Era tão importante mas tão importante
que em sete anos nunca houve tempo para lá voltar: «Pinturas rupestres com cinco mil anos, encontradas em 2002 na área da Freguesia de Malhada Sorda, Almeida, foram destruídas por desconhecidos, disse hoje à agência Lusa fonte do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). (…) Esta figura parece ter representado uma cerva”, mas “a presença de uma longa cauda levou inicialmente à sua classificação como um equídeo, o que a tornaria ainda mais rara no contexto da nossa arte esquemático-simbólica”, admitiu. (…) Referiu que após uma primeira deslocação que fez ao sítio, em 2002, “os dois painéis ficaram a aguardar uma melhor oportunidade para o seu estudo”, oportunidade que já não se verificou dada a destruição que constatou em Abril deste ano. (…) Por isso, o caso revela “um vandalismo gratuito, sem sentido”, e que informou a direcção do PAVC do sucedido.»
Absolutamente de acordo: a destruição revela um vandalismo gratuito. Já a inviabilização da barragem de Foz Côa constituiu uma demagogia que infelizmente não foi gratuita. E a gestão do património ali existente a avaliar por casos como este revela uma negligência também nada gratuita.

como sempre nesta nossa terra a negligência morrerá solteira
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Não queres uma barragenzinha lá na tua banheira?
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Começava logo por despedir as pessoas do parque. Vandalismo é estarem desde 2002 e nem serem estudadas. Afinal o que é que aquelas pessoas estão ali a fazer? Mandavam os estudantes se não podiam ir os arqueológos!! É só toinos! Se calhar estavam á espera de mais um subsidio para trabalharem no dia a dia!!!
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O mais engraçado é que notou o vandalismo em Abril e estamos em Agosto e só hoje é noticia. Já não é só atraso na justiça. É também atraso noticioso. Foz de Coa deve ser mais longíquuo que a china profunda! Autoestrada para lá!
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Eu farto-me de rir com estas palhaçadas pré-históricas.
Temos o bom do património de manuscritos a apodrecer e muitas igrejas vandalizadas e só com esta treta das “gravuras pré-históricas” é que se importam.
É o lobby da máfia dos arqueólogos.
Ainda se fosse coisa de importância, mas são umas tretas que nem aos pré-históricos deviam interessar…
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Para começar, enfiem uma treta na cabeça. Não existem quaisquer gravuras em Foz Côa.
As que existem estão perto de Muxagata e outras terras. Foz Côa a única coisa de interesse que tem é uma belíssima igreja manuelina.
O resto é paisagem que nem por lá tem acesso directo.
Não faço ideia como conseguiram este logro de dar emprego a inúteis para se ver umas tretas a partir de carro e jipe de outras localidades.
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Aliás, Foz Côa é uma terra pavorosa. Agora é reduto esquerdalho. Tem apenas interesse como isso- úm parque de “fauna em vias e extinção”.
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Isso é graças à EDP e as suas campanhas a favor da biodiversidade
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E alguém noticia os roubos de frescos de igrejas medievais no Alentejo ou o saque ao espólio romano que até já tem arqueólogos alemães a limparem-no?
Alguém noticia o estado em que estão os livros iluminados das bibliotecas por Portugal fora?
Alguém fala disto?
Não falam. Não falam porque para os bimbos do poder, cultura é só espectáculo. Foi isso que o anormal do Sócrates disse aos palermas do encontro de bloggers e nem o Joãozinho Gonçalves piou.
Cultura é “luzes” e convidados estrangeiros para darem show- é coisa citadina.
Estes animais desconhecem o interesse da cultura patrimonial, a menos que tenha lobby que os convença do contrário.
E o lobby dos arqueólogos pré-históricos e mouriscos consegue-o.
Mais nenhum.
Diga-se que o lobby mourisco tem como actividade paralela destruir todos os vestígios patrimoniais que não são mouriscos.
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Só por curiosidade…
Quem é que conhece as ruínas de Troia?
Eu bem que gostava de fazer este inquérito a sério.
É que aposto que se contam pelos dedos.
E aqui, do Blasfémias, ia jurar que nem isso.
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Em Espanha começam a surgir provas do abuso do PSOE através dos serviços de informação e meios policiais.
Ver aqui: http://www.elmundo.es/elmundo/2009/08/11/espana/1249983612.html
Dizem alguns rumores que em Portugal a coisa está pior. Que nunca houve tantas violações das comunicações (e não só, note-se!) como agora.
Mas em Portugal… No pasa nada! lolololol
anti-comuna
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É claro que pinturas rupestres säo uma “treta”.
Preservá-las? Isso é só para dar emprego a meia-dúzia de chulos.
Venham de lá as barragens que isso é que interessa.
Enfim, Portugal no seu melhor.
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Ò IDIOTA, eu escrevi alguma coisa a defender a construção da barragem?
Nem sei, não tenho opinião formada em relação à barragem.
Mas tenho a certeza absoluta que aquele espólio pré-histórico não tem o menor interesse.
E tudo precisa de ser comparado.
Como é que se pode fazer chinfrim com as gravuras e silêncio absoluto em relação a frescos de igrejas, mosaicos e pinturas romanas e manuscritos a apodrecerem?
Tens resposta, ó palerma?
Conheces Tróia?
Sabes o seu valor? Sabes quantas culturas por lá passaram?
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E sim, repito- aquela trampa das gravuras até podia ser fraude que v.s não distinguiam.
Houve uma BD no Independente, escrita pelo Júlio Pinto, que gozava com isso.
Aquilo é treta. Bonita é a paisagem.
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E sim, repito- aquela trampa das gravuras até podia ser fraude que v.s não distinguiam.
Houve uma BD no Independente, escrita pelo Júlio Pinto, que gozava com isso.
Aquilo é treta. Bonita é a paisagem.
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Mas tenho a certeza absoluta que aquele espólio pré-histórico não tem o menor interesse.
Ai sim, IDIOTA?
Com que fundamento?
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Com o fundamento que lhe pode dar qualquer arqueólogo ou historiador de Arte.
Estragarem um daqueles rabiscos não é nada, repito NADA! comparado com a destruição militante a que está votado todo o nosso património escrito nos arquivos e ZERO! ZERO! comparado com destruição e abandono de muita arte sacra em madeira.
Quer o rol?
Nunca mais acabava. E o facto de se desconhecer o abandono de arte sacra medieva, é a melhor prova da bimbalhice de quem vomita valr das gravuras pré-históricas como se vivesse num país onde apenas isto foi alvo de uma pequena destruiçãozita.
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Era eu, zazie, mas com link para o meu bogue esta treta fica bloqueada.
Outro fenómeno “cultural” muito engraçado.
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errata: blogue
Agora a ver se aparece o comentário.
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Agora assino a ver se passa…
E as gravuras estão mais que preservadas .Eu nunca escrevi nada a defender a barragem, precisamente por não saber.
Se soubesse opinava, como não sei, não opino.
Opino sim, o excesso de tacho dado a uma treta e a hipocrisia com que o resto é esquecido.
E repito- com conhecimento de causa- fala-se nas gravuras de Foz Côa apenas por uma razão- os megafones do lobby são poderosos.
Não se fala dos manuscritos por não terem lobby, nem dos restos romanos, nem do património medieval, em particular a arte da talha.
Esses nem se conhecem. E mais não digo porque a vergonha tamanha que muito disso foi estudado há meio século pelo Robert Smith e desde aí mais ninguém quis saber.
Conhecem Vila do Conde? Conhecem a talha do mosteiro?
Aposto que não, porque nem sequer se sabe o que lá está.
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Isto com a aproximação das eleições, as acções dividem-se em esquerda e direita.
Os arqueólogos de Foz Côa são esquerdalhos.
E os de Alhos Vedros?
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O seu problema, afinal, é que a destruicao de arte sacra não aparece nos jornais.
Enfim… Gente primária.
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E pergunto:
O que diriam se lhes contasse em que estado está um cadeiral manuelino, com iconografia raríssima, do coro alto do Convento de Santa Clara de Vila do Conde?
Partir e deixar minar por caruncho uma obra raríssima (apenas ficámos com uns 4 cadeirais dessa época- os outros foram queimados e destruídos pelos jacobinos) é o quê?
Não é crime nem vem no jornal.
E pior, nem se estuda num curso de História da Arte.
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ò c******! o problema é a destruição existir e ninguém ligar e apenas se falar de coisas secundárias.
É este o problema. Não se fala sequer de obra “laica” de palácio medieval, destoem-se, nas calmas, todos os vestígios visigóticos; deixa-se roubar por profissionais o espólio romano e frescos únicos, e faz-se chinfrim apenas se tocar em 2 coisas:
1- Foz Côa
2- Mértola ou Silves, ou arqueologia mourisca.
Poquê?
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E que culpa têm as pinturas rupestres disso?
Devem ser deixadas ao abandono, ou destruídas também, só porque a arte sacra medieval também o é?
Pelo amor de Deus…
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Como é que vão para o Alentejo profissionais que roubam frescos inteiros das igrejas e ninguém diz nada?
Como é que podemos ter Trróia- um espaço único peninsular, a saque, sem que ninguém se preocupe?
Tens resposta, ó tolinho?
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errata: Tróia.
As ruínas de Tróia são das coisas mais importantes e a sua destruição tem sido tal que devia dar direito a cadeia aos (i)responsáveis.
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Deplorável. Criminoso.
Mas isso nao tem nada a ver com pinturas repestres.
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`o animal- não existem pinturas rupestres em Foz Côa.
És tão ignaro que nem isso sabes.
Que pinturas, ó tosco?
Pinturas rupestres em Foz Côa?
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Pois não tem absolutamente nada a ver com pinturas rupestres.
Foi a única coisa certa que escreveste. Acredita. E existem pinturas rupestres em Portugal- muitas delas ao abandono.
Mas nenhuma em Foz Côa ou arredores.
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Pinturas existiam em Tróia e a maior parte delas foi destruída.
Pinturas rupestres existem no Alentejo.
Agora em Foz Côa não existe sequer um rabisco pictórico.
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Conheces Foz Côa?
ahahahahhahaha
Aposto que não. Tenho a certeza que não.
E Tróia só deve conhecer por causa de um cavalo lendário.
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Se você se desse ao trabalho de ler o que os outros escrevem, em vez de tentar, em cada post, demonstrar que é um autêntico burgesso, talvez tivesse reparado que eu nunca falei em Foz Côa.
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Se v. não fosse bimbo sabia que o meu nick era feminino e conhecia o seu autor.
Se veio para aqui falar de pinturas rupestres num post de Foz Côa, foi por estar interessado em conversa de culinária?
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Falou em pinturas rupestres de Foz Côa por causa da barragem e desconhece quem tenha sido o Raymond Queneau.
É mais um bimbo do contra barragem.
E eu sei lá das barragens. Se era importante a barragem e nem destruía muita paisagem, não vejo motivos para não ser feita.
E bem que património e paisagem devem ser as 2 únicas coisas que me tocam a sério.
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De resto, estou-me pouco lixando para causas e ainda mais para causas de “pogresso” e cenas liberalóides do género.
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Por isso é que nem tomei posição com a cena dos “empregos” contra “a arte”.
Essa anormalidade não existe. E não existe porque nem aquilo é arte e nem emprego é coisa sagrada que se oponha à natureza e à arte.
Agora o que sei ]e que Foz Coa ]e tacho.
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“E repito- com conhecimento de causa- fala-se nas gravuras de Foz Côa apenas por uma razão- os megafones do lobby são poderosos.”
E donde é que apareceu Raymond Queneau?!
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Descubram-me quem foram esses gajos. E paguem-lhes bem para ir destruir também as “gravuras” de Foz Coa.
E façam a barragem, porra ! Que estava quase pronta e permitiria aumentar significativamente a produção de electricidade. Gravuras de Foz Coa ? A maior tanga do século passado em que cairam os tótos xuxas, com a Carrilha em primeiro lugar…
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importante, importante é deixar a dona edp tomar conta dos recursos hídricos do rectângulo – sem dar importãncia às consequências nefastas para o ambiente – e não impedir as cimenteiras – alimentadas com resíduos sólidos perigosos – de facturarem milhões…
e de facturarem duplamente!!!! sabiam que sempre que se constrói uma barragem os prédios construídos nas próximidades usam “betão de barragem”?????
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Ó Helena, porque non te callas?
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“As ruínas de Tróia são das coisas mais importantes e a sua destruição tem sido tal que devia dar direito a cadeia aos (i)responsáveis”
belarmino & sócrates, dueto implosionista. fora a insinuação, nem se percebia o bronzeado turco.
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#39. Essa da EDP tomar conta dos recursos hídricos deve ser para rir.
Porque a água a montante da barragem, vai continuar a jusante. Vai apenas afunilar-se naquele espaço. As zonas das margens ali perto vão ser submersas, é certo. E 71% do globo já está coberto de água.
Mas na barragem vai-se produzir energia eléctrica para o Luikki ter a ventoinha ligada.
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O Queneau andava atras de uma ovelha la nos rochedos
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“Quem é que conhece as ruínas de Troia?”
Da segunda e última vez que passei por lá (antes da Sonae) estavam abandonadas.
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Eu preferia viver na pré-história, com um pouco de Idade-Média e café de São Tomé. Estas tretas modernistas de autoestradas e barragens não me desenvolvem os prazeres naturais que precisam de todo o tempo deste mundo e do outro.
É que não gosto mesmo nada de pressas. E tenho o maior desdém por parkings, cimento e autopistas.
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Estou em viagem para Ixtlan.
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estou-me nas tintas para humanidade, preocupar-me com o vosso futuro e desenvolvimento?
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repugnam-me as vossas máquinas e espelhos.
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Só sigo o Desejo.
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#48 Idiota! Que máquinas ? Computadores incluídos ?? E que espelhos? Os mágicos também?
ps: aprendi a parte do “idiota” com a Zazie lolololol
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Bem nada como este dia quente para ir ao cerne da questão das gravuras.
Observando o que se passou ao longo destes anos cheguei à conclusão que mais uma vez se tomou a opção errada.
Se a ideia fosse conservar as pinturas fechava-se a zona e as pinturas durariam mais alguns milhares de anos. (seria necessário controlar o javalis não fossem os animais coçar os dentes nas pinturas).
Mas a ideia era divulgar as pinturas, incentivar o turismo, criar postos de trabalho etc.
Ora como as pinturas se encontram na terra quente de trás-os-montes, neste momento a Vila de foz côa deve apresentar uma temperatura de 40ºC e as fragas aonde se encontram as pinturas 50ºC.
Nestas condições só o turismo virado para o mercado masoquista consegue vender.
Teria sido muito mais profícuo em termos de divulgação ter optado pela solução de criar um museu, para o qual seriam deslocadas as pinturas (as rochas seriam cortadas e transportadas em grandes blocos).
Se o museu fosse instalado num subterrâneo (para evitar gastar energia com ar condicionado), a temperatura neste momento poderia rondar os 25ºC e os turistas visitariam alegremente o museu esperando pelas horas da fresca para passear ao ar livre.
As pinturas não se estragariam tanto, pois no museu as rochas estariam a uma temperatura constante e não sujeitas a grandes variações de temperatura, que provocam a destruição das mesmas.
O museu teria criado postos de trabalho na sua construção, a barragem poderia ser construída evitando a queima de centenas de milhar de toneladas de combustíveis fosseis.
O museu serviria para expor os achados arqueológicos da região.
Em vez disso temos meia dúzia de maduros a passear nas pinturas em jipes que gastam mais de 20litros de combustível por cada cem quilómetros percorridos.
Uma pequena elite que conseguiu criar a histeria que levou à decisão politica de suspender a barragem e que agora orienta o palhaços por si manietados contra o aquecimento global.
No fundo esta elite só utiliza estes argumentos como forma de obter protagonismo e poder, visto que não se adivinham objectivos práticos nas suas ideias.
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Sempre achei que a barragem deveria ter sido construida.Tiravam umas pedras e guardavam-nas e pronto!
Os aqueólogos são de facto um lobby.Na porcaria dum país que sempre foi um atraso desde o dilúvio os gajos têm inventado empregos que nunca mais acabam.E ai de detectores que façam concorrência que a malta vai logo presa.Mas para arqueólogos de fora tudo!Uma vez fui a um castro e andavam lá a escavar ingleses.Sem nenhum acompanhamento.Pedreiras a corroer castros é mato.mas um cidadão andar com um detector de metais em terrenos agricultados todos os anos é crime.Isto é um país de imbecis invejosos.E ditadores em potência.E muito mais merdosos agora do que no tempo do fassismo.Aí imperava algum conhecimento e prioridade e muita liberdade.Comparado com o que agor temos pois claro!
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Não esquecer que pelo menos um pelos vistos fazia parte de 2 lobby´s O gay e o dos arqueólogos…
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Mas na barragem vai-se produzir energia eléctrica para o Luikki ter a ventoinha ligada.
se as barragens já construídas fossem reconvertidas com tecnologias modernas, produziriam eficientemente – coisa que não acontece actualmente – energia e nãoseria necessário construir barragens novas para alimentar a “minha ventoinha”…
mas isso não interessa nem à dona edp, nem ao sócrates e muito menos às cimenteiras…
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…Teria sido muito mais profícuo em termos de divulgação ter optado pela solução de criar um museu, para o qual seriam deslocadas as pinturas (as rochas seriam cortadas e transportadas em grandes blocos)…. Pelo que escreve, não conhece as ditas gravuras. Só bitaites.
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#51-
Disse uma coisa importante que o post esquece. Aquilo está ao ar-livre e em espaço aberto. Não faço a menor ideia como é que a HM imagina que se poderia evitar que alguém riscasse uma rocha.
A ideia é perfeitamente louca. Paisagem de kms com guardas dia e noite a protegerem-na.
ehehhehe
Claro que só não se estragam se as pessoas tiverem educação. De resto até me admira que não tenham grafitado aquilo tudo.
Na volta os que defendem as gravuras como grandes exemplos de obras de arte são os mesmos que também chamam arte a essa bodega dos riscos na parede que devia dar direito a irem de cana.
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Realmente…ir para museu. No máximo faziam umas cópias que é assim que se sucede em Lascaux, já que os originais é que estão protegidos.
Mas quanto à barragem não sei.
Sempre que me lembro da aldeiazinha submersa do Gerês…
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Não sei mas não é tanto pelo fraco valor de testemunho das incisões nas rochas. É mais pela paisagem.
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Três ‘coisas’ :
1 – Aquelas gravuras são preciosíssimas, património único da Humanidade (arqueólogos, historiadores, assim concluiram e a UNESCO decidiu)
Foram recuperadas, preservadas e exibidas. Em detrimento duma barragem. Muito bem !
2 – Quando as gravuras foram descobertas e o Ministério da Cultura entendeu torná-las intocáveis e exibíveis condignamente, foram poucos os opositores: uns porque incultos, outros porque ignorantes, outros por interesses partidários e…’comerciais’
3 – Como Miss Zazie releva e bem, outro património está noutros locais deste sítio entre o Atlântico e a Europa, degradado, abandonado, propositadamente ‘esquecido’ pelo governo e palas autarquias: imóveis, estatuária, bibliografia, pintura sacra e outra, etc, etc.
As gravura de Foz Côa são importantíssimas.
O outro património também o é !
Quem, quantos estiveram contra a aplicação de verbas na recuperação das gravuras ?
Quem, quantos, condenam a atribuição de verbas municipais e estatais para preservar e exibir o património duma nação ?
(O turismo é só costa marítima, AlLgarve, Madeira, Açores, Douro, Alentejo e pouco mais ?)
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É verdade, o lobby dos arqueólogos gays debaixo de água…
ahahahahhaa
Esse é o pior de todos. Esses gajos são verdadeiros contrabandistas.
E perseguem-se de tal forma que esse do Caso Casa Pia até andava com gravador na algibeira para gravar as conversas dos colegas.
Sei que é verdade porque vi.
ahahaha
Só não sabia que o gajo também era rabeta, porque louco e mafioso toda a gente sabia.
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E o Jaquinzito tem razão- Tróia está completamente ao abandono, depois de ter sido pilhada de forma vergonhosa.
Ainda há fotografias antigas das pinturas a fresco da basílica paleo-cristã que agora já nem existem.
E tinha tudo- de templo mitraico a romano e paleocristão. A construção da abóbada é das obras de engenharia mais espantosa e creio que única na Península Ibérica.
Mas ninguém sabe, ninguém liga, e nem se mostra.
Por cá, para turismo- só o Museu dos Coches.
Para turista roubar- tudo o resto.
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Há, sim senhor: lobby de alguns arqueólogos.
E ao que consta, uns quantos, poucos, safam a ‘vidinha’ com a venda dumas ‘pedrinhas'(no mínimo)…porque o ordenado é curto.
(Consta, dizem…).
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MJRB,
Não são nada importantíssimas.
O azar é que até nem são, sob nenhum aspecto.
São muito mais recentes e nem valem por novidade ou por o que quer que seja
Palavra- é treta- Foz Côa é treta e conseguiram aprovar à conta de outra aldrabice que são as datações.
Sei do que falo. Já trabalhei em arqueologia e sei que as datações “cientgíficas” são pura fraude.
Acaba por ser a olho e por comparação estilística.
E as de Foz Côa valem como testemunho histórico, claro, mas isso também vale a pegada de dinossauro e ninguém lhes chama arte.
Há que ter bom senso nestas coisas.
E não é embirração minha com pré-história. Ainda agora vi umas cenas em Inglaterra que é de se ficar parvo. Aqueles pré-históricos eram mais evoluídos que os nossos medievais.
Mas os ingleses preservam tudo e nós destruímos tudo e depois fazemos show com umas tretas apenas para dar tachos a lobbies.
Foz Côa é tacho e com reserva ideológica.
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Mas nem me chateava que fosse lobbie se também cuidassem do resto.
O problema é que o lobby arqueológico suga tudo. Não sobra dinheiro para mais nada.
São clãs tribais, porque nem existe legislação.
Lisboa é de um bacano romano- parte do algarve dos mouriscos- Mértola coutada privada do Cláudio Torres e por aí fora.
E essa malta tem pancada porque depois detesta tudo o que sai da coutada especializada deles.
Sines teve destruição de património medievo apenas por não ser o medievo mourisco.
Claro que ficou lindo e até concordo que a terra se valorizou muito. Mas para quem andou por lá e sabe o que se perdeu para sempre, apenas por não interessar…
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E nem conto como funciona a coutada maçónica em Lisboa porque é das maiores anedotas que se pode imaginar.
Maçonaria arqueológica com direito a fundação e mais uns estranhos dinheiros da Fundação Luso Americana e destruição e vandalismo de sepulcros.
Uma delas à procura das barbas do D. João de Castro
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errata :Silves e não Sines.
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Os salteadores da arca perdida é uma realidade. Realidade com profissionalismo de alemães que mete inveja ao Spilberg.
Quanto aos debaixo de água isso é candonga e o resto é que é conversa.
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Os sacanas dos alemães levaram praticamente o melhor do nosso espólio romano.
Vinham cá com técnicos e limpavam tudo.
E agora andam no saque dos frescos das igrejinhas.
Levam aquilo inteirinho.
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E para chatear ainda levaram o bom do Instituto arqueológico para Madrid. Era das melhores bibliotecas do género- ali na Av da Liberdade.
foi-se. Nem para agradecerem os roubos se lembraram.
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Miss Zazie, 63
OK ! Por certo Vc. sabe muito mais do que eu sobre arqueologia.
Assim, permita-me que fique perplexo por ter assegurado que, afinal…
Caso pessoal: quando a discussão sobre as gravuras estava no auge, ao tempo de Guterres/Carrilho, o DN ou o JN (não me recordo), perguntaram a algumas pessoas as opiniões sobre. Era um curto inquérito, quatro ou cinco perguntas. Uma jornalista telefonou-me, respondi e, na brincadeira, ‘assegurei’ que “aquilo” era ‘Land Art’ feita pelo Alberto Carneiro…
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eehehhe
Grande boca.
Claro que eu gosto das gravuras porque até o local é lindíssimo.
Está fora de questão colocar na balança, sem mais, a paisagem as gravuras contra dar emprego a gente para fazerem uma barragem.
Só assim era contra a barragem. Mas nunca tive dados especializados para poder opinar acerca do assunto.
O que posso dizer é que as gravuras, por comparação com outras reservas pré-históricas são fracas. Apenas isto.
É claro que se fosse pegada de dino é que nem tinha dúvidas porque isso é que penso que é anormalidade absoluta.
Era giro, não se poder construir nada apenas porque um dino andou por ali.
Dinos é como Sizas Vieiras e Taveiras, por mim podem construir por cima e enterrá-los por baixo.
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Excepção ao Taveira do metro das Olaias que está bacano.
Confirma a regra- esses tipos só se safam bem enterrados.
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As gravuras são estupendas. São o esplendor duma Era. Não há mais, por cá — e por um triz, mais uns ‘metros’ adentro outrora negociados por nuestros hermanos e…seriam espanholas.
Certo-certo, não são obra do ACarneiro, do Richard Long, ou de Robert Morris…
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Eu não consigo falar de Foz Côa sem me lembrar da BD com argumento do saudoso Júlio Pinto.
Às tantas, no meio de uma visita escolar às gravuras, as criancinhas dão com uma onde se via um pastor a sodomizar uma ovelha.
ehehehehhe
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Mas verdade que há antas no Alentejo com escrita por decifrar que têm muito mais importância histórica.
Agora em Inglaterra é de se ficar parvo com a “arte da terra” pré-histórica. Até ziguarates têm.
Eu desconfio muito de tudo o que se diz pré-histórico, arrumado assim, sem mais.
Não faço a menor ideia se as datações têm qualquer pertinência e eles também não mas convém não se dizer assim.
Até o Egipto está agora a ser alterado nas datações das famosas pirâmides. Na volta podem ser da 18a Dinastia. Coisa com variação de mais de 3 mil anos…
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Mas considero fascinante a capacidade de reconstituição apenas a partir de cacos ou ruínas.
E isso, no caso dos cacos, bate certo. É trabalho para quem tem paciência de chinês.
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wow os portugueses em preservação de patrimonio estão ao nível dos talibans.. ainda há polémica com as gravuras? não me digam que ficaram frustrados com as bazucadas aos budas e querem-lhes seguir as pisadas. É que acho que tirando o afeganistão não há outro país descontente por ter património mundial. E com a helena matos a fazer de mulah.. la por benfica o unico patrimonio é de lamentar certo? deve ser trauma.
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Uma das profissões que admiro imenso: arqueólogo.
Por tudo o que têm feito, como descobrem os locais certos para as escavações, e…a tal paciência, que por certo eu não teria.
Petra, Miss Zazie ! Lembrei-me agora de Petra !, e tudo o que há naquela região…
Absolutamente FABULOSO o ‘ambiente’ em Petra !
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Património mundial temos, pois- a começar pela rotunda dos templários de Tomar que ultrapassa em preservação a do Santo Sepulcro.
Temos arte sacra excelente e graças ao Salazar conseguimos manter as igrejinhas do românico que, de outro modo, tinham ido à vida.
Acho que nunca consegui embirrar com o Salazar por isso- por ter preservado o bom do património.
Do mesmo modo que nunca suportei revolucionários que são sempre destruidores dele.
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nao sei se a helena matos deve ser muito fã do românico.. é que sao assim tão frugais, tão despercebidas. não dá para cobrar bilhetes á porta muito menos para turismo de massas. aquela pedra toda até podia ser aproveitada para calçada no rossio
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Nunca lá fui e cheguei a estar inscrita numa equipa que ia para lá escavar.
Tive a paixão da arqueologia. Mas, como todas as paixões, também se trocam por outras.
ehehe
Mas admiro muitíssimo aquele trabalho paciente, desde os desenhos às reconstituições.
Diria até que todo o tipo de trabalho do género- paciente, anónimo, deixando para ser continuado por outros, para a posteridade, é o mais fascinante.
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Phónix!c calçada lisboeta é o meu ódio de estimação.
Votava no primeiro gajo que aparecesse e que acabasse com essa treta, fora do centro de Lisboa.
Era nisso e no que pusesse os semáforos a pararem todo o trânsito em vez de darem direito de avançar de lado, quando não avançam de frente.
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A porcaria da calçada lisboeta até já foi exportada para as berças.
A boa laje que não escorrega, é substituída por essa idioteira das pedrinhas que fazem escorregar quem se atreva a andar a pé.
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nao dê ideias á helena matos senao ela manda lagear o passeio com xisto rupestre
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De acordo, Miss Zazie !, calçada ‘lisboeta’ se colocada fora de qualquer área que a justifique (Rossio, Avenida da Liberdade, Restauradores, Belém, e pouco mais), deveria ser toda substituída por lajes ou alcatrão !
É que criam problemas às pessoas e…a maioria dos cidadãos são uma cambada de porcos ! — com lage ou alcatrão, seria muito mais fácil manter esses espaços limpos, pela chuva ou por regular mangueirada…
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Deve ser o segundo blogger que concorda comigo. O maradona pensa o mesmo.
Fica caro, impede uma boa passeata a pé e é prova de saloiice descaracterizar-se toda a vila ou aldeia imitando a capital.
Ainda há-de aparecer cacique local a trocar os corvos por galos de barcelos ou porcas de Murça
eheheh
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gostava de saber o que a helena matos pensa de troia, só a ideia de perturbar o complexo belmirico deve ser suficiente para lhe tirar uma noite de sono
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Por certo não terá faltado apetite a alguns autarcas/caciques para colocaram as suas (lindas) caras… Nada já é impossível nem surpreendente neste antro(social) entre o Atlântico e a Europa…
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“O maradona pensa o mesmo.”
voltou a drogar-se. coitado.
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Este palerma do Porto (#89) é tão saloio que nem se importa de copiar a mourama na calçada.
Pategos
“:OP
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a sopeira revoltou-se contra as pedras da calçada. dá para encaixar no pugrama leitoral das putegas & labrostas.
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eu não disse que era o sabujo do xuxa do Porto.
Este gajo não dorme. Abancou aqui noite e dia a insultar meio mundo por causa da fidelidade canina ao Sócrates e por ter apanhado com algum balde de merda em cima quando era pequenino.
E ficou convencido que quem lhe lançou a merda foi o José do Portadaloja- trauma de uma vida, carago- sabujão que para ti nem mil póias chegavam.
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Deves ser mais feio que o Joãozinho Gonçalves, pascácio.
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Convence-te de uma coisa- não foi nenhum magistrado criança que largou com a merda em pequenino- a póia saiu do mesmo sítio que tu quando te deram à sombra.
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#92, 93 + 94 – deves ter feito arqueologia no cais do sodré, quando havia marines.
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Houve a possibilidade de irem para um museu seccionando a pedra de forma a remover as gravuras com resolvendo a questão, infelizmente não foi para a frente. Foz Côa ficou sem barragem e o poder político elevou a vila a cidade. lol
Existe muito roubo ao património histórico português, mas sejamos francos também existe muita salvação do mesmo com a actividade criminosa. Prefiro o meu património cultural e histórico nas mão de um apreciador do que de um autarca imbecil ou de um boyrocrata.
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Qualquer acto de vandalismo sobre qualquer tipo de vestígio ou bem patrimonial é lamentável, aqui devia haver consenso. Pena que a propósito da notícia da arte rupestre vandalizada na Malhada Sorda,Almeida (a propósito, alguém se lembrou de pegar num mapa e ver onde se localiza Almeida e V. N. de Foz Côa? é que não são bem a mesma coisa, apesar de pertencerem ao distrito da Guarda….) tanta coisa se tenha escrito a raiar a indelicadeza e ofensa.
No entanto, devo dizer que há muita coisa que não funciona,porque há coisas que institucionalmente estão manietadas, nomeadamente em questão de 25 anos tivemos o IPPC, o IPAAR, depois veio o IGESPAR e por aí fora. Apesar disso não devemos esquecer os excelentes profissionais que temos e que se veêm gregos e em “bolandas” no meio de instituições fantasma.
Isabel
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Anónimo disse…
bom dia
se quem ter um mobil do crime
apagar volontariamente ums desenhos antigos feitos pelo homen, esfregar , picar até o desaparecimento completo da obra, so pode ter um mobil ! é o medo do proprietario da terra aonde esta esses desenhos, um medo visceral que lhe expopriam a terra ! e como nessa terra ha o famouso negocio da pedra, o medo de perder o investimento, ou o custo da pedra arancada ainda é mais, nao vao buscar muito longe, porque o mobil do crime so pode ser esse..
mais ninguem impunharia tanto ardor em apagar e picar sobre esses desenhos !
o negocio da pedra tem trazido muito dinheiro,
legal? pelo menos começou pelo roubo de paredes milenarias,celticas, como so existe na bretanha francesa e na bretanha inglesa, assim que na irlanda, toda essa barbaridade e assalto as nossas paredes fez se com a bençao da camara de almeida que sabia a noria de camioes espanhois que vinham ai buscar as pedras e sem facturas !
os tipos em pouco tem encheram se a roubar os outros ! nunca houve um fiscal nem pelos roubos, nem pelos beneficios faceis que geriam em volta da pedra, um deles, com o beneficio do roubo, ja comprou metade da malhada ! andava de noite,com o trator, trazia os filhos, e hopa, venha para ca centenas e centenas de paredes, o bandido ! hoje esta rico que nem um porco…
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