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Imprensa livre simplex

3 Setembro, 2009

Apesar de tudo no Simplex ainda se vai defendendo a liberdade de imprensa, mas com juizinho. Tiago Barbosa Ribeiro concede-nos a liberdade de imprensa desde que não ocorra “absorção da imprensa livre por agendas particulares com fins políticos, sem escrutínio e violentamente condicionadoras da acção de um governo eleito”. Imprensa livre, sim senhore, desde que não tenham ideias próprias nem se metam em política.

40 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:37

    “Tiago Barbosa Ribeiro concede-nos a liberdade de imprensa desde que não ocorra “absorção da imprensa livre por agendas particulares com fins políticos, sem escrutínio e violentamente condicionadoras da acção de um governo eleito”.”

    O Chavez concorda totalmente. Por isso a matilha dele já bate nos jornalistas nas ruas e tudo.

    Por cá, a matilha néscia, apela à censura, mas por causa da boca grande da jornalista. E não batem nos jornalistas, mas manda fechar os telejornais. E a matilha néscia de apoio ao escroque Pinócrates acaba por justificar as asneiras do atrasado mental.

    anti-comuna

    PM É nestas alturas que se v~em os “democratas” do PS. lolololol

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  2. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:39

    Eu também acho que a imprensa devia ser imparcial, mas também não sejamos inocentes, não o é, e puxa para os dois lados, há gente poderosa dos dois lados da batalha. Se pode haver condicionalismo contra o PSD também o pode haver contra o PS.

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  3. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:43

    “mas também não sejamos inocentes, não o é, e puxa para os dois lados”

    Só se for para os lados do BE e do PS. Aliás, em Portugal, 90% dos jornalistas votam à esquerda. E têm um sindicato comunista.

    Sim, sim, deve ser para os dois lados. eheheheheh

    anti-comuna

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Setembro, 2009 19:44

    A imprensa livre devia procurar ser verdadeira. O jornal avante é um bocado por exemplo condicionado. Mas é livre. Se todas as tv’s fossem copias dos jornal avante era um bocado para o chato.

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Setembro, 2009 19:45

    Se imaginarem a sic, a tvi e a rtp copias dos jornal avante. A imprensa era livre porque todos queriam ser copias do jornal avante. Mas….. era um bocado não simplex

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  6. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:46

    Por favor acha mesmo que, por exemplo, na SIC, onde o seu presidente é um ex-primeiro-ministro do PSD, é tudo puxado à esquerda? É óbvio que há gente de todo o tipo em todo o lado.

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Setembro, 2009 19:46

    Imaginem toda a imprensa livre compradas pela igreja islamica. Era a imprensa livre. Mas era um bocado chato ver os jornalistas todos de veu ou burkas.

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  8. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:50

    “acha mesmo que, por exemplo, na SIC, onde o seu presidente é um ex-primeiro-ministro do PSD, é tudo puxado à esquerda?”

    Quase tudo e controlado peça maçonaria.

    anti-comuna

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  9. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 19:59

    Não concordo minimamente. Não existem partidos ou opiniões políticas totalmente santas e outras totalmente diabólicas.

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  10. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:03

    Para recordar:

    anti-comuna

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  11. Desconhecida's avatar
    Antonio Medeiros permalink
    3 Setembro, 2009 20:03

    Socrates aprendeu bem a lição do socialismo moderno com Chavez e Putin…Portugal cada vez mais parecido com a Russia e a Venezuela, esses baluartes do jornalismo livre ….mas o povo português saberá dar-lhe o troco…..

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  12. pedro's avatar
    pedro permalink
    3 Setembro, 2009 20:05

    à vontade n é “àvontadinha”, já diza a minha tia!!

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  13. pedro's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:07

    *dizia

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  14. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    3 Setembro, 2009 20:07

    O que Tiago Barbosa Ribeiro se esqueceu de referir foi a quem cabe discernir os casos de “absorção da imprensa livre”.

    O Hugo Chavez, o amiguinho do Sócrates, já deu a sua resposta. O Sócrates está a guardar a dele para depois de 27 de Setembro.

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  15. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:07

    “Não existem partidos ou opiniões políticas totalmente santas e outras totalmente diabólicas.”

    É verdade. E o nosso jornalismo é fraco. Mas uma coisa é criticar o jornalismo, outra é pressionar para os calar ou só publicarem o que é agradável ao poder político.

    Existem milhentos de casos que mostram um padrão claro: o Pinócrates não gosta das críticas; odeia quem se lhe opõe; é capaz de se vingar de quem lhe faz frente; é mesquinho e um completo escroque.

    Em suma, ele tem medo do jornalismo indomável. E, por acaso, era a MMG e o Jornal Nacional o único grupo jornalistico que investigava a corrupção no caso Freeport.

    Conseguiu o calar. E agora, armando-se em vítimas, dizem que só beneficia a oposição ou os accionistas da Impresa.

    Quem assim procede é completamente néscio. Nada se justifica calar os jornalistas. (Ou processar 9 jornalistas, só para lhes meter medo.) Ele é o pior escroque que Portugal teve, desde os tempos do Vasco Gonçalves.

    Ditto!

    anti-comuna

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  16. Desconhecida's avatar
    Antonio Medeiros permalink
    3 Setembro, 2009 20:08

    Resultado de quatro anos de convivio fraterno com esses baluartes da democracia que são o Chavez, Putin , Kadafi etc….aprendam senhores jornalistas, que o socialismo moderno não é para brincadeiras…..aguarda-se a indignação de outros democratas como o sr. soares, sampaio, o sindicato dos jornalistas que passam a vida a encher a boca com a liberdade ……percebe-se agora, a defesa da Russia de Putin feita por Sócrates quando disse ” a Russia não recebe lições de ninguém “…pelos vistos o Portugal da liberdade de expressão também não…..

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  17. MJRB's avatar
    3 Setembro, 2009 20:09

    Alguma dessa gentalha e gentinha do SIMplex TÊM VIVIDO À CUSTA DOS SUBSÍDIOS DO ESTADO !

    DOS GOVERNOS DO PS !

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  18. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    3 Setembro, 2009 20:10

    Por favor acha mesmo que, por exemplo, na SIC, onde o seu presidente é um ex-primeiro-ministro do PSD, é tudo puxado à esquerda?

    Este é um dos casos que me faz alguma confusão. Quem vê os jornais da SIC, denota com alguma facilidade uma atitude pró-PS, tanto nas notícias como na forma como estas são apresentadas. E no entanto o Pinto Balsemão foi um dos fundadores do PSD.
    Mas ele está lá é para fazer dinheiro. E essa é a sua bússola.

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  19. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:11

    Só mais uma coisinha. Tão ladrão o que rouba o galinheiro como aqueles que lhe esperam à porta.

    Os que estão a defender o Pinócrates, por puro fanatismo lambe-botas ao gajo, só merecem o mesmo desprezo dado ao próprio tipo.

    Quem o defende, é tão bom como ele.

    anti-comuna

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  20. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:13

    Anti-comuna o processo Marcelo Rebelo de Sousa que envolvia um ministro do PSD, também está ainda a ser analisado salvo sei. Não é por isso que vamos dizer que ele influenciou de certeza a RTP. Esperemos pois neste caso há uma boa oportunidade para ser provado o que se diz.

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  21. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:15

    Anti-comuna não se esqueça que muita gente o que defende é a precaução e o bom senso e que cada pessoa vale por si própria independentemente de quem defenda.

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  22. Leal Conselheiro's avatar
    3 Setembro, 2009 20:21

    A Censura Prévia de Salazar e Caetano escudava-se precisamente na argumentação desse Tiago Barbosa Ribeiro.
    Aconselho-o, portanto, a que se candidate a censor-mór do regime socretino, pois reúne todas as “qualidades” para o cargo.

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  23. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:23

    “Anti-comuna o processo Marcelo Rebelo de Sousa que envolvia um ministro do PSD, também está ainda a ser analisado salvo sei.”

    Pois. E o Povo foi sensato, não foi?

    Se eles tentam calar os jornalistas, merecem condenação.

    Eu devo ser dos que menos gosto do jornalismo português. Que é rasca e faz campanha política pelos seus partidos escondidos. Mas uma coisa é chamar-lhes incompetentes. Ou é mandar calar os gajos.

    O que se passou hoje é de tal forma grotesco, que quem defende o Pinócrates e os gajos da Prisa deviam também serem calados. Era porreiro se os jornalistas fizessem grece e não transmistissem o que dizem os Pinócrates. Aprendiam uma grande lição. Aprendiam a dar o valor à liberdade da imprensa, um dos pilares de qualquer regime democrático.

    E existe medo em Portugal. Muito medo. Há pessoas que já me confessaram que dependem muito de outros e não podem ser livres como o desejam e exprimir os seus pontos de vista. Têm empregos precários, dívidas ao banco e contas para pagar ao fim do mês. E os Pinócrates deste paísa aproveitam-se das fragilidades alheias para lhes chantagear, como fazem as familias mafiosas.

    E quem defende este comportamento grotesco do Pinócrates merece o mesmo tipo de desprezo que eu tenho por ele.

    anti-comuna

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  24. Leal Conselheiro's avatar
    3 Setembro, 2009 20:28

    Esta gente não percebe o caso da SIC.
    É precisamente por o Balsemão, como dono e administrador da estação, não se intrometer na linha editorial – o que a lei não lhe consente -, que aquilo se tornou numa secção do PS, graças à tendência dominante na direcção jornalística.
    Será preciso um desenho?

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  25. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:30

    Anti-comuna quem despreza ou não a mim não me diz respeito. Nada do que disse mudo, precaução e pensamento ponderado em factos concretos são no que eu acredito. Se forem culpados que tenham a pena merecida, se não, que saiam em total liberdade e de nome lavado. Agora isto só se faz ponderando bem.

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  26. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:33

    Leal Conselheiro como já disso a outras pessoas está a ser parcial. Quer-me dizer que os dirigentes políticos, do PSD, em órgãos de comunicação social são totalmente imparciais e que os do PS não. Faltam provas para tal afirmação. Sensato será pensar que não há santos.

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  27. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:37

    “Agora isto só se faz ponderando bem.”

    Meu amigo, com o controlo de parte da Justiça por parte deste PS, como pensa que isto se resolve? Só mesmo com o desprezo público, como se fazem nas sociedades com uma sociedade civil mais activa e forte.

    Em Portugal ser criminoso compensa. E a única forma, em vez das barricadas populares, é a censura pública a quem censura os jornalistas. Neste caso a TVI, que deveria perder a licença de emitir; e o Pinócrates, que publicamente demonstrou que era sua intenção acabar com o Jornal Nacional e afastar a MMG dos ecráns de televisão.

    Não precisa de ponderar muito. Para haver crime tem que haver motivos. E eles estão aí em cima da mesa: impedir que a MMG revele o que descobriu nas suas investigações, que envolve o Primeiro-Ministro, suspeito de corrupção por amplos sectores da opinião pública.

    Ora, eu não quero viver num regime á moda do Chavez ou do Botas. Quer que haja Liberdade em Portugal. E hoje ela não existe. Kaputt! Foi-se!

    E como bem argumenta um comentador por aí, se deixarmos impunes estes sacanas, no futuro será pior. Eles abusarão como abusa este Pinócrates, porque sabem que se safam.

    anti-comuna

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  28. Crossfire's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:42

    Anti-comuna voltamos a nossa questão central. Também acredita que nos tribunais toda a gente com poder é do PS? Você está mesmo a ver o PSD sem qualquer poder/controlo sobre nada? Se existissem assim tantos socialistas não se falava que o PSD poderia tirar a maioria absoluta ao PS ou mesmo ganhar as eleições.

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  29. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:48

    “Também acredita que nos tribunais toda a gente com poder é do PS?”

    Quer um número? 80%. E sabe onde se controla mais? No MP e depois nas instâncias superiores.

    Posso provar? Directamente, não. Mas indirectamente, sim. Temos o caso do gajo do Eurojust. Ou a Candida Almeida, que sempre se recusou a investigar o envolvimento do Pinócrates no caso Freeport, após ter retirado o processo das mãos de outros MPs, que poderiam ser incómodos para o poder.

    Dirá. Não haverá no PSD o mesmo tipo de comportamentos? Ah! Claro que há. Mas muito menos. A coutada é PS/PCP. Desde o 25 de Abril que assim é.

    “Se existissem assim tantos socialistas não se falava que o PSD poderia tirar a maioria absoluta ao PS ou mesmo ganhar as eleições.”

    A estratégia do PS é uma cópia da do PCP, durante o PREC: dominar os lugar-chave da AP e do poder judicial.

    O PS mais tarde refinou e tenta controlar o poderio económico-financeiro, que disputou a meias com o PSD mas hoje é quase tudo do PS:

    BES; BCP; CGD; EDP; Galp; PT, Mota Engil, etc.

    O PS é hoje uma máquina sofisticada de corrupção e controlo do poder. É uma espécie de PRI mexicano.

    Depois ainda tenta controlar a imprensa, que divide a meias com o BE.

    Parece complicado? Não o é. É a forma de ver o mundo que estes socialistas têm.

    anti-comuna

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  30. FD's avatar
    3 Setembro, 2009 20:49

    Sim, nós como somos uma democracia avançada e com largos anos de experiência podemos dar-nos ao luxo de negar os exemplos la’ fora de meios de comunicação social que publicamente defendem / apoiam certos candidatos ou partidos políticos.
    Se a TVI não defende publicamente, certamente não apoia, esta’ no seu direito, e’ um canal privado.
    A campanha Obama teve milhares de claros apoiantes nos media não oficialmente assumidos. Exemplos internacionais e nacionais (la’ e ca’) e ninguém levantou um dedo que fosse.. Ja’ para não falar dos inúmeros ataques ao qual Bush foi alvo, também ninguém criticou, era normal, o Bush era o mau. A Esquerda esquece-se tão rapidamente! Qualquer coisa de semelhante com Socrates e o Sr Ministro tinha lançado uma Jihad.
    Agora ja’ e’ isto e aquilo…
    Na altura o que interessava era acabar com a era Bush. Pois bem, secalhar o intuito aqui e’ acabar com a era Socrates, pode-se ?

    Mas e’ curioso, no mínimo!

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  31. Desconhecida's avatar
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    3 Setembro, 2009 20:51

    A ERC parece que vai levar por diante o ataque à TVI:

    “A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) decidiu a abertura «imediata» de um processo de averiguações à extinção do Jornal de Sexta da TVI.”

    In http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/erc-azeredo-lopes-jornal-de-sexta-tvi24/1086645-4071.html

    O Cavaco vai estar calado muito tempo? Ou não tem uma palavra a dizer.

    É desta que a PT vai ter o seu canal. 😉

    anti-comuna

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  32. zangado's avatar
    zangado permalink
    3 Setembro, 2009 21:02

    Desde o 25 de Abril que, nas redacções dos jornais e da televisão, depois também na SIC e TVI, se acoitaram muitos indivíduos auto-proclamados jornalistas ou com carteira profissional e uma série de comentadores e cada um, salvo honrosas excepções, puxa a brasa para a sua sardinha. No desporto é um autêntico escândalo, com indivíduos a apresentar e comentar, comextrema parcialidade, o que se passa nos jogos, escondendo os fretes ao clube vermelho e inventando e repetindo à exaustão o que teimam em ver nos adversários.
    Na política e notícias em geral, dominam os interesses partidários e económicos, que têm por trás a Maçonaria, o lobby gay, construtores civis e empresas interessadas em ganhar concursos de obras estatais de muitos milhões, …
    Para entreter os espectadores ou leitores, inventa-se ou devassa-se a vida privada deste e daquela, muitos dos quais até gostam de aparecer nas revistas sociais e jornais, acabando por ser convidados para participar em programas televisivos popularuchos e noutros altamente corruptores dos espectadores mais novos. Para essa gente, de carro, roupa, férias e outras mordomias pagas, tudo vale, apenas o dinheiro e a fama interessam.
    Num país livre precisamos de uma imprensa livre, com opiniões diferentes para os leitores e espectadores poderem conhecer os 2 ou mais lados da verdade e não apenas uma versão, a do poder político ou económico ou a do jornalista sectário. Se ela não existir e muitos jornais antigos e respeitados, de Lisboa e Porto, acabaram, temos um problema: já não bastava os jornais em vez de terem os seus repórteres que mandavam aos locais agora se limitarem a adquirir as notícias às agências e, assim, ouvimos e lemos o mesmo nos vários órgãos da imprensa também estaremos prestes a ter uma única versão, a oficial, dos factos. Mandam-se Magalhães para a Venezuela e importam-se os conceitos de acabar com a imprensa e televisão não colaborantes com o regime? Já chegamos outra vez a um novo PREC?
    Então, como em 1974-75 é preciso combater a nova ditadura, saja qual for a sua cor ou tendência e acabar com a palhaçada do políticamente correcto, chamando os bois pelos nomes.

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  33. Crossfire's avatar
    Crossfire permalink
    3 Setembro, 2009 21:03

    Anti-comuna, que posso dizer, respeito a sua opinião, mas não consigo concordar com ela. Conheço muita gente, quer na administração pública quer em meios de comunicação, nos mais variados lugares que puxam para ambos os lados, que levam a sua ideologia para as escolas etc etc. Se não atenda no facto de muitas vezes muda o governo mudam os gestores, chefes, dirigentes de muita coisa.

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  34. Desconhecida's avatar
    Joao Fernandes permalink
    3 Setembro, 2009 21:59

    Temos Diácono Remédios!

    “Falem à vontade, mas com juí-zo…”

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  35. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Setembro, 2009 22:31

    -Vitória a todo o custo…-A todo o custo?… -A todo o custo!…

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  36. Desconhecida's avatar
    Carlos permalink
    3 Setembro, 2009 22:38

    Os comentadores xuxas da sic e tvi dizem ” era preciso o PS / PM serem muito estúpidos para correrem com MMG a 3 meses das eleiçõs “….extraordinário, as TV´s matam-se por audiencias e a administração da TVI diz que acaba com o jornal que lhe dá maiores audiências por questões economico/empresariais ?????e os comentadores xuxas repetem isto até à exaustão. Será que acham que somos todos idiotas…santa ingenuidade

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  37. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Setembro, 2009 23:05

    Bem-vindos á Venezuela da Europa

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  38. Helena's avatar
    4 Setembro, 2009 00:08

    Este texto foi publicado pelo jornalista Joaquim Vieira na «Grande Reportagem» entre 3 de
    Setembro e 1 de Outubro de 2005. Curiosamente, duas semanas depois, o jornalista foi
    demitido e, um mês depois, a histórica revista terminou a sua publicação. Até hoje.

    O POLVO,
    po Joaquim Vieira

    «Além da brigada do reumático que é agora a sua comissão, outra faceta distingue esta
    candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores: surge após a edição de Contos
    Proibidos – Memórias de Um PS Desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.
    O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial, veio a
    público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos
    poderes da República. Em síntese, que diz Mateus? Que, após ganhar as primeiras
    presidenciais, em 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial
    destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo
    competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares
    detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava
    uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era
    financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias,
    Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para
    orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências
    particulares. Que, no exercício do seu «magistério de influência» (palavras suas, noutro
    contexto), convocou alguns magnatas internacionais – Rupert Murdoch, Silvio Berlusconi,
    Robert Maxwell e Stanley Ho – para o visitarem na Presidência da República e se
    associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus
    investimentos em Portugal. Note-se que o «Presidente de todos os portugueses» não
    convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar
    de os contribuintes suportarem despesas da estada. Que moral tem um país para criticar
    Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha
    normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações? E que foi feito dos
    negócios do Presidente Soares? Pela relevância do tema, ficará para próximo
    desenvolvimento.

    A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio,
    agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos, eterna ponte
    entre política e vida económica, Carlos Melancia, seu ex-ministro, e o próprio filho,
    João.
    A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações
    Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança),
    as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência
    em Belém – relata Mateus em Contos Proibidos.
    Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.
    Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio
    Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo)
    visitar Belém.
    Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto,
    mas tudo se gorou por divergências no investimento.
    Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um
    memorando interno sobre a associação a “amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares”,
    com vista a “garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares
    e, assumimos, apoiar a sua reeleição”.
    Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em
    Belém credenciais socialistas.
    Soares daria ordem para se fazer o negócio com este.
    O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.
    Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu “mensalão”.
    Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à
    Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
    Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.
    Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.
    O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais
    – episódio a merecer análise própria.

    A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua
    eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava “com muitas dezenas de
    milhares de contos “oferecidos” por (Robert) Maxwell (…), consideráveis valores oriundos
    do “ex-MASP” e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos.”
    Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar
    no território administração pública e negócios privados.
    Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas
    receitas publicitárias.
    Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como “um dos grandes
    vigaristas internacionais”, recua.
    O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de
    popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é
    depositário e permitem controlar a empresa.
    O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado – tal como há semanas sucedeu noutro
    contexto a Manuel Alegre.
    Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.
    E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros)
    pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o
    envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.
    O Governador cala-se.
    Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala.
    Então Mateus dá o documento a ‘O Independente’, daqui nascendo o “escândalo do fax de
    Macau”.
    Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a
    sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua
    comitiva) para minimizar os estragos.
    Mas o processo é inevitável.
    Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.
    Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de “dádiva
    pública”) não se destinou de facto a Melancia mas “à Emaudio ou a quem o Presidente da
    República decidisse”.
    Quem afinal devia ser réu?
    Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais
    fácil – mais confortável – ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita
    que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida, e as dúvidas,
    os boatos, os rumores, a ‘fama’ persistem.
    E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruíndo de vez a confiança dos
    portugueses nas instituições.
    Por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até…
    da própria sombra.

    Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público
    entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde
    Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral
    adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o
    próprio Soares.
    Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República,
    Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma
    investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há
    quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação
    “mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
    Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão
    mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau,
    Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
    Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares,
    explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a
    querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos
    Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da
    República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
    Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante
    uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o
    grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada
    por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico
    da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos
    lucros de milhões de contos”.
    Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova
    instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos,
    nem nunca será.

    As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos,
    tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura
    ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela
    “traição” a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de
    imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação
    social que sempre o tratou com indulgência.)
    Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma
    fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um
    frente-a-frente com Mateus – todos recusaram. A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes
    de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i)moral da III República, e o
    próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre
    os grandes problemas da Nação.
    Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o
    anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de
    Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis,
    viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ílidio Pinho,
    que o Presidente fizera aliar a Maxwell. Dos notáveis próximos da candidatura do “pai da
    pátria”, há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António
    Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino,
    conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com
    os dinheiros de Stanley Ho.
    Outros ex-“macaenses” influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como
    director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o
    soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador
    Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau.
    Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração?
    E depois, Macau, sempre Macau.»

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  39. Helena's avatar
    4 Setembro, 2009 00:11

    Caso Freeport
    Criado sábado, 10 de Janeiro de 2009
    Última actualização sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

    No processo Freeport há papéis que se confundem por via das funções actuais e passadas de
    alguns intervenientes

    Justiça
    O mundo pequeno do caso Freeport

    14.02.2009
    Os Governos de António Guterres funcionaram como epicentro, mas não só. De algum modo, no
    processo Freeport, investigadores e investigados cruzaram-se ali. Um deles teria sido
    escolhido para substituir Souto de Moura. Amizades? Ressentimentos? Coincidências? Um
    retrato de um mundo pequeno, num pequeno país.

    Cândida Almeida: No centro do turbilhão

    Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Foi membro da
    comissão de honra da candidatura de Mário Soares à Presidência da República nas eleições
    de 2006.

    O DCIAP avocou, em Setembro passado, o processo Freeport, a cargo desde 2004 do
    Ministério Público (MP) do Montijo e da Polícia Judiciária de Setúbal. Por altura desta
    transferência já a polícia inglesa tinha iniciado diligências. Em Novembro, Cândida
    Almeida reuniu-se com magistrados e investigadores ingleses na sede do Eurojust, em Haia.
    O Eurojust, criado em 2002, é um órgão da União Europeia (UE) de cooperação judiciária em
    matéria penal, actualmente presidido pelo português José Lopes da Mota.

    Na reunião de Haia, Cândida Almeida terá tomado conhecimento do DVD, em poder dos
    investigadores ingleses, em que Charles Smith, sócio da empresa de consultoria
    Smith&Pedro, que intermediou o licenciamento do Freeport, admite alegadamente o pagamento
    de luvas a José Sócrates, ministro do Ambiente na altura em que a construção do outlet
    foi autorizada, em 2002. A responsável portuguesa recusou a proposta dos investigadores
    ingleses para a constituição de equipas mistas de investigação.

    http://www.dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=2708&id=1365180

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