmo quadrado azul cinzento com 4 pontos a meio, aparece com nomes diferentes… por isso, isto tem longas opiniões que são sempre debitadas pelo mesmo caneiro… ou bueiro se preferirem…
Por mim, já não gasto mais cera com tal defunto !!
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Este Marafado de Buliquei-Me é mesmo uma inteligência.
Deve ter-se formado na Independente, por fax, a um domingo, como o seu chefe; ou então está a frequentar as Novas Oportunidades.
Só pode.
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Desculpem, mas…
Isto é um Orgão:
– Constitucional?.
– Meramente Informativo?.
– De Controlo, (Nada de confundir com controle).
– De direccionamento?
– De Controlo, (nada de confundir com Comtrole.), da pouca vergonha?
– Etc.
Se tem Poder, deve começar a passar Multas e Coimas.
Espera-se que não seja como a ASAE. sem qualquer sustentação.
Queremos informação fidedigna!.
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Estou farto de comentar neste blog.
Até hoje, não tinha tido a mínima reacção.
Acompanhando a baixaria habitual da maioria dos comentadores, referi os 17 centímetros da afigura.
Vejam o sucesso que tive!
Principalmente com os invejosos…
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No meio disto tudo, que faz a CNE?
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England is dead. O Socialismo destroí os bons incentivos e depois tem de se transformar numa tirânia.
http://www.express.co.uk/posts/view/115736/Sin-bins-for-worst-families
“The Children’s Secretary set out £400million plans to put 20,000 problem families under 24-hour CCTV super-vision in their own homes.
They will be monitored to ensure that children attend school, go to bed on time and eat proper meals.”
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