Ó piedosas almas!!
Vídeo: A promoção ao “Jornal Nacional” censurada O Expresso mostra em primeira-mão o vídeo de promoção ao “Jornal Nacional” da TVI que terá desagradado à administração da Media Capital.
ou
A promoção que pode ter afastado Moura Guedes (VÍDEO) Segundo o jornal Expresso, o vídeo que pode ver no interior desta notícia foi censurado e terá feito a administração da TVI tomar a decisão de afastar Manuela Moura Guedes da apresentação do Jornal Nacional de 6.ª feira.
Se de cada vez que uma administração não gosta da promoção de um programa o retirasse do ar os écrans estavam vazios! Ainda por cima sendo um programa de sucesso essa decisão só seria possível com base nesse argumento caso a sede da TVI estivesse construída em cima duma mina dum metal precioso cujas barrinhas sustentariam na tesouraria decisões como esta

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O uso frequente da astúcia é sinal de pouca inteligência, e quase sempre quem se serve dela para cobrir-se de um lado acaba por se descobrir do outro
La Rochefoucauld
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A dama alemã não quer ser vista em más companhias (da velhinha reaccionária)
“A decisão de impedir recolha de imagens da reunião entre Angela Merkel e Manuela Ferreira Leite foi do gabinete de relações internacionais da chanceler alemã, disse hoje à Lusa um responsável das relações públicas da União Democrata-Cristã (CDU)”
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=146932
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O Bulimunda é salazarista, não é?
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Meu caro eu sou é anti cocksuckers da politica..sejam eles A Manela , o Sócrates-suposto engenheiro- o Louçá -caviar- o Pc agarrado ao passado e por aí…
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Bem vou aproveitar o sol enquanto não paga imposto…
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Gritaria, acusações, insultos. Houve de tudo um pouco no plenário selvagem realizado ontem à tarde na redacção da TVI. Tudo por causa da escolha de Patrícia Matos, uma estagiária contratada no início do ano para a TVI 24, para apresentar o primeiro jornal de sexta-feira sem Manuela Moura Guedes. O plenário transformou-se rapidamente numa imensa algazarra, com João Maia Abreu, director de informação interino, a dar a cara pela escolha e Manuela Moura Guedes a ser acusada por vários jornalistas de ser a responsável pelo afastamento dos pivôs habituais.
Diário de Manhã
Coisas lindas lol
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Bulimunda,
Já vi que era funcionário público, pago com os nossos impostos.Não gosta do Sócrates que pôs os calaceiros a trabalhar…
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Não é nada ao Rui Mateus ? Que grande socialista..infelizmente caiu em desgraça, vá lá saber-se porquê……tchau…carpe diem…
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É a campanha negra em toda a sua plenitude!!!!!!!!! Abaixo o PSD maquiavélico!!!! O PSD fez com que o jornal de 6ª fosse “rasgado” (estão a ver aqui a mão do PSD?), para que o PS fosse acusado de silenciar um noticiário!!! Outra prova evidentíssima da cabala organizada pelo PSD foi o roubo das camas do hospital de seia no final na inauguração com toda a pompa, por parte da ministra da saúde!!!!!!! É a caça ao melhor primeiro ministro de sempre!!!!!!!
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Mas antes de ir deixo-lhe algo para ler e reflectir….By the way..sim sou funcionário público…é que sabe o meu pai era o que aqui no norte se chama de trolha…esforçou-se por me pagar os estudos…e eu fiz numa pública e não por fax nem ao domingo…nem tinha motorista ia de autocarro…e se acha que os funcionários públicos são calaceiros então vá ás privadas onde os mesmos só lhes FALTA SEREM SODOMIZADOS…
VÁ LAMBENDO OS BOTÕES DE ROSA…MAS OLHE QUE O CORRIMENTO ESTÁ A ACABAR…CUIDE-SE…
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TVI: Marcelo diz que Sócrates «cometeu o pecado capital»
Comentador responsabiliza o PM e a administração da estação pelo fim do Jornal de Sexta
Marcelo Rebelo de Sousa responsabiliza o primeiro-ministro e a própria administração da
TVI pela suspensão do Jornal de Sexta, apresentado pela jornalista Manuela Moura Guedes,
considerando que se trata de um «erro», refere a Lusa.
Ao considerar que a Prisa «saltou por cima da direcção», Marcelo Rebelo de Sousa disse
que a decisão foi um «erro».
«Para servir o poder político e o Governo, [a Prisa] arranjou um sarilho para a própria
TVI», disse aos jornalistas.
Marcelo Rebelo de Sousa não poupou também o primeiro-ministro José Sócrates.
«O primeiro-ministro bem pode dizer que não teve interferência neste momento mas a
interferência foi feita quando, no congresso do PS, elegeu Manuela Moura Guedes e José
Manuel Fernandes [director do Público] como adversários principais», sublinhou.
«A partir desse momento, deveria ter percebido que tudo o que acontecesse a qualquer um
dos dois caía em cima dele», acrescentou, defendendo que foi nesse momento que José
Sócrates «cometeu o pecado capital».
Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, «é um caso que penaliza o poder», uma vez que sobretudo
numa altura próxima das eleições, a «liberdade de informação foi claramente questionada».
O comendador político do PSD comparou o caso com o que sucedeu consigo em 2004, ao sair
da TVI. «Aquilo que me sucedeu, e que foi uma insensatez, foi repetido em maior», disse.
http://www.tvi24.iol.pt/politica/tvi-manuela-moura-guedes-censura-marcelo-marcelo-rebelo-de-sousa-tvi24/1086985-4072.html
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Bulimunda,
Logo vi!! Funcionário Público calaceiro!! Agora tem o SIADAP. Pu professor que progredia com a antiguidade independentemente da qualidade do respectivo desempenho? tanto dá. JUns e outros habituaram-se a chular os contribuintes. Não precisamos de um Sócrates, precisamos de 10 para vos pôr na ordem!!
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A dama alemã não quer ser vista em más companhias (da velhinha reaccionária Manuela)
“A decisão de impedir recolha de imagens da reunião entre Angela Merkel e Manuela Ferreira Leite foi do gabinete de relações internacionais da chanceler alemã, disse hoje à Lusa um responsável das relações públicas da União Democrata-Cristã (CDU)”
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=146932
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Rui Matos – 3
“A decisão de impedir recolha de imagens da reunião entre Angela Merkel e Manuela Ferreira Leite foi do gabinete de relações internacionais da chanceler alemã, disse hoje à Lusa um responsável das relações públicas da União Democrata-Cristã (CDU)”
Não ouviu as notícias! Vou esclarecê-lo.
Angela MerKel vai a eleições no dia 27 de Setembro exactamente no mesmo dia que Manuela Ferreira Leite.
Como a Alemanha é um país (não é uma merda como Portugal), não é permitido o uso indevido de propaganda de um membro de um governo (no caso a chanceler) … exactamente o oposto do que se passa neste “sítio” mal frequentado.
Kure-se!
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Rui Mateus – 14
Informe os seus chefes que esse slogan propagandístico já pouco pega…
Copiaram dos discursos de Salazar?
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UM ESTADO SINO-SOVIÉTICO NA WEST COAST
A administração pública está praticamente paralisada por causa do
SIADAP, o novo regime sino-soviético de “avaliação” dos funcionários
públicos. Dirigentes máximos e dirigentes intermédios, passando por
batalhões de “especialistas” à força, espremem-se para aplicar a
maravilhosa invenção do governo do admirável líder, o mesmo que ainda
há dois dias, na televisão e com ar amargurado, se lamentava do torpor
burocrático do processo de avaliação dos professores. Mais tarde ou
mais cedo estes regimes de avaliação perecerão às mãos da sua própria
ineficácia e ineficiência. O texto que se segue foi escrito há mais de
três anos. Nada mais há a acrescentar.
«O PS aprovou a proposta de lei do governo que fixa a aplicação do
Sistema Integrado da Avaliação de Desempenho na Administração Pública
(SIADAP). Entre outras coisas, e com a desculpa de que não se “mexia”
nisto há décadas, o governo introduz um regime de quotas onde há lugar
para os “menos bons” – por exclusão de partes -, para os “muito bons”
– não podem exceder os 20% – e para os “excelentes”, sempre menos de
5%. Só a ingenuidade ou o estado de beatitude é que podem levar alguém
a acreditar nisto e a imaginar que tudo irá ser conduzido dentros dos
parâmetros da isenção e da boa-fé. Não vai. Em primeiro lugar, este
“sistema” é posto em prática, não pela sua validade ou bondade
intrínsecas (que não são nenhumas), mas porque é necessário reduzir a
despesa em promoções e em progressões “automáticas”. Em segundo lugar,
o “sistema” não tem nenhum tipo de coerência interna, nem podia ter,
já que, dentro da chamada “função pública”, coexistem vários registos
diferenciados que o “sistema” pretende tratar da mesma maneira.
Depois, o “sistema” destina-se a facilitar o nepotismo hierárquico e o
caprichismo dos dirigentes que, assim, podem à vontade exprimir os
seus pequenos ódios e as suas pequenas preferências. Até dispôem de
“quotas” para o fazer. Finalmente as próprias “quotas” são um perfeito
disparate e um convite à bufaria, à discricionariedade e ao
carreirismo mais despudorado. Mesmo que existam mais de cinco por
cento de “excelentes” ou de vinte por cento de “muito bons”, o
“sistema” obriga a “comprimir” artificialmente a “dotação” para
cumprir a regra. Por detrás deste aparente lance de “modernização” e
de “moralização” dos costumes administrativos, apenas espreitam o
amiguismo e as práticas de “sovietização” dos serviços públicos. Nada
mais.»
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/06/um-estado-sino-sovietico-na-west-coast.html
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UM ESTADO SINO-SOVIÉTICO NA WEST COAST
A administração pública está praticamente paralisada por causa do
SIADAP, o novo regime sino-soviético de “avaliação” dos funcionários
públicos. Dirigentes máximos e dirigentes intermédios, passando por
batalhões de “especialistas” à força, espremem-se para aplicar a
maravilhosa invenção do governo do admirável líder, o mesmo que ainda
há dois dias, na televisão e com ar amargurado, se lamentava do torpor
burocrático do processo de avaliação dos professores. Mais tarde ou
mais cedo estes regimes de avaliação perecerão às mãos da sua própria
ineficácia e ineficiência. O texto que se segue foi escrito há mais de
três anos. Nada mais há a acrescentar.
«O PS aprovou a proposta de lei do governo que fixa a aplicação do
Sistema Integrado da Avaliação de Desempenho na Administração Pública
(SIADAP). Entre outras coisas, e com a desculpa de que não se “mexia”
nisto há décadas, o governo introduz um regime de quotas onde há lugar
para os “menos bons” – por exclusão de partes -, para os “muito bons”
– não podem exceder os 20% – e para os “excelentes”, sempre menos de
5%. Só a ingenuidade ou o estado de beatitude é que podem levar alguém
a acreditar nisto e a imaginar que tudo irá ser conduzido dentros dos
parâmetros da isenção e da boa-fé. Não vai. Em primeiro lugar, este
“sistema” é posto em prática, não pela sua validade ou bondade
intrínsecas (que não são nenhumas), mas porque é necessário reduzir a
despesa em promoções e em progressões “automáticas”. Em segundo lugar,
o “sistema” não tem nenhum tipo de coerência interna, nem podia ter,
já que, dentro da chamada “função pública”, coexistem vários registos
diferenciados que o “sistema” pretende tratar da mesma maneira.
Depois, o “sistema” destina-se a facilitar o nepotismo hierárquico e o
caprichismo dos dirigentes que, assim, podem à vontade exprimir os
seus pequenos ódios e as suas pequenas preferências. Até dispôem de
“quotas” para o fazer. Finalmente as próprias “quotas” são um perfeito
disparate e um convite à bufaria, à discricionariedade e ao
carreirismo mais despudorado. Mesmo que existam mais de cinco por
cento de “excelentes” ou de vinte por cento de “muito bons”, o
“sistema” obriga a “comprimir” artificialmente a “dotação” para
cumprir a regra. Por detrás deste aparente lance de “modernização” e
de “moralização” dos costumes administrativos, apenas espreitam o
amiguismo e as práticas de “sovietização” dos serviços públicos. Nada
mais.»
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/06/um-estado-sino-sovietico-na-west-coast.html
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Há por aqui um comentador, que diz que o sócrates pôs os calaceiros a trabalhar!!!!! Este gajo tem emprego garantido nas produções fictícias!!!!! Realmente, sócrates e o PS puseram muita gente a mexer, nomeadamente aquela gente trabalhadora que se levantam todos os meses, para ir à segurança social buscar o rendimento mínimo!!! Há 10 anos!!!!! Fazendo as contas, em 10 anos, os governos PS fizeram com que certas pessoas fizessem o sacrificio de irem 120 vezes à seg. social buscar o dinheiro!!!!! E depois criticam o homem por fazer as pessoas “bulir”!!!!
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Se foi por esta promoção ou não, que a Prisa a afastou não sei, mas que prova o quão imparcial e o quanto, este jornal, era direccionado a tentar ridicularizar todos aqueles com os quais não se revia, não relatando todos os factos e todos os pontos de vista, é um facto.
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A Lusa está confusa…
A sucessão de disparates que o Partido Socialista está a cometer começa a contaminar a emissora oficial do Regime, que já não sabe se é a líder do PSD ou a jornalista da TVI a terem de ser silenciadas…
De facto, um take da Lusa, às 23h40, começava deste modo tão revelador da confusão que já grassa por aquelas partes: «Correcção ao primeiro parágrafo da notícia com o título “TVI: Marcelo Rebelo de Sousa culpa administração e primeiro-ministro”
No primeiro parágrafo onde se lê “jornalista Manuela Ferreira Leite” leia-se “jornalista Manuela Moura Guedes”»!
O take corrigido, das 23h26, rezava assim: «Arruda dos Vinhos, Lisboa, 04 Set (Lusa)- Marcelo Rebelo de Sousa, comentador político social-democrata, culpou hoje tanto o primeiro-ministro como a própria administração da TVI pela suspensão do Jornal de Sexta, apresentado pela jornalista Manuela Ferreira Leite, considerando o caso um “erro”.»
Fonte: Número de Documento: 10082763
Lisboa, Portugal 04/09/2009 23:40 (LUSA)
Temas: Televisão, Política, Eleições, Partidos e movimentos
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3029040.html
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atenção: só admitimos comentários a favor da palhaçada
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Lusa governamentalizada à força
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICO noticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi “trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira),
ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirma-se “penalizado por delito de opinião” colectivamente expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”. Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”. A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade.
A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move porfazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
2008
http://www.tinyurl.com/6lw8la
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Rui vá ver se a pega do seu chefe está a vender vibradores á esquina do Técnico onde estão os xuxas que gostam de tenrinhos…tchau…
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Ainda por cima os jornalistas da tvi e do jornal nacional, continuam todos a trabalhar na tvi na mesma. Se calhar foi é tudo combinado entre eles… lol
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O vídeo é um nojo.
Helena Matos como jornalista devia ficar envergonhada por colegas de profissão acharem que aquilo representa jornalismo.
Pode até representar jornalismo, mas é o do Correio da Manhã ou o do 24 Horas.
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O problema dos tugas é o atavismo.
Estes palermas desconhecem em absoluto em que consiste o jornalismo televisivo em Inglaterra.
Deviam matar-se se visse como lá a coisa é mesmo à bruta e os factos não se escondem.
Mas, neste caso o atavismo ainda tem outro aspecto- eles nem teoricamente conseguem perceber o que havia de errado no Jornal Nacional- mas são como as donas-de-casa- vão pela simpatia do “entrevistador”.
E, como neste caso a MMG ficou desfigurada com as plásticas, tudo serve para insultarem.
Se fosse um homem a ver se ficavam assim hiséricos com o nojo que o programa causava.
é o mesmo com os insultos à “velha” da MFL- que até chegam a dizer que anda na menopausa com 70 anos.
Se fosse o Marocas- era um jovem.
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O Mário Soares é o jovem de 80 anos, em grande forma física.
A MFL é a velha de 70 na menopausa
ehehehhe
eu nem sei como há gajas nesta idade e nesta terrinha de bimbos a meterem-se na política.
Só sendo fufas e com idade limite de 30 anos.
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««O vídeo é um nojo.»»
Qual quê, o vídeo está brutal.
Eu espanto-me com as críticas que se fazem, era um nojo, ela é feia, a bocarra, eu não gosto.
Púdicos num país de mafiosos. São roubados na cara e não aguentam um bocadinho de jornalismo à 1º mundo. Têm o que merecem.
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Qual quê, o vídeo está brutal.
Pois está e muito bem feito.
O problema é não ser jornalismo e quererem fazer publicidade ao mesmo.
Ainda agora passou uma peça no canal do Sócrates (a RTP) sobre a ida de Liedson á selecção.
Entrevistaram três sumidades que disseram sim, em off disseram que o presidente do sindicado dos profissionais de futebol discorda, uma das sumidades declarou que o outro não batia bem da cabeça e concluíram que o povinho está de acordo com a ida de Liedson á selecção.
Chamam a isto informação e jornalismo.
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30#
assino por baixo e acrescento…
do lado da claque do PS (cada vez se assemelha uma clacque) parece haver muita gente com saudades do tempo do respeitinho e do lapiz azul
nuno g
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