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Memórias – II

5 Setembro, 2009

Em 2005, Jaquim Veira, director da revista Grande Reportagem, publica nos dias 3, 10, 17, 24 de Setembro e 1 de Outubro, 5 artigos denominados «O Polvo» sobre o escândalo Emaudío, Rui Mateus  e Mário Soares.

A 27 de Outubro, a administração da GlobalNotícias comunica o encerramento da revista, previsto para Dezembro seguinte. Joaquim Vieira é demitido de imediato.

29 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    5 Setembro, 2009 17:48

    Mas o Mateus regressa sempre antes das eleições. É um fenómeno cá do país. Tem agora o concorrente freeport que é para variar. Eles sabem coleccionar os temas sem os resolver para os usar.

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  2. Zeca permalink
    5 Setembro, 2009 17:48

    A família continua…

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  3. carlos graça permalink
    5 Setembro, 2009 17:59

    Deve ser apenas coincidência, só pode…. 🙂

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  4. Crossfire permalink
    5 Setembro, 2009 18:05

    Acredita mesmo que 5 meses depois de tomar posse, já tinha o domínio sobre tudo, inclusive sobre um grupo, cujo dono, foi ex-primeiro-ministro do PSD?? Que esse encerramento só pode dever-se a isso? Só confirma o que se sabe, acontecesse o que acontecesse com o jornal nacional, porque criticou o governo, quando acabasse todos quereriam dizer que havia sido censura.

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  5. Piscoisa permalink
    5 Setembro, 2009 18:16

    A MMG e o Joaquim Vieira foram despedidos pelas “empresas”.O que segundo o pai das pátrias tudo justifica… olha como eles “prevaricam” para garantir o “seu” do “nosso”…

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  6. Cáustico permalink
    5 Setembro, 2009 18:17

    Há anónimos que não conseguem esconder o mal de que sofrem nem o odor com que nos incomodam.

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  7. 5 Setembro, 2009 18:18

    shhiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu !

    (Todas essas pessoas e acontecimentos referidos por RMateus e JVieira não existem. Macau também não existe. Pura ficção).

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  8. Crossfire permalink
    5 Setembro, 2009 18:25

    Peço desculpa no meu último post confundi a Grande Entrevista desse jornal com a do grupo Impresa.

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  9. Anónimo permalink
    5 Setembro, 2009 18:41

    don corleone
    ouçam no you tube

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  10. Toninho Saloio permalink
    5 Setembro, 2009 18:42

    è uma coisa dos anos principio dos anos 80.

    Comprei o livro, cujo interesse foi de imediato, que não sei aonde tenho, vejam bem

    2009 falarem no assunto, vê-se que não tem de falar, é a mesma coisa que os comunistas falarem da divida 30 mil contos de Sa Carneiro.

    Haja Deus, a grande reportagem estava cheio de dividas e faliu como outros “pappers”, que se dedicam á especulacão, tipo MMGuedes

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  11. 5 Setembro, 2009 18:47

    Tolinho Saloio,

    Francisco Sá Carneiro deveu 30 mil contos A QUEM ?

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  12. General permalink
    5 Setembro, 2009 18:51

    No caso BPN não são demitidos…não podem escrever artigos ! É pena , iriamos conhecer o Polvo com mais tentáculos alguma vez visto.

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  13. Anónimo permalink
    5 Setembro, 2009 18:52

    ” You are an old man who thinks in terms of nations and peoples. There are no nations. There are no peoples. There are no Russians. There are no Arabs. There are no third worlds. There is no West. There is only one holistic system of systems, one vast and immane, interwoven, interacting, multivariate, multinational dominion of dollars. Petro-dollars, electro-dollars, multi-dollars, reichmarks, rins, rubles, pounds, and shekels.

    It is the international system of currency which determines the totality of life on this planet. That is the natural order of things today. That is the atomic and subatomic and galactic structure of things today! And YOU have meddled with the primal forces of nature, and YOU WILL ATONE!

    Am I getting through to you, Mr. Beale?

    You get up on your little twenty-one inch screen and howl about America and democracy. There is no America. There is no democracy. There is only IBM and ITT and AT&T and DuPont, Dow, Union Carbide, and Exxon. Those are the nations of the world today.

    What do you think the Russians talk about in their councils of state — Karl Marx? They get out their linear programming charts, statistical decision theories, minimax solutions, and compute the price-cost probabilities of their transactions and investments, just like we do.

    We no longer live in a world of nations and ideologies, Mr. Beale. The world is a college of corporations, inexorably determined by the immutable bylaws of business. The world is a business, Mr. Beale. It has been since man crawled out of the slime. And our children will live, Mr. Beale, to see that perfect world in which there’s no war or famine, oppression or brutality — one vast and ecumenical holding company, for whom all men will work to serve a common profit, in which all men will hold a share of stock, all necessities provided, all anxieties tranquilized, all boredom amused.

    And I have chosen you, Mr. Beale, to preach this evangel.”

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  14. Anti-liberal permalink
    5 Setembro, 2009 19:01

    .

    Ou é da minha vista ou hoje e amanhã é altura dos comunas e chuchas comerem ums bifanas com molho de merda e nhanha e se enrabarem a fazer broches uns aos outros.

    Nuno

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  15. 5 Setembro, 2009 19:06

    “Especulação”, Toninho Saloio?
    Porventura algum dos factos referidos no livro de Rui Mateus (de que possuo um exemplar) foi alguma vez desmentido ou sequer motivo de queixa judicial?
    O maior cego é, realmente, o que não quer ver. Basta a gente ver um bocadinho para concluir do estofo moral dos retratados no livro em causa.
    Não adianta atirar poeira para os olhos alheios, sabe?
    E, já agora, pode dizer-nos o que o leva a lançar aqui tanto disparate? Que interesse próprio? É que, se o não tem, o seu nick está errado e, em vez de Toninho, é mesmo Tolinho.

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  16. 5 Setembro, 2009 19:08

    Mais uma vez, Portugal vê-se envolvido pelo irresistível manto diáfano da hipocrisia

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  17. 5 Setembro, 2009 19:12

    Tolinho Saloio,

    Fiz-lhe uma pergunta # 11.

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  18. anti-comuna permalink
    5 Setembro, 2009 20:58

    teste

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  19. Anti-liberal permalink
    5 Setembro, 2009 21:03

    .

    O Toninho Saloio é, de facto, Tolinho e Saloio Parvo, sem respeito e atrevido. Sá Carneiro foi um Homem – e sério – cujo exemplo, se fosse seguido pelo Toninho, não o deixaria ser tão malcriado e seria, com certeza, menos ignorante e mais culto, com a inteligência mais desenvolvida em vez de ser um monte de estupidez e de merda.

    Nuno

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  20. José Manuel Santos Ferreira permalink
    5 Setembro, 2009 21:31

    Como isto é só rebéu béu béu pardais ao ninho

    Bluff

    Porcalhota

    E como hoje não tenho vontade de rir depois da prestação no futebol

    Vou ali e venho já

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  21. Anónimo permalink
    5 Setembro, 2009 21:35

    Ó silva vai-te foder

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  22. Toninho Saloio permalink
    5 Setembro, 2009 21:46

    # 17

    “”2009 falarem no assunto, vê-se que não tem de falar, é a mesma coisa que os comunistas falarem da divida 30 mil contos de Sa Carneiro.”””

    – Não entendeu?

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  23. 5 Setembro, 2009 22:10

    Cândida Almeida recusou duas vezes investigar Freeport

    Publicado em 14 de Maio de 2009

    Pinto Monteiro criticou em Fevereiro paragem na investigação, mas o processo não foi
    avocado mais cedo por decisão da directora do DCIAP

    O processo Freeport esteve duas vezes em apreciação no Departamento Central de
    Investigação e Acção Penal (DCIAP) e por duas vezes a directora, Cândida Almeida,
    devolveu o dossier ao procurador do Montijo. Apesar de,desde o início, estarem em causa
    eventuais crimes económico-financeiros, só à terceira apreciação, a “complexidade” do
    caso justificou que fosse chamado à esfera do departamento especializado e que dispõe de
    mais meios.

    Cândida Almeida, que já era directora do DCIAP quando se iniciou a investigação, não quis
    comentar ao i as razões de não ter chamado a si o processo mais cedo, remetendo
    explicações para a Procuradoria-Geral da República. Feito o pedido nesse sentido, numa
    resposta escrita a PGR apenas confirma que “o processo foi solicitado duas vezes para
    consulta pelo DCIAP”. Mas não são dados quaisquer esclarecimentos para o facto deste
    departamento não ter assumido a investigação mais cedo. “O processo está em segredo de
    justiça, não sendo possível prestar qualquer outra informação”, remata a curta resposta.
    Não são, sequer, confirmadas as datas em que foram feitas as consultas.

    Numa das apreciações, Cândida Almeida pediu a dois magistrados que dessem a sua opinião.
    Pelo menos um deles, entendeu que o caso tinha “todas as características para continuar
    no DCIAP”. Pela natureza dos eventuais crimes em causa – corrupção (activa e passiva),
    tráfico de influências, branqueamento de capitais e participação económica em negócio. E
    também porque o procurador do Montijo não dispunha nem dos recursos técnicos nem de
    disponibilidade para se dedicar a tempo inteiro à investigação. Recorde-se que, desde que
    foi entregue, o processo tem dois titulares, Vítor Magalhães e Paes de Faria.

    Em Fevereiro, o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, lançou críticas à
    investigação, originando reacções da PJ. “Foram feitas mais diligências nestes 15 dias do
    que em quatro anos”, afirmou Pinto Monteiro, depois de comentar que a partir de 2005 o
    processo ficou “praticamente parado”.

    Fonte do Ministério Público salienta, contudo, que “se a investigação não acelerou mais
    cedo, em último caso, a responsabilidade é partilhada pela hierarquia do Ministério
    Público, que teve oportunidades de avaliar a complexidade do caso e não o avocou mais
    cedo”.

    O timing das diligências causou polémica desde que, com o regresso do Freeport à agenda
    mediática, o primeiro-ministro se queixou de estar, pela segunda vez, a ser alvo de uma
    campanha negra. A investigação ao caso Freeport iniciou-se em Outubro de 2004 e as
    primeiras notícias, de 2005, foram publicadas em plena campanha eleitoral.

    Enquanto o PS questiona o novo fôlego da investigação à entrada de ano com três eleições,
    há no Ministério Público quem faça outra interpretação: que o processo poderá não ter
    sido avocado mais cedo numa tentativa de que se fosse arrastando rumo à prescrição, até
    que “as solicitações das autoridades inglesas pressionaram a intervenção”. No espaço de
    poucos meses, realizaram-se três reuniões com a polícia britânica para troca de
    informações.

    Fonte da PJ assegura, contudo, que a investigação “nunca esteve parada”. Salientando que
    cada diligência é registada e datada, afirma ser “algo factual, que se verifica no
    processo e que não se presta a interpretações opinativas”.

    Foi exactamente para desvanecer todas as dúvidas que, a 9 de Fevereiro, o Conselho
    Superior do Ministério Público determinou uma averiguação para confirmar se a Polícia
    Judiciária e o Ministério Público “realizaram as diligências de investigação que se
    impunham”. Foi entregue a Pinto Monteiro a missão de recolher os elementos. Até agora,
    não foram divulgadas conclusões.

    Testemunha As críticas internas à actuação de Cândida Almeida no processo Freeport
    avolumaram-se depois do caso das alegadas pressões imputadas a Lopes da Mota, presidente
    da Eurojust, unidade europeia de cooperação judiciária. Segundo foi relatado aos
    conselheiros a 3 de Abril, no plenário do Conselho Superior do Ministério Público, Vítor
    Magalhães e Paes de Faria teriam comunicado à directora do DCIAP as conversas mantidas
    com Lopes da Mota. Cândida Almeida, contudo, não terá comunicado esse relato ao
    procurador-geral.

    No inquérito conduzido pelo inspector Vítor Santos Silva e que anteontem foi convertido
    em processo disciplinar, Cândida Almeida foi ouvida como testemunha. O i questionou esta
    responsável sobre se mantém a convicção de que não houve interferências ilegítimas e de
    que os procuradores investigam o caso com total independência, mas a directora do DCIAP
    recusou comentários, lembrando estar sujeita a sigilo.
    http://www.ionline.pt/conteudo/4318-candida-almeida-recusou-duas-vezes-investigar-freeport

    Cândida Almeida: No centro do turbilhão

    Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Foi membro da
    comissão de honra da candidatura de Mário Soares à Presidência da República nas eleições
    de 2006.

    O DCIAP avocou, em Setembro passado, o processo Freeport, a cargo desde 2004 do
    Ministério Público (MP) do Montijo e da Polícia Judiciária de Setúbal. Por altura desta
    transferência já a polícia inglesa tinha iniciado diligências. Em Novembro, Cândida
    Almeida reuniu-se com magistrados e investigadores ingleses na sede do Eurojust, em Haia.
    O Eurojust, criado em 2002, é um órgão da União Europeia (UE) de cooperação judiciária em
    matéria penal, actualmente presidido pelo português José Lopes da Mota.

    Na reunião de Haia, Cândida Almeida terá tomado conhecimento do DVD, em poder dos
    investigadores ingleses, em que Charles Smith, sócio da empresa de consultoria
    Smith&Pedro, que intermediou o licenciamento do Freeport, admite alegadamente o pagamento
    de luvas a José Sócrates, ministro do Ambiente na altura em que a construção do outlet
    foi autorizada, em 2002. A responsável portuguesa recusou a proposta dos investigadores
    ingleses para a constituição de equipas mistas de investigação.
    http://www.dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=2708&id=1365180

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  24. 5 Setembro, 2009 22:14

    O casal …

    António Maximiano Rodrigues integra a Comissão de Honra da actual recandidatura de Mário Soares.
    Candida Almeida integra a Comissão de Honra da actual recandidatura de Mário Soares.

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  25. Mr. Hyde permalink
    5 Setembro, 2009 22:19

    Gabriel, por vezes, parece-me, a modos que mal comparado, aqueles insetos ontófagos.

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  26. Anónimo permalink
    6 Setembro, 2009 00:13

    #14 – “Ou é da minha vista ou hoje e amanhã é altura dos comunas e chuchas comerem ums bifanas com molho de merda e nhanha e se enrabarem a fazer broches uns aos outros”

    é da tua vista, estás a ver o problema com o olho do cú e com muito apetite.

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  27. 6 Setembro, 2009 03:04

    O Deve e o Haver, para Sócrates, no Silenciamento de MMG

    Tenho para mim que o afastamento de Manuela Moura Guedes dos telejornais às sextas-feiras na TVI teve, ao menos, um objectivo político imediato muito vantajoso para José Sócrates. O silenciamento, muito bem preparado, como se pôde ver no teor e tempo das reacções protagonizadas por Santos Silva e Sócrates, visou, e para já conseguiu, limitar ao máximo os estragos que podiam ser infligidos em Sócrates pelo conteúdo da reportagem emitida ontem no telejornal de substituição transmitido pela estação de Queluz. É que o que lá disse, na reportagem, é muito sério e grave e vale bem as acusações e o preço que o primeiro-ministro poderá pagar ao ser acusado, muito justamente, de não respeitar a liberdade de imprensa. No entanto, o conteúdo da reportagem não é apenas péssima para Sócrates assim os portugueses a tenham visto e julgado. Apresenta também alguns factos que deixam em muito maus lençóis sectores da Procuradoria-Geral da República que, ultimamente, parecem extremamente interessados em dar por encerrada, para aí uma semana antes das eleições, a investigação sobre o Freeport.
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/09/o-deve-e-o-haver-para-socrates-no.html

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  1. O fim da revista Grande Reportagem e a demissão de Joaquim Vieira « O Insurgente

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