Manifesto pela despesa pública gera efeitos rectroactivos
13 Agosto, 2009
Economia portuguesa regista crescimento surpresa no segundo trimestre
Isto é divertido, tendo em conta que muitos dos projectos do plano de combate à crise do governo ainda não começaram e que o cainesiano tuga ainda anda a pedir (mais) investimento público para combater a crise.
32 comentários
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É engraçado como em vez aplaudirem arranjam modo de dizer que a culpa não é deles e dizerem mal na mesma. Andaram todos a atirar pedras ao ministro que disse que já via luz e ele tinha razão. Agora peçam lá desculpa.
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“Andaram todos a atirar pedras ao ministro que disse que já via luz e ele tinha razão.”
Não tinha razão nenhuma. Esta subida trimestral nada tem a ver com as políticas internas. Mas mais com a brutal injecção de liquidez por parte dos bancos centrais. E não é liquido, pelo contrário, que seja um crescimento sustentável. Ao invés de deitar foguetes importa é saber se é sustentável este crescimento português.
Ao invés de Portugal, a Alemanha sustenta parte do seu crescimento nas exportações. Portugal assenta na forte contracção das importações, que gera um efeito crescimento do PIB ficticio.
Mas se houver retoma sustentada na Europa, dando razão à Merkel, Portugal não pode nem deve fazer aqueles brutais investimentos públicos, até porque é pró-ciclico e põe em causa a sustentabilidade do crescimento.
Aliás, qual o crescimento do produto potencial previsto com estes brutais investimentos públicos? Os efeitos devem ser negativos e, em vez de subir o produto potencial, estes investimentos irão-no reduzir porque a rentabilidade dos projectos é mais baixa que o seu custo de financiamento. Se houver mesmo retoma e um potencial choque nas taxas de juro, derivadas das notórias pressões inflacionistas, o estoiro português será mesmo uma realidade.
É por isso que este governo está a destruir o país. Não sabem a quanto andam e nem sabem como está a própria realidade económica.
É o estoiro completo.
anti-comuna
PM A inflação prevista para os USA, para 2010, já está ao nível da pré-crise, na casa dos 4% ao ano. Se os bancos centrais tentarem combater esta inflação, como fez o Volker, é o estoiro completo dos endividados.
O melhor Banco Central durante esta crise foi o… BCE. O único que resitiu às tentativas “cainesianas” impostas pelos políticos. E graças aos alemães, que foram quem combateram os perdulários despesistas.
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Atente-se a esta entrevista do responsável da Partex:
http://sic.aeiou.pt/programasInformacao/scripts/videoplayer.aspx?ch=negocios%20da%20semana&videoId=6CC348FD-1FA4-471E-A553-932BE6AF3438
Apesar de haver nas reservas em navios o equivalente a cerca de 500 dias de consumo mundial, e haver ainda uma contracção no próprio consumo, uma asfixia nas marqens do cracking, a aposta no gás natural e a descoberta (e aumento) das reservas provadas de crude), os preços do crude estão a subir, à medida que cai o dólar. E, como ele em parte explica, não são os fundamentais que explicam esta forte corrida ao crude, mas expectativas inflacionistas e a cobertura deste risco com a compra de petróleo. Em especial pelos chineses.
No fundo, esta queda na contracção do PIB em cadeia não significa o fim da recessão. É apenas uma interrupção na queda do PIB, pois a produção industrial ainda não está a subir. Mostrando que esta eventual recuperação está manca e baseada apenas em dinheiro injectado nas economias e em parte no shift das expectativas inflacionistas.
Quem deitar foguetes agora, pensando que a crise acabou, é porque está a pensar pouco na realidade dos factos e mais no wishful thinking.
anti-comuna
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o bp parece ter feito bem em seguir o bce
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Atenção que o PIB português está com uma contracção de 3,7% face ao ano passado (12 meses)…
É claro que é preferível crescer, ainda que 0,3%, do que não crescer de todo. Mas há um grande caminho a percorrer.
Em relação ao Socrates, ele vai ter um papel determinante na economia portuguesa… ao hipotecar receitas futuras para quando estiver na oposição dizer que o partido do poder não presta…
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Com é obvio enganei-me no meu nome!
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O dinheiro em circulação da Zona €uro explodiu. Revelando que o excesso de liquidez terá que ser combatido a breve trecho, quando o crédito concedido inverter. Nessa altura as taxas de juro terão que subir. Em que estado ficará o tecido económico português?
E se o Estado secar as fontes de acesso ao financiamento externo, o tecido produtivo terá dificuldades em investir. Quem salvará a criação de emprego?
O que se propõe a fazer o Pinócrates? Secar o investimento privado através das obras megalómanas. O investimento privado, aquele que mais sobe a produtividade e o produto potencial será trocado pelo investimento público, que tem uma rentabilidade negativa, baixando o produto potencial e a própria produtividade. Mas isto é o suicídio completo. É a estupidez levado aos limites do absurdo.
Ora, se Portugal quer combater a crise estrutural, só com investimento privado e se possível virado para a exportação. Só subindo a produtividade é que se pode impedir o colapso económico e o empobrecimento acelerado de Portugal e dos portugueses. A menos que, como se infere pelas palavras do Constâncio, se consiga vender activos imobiliários ao estrangeiro. Mas quem vão ser os estrangeiros que virão comprar estes activos? Só se forem uns marcianos, que não estejam também endividados e com elevados activos mobiliários em carteira.
É por isso que mesmo sob um eventual choque inflacionista externo, Portugal deverá continuar a viver uma depressão deflacionista, decorrente da estupidez das nossas políticas económicas e financeiras.
Parece que o Pinócrates ainda não acedeu ao powerpoint certo. Ainda anda a sonhar com obras megalómanas para pagar a corrupção partidária, se calhar.
anti-comuna
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Golpe de rins!
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Já se sabe, quando a economia cai, a culpa é do governo, e sobretudo do PM, quando a economia cresce, a culpa é dos nossos empresários ou das economias estrangeiras que nos arrastam. É a política estúpido.
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Já se sabe, quando a economia cai, a culpa é do governo, e sobretudo do PM, quando a economia cresce, a culpa é dos nossos empresários ou das economias estrangeiras que nos arrastam. É a política estúpido.
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Para o RB aprender a ler:
“A contracção em termos homólogos do PIB no 2º trimestre, à semelhança do que já se tinha verificado no
trimestre anterior, esteve fundamentalmente associada à redução acentuada das Exportações de Bens e Serviços, do Investimento e, em menor grau, das Despesas de Consumo Final das Famílias.”
Fonte? INE
Se acha que estes números são sinais de saída da crise, bato-lhe palmas.
São os números, estúpido! lolololol
anti-comuna
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Para os entusiastas, relembro que as margens de erro destas estimativas são elevadas.
A queda anunciada em queda no primeiro trimestre foi de 1,6%. Foi agora corrigida para 1,8%.
Esta subida de 0,3% pode (quase de certeza que irá ser corrigida para baixo, como tem sido costume neste INE socretino) ser corrida para 0,1% ou mesmo zero, daqui a 3 meses.
Nessa altura já os socretinos não dirão que foram enganados por margens de erros estatísticas.
São os números, estúpido! lololololol
anti-comuna
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Que chatice. O MF não embandeira em arco. Porque será? ehehheheeh
“Teixeira dos Santos comenta dados do INE
Ministro das Finanças sustenta que ainda não é o fim da crise
13.08.2009 – 12h57
Por PÚBLICO
O ministro das Finanças afirmou hoje que o crescimento do PIB no segundo trimestre “ainda não é o fim da crise que nos tem afectado“.
Teixeira dos Santos sustenta que os dados do Instituto Nacional de Estatística, divulgado hoje, mostram que terminou a “recessão técnica iniciada em meados de 2008”. Mas para que a crise acabe, é preciso que “o crescimento se mantenha de forma sustentada e que isso se reflicta na criação de emprego.”
In http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395963&idCanal=57
Acho que é melhor guardar o champanhe para outra ocasião.
É que para ser o fim da recessão técnica é preciso que o PIB suba em cadeia pelo menos dois trimestres e sustentados.
Exportações em forte queda e investimento em forte queda, falar no fim da crise, é como eu abrir uma garrafa de champanha porque Portugal ganhou ontem ao… Liechenstein. ehehheheh
anti-comuna
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Sao as expectativas, Miranda!
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Caro Anti-comuna,
Mesmo não sabendo interpretar os números de forma tão sabida como o faz o anti-comuna, consigo sempre achar piada (lolololol) em ver aqueles que responsabilizaram e responsabilizam este governo pela crise económica do país, agora desvalorizam o papel do governo nos sinais de recuperação que a economia começa a evidenciar.
É como o caso dos arguidos nas listas do PSD. Os mesmos que se atiravam ao Sócrates pelas suspeitas da prática de crimes são os mesmos que agora desculpam o António Preto alegando a presunção de inocência. Com uma diferença importante, no primeiro Sócrates era suspeito, acusado e mesmo condenado mas apenas por determinados jornais e cadeias de televisão, no caso Preto, o homem é acusado e tem julgamento marcado na barra dos tribunais.
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“consigo sempre achar piada (lolololol) em ver aqueles que responsabilizaram e responsabilizam este governo pela crise económica do país, agora desvalorizam o papel do governo nos sinais de recuperação que a economia começa a evidenciar.”
E qual foi o papel do governo?
Vc. faz o favor de comparar o PIB em 2005 com o actual e diga-me se alguma vez aconteceu um período tão negro como o actual.
Faça as continhas de venha-me aqui explicar o papel do governo neste desastre económico.
O Governo está a destruir a economia, meu amigo. Tudo o resto é politiquice.
anti-comuna
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devem mas é ser os efeitos rectroactivos das medidas do programa do PSD a funcionar no seu próximo governo:
e o Pina não é propriamente um apaniguado:
“Um governo prometedor
Um putativo governo da dra. Ferreira Leite promete: nas Finanças, a gerir os impostos, António Preto, pronunciado por crimes de fraude fiscal e falsificação, delfim da líder e imposto por ela como deputado; na Habitação e Obras Públicas, Helena Lopes da Costa, arguida por crimes relacionados com a atribuição irregular de casas enquanto vereadora, igualmente imposta pela líder; na Saúde, o cunhado cirurgião vascular do dito António Preto, que lhe engessou o braço no dia em que ele devia sujeitar-se a uma perícia na PJ para apurar se falsificara ou não documentos; e na Justiça, a própria Ferreira Leite que, após ter assegurado aos pacóvios eleitores que a acusação contra Preto “não tem pés nem cabeça”, justifica agora o facto de o meter na AR por não querer “antecipar-se à justiça”.
Entretanto, aproveitou a deixa para ir condenando antecipadamente Lopes da Mota, até ver não acusado criminalmente de coisa nenhuma. Diz a dra. Ferreira Leite: “Eu não tomo atitudes que considero incorrectas do ponto de vista ético”. O problema é justamente o do que ela considera correcto do ponto de vista ético.”
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
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“O Governo está a destruir a economia”. – argumento do anti-comuna.
O governo não está (nem esteve) a destruir a economia – o meu argumento.
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Que Socrates é um demogogo , um incompetente ,um ignorante que arrasta portugal para o empobrecimento generalizado de forma rapida,qualquer pessoa minimamente esclarecida o sabe!
Colocar como alternativa àquele o “psd” é tambem , lançar areia para os olhos dos portugueses, tal como se vem observando há 30 anos .
SOLUÇÃO ? VOTAR NULO OU BRANCO OU ABSTENÇÂO E EXIGIR CADEIRAS VAZIAS NO PARLAMENTO NA MESMA PROPORÇÃO!
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“Vc. faz o favor de comparar o PIB em 2005 com o actual e diga-me se alguma vez aconteceu um período tão negro como o actual.”
Essa comparação, para ser minimamente justa tem que ter em conta os dois períodos que caracterizaram a governação (antes da crise – que já existia antes mas foi global e fortemete agravada com o choque petrolífero e com a crise financeira). Ora em finais de 2007, se os números não me traiem, Portugal estva a crescer a um ritmo de quase 2% e o deficit era bem menor que 3%. Depois veio a tal crise que nenhum economista previu (é a economia …) e que arrasou com as economias mais importantes, como foi o caso da América, China, Irlanda, Espanha, Alemanha, apenas para citar algumas, e que chegou mesmo a fazer falir algumas como a da Islândia.
A economia portuguesa que como se sabe é extremamente dependente do estrangeiro, ainda assim será das primeiras a sair da recessão graças ao bom trabalho deste governo.
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“Essa comparação, para ser minimamente justa tem que ter em conta os dois períodos que caracterizaram a governação (antes da crise – que já existia antes mas foi global e fortemete agravada com o choque petrolífero e com a crise financeira).”
Então o amigo faça as contas entre o fundo deste ciclo com o anterior. E vai reparar, pela primeira vez na história de Portugal contemporâneo, o país não criou riqueza. Dito de outro modo. A destruição de riqueza este ano anula a criação de riqueza dos últimos anos. Se tem dúvidas é fazer as contas.
“Depois veio a tal crise que nenhum economista previu (é a economia …) e que arrasou com as economias mais importantes, como foi o caso da América, China, Irlanda, Espanha, Alemanha, apenas para citar algumas,”
Vc. conhece o blasfemias há meia dúzia de dias. Eu fartei-me aqui de mostrar porque íamos estoirar. Tive sorte em acertar? Talvez.
Mas o governo, arrogante, surdo e mudo, em vez de ter um plano a, para uma crise eventual, andou a negar a crise, que foi fatal. Mesmo que o governo acreditasse na bondade das políticas anti-ciclicas, devia ter preparado um plano quando a crise começou a tomar forma em 2007. Pelo contrário. A arrogância incompetente do Pinho veio declarar o fim da crise portuguesa no pico do ciclo internacional. Um puro idiota.
Portanto, este governo falhou em tudo. Tomou posse e matou a retoma iniciada com a Ferreira Leite, depois criticada nos tempos do Santa Lopes. Aplicou um garrote fiscal de tal forma que impediu Portugal de crescer tanto como no exterior. Por fim, quando a crise chega, eles negam-se a assumir a realidade. Depois, quando o estoiro foi evidente, copiaram umas medidas inglesas, para disfarçar a incompetência.
Entretanto a produtividade começa a cair; o défice orçamental é apenas um número fictício, devido às desorçamentações, receitas extraordinárias, etc.
Este governo fica para a história como o mais incompetente que me foi dado ver em vida. Pior era impossível. Para cereja no bolo quer usar políticas de investimento público quando a crise internacional pode estar no fim, mostrando que são uns batatas completos.
O crescimento acumulado destes 4 anos é negativo. Em contrapartida aumentaram a despesa pública em 25%. Pior era impossível. Até tenho vergonha de saber que há quem negue estas evidências, tal a iliteracia económica deste país.
“São os números, estúpido!” 😉
anti-comuna
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não percebo : cresceu 0.3 , mas o pib em termos homologos caiu 3.7% ? cresceu ou caiu , afinal?
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“Este governo fica para a história como o mais incompetente que me foi dado ver em vida.” – Anti-comuna
O problema é que há muito boa gente que afirma exactamente o contrário, meu caro. Porque hei-de eu, leigo em economia, concordar consigo em vez deles.
Uma coisa é certa, apesar de já estarmos em crise praticamente desde 2000, nenhum dos governos anteriores atravessou uma crise tão grave como a actual, a qual, felizmente parece estar a dar sinais de terminar.
Nenhum dos outros governos teve a gasolina a subir de semana em semana, nem as bolsas a cairem a pique, nem a banca a falir, etc. Nenhum! E se Sócrates tivesse governado como os outros os efeitos da crise seriam bem piores – recorde-se que os governos de Cavaco e os de MFL, Santana Lopes e C.ª foram os que mais gastaram, onde a despesa pública mais aumentou, como mostrou um recente estudo de Ricardo Reis, no I. E o governo nada pode fazer contra a perda de competitividade das nossas empresas em relação às economias asiáticas e de leste, como qualquer um percebe.
Para o Anti-Comuna, o país sempre andou mal governado, excepto no período em que Ferreira Leite foi ministra das finanças, que iniciou a retoma que outros desbarataram. Parafraseando-o “lololololol”.
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Oh RB o socrates da-te um rebuçado !
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Oh Campeão, não queres ir ver se eu estou noutro blogue?
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“Nenhum dos outros governos teve a gasolina a subir de semana em semana, nem as bolsas a cairem a pique, nem a banca a falir, etc. Nenhum!”
Mas tiveram crise semelhantes. O petróleo, desde que a Ferreira Leite tomou posse como MF nunca parou de subir.
Dirá que agora a crise internacional foi mais forte. Mas agora pode-se violar o défice dos 3% e ninguém ameaça expulsar Portugal do euro. Ou então não houve a injecção de liquidez que houve agora.
A prova dos nove é esta. Quando a economia mundial conhecia o maior crescimento económico internacional dos últimos 60 anos, este governo nunca conseguiu fazer melhor que o… Santana Lopes. Mostrando que a crise internacional é uma desculpa esfarrapada de quem só olha para a crise e fecha aos olhos ao marasmo anterior à crise. Vá ver o gráfico que o INE publicou hoje e diga-me alguma coisa.
“E se Sócrates tivesse governado como os outros os efeitos da crise seriam bem piores – recorde-se que os governos de Cavaco e os de MFL, Santana Lopes e C.ª foram os que mais gastaram, onde a despesa pública mais aumentou, como mostrou um recente estudo de Ricardo Reis, no I.”
O estudo do Ricardo Reis não está de acordo com os restantes trabalhos académicos, pois ele baseia-se em dados limitados da despesa pública. Não tem em conta, por exemplo, a despesa com os hospitais-empresa, que fugiu ao estudo do autor.
Quem disser que este governo gastou menos que os anteriores é porque anda a dormir ou quer enganar os seus leitores. Repito. Desde 2005, a despesa pública subiu 25% e o PIB não. Quer prova mais evidente?
“E o governo nada pode fazer contra a perda de competitividade das nossas empresas em relação às economias asiáticas e de leste, como qualquer um percebe.”
Está enganado. Por exemplo, os custos de contexto são da exclusiva responsabilidade deste governo. Quanto aumentou a burocracia deste governo para aprovar um projecto industrial? Tem ideia? Sabe como funciona os novos departamentos ligados ao ambiente, que asfixia a tentativa de investir na área industrial? E isto é apenas um exemplo.
Mas e a fiscalidade?
E a falta de regulação?
E a política deliberada do rent seeking, corrupta, que surge travestida de “energia verde”?
Ora, se o amigo não acredita ser possível aumentar a competitividade, para que serve um governo? Distribuir subsídios pelos amigos? Ser corrupto e aprovar projectos imobiliários à pressa?
Penso que o amigo devia ler mais sobre o assunto e não se deixar levar na conversa do governo e dos seus aliados, que ganham dinheiro chupando o Estado e os nossos mercados ineficientes. Sabe quanto custa ao país ter telecomunicações mais caras, por exemplo? Por falta de regulação no mercado? Ou energia mais cara, um dos factores de produção que mais custam nas modernas e produtivas industrias?
Penso que o amigo precisa de ler mais sobre o assunto e não se deixar emprenhar dos ouvidos pela propaganda política.
anti-comuna
PM Sugestão de leitura:
Click to access 1.Reasons%20for%20the%20lack%20of%20competitiveness.pdf
Não é preciso ir ao estrangeiro procurar estudos sobre a nossa falta de competitividade. O nosso sector da construção civil, baseado na corrupção, está a estoirar. Está aqui parte da solução para resolver o problema.
O governo, aposto, nem conhece este estudo. E mais estudos sectoriais sobre o nosso tecido produtivo. Preferem a propaganda mentirosa.
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Mais um estudo:
http://www.globalcompetitionreview.com/features/article/12476/portugal-concerns-lack-competition-electricity-market-mount/
A responsabilidade do poder político é quase total.
Se Vc. procurar não faltarão estudos que mostram porquê que o país está a falir.
Mas só encontra quem procura. E não se satisfaz com a propaganda mentirosa dos políticos.
anti-comuna
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“E o governo nada pode fazer contra a perda de competitividade das nossas empresas em relação às economias asiáticas e de leste, como qualquer um percebe.”
Esta deve ser para rir. O Governo é Comunista na Educação e Fascista na Economia e você diz que não pode fazer nada!? Fez demais. É o Estado que diz onde 50% da riqueza do País é gasta.
Pode pode sair da frente, mas agora depois de tantos anos de Socialismo Paternalista do PSD e PS temos uma economia completamente desvirtuada onde quem tem mais mais poder foi quem teve melhores relações políticas.
Que tal dar a RTP, CGD aos Portugueses, que tal poderem escolher a Escola e o Hospital?
Pode-se definir que os Municipios podem taxar as pessoas como querem e o Estado Central fica só com as actividades ligadas á soberania como a Defesa, Justiça, Diplomacia. Assim teríamos uma Escola de Políticos nos Municipios que teriam Governar a sério e não Pequenos Albertos João Jardim.
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Anti-comuna
Tive oportunidade de falar com um sujeito que encontrei casualmente e não via há um ror de tempo e que trabalha num gabinete qualquer do governo. O homem é engenheiro.
Falámos pouco tempo. Perguntei-lhe por que é que havia tanta bagunça na gestão de projectos e ele deu-me por resposta que aquilo estava tudo desorganizado e lhes faltava materia de apoio.
Então, quando lançam projectos não os setudam, não calculam o caminho crítico. Há tantas ferramentas para isso!?…
Caminho crítico?! O que é isso??
Nuno
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anti-comuna,
Esquecia-me de dizer: parece que os peritos portuguses em economia e finanças também não têm nem ideia do que é.
Nuno
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Anti Comuna,
Desculpe, mas não tenho tempo, nem pachorra, para ler esses estudos. Existem estudos ou opiniões que nos dizem o contrario, que este governo teve algum mérito. Nomeadamente, na área da energia com as energias renováveis e na do combate à burocracia, com a simplificação e modernização de inúmeros procedimentos administrativos, a difusao das novas tecnologias, etc.
E também no campo da contenção da despesa com a reforma da segurança social e outras.
Claro que para si, o Ricardo Reis, do tal estudo, não é ninguém, não percebe nada de economia e, mais grave de tudo, fez um estudo enviesado, um frete ao governo de Socrates, a dizer que foram os governos do PSD de Barroso e Ferreira Leite e os do PSD de Santana Lopes, aquele em que Leite se recusou a entrar …, que mais fizeram crescer a despesa. Tudo propaganda do governo. Enfim …
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http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=382422
O estudo que lhe recomendo, Anti Comuna.
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