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Nanny state III

24 Agosto, 2009
by

«Entidades envolvidas no acidente na praia Maria Luísa:

Ministério da Administração Interna, Ministério do Ambiente, Autoridade Regional Hidrográfica, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, Município de Albufeira, Polícia Marítima, Protecção Civil, Instituto da Água, Comando Marítimo de Faro, Instituto de Socorros a Náufragos, Instituto de Meteorologia, Laboratório Nacional de Geologia e Minas, Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve, Bombeiros, GNR.»

(Baseado nesta posta)

82 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    24 Agosto, 2009 15:57

    E atenção,

    Isto foi tudo em Horas Extraordinárias e Ajudas de Custo,(alojamento, Alimentação, Despesas de Representação,……)

    (excepção a quem prestou socorro!..)

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  2. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    24 Agosto, 2009 16:04

    Como se pode chamar isso,

    CATREVA?.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 16:04

    e brevemente o ministério público num processo que mobilizará bué de procuradores, várias toneladas de papel e trabalho normal e horas extra até à prescrição do mesmo.

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 16:11

    pois , se não é suposto ser nanny state , não percebo porque emprega tanta mary poppins , que nos custam bem caro.

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  5. Filipa's avatar
    24 Agosto, 2009 16:15

    Esta imensidão de responsáveis tem uma vantagem que é a de se poder empurrar a culpa de um lado para o outro sem haver de facto acusados.

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  6. Clara França Martins's avatar
    Clara França Martins permalink
    24 Agosto, 2009 16:34

    Esqueceu-se do principal responsável: os cidadãos que não respeitam sinais de perigo,numa postura tipicamente portuguesa reveladora de uma enorma falta de civismo.

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  7. CAA's avatar
    24 Agosto, 2009 16:50

    6,

    Típico argumento estatista: a culpa é das pessoas e nunca das 387,5 entidades públicas cujo objecto é, precisamente, precaverem esse tipo de tragédias.

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  8. Antonio Cunha's avatar
    Antonio Cunha permalink
    24 Agosto, 2009 16:58

    #7 CAA

    Exactamente

    Eu diria mais, a partir de agora o estado deveria nomear um fiscal para todas as praias portuguesas que irão fiscalizar 24/24 horas todas os torroes de areia de modo a impedir qq acidente

    Também será nomeado um outro funcionário publico que acompanhará todos os veraneantes desde a porta de sua casa até à praia e posterior regresso a casa de modo a evitar qq percalço no caminho

    Deste modo teremos vários problemas resolvidos, tais como acidentes mortais em praias e muito provavelmente baixaremos a taxa de desemprego para valores muito perto de 0%

    A pergunta que se impõe é : A PLACA ESTAVA LÁ PORQUÊ ?

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  9. Antonio Cunha's avatar
    Antonio Cunha permalink
    24 Agosto, 2009 17:20

    Palavras para quê, são os Tugas senhor…

    in CM

    21 Agosto 2009 – 00h30
    Sesimbra: Ruptura de conduta terá sido provocada por uma obra
    Turistas sem medo de banhos
    Devido ao derramamento de efluentes que ocorreu pelas 12h00 de quarta-feira na praia do Ouro, em Sesimbra, a Capitania do Porto de Setúbal proibiu o acesso ao mar em toda a frente de praia, situação que se irá manter até ao final da tarde de hoje, altura em que serão conhecidos os primeiros resultados das análises à água.

    Apesar dos avisos da Polícia Marítima, o incidente acabou por não impedir que vários veraneantes se deliciassem com um breve mergulho.

    “Para mim está óptimo. Não tenho receio nenhum de tomar banho porque quando era pequena os esgotos desaguavam aqui, a porcaria era muita e vínhamos à praia. Hoje há condições”, garantiu Maria Adelina Vidal, natural de Sesimbra.

    Questionada sobre a possibilidade deste incidente vir a estragar o seu período de férias, Maria Adelina Vidal foi peremptória: “O desemprego estraga as férias a muita gente, agora o mar de Sesimbra não estraga férias a ninguém.”

    Em edital, a Câmara Municipal de Sesimbra esclarece que a ruptura da conduta de saneamento da empresa Simarsul ocorreu “devido a uma obra particular que está a decorrer na avenida dos Náufragos”.

    Contactados pelo CM, os responsáveis pela obra, a cargo da empresa Cestais, não quiseram comentar o incidente com o pretexto de que “uma só voz não causará confusões como aquelas que já foram veiculadas”.

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  10. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    24 Agosto, 2009 17:42

    Caro António Cunha, #9

    Explicas :CATREVA?

    É que eu não gosto muito de protagonismos.

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  11. Anónimo's avatar
    24 Agosto, 2009 17:44

    Moralismo, moral e tecnocracia

    A tecnocracia é a ditadura dos meios. Contrariamente ao que vulgarmente se pensa, o tecnocrata não é um realista pragmático; não pensa que os fins justificam os meios; pensa, sim, que os fins são irrelevantes, ou indetermináveis, ou que consistem na perpétua e circular optimização dos meios. Neste sentido, o tecnocrata é um pós-moderno e um relativista radical.

    Para o tecnocrata, a acção esgota-se na técnica e os instrumentos esgotam-se na sua operação. Diz o tecnocrata: é preciso ligar todas as escolas à Internet. Para quê? Ora, para quê! (surpreende-se o tecnocrata.) Para ficarem ligadas! Diz o tecnocrata que as empresas servem para produzir riqueza, isto é, valor útil; mas o que lhe interessa não é o valor, mas sim a expressão abstracta do valor, mesmo que inútil: ou seja, o lucro. Mesmo que virtual.

    O universo do tecnocrata é abstracto e intransitivo: os valores que reconhece são instrumentais e não têm objecto. Nada vale por si mesmo. O tecnocrata dá valor à eficácia independentemente do propósito e à produção independentemente do produto. Por isso desvaloriza a política, actividade que lhe parece irrelevante porque é de sua natureza estabelecer, em vez de objectivos determinados pela técnica, fins determinados pela vontade, pela moral e pelo desejo.

    Por isso o tecnocrata chama aos activistas políticos, especialmente aos de esquerda, voluntaristas, moralistas e utópicos. Voluntaristas, porque prosseguem resultados que avultam, não da cega operação dos meios, mas da vontade dos governantes e dos povos; moralistas, porque avaliam a acção em função do que consideram ser o maior bem do maior número, e não em função da sua eficácia absoluta; e utópicos porque têm em conta o desejo.

    O tecnocrata não tem desejos autênticos, porque para ele todo o desejo autêntico é, por definição, impossível de satisfazer. O êxito do tecnocrata consiste em acumular instrumentos a que nunca dará uso; e o próprio dinheiro, que é o instrumento por excelência, serve apenas para ganhar mais dinheiro. Ou poder, que é outro instrumento; mas isto, para o tecnocrata, já é uma perversão – uma intromissão da sociedade no mercado.

    Por isso, o tecnocrata nunca pára e nunca quer que os outros parem. Orgulha-se de ser um homem de acção e despreza os de reflexão. Se alguém lhe diz que a vida sem reflexão não é digna de ser vivida, o aforismo pouco o impressiona: para ele, a vida não é para ser vivida, mas sim para ser rentabilizada. E o ócio, precisamente porque vale por si mesmo, é para ele um desvalor.
    legoergosum.blogspot.com/2009/08/moralismo-moral-e-tecnocracia.html

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  12. Anónimo's avatar
    24 Agosto, 2009 17:48

    coisas de um domingo de agosto

    A demolição de uma arriba na praia Maria Luísa teve honras de directo nas nossas televisões e a presença do Ministro do Ambiente.
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2976210.html

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  13. Confucio's avatar
    Confucio permalink
    24 Agosto, 2009 18:04

    Esqueceram o SIS e o SIED

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  14. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 18:11

    “A demolição de uma arriba na praia Maria Luísa teve honras de directo nas nossas televisões e a presença do Ministro do Ambiente.”

    só faltou içar a bandeira dos monarcas no rochedo para aquilo ficar com ambiente de esquentamento vitoriano.

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  15. Fado Alexandrino's avatar
    24 Agosto, 2009 18:21

    A pergunta que se deve fazer é:

    Qual destas entidades nâo devia ter aparecido, não devia ter falado e não devia existir.

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  16. Orabolas's avatar
    Orabolas permalink
    24 Agosto, 2009 18:26

    Realmente a culpa é do Zé. E é de duas formas: 1º pq apesar das novas oportunidades continua a não saber ler, e 2ª – se calhar devido a 1 – pq insiste em sustentar essa manada de chulos e a pensar que são necessários.

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 18:52

    A culpa nunca é das pessoas. Esses organismos todos detectaram um pedregulho em risco de cair e assinalaram o mesmo. Esqueceram-se que os cidadãos são uns idiotas e não ligam aos sinais e como tal o que deviam ter feito era deitar as arribas todas abaixo e substituir tudo por betão armado que não cai. Também deviam retirar a areia da praia pois pode alguém colocar lá um prego e substituir por argamassa lisinha.

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  18. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 19:30

    Não. O azar deles é que fizeram declarações públicas onde entraram em contradição.

    O ministro do Ambiente mais aquela maltosa toda dos tachos de observação e a Calixto das águas, garantiram que não estava em risco de cair.

    Portanto, a sinalética que já lá estava há dois anos, tinha o mesmíssimo sentido de quem a lia e não entendia que zona perigosa é que era essa e perigosa a que ponto.

    Já o o chefe da Polícia Marítima que diz que foi o responsável pela sinalética, garante que era óbvio que estava em risco de queda e que isso toda a gente sabia.

    E foi este que acrescentou a imbecilidade que o Ministro repetiu na TV- estava em vias de cair a qualquer momento mas as pessoas não ligam às sinalizações.

    Portanto- há aqui irresponsabilidade e mentira de várias entidades.

    Só isto já sobrava para processo.

    E falta a mentira dos testes da semana anterior que dispensava as tais vistorias obrigatórias, como também disse a Calixto; mais a parte grave- o que andaram para lá a fazer à arriba, tentando deitá-la abaixo e deixando a tentativa, por não conseguirem.

    E isto foi feito antes do Verão.

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  19. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 19:34

    Por outro lado, a ver se alguém dá umas lições de português à HM e a esta malta que não sabe distinguir “culpa” de “responsabilidade” e, ainda menos, responsabilidade em relação a quê e a quem.

    Mesmo que aquilo estivesse interdito, como devia estar, no caso de haver derrocada, a responsabilidade não era de alguém que não tivesse ligado à sinalética.

    Ora neste caso nem interdito estava. Portanto, a responsabilidade individual nem pode ser assacada a quem foi vítima, como imbecilmente o ministro teve o desplante de dizer.

    O gajo disse que a morte destas pessoas foi uma lição para os banhistas aprenderem a respeitar avisos.

    Só por isto o tipo devia ser corrido.

    Isto é um insulto.

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  20. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 19:41

    É uma lição ficar-se debaixo de uma arriba que, das duas uma: ou estava com vistorias obrigatórias e garantia de não haver risco de queda: ou não estava e as vistorias não foram feitas.

    Perante esta contradição, o aviso vale zero -e vale ainda perguntar-se-lhes o que queriam com ele a par do que não fizeram e o que querem agora, que dizem que o aviso servia para não se ter morrido à conta da derrocada.

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  21. Tiago Mouta's avatar
    24 Agosto, 2009 20:08

    Caro CAA

    Está cego de Partidarite???
    Quando vê um sinal na Autoestrada a delimitar a velocidade em 120 km/h, acelera para os 200 Km/h? Suponhamos que sim, estampa-se, e a culpa é do governo, ou é sua por imprudência?
    Existe um fenómeno natural, que é a erosão costeira, imprevisível quanto baste, para não sabermos quando é que o rochedo cai… A sinalização estava lá!
    Duvido muito que um autarca interdite uma praia em Agosto, no Algarve, pelo risco de derrocada!
    Da mesma forma que o risco de avalanche não impede as pessoas de fazerem ski!
    Claro que foi de um mediatismo imenso, para todo o aparelho… Melhor mesmo, só se estivesse toda a classe política, ali perto, na altura que desabou a arriba…
    Se me disser que deveria existir um programa de monitorização de estabilidade das arribas, e que esse programa deveria valorar o risco de deslizamento/derrocada e intervir caso o risco fosse iminente, tudo certo, seriam medidas preventivas, assim será apenas uma acção correctiva decorrente desta tragédia (Tal qual a ponte de Entre os Rios!).
    A culpa não é de ninguém a não ser a negligência duma família de Veraneantes… Quanto ao governo, peca “apenas” por tardias medidas de segurança, que deveriam ser preventivas e não correctivas.
    Sr. CAA a Partidarite/clubite tolda o seu raciocínio de uma forma atroz!
    mas não existem

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  22. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 20:24

    proponho que a coisa investigada pela dupla patilhas & ventoínha, o cagasentensas e a sopeira.

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  23. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:33

    “A culpa não é de ninguém a não ser da negligência de uma família”.

    Ó inteligência- explica lá o que significa culpa e para quê ou para quem.

    Os que morreram foram culpados da derrocada?

    Foi por terem ficado debaixo da arriba que esta caiu?

    Eles morreram por “culpa própria”?
    É isso que queres dizer?

    Ok, façamos de conta que morrer-se por culpa própria é uma medida de responsabilidade civil para com os outros.

    Que aconteceu aos que não morreram por eles terem ficado por baixo?

    Ficaram mais expostos ao mesmo perigo ou na mesma?

    Agora pergunta lá o resto da imbecilidade que escreveste sem saber o sentido das palavras.

    Porque é que a culpa de se morrer é uma responsabilidade perante efeitos de derrocada?

    Há mais derrocadas por isso, ou menos?

    E outra- a responsabilidade perante cuidados a ter com derrocadas é apenas dos utentes ou é exclusiva de quem tem cargos e funções e é pago para isso?

    E esses- fizeram o que deviam, ou deitaram-se à sombra, com dados que nem os que morreram tinham? e obrigações que lhes competiam?

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  24. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 20:35

    Uma das televisões no dia a seguir à tragédia, entrevistou veraneantes algarvios que se encontravam debaixo de arribas sinalizadas. Uma tinha um bébé de alguns meses. Outra disse que agora que já tinha caído aquela provavelmente só cairia outra daqui a dois ou três anos…

    E a culpa é do governo.

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  25. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:36

    E podia-se continuar por aí fora a ver se a palavra culpa de ter morrido colocou em causa terceiros, como pode acontecer se não se cumprirem as regras de trânsito ou se a exposição ao mesmíssimo perigo era ou não era a mesma a quem ligasse ao sinal ou não ligasse.

    Se uma estrada está mal sinalizada, com perigo de derrocada e nada é feito, se alguém morrer à conta disso as consequências e responsabilidades da morte e do perigo para os que nem morreram é de quem?

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  26. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:41

    A culpa do bebé estar debaixo do perigo é do governo?

    Porquê? qual a consequência que podia suceder do bebé estar debaixo da arriba?

    A arriba caía por isso?

    Se alguém for vítima de uma interdição bem feita e com as regras de responsabilidade e aviso e tratamento que competem às entidades, essa vítima não pode acusar ninguém-.

    Morre, fica ferida, mas foi azar por conta e risco.

    No caso de nada disto acontecer, e quem morre correr o mesmíssimo risco de quem passa ao lado e nem sabe do aviso, a responsabilidade é de quem não tomou as precauções obrigatórias para evitar a catástrofe que devia ser do seu conhecimento e avaliação de probabilidade.

    Agora o que ninguém pode fazer, em tendo responsabilidades públicas é lavar as mãos por um lado e acusar por outro,acerca daquilo que não cuidou prevenir nem remediar.

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  27. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:46

    A grande hipocrisia neste caso é a famosa sinalética, feita para enganar papalvos e com finalidade nenhuma.

    E depois, colocam-se no mesmíssimo lugar de quem não ligou ao sinal, dizendo que ele também não estava feito para evitar que se apanhasse com um desmoronamento, já que este não era previsível e, antes pelo contrário, tinha sido assegurado que não havia sequer risco de acontecer.

    E depois vêm outros responsáveis e desdizem isto tudo, dizendo que a derrocada estava mais que óbvia,

    Mas a forma da prevenir e informar a quem utilizava a praia foi da mesma ordem de quem vai com bebé para debaixo da arriba.

    Com a diferença que estes não iam, não corriam o risco que faziam correr aos outros e eram os responsáveis com os dados únicos e pagos para evitar o sucedido.

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  28. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:48

    Evitar ou acautelar e isso é que devia ser apurado e a isso é que se chama responsabilidade jurídica e a isso é que se fazem inquéritos, peritagens (destrfuídas pela Calixto) e se movem processos no caso de haver matéria crime.

    Nunca a quem ficou esborrachado por baixo.

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  29. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 20:50

    Pelo que percebi a arriba estava sinalizada com um sinal de perigo. Eu não tenho conhecimentos para julgar se a arriba está em queda ou não. Eu limito-me a levar a minha família para um lugar onde não haja risco.

    Se eu me for sentar debaixo porque está sol e a guarda a esta hora não vai aparecer e Nª Sª protege-nos, arrisco-me a levar com ela em cima.

    E a culpa e a responsabilidade é do governo?

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  30. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:58

    Isabel:

    Tente umas aulas de português e outras de lógica e vá ao cocanha blogspot com e veja as imagens e declarações e depois volte a fazer as perguntas certas para si própria.

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  31. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 20:59

    Porque v. fala pelo que percebeu, sem sequer se ter informado de nada.

    Ora assim é falar para o boneco e usar mal a língua portuguesa e os conceitos de culpa e responsabilidade em termos jurídicos.

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  32. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 21:00

    Até porque é capaz de ser mais uma pessoa com direito de voto e desconhecimento de cidadania e isso dá um bruto mau aspecto.

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  33. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 21:02

    Parece que quem não sabe assinar o nome próprio não pode votar e os animais, incapazes de raciocínio lógico mais elaborado também não votam nem são considerados cidadãos e, felizmente, têm o bom-senso de também não opinarem.

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  34. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 21:22

    Zaz

    Conheço o seu blog e sou frequentadora. Gosto imenso das suas viagens pela Idade Média e pela França dos anos 60.

    Mas não se arme em espertinha comigo.Já percebi que sabe ler e que vota por isso sabe que existe um fenómeno chamado “ACIDENTE”. Há coisas que acontecem na Natureza e que não se podem prever. Um tremor de terra por exemplo não se pode prever. Quando é que uma arriba vai cair, não se pode prever. Pode-se dizer “arriba instável, tenham cuidado”. Foi o que se fez (e até estou espantada que se tenha tido esse aprumo em Portugal. Talvez tenha sido por causa dos turistas).

    Uma arriba cair é um fenómeno natural. As pessoas porem-se debaixo duma arriba assinalada como perigosa, é uma “tuguisse”.

    Por isso, para além de todas estas entidades, devia estar a ser ouvido em primeiro lugar, o Ministério da Educação.

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  35. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 21:51

    “Se uma estrada está mal sinalizada, com perigo de derrocada e nada é feito, se alguém morrer à conta disso as consequências e responsabilidades da morte e do perigo para os que nem morreram é de quem?”

    Quando se entra por uma estrada, não se está a ver o seu percurso. Ele vai surgindo à medida que se avança. A certa altura não se tem escolha. Havendo uma zona com perigo de derrocada se se avança corre-se perigo, se se recua, a mesma coisa. Não houve aviso e não se tem escolha. tal como na ponte de Entre-os-Rios a responsabilidade é de quem ou não reparou ou não avisou.

    Esta situação é diferente. Havia muitos km2 sem perigo. As pessoas escolheram aquele lugar. Foram livres. Estão por sua conta.

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  36. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    24 Agosto, 2009 22:02

    Já vi que não se chega a conclusão nenhuma,
    A culpa é da minha cabrinha,(nossa), que fugiu outra vez,
    E a culpa nem é dela, que não sabe de quem é,
    (lá vou eu atraz dela outra vez!!!,)

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  37. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 22:13

    Isabel, v. não entende a questão e assim não se vai a lado nenhum.

    V. não pode dizer que não existem responsabilidades oficiosas pelo sucedido, apenas por dizer que uma queda de uma arriba é natural.

    Porque, mesmo podendo ser fruto da natureza, existem entidades que têm por função avaliar essa possibilidade e agir de acordo com os riscos.

    E isso é que não se sabe se foi feito e houve declarações e exemplos factuais que apontam para o contrário.

    Exemplo de vistorias não feitas, exemplo de estúpida tentativa de derrubar que apenas serrou uma parte, colocando a arriba em mais perigo do que “naturalmente” estava.

    Quanto à sinalização, se viu o meu blogue, pode constatar que essa sinalização era nonsense que, a ser cumprida à letra se traduzia em

    a) poder apanhar com a arriba sem ver sinal nenhum, apenas caminhando pela beira-mar

    b)Ter de ficar debaixo dela, no com a possibilidade de apanhar com o seu desmoronamento, para ler a tabuleta que apenas dizia “zona de perigo”

    Nada disto tem a ver com as consequências pessoais de quem nem vai à praia, andava a passear na floresta e apanhou com uma árvore em cima, ou tinha ido àquela praia e fiou-se no sentido do sinal que não avisava nem resguardava a arriba de ninguém, já que os próprios responsáveis dizem que apenas previam o mesmo que os banhistas- que pudessem cair umas pedritas.

    Por outro lado, há responsáveis que fizeram a sinalética que dizem o contrário, tal como o velho banheiro que conhecia a arriba e que garante que estava de tal modo em perigo de cair, que até tinham andado a tentar derrubá-la.

    Quanto à estrada, existem infracções que não implicam culpa, já que não são feitas conscientemente com essa finalidade- tipo adormecer ao volante; ou médicos que fazem uma intervenção que tem como consequência a morte da pessoa, mas tal não era previsível quando a fizeram.

    E isso é que se chama culpa civil.

    A responsabilidade dos actos pode não implicar culpa pelas consequências e, por isso, não haver dolo, ou pode, caso a negligência tenha grau de consequências previsíveis de punição.

    E esta pode ser crime ou não, de acordo com muitos outros factores.

    Agora o que nunca entra nesta avaliacao ]e uma responsabilidade apenas pessoal, sem efeitos nem obrigacoes sobre terceiros.

    Exemplo dos que morreram

    Neste caso a morte deu apenas o resultado das entidades que deviam ter agido antes, agirem depois do mal causado.

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  38. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 22:15

    Quem nega a inexistencia de ameaca de queda ]e o chefe da policia maritima.

    e isso ]e demasiado grave para nao se tirar conclusoes das contradi;oes entre eles no jogo do empurra.

    O teclado ficou marado e agora nao da para corrigir.

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  39. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 22:22

    Exemplos de infracções a sinalética correcta podem ser o caso de quem arranca uma vedação de uma zona interdita, assinalada para o efeito e a ser feito algo para alterar esse perigo.

    Caso da praia da Nazaré com arriba vedada e não integrada em zona balnear com concessionário, vigilância e bandeira azul.

    Essas pessoas não colocam apenas a sua vida em risco, como agem de forma a colocar em risco a de terceiros.

    No caso dos mortos desta praia o que sucedeu foi o oposto, os que morreram nem vedação tinham pela frente, nem eram de lá, para estar a par do que estava a polícia marítima e tanto correram o risco por estarem debaixo, como corriam, se fossem a passar ao lado.

    Razão pela qual há aqui um erro de sinalização gravoso para terceiros e a responsabilidade dele é de ententidades oficiais e não da natureza das arribas que costumam cair naturalmente.

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  40. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 22:31

    A falta de civismo e grunhice de responsável pode ser aferida quando um chefe da Polícia Marítima afirma que sabia que a arriba ia cair, já que isso era do conhecimento das entidades oficiais desde 1999 e depois tem a triste ideia de atribuir a culpa pelo sucedido aos que morreram, dizendo que não cumpriram uma sinalética que outros igualmente responsáveis, dizem que bastava para o efeito, já que havia garantias por peritagem de que a arriba não corria riscos de desabamento.

    Aqui sim, encontra uma entidade oficial, com obrigação de policiar e agir a dar a mesma justificação que quem não liga às consequências do risco.

    Com a diferença que o facto do polícia marítimo não ligar às consequências do perigo, colocou em perigo terceiros, enquanto que os que apenas arriscaram por si, apenas pagaram com a própria vida.

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  41. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    24 Agosto, 2009 22:33

    Isto parece uma redacção da terceira classe

    e peço desculpa mas foi a própria jornalista Helena Matos que obrigou a fazer redacções da terceira classe, já que a própria também nunca aprendeu isto na escola e muito menos na profissão que exerce.

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  42. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 22:42

    Eu percebo o que quer dizer com responsabilidade civil. Há uma entidade que nos representa (Estado), a quem nós pagamos (impostos) e elegemos de 4 em 4 anos uma equipa (governo) para o gerir.

    E como pagamos, exigimos. Exigimos tudo. Tudo o que é possível e o impossível. O nanny state.

    Só que o dinheiro é pouco. E eu acho que há sítios mais interessantes onde gastar dinheiro do que a desbaratar arribas.

    Talvez uma boa educação para as regras incidindo num conceito básico, que os portugueses desconhecem, que é o de que as regras existem para nos PROTEGER e não para nos chatear.

    Serviria para muitas outras situações e saía mais barato.

    Poe exemplo, da zona da Praia Grande até às Azenhas do Mar, há uns anos fez-se uma grande propapaganda de que havia arribas em perigo de queda eminente. Toda a gente ficou à espera que caíssem. Ninguém se aproximava.

    Só que o raio das arribas nunca mais caíam. E toda a gente ficou farta de esperar. E quem teve medo ao princípio deixou de ter e começou-se a viver como dantes.

    Qualquer dia elas caem e poderão haver mortos. Mas eu não gostaria de ver o dinheiro dos meus impostos a ser gasto a deitar abaixo as arribas da Praia Grande. Há outras prioridades inadiáveis. Outros assuntos resolvem-se com Educação e Civismo. Este é um deles.

    Se algum dia as arribas cederem eu não posso responsabilizar o Estado. Ele fez o eu acho que era possível fazer.

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  43. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    24 Agosto, 2009 22:53

    Há uma característica muito portuguesa que é depois das coisas acontecerem vem a frase lapidar: Eu sabia. Eu até já tinha dito, lembram-se?

    Os cientistas falharam todos, mas o banheiro e o Chefe da Polícia Marítima é que sabiam. Esse argumento não.

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  44. Tiago Mouta's avatar
    24 Agosto, 2009 22:53

    #23 Zaz

    Já percebi que é o único aqui na blogosfera que sabe escrever, ler e que pode ter opinião, todos os outros não existem… Os meus sinceros parabéns por achar que é a última mente pensante à face da Terra, veja lá se não lhe cai um rochedo em cima e se extingue… Mas como já referi, anteriormente, na blogosfera somos todos grandes!

    Se a pessoa desrespeita sinalização, está por sua conta e risco… Experimente não respeitar um sentido proibido numa autoestrada e verá o que lhe falo…

    Já morreram bem mais de 5 pessoas nas estradas de Portugal, desde o inicio do Verão e apesar de existir prevenção rodoviária, ninguém fala nisso, porquê? Excesso de zelo nas arribas…É isso?

    A “imbecilidade” do que escrevi é tão somente a realidade, mas já percebi que a Zaz também se anda a “esticar para chegar a algum lado”, partidarites à parte e verá que tenho razão…

    Claro está, que existe uma série de tachos que poderiam controlar esta situação, mas são tantos que o descontrolo é evidente…

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  45. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 22:54

    “Isto parece uma redacção da terceira classe”
    de terceira e com boa vontade.

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  46. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Agosto, 2009 23:01

    “O teclado ficou marado e agora nao da para corrigir.”
    mija-lhe em cima e leva ao micro-ondas 5 min. grill, passa a escrever sózinho sem aqueles problemas que a dona matos te causa.

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  47. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    24 Agosto, 2009 23:57

    O problema é todo da minha(nossa) cabrinha!!!!.
    A corisca tá sempre a saltá a cerca!.

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  48. anti-liberal's avatar
    anti-liberal permalink
    25 Agosto, 2009 04:51

    #24
    Isabel disse
    24 Agosto, 2009 às 8:35 pm
    .

    «… E a culpa é do governo.»

    – É, porque os socialistas, desde sempre, têm andado a estupidificar o Povo. Os miudos quando acabam o 12º também se vão recolher à sombra das rochas sem fazer a mais mínima que aquilo lhes pode caír em cima. E os que andam a arranjar cursos à pressa, estilo novas oportunidades, se calhar, nem sabem ler os avisos na praia.
    Está admirada? Pois tenha a certeza que vai ser muito pior…

    Nunu

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  49. anti-liberal's avatar
    anti-liberal permalink
    25 Agosto, 2009 05:30

    #35
    Isabel disse
    24 Agosto, 2009 às 9:51 pm
    .

    Você não pode comparar o que não tem comparação.
    A ponte de Entre-os-Rios, como outra ponte qualquer, estava sujeita a uma fiscalização regrada e determinada periodicamente.
    Os utentes só são responsáveis se se der um acidente inesperado.
    Num ponte em estado muito degradado é arrisco estar sobre ela a ver a panorâmica quanto mais atravessá-la num veículo que provoca vibrações. Foi o humano que provocou o derrube. Estando sinalizada devidamente só poderá hever acidente se houver desatenção, imprevidência ou se as pessoas não estiverem educadas para ler e tomar as precauções necessárias.
    Numa praia, há rochas de grande dureza, mas também há formações rochosas, aglomeados arenosos que se desprendem com maior ou menor facilidade. As crinças brincam na areia molhda ou húmida e fazem bolas que atiram umas às outras. Todos nós raspamos nas rochas arenosas para fazer um boneco numa brincadeira.
    Mesmo que não haja avisos é da mais elementar cautela não se abrigar, AINDA POR CIMA, numa cavidade rochosa daquela natureza.
    O Estado tem culpa de não educar, de não ensinar, de pôr toda a gente a ver telenovelas e desafios de futebol em vez de programas culturais.
    O nosso Povo está estúpido, embrutecido.

    Nuno

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  50. anti-liberal's avatar
    anti-liberal permalink
    25 Agosto, 2009 06:01

    #43
    Isabel disse
    24 Agosto, 2009 às 10:53 pm
    .

    Julgo que as arribas entre a Praia das Maçãs e as Azsnhas do Mar foram inspecionadas mas, depois,não sei o que se fez mais. Risco há sempre mas aquele tipo de rocha é diferente. Quero crer que a situação está a ser seguida.
    Na Nazaré, quem não vai para perto do morro sou eu.
    Quando cá estou, vou passar um tem oa Algarve e a praia Maria Lyisa é simpática e com estruturas rochosas semelhantes. Como é evidente, não me vou pôr à sombra daquilo.
    O estado tem culpas por não tomar os devidos cuidados, informando e sinalizando convenientemente. Nas escolas, os miudos têm que aprender em vez de andar a fingir que estudam para que as estatísticas sejam bonitas.

    Nuno

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  51. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    25 Agosto, 2009 08:17

    Anti-liberal

    Não sei se reparou mas você disse exactamente o que eu disse.

    Proponho humildemente ao próximo governo nacionalizar 5 minutos por dia dos Morangos com Açucar para passar mensagens de educação, cultura e civismo. Cada dia a cargo de diferente Ministério. Assim educavam-se as crianças e como elas mandam nos pais, educavam-se estes também.

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  52. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 09:37

    Isabel, v. continua a confundir imprevisíveis não assinalados com risco previsto há 10 anos em centro balnear concessionado.

    Tente entender a diferença entre um local bravio e uma estância balnear e responsabilidades cumpridas face a perigo, quer na sua resolução quer no seu resguardar provisório para o público.

    Aqui não houve nada disso. O perigo era conhecido há 10 anos, nada foi feito para resolver e muito menos precaver as pessoas de forma a se lhes poder exigir responsabilidades nas infracções.

    O exemplo máximo do erro do seu raciocínio, ao atribuir a “culpa” aos mortos, consiste no que as entidades souberam fazer depois deles terem morrido_

    Derrubar a arriba e garantirem que vão assinalar devidamente as outras.

    Portanto, as vítimas não só não foram responsáveis por colocarem a vida em perigo de outrem, como não tinham nem poder nem cargos para o fazer.

    E mais- com a sua morte até conseguiram que os danos sobre os outros deixassem de existir.
    Já que as autoridades que deviam fazer isso e não fizeram- descobriram-no rapidamente à custa da vida dos outros.

    Isto serve igualmente de resposta ao Tiago Mouta.

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  53. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 09:43

    Por outro lado, quando se comparam situações incomparáveis -caso de praias vedadas e zonas de perigo separadas das balneares, com quem desrespeita essas vedações, está-se a meter tudo no mesmo saco.

    Depois desta demagogia feita, usar-se o erro de comparação para dizer que é tudo igual e que ninguém se cuida é mais uma forma de desconhecimento que a cidadania não se baseia no desrespeito dos outros mas nas obrigações de cumprimento- a começar por quem as determina.

    Portanto, todas essas entidades oficiais que escudaram a sua negligência no incumprimento ou vandalismo dos outros, agiram como vândalos e nem precisavam de ter os cargos que têm.

    Porque nenhum polícia pode negar-se a fazer o que tem a fazer, com o argumento que nada vale porque a seguir há mais quem roube.

    Neste caso foi o mesmo- disseram que nada fizeram para assinalar e resguardar de forma correcta a arriba que sabiam em perigo, poruque não valia a pena pois não ligavam ou destruíam as vedações.

    Ora isto é falso, porque nunca a área esteve vedada e a função deles é resolver os perigos, como agora souberam fazer.

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  54. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 09:45

    Aliás, os mesmos que negam que foram negligentes, já descobriram agora uma figura legal a aplicar à negligência dos utentes- passar multas a quem corre risco próprio.

    Isto nega aquilo que v.s teimam em afirmar- que os riscos próprios são da exclusiva responsabilidade da pessoa e que não existe “figura pública” responsável por eles.

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  55. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 09:48

    Simplesmente- se ninguém pode passar multas ao que não existe para ser vandalizado e muito menos ao que não é cuidado por quem detém poder de acção e vigilância, muito menos se entende como se pode multar apenas infractores e não pedir responsabilidades aos que determinam as infracções e cuidam do bem comum- neste caso em função das pessoas e não da preservação absoluta da natureza e seus ciclos de derrocada em locais de veraneio com vigilância e regras de conforto para utentes.

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  56. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 09:59

    Quanto à palavra “governo” v.s é que a usaram indevidamente.

    Ninguém mais a usou e este post até tem elencada série de autoridades envolvidas na responsabilidade ou peritagem das arribas.

    As primeiras são os municípios, pois as praias fazem parte do turismo que os mesmos oferecem. Não são apenas os tais “baldios” usados para a faina piscatória.

    E, ainda menos, zonas bravias sem uso balnear.

    A comparação pode-se fazer com as obrigações a ter perante um jardim ou mata ou parque público com vigilância, de uma floresta sem essa função.

    Em Inglaterra, por exemplo, até existem misturas destas figuras, no caso de florestas que são, ao mesmo tempo, parques públicos abertos.

    E depois existem responsáveis por eles, de diversa ordem, incluindo até grupos civis de apoio.

    Quando um temporal derrubou uma árvore gigantesca em Hampstead Heath, não houve inquérito aos responsáveis, pois foi um imprevisto que ainda matou gente.

    Mas, o cuidado para tudo o mais, incluindo limpeza e precaução perante árvores que ameaçam desabar é das entidades públicas e não dos meros utentes.

    A isto é que se chama cidadania- cumprir primeiro as responsabilidades e exigir depois civismo aos outros.

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  57. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:03

    O mesmo se pode aplicar à limpeza obrigatória das neves que não é substituída por tabuletas a dizerem que há perigo de avalanche nos países que as têm.

    A sinalética serve para assinalar riscos provisórios- tipo perigo de piso escorregadio quando há geada mas não é a única, quando há neve ou algo idêntico que precisa de ser tratado.

    A sinalética não substituiu a resolução dos perigos .E, neste caso, a sinalética tinha-se tornado tão histórica e decorativa quanto os perigos expostos sem mais nada.

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  58. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:11

    Ainda para o Tiago Mouta.

    A sua suspeição de partidarite minha num caso de irresponsabilidade típica das autoridades da nossa terra é apenas v. a ver-se ao espelho.

    Pela minha parte já tinha denunciado essa perversão maquiavélica em momento de campanha eleitoral e disse o que pensava sobre o assunto.

    Está nos posts do Portugal Contemporâneo.

    Pode ler e não espere encontrar palavrinhas meigas.

    O que eu disse repito-o- até chamei a esta perversão de claques partidárias que acusam mortos, de forma brutal e ímpia, como uma doença dessa coisa de alterne a que chamam democracia.

    Entendido?

    Antes de tudo o resto eu tenho profundo desprezo pela imoralidade de quem trata todas as questões de forma tribal político-partidária e acho que essa gente nem devia perecer o nome de gente, porque são robots acéfalos, cuja seiva apenas serve para os fanatizar.

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  59. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:14

    A prova é que eu ataco isto da mesma forma que critiquei o caso da Ponte Entre Rios e nunca escolhi ideologbia de irresponsáveis a defender da mesma incúria.

    Mas há quem o faça. E esses agora defendem as entidades em função da bandeira.

    E depois há os maluquinhos do esquentamento neo-liberal- como a Helena Matos que repetem as mesmíssimas pancadas dos antigos maoistas.

    O João Miranda deve estar de férias e nada escreveu sobre o assunto mas eu ia jurar que ele só podia culpar as vítimas pois foi isso que fez no caso da Ponte, assim como no caso da qued dos diques em Nova Orleães.

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  60. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:17

    Resumindo: existe um abismo de responsabilidade e deveres entre aquilo a que se chama Poder e a Sociedade Civil.

    E esta diferença nunca deve ser escamoteada sob pena de negar aquilo a que depois se chama civismo.

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  61. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Agosto, 2009 10:31

    #60 – podes começar pelas vítimas da incompetência dos procuradores, juízes e médicos.

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  62. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:35

    É verdade- as vítimas dos médicos, por exemplo, são um dos casos de negligência impune com cobertura de casta mais notória e intocável.

    Ainda assim- são iguais perante a lei e não os seus autores.

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  63. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 10:38

    Os médicos e a sua prática é o melhor exemplo para se perceber estas figuras de culpa, causalidade e negligência, que não têm de ser as mesmas.

    Houve debate sobre o assunto, no PC, a propósito do caso da criança esquecida no carro que acabou por morrer.

    A causalidade e negligência não tinham de ser as mesmas e esta pode não ser dolo alvo de punição, pois foi um lapso de memória, não controlado pela razão.

    O mesmo não se aplica a estes responsáveis. Ainda que possam andar a dormir em serviço.

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  64. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    25 Agosto, 2009 13:24

    Zaz

    Posso admitir que nas zonas concessionadas houvesse, até da parte dos concessionários, algum cuidado na sinalização ou na exigência da erradicação do perigo. Nas praias também há zonas de banho, que estão pouco sinalizadas, mas as pesoas respeitam porque uma qualquer má experiência no mar já as alertou para esse perigo.

    A limpeza das rochas deveria estar para as autoridades costeiras como a das florestas para as autoridades florestais e as margens dos rios para os guarda-rios. Mas somos um País pobre e a educação deveria colmatar as falhas financeiras.

    Primeiro através do reconhecimento pela parte dos utentes de zonas perigosas. Depois pela curiosidade e respeito que sugerem os avisos e sinais. Não é preciso dizer às pessoas para não passearem num parapeito dum 6º andar. Mas às crianças é preciso. Percebe a ideia?

    PS A propósito; quando é que põem os presos a limpar as matas? Se é com medo que fujam, eles da cadeia também já o fazem.

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  65. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 14:07

    Vale a pena estudar-se o estatuto das praias, desde os romanos, para se perceber que não são nem propriedade privada, nem propriedade do Estado.

    Têm tradição de uso comunitário e a sua preservação e defesa prende-se com isso, com a defesa de delimitação geográfica do território, com o usufruto de laser e preservação ambiental.

    A limpeza de matas nada tem a ver com obrigatoriedade de defesa de riscos sobre pessoas num espaço de lazer, vigiado e com entidades encarregadas de fazerem todas as peritagens e cuidados devidos.

    Não vale a pena bater mais na mesma tecla e muito menos misturar obrigação legal com educação cívica.

    Em última instância, o disparate que v. e o anti-liberal estavam a defender era um mundo onde o turismo moderno incluía todas as protecções e exigências comunitárias, excepto a natural queda de arribas de vários metros, existentes no meio da praia.

    E depois, imaginavam outro mundo perfeito onde se podia assistir a essas quedas “ecológicas” a par de ausência de vítimas porque de animais a crianças a gente que passa, tudo estava de tal modo civilizado que nem ia para esse local.

    Observava à distância o efeito turístico do derrube natural e tirava fotografias com tele-objectiva.

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  66. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 14:24

    E depois, limpar uma mata até coisa que qualquer pessoa sabe e pode fazer, se estiver para aí virado.

    Agora uma peritagem a uma arriba e forma de evitar derrube é algo técnico que implica saber e meios específicos e para isso é que existem tantas entidades responsáveis.

    De qualquer forma, nestes casos, o maior sinal de civismo é a denúncia da incúria.

    Se eu tivesse visto aquela sinalética, tenho a certeza que a tinha denunciado publicamente.

    O mesmo fiz recentemente ao ter estado uns dias em Cabanas e dado conta que até o acesso à farmácia é feito por estrada, sem passeio, com camionetas que passam a roçar os muros e por onde se tem de ir a pé.

    Dei com isto porque precisava de voltar a fotografar a igreja e tive de chamar um taxi para percorrer uma distância parva- a que liga a aldeia ao comboio.

    E uma mulher do povo contou-me que aquilo está assim há, pelo menos 35 anos, que era o que a memória dela alcançava.

    Isto num local turístico algarvio. Eles são mouros ainda mais grunhos que o resto da grunhice natural cá da santa terrinha.

    E o Algarve é local exemplar da destruição bimba de Portugal.

    Faz-me impressão ir lá. Tirando Tavira e algumas terras lindas fora da costa, espatifaram tudo e vendem turismo de luxo ao lado da incúria cigana.

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  67. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    25 Agosto, 2009 15:01

    Zaz dixit : “O mesmo não se aplica a estes responsáveis. Ainda que possam andar a dormir em serviço.”

    (frenetic applause) Aí está, para os formosíssimos borzeguins cotúrnios, trailarai-la-la, que andam a zelar pelo estado de segurança dos ratos e insectos, não há distinção entre o estado de sono e o estado de vigilía.

    O cotúrnio funcionarado, com divisas de hierarquia militar, ou salpicos da fressura morcelosa na camiseta das câmaras,associações, grémios e academias científicas, agarrados a barricas de tinta fina com que despacham justificações atrás de justificações, anda a dormir de norte a sul, por mais que Hic e Poque et Coledoque lhe façamos ver a sua condição horripilosa de morcego bedunado, brasonado a gárgula sapiente que não pára de dormir.

    A este estado anestesiado ou narcotizado (só recordo para terceiros porque Zaz, antropóloga, simbologista e medievalista, sabe disto concerteza) chamava F.Pessoa com concisão definitiva: “cadáver adiado.” Uma glosa moderna ao “mortos” de J.C. (c.f. Deixai os mortos enterrar os mortos). E de mestre Gurdjieff que lhes chamava com menos tento na linguaça os Chupa-merdunça-

    Concluíndo, a prudência a posteriori dos diversos borzeguins serve-se em várias partes e dá paz às almas.

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  68. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Agosto, 2009 15:23

    óh sopeira! e não te queixas de falta de sinalética à porta dos tribunais, dos hospitais e outros que tais?

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  69. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Agosto, 2009 15:49

    tou confuso, não sei se é arriba ou abaixo.

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  70. Tiago Mouta's avatar
    25 Agosto, 2009 15:59

    #61 e #62

    Na mouche… juízes, procuradores e médicos… 3 categorias de profissionais que fazem muito estrago neste País, mas aos quais nunca foram assacadas quaisquer tipo de responsabilidades face ao erro…
    Falo num Vitor Constâncio, no caso do Hospital de Sta Maria, em caso freeport, casa pia, apitos dourados e outras “delícias” dos media nacional, que conhecem todos o mesmo fim, a dispersão discreta no fundo duma qualquer gaveta bafienta, de um Tribunal…
    Normalmente, estes “incompetentes” servem o “Nanny State” e enchem-se às suas custas…

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  71. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 16:17

    è, a vergonha da corrupção e pedofilia dos apaniguados já serve para se diabolizarem juízes e MP.

    É assim que se topa quem se vende à partidarite por achar mais digno ir ao cu de meninos do que não arquivar processos.

    Bem podem limpar as mãos (ou outras partes) à parede.

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  72. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 16:20

    Ás custas enchem-se os políticos e são eles quem faz as leis. No Brasil já existe garantia de nenhum político poder ser preso e a corrupção é que é lei.

    Por cá, estes sabujos, à ferreira, vendem-se por isto e para isto e ainda andam para aqui a insultar os outros, quando nem escrever sabem, quanto mais argumentar ou pensar.

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  73. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 16:21

    Às, com acento grave.

    Este animal do ferreira da carvalhosa é que é um caso extremo que quase serve para dar razão à misantropia ecológica.

    Uma arriba é capaz de ter mais interesse vital que ele.

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  74. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Agosto, 2009 16:39

    este poste deveria assinalar esquentamento nazie à entrada. será que posso exigir culpas e ser indemnizado?

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  75. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 16:51

    Aproveite me vão ao Forum de Albufeira que estes não falam de cor.

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  76. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    25 Agosto, 2009 16:54

    Pede indemnização ao chulo da tua mãezinha que esse problema é teu deve vir de nascença.

    Se reparasses na figura de mongo que fazes, sem nunca argumentar nada e apenas a andar para aqui a ladrar ao José e a mim, fazias melhor.

    Mas, como eu digo, a vantagem é que enquanto teclas não matas na estrada.

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  77. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    25 Agosto, 2009 16:57

    Uns dos muito chulos do estado! não havemos de ter uma despasa de 85%?

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  78. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Agosto, 2009 02:46

    Para quem não reparou, Nanny rima com Zazie. E quem não reparou mesmo nada nos últimos anos, cegeta, a Zazie não é sequer uma gaja.

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  79. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    26 Agosto, 2009 09:44

    Pois não, não sou gaja- sou um rato- la musaraigne.

    E tu és de tal modo anormal que nem pensaste que pode existir aí umas duas dezenas de bloggers que me conhecem ao vivo…

    ajhahahaha

    Cada mongo à solta que é favor.

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  80. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    26 Agosto, 2009 09:46

    Ao menos há mongalhada para tudo. Uns são porteiras pidescas que conseguem fazer buscas nos históricos e até sabem detalhes que outros bloggers postaram depois dos encontros, e existem estes que sabem anormalidades vistas ao espelho.

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  81. Desconhecida's avatar
    zaz permalink
    26 Agosto, 2009 09:48

    Olha, reparaste tanto nos úlitmos anos (o que quer que isso seja, porque já cá ando desde o Pastilhas, que antecedeu a blogosfera, que nem foste insultar as fotos lá do blogue do berçário.

    A esquerdalhada foi- adoram insultar bebés fascistas.

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  82. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Agosto, 2009 12:55

    logo vi que esta merda tinha maternidade e se calhar direitos de autor, a inspectora pastilhas já mija na ventoínha desde que nasceu.
    webraços engessados.

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