O mundo anda mesmo ao contrário
5 Setembro, 2009
68 comentários
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Então não é que indo aqui cheguei aqui e, por momentos, não fosse aquela expressão primeiro-ministro a confundir as coisas e até se imaginaria que eles estavam a solidarizar-se com o Bush.
Força camarada Helena
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Até parece “pagos à peça”…
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A MFL, acabou por dar o mau exemplo a Portugal, com o beija mão a Merkel e esta, tratou-a a 1º de Ministra de Portugal (?) abaixo de cadela.
Entrou mal na senda internacional, convenhamos
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O Queiroz pode fazer as malas e procurar quem lhe apare as manias de campeão de Juniores…procure patrão…fale com CAvaco Silva para lhe dar guarida
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O que parece ainda ninguém ter reparado, é que a Prisa está em sérias dificuldades financeiras, necessitando de uma injecção de capital de pelo menos 300 milhões de euros até Outubro, para responder à pressão financeira dos bancos que concederam à empresa um adiamento nos empréstimos actuais, numa altura em que a dívida total da empresa ultrapassa os cinco mil milhões de euros.
Sabem quanto ganha a Moura Guedes?
Dou um doce a quem adivinhar.
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recebeu-a no sitio certo, 1 hora á espera na porta da CDU, nem autorizou show off que tanto queria.
este simulacrado de lider internacional, vai ter seguimento…vai ser recebida pelo Rei de Espanha, a pedido do Balsemão?
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5. Sabe quanto custa tirar do ar um programa com aquelas audiências? Os ordenados são trocos ao pé desse custo.
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«O que parece ainda ninguém ter reparado, é que a Prisa está em sérias dificuldades financeiras, necessitando de uma injecção de capital de pelo menos 300 milhões de euros até Outubro, para responder à pressão financeira dos bancos que concederam à empresa um adiamento nos empréstimos actuais, numa altura em que a dívida total da empresa ultrapassa os cinco mil milhões de euros.
Sabem quanto ganha a Moura Guedes?»
Pois, é por isso que acabam com um bom negócio.
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Helena a questão pode ser outra. Como já muito se escreveu antes e depois deste caso, diz-se que um dos problemas do “Jornal Nacional” era que, com o seu estilo, e tudo o que isso englobava, as marcas não desejavam patrocinar este programa. Por outro lado, pelo mesmo estilo, a venda da estação, caso a Prisa precise mesmo de capital, ficaria mais complicada, pois quem a comprasse associar-se-ia as opiniões expostas naquela estação, fazendo com que a desejada imparcialidade e qualidade do jornalismo (que são a “alma do negócio”)ficassem comprometidas.
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sei lá , por uma questão de custos e tempo , acho que é mais sensato mandar a rapariga embora que continuar a por processos a torto e a direito .
e não percebo a dificuldade em imaginar que foi o ps : não houve uma médica , directora de qualquer coisa , despachada por ter um cartaz qualquer lá no centro de saúde ou coisa parecida ? e uns bófias á porta de uma escola? e um tal prof que foi despachado por uma anedota? e suponho que haverá mais histórias parecidas. Quem se mete com o ps , leva : é este o lema oficial amedrontador , não é? quem não quer ser lobo , não lhe veste a pele.
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#10
Para mim o problema que suscita, caso Prof. Charua por exemplo, têm uma só razão de existir: o problema não foi, em si a piada, mas sim onde foi colocada. Não se esqueça que a escola tem como princípio ser apolítica e plural. Por isso mesmo não se pode por artigos de opinião política dentro das escolas. Estas são local de ensino e não de divulgação de convicções políticas.
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Como em Portugal o desgoverno engana os pacóvios. Esta tem mesmo piada:
“Em Portugal, o contributo das energias renováveis para o consumo bruto de energia eléctrica do país (produção bruta + saldo importador de energia eléctrica) tem dois números possíveis : o real e o oficial.
Vejamos o que podemos encontrar nos últimos anos, recuando até 2001 :
Em 2008, um contributo real de 27,8 % foi corrigido para 43,3 %.
Em 2007 um contributo real de 31,1 % foi corrigido para 42,7 %.
Em 2006, um contributo real de 30,6 % foi corrigido para 36,0 %.
Em 2005, um contributo real de 16,8 % foi corrigido para 35,9 %.
Em 2004, um contributo real de 25,2 % foi corrigido para 35,3 %.
Em 2003, um contributo real de 37,3 % foi corrigido para 34,6 %.
Em 2002, um contributo real de 21,8 % foi corrigido para 32,3 %.
Em 2001, um contributo real de 35,5 % foi corrigido para 36,2 %.
Ou seja, com excepção do ano relativamente afastado de 2003, os números oficiais têm sido sempre superiores aos números reais, em vários pontos percentuais. Um verdadeiro milagre das renováveis…”
O resto é ainda mais interessante. Ler aqui:
http://mitos-climaticos.blogspot.com/2009/08/o-milagre-das-renovaveis-em-portugal.html
No país das maravilhas socráticas tudo é possível. O Vale & Azevedo à beira deste era um menino de coro. lol
anti-comuna
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#7.
“Não podemos ter 50% de share num dia e 13% no outro. Aquilo era uma palhaçada” – Paes do Amaral.
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“o problema não foi, em si a piada, mas sim onde foi colocada.”
Ou seja, nem na casa de banho se pode ler o Avante. É isso?
Vou ali e já venho. O tipo contou uma anedota em privado, pois estava numa reunião privada. Não a contou aos putos.
Mas se levassemos as suas ideias até ao limite, os manuais eram todos censurados, pois louvam muito o Mário Soares, nas matérias relacionadas com o 25 de Abril e a oposição ao Botas.
Enfim, arranje-se sempre uma desculpa para justificar a perseguição política e censura, não é assim?
anti-comuna
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ah pois 11 , e como interpreta uma história de meninos numa escola com o magalhulho a fazerem um video de promoção política? sem os pais fazerem a miníma?
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5,
Não vá ‘por aí’, por esses argumentos próprios para entreter ignorantes e indigentes.
Há, alguma televisão )lovre de pressões !…) que retire um telejornal, um tempo, com aquela audiência, sem que esteja por trás algo que se tornará cada vez mais evidente e que não é, como MSoares insinuou, “questões duma empresa”, e vc parece corroborar com a estorieta do ordenado de Manuela Moura Guedes ?
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9. Os programas de informação não têm patrocínios
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Errata
Segundo parágrafo, “(livre de pressões !…)”
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Anti-comuna se for ver aos manuais que referem mencionam todos os governos e isso faz parte da formação histórica e cultural dos estudantes, não confundamos as coisas. Depois isto não é uma desculpa para censura nenhuma, é só o facto que o problema se deveu ao facto de onde a piada foi contada, pois estavam ambos numa escola e em funções. Você quando em privado lê o que bem lhe prover na casa de banho, por isso pode continuar a ler a Avante, descanse.
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Têm sim Helena, têm lugar durante os intervalos. É por essa razão que são feitos. Agora quanto mais apetecível essa associação, mais as empresas pagam por esse espaço.
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deixem-se mas é de merdas: já é mais que tempo para haver um link para o blog aí na coluna “2. Ligações”. 🙂
cumprimentos
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A propósito de pressões, de sacudidelas de água do capote e de outros extemporâneos comportamentos que têm um nome – eleitoralite – leia-se este documento da insuspeitíssima ERC:
Click to access Audi%E7%E3o%20vers%E3o%20JMF.pdf
Começa a parecer estranho considerar este caso de Manuela Moura Guedes uma “ilha” isolada de toda uma estratégia concertada e premeditada
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Camarigueira
Camarada, Amiga e Companheira
Estou a ler “O Dossiê Sócrates” de António Balbino Caldeira que teve a sua excelsa colaboração. Digo-lhe, juntando-me ao seu camarada Autor e ao acólito José Maria Martins
405 páginas são muita página
5.300 exemplares ja descarregados da lulu são obra
Você não tem vergonha ter ter colaborado nesta….porcaria ?????
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“Os programas de informação não têm patrocínios.”
Ambliopia? Então e os intervalos?
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««Têm sim Helena, têm lugar durante os intervalos. É por essa razão que são feitos. Agora quanto mais apetecível essa associação, mais as empresas pagam por esse espaço.»»
Então e o que é mais apetecível para os anunciantes, ter 50% ou 13% de share?
Please…
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20. Mas isso não é patrocínio. É publicidade. Contudo esta é vendida com base em audiências. As centrais de compra orientam-se pelas audiências, share, custo por contacto… Programas como o Big Brother tiveram excelentes patrocínios pois tinham audiência garantida. Se sugere que neste caso as próprias centrais de compar de pub não a queriam inserir nos intervalos desse programa noticioso então a dizer que provavelmente pela primeira vez em Portugal os anunciantes não querem colocar o seu produto junto a um programa de informação e mesmo em relação aos de entretenimento dificilmente os anunciantes se preocupam com mais do que o custo por contacto junto do target que lhes interessa.
Logo espero que tenha consciência que aquilo que afirma é gravíssimo pois é necessário um clima d emedo muito forte para chegar aí.
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#25
A questão não é o share é a associação às suas ideias políticas porque nenhuma empresa quer alienar faixas da população.
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não há nenhum post sobre mais um fracaso do Scolari??
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«alienar faixas da população»? – mas se o Jornal nacional era o mais visto esse problema devia sim colocar-se aos outros noticiários que perdiam espectadores para o da TVI
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Helenafmatos
Se ler o que o Paulo Gorjão publicou (http://gorjao.eu/), talvez entenda um pouco mais longe.
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#27
Então mas está a dizer que as pessoas que constituem 50% do share vêm uma coisa que não gostam? São obrigadas? São parvas?
Please…
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Qual clima de medo Helena?? Referi-me a gestão de negócios. Nenhuma empresa quer alienar os seus clientes de direita ou de esquerda, querem-se manter neutros, o que não aconteceria se apoiassem este programa, uma vez que como você postou ainda hoje naquele vídeo de promoção, este estava fortemente empenhado num confronto político. A publicidade é paga conforme as audiências dos programas, como disse, mas uma forma de pagar um patrocínio é anunciando, por isso é que certa publicidade passa mais frequentemente durante certos períodos de tempo do que outras.
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#27
Não, nada disso, não qualifico ninguém desse modo. Mas é verdade que muita gente, agora para o seu final, via o programa não por concordar com o que lá se afirmava, mas sim por querer ver que caso, que peripécia a senhora iria dizer/fazer. Exemplo disto foi a entrevista a Marinho Pinto, onde as opiniões foram quase unânimes em que aquilo seria tudo menos uma entrevista, ou mesmo o share alcançado pela TVI na sexta.
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O trafulha do sokas bem merecia que todos os jornais e rádios e TVs o “massacrassem”. Por tudo: pela vaidade histérica e um pouco amaricada, pelos “cursos” ganhos na farinha maizena, pelos mamarrachos que só assinou, pela mentirada destes 4,5 anos, pela fripòr, pelas inaugurações de planos estratégicos e de 1ªs pedras, por fazer de nós burros e anormais.
Infelizmente, ainda andam com punhos de renda sobre tudo isto e a massa que este trafulha enfiou ao bolso com a fripòr e não só. A MMG e a equipa do JN6ª eram a excepção.
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Logo pretende dizer que quem tem automóveis para vender ou latas de atum não coloca publicidade no intervalo do Jornal nacional porque tem receio que os telespectadores pensem que o facto daquelas marcas estarem ali é uma forma de apoiarem um programa que não é favorável ao primeiro-ministro. E vai daí escolhem outra marca de carro ou outro atum. Acha que faz sentido?
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33. E o Miguel Sousa Tavares a entrevistar o Rui mateus foi um grande momento do jornalismo português?
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Obviamente que sim. Dou-lhe um exemplo simples. Acha que se uma marca automóvel, como você referiu, se associar a nível nacional ao Sport Lisboa e Benfica, colocar a ele referências e tudo mais, acha que os adeptos do Futebol Clube do Porto vão estar tentados em comprar esses veículos, pela publicidade. Neste caso o efeito do anúncio é o inverso, afasta-lo-à do produto.
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os anunciantes é que têm todo o interesse , se tiverem money para isso , em que os seus produtos passem naquilo que a malta vê . é simples. se o jornal passar a ser visto por ninguém ,a tv perde os anúncios que mais lhe dão a ganhar. ou os anunciantes são tótós?
O axn e a fox , que começaram por ser livres de publicidade , por exemplo , à medida que foram ganhando adeptos , lá se foi o sossego e agora tenho de gramar anúncios.
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Se não me engano Miguel Sousa Tavares é comentador político na TVI, às terças-feiras, onde o jornal nacional não tinha tantas audiências certo? Não faço ideia pois não assisti a essa entrevista, como pode imaginar é impossível acompanhar todos os pormenores da vida política e jornalística portuguesa.
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#38
Os canais que usa a título de exemplo não têm qualquer posição política, logo mantendo-se neutros. Como anteriormente expôs, penso ter sido esse o problema, de falta de neutralidade, que levou, como muitos comentaram, à falta de apoio financeiro ao programa.
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«Rui Mateus foi entrevistado pelo Miguel Sousa Tavares na SIC, e a primeira pergunta que este lhe fez foi: ‘Então, como é que se sente na pele de um traidor?’ Toda a entrevista decorreu sob essa ideia.”» http://oinsurgente.org/2009/09/02/contos-proibidos-memorias-de-um-ps-desconhecido-de-rui-mateus-o-livro-que-desapareceu/
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«penso ter sido esse o problema, de falta de neutralidade, que levou, como muitos comentaram, à falta de apoio financeiro ao programa.» Quem são esses muitos? Onde estão? O assunto interessa-me extraordinariamente pois como faço pesquisa para séries e programas de televisão – nunca nenhum deles passou na TVI – jamais encontrei por parte das administrações essa informação de que os anunciantes preferiam programas com menores audiências. Logo se ao menos me indicar uma meia dúzia desses muitos que diz que têm essa tese fazia-me um extraordinário favor
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Obrigado por me indicar o local onde podia encontrar o relato destes factos, pois era uma passagem que de facto desconhecia. Quanto a afirmação de Miguel Tavares é claro que a condeno veemente esse tipo de jornalismo, seja contra quem for. Agora ambos as peças/estilos estão errados e contra a lei. Criticar este tipo de jornalismo, presente em ambos os casos, como você o faz, é saudável e não constituí qualquer acto de censura, seu ou de ninguém está a ver. O que se defende com estas criticas é precisamente o direito de quem é visado por estas violações.
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Peço desculpa se duplicar este post, mas apesar de o blog me indicar que já foi postado não o consigo visionar.
“Helena já lhe expôs outras alternativas, que se têm debatido, justificadoras dos problemas financeiros que o programa teria, e em que moldes é que isso se poderia desenrolar, na minha opinião. Se você tem contacto directo com estas realidades, então mais facilmente poderá comprovar por si, se é um facto ou não, que este tipo de associações podem ser más para um produto.”
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o sousa tavares correu o risco de levar nos cornos em directo.
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José Manuel Santos Ferreira disse
28 Maio, 2009 às 10:54 pm
Porra
Porque é que apagas o que eu ponho aqui ??
Não é verdade ???
PS: 38,0%
PSD: 31,1%
BE: 8,5%
CDU (PCP): 7,9%
CDS-PP: 6,3%
Eu aqui resumo o sentimento de todos os que blogão aqui
É mentira ???
Um ex-comunista é assim, um acólito do PS.
Agora deve estar a ver as estrelas da URSS mesmo por cima da sede do PS, no Rato.
Pessoa que perdeu o sentido das coisas e da realidade portguesa,que chama aos funcionários públicos “camarilha”.
Um ex-comunista para que então todos deveriam ser funcionários públicos, pois essa era cartilha da URSS.
Está senil.
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” Depois isto não é uma desculpa para censura nenhuma, é só o facto que o problema se deveu ao facto de onde a piada foi contada, pois estavam ambos numa escola e em funções.2
Estavam numa escola, mas num gabinete fechado e numa conversa privada:
“No texto, conta também o seu afastamento. “Transcreve-se um comentário jocoso feito por mim, dentro de um gabinete a um “colega” e retirado do anedotário nacional do caso Sócrates/Independente, pinta-se, maldosamente de insulto, leva-se à directora regional de Educação do Norte, bloqueia-se devidamente o computador pessoal do serviço e, em fogo vivo, e a seco, surge o resultado: “Suspendo-o preventivamente, instauro-lhe processo disciplinar, participo ao Ministério Público””, escreve.”
In http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1294471
Em nada influenciou o decorrer normal pedagógico da escola. A moda de então, que o Pinócrates queria transparecer, era que ele era líder de um governo duro e que não permitia, pasme-se, faltas de respeito.
Essa mania do gajo querer armar-se em ditador chegou ao cúmulo de mandar para a reforma um polícia sindicalista, só porque este, numa manifestação e não em funções, amndou o gajo pentear macacos para o Kénia.
Veja lá se o padrão não lhe faz sentir que o tipo é mesmo desequilibrado mental?
Dsde quando um funcionário público não pode desabafar com colegas? Sem ter nada a ver com as funções que exerce?
Sabe? Faz-me lembrar aquele papelinho que se assinava, declarando-se não pertencer ao partido comunista, para se ser admitido na função pública. A mentalidade é a mesma.
anti-comuna
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“José Manuel Santos Ferreira disse
5 Setembro, 2009 às 10:43 pm
Camarigueira
Camarada, Amiga e Companheira
Estou a ler “O Dossiê Sócrates” de António Balbino Caldeira que teve a sua excelsa colaboração. Digo-lhe, juntando-me ao seu camarada Autor e ao acólito José Maria Martins […]
Você não tem vergonha ter ter colaborado nesta….porcaria ?????”
Este José M.S.Ferreira é lídimo representante da fina flor do jornalismo português, não é? Jornalismo bizonho, País triste!
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#13,
««“Não podemos ter 50% de share num dia e 13% no outro. Aquilo era uma palhaçada” – Paes do Amaral.»»
O Melhor é acabar com os 50% de share e passar aos 13% no máximo.
Mais vale perder sempre.
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Gostaria de deixar uma pérola do José Manuel Santos Ferreira, no blogue 5dias.net, onde ele chama camarilha aos funcionários públicos.
Aquihttp://5dias.net/wp-content/themes/cincodias/img/5diaslogo500.gif
Um ex-comunista que apoiava a luta do Povo Soviético, no grande esforço para matar milhões nos Gulags e noutros campos de trabalhos forçados e de exterminio da URSS.
Essa gente como o José Manuel Santos Ferreira está mais cega que os doentes do Hospital de Santa Maria.
O PS serve-se destes individuos e da sua ignorância para tornar Portugal um bairro de lata da Europa.
Essa gente vive sempre noutro tempo histórico, e por isso as asneiras pegadas que vão largando, porque nada mais têm para fazer e a cultura mais não lhes permite.
E daí se vê que, a meia dúzia de dias das eleições europeias, o Fereira ainda dava aqui num comentário 38% para o PS…
E depois vem-me chamar acólito?
Escravo da ignorância é o que ele é.
Cale-se e vá para os jardins jogar à sueca com os trabalhadores reformados da CP e da CUF.
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Peço desculpa pela demora nas respostas. O que aconteceu é que deixei de conseguir postar usando o meu endereço que tinha, a este site, dedicado.
Para Helena Matos:
“Helena já lhe expôs outras alternativas, que se têm debatido, justificadoras dos problemas financeiros que o programa teria, e em que moldes é que isso se poderia desenrolar, na minha opinião. Se você tem contacto directo com estas realidades, então mais facilmente poderá comprovar por si, se é um facto ou não, que este tipo de associações podem ser más para um produto.”
Para Anti-comuna:
O que lhe afirmei foi que a base para o processo foi o local onde a piada foi dita, e creio ter sido esse o fundamento do colega para apresentar uma queixa. Volto a afirmar-lhe que não se trata de desculpa para qualquer possível censura, pois por exemplo, não sei se o acontecido, caí, juridicamente, nalgum caso previsto por lei, que leve à instauração deste processo obrigatoriamente, pelo que não posso determinar se este foi ou não um acto deliberado de censura.
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bem , fiquei a saber que as pessoas psd/cds compram produtos anunciados em tvs politizadas à direita , os ps nas politizadas à “esquerda”. o pcp e o be é que não sei..acho que também curtiam o jornal de 6ª.
Arranjei modo de os distinguir :vou ver os anúncios da rtp e quem tiver esses produtos é ps ; da tvi , psd/ cds ; e pronto , be e pcp , continuarão um mistério para mim.
ou entendi mal e o governo dificultaria a vida a quem anuncie na tvi? terão medo de anunciar no jornal de 6ª? era mau demais.
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#51
É tão somente uma evidência do markting, as empresas preferem, sempre, não se politizarem pois criam arriscam-se a criar antipatias a certos clientes. Ou estarei a vê-lo a comprar um produto que se anuncie como “Produto Oficial do Partido Socialista”? Se quiser compreender totalmente o contexto desta afirmação só terá de ler os meus posts anteriores. Com o que “ficou a saber” tem a total liberdade de tirar as conclusões que quiser.
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Nos últimos dias a lógica inverteu-se,
-Sócrates/PS não influenciou o fim do jornal de sexta porque… é o principal beneficiado
-Os donos da TVI acabaram com o jornal de sexta porque… tinha os melhores shares (50%)
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Isto anda cá por baixo, nem se atinando uma linha de conduta.
E já ao menos o “Eixo do Mal” teve hoje uma, de bando de falas-barato, aquela Clara Ferreira, à PS, medíocres e invejosos.
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E o director da PJ que vem logo na própria sexta dizer que a carta anónima que implica o primo de Sócrates é “destituída de fundamento”, pretendendo descredibilizar a notícia da TVI quando na peça, nunca é referida carta nenhuma.
Se este director da PJ em vez de fazer serviço de “Relações Públicas na hora” fosse investigar, via que “o Bernardo” e “o Gordo” são referidos em e-mails apreendidos e no vídeo do Charles Smith. Aliás, a TVI disse que “o Gordo” foi identificado por dois dos arguidos.
Donde apareceu esta carta anónima?
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mesmo que as tvs estejam politizadas , se tiver em conta os números da abstenção…acho que muita , muita gente se está borrifando para a politização seja do que fôr. aos olhos da maior parte das pessoas político é todo igual , logo , isso que diz deverá aplicar-se a uns pequenos desvios da amostra , aos que vivem da política , e produto não sobrevive só comprado por esses.
Os programas com maiores audiências são quase todos da tvi ( morangos , novelas , jornais , big e concursos da treta )acha mesmo que quem vê isso liga a política?
se deixarem de anunciar aí ?
só resta a hipótese de desagrado ao governo em funções e possíveis represálias.
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“O que lhe afirmei foi que a base para o processo foi o local onde a piada foi dita, e creio ter sido esse o fundamento do colega para apresentar uma queixa.”
Pior a emenda que o soneto. Nesse caso, até na retrete estou impedido de ler o Avante. Se o problema é o local.
Mas veja lá o quanto de irónico é essa candura para atitudes persecutórias contra quem diz paiadas contra o senhor engenheiro. Já reparou que é nas próprias empresas que se costumam realizar os plenários dos trabalhadores, muitas vezes eles tomam decisões que vão contra o dono das empresas? E isso passa a ser agora ilegal?
Desculpe que lhe diga. Isso é do mais sombrio que pode existir. Proibir opiniões alheias nos locais do Estado s+o porque o sr. engnehiro se acha mais esperto que os demais. Pode ser chico-esperto, mas bom da bola não é com certeza. E pior é que dá cobertura a este tipo de estalinismo que assenta bem na carola de alguns.
Sabe? Já fui insultado por subalternos, quando ainda era puto e tinha que liderar equipas de trabalho. Ouvi piadas e nunca ninguém foi despedido por não gostar de mim, ou por o dizer, de frente ou pelas costas. E todos acabaram por prestar o seu contributo, porque eu sabia separar opiniões do exercício de funções. Hoje, passados tantos anos, continuo a pensar da mesma forma. E hoje, posso dizer com orgulho, todos com quem trabalhei enho amizade.
É a diferença entre quem manda, porque tem poder; e quem manda porque deseja liderar equipas e atingir resultados.
anti-comuna
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#56
Concordo plenamente consigo nesses programas que refere, em que ai pouco importa a politização. Mas atente que este era um jornal com um grande teor político, pelo que acho que o público a que apelava era justamente esse, quer se concordasse ou discordasse, do que ai era dito.
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Anti-comuna já lhe afirmei que não sei se o que aconteceu é passível de se enquadrar nalguma moldura legal por isso não sei se foi censura ou trâmites legais normais. O problema do local, enquadrei-o com a questão de ter sido numa escola, onde se requer, por lei, recato em certas matérias, por isso apontei para ter sido esse o fundamento da queixa, pelo que não emiti mais juízos de valor. Quanto a a leitura da sua avante asseguro que a pode ler, na casa de banho, descansado, que nada o impede.
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Para # 59
Porque fala do que não tem informação credível?
O professor Charrua estava requisitado na DREN (e não numa escola) onde pontefica a gaija mais besta, bronca, salazarista e incompetente que alguém pode imaginar. Uma ex-sindicaleira, imagine-se. Uma controleira.
Numa situação banal, não em trabalho, o Charrua disse uma piada sobre a “inginheiro” a um outro tipo. Tipo “no corredor”. O tipo era um bufo.
Mas, a tal tipa da DREN contou umas piadas sobre o assunto (dias antes, creio), publicamente, num almoço com muitos professores e técnicos. Risota pegada!!! As pessoas presentes no almoço testemunharam.
Imagine-se do que esta gentalha é capaz!
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Esclareça-me “Crossfire” – é mesmo parvo ou está a “armar-se”?
Entre a RTP e a TVI há uma diferença abismal no trabalho jornalístico.
A RTP funciona como porta voz do PM. Um Orgão de comunicação estatal, pago por nós, para servir interesses políticos e de poder (…)
O povo cansou-se de tanta mentira – está confrontado com a realidade, sabe?. E diz, NÃO. A frase que mais oiço é “mete-me nojo”.
A TVI funciona com trabalho de jornalistas e com trabalho de jornalismo de investigação de excelente qualidade. Por essa razão, tem elevada aceitação junto da população. Shares elevados. Informação e ficção portuguesa.
Agora diz que a TVI é “política” e a RTP não é? Está a chamar idiotas às pessoas?!
Quanto ao mercado publicitário, do que conheço, funciona por shares. Vender mais. Aqueles produtos anunciados. É um mercado livre. Não está nessa de ser respeitoso com o senhor presidente do conselho. Têm mais que fazer. Mercado, percebe?
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#60
Os dados que tenho foram que as declarações foram dentro de uma escola e se quiser perceber em o que digo nesse sentido leia os posts anteriores.
#61
Não me veja a sua imagem, no que você se “arma”, é somente do seu respeito. Se acha o jornalismo da TVI de qualidade e o da RTP tendencioso será a sua sensibilidade. O facto é que, se quiser ver, tal como no vídeo de regresso do jornal nacional, a TVI tinha uma só orientação na sua investigação. Quanto à publicidade já expliquei o porquê das marcas não se politizarem, e por isso eu achar que o share não é tudo.
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# 62
«Os dados que tenho foram que as declarações foram dentro de uma escola»
ERRADO. REPITO. O professor Charrua estava REQUISITADO em funções na Direcção Regional de Educação do Norte, há vários anos. A controleira mor (a Magy), como “penalização” e apoio ao bufo, enviou-o (APÓS) para a sua escola de origem – uma Secundária do Porto. Professor de Inglês.
«Os dados que tenho foram que as declarações foram dentro de uma escola e se quiser perceber em o que digo nesse sentido leia os posts anteriores.»
Por isso, me dei ao trabalho de o esclarecer. Todo o seu argumentário é falso.
Estranho que argumente sobre algo de que não dispõe elementos base credíveis.
«Se acha o jornalismo da TVI de qualidade e o da RTP tendencioso será a sua sensibilidade.»
Errado. Esta questão é FACTUAL e nada tem a ver com “sensibilidade”.
«O facto é que, se quiser ver, tal como no vídeo de regresso do jornal nacional, a TVI tinha uma só orientação na sua investigação.»
Decerto via um Jornal Nacional que eu não via. Refere-se ao fripó? Competia à televisão paga por nós (RTP) averiguar/investigar situações muito muito muito graves para o regime democrático em Portugal.
«Quanto à publicidade já expliquei o porquê das marcas não se politizarem, e por isso eu achar que o share não é tudo.»
(Trabalhei) em publicidade e marketing.
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E o médico que estava algures no Minho e que por pôr um cartaz foi saneado…?
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O jornalismo de compromisso
O caso TVI-Jornal de Sexta, continua a dar que falar e escrever. Uma das questões mais interessantes que se desenvolve nos media é a discussão sobre a qualidade intrínseca do jornalismo do Jornal de Sexta.
Para alguns, com destaque para o isentíssimo Emídio Rangel, é um jornalismo vergonhoso. Marinho e Pinto, enquanto jornalista e autor da peça no jornal Diário do Centro sobre Mário S. , não disse mais- nem precisava, porque já sabemos que lado político pretende ocupar no espaço mediático e provavelmente não só. Isenção maior não haverá, por isso mesmo…
Assim, restam várias opiniões negativas como a do director do Expresso, Henrique Monteiro, outro exemplo e modelo de um jornalismo de uma qualidade que ultrapassa fronteiras e já é citado nos corredores do New York Times, para não falar no Guardian ou na BBC.
Henrique Monteiro nem se dá ao trabalho de justificar e fundamentar a sua opinião. Não, é-lhe suficiente debitar que tal jornalismo “é um mau produto” ( sic, et pour cause).
No entanto, outros, como José Manuel Fernandes e Miguel Pinheiro, não topam o tal mau jornalismo e até mencionam exemplos estrangeiros como é o caso de Lou Dobbs da CNN, um jornalista de tv alvo de controvérsia precisamente por causa da opinião misturada com informnação ou Jeremy Paxman da BBC, também alvo de críticas …que não de censura de corte.
A questão essencial no debate entre jornalistas portugueses, em relação ao caso TVI, assume um outro aspecto que esconde o óbvio: os críticos do jornal de Sexta de Manuela Moura Guedes, são geralmente comprometidos politicamente com o poder que está. Emídio Rangel, quem é e o que pretende? Uma oportunidade de regressar à tv e fazer o que fez na SIC. Embora a água de um rio não passe duas veses sob a mesma ponte, Rangel quer construir um barragem mediática que o leve a provar do mesmo poder que já teve e que uma vez o levou a considerar capaz de eleger um presidente, como quem vende um sabonete ou dentífrico. Vergonha jornalística, isto? Não. Apenas pragmatismo de quem nunca deveria ter sido jornalista na vida mas apenas delegado de propaganda.
E os demais críticos que fundamentos apresentam para classificar o jornalismo da TVI à Sexta, como ” execrável”, “abaixo de cão”, ” mau jornalismo”, que argumentos substanciais apresentam e, principalmente, que exemplo pessoal têm para mostrar de que são não só arautos de um jornalismo de qualidade mas também o praticam?
Alguns, têm do jornalismo a mesma visão que Mário S. e são geralmente indivíduos que apontam este como exemplo de político. O jornalismo instrumental que praticaram, de moço de recado e com interesses escondidos na pretensão de mostrar agrado, por vezes de sabujo, deveria envergonhá-los. Mas isso seria pedir demais a quem prefere sempre um jornalismo acomodado ao poder que lhes agrada do que um jornalismo que o questiona para bem de todos.
Abaixo fica a imagem do jornal 24 Horas, de outro jornalista cuja qualidade de produto tem sido comprovada ao longo dos anos. Pedro Tadeu é um jornalista correcto? Não é. Acolheu e acolhe nas suas páginas notícias de pendor enviesado a favor de interesses que nem sempre são claros ( no caso da Casa Pia, por exemplo) e mesmo assim, de vez em quando compro-lhe o jornal que até tem algum interesse objectivo. Por isso mesmo, nunca o censuraria por corte. Apenas com o uso das mesmas armas que o tipo usa: as palavras. Para lhe denunciar os compromissos.
No caso de Manuela Moura Guedes, o seu jornalismo detestado por quem detém o poder do momento, deveria ser criticado no estrito campo da sua prática: o uso das palavras e imagens para narrar e descrever factos. Isso, porém, não vejo fazer aos seus críticos. O que vejo é um arreigado desejo de a correr da informação por lhe estragar os arranjos pessoais e politico-partidários. Se Manuela Moura Guedes fosse a favor deles e contra os adversários políticos, seriam os primeiros a inverter a tónica do discurso instrumental e a atacar quem a atacaria.
Um argumento patético é o do director-adjunto do 24 Horas, Martins Pereira, hoje no jornal: ” Um jornal que tem sete, oito ou dez notícias seguidas a criticar o Governo ou o primeiro-ministro não é um jornal isento e sério.” Isto é de rir e só a pouca idade do escriba pode explicar. Então se fosse uma ou duas, já mudava o critério? E se as restantes não fossem de crítica, então ainda acrescentaria maior isenção e seriedade, pobre Pereira?!
Se colocassem a alguns dinossauros do jornalismo português de salamaleque ao poder, a pergunta sobre se consideram bom jornalismo o que o El Pais, La Repubblica e a Economist andam a fazer sobre Berlusconi, com ataques cerrados, contínuos e virulentos, visando a sua vida pessoal ( o La Repubblica anda há semanas a perguntar todos os dias o que Berlusconi tem a dizer sobre o caso que manteve com uma menor, denunciado pela ex-mulher…) o que diriam esses bonzos do jornalismo pátrio, tipo Bettencourt Resendes e outros?
Pois sim, já sabemos a resposta: um olhar vago e contrafeito para dizer o que não podem: que o jornalismo é sempre contra-poder e que a associação ao poder prostitiu o profissional. Mas isso, eles não podem dizê-lo. E muito menos assumi-lo.
Isto é tão claro como a prática política a que estamos habituados. Por isso, que se amolem.
http://www.portadaloja.blogspot.com/
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#63
Esclareço-lhe o sentido dos posts. O que lhe digo foi que, a base para a instauração do processo, foi a argumentação com base no local, caso contrário nem o conseguiria instaurar legalmente e nada mais disse.
Se quer saber qual o vídeo deixo-lhe o link: http://www.youtube.com/watch?v=LhefYYK3TRM&eurl=http%3A%2F%2Fdn.sapo.pt%2Finicio%2Ftv%2Finterior.aspx%3Fcontent_id%3D1353268%26seccao%3DMedia&feature=player_embedded
Talvez me consiga dizer qual o partido que aí é focado e daí julgar a sua imparcialidade. Se trabalhou aí sabe bem que esse tipo de associações, seja a que lado for, é prejudicial à venda do produto. Como já anteriormente perguntei, noutro post, sentir-se-ia tentado a comprar um produto que se anunciasse como “Produto Oficial Partido Socialista”?
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Socrates= Zapatero = Prisa = TVI = Rua com o casal………
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