Estratégia (teste de conhecimentos)
15 Setembro, 2009
128 comentários
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Com base no mapa de alta velocidade espanhol:
a) Identifique a cidade da Península Ibérica que mais ganha com o comboio de alta velocidade.
b) Indique qual a melhor linha para “ligar Portugal à Europa”.

É só para informar que os países nórdicos vão ser expulsos da UE. Não têm TGVs nem tencionam ter nos próximos anos.
São anti-europeus, orgulhosamente sós e atrasados culturalmente e economicamente.
E agora bebo um bagacinho. ehehehheh
anti-comuna
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Evora. Evora ficava no mapa do mundo num piscar de olhos.
Porque Lisboa já não precisa tanto
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A Noruega vai construir o tgv
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Lisboa?! Porto!?
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“A Noruega vai construir o tgv.”
Vai mesmo. hohohoohohhoo
Nem que eles vendessem o fundo de pensões do pitroil todo conseguiam pagar tal obra. ehehehheh
Ó meu amigo, vá lá à Noruega e veja se eles irão mesmo fazer o TGV. ahahhahahah
anti-comuna
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http://en.wikipedia.org/wiki/High-speed_rail_in_Norway
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http://www.norskbane.no/default.aspx
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A Noruega vai mesmo fazer o TGV. Vejam bem por onde:
Eles nem estradas em condições fazem, porque fica caro, iam fazer agora comboios de alta velocidade…
E há parolos que dizem este tipo de coisas com elevada comoção “moderna”. lololololol
Como se dizia na minha terra: é como um burro a olhar para o palácio. A tal Modernidade! lolololololol
anti-comuna
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Mas quando é que a rapaziada da política se mete a demonstrar-nos que faz coisas que dêm lucro?Quer-se dizer aos CONTRIBUINTES e não aos já subsidiados de outras nações…
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http://en.wikipedia.org/wiki/High-speed_rail_in_Sweden
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Capital da península em Medina del Campo, já!
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O high speed rail é uam versão semelhante ao Pendulino, amigo. Para ligar sobretudo à Suécia. lololololol
E eles tiram estes cursos nas Novas Oportunidades?
anti-comuna
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A Inglaterra também vai construir o tgv e a Irlanda
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Esta gente nem sabe ler…e nem é do inglês (técnico).
“Átão” um shutle tipo Ota Lisboa já é um tgv?
venham eles….
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O TGV se vai dar garantidamente prejuizo pura e simplesmente não deve ser feito.Perdem umas percentagens, se calhar já recebidas mas é a vida…
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O mapa não chega. Falta saber os acordos que já foram feitos com Espanha nessa matéria.
Qualquer percurso que seja acordado entre os dois paises, implicará eventualmente a construção de novas vias em Espanha, que provavelmente ainda as farão mais de-pressa do que nós as que fizermos para essa ligação.
Eles já têm em construção as ligações a Fuentes de Oñoro/Vilar Formoso da linha da Beira Alta, e no norte a ligação à linha do Minho.
O problema parece ser Lisboa.
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Acordos?Porra para os acordos.Fizeram um acordo para “entrar” na CEE/UE e estamos a ir para África?Caguei nos acordos.E no TGV!
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Leio-o sempre com gosto.
Desta vez escreveu o que eu próprio ando há meses para escrever e ainda não arrangei «pachorra» para o fazer. Mas entra pelos olhos dentro e não percebo como é que ninguém fala disto que o João Miranda agora escreve. O caminho por Madrid liga-nos a que Europa? À Itália? Certamente. À Suiça e à Áustria? Pois! E a França, o RU, o BeNeLux, etc.? Para estes países qual é o traçado melhor, o mais curto e o mais rápido?
Porque é que Lisboa, aliando-se ao País Basco, à Galiza e mesmo a Navarra, não bateu o pé escolhendo uma linha atlântica paralela ao Sud Express? E porque é que Espanha não a faz optando por fazer convergir tudo em Madrid?
Infelizmente, a Dra. MFL suscita a questão do TGV e da influência dos espanhois na n/ política por razões meramente tácticas. Valeria a pena discutir a questão sob o ponto de vista estratégico.
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O grande africanizador e o seu adjunto da africanização que vão é plantar mandioca para o Alentejo para alimentar os seus ricos protegidos.Que cá meteram sem serem precisos.
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A ligação original à Europa é pela linha da Beira Alta.
Pelo Caia é para Madrid.
Acontece que o traçado da linha da Beira Alta tem uma topografia muito acidentada (muitos túneis e pontes), o que inflacionaria sobremaneira os custos da construção do TGV por aí.
Sendo pelo Caia, mais baratito, Madrid fica de caminho para Europa.
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Desculpem lá mas promover o debate com base num mapa incompleto, parece-me batota!
Neste mapa – onde surgem algumas vias clássicas (como a que liga Vilar Formoso a Salamanca) – estão em falta duas ligações fronteiriças que existem e por onde circulam comboios todos os dias.
Falo do Ramal de Cáceres (Torre das Vargens-Marvão-Cáceres e Madrid) e da Linha do Leste (Entroncamento-Abrantes-Portalegre-Elvas-Badajoz-Madrid).
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Indique qual a melhor linha para “ligar Portugal à Europa”.
Claro que é por Vila Real de Santo Antonio, desde que haja um TGVinho para Faro e depois uma ponte aéra para Lisboa que faz de hub para todo o Norte até Vigo.
Tá explicado.
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(Sem mapa e recorrendo à memória) tirando a travessia do Tejo perto de Nisa, não vejo grandes acidentes entre Alcochete – Abrantes – Castelo Branco – (pela charneca de Idanha) – Guarda – Vilar Formoso…
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Embora seja verdade que pelo Alentejo até Elvas seja muito mais fácil…
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O JPP é que põe o dedo na ferida:
“”Eu não critico os espanhóis por defenderem os seus interesses, nem critico os franceses, nem os alemães por defenderem os seus interesses. O que eu quero é que os portugueses também defendam os seus interesses e essa é que é a questão de fundo”, concluiu.”
In http://economico.sapo.pt/noticias/pacheco-pereira-diz-que-socrates-vai-calarse-sobre-o-tgv_69635.html
Já que de linhas falam, o importante era fazer uma linha ferroviária que ligasse ao centro da europa, que passasse pelo país basco. Os espanhois não querem. E nós aceitamos tudo o que eles querem. Claro. Mas essa linha é que faz falta para o transporte de mercadorias.
Mas Portugal pode dar a volta, pois é o transporte matítimo o mais barato. Se houver empresas de logística portuguesas que tenham capacidade para aproveitar as ligações até a Roterdão e daí expandir para os mercados consumidores…
anti-comuna
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“o importante era fazer uma linha ferroviária que ligasse ao centro da europa, que passasse pelo país basco”
Já existe, o Sud Express e dezenas de outros comboios passar por lá diariamente… pela fronteira de Irún-Hendaye.
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Post esperto. O que quer dizer é a) Madrid e b) Porto San Sebastián. Bem esgalhado.
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“Já existe, o Sud Express e dezenas de outros comboios passar por lá diariamente… pela fronteira de Irún-Hendaye.”
Mercadorias e electrificado. Esse é o meu ponto. Porque, para transportar passageiros, o comboio é ineficiente.
anti-comuna
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Ah! E que se ligasse Aveiro a Bordeus, de comboio.
E não se pense que eu não gosto de comboios. Gosto imenso e considero-o estratégico, em termos de Segurança Nacional. Agora, só por eu não gostar tanto do avião e gostar mais de comboios, me tira o discernimento. Que se registe.
anti-comuna
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Porque´será que o tgv interessa a espanha e não a portugal? Espanha também está endividada.
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Chegar aos outros países da Europa por TGV??
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Com os fundos perdidos para a Agricultura, por exemplo, ninguém se preocupou. E esses foram perdidos por incompetência do governo, nomeadamente do Ministro Jaime Silva.
Agora estão muito preocupados com os fundos que viriam para construir o TGV. Parece é que a UE nos vai pagar o comboio. Não! a UE contribuirá com fundos para pagar uma pequena parte, e o resto do investimento tem de ser nosso. E onde estão esses milhares de milhões de €uros?
Tinhamos, no início da década, 48% do PIB em endividamento externo. Agora temos 97%. Acham que nos podemos endividar mais? Pensem nisto como se fosse 97% do vosso ordenado para pagar dívidas… onde iriam buscar o dinheiro para comprar um carro novo?
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#28.
“Porque, para transportar passageiros, o comboio é ineficiente.”
O Anti-Comuna” está “Anti-Comboio”.
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Adivinha: Qual o resultado da junção do TGV com o mapa seguinte?
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Razões actuais para o TGV:
http://sic.aeiou.pt/programasInformacao/scripts/videoplayer.aspx?ch=negocios%20da%20semana&videoId=F0415760-AA3C-40C4-A246-D814AC6D7753
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O mais estranho, até, analisando isto em termos históricos, inicialmente, se não me falha a memória (aí teria que recorrer a um familiar, versado nestas coisas), o TGV tinha mais linhas para não dependermos tanto de castela e em termos económicos, era as duas linhas que partiam do Porto para Vigo e Lisboa para Sevilha, que eram rentáveis e Lisboa-Madrid muito má, em termos económicos. E, também, se não me falha a memória, a par do TGV, espanha comprometia-se a viabilizar a tal linha que iria ligar o Norte a Bordeus.
Depois veio este governo, deixa cair as duas linhas, teóricamente rentáveis, abandona o transporte de mercadorias de Aveiro para Bordeus, e modifica a linha Lisboa-Madrid, em que perdemos em toda a linha.
Eu nunca entendi porquê e nunca o Mário Lino explicou tais razões.
Porque, na altura, era crucial ligar as zonas turísticas do sul da meseta, que iria fortalecer Barcelona face a Madrid, a par de Sevilha.
Da mesma maneira, alguns nacionalistas galegos desejavam a linha Vigo-Porto-Lisboa, para poderem aceder a uma zona económica rica. E, da mesma forma, Ligar Vigo-Santiago- S. Sebastian (se não me falha a memória), precisamente para garantir uma relativa independência face a Madrid.
Depois, chegou-se a este tratado, desprezando conceitos estratégicos, conceitos de segurança militar e desprezando o Norte, que continua a não ter ligações ferroviárias competitivas para chegar aos mercados do centro da europa.
Nunca isto o Mário Lino explicou e, depois, com o estoiro das finanças públicas, este TGV será um enorme buraco financeiro. E em termos geoestratégicos é mesmo mau, pois possibilita que Madrid se ligue a Lisboa, e nós não temos saída, nem para Norte, nem para sul.
Mas, enfim, havia um especialista de transportes, que salvo erro dava cursos no IDN, que explicava bem que era preciso ter cuidado com as ligações que se assinavam com espanha. Infelizmente, nunca mais ouvi falar nele (se calhar já morreu) e até hoje deixou-se de conhecer as opiniões de especialistas, que não estejam pagos por algumas empresas ou até estado.
anti-comuna
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“Mercadorias e electrificado.”
Sim, a ligação fronteiriça Irún-Hendaye tem muitos comboios de mercadorias e é electrificado.
É claro que da fronteira de Vilar Formoso até Hendaye existem alguns buracos na electrificação espanhola; a catenária não chega a nenhum fronteira portuguesa.
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Estratégia (teste de conhecimentos)
Com base no mapa, diga qual a cidade Europeia que mais ganha com o comboio de alta velocidade?
PS: do tempo em que os espanhóis ainda não pensavam “estrategicamente” o mapa era este http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9f/High_Speed_Railroad_Map_Europe_2009.gif, assinado pela nossa mui nobre e leal MFL.
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“É claro que da fronteira de Vilar Formoso até Hendaye existem alguns buracos na electrificação espanhola; a catenária não chega a nenhum fronteira portuguesa.”
E eles comprometeram-se a resolver o problema e, até hoje…
O problema aqui é que Madrid tem que lutar contra forças centrífugas e continua a utilizar a mesma estratégia de Franco. E o simbolismo da Porta do Sol. (Imitando Roma Antiga.)
Mas nós, portugueses, não temos que nos vergar aos espanhois. E se o projecto é tão rentável assim, como um banco acha que sim, que assuma o risco do projecto e avance ele. Mas com o seu risco e os seus recursos.
Enfim, neste país nunca as coisas são tão lineares como parecem.
anti-comuna
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Esse mapa colocado no último comentário é esclarecedor

Se alguém quiser ir de Lisboa a Paris, perde muitos quilómetros por passar em Madrid.
Todo este projecto é um absurdo e só os espanhóis é que beneficiam com ele. Nada tenho contra Espanha, adoro Espanha, mas nós não precisamos do TGV para nada.
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Isto da “Alta Velocidade” é de morrer a rir.
Alta velocidade aqui em Inglaterra, ou nos Países Nórdicos, quer dizer 210 km/h.
Qual a velocidade do Alpha Lisboa Porto? 200 km/h
Quantos kilometros de “alta velocidade” querem construir os Noruegueses, país cheio de petroelo, peixe e sem dívidas? 60 km
quantos kilometros quer meter Portugal? 500 ? 700? 1000 kms?
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Reparem que a nossa melhor ligação à Europa, por Vilar Formoso, não está sequer electrificada do lado espanhol. Alguém já andou no Sud Express ? Eu já, muitas. Comboio terceiro mundista porque os espanhóis nunca electrificaram o ramal deles, mesmo em pleno século XIX.
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“Qual a velocidade do Alpha Lisboa Porto? 200 km/h”
O Pendulino consegue fazer a viagem no mesmo espaço de tempo e custa muito menos e os sucessivos governos nunca aproveitaram em pleno. E serviu apenas para encher os bolsos a mais alguns.
Repare-se que o TGV pouco ganha ao pendulino (e ao outro da Siemens/Alshton, se não me falha a memória), porque para parar precisa de começar a abrandar alguns kms. antes da paragem final. E o pendulino consegue assim bater-se quase de igual para igual, com essas novas locomotivas, ditas do TGV.
É a versão semelhante ao “pendulino” que está em cima da mesa nos países nórdicos, pela maior eficiência económica e, note-se bem como eles não são parvos nenhuns, permite uma melhor capacidade de transporte militar, em especial de carros de combate e demais paternáfila bélica.
Mas depois, temos a parolada a falar em modernidade, olvidando-se deste tipo de aspectos, que também pesam nas decisões a tomar.
A estes parolos, depois do falhanço do TGV, já só falta prometer um tuga em Marte, como sinal de modernidade e avanço social. Nabos! Glup!
anti-comuna
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Portanto o TGV é mau porque os espanhóis terão mais a ganhar do que nós. Belíssimo argumento…
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Se calhar o TGV até pode ser estratégico; o problema não é esse: o problema é que Portugal para poder pagar os investimentos que o PS quer fazer a curto prazo, e num pequeno espaço de tempo, (3ª travessia, autoestradas inuteis, TGVs, Aeroporto, etc) teria que crescer durante pelo menos 20 anos, a um ritmo nunca inferior a 5%/ano. Ora digam-me lá se isso é possivel. Nem na China, na India ou no Brasil. O Sócrates quer-nos deixar mesmo ao nivel do Burkina-Faso. Quem está agora na casa dos 40 anos, quando se reformar, e por causa da reforma da SS do Ps, leva para casa uma reforma de cerca de 50% do seu salário. Se estas obras forem para a frente como o PS quer, nem 50% recebem. O que está aqui em causa, é a falta de dinheito para pagar tudo o que está previsto construir. E não tenhamos dúvidas acerca de um facto: mesmo fazendo parte da UE, Portugal pode continuar a ser por muitos anos um Pais pobre, que eles depois de 2013, não mandam para cá nem mais um tostão.
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44. Luís Oliveira
É de quem não percebeu mesmo nada do post.
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46. Pizarro
Explique lá.
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Linha HSL-Zuid
Amsterdam-Rotterdam-Antwerpen (ligação à Bélgica)
Comprimento: 125 km
Velocidade: 250km/h
Ideia inicial do projecto: anos 70
Acordo multilateral de vários países: 1989
Decisão construção: 1998
Concursos adjudicação: 2000
Fim de construção: 2009
Custo previsto: 3,3 mil milhões €
Custo final: 6,7 mil milhões de €
——————————————————
Linha Porto-Lisboa 292km (300km/h)
Linha Porto-Valença (ligação a Vigo) 100km (250 km/h)
Linha Lisboa-Caia (ligação a Madrid) 203km (350 km/h)
Total de km: 595 km
Custo previsto: 7,1 mil milhões de euros</ hahahahahahaha !!!!
——————————————————
Os portugueses que abram os olhos para a catástrofe que isto é para o país. 125km na Holanda para uma linha de 250km/h custaram 6,7 mil milhões, e em Portugal há uns chicos espertos que nos querem vender a ideia de que 595km e a maior parte dela a velocidade superior (300 e 350km/h) custa pouco mais que os 125km dos holandeses.
Meus amigos, isto é uma catástrofe se for para a frente, o custo final desta megalomania facilmente andará entre os 15 e 20 mil milhões, serão várias gerações de portugueses endividados durante décadas e décadas. E para quê ? Para quase nada que nos interesse, apenas para engordar meia dúzia de bancos, transportadoras e fabricantes franceses. Estudem todo o historial da alta velocidade na Europa, e noutros países. Há uma coisa que continuamente foi aparecendo em vários países associado a estes projectos: Corrupção.
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“o problema é que Portugal para poder pagar os investimentos que o PS quer fazer a curto prazo, e num pequeno espaço de tempo, (3ª travessia, autoestradas inuteis, TGVs, Aeroporto, etc) teria que crescer durante pelo menos 20 anos, a um ritmo nunca inferior a 5%/ano.”
Pois. Só que o problema é simples. O crescimento económico é afectado, sempre que os capitais são canalizados para projectos escolhidos pelos políticos. E o futuro crescimento económico é afectado negativamente, sempre que os capitais têm taxas de rentabilidade baixas ou mesmo negativas. (No outro dia, meti para aí um link sobre esse aspecto.)
Mas como Portugal está endividado e os recursos são escassos, não poupamos quase nada e vivemos do crédito alheio, ao canalizarmos estes recursos escassos para estes projectos, estamos a secar as fontes de financiamentos privados, que são aqueles que realmente impulsionam o crescimento económico.
A zelhice maior, é esta. O Pinócrates acha que o dinheiro nasce das árvores, e a nossa banca irá conseguir atrair empréstimos do exterior, sem asfixiar o tecido produtivo. É que a nossa banca não pode endividar-se como se pensa, até precisamente para não criar riscos de solvabilidades sistémicos.
Só mesmo um completo azelha ou um tipo sem um mínimo de conhecimentos económicos, pensa que vamos poder gastar esta pasta toda, sem sacrificar o tecido produtivo. É que são as PMEs que mais necessitam de crédito bancário, pois não conseguem emitir dívida nos mercados internacionais.
Mas isto, que é básico de entender, parece que não entra na cabeça desta gentinha. Deve pensar que o Banco de Portugal tem umas impressoras nas caves, como na américa. Glup!
anti-comuna
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A solução do imbróglio do TGV pode estar na velha canção de Paco Bandeira – ver [aqui].
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Mais uma vez na mouche!
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A teoria da Manuela
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Excelente post!
Na mouche!
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Crescimento da Dívida Externa Liquida de Portugal (Passivo – Activo) durante o governo
Sócrates
ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
2004 144.128 92.205,3 64,0%
2005 149.123 104.681,4 70,2%
2006 155.446 125.833,5 80,9%
2007 163.190 148.974,4 91,3%
2008 166.197 161.531,1 97,2%
2009 163.736 164.689,1 100,6%
Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.
Assim, entre 2004 e 2009, o valor do PIB de Portugal cresceu, em valores nominais, ou
seja, sem entrar com o efeito da subida de preços, 13,6%, enquanto a dívida externa
liquida portuguesa aumentou 78,6%. Em milhões de euros, o PIB cresceu 19.608 milhões €,
enquanto a dívida aumentou 72.484 milhões de euros, ou seja, 3,7 vezes mais. Como
consequência, entre 2004 e 2009, a dívida externa líquida do Pais passou de 64% do PIB
para 100,6% do PIB. É um crescimento sem dúvida insustentável.
MAS O PROBLEMA DA DÍVIDA EXTERNA É AINDA MAIS GRAVE, POIS FALA-SE SEMPRE DA DÍVIDA
LÍQUIDA E NÃO DA DÍVIDA TOTAL BRUTA QUE É MUITO MAIS ELEVADA
Os dados anteriores sobre a dívida, que são aqueles habitualmente referidos e normalmente
divulgados pelos media, enganam porque não correspondem à totalidade da dívida do País.
Aqueles dados referem-se apenas à Dívida Liquida Externa, que se obtém deduzindo à Dívida
Externa Bruta, ou seja, a totalidade daquilo que o País efectivamente deve ao estrangeiro
(o chamado PASSIVO do País) aquilo que ele tem a haver do estrangeiro (o chamado Activo).
No entanto, o que o País efectivamente deve ao estrangeiro é a dívida externa bruta, e é
ela que tem de ser paga, e é sobre ela que se tem de pagar juros e dividendos. O quadro
seguinte, construído também com dados divulgados pelo Banco de Portugal, mostra com
clareza a dimensão dessa dívida total efectiva.
Valor da dívida bruta total efectiva de Portugal
Ano Dív. Bruta Externa Portugal ou Passivo (milh. €)
2006 402.857,4
2007 444.137,7
2008 444.117,9
2009 (só até Março) 451.520,4
Percebe agora porque é que não se pode continuar com esta política suicida de enveredar
por megalómanos investimentos públicos? A ser seguida esta política o país poderá cair
na bancarrota.
In,
http://www.blasfemias.net/2009/09/02/socrates-vs-portas/#comments
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Ferreira Leite: fundos europeus do TGV são negociáveis
Na agricultura já se perderam 800 milhões em apoios comunitários: «E agora estamos preocupados com fundos aos quais ainda não tivemos acesso?»
Ao terceiro dia de campanha, o TGV voltou a entrar na corrida às legislativas, com Manuela Ferreira Leite a optar por não responder aos avisos do PP espanhol, que já disse que quem vencer as eleições «não pode nem deve renunciar à construção» da alta-velocidade.
«Não comento posições de partidos políticos de outros países que, com certeza, defendem os seus interesses. Eu estou perante os portugueses a defender os interesses de Portugal», disse esta terça-feira aos jornalistas, à saída de uma reunião com Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP), no Centro de Exposições, em Santarém.
Confrontada com a possível perda dos fundos comunitários, a líder do PSD respondeu que «são obviamente renegociáveis».
E apontou para os «mais de 800 milhões de euros que já foram totalmente perdidos e que são irrecuperáveis» para a agricultura, matéria com a qual «ninguém se preocupa: e agora estamos preocupados com fundos aos quais ainda não tivemos acesso e que, portanto, são obviamente renegociáveis».
Já sobre as declarações feitas ontem por José Sócrates, que acusou a líder social-democrata de ter uma atitude «retrógrada e passadista» e não de saber o que é estar na União Europeia, Ferreira Leite devolveu as críticas: «Para dizer isso é preciso não saber em que consiste a integração europeia: porque pode dar enormes benefícios aos países que fazem parte da UE e pode ter efeitos altamente prejudiciais a quem não saiba estar lá dentro».
E o TGV parece ser um desses casos: «Este projecto empobrece o país, aniquila todo o crédito disponível que existe para o sector da economia e poderá levar à liquidação de milhares de empresas que não têm acesso ao crédito».
http://www.tvi24.iol.pt/economia-alertas/portugal-ferreira-leite-psd-legislativas/1089201-3219.html
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Se inicialmente os traçados das vias férreas se destinavam a servir os maiores aglomerados populacionais, com o tempo, a proximidade do comboio foi também um factor de fixação das populações.
A tendência das linhas do TGV é seguirem paralelas aos traçados tradicionais.
O comentador Pedro Cruz(#23.) escreve e muito bem do percurso pela linha da Beira Baixa até Vilar Formoso, já que o da Beira Alta é economicamente inviável. É pela via até Fuentes de Oñoro/Vilar Formoso, que os espanhóis nos dão a via privilegiada de ligação à Europa. É a tradicional, em que eles também estarão interessados, por Salamanca e Valladolid, ou mesmo Burgos.
E porque é que não vamos pela Beira Baixa? Porque de Lisboa a Vilar Formoso, mesmo por aí, é o dobro de Lisboa-Caia.
Ou seja, estamos a fazer o papel de chico-espertos, tentando transferir para os espanhóis os custos da nossa ligação à Europa, que por sua vez não se mostrarão interessados num TGV até Badajoz, só porque fica mais barato para os portugas saírem de Portugal em TGV por aí.
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“Custo previsto: 7,1 mil milhões de euros</ hahahahahahaha !!!!"
…e segundo a RAVE esses 7.1 + manuntenção precisam de 8 milhões de pax/ano para serem rentaveis! Tendo em conta que o aeroporto de Lisboa movimenta um total de +/-13 milhões de pax/ano, o TGV vai já arranjar os 8 milhões!!!
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Eu penso que Portugal tem vários problemas, que esta gente nunca irá os mudar, continuando a praticar os mesmos erros.
Tudo começou com os projectos faraónicos com famoso Complexo de Sines e que se arrasta por este regime. Aliás, hoje em dia, a mentalidade socialista é a mesma de então: dá-se saltos económicos apostando em megalomanias. Tipo Sines, Alqueva, Estádios da Bola, Auto-estradas, TGVs, etc. Um dia, lá virá, prometerão um socialista português em Marte, para vencermos o nosso atavismo económico.
Mas, como alguém meteu praí um gráfico, quanto mais se apostou em grandes obras públicas, pior o crescimento económico. O Medina Carreira até usa um gráfico com o crescimento médio por décadas, demonstrando que estamos cada vez mais empobrecidos.
Portugal hoje é dos mais competitivos do mundo em infraestruturas públicas, como se viu por aí. Mas apesar deste volume enorme de capitais investidos, o crescimento económico emperrou e a pobreza cresce a alta velocidade. E a fome.
O problema básico deste gentinha que acredita no Culto da Carga é que foge sempre ao problema: produtividade portuguesa baixa. E acha que se apostarmos em betão, esta produtividade sobe. Mas não sobe.
Ora, a produtividade é uma das faces da chamada rentabilidade dos capitais próprios, usando uma terminologia dos investimentos. Isto é, é a elevada rentabilidade dos capitais que gera mais riqueza, mais produtividade, emprego, etc. Mas quando num portefólio de investimentos do país, se usa a alavancagem dos capitais alheios (crédito) para subir a rentabilidade dos capitais próprios, é preciso que os projectos de investimento sejam mais rentáveis que os custos empregues (capitais próprios e alheios). Se a rentabilidade for baixa ou até mesmo negativa, a alavancagem funciona ao contrário. Faz cair os capitais próprios, por causa das rentabilidades negativas.
Ora, Portugal ao apostar em obras megalómanas, está a baixar a rentabilidade dos seus capitais. Próprios ou alheios. Porque os projectos em vez de contribuirem para enriquecer, servem apenas para empobrecer. Para cúmulo, o uso da alavancagem tem um nível limite óptimo, pois a partir do qual, os riscos maiores incorridos com o uso do crédito alheio não geram mais unidades de acréscimo na rentabilidade. Que é o que esta gente quer fazer. Apostar em projectos megalómanos, sacrificando o presente e o futuro.
Se o passado é ele próprio o grande mestre, deviamos meditar no que se passou nos últimos 40, 50 anos. Quanto mais apostamos neste tipo de projectos, mais pobres e endividados ficamos. Mas não. O fanatismo ideológico desta gente, habituada a gastar o dinheiro dos outros, dos que pagam impostos, querem sempre cumprir sonhos próprios com o sofrimento alheio.
Se há definição apropriada para esta mentalidade, ela é: um socialista é um solidário que faz caridade com o dinheiro alheio. Safa!
anti-comuna
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1- barcelona
2- aveiro – salamanca
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Ena pááááá´!!
Há aqui bué de candidatos a 1º Ministro.
Afinal, se toda a gente sabe resolver o problema… porque é que a porra do problema não se resolva…
Portuga é pior que caruncho………. Daaaaaaaaasssssssseeeee !!
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a) ALVERCA: Porque podem partir de lá as low-cost para a Europa. A Spring Airlines pode partir de lá, e leva mais 40% de passageiros que as operadoras de bandeira: http://ecotretas.blogspot.com/2009/07/viajar-de-pe.html
b) Toda a gente sabe que é pelo mar, quando o ar não conta!
Ecotretas
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Só gostaria de corrigir isto, que é importante. Daqui:
“Mas quando num portefólio de investimentos do país, se usa a alavancagem dos capitais alheios (crédito) para subir a rentabilidade dos capitais próprios, é preciso que os projectos de investimento sejam mais rentáveis que os custos empregues (capitais próprios e alheios). Se a rentabilidade for baixa ou até mesmo negativa, a alavancagem funciona ao contrário. Faz cair os capitais próprios, por causa das rentabilidades negativas.”
Para aqui:
Mas quando num portefólio de investimentos do país, se usa a alavancagem dos capitais alheios (crédito) para subir a rentabilidade dos capitais próprios, É PRECISO QUE OS PROJECTOS DE INVESTIMENTO SEJAM MAIS RENTÁVEIS QUE OS CAPITAIS EMPREGUES (CAPITAIS PRÓPRIOS E ALHEIOS). Se a rentabilidade for baixa ou até mesmo negativa, a alavancagem funciona ao contrário. Faz cair os capitais próprios, por causa das rentabilidades negativas. OU SEJA, FICAMOS MAIS POBRES.
Assim é que está bem. Mil desculpas.
anti-comuna
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Porra. Começam os inteligentes a abrir o toutiço. Há mais de 2 anos que escrevo isto nas bojardas que por aí espalho a propósito do TGV: a nossa ligação ferroviária à ‘Europa’ é a do Sud Express. Dia 27 corramos o doutor sócrates para Madrid. No bairro de Lavapiés ainda deve haver uma barraca para ele. Ou em Fuenlabrada.
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O TGV a Portugal não serve rigorosamente para NADA.
Serve … para os espanhois – têm uma dimensão continental e acordos comerciais com os franceses que dispõe do material circulante.
O resto são tretas.
A MFL disse, e muito bem, que aos espanhois lhes interessa custear a obra (muito caro) com dinheiros de Bruxelas mas, para isso, necessitam de um TGV transfronteiriço. Porque não o propõem de imediato aos franceses? …
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Eu só espero que o Gato Fedorento, logo à noite, aperte a velha senhora com o TGV.
Perguntas do género:
– Não gostaria de levar os seus netinhos a darem uma volta no TGV?
– Ou acha que o TGV tem velocidade a mais para um comboio?
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É um fraco sinal da qualidade do debate quando frases feitas e fraquinhas: ficamos isolados, salazaristas & etc ainda fazem parte do argumentuário. Olhando para o facto : O TGV não dá prejuízo? Não existe já comboio,carro,barco,avião?
Usando o mesmo argumento porque é que não colocamos o Concorde a ligar Lisboa e Paris a Mach2 em vez do TGV, ficamos ainda mais perto da Europa…
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64,
” Porque não o propõem de imediato aos franceses? …”
Já propuseram. Está em construção entre Barcelona e a fronteira.
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“PONTE d’ORDEM: TGV/AVE”
Considerando a elevada afluência de internautas no Blasfémias.
Considerando o rigor dos profundos estudios levados a cabo para justificar a linha Lis-Madrid.
Considerando a nacessidade de rentabilizar a linha Lis-Madrd, tal como honestamente assumido pelo bloco central.
Sugere-se aos camaradas blasfemos, que ponderem ir no mínimo mensalmente a Madrid.
Carago, que para 9.4 milhões de passageiros ano, parece-me bem ser de ir lançando umas campanhas nesse sentido: «o ir para fora cá dentro», alargado a Madrid.
Por supuesto, com 25.000 passageiros dia; 12.500 de Lisboa para Madrid, por dia; 1.500 por hora.
Caso para dizer: praça cheia, ou «jamais», ou estudos por conta das «novas oportunidades»?
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De facto, pelos comentários dos pis-coisos se (re)tira o perfil do gangue socretino.
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Há familias muito ordinárias
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3076714.html
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#69.
Já o perfil do seu comentário, é apenas cretino.
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Pois, mas ó Anti-Comuna, eu sou um profissional da política e tenho vícios caros pelo que tenho de planear a minha vidinha pós ciclos-políticos, não tenho os fundos para criar uma fundação (como o meu Padrinho Soares), pelo que, tenho o mais rapidamente possível de encher as contas offshore dos meus tios, primos e enteados… pelo que, quero que tu e todos os Portugueses que se fodam! Percebes?
Isto é o que centenas de abutres no Largo do Rato e arredores pensam mas não dizem!!!
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Depois da demagogia, a desonestidade intelectual… Boa Blasfémias.
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“pelo que, tenho o mais rapidamente possível de encher as contas offshore dos meus tios, primos e enteados… pelo que, quero que tu e todos os Portugueses que se fodam! Percebes?”
Percebo. É o PPR do Largo dos Ratos? ahhahahahahah
Aliás, eles são solidários com os dinheiros alheios. Mas também sentem que devem ser beneficiados, pois é por uma boa causa. Por isso é que eles acreditam no socialismo. Nem que seja mais, tiram as suas famílias da pobreza. ehehehhheh
anti-comuna
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Empalemos o doutor sócrates. Ele nem se importa.
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Teste de conhecimentos
O Sr.faz alguma ideia de quanto tempo demora a construir uma rede de alta velocidade. Concretamente aquela que apresenta neste mapa?
Faz também alguma ideia de quanto tempo demorará a construir a primeira linha em Portugal?
Imagina quanto dinheiro custa/custou construir apenas, a rede espanhola?
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Senhor João Miranda,
Quando não se sabe, não se deve falar e opinar, sobre coisas que desconhecemos. Faça o favor de ver e perceber este vídeo. Ver em URL http://luisfer-rail.blogspot.com
Atentamente,
LUISFER Estudos e Realizações Ferroviárias
Luís Moreira
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desafio aqui qq dos comentadores, em como ganhe quem ganhar, o TGV irá ser construído. Aposto o que quiserem em como a MFL só não cortará a fitinha da inauguração se não ganhar as eleições. O que quiserem. Tudo o resto é conversa para entreter. O JM sabe mto bem que o TGV vai ser construido no matter what. A MFL ficará a maior defensora da obra uma vez no governo. Place your bets.
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O governo de Paris desistiu de construir nos próximos 20 anos uma linha de caminho-de-ferro de alta velocidade (TGV) para o País Basco Francês. 4 de Junho de 2009 in http://tv.rtp.pt/noticias/?t=Paris-desiste-da-alta-velocidade-para-o-Pais-Basco-Frances.rtp&article=224639&visual=3&layout=10&tm=7
Expliquem-me, por favor, os especialistas da matéria como é que nos ligamos a Paris, Roma, Antuérpia e Berlim, só para citar as capitais mais próximas da Europa, excluindo Madrid?
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Importante e barato era melhorar a ligação de Faro a VRSA, electrificando a via, permitindo que o intercidades servisse Tavira e, VRSA e a ligação a Espanha (Huelva/Sevilha). Mas isso não interessa, se calhar porque custa pouco.
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Isso é melhor perguntar à senhora professora Manuela Ferreira Leite. Uma coisa é certa “Portugal não é uma província de Espanha!”.
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corrigenda… Bruxelas em vez de Antuérpia..
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As redes electricas espanhola e poruguesa não são compatíveis.
A Espanhola é de Corrente Contínua e a Portuguesa de Corrente Alterna.
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http://jamais.blogs.sapo.pt/210297.html
O vídeo das declarações de Ferreira Leite hoje de manhã. Vejam o banho de bola apanhou o Sócrates. Deve estar pior que o pobre do Azenha do Setúbal que ontem foi despedido pelos 8-1 do Benfica.
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Com estes traçados a rede ibérica de alta velocidade converge para Madrid, não quer dizer que Portugal não lucre com o TGV, mas sem dúvida, que será muito mais rentável à Espanha!!!
Portugal continuará a ser periférico, sem ligações de vulto à Europa, apenas a Espanha!
Um traçado com destino a França pelo País Basco, era uma opção muito mais rentável para Portugal, porém retiraria a centralidade que Madrid ambiciona…
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A concretizar estes traçados do TGV, temo que Portugal se torne numa simples província Espanhola…
Boas notícias para os monárquicos que assim poderão ter o Rei que tanto ambicionam…ahahahaha!
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#78.
Também tenho essa certeza. Quanto mais não seja porque há muito europeu que quer vir a Portugal de comboio e não de avião.
Na viagem pelo comboio, olha-se pela janela e vê-se o país.
De avião vêem-se as nuvens.
Ainda há quem pense numa viagem como um percurso a saborear e não apenas uma partida e uma chegada em locais onde somos minuciosamente controlados, as bagagens vistoriadas, a nossa privacidade invadida.
Mas a maior diferença é dramática.
Um comboio avaria e pára.
Um avião avaria e cai.
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Desculpem insistir, mas pretendia mesmo ver esclarecida esta minha dúvida:
Com a realização da linha do TGV que ligará Lisboa a Madrid, isso permite-nos ligar a outras capitais e cidades europeias como Paris, Roma, Bruxelas, Berlim, Amesterdão, só para citar alguns exemplos? Eu espero uma repsosta cabal, pois um dos argumentos a favor da realização do TGV consiste no facto de que, com ele, passamos a estar ligados à Europa através de um transporte da alta velocidade, deixando, com isso, de sermos periféricos nessa matéria.
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#83.
Vc deve ser dos tais que não tem um pc portátil porque funciona a corrente contínua, quando a EDP só lhe fornece corrente alterna.
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#8 A Noruega vai mesmo fazer o TGV.
Pois sim, não esses, porém, que resultariam estreitos, mas este, mais largo, já com ponte de turismo ao meio.
http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.estivaltur.pt/programas3/fiordes3.jpg&imgrefurl=http://www.estivaltur.pt/eur_laponia_noruega.html&usg=__UEGDmPY5yz8IaEysEbK9-RgTg-0=&h=342&w=200&sz=31&hl=pt-PT&start=57&tbnid=zge28464iE1_AM:&tbnh=120&tbnw=70&prev=/images%3Fq%3Dfiords%2Bda%2Bnoruega%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D40
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#88.
Estou plenamente convencido que há-de haver TGV directo de Lisboa-Paris, pelo menos.
Madrid será uma estação no percurso.
Sempre há quem queira lá descer, para ir ver o Ronaldo jogar.
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#87 Piscoiso
Ainda há quem pense numa viagem como um percurso a saborear e não apenas uma partida e uma chegada em locais onde somos minuciosamente controlados, as bagagens vistoriadas, a nossa privacidade invadida.
Esta só tem uma resposta. A dada por si próprio:
“São “tiranias” impostas pelo mundo civilizado, para que possamos fazer parte dele.
Quem não quer, sempre pode emigrar para a Zâmbia, ou Burkina-Fasso.”
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Mas a maior diferença é dramática.
Um comboio avaria e pára.
Um avião avaria e cai.
Piscoiso
Um comboio avaria e pára, quem sabe por quanto tempo, mas pára, o que dará num prazer, se a função é ver em volta, sem pressas de se chegar.
Um avião avaria e cai. Feita a viagem, pela certa, rumo ao destino, ao céu.
E se fôssemos por mar? A palavra a P Portas, ao menos por uma vez.
Que, quanto a mim, melhor ainda é ir-se a pé, por gosto, amor, como a Fátima, bastando a tanto a fé.
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Acabou de ser revelado o mais estrondoso argumento a favor da linha de alta velocidade:
O PISCOISO TEM MEDO DE ANDAR DE AVIÃO!
PS: grande resposta ao so-cretino, by the way.
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Aposto o que quiserem em como a MFL só não cortará a fitinha da inauguração se não ganhar as eleições.
Se ganhar nunca poderá cortar a fitinha.
Tinha que ter quase cem anos ou o senhor acredita que as datas propostas têm qualquer ligação à realidade?
Lembre-se da Casa da Música no Oporto.
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# 91..
Pois, mas o problema é que, presentemente, e nos próximos anos, não existirá qualquer ligação de alta velocidade entre Madrid e Paris, nem sequer via Barcelona. Mais, está a ver alguém que, para se deslocar de Lisboa a Paris, vá de TGV, onde a duração da viagem será, no mínimo, de cerca de 4 horas e meia, e cujos bilhetes nunca custarão menos de 200 euros, isto quando, se for de avião, demorará metade do tempo e gastará, no mínimo, o mesmo dinheiro? Sinceramente,
vê alguma razoabilidade nisto, sobretudo e acima de tudo num momento em que o país tem uma dívida público de cerca de 100% do PIB (dados do Banco de Portugal reportados ao mês de Março de 2009)??
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Factos são factos disse:
<>
Este nunca fez check-in e check out.
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Factos são factos disse:
– demorará metade do tempo e gastará, no mínimo, o mesmo dinheiro
Este nunca fez check-in e check-out.
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#92.
O TGV tem câmaras de vigilância por todo o interior.
Todos os “acréscimos de segurança” nos aeroportos, que não existem nas estações ferroviários, são já derivadas da precária segurança do transporte aéreo.
Mas que o transporte aéreo é mais rápido, não tem contestação, se o aeroporto não ficar a milhas do local de destino, se não estiver nevoeiro, se não houver um daqueles fenómenos provocados pelo vento, na aproximação à pista e mais uma data de “ses” que as companhias aéreas guardam nos cofres.
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#97
Provavelmente eu não esclareci V. Exa. que o tempo estimado de ligação entre Lisboa e Madrid será de 2h45m sem contar com os tempos de paragens. A ligação Madrid – Paris, quando existir, se exisitir, não demorará, certamente, menos tempo (coloquei em cima as 4h30 de Lisboa a Paris, por TGV, para ser simpático). Mas a esse período de duração de viagem deve adicionar os tempos de paragens nas estações (demoram, no mínimo, 7min.). Por outro lado, o bilhete mais barato de TGV entre dois países é o de Paris / Bruxelas (313 km) – € 71,5 só de ida.
É um sonho, não é? Muito mais rapido do que ir de avião e muito mais barato.. sou um tolo em pensar que o TGV é perfeitamente desnecessário nesta altura.
Mas para já, para já, meu caro Man, se quiser ir de TGV de Madrid para Paris vai, vai.. no batalha…
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Agora querem convencer-nos que será mais rápido ir de Lisboa a Paris – por via de uma linha imaginária que nem sequer está planeada entre esta cidade e Madrid – que de avião.
O argumento decisivo é o check-in e o check-out.
Parem, por favor. Estão a matar-me de riso.:)
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Não está planeada?
Por quem ?
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# 102
Simplesmente não está planeada.. veja por favor in http://www.rave.pt/tabid/150/Default.aspx
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Para recordar:
La Fiscalía Anticorrupción situó los hechos en el plan de transporte ferroviario aprobado por el Gobierno socialista en 1987, en el marco del cual “un grupo de responsables del PSOE (…) urdieron un plan para recabar comisiones ilícitas de contratistas, fabricantes y tecnólogos de los proyectos del AVE a cambio de concederles adjudicaciones de los contratos por Renfe”.
http://www.elmundo.es/elmundo/2006/06/28/espana/1151487765.html
«MEMORIA HISTORICA» DEL PSOE: El Tribunal Supremo condena a Aida Alvarez por recibir dinero de Siemens en la adjudicación del AVE
http://e-pesimo.blogspot.com/2008/11/memoria-historica-del-psoe-el-tribunal.html
Prosecutors opened an investigation in November into whether Alstom, which is based in Paris, had paid hundreds of millions of dollars in bribes to gain customers in Asia and South America from 1995 to 2003…Alstom has installed power stations that generate a fifth of the world’s electricity, built two-thirds of the world’s high-speed trains and supplied subway cars used by commuters in Paris, London, New York and São Paulo.
Alstom raided in Swiss probe into corruption
Alstom SA had offices of a Swiss unit raided as an investigation into alleged corruption and contract bribes at the French power-plant maker widens.
http://www.business-standard.com/india/news/alstom-raided-in-swiss-probe-into-corruption/332243/
Documents filed with a U.S. court Friday by the U.S. Justice Department and the Securities and Exchange Commission allege corruption reaching the top echelons of Siemens management. The conglomerate allegedly spent more than $1 billion bribing government officials around the globe — including former Argentine President Carlos Menem — to win infrastructure contracts in recent years.
http://online.wsj.com/article/SB122919269803304383.html
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Essa merda do TGV é só para encher os bolsos aos banqueiros e capitalistas.
O camarada Jerónimo precisa tomar uma aguardente velha para ver se muda de ideias.
Comunistas não podem transigir com o vil capital!
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eheheh
Não está planeada pela RAVE, que é portuguesa.
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Este Piscoiso dava um bom operário nas pedreiras que queremos reactivar para desenvolver a produção nacional.
Tirava logo aquela mariquice da máscara.
Homem que é homem não tem medo do pó da pedreira nem do fumo dos cigarros!
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# 106
É brincadeira sua, não é?
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#108.
Não, não é brincadeira. O que não estou é com disposição para lhe ir buscar elementos, na defesa do que não me interessa defender. Até porque a discussão é mais política do que técnica.
Entreguem lá a bicicleta à velha senhora.
Que as linhas de TGV vão continuar a ser construídas, é uma realidade irreversível.
Provavelmente a dona Manuela já nem será viva, para poder ir no TGV de Lisboa a Paris.
Pelo evoluir das coisas, é que a ligação Madrid-Paris, sem passar por Barcelona, estará concluída antes da linha Lisboa-Madrid.
Os problemas presentes são mais políticos do que técnicos.
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Aquele ramalzinho do TGV para Algeciras é que vai ter futuro.Com túnel debaixo do mediterrâneo e tudo.África é o nosso destino.O califado a meta.( o euroliberal até vai ter una erecção ao ler isto)
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1. É Madrid.
A cidade que mais ganha com a passagem do TGV é Madrid.
Mas é claro, o TGV interessa a Madrid, qual umbigo da Ibérica, aonde irão dar as cidades todas, de Sevilha a Barcelona, de Valência a Pontevedra, como à Corunha e, tomada por mais uma capital de província espanhola, de Lisboa a Bilbao e Santander.
Com a Europa em cima à espera, até ao dia que os reis – “Por que no te callas?! – decidam deixar-nos sair da estação, a pé.
2. Depois, o melhor traçado do TGV de Portugal, rumo à Europa, vem de Faro e Lisboa rumo ao Porto, a Vigo, passando Braga, daí se dirigindo a Leão, Bilbao, direito a Hendaye, em França, num V final para Bruxelas, Estrasburgo e Berlim.
A jeito para num futuro seguir mais longe, a Moscovo, de onde é que vem o gás, que aquece e alumia a Europa, como de há muito, de sempre, o mesmo Sol.
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Qual umbigo da Ibéria, da Hispânia, que a todos nos diz “espanhóis”.
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Em termos políticos há um sério problema da passagem do TGV pelo país basco, tanto no lado espanhol como francês.
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No meio desta confusão toda há a questão da velocidade. A RAVE diz que Libos-Madrid é de 350km/h, o que é mentira claro. Até a linha Madrid-barcelona que durante anos se anunciou de 350km/h afinal é de 300km/h de velocidade máxima.
Relativamente à ligação a França, efectivamente não existe hoje, o corredor nordeste, segmento Girona-Perpignan estava previsto estar pronto em 2009, mas só lá para 2012, em França ainda nem sequer aprovaram o prolongamento depois de Perpignan para Montpellier para ligar à rede francesa. E este é o que menos nos interessa a nós, basta olhar para o mapa, alguém que saia de Lisboa via Madrid, Barcelona e Perpignan rumo a Paris vai andar às voltas em Espanha até conseguir chegar finalmente a França. Surreal !
A outra ligação, pelo País Basco, que nos interessava muito mais e como alguém já acima referiu #79, está em águas de bacalhau, nem previsto nem projectado.
A importância internacional do projecto resume-se portanto a uma importância ibérica. Em Espanha o projecto teve desde o início uma forte componente política e nacionalista, contra o separatismo, o que a nós não nos diz nada.
Isto da ligação à Europa é portanto um mito, um embuste. E a pergunta que se deve fazer, vale a pena gastar os 7 ou 8 mil previstos, que qualquer criança de 10 anos sabe que hoje já são muito mais devido ao preço do dinheiro e a constante descida dos nossos ratings devido ao endividamento actual e futuro, e que qualquer criança de 5 anos sabe que os custos serão o dobro ou mais, isto tudo para chegarmos a Espanha mais rapidamente ? Alguém duvida ? Que leia os relatórios do tribunal de contas dos últimos 15 anos.
Só um louco pode aprovar tal coisa. Ou quem se enche muito com isto !
Apostem na ferrovia clássica com uma boa rede regional e suburbana em Portugal, essa sim é distribuidora de riqueza com um custo de oportunidade aceitável.
Mas são os mesmos que nos últimos 30 anos destruíram a ferrovia portuguesa e que foram incapazes de modernizar uma linha apesar das fortunas colossais que gastaram que agora nos vem dizer que a ferrovia é o futuro. Alguns dos altos quadros responsáveis por isto até estão agora na RAVE, a pagar uma campanha pró-TGV com o nosso dinheiro em plena campanha eleitoral. São da mesma estirpe das mentes brilhantes que constroem autoestradas paralelas no litoral. É de loucos, se Deus for justo e os portugueses inteligentes, espero que o atrevimento e falta de vergonha desta gente seja terrivelmente castigada nas próximas eleições.
Se a MFL me garantir que cancela este projecto até Portugal ter pelo menos uns 5-10 anos de crescimento económico positivo, terá o meu voto. Será provavelmente o voto mais valioso da minha vida, aquele que tirará dos ombros dos meus filhos e netos uma dívida ruinosa que os remeterá à emigração.
Se MFL não me garantir isto de forma minimamente credível, votarei branco.
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“113.Piscoiso disse
15 Setembro, 2009 às 7:35 pm
Em termos políticos há um sério problema da passagem do TGV pelo país basco, tanto no lado espanhol como francês.”
E quem o garante que não haja por Madrid-Paris?
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# 88
A ideia é a “coesão da Península Ibérica” – palavras dos ministros do governo espanhol!
……
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Eu cá , já me inscrevi para trabalhar no TGV, como aguadeiro…
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ligar portugal à europa ? olhem , se calhar seguir o caminho de santiago até roncesvalles não era má ideia. e dava para meditar na viagem.
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Se o plano fosse ligar Portugal à Europa, seria pelo caminho mais curto e com menos paragens, o que exclui a passagem por Madrid.
Mas será essa ligação uma boa coisa? Talvez, mas desde que Portugal fosse o intermediário das trocas entre a Europa e o Atlântico Sul.
Mas não é absorvido na União Europeia que isso poderia ser conseguido. Seria possível se o país fosse federado ao Brasil e aos países lusófonos da costa ocidental africana.
Mas já não há quem tenha tais ambições neste país de caddies e empregados de bar, e o Brasil e Angola não ficam muito atrás.
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Nada aprendemos com a História!
O futuro e a riqueza, que todos ambicionamos, não se encontra na Europa!
Naveguemos, atravessemos oceanos. Temos de arranjar negócios e projectos, em África, nas Américas e na Ásia!
Deixem a Europa para os Espanhóis!
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Campos e Cunha: TGV «não é um projecto rentável
A opinião não é nova saída da boca de Luís Campos e Cunha, mas o ministro das Finanças inaugural do Governo de José Sócrates reafirmou esta terça-feira estar contra a construção da linha de alta velocidade em Portugal. O TGV «não é rentável», insiste.
«O problema é avaliar do ponto de vista económico essa operação. A questão não é financeira, mas económica, ou seja, é uma questão de empreendedorismo», disse, num debate precisamente sobre Empreendedorismo em Portugal.
«Sabermos à partida que se trata de um projecto não rentável, significa que estamos a investir recursos hoje e, amanhã, vamos ter que investir menos», explicou Campos e Cunha. Citado pela TSF, sublinhou que «é preciso avaliar riscos». 17:23 – 15-09-2009
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Rapaz de Paderne com 19 anos morto por ciganos por causa de defender as suas alfarrobas.
Como “espécie protegida” ninguém ousa beliscar esta minoria étnica que afinal só tem direitos, deveres nem por isso.
Hà 2 anos em plena E.N.125, os ditos pararam uma carrinha, roubaram as sacas de alfarroba, e brutalizaram os 4 velhotes que tentaram ripostar.
Assim vai o Faroeste…
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Isto está mesmo perigoso.
Já não se pode andar com alfarrobas.
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Piscoiso disse
16 Setembro, 2009 às 2:01 am
Isto está mesmo perigoso.
Já não se pode andar com alfarrobas.
Pelo menos as alfarrobas parecem disponíveis para varrer com CÂNCI(R)OS deste país.
Extractos de alfarroba podem ser úteis no tratamento do cancro
Estudo da UALG em parceria com o Parque Científico de Barcelona
Os extractos de alfarroba podem vir a ser utilizados no tratamento de doenças cancerígenas, potencialidade que está a ser investigada pela Universidade do Algarve (UALG) ao abrigo de uma parceria com o Parque Científico de Barcelona. A polpa, folhas e algumas partes da semente de alfarroba têm um potencial antioxidante muito elevado, semelhante ao do azeite e superior ao do vinho, o que leva os investigadores a acreditarem que os componentes do fruto podem ser úteis no combate aos radicais livres.
A alfarroba, também designada por “chocolate saudável” é utilizada em várias indústrias, nomeadamente na cosmética, alimentar e farmacêutica, mas apenas como espessante para dar forma a alguns comprimidos. A sua eventual aplicação na produção de medicamentos pode demorar anos mas, segundo Anabela Romano, professora da UALG que está a acompanhar o projecto, os resultados preliminares do estudo são “promissores”.
“Já conseguimos comprovar que os extractos de alfarroba inibem a proliferação de células cancerígenas”, afirmou, sublinhando que estes são resultados preliminares e que não estão sequer publicados. A alfarrobeira contém substâncias que já são aproveitadas na composição de alguns fármacos utilizados no tratamento da SIDA, cancro e doenças cardiovasculares, embora de forma ainda incipiente.
De acordo com Anabela Romano, muitos dos medicamentos usados no tratamento do cancro são produzidos com base em extractos vegetais e 35 por cento das drogas prescritas a nível mundial têm origem vegetal. “Ainda estamos a averiguar a sua eventual aplicação na indústria médica e farmacêutica, mas pelo menos já sabemos tem uma acção anti-proliferativa quando colocada em contacto com células cancerígenas”, observou.
Apesar de ser uma espécie com elevado interesse comercial e aplicada em várias indústrias pela sua escassa toxicidade, Anabela Romano considera que a alfarrobeira não está “totalmente explorada”. “O estudo tem também a vertente de valorização da espécie”, conclui, lembrando que a alfarrobeira prolifera nos países do Mediterrâneo e que Portugal é o terceiro produtor mundial de alfarroba.
Antes deste projecto, Anabela Romano coordenou um estudo inovador de clonagem de alfarrobeiras, que permite o seu cultivo em larga escala e que despertou o interesse dos produtores da espécie.
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E Sócrates é anti-italiano e anti-nortenho?
Estou farto de ouvir socialistas e outros dizerem que Manuela Ferreira Leite tem um preconceito anti-espanhol por ter dito o que disse no frente-a-frente, sobre o TGV.
Esses senhores que dizem essas barbaridade são estúpidos e querem fazer de nós estúpidos. Então dizer que não será PM para defender os interesses dos espanhóis é ser anti-espanhol?
Aliás, se MFL fosse anti-espanhol não teria aceite trabalhar no Banco Santander durante vários anos. Alguém quer maior prova de que ela não tem problema nenhum com espanhóis? Simplesmente não vamos enterrar mais o país com o TGV, simplesmente porque também faz jeito a nuestros hermanos.
Ou será que esses senhores estúpidos – que tentam distorcer factos, para que estes se tornem armas em favor deles – também acham que José Sócrates é anti-italiano por ter dito que vendeu parte da GALP a Amorim e Eduardo dos Santos “para não deixar cair a GALP em mãos italianas”?
Ou até poder-se-á dizer que Sócrates é anti-nortenho por não permitir que a Sonae tome conta de empresas como a PT ou como a ZON?
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#114,
“Deus” não sabemos o que é, e os Portugueses devem ser estúpidos, porque 3 a 4 milhões (se as contas não me falham) estão satisfeitíssimos e votam habitualmente nos PS/PSD/PP, e outros 2 a 3 milhões estão apenas satisfeitos, porque se abstêm sempre. Crise, qual crise? Já agora, vote lá em branco se isso lhe dá gozo, junte-se aos anónimos que não mudam coisa nenhuma – vai ter direito aos 30 segundos da estatística na noite das eleições, e goze-os bem, que serão os únicos em quatro anos.
Quanto ao TGV, está quase tudo dito, a ligação à europa é argumento de vendedor de banha-da-cobra, e vai custar muito muito mais do que dizem – tanto a construir, como para andar nele. Querem? Juntem-se aos felizes 6 milhões do costume.
O que ninguém fala são os factos: o pendular é mais barato, mais eficiente, quase tão rápido e MAIS MODERNO – foi desenvolvido para contornar as limitações e ineficiências do TGV que é um esbanjador de energia.
Alguém diz quanto custa ligar Valença-Braga-Porto-Lisboa-Faro-Vila Real de Santo António por pendular? Vá, digam. (e já agora, com o resto da poupança em relação ao TGV, faziam Bragança-Guarda-Castelo Branco-Portalegre-Évora-Beja-Faro em pendular).
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Piscoiso disse
16 Setembro, 2009 às 2:01 am
“Isto está mesmo perigoso.
Já não se pode andar com alfarrobas.”
A BOÇALIDADE do costume.Mais respeito por um jovem que infelizmente viveu num País, em que o Correio da Manhã nem OUSA chamar os bois pelos nomes, ou seja que foram Ciganos a praticar tal acto.
Se fosse ao contrário não faltariam Associações, e Ciganos de todo o País a condenar tal acto, mas assim amanhã tudo se esquecerá.Tristeza de tempos, com portugueses sem tomates para dizer BASTA!!!
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