Vem aí a gripe.
Cuidado com as maçanetas e os corrimãos.
Lavem bem as mãos.
Lavem também o dinheiro antes que o Senhor Governador se lembre de propor que se proíba a sua circulação.
Lavagem de capitais pode ser uma boa medida.
Acho que andam a discriminar o SEF.Então e os “casamentos brancos” por nossa conta?Acham mesmo que os recém-nacionalizados têm muitas preocupações acerca de quem paga?Desde que para eles vá algum?Depois andam para aí a inventar “ricos” para pagarem as asneiras deles…(dos internacionlistas do homem novo e mulato)
Mas há mais coisas graves com que a PJ não se preocupa.
O Governo, por forma a estimular e a relançar a economia, decidiu lançar mão do investimento público.
Assim, no âmbito da “iniciativa para o investimento e emprego”, foram estabelecidas pelo Governo 3 fases para o programa de modernização do Parque Escolar.
A Fase 1, já lançada e culminada, teve um investimento associado de 330 milhões de euros enquanto a Fase 2, que se iniciou há cerca de um ano e três meses e que abrange 75 estabelecimentos de ensino, se situa em 860 milhões de euros. Esta fase está prestes a mostrar-se concluída.
Até ao final de 2009 inicia-se o processo de lançamento dos procedimentos concursais para a 3º fase, que abrange 100 estabelecimentos de ensino, e se situa em 1,2 mil milhões de euros.
No total estamos a falar de um investimento público que ronda os 2,39 mil milhões de euros.
Só para se ter uma noção de grandeza, o TGV estima-se que tenha uns custos totais de 7,7 mil milhões de euros.
Obviamente que os economistas consideram este investimento público (modernização do parque escolar) mais ajuízado, vantajoso e com mais retorno que o TGV uma vez que aquele é concretizado através de pequenas e médias empresas nacionais e não recorrendo nem importanto tecnologia externa, como sucede no caso do TGV.
Ora, tendo em consideração a urgência da execução daquele pacote de investimento público e a necessidade de obter efeitos de curto prazo sobre o crescimento e o emprego, o Governo aprovou um decreto -lei (34/2009) que vem, no essencial, estabelecer medidas excepcionais de
contratação pública que permitem tornar mais ágeis e céleres os procedimentos de formação de contratos nos domínios da modernização do parque escolar, e não só.
Um desses procedimentos, que é aplicado frequentemente no âmbito da modernização do parque escolar, é o concurso limitado por prévia qualificação.
Ora, o que muita gente distraida não sabe é que após a prévia qualificação dos diversos concorrentes a um grande número de lotes de obras, estes fizeram e continuam a fazer Cartel, o qual consiste basicamente no seguinte:
Após a prévia qualificação, os concorrentes reunem entre si para discutirem e decidirem quais as obras que cada um deles vai ganhar.
Após essa decisão, e na fase de apresentação e análise das propostas, os vários concorrentes, concertados entre si, apresentam as suas propostas.
Como já os concorrentes decidiram previamente entre si quem executaria a obra, todos os outros que vão de fachada ao concurso apresentam uma proposta superior ao preço base do concurso (preço este que funciona como tecto máximo) e o eleito apresenta uma proposta a queimar o preço base.
Em consequência, a adjudicação recai sobre aquele.
E o mais grave disto é que os vários concorrentes apregoam bem alto que os próprios donos de obra sabem e têm conhecimento deste esquema fraudulento.
E ainda mais grave do que isto é que, para tentar disfarçar publicamente a coisa, há concursos em que os diversos pré qualificados decidem entre si que vai ser um concurso aberto, isto é, sem concertação prévia dos preços a apresentar.
E nestes, que são raríssimas excepções, a obra é adjudicada, em média, por um preço inferior a 20% do preço base, enquanto nos outros concursos, que não são os tais abertos porque se mostram concertados à partida, a obra é adjudicada sempre por um valor muito próximo do preço base.
Calculem, portanto, os milhões de euros que, fraudulentamente, estão a ser roubados aos cofres do estado e aos bolsos dos contribuintes.
Todo o sector da construção sabe disto. O Parque Escolar E.P.E. também sabe.
É lindo, não é?
#11. Eu depreendi do seu comentário que se estava a referir à própria frase.
Foi um involuntário pleonasmo que cometi.
Mas registo que tenha sido essa a sua única observação ao meu comentário.
A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa
chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do
ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo
Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É
privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável
Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o
senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400
milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez,
desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma
penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por
três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a
massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas,
Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio
de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes
de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor
presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para
além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer
concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus
candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado
generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades,
particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor
presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”
Exemplo de esquemas: os bancos não pagam 25% de IRC; através de
benefícios arranjados pelo governo pagam cerca de 12%
Em 2005, segundo o Banco de Portugal, os bancos que constituíam 87% do
sector bancário português obtiveram lucros que atingiram 2.987 milhões
de euros. No entanto, 1.525 milhões de euros, ou seja, mais de metade
não pagou imposto ao Estado. E isto sucedeu porque a banca conseguiu
deduzir aos Lucros Totais obtidos o valor de 1.525 milhões de euros,
nomeadamente de benefícios fiscais e a prejuízos das empresas do
grupo. ……
No período compreendido entre 2004 e 2007, ou seja, em apenas 4 anos,
a banca arrecadou em Portugal 13.537 milhões de euros de lucros, tendo
pago de imposto (IRC + derrama) apenas 2.115 milhões de euros, o que
corresponde a uma taxa efectiva de imposto de apenas 15,6%, ou seja,
uma taxa muito inferior à legal, que é paga pelas outras empresas, que
é actualmente 25% de IRC e 1,5% de derrama
Agora digam lá se o que roubaram aos professores não foi para o
orçamento do estado??
De acordo com dados divulgados pela própria Associação Portuguesa de
Bancos, em 2006, a banca portuguesa obteve 2.800 milhões de lucros e
pagou apenas 544 milhões de impostos e taxas, o que correspondeu a uma
percentagem de 19%. Em 2007, apesar de ter obtido mais lucros, pois
passaram, entre 2006 e 2007, de 2.800 milhões de euros para 2.847
milhões de euros, o imposto pago desceu -28,7% pois passou de 544
milhões de euros para apenas 388 milhões de euros, o que significou
que, em 2007, a percentagem paga fosse apenas de 14%. Se a banca
tivesse pago as taxas legais, ou seja, aquelas que têm de pagar
nomeadamente as PME, o Estado teria recebido, em 2006 e 2007, mais 621
milhões de euros de IRC e derrama do que recebeu.
Portanto, os elevadíssimos lucros da banca continuam a serem
financiados à custa do Orçamento do Estado apesar das promessas do
ministro das Finanças e do 1º ministro. Também aqui Sócrates diz uma
coisa e faz outra, já o que está em jogo são os interesses dos grandes
grupos económicos que este governo está cada vez mais refém e apoia à
custa do OE.
Deixem o Sr. Procurador trabalhar em paz…
Ele é tão bom naquilo que faz… é ver os criminosos de colarinho branco todos engavetados..
Ele está aguardar que o esquema da fundação seja descrito num livro escrito por uma mulher da noite para abrir um inquéirto…
11.Piscoiso disse
14 Agosto, 2009 às 2:09 pm
#9. O lapso está na importação das coisas externas, já que as internas não se podem importar.
Tal como as externas não se exportam.
O beirão Piscoiso anda enganado.Olhe como:
Importam um preto de África, depois de 6 aninhos é “português”.Era de fora e já não é.Mas o gajo tem que “marchar” para fora de qualquer maneira para sacar o “seu”.A única diferença é um papelinho no bolso…
1
Os furas e os ladrões bem situados
Que medram nesta chafurda Lusitana
Por artes e pulhices conotados
Vivos só nesta triste traquitana
Por manhas e riscos calculados
Não possível num simples safardana
E lá fora logo depositaram
A *massa* que entretanto roubaram.
2
E também aquelas gentes pirosas,
Que andam nos Partidos parasitando
P´las verbas do Estado sequiosas,
De Empresas e Câmaras cobrando,
E os que d´Empreiteiros são ventosas
P´ra apenas encaixar ouro infando:
Desancando andarei com força e fim,
Mesmo que se espere arte de mim.
3
Que cessem dos Juízes a lamúria
Das ditas más condições com encaram
C´o Povo já está quase em fúria
Da desculpa parva que arranjaram
Para se escudarem da incúria.
Digam as pressões com que se deparam
Se o Judicial está já inquinado
Prestes o País está liquidado.
Vem aí a gripe.
Cuidado com as maçanetas e os corrimãos.
Lavem bem as mãos.
Lavem também o dinheiro antes que o Senhor Governador se lembre de propor que se proíba a sua circulação.
Lavagem de capitais pode ser uma boa medida.
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Olha Olha
Iam se meter com o patrão.
Levavam logo com o Avental na Pinha.
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já experimentou escrever uma carta anónima à pj e meter uma cunha ao palma?
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Acho que andam a discriminar o SEF.Então e os “casamentos brancos” por nossa conta?Acham mesmo que os recém-nacionalizados têm muitas preocupações acerca de quem paga?Desde que para eles vá algum?Depois andam para aí a inventar “ricos” para pagarem as asneiras deles…(dos internacionlistas do homem novo e mulato)
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Ó carago, a Fundação que coloca os Magalhães nas escolas, diz o Pinto que é ilegal.
Lá vão ter as criancinhas de devolver os Magalhães.
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Mas há mais coisas graves com que a PJ não se preocupa.
O Governo, por forma a estimular e a relançar a economia, decidiu lançar mão do investimento público.
Assim, no âmbito da “iniciativa para o investimento e emprego”, foram estabelecidas pelo Governo 3 fases para o programa de modernização do Parque Escolar.
A Fase 1, já lançada e culminada, teve um investimento associado de 330 milhões de euros enquanto a Fase 2, que se iniciou há cerca de um ano e três meses e que abrange 75 estabelecimentos de ensino, se situa em 860 milhões de euros. Esta fase está prestes a mostrar-se concluída.
Até ao final de 2009 inicia-se o processo de lançamento dos procedimentos concursais para a 3º fase, que abrange 100 estabelecimentos de ensino, e se situa em 1,2 mil milhões de euros.
No total estamos a falar de um investimento público que ronda os 2,39 mil milhões de euros.
Só para se ter uma noção de grandeza, o TGV estima-se que tenha uns custos totais de 7,7 mil milhões de euros.
Obviamente que os economistas consideram este investimento público (modernização do parque escolar) mais ajuízado, vantajoso e com mais retorno que o TGV uma vez que aquele é concretizado através de pequenas e médias empresas nacionais e não recorrendo nem importanto tecnologia externa, como sucede no caso do TGV.
Ora, tendo em consideração a urgência da execução daquele pacote de investimento público e a necessidade de obter efeitos de curto prazo sobre o crescimento e o emprego, o Governo aprovou um decreto -lei (34/2009) que vem, no essencial, estabelecer medidas excepcionais de
contratação pública que permitem tornar mais ágeis e céleres os procedimentos de formação de contratos nos domínios da modernização do parque escolar, e não só.
Um desses procedimentos, que é aplicado frequentemente no âmbito da modernização do parque escolar, é o concurso limitado por prévia qualificação.
Ora, o que muita gente distraida não sabe é que após a prévia qualificação dos diversos concorrentes a um grande número de lotes de obras, estes fizeram e continuam a fazer Cartel, o qual consiste basicamente no seguinte:
Após a prévia qualificação, os concorrentes reunem entre si para discutirem e decidirem quais as obras que cada um deles vai ganhar.
Após essa decisão, e na fase de apresentação e análise das propostas, os vários concorrentes, concertados entre si, apresentam as suas propostas.
Como já os concorrentes decidiram previamente entre si quem executaria a obra, todos os outros que vão de fachada ao concurso apresentam uma proposta superior ao preço base do concurso (preço este que funciona como tecto máximo) e o eleito apresenta uma proposta a queimar o preço base.
Em consequência, a adjudicação recai sobre aquele.
E o mais grave disto é que os vários concorrentes apregoam bem alto que os próprios donos de obra sabem e têm conhecimento deste esquema fraudulento.
E ainda mais grave do que isto é que, para tentar disfarçar publicamente a coisa, há concursos em que os diversos pré qualificados decidem entre si que vai ser um concurso aberto, isto é, sem concertação prévia dos preços a apresentar.
E nestes, que são raríssimas excepções, a obra é adjudicada, em média, por um preço inferior a 20% do preço base, enquanto nos outros concursos, que não são os tais abertos porque se mostram concertados à partida, a obra é adjudicada sempre por um valor muito próximo do preço base.
Calculem, portanto, os milhões de euros que, fraudulentamente, estão a ser roubados aos cofres do estado e aos bolsos dos contribuintes.
Todo o sector da construção sabe disto. O Parque Escolar E.P.E. também sabe.
É lindo, não é?
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#6. “…importanto tecnologia externa, como sucede no caso do TGV.”
no comments
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Para o Piscoiso:
Não deu conta de que se tratou de um paso de escrita?
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Não deu conta de que se tratou de um lapso de escrita?
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#9 – lapso é o comentário
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#9. O lapso está na importação das coisas externas, já que as internas não se podem importar.
Tal como as externas não se exportam.
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O gajo continua a fumar merdas, e depois dá no que dá !!
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#11. Eu depreendi do seu comentário que se estava a referir à própria frase.
Foi um involuntário pleonasmo que cometi.
Mas registo que tenha sido essa a sua única observação ao meu comentário.
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Offshore socialista
A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa
chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do
ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo
Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É
privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável
Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o
senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400
milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez,
desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma
penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por
três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a
massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas,
Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio
de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes
de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor
presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para
além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer
concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus
candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado
generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades,
particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor
presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”
Correio da Manhã (António Ribeiro Ferreira)
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Exemplo de esquemas: os bancos não pagam 25% de IRC; através de
benefícios arranjados pelo governo pagam cerca de 12%
Em 2005, segundo o Banco de Portugal, os bancos que constituíam 87% do
sector bancário português obtiveram lucros que atingiram 2.987 milhões
de euros. No entanto, 1.525 milhões de euros, ou seja, mais de metade
não pagou imposto ao Estado. E isto sucedeu porque a banca conseguiu
deduzir aos Lucros Totais obtidos o valor de 1.525 milhões de euros,
nomeadamente de benefícios fiscais e a prejuízos das empresas do
grupo. ……
No período compreendido entre 2004 e 2007, ou seja, em apenas 4 anos,
a banca arrecadou em Portugal 13.537 milhões de euros de lucros, tendo
pago de imposto (IRC + derrama) apenas 2.115 milhões de euros, o que
corresponde a uma taxa efectiva de imposto de apenas 15,6%, ou seja,
uma taxa muito inferior à legal, que é paga pelas outras empresas, que
é actualmente 25% de IRC e 1,5% de derrama
Agora digam lá se o que roubaram aos professores não foi para o
orçamento do estado??
De acordo com dados divulgados pela própria Associação Portuguesa de
Bancos, em 2006, a banca portuguesa obteve 2.800 milhões de lucros e
pagou apenas 544 milhões de impostos e taxas, o que correspondeu a uma
percentagem de 19%. Em 2007, apesar de ter obtido mais lucros, pois
passaram, entre 2006 e 2007, de 2.800 milhões de euros para 2.847
milhões de euros, o imposto pago desceu -28,7% pois passou de 544
milhões de euros para apenas 388 milhões de euros, o que significou
que, em 2007, a percentagem paga fosse apenas de 14%. Se a banca
tivesse pago as taxas legais, ou seja, aquelas que têm de pagar
nomeadamente as PME, o Estado teria recebido, em 2006 e 2007, mais 621
milhões de euros de IRC e derrama do que recebeu.
Portanto, os elevadíssimos lucros da banca continuam a serem
financiados à custa do Orçamento do Estado apesar das promessas do
ministro das Finanças e do 1º ministro. Também aqui Sócrates diz uma
coisa e faz outra, já o que está em jogo são os interesses dos grandes
grupos económicos que este governo está cada vez mais refém e apoia à
custa do OE.
Retirem-se as devidas conclusões!
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Pela 73ª Vez Desde 2005
“É o princípio do fim da crise”
http://www.educar.wordpress.com/
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Deixem o Sr. Procurador trabalhar em paz…
Ele é tão bom naquilo que faz… é ver os criminosos de colarinho branco todos engavetados..
Ele está aguardar que o esquema da fundação seja descrito num livro escrito por uma mulher da noite para abrir um inquéirto…
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Caro Gabriel…
Se por acaso este post refere-se ao 31 da armada, deve chamar-lhe a atenção que a PJ não deteu ninguém…
A força de segurança envolvida foi a PSP –
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396041&idCanal=12
Era bonito ter a PJ atrás de uns bandalhitos…
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o mp e a pj são fracos ante os poderosos.
e quem se mete com o ps, leva…
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11.Piscoiso disse
14 Agosto, 2009 às 2:09 pm
#9. O lapso está na importação das coisas externas, já que as internas não se podem importar.
Tal como as externas não se exportam.
O beirão Piscoiso anda enganado.Olhe como:
Importam um preto de África, depois de 6 aninhos é “português”.Era de fora e já não é.Mas o gajo tem que “marchar” para fora de qualquer maneira para sacar o “seu”.A única diferença é um papelinho no bolso…
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Ou será “coisas com que a pj não se pode preocupar”?
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Os Tugas
1
Os furas e os ladrões bem situados
Que medram nesta chafurda Lusitana
Por artes e pulhices conotados
Vivos só nesta triste traquitana
Por manhas e riscos calculados
Não possível num simples safardana
E lá fora logo depositaram
A *massa* que entretanto roubaram.
2
E também aquelas gentes pirosas,
Que andam nos Partidos parasitando
P´las verbas do Estado sequiosas,
De Empresas e Câmaras cobrando,
E os que d´Empreiteiros são ventosas
P´ra apenas encaixar ouro infando:
Desancando andarei com força e fim,
Mesmo que se espere arte de mim.
3
Que cessem dos Juízes a lamúria
Das ditas más condições com encaram
C´o Povo já está quase em fúria
Da desculpa parva que arranjaram
Para se escudarem da incúria.
Digam as pressões com que se deparam
Se o Judicial está já inquinado
Prestes o País está liquidado.
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,
Que mau cheiro do caraças!
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“Que mau cheiro do caraças!”
bochecha com distron que disfarça.
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