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Buraco

13 Agosto, 2009

«The EU’s main regulator has approved state aid to banks worth almost a third of the 27-member bloc’s GDP – twice as much as predicted earlier, with the highest rescue funds in Ireland and with none paid out in several states of central and eastern Europe.» (euobserver)

11 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    13 Agosto, 2009 01:13

    Don’t follow leaders.

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  2. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    13 Agosto, 2009 01:38

    Os estados enfiam dinheiro nos bancos que foram os que receberam a quase totalidade dos fundos de “ajuda”. Os bancos, depois, decidem conceder bónus aos seus operadores, como o caso do BNP Paribas que recebeu 5,1 mil milhões de euros de ajuda do estado e agora previu no seu orçamento a distribuição de 1 bilião de euros pelos seus administradores.

    Isto só pode estourar. E não é preciso ser nenhum vidente para ver isso.

    Sr Gabriel Silva: um artigo com interesse para além do habitual desta semana. Parabéns.

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  3. Desconhecida's avatar
    Pifas permalink
    13 Agosto, 2009 01:38

    Ah, o GS já reparou!

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  4. Anti-liberal's avatar
    Anti-liberal permalink
    13 Agosto, 2009 01:39

    .

    O Pinócrates é que é o canalizador encartado.

    Nuno

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  5. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 08:58

    Dizem para aí que a deflação em Portugal é temporária e que tem como factor único a queda dos preços do crude, que se reflectem em Portugal nos seus sectores mais consumidores.

    No entanto, ao contrário do que se pensa, a deflação portuguesa está a ganhar contornos curiosos, que estão a desenganar os que pensam que as quedas nos preços são temporárias.

    Esta notícia mostra como o problema deflacionista está aí para lavar e durar.

    Factura do supermercado passou a liderar descidas dos preços

    Desde que a partir de Março a inflação se começou a escrever com valores negativos – reiniciando uma trajectória que não se via em Portugal há 50 anos – tem sido a classe dos Transportes (onde os combustíveis têm um enorme peso) a que tem claramente liderado a compressão do índice de preços no consumidor.

    Desde que a partir de Março a inflação se começou a escrever com valores negativos – reiniciando uma trajectória que não se via em Portugal há 50 anos – tem sido a classe dos Transportes (onde os combustíveis têm um enorme peso) a que tem claramente liderado a compressão do índice de preços no consumidor.

    Essa dinâmica tem reflectido, em larga medida, a correcção abrupta observada nas cotações do petróleo que, há pouco mais de um ano, atingiu o máximo histórico de 147 dólares, estando agora a ser trocado por cerca de metade. Em Julho, porém, houve uma troca de posições inesperada.

    Segundo os dados ontem divulgados pelo INE, a evolução global dos preços foi menos negativa do que no mês anterior (-1,5%, que compara com -1,6% em Junho), mas, pela primeira vez, foi a classe dos “bens alimentares e bebidas não alcoólicas” a liderar as quedas, parecendo, aliás, ter engrenado numa espiral vertiginosa. Se até Fevereiro a factura do supermercado ainda subia (1%), em Julho ela era já 6,1% mais leve do que em igual mês do ano passado.”

    In http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=382356

    E mesmo com um eventual choque inflacionista externo, não é liquido que a inflação importada seja o suficiente para evitar o rolo compressor deflacionista.

    Mais grave é se um choque inflacionista externo for acompanhado por um choque nas taxas de juro e uma valorização do euro. Aí Portugal não se levantará mais cedo e até um crescimento potencial de 1,5% (que é uma miséria e estourará com o Estado, pois este precisa de um crescimento acima dos 3 ou 4% ao ano, para colmatar a elevada discrepância entre receitas e despesas) poderá estar em risco, caso um choque das taxas de juro atinja o mundo, em especial a Europa.

    O que é necessário é saber o que propõem os partidos para combater a depressão deflacionista que se abateu sobre Portugal. Até agora ninguém o respondeu ou sequer se apercebeu do fenómeno. Na habitual dissonância cognitiva entre a realidade económica portuguesa e os analistas e políticos portugueses.

    O futuro se apresenta cada vez mais negro. Para os portugueses. Infelizmente.

    anti-comuna

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  6. quimnogueira's avatar
    13 Agosto, 2009 09:08

    Para Medina Carreira, antigo ministro das Finanças e o homem que negociou com o FMI no primeiro Governo constitucional, mostrou na noite passada desiludido com a classe política.

    «Sempre que um partido em Portugal tem maioria absoluta, os deputados ficam reduzidos a zero. Se tem maioria relativa, há estas contendas brutais em que o PSD está metido porque sabem que sem ir ao Governo não têm lugares para tratar da vida e dos negócios. E, portanto, degladiam-se para ver se têm acesso aos lugarzitos que restam», afirmou.

    «É para empregar os primos, os tios, para fazer negócios de auto-estradas e outras coisas no genero. Portugal hoje é um grande BPN», acrescentou o antigo ministro das Finanças.

    Entrevistado no programa, Negócios da Semana, da SIC Notícias, Medina Carreira lamentou a falta de aposta na captação do investimento estrangeiro, que entende ser uma das prioridades da governação.

    «Tem que se ver no terreno, [se a falta de investimento estrangeiro] é por causa dos ordenados, das leis laborais, da burocracia, dos tribunais, dos corruptos. O Governo deveria fazer um inquérito para saber porquê que é que isto acontece e depois propôr as medidas», declarou Medina Carreira.

    «Agora se não se faz nada disso, se vêm um programa eleitoral que diz que a Justiça tem que ser mais rápida, bom o amigo banana dizia a mesma coisa», criticou.

    (via TSF)

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  7. CN's avatar
    13 Agosto, 2009 11:20

    Anti-comuna: a deflação de preços não é problema, faz parte do processo de cura. A inflação anterior é que o é.

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  8. CN's avatar
    13 Agosto, 2009 11:22

    “O que é necessário é saber o que propõem os partidos para combater a depressão deflacionista que se abateu sobre Portugal”

    A criação de moeda para impedir a falência de bancos já é mais do que suficiente para não dizer que já foi excessivo e criador de moral hazards ainda maiores no futuro.

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  9. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 12:08

    “Anti-comuna: a deflação de preços não é problema, faz parte do processo de cura. A inflação anterior é que o é.”

    Uma cura que gera pobreza, caro CN. No caso português é assim. (E em parte espanhol também.)

    O pior vai ser quando vier um potencial choque inflacionista externo. Aí é que se vai ver como cantam as espanholas.

    anti-comuna

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  10. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    13 Agosto, 2009 17:25

    “Ah, o GS já reparou!”

    Parece que não anda por cá há muito tempo, leia os textos do GS quando a crise começou.

    E ainda:
    Por exemplo quem votou a favor dos Estímulos nos EUA? O Primeiro pacote de ajudas Americano ainda com Bush Presidente só passou com os votos dos Democratas e apoio de Obama.

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  11. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    14 Agosto, 2009 16:48

    .
    Não vale a pena confundirem a arvore com a floresta:
    .
    The mere mention of production reminds us that the assorted Austrian, Chicago, and social credit schools are predominantly or exclusively concerned with money and banking,
    .
    and pay little or no attention to industrial, agricultural, and infrastructural production,
    .
    meaning of course that they neglect the creation of those tangible physical use values, capital goods, and related forms of real wealth upon which human existence depends.
    .
    .
    With bailouts increasing and all forms of commodity production declining, we have the classic situation of far too much money chasing too few goods.
    .
    .
    Internal pressure towards recession and deflation comes from the fact that the bailout and public debt lending, on top of the bloated, fictitious, and exponentially growing mass of kited derivatives, are all charges which must be added to the prices of commodity production (há mais mas inpublicavel no momento para não afectar as agendas eleitorais)
    .
    Pois….
    .
    o aparelho produtivo está a ser destroçado especialmente pelo asiatico. Para evitar conflitos sociais aposta na importação para os Cidadãos com o poder de compra a empobrecer terem bens de consumo a preços achinesados. Chamam-lhe ‘anti-proteccionismo”. Mas ao mesmo tempo incapaz de suster a perca cada vez maior de Postos de Trabalho, mais Desemprego, destruição continua do aparelho produtivo Português. As elites fogem para a compensação com subsidios de desemprego e obras publicas para evitarem a revolta. Mas soluções virtuais e de efeitos muito curtos. Um adiar à espera dum milagre que não existe. Sintetisando ‘macro’, incapaz de soluções,
    .
    pois …….

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