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Balanço da campanha V

25 Setembro, 2009

O Magalhães e o Rendimento Mínimo são “conquistas sociais” irreversíveis.

7 comentários leave one →
  1. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    25 Setembro, 2009 17:09

    Deixo uma sugestão ao Pinócrates e associados: na próxima revisão consitucional consagrem essa irreversibilidade. Assim, a caminhada para o socialismo será, seguramente, muito mais rápida!

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  2. PDuarte's avatar
    25 Setembro, 2009 17:14

    são.
    e há uma relação muito directa entre o segundo e o primeiro.
    se se acaba o RM a primeira coisa a fazer é vender logo o brinquedo do cachopo.

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  3. Lionheart's avatar
    Lionheart permalink
    25 Setembro, 2009 17:21

    Mas tem dúvidas? Quando se habitua o “povo” à “mama”, depois tirar-lhe os “rebuçados” é uma grande gaita. Quem o fizesse ficava marcado. É o país que temos. Portugal não tem nada a ver com os EUA, em que a grande maioria do eleitorado só pede ao Estado que o deixe em paz. Aqui quase toda a gente depende do Estado. Ou porque recebe subsídios de inserção, ou está reformado, ou está desempregado, ou a receber “formação”, ou é funcionário público, ou trabalha para uma Câmara Municipal ou Junta de Freguesia, ou trabalha para um instituto público, ou trabalha para uma empresa pública, ou trabalha para uma empresa onde o Estado tem participação accionista, ou trabalha para uma empresa cujo o Estado é o principal cliente ou um dos maiores clientes. Tudo somado, é mais de 70% da população, certamente. Poucos querem ouvir falar em menos Estado. Por isso um partido como o CDS, que tem as bandeiras certas para a área política a que pertence, terá sempre pouco eleitorado.

    O problema do PSD (se perder as eleições, o que não é líquido) é que não ofereceu nenhuma esperança ao eleitorado e só apareceu com más notícias nesta campanha. Os portugueses não querem saber das contas públicas. Estão habituados a que elas estejam sempre más. Preferem dar o voto a quem dá mais Estado, mesmo que isso signifique mais intrusão. Mas, ao fim e ao cabo, um povo ainda muito provinciano, em pouco o aflige qualquer perda de privacidade ou independência, porque a isso não dão valor. O que interessa é o encosto, porque não sabem viver de outra forma. Alguma vez Portugal foi diferente?

    É evidente que a factura será paga. Uma vitória de Sócrates vai agravar a crise. Mas que se importa ele? Terá certamente uma “chucha internacional” quando sair do governo, para se “entreter”.

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  4. Desconhecida's avatar
    Costa permalink
    25 Setembro, 2009 17:32

    Os impostos vão subir e depois não se queixam!

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  5. Francisco's avatar
    25 Setembro, 2009 18:04

    cAVACO escuta

    (http://www.youtube.com/watch?v=aT16qEs0Fa0)

    FIM AO DOMÍNIO DAS VELHAS ELITES DECADENTES!

    UNIDADE POPULAR! A REACÇÃO NÃO PASSARÁ!

    Dá me um Shot Eleitoral

    (http://www.youtube.com/watch?v=dZJVycBwqC0)

    O VOTO É UMA ARMA, DIA 27 FAZ PONTARIA! (http://mundoemguerra.blogspot.com/2009/09/cavaco-escuta-dia-27-nao-falhes.html)

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  6. Pró comuna's avatar
    Pró comuna permalink
    25 Setembro, 2009 18:34

    O rendimento mínimo é o Portas

    E o Magalhães ?? É o Zé Magalhães do MAI ????

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  7. Pró comuna's avatar
    Pró comuna permalink
    25 Setembro, 2009 18:35

    Não brinques com coisas sérias

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