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Coisas com que a PJ não se preocupa (2)

14 Agosto, 2009

Fundação para as Comunicações Móveis

24 comentários leave one →
  1. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    14 Agosto, 2009 11:50

    Vem aí a gripe.
    Cuidado com as maçanetas e os corrimãos.
    Lavem bem as mãos.
    Lavem também o dinheiro antes que o Senhor Governador se lembre de propor que se proíba a sua circulação.
    Lavagem de capitais pode ser uma boa medida.

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  2. Luís Bonifácio's avatar
    14 Agosto, 2009 12:14

    Olha Olha

    Iam se meter com o patrão.
    Levavam logo com o Avental na Pinha.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 12:22

    já experimentou escrever uma carta anónima à pj e meter uma cunha ao palma?

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  4. lusitânea's avatar
    lusitânea permalink
    14 Agosto, 2009 12:24

    Acho que andam a discriminar o SEF.Então e os “casamentos brancos” por nossa conta?Acham mesmo que os recém-nacionalizados têm muitas preocupações acerca de quem paga?Desde que para eles vá algum?Depois andam para aí a inventar “ricos” para pagarem as asneiras deles…(dos internacionlistas do homem novo e mulato)

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  5. Piscoiso's avatar
    14 Agosto, 2009 12:42

    Ó carago, a Fundação que coloca os Magalhães nas escolas, diz o Pinto que é ilegal.
    Lá vão ter as criancinhas de devolver os Magalhães.

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  6. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 12:50

    Mas há mais coisas graves com que a PJ não se preocupa.
    O Governo, por forma a estimular e a relançar a economia, decidiu lançar mão do investimento público.
    Assim, no âmbito da “iniciativa para o investimento e emprego”, foram estabelecidas pelo Governo 3 fases para o programa de modernização do Parque Escolar.
    A Fase 1, já lançada e culminada, teve um investimento associado de 330 milhões de euros enquanto a Fase 2, que se iniciou há cerca de um ano e três meses e que abrange 75 estabelecimentos de ensino, se situa em 860 milhões de euros. Esta fase está prestes a mostrar-se concluída.
    Até ao final de 2009 inicia-se o processo de lançamento dos procedimentos concursais para a 3º fase, que abrange 100 estabelecimentos de ensino, e se situa em 1,2 mil milhões de euros.
    No total estamos a falar de um investimento público que ronda os 2,39 mil milhões de euros.
    Só para se ter uma noção de grandeza, o TGV estima-se que tenha uns custos totais de 7,7 mil milhões de euros.
    Obviamente que os economistas consideram este investimento público (modernização do parque escolar) mais ajuízado, vantajoso e com mais retorno que o TGV uma vez que aquele é concretizado através de pequenas e médias empresas nacionais e não recorrendo nem importanto tecnologia externa, como sucede no caso do TGV.
    Ora, tendo em consideração a urgência da execução daquele pacote de investimento público e a necessidade de obter efeitos de curto prazo sobre o crescimento e o emprego, o Governo aprovou um decreto -lei (34/2009) que vem, no essencial, estabelecer medidas excepcionais de
    contratação pública que permitem tornar mais ágeis e céleres os procedimentos de formação de contratos nos domínios da modernização do parque escolar, e não só.
    Um desses procedimentos, que é aplicado frequentemente no âmbito da modernização do parque escolar, é o concurso limitado por prévia qualificação.
    Ora, o que muita gente distraida não sabe é que após a prévia qualificação dos diversos concorrentes a um grande número de lotes de obras, estes fizeram e continuam a fazer Cartel, o qual consiste basicamente no seguinte:
    Após a prévia qualificação, os concorrentes reunem entre si para discutirem e decidirem quais as obras que cada um deles vai ganhar.
    Após essa decisão, e na fase de apresentação e análise das propostas, os vários concorrentes, concertados entre si, apresentam as suas propostas.
    Como já os concorrentes decidiram previamente entre si quem executaria a obra, todos os outros que vão de fachada ao concurso apresentam uma proposta superior ao preço base do concurso (preço este que funciona como tecto máximo) e o eleito apresenta uma proposta a queimar o preço base.
    Em consequência, a adjudicação recai sobre aquele.
    E o mais grave disto é que os vários concorrentes apregoam bem alto que os próprios donos de obra sabem e têm conhecimento deste esquema fraudulento.
    E ainda mais grave do que isto é que, para tentar disfarçar publicamente a coisa, há concursos em que os diversos pré qualificados decidem entre si que vai ser um concurso aberto, isto é, sem concertação prévia dos preços a apresentar.
    E nestes, que são raríssimas excepções, a obra é adjudicada, em média, por um preço inferior a 20% do preço base, enquanto nos outros concursos, que não são os tais abertos porque se mostram concertados à partida, a obra é adjudicada sempre por um valor muito próximo do preço base.
    Calculem, portanto, os milhões de euros que, fraudulentamente, estão a ser roubados aos cofres do estado e aos bolsos dos contribuintes.
    Todo o sector da construção sabe disto. O Parque Escolar E.P.E. também sabe.
    É lindo, não é?

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  7. Piscoiso's avatar
    14 Agosto, 2009 13:04

    #6. “…importanto tecnologia externa, como sucede no caso do TGV.

    no comments

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  8. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 13:20

    Para o Piscoiso:

    Não deu conta de que se tratou de um paso de escrita?

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  9. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 13:20

    Não deu conta de que se tratou de um lapso de escrita?

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 13:49

    #9 – lapso é o comentário

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  11. Piscoiso's avatar
    14 Agosto, 2009 14:09

    #9. O lapso está na importação das coisas externas, já que as internas não se podem importar.
    Tal como as externas não se exportam.

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  12. Marafado de Buliquei-me's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    14 Agosto, 2009 14:12

    O gajo continua a fumar merdas, e depois dá no que dá !!

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  13. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    14 Agosto, 2009 14:33

    #11. Eu depreendi do seu comentário que se estava a referir à própria frase.
    Foi um involuntário pleonasmo que cometi.
    Mas registo que tenha sido essa a sua única observação ao meu comentário.

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  14. Anónimo's avatar
    14 Agosto, 2009 14:55

    Offshore socialista

    A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa
    chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do
    ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo
    Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É
    privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
    administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável
    Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o
    senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.

    Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400
    milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez,
    desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma
    penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por
    três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
    evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a
    massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.

    Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas,
    Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio
    de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes
    de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor
    presidente do Conselho.

    Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para
    além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer
    concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus
    candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado
    generosamente lhe colocou nos cofres.

    Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades,
    particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
    sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor
    presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”

    Correio da Manhã (António Ribeiro Ferreira)

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  15. Anónimo's avatar
    14 Agosto, 2009 15:05

    Exemplo de esquemas: os bancos não pagam 25% de IRC; através de
    benefícios arranjados pelo governo pagam cerca de 12%

    Em 2005, segundo o Banco de Portugal, os bancos que constituíam 87% do
    sector bancário português obtiveram lucros que atingiram 2.987 milhões
    de euros. No entanto, 1.525 milhões de euros, ou seja, mais de metade
    não pagou imposto ao Estado. E isto sucedeu porque a banca conseguiu
    deduzir aos Lucros Totais obtidos o valor de 1.525 milhões de euros,
    nomeadamente de benefícios fiscais e a prejuízos das empresas do
    grupo. ……

    No período compreendido entre 2004 e 2007, ou seja, em apenas 4 anos,
    a banca arrecadou em Portugal 13.537 milhões de euros de lucros, tendo
    pago de imposto (IRC + derrama) apenas 2.115 milhões de euros, o que
    corresponde a uma taxa efectiva de imposto de apenas 15,6%, ou seja,
    uma taxa muito inferior à legal, que é paga pelas outras empresas, que
    é actualmente 25% de IRC e 1,5% de derrama

    Agora digam lá se o que roubaram aos professores não foi para o
    orçamento do estado??

    De acordo com dados divulgados pela própria Associação Portuguesa de
    Bancos, em 2006, a banca portuguesa obteve 2.800 milhões de lucros e
    pagou apenas 544 milhões de impostos e taxas, o que correspondeu a uma
    percentagem de 19%. Em 2007, apesar de ter obtido mais lucros, pois
    passaram, entre 2006 e 2007, de 2.800 milhões de euros para 2.847
    milhões de euros, o imposto pago desceu -28,7% pois passou de 544
    milhões de euros para apenas 388 milhões de euros, o que significou
    que, em 2007, a percentagem paga fosse apenas de 14%. Se a banca
    tivesse pago as taxas legais, ou seja, aquelas que têm de pagar
    nomeadamente as PME, o Estado teria recebido, em 2006 e 2007, mais 621
    milhões de euros de IRC e derrama do que recebeu.

    Portanto, os elevadíssimos lucros da banca continuam a serem
    financiados à custa do Orçamento do Estado apesar das promessas do
    ministro das Finanças e do 1º ministro. Também aqui Sócrates diz uma
    coisa e faz outra, já o que está em jogo são os interesses dos grandes
    grupos económicos que este governo está cada vez mais refém e apoia à
    custa do OE.

    Retirem-se as devidas conclusões!

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  16. gigi's avatar
    14 Agosto, 2009 15:08

    Pela 73ª Vez Desde 2005

    “É o princípio do fim da crise”

    http://www.educar.wordpress.com/

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  17. Desconhecida's avatar
    País de brincadeira permalink
    14 Agosto, 2009 15:11

    Deixem o Sr. Procurador trabalhar em paz…
    Ele é tão bom naquilo que faz… é ver os criminosos de colarinho branco todos engavetados..
    Ele está aguardar que o esquema da fundação seja descrito num livro escrito por uma mulher da noite para abrir um inquéirto…

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  18. Ricardo Ferreira's avatar
    14 Agosto, 2009 15:46

    Caro Gabriel…

    Se por acaso este post refere-se ao 31 da armada, deve chamar-lhe a atenção que a PJ não deteu ninguém…

    A força de segurança envolvida foi a PSP –

    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396041&idCanal=12

    Era bonito ter a PJ atrás de uns bandalhitos…

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  19. kyutr's avatar
    kyutr permalink
    14 Agosto, 2009 16:39

    o mp e a pj são fracos ante os poderosos.
    e quem se mete com o ps, leva…

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  20. lusitânea's avatar
    lusitânea permalink
    14 Agosto, 2009 18:02

    11.Piscoiso disse
    14 Agosto, 2009 às 2:09 pm
    #9. O lapso está na importação das coisas externas, já que as internas não se podem importar.
    Tal como as externas não se exportam.

    O beirão Piscoiso anda enganado.Olhe como:
    Importam um preto de África, depois de 6 aninhos é “português”.Era de fora e já não é.Mas o gajo tem que “marchar” para fora de qualquer maneira para sacar o “seu”.A única diferença é um papelinho no bolso…

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  21. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Agosto, 2009 20:08

    Ou será “coisas com que a pj não se pode preocupar”?

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  22. licas's avatar
    15 Agosto, 2009 23:03

    Os Tugas

    1
    Os furas e os ladrões bem situados
    Que medram nesta chafurda Lusitana
    Por artes e pulhices conotados
    Vivos só nesta triste traquitana
    Por manhas e riscos calculados
    Não possível num simples safardana
    E lá fora logo depositaram
    A *massa* que entretanto roubaram.

    2

    E também aquelas gentes pirosas,
    Que andam nos Partidos parasitando
    P´las verbas do Estado sequiosas,
    De Empresas e Câmaras cobrando,
    E os que d´Empreiteiros são ventosas
    P´ra apenas encaixar ouro infando:
    Desancando andarei com força e fim,
    Mesmo que se espere arte de mim.

    3

    Que cessem dos Juízes a lamúria
    Das ditas más condições com encaram
    C´o Povo já está quase em fúria
    Da desculpa parva que arranjaram
    Para se escudarem da incúria.
    Digam as pressões com que se deparam
    Se o Judicial está já inquinado
    Prestes o País está liquidado.

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  23. Anti-liberal's avatar
    Anti-liberal permalink
    16 Agosto, 2009 01:12

    ,

    Que mau cheiro do caraças!

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  24. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Agosto, 2009 11:20

    “Que mau cheiro do caraças!”

    bochecha com distron que disfarça.

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