Eleitores fantasma
14 Outubro, 2009
“Com eleitores a mais, eleitores a menos e eleitores inscritos na freguesia errada, a Base de Dados do Recenseamento Eleitoral carece de uma enorme auditoria.” Hoje, no JN.
7 comentários
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“Com eleitores a mais, eleitores a menos e eleitores inscritos na freguesia errada, a Base de Dados do Recenseamento Eleitoral carece de uma enorme auditoria.” Hoje, no JN.
Ou a diferença entre as proclamações de uma pseudo-modernidade e a realidade dos factos. Que é feito da iniciativa de “uma caixa de correio electrónico para cada português”? Cheguem, por exemplo, à Gare do Oriente, e vejam quantos dos quiosques de diferenets organismos públicos ou para-públicos estãoa funcionar!
O que é que as crianças do meu país ganharam com o Magalhães no plano da sua educação, para além da componente lúdica? Alguém fez ou propõe-se fazer um trabalho sério de estudo sobre este assunto? Ou a solução para os problemas, universal para todo e qualquer problema é despejar dinheiro e “tecnologia” em cima dele?
Com que então 9.5 milhões de eleitores hã?!
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Por um lado, resiste-se ao cartão do cidadão e medidas equivalentes de registo informático dos cidadãos, como uma violação de direitos de privacidade, etc. Por outro, criticam-se os métodos antiquados que permitem os casos como o descrito.
O que é preciso é criticar.
Seja por ter cão, seja por ter gato.
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Aplauso paro o Piscoiso.
100% correcto.
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Se o cartão é electrónico depende da introdução de dados em computador. O erro continuará a existir.
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Em Portugal deixou de haver responsabilidade pessoal: passou a haver só erros informáticos.
O ME faz estatísticas em que confronta escolas com 14 exames e escolas com 140 ou 300. Mesmo quando os dados introduzidos são fiáveis há sempre um ignorante capaz de os usar sem nexo ou para prejudicar outrem.
Para além do choque tecnológico agora anuncia-se muito diálogo. Mas computador não fala: computa.
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Aliás esta coisa do Plano Tecnológico, para quem acredita no conhecimento fundado na experiência, no empirismo, parece ser um caminho que nos conduz paulatinamente na queda dos rankings de competitividade. Por que razão será?
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Até que enfim alguém fala disto. Para quando uma auditoria externa e o mais independente possível ao sistema eleitoral português. É que estão a acontecer coisas estranhas, ainda mais que ninguém toca nelas.
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