Do que falamos quando falamos de uniões de facto
25 Agosto, 2009
Desde 1975 que homens e mulheres que queiram casar-se entre si o podem fazer livremente. Há quem, como os homossexuais e os polígamos, não veja as suas uniões reconhecidas pelo Estado. Logo e à excepção como escrevi dos homossexuais e polígamos quem vive com outro e não casa é porque simplesmente não quer casar. O direito a não casar logo a não assumir os direitos e deveres inerentes ao casamento tem de ser salvaguardado. Não se pode contornar a questão do casamento dos homossexuais e dos polígamos acabando a casar quem nunca o quis fazer. Ou não esteve para o fazer.
32 comentários
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Ja estou a recuperar da “Gripe” que me assolou – sempre que muda a Estação climatica, como foi o caso, vem a gripezita.
Hoje o “bochechas”, no DN, escreve um vasto artigo, Confesso, que não tenho paciência para ler um “artigo de fundo”
Diz ele:
“A entrevista da dra. Manuela Ferreira Leite à RTP1 foi de uma banalidade que, algumas vezes, roçou o patético.”
Passados uma horas largas, vi e ouvi reportagens da entrevista, e posso dizer é que o “Bochechas” ate foi simpatico
A Septuagenaria e a entrevistadora, estavam num lanche, para arranjar “moedinhas” para os pobrezinhos
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O Curso de Verâo do ppd/psd, reune-se hoje no Castelo de Bode – a pequenada entra lá “virgem” e sai de lá professores Doutores do Gradanho.
É o futuro e é, o que está a dar
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Cavaco conservador e demodé = MFL => Propostas Fracturantes páram com PSD => Pára a modernização da sociedade portuguesa => Tem de se votar PS
Se os argumentos de Cavaco para além de conservadores fazem sentido para mim que até vivo em união de facto/sou não-católico/não-conservador isso é peanuts. Quem não concorda com o título das leis é um calhau mesmo que o que contitui a lei seja uma !”$R#&%/(.
A propósito disso uma análise interessante: http://bosquejar.blogs.sapo.pt/15255.html
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A D. Manuela cofirma a entrevista á RTP
Eu não quero saber se há escutas ou não, eu não quero saber se há retaliações ou não, o que é grave é que as pessoas acham que há.”
Esta tudo dito.
Lá despachada e á Avozinha, trata-nos como netinhos
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Na Filarmonica de Castelo do Bode, discute-se o programa eleitoral e industrializa-se a pequena a ouvir com atenção, que é para depois falar nos “pobrezinhos”, como se tivessem pena deles – eles querem é sacar
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“Do que falamos quando falamos de uniões de facto”
Deve estar a falar com os seus botões.
“Não se pode contornar a questão do casamento dos homossexuais e dos polígamos acabando a casar quem nunca o quis fazer.”
Esta não percebi. A lei acabava a casar quem não queria?
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Essa da poligamia foi bem apanhada.Só escapam as crianças(por enquanto…)
Quanto á esquerdalhada da propaganda paga por contribuinte gozem o pouco tempo que ainda têm de tacho…
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http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1329198
Atira-se para as calendas gregas
As vendas de Coimbra de Lisboa é lesa patria – assim como o ex tribunal de Cascais.
O Povo quer lá saber é a epoca do FCPorto, esta tudo dito
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Ó Piscoiso
Passe lá a falar de primas em vez de tias e talvez ainda se arranje uma união de facto comemorada aí no Pedro dos Leitões…
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Ângelo Correia baliza intervenção de Santana Lopes no novo PSD
Ângelo Correia baliza intervenção de Santana Lopes no novo PSD
”O santanismo é uma espuma sem substância”
Diz que voltou para ajudar o PSD a refundar-se e a criar novos heróis. Não antevê facilidades para Menezes em 99. É Ângelo Correia, em entrevista ao Expresso.
Ângela Silva e Cristina Figueiredo
23:00 Quinta-feira, 4 de Out de 2007
Diz que voltou para ajudar o PSD a refundar-se e a criar novos heróis. Não antevê facilidades para Menezes em 99. É Ângelo Correia, em entrevista ao Expresso.
Ângela Silva e Cristina Figueiredo
23:00 Quinta-feira, 4 de Out de 2007
Este Angelo e o tal dos pregos nas fechaduras…É bom tótó
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Comprei uns oculos, porque ja há muito tempo necessito.
No tempo do Marcelo Caetano davam-me a SSocial 2000$00 para compra de ums oculos.
Nos dias de hoje, a mesma Seg Social, não dá um tosto a Trabalhador por conta de outrem, em contrapartida, os Funcionarios Publicos, podem comprar 2 pares de oculos em 3 anos, recembem tododinho
A isto chamo portugueses de 1ª (fp) e de 2ª (tpco), há ate de 3ª, que nem sabem a que tem direito vivem na ignorancia.
Vivemos pior na America do tempo do racismo
Andei de cavalo para burro
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Querem viver em união de facto mas não se querem casar ou, por outras palavras, querem ver asseguradas as prerrogativas de quem assina o papel, mas sem o assinar! Isto é que é uma açorda carago!
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Faz algum sentido, merece confiança uma pessoa que quer por em prática um clausulado contratual, mas que se recusa a assinar o respectivo contrato?!
Por quanto tempo a jacobinagem vai pensar que engana os portugueses fazendo-os pensar que cavaco quer as noivas vestidas e branco e os noivos à espera na igreija?!
Um casamento civil genuinamente laico faz-se em 15 minutos. “Qual é o grilo?”
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Relógio suiço.
Um post anti-MFL, um post anti-Benfica, um post anti-Rui Rio.
Previsível e risível.
(nao se incomode a apagar, vou repeti-lo aqui e em todos post do Blasfémias)
(sou eu o fado alexandrino que acaça o Bylcream do Norte)
vai aqui porque o jurista não deixa publicar comentários
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A Helena tem razão. Mas os fundamentos do veto presidencial são uma lógica de “as pessoas têm que perceber que união de facto e casamento não são nem devem ser a mesma coisa, e deverão sempre optar pelo casamento”. O que é evidentemente totalitarismo.
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Os neo-liberais potugueses:
Putas na economia, polícias nos costumes!
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Estou de acordo no essencial com a Helena Matos.
Mas parece-me que o Carlos Loureiro está mais próximo das verdadeiras motivações desta lei: não se trata tanto de permitir aos homossexuais os direitos que lhes são negados por via do casamento – direitos esses que o PS já se comprometeu a consagrar com a aprovação do casamento homossexual – mas de atender àquelas situações sempre muito popularizadas do coitadinha da mulher ou do homem que foi abandonado pelo companheiro ou companheira e sai da relação sem quaisquer direitos (nomeadamente, a alimentos). Ora, mais uma vez se esquece que a união de facto, como o casamento, é uma opção: quem quer ter os direitos (e os correspondentes deveres) do casamento, casa-se; quem não quer casar-se tem, por outro, o direito a não assumir direitos, nem deveres, que não lhe interessam. Há que respeitar a liberdade das pessoas e permitir-lhes viver segundo as suas escolhas, precisamente o que esta lei não permite, designadamente em matéria patrimonial.
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#15
“Mas os fundamentos do veto presidencial são uma lógica de “(…) e deverão sempre optar pelo casamento”. O que é evidentemente totalitarismo.”
Há-de dizer-nos onde é que viu isso…
Ou é dos que faz a festa, lança os foguetes e apanha as canas?
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Notoriamente, meu caro. Retira-se isso claramente do texto.
E totalitarismo porque o Estado não deve ter opinião sobre a forma como cada um organiza a sua vida, muito menos a sua vida mais íntima.
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Os homossexuais devem poder casar-se. Devem poder estabelecer contratualmente um conjunto de direitos e deveres para com o parceiro com quem vivem.
E todos os cidadãos – hteressexuais e homossexuais – devem poder coabitar sem se casar: coabitar livres de obrigações para com o parceiro.
Por estas razões sou a favor do casamento civíl estendido a todos os cidadãos, e contra esta lei das uniões de facto.
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Não é o mesmo, não.
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Quem opta pela união de facto, em que ambos a aceitam, acautela interesses pessoais proprios. Quiça muitas vezes “queimado” pelo negócio em que muitos dos divorcios se transformam: ver quem saca mais a pretexto duma série de “choradinhos” em que nem os filhos escapam para serem usados como arma de arremesso ou para jogo psicologico sobre os Tribunais julgados por pessoas tão susceptiveis como outras quaisquer.
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SEm duvida que casamento é entre duas pessoas de sexos diferentes. Têm esse direito absoluto. No caso das ligações homossexuais arranjem outro nome pois os interesses de ambos os parceiros têm direito de serem protegidos. Porque surge mais importante o nome “casamento” que os próprios direitos que estão em causa. Gosto de provocar a maioria ? Vingança de terem sido injustamente tratados como minorias segregadas ou mesmo queimados na praça publica pela Inquisição ou nos Campos de Concentração ?
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Há que assumir que a civilização ocidental amadureceu e que estes temas têm de ser regulados em perfeita normalidade e bom senso com respeito pelos direitos de todos os vectores contituintes da nossa sociedade. Conflituar por quimeras ultrapassadas nada resolve, antes agudiza e revolta.
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Bom senso em tudo. Valido também para essa de já nem se respeitar o vasculhar absoluta da vida e propriedade privada de cada Cidadão como por exemplo esse ABUSO de acesso e apropriação do Estado das contas bancárias de qualquer um. Quem se ri são os Bancos estrangeiros e os Paraísos Fiscais que a parolice ideologico-politica promove de borla com efeitos lucrativos imediatos e completos.
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A elite transitória depois que queixe-se pela sua tacanhez, provincianismo, falta de bom senso e argucia.
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Fui fumar á janela e eis que vi dois paneleiros a ir com um carrinho com bebé lá dentro.Isto é o que se chama contar com o ovo no cu da galinha.Socrática obviamente…
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Um bando de anormais a querer generalizar a anormalidade…
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#23 – “Fui fumar á janela”
experimenta fumar pelo cú e deitar fumo pelas orelhas, vais ver que te passa o prurido.
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Afonso Ribeiro, motorista de Pinto da Costa, atropelou hoje, à saída do tribunal de S.João Novo, um repórter-fotográfico e pôs-se em fuga, com o presidente portista também dentro da viatura de alta cilindrada.
José Carmo, repórter-fotográfico do Jornal de Notícias, foi atingido na perna esquerda e ao cair bateu com a cabeça num carro do Porto Canal, que estava estacionado, rolando de seguida pela rua de paralelo, no cruzamento das ruas O Comércio do Porto e de S. João Novo. Esta última tem um acentuada declive e tem apenas um sentido de trânsito descendente.
No momento em que Carolina Salgado, acompanhada pelos seus advogados e escoltada por cinco agentes da PSP, descia a pé a mesma rua, a viatura onde seguia Pinto da Costa saiu do estacionamento e acelerou, tendo um agente da PSP feito sinal para abrandar, enquanto Carolina se encostava à parede.
O carro passou muito perto de Raquel Dantas, advogada da ex-companheira de Pinto da Costa. Carolina Salgado assustou-se. Depois do repórter-fotográfico do JN ter sido atingido, um dos agentes da PSP correu atrás da viatura e bateu no tejadilho da mesma. O carro parecia ir abrandar mas ganhou de imediato velocidade.
Segundo o que Record conseguiu apurar, tanto o motorista como Pinto da Costa garantem que não se perceberam do atropelamento.
José Carmo foi assistido por uma equipa do INEM e apresenta diversas escoriações na perna esquerda. A grande preocupação de todos os seus colegas que acorreram ao local deveu-se ao facto de José Carmo ser doente cardíaco, situação potencialmente perigosa dado o seu estado nervoso. “Foi a segunda vez que ele (Afonso Ribeiro, motorista de PC) me faz isto”, queixou-se o repórter-fotográfico.
Hoje foi a primeira vez que Carolina Salgado compareceu no julgamento no qual se senta ao lado de Pinto da Costa no banco dos réus. Afonso Ribeiro é outros dos arguidos, acusado de agressão a Carolina, quando se deslocou à casa que ela habitava na companhia de Pinto da Costa. O julgamento prossegue no próximo dia 8 de setembro e Carolina diz que quer falar.
Este também era um casamento de fato (e gravata)
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ãããhh! o reporter-fotográfico é cliente do acidente, devia ter sinalética apropriada no colete.
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Nao sabia que so os homocoiso e os policoiso e que preferiam as unioes de facto. muito bom.
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#2
Toninho Saloio disse
25 Agosto, 2009 às 11:07 am
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Este filho de um bode herdou a sabiduria do pai cornudo e faz como a puta da mãe o manda.
O sacana alinha com os confrades do pinsamento socretino no meio de uma manada de bestas e de uma saloiice irremediavelmente mal cheirosa da podridão infecta dos chuchalistas.
É um nojo!
Nuno
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O Pingo da Bosta é amigo do CAA; podia pedir-lhe que, como jornalista, mete-se uma cunha e fizesse um pedido para ajudar o domador do Dragão.
(Ou será Dragõe?)
Nuno
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… as lesbicoisas também.
Nuno
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