Ainda bem que na lista não está nada relacionado com imigração e nacionalidade.Temos que ser solidários com o mundo.Temos que ganhar menos para que outros ganhem mais mesmo que não sejam necessários e só se limitem a “escolher-nos”
As invasões pacíficas são enriquecedoras.Vamos ter mais mesquitas, mais bruxos e acima de tudo genes frescos.Que a juventude local está destinada a arrumar carros…
Aliás é um problemazinho invisível.A ex-cintura industrial, a antiga “cintura de aço”, agora transformada na cintura negra.Que uns dizem ser base da guerrilha urbana em desenvolvimento.Cá.Uma riqueza…
Ainda bem que o BE e o Vale de Almeida aí estão para tratar do “casamento gay” nesta legislatura.Apanhar no cu é a salvação da classe operária e camponesa…e dum preto claro está!
3 não chegam.
Segurança, Educação, Saúde e Transportes.
Acrescento, em generalidade, que o Estado tem que providenciar QUALQUER serviço, a que as populações não tenham acesso.
Infelizmente cá em Porugal, há regiões do país que são muto atrasadas no que rspeita a acessos básicos.
Eu voto na comunicação social, para acabar com a prestação miserável e antidemocratica com que a Imprensa escrita tratou o Bloco de Esquerda nas autárquicas antes de se saber os resultados. Senão vejamos:
#6
Mesmo que isso implique que as pessoas fiquem sem o dinheiro que lá têm?
Essa medida de salvar bancos não se trata de salvar o banco em sí, mas sim a economia, a confiança na economia e os próprios cidadãos.
O grande erro dos EUA foi terem deixado o Lehman cair.
Eu voto na comunicação social, para acabar com a prestação miserável e antidemocratica com que a Imprensa escrita tratou o Bloco de Esquerda nas autárquicas durante a campanha. Senão vejamos:
Por que não todos quando é evidente que a intervenção é necessária em todos os sectores apresentados e mais alguns.
O Estado tem que providenciar assistência em tudo o que faz falta à sociedade.
Por acaso falta na lista o que eu ainda quero:
4 gajas boazonas, uma casa espaçosa tendo em conta o tamanho da “família”, e uns subsídios que permitam viver com dignidade…
Só votei na Segurança. Suponho que a segurança inclua a Defesa, justiça e segurança interna. Só estas áreas justificam a presença do estado perto dos 100%. Na defesa, por exemplo, as áreas de manutenção, como se fez com as OGMA e finalmente se está a fazer com o Arsenal do Alfeite, podem ser atribuídas a privados. Uma parte das prisões também, ou pelo menos a sua gestão. Falta regulamentar a investigação judicial privada, ou a fiscalização da liberdade condicional, por exemplo. E na segurança interna, na prática também já assim acontece.
Em tudo o resto a presença do estado devia variar entre 90 e 0%. E quanto mais próximo dos 0% melhor.
Por acaso falta na lista o que eu ainda quero:
4 gajas boazonas, uma casa espaçosa tendo em conta o tamanho da “família”, e uns subsídios que permitam viver com dignidade…
Para o resto o Estado não deve prestar serviços mas sim assegurar que os mais pobres possam aceder a eles.
O Estado ao criar monopólios ou quasi monopólios cria uma mentalidade de rendeiro nos médicos, enfermeiros, professores, “artistas”, jornalistas sujeitos à pressão política mas não à procura dos clientes…
Ó 28
Mas julgas que por aqui a escala é a do Miguel Vale de Almeida ou quê?Que deve ter tido um retrocesso da tusa da ponta para o fundo da tripa?
Manda cá a tua companheira, se tiver aparência,e ELA logo te diz como foi…
“Em tudo o resto a presença do estado devia variar entre 90 e 0%. E quanto mais próximo dos 0% melhor.”
“entre 90% e 0%”, Ouroboro13? Que raio… não achas que esse lado de esquedro da escala ainda está muito socialista e assim? Não seria melhor colocares “entre os 3% e os 0%”? Como diria ali em cima um colega, eu quero saber o que vão fazer com o MEU dinheiro, e não quero cá que me ameacem ficar com 90% do meu rico dinheirinho para satisfazer comunas e malandros que não sabem tratar de si.
Saúde: não vejo razão nenhuma para que o Estado gaste o MEU dinheiro. Cada um deve ser responsável por tomar conta de si e por ter saúde. Tenham cuidado com os acidentes e com a alimentação e não me macem. Quem quer, vai ao privado.
Educação: não tenho nada que educar os filhos dos outros com o MEU dinheiro.
Cultura: O MEU dinheiro vai, quando muito, para conservar os monumentos nacionais, castelos, sobretudo, para eles não cairem.
Infra-estruturas básicas. Estradas, é? Os privados sabem construir estradas melhor do que ninguém Quem quer passar nas estradas, paga. Não pago as deslocações de ninguém com o MEU dinheiro.
Requalificação urbana: Nem sei o que isso é, e tresanda a comunismo, planeamento quinquenal e coisas assim.
Transportes: a mesma resposta das estradas
Segurança: Forças armadas para protecção do país contra o exterior. O resto pode bem ser empregue a empresas privadas. Não pago a segurança dos outros com o MEU dinheiro.
Já que não incluíram alguns que considero essenciais (Justiça, por exemplo), porque é que a única hipótese alternativa aos enunciados é “NENHUM destes”?
Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em
todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5
por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5
por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento
(5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados
Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal. http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58
Com conteúdos e qualidade muito diversos, as medidas de política educativa do actual
Governo manifestam, em qualquer caso, um princípio unificador bastante preciso: retirar
direitos (“privilégios”, no entendimento dos responsáveis governamentais), poder e
auto-estima aos professores dos ensinos básico e secundário. Intrigado com esta estranha
coerência, terminava José Gil a sua coluna na Visão de 21 de Fevereiro com a seguinte
interrogação: “Nisto tudo, porquê tanto ódio, tanto desprezo, tanto ressentimento contra
a figura do professor?” Procurando contribuir para responder à pergunta, direi que a
atitude governamental em causa, para se poder apresentar com tanta convicção e
coerência, teve de basear-se em alguns equívocos, que passo a tentar enunciar. Um
primeiro equívoco consiste em admitir que a sociedade portuguesa oferece aos jovens
condições homogeneamente favoráveis de acesso e de relacionamento com a escola, tornando
por isso fácil e padronizável a acção pedagógica. Partindo deste equívoco, o corolário
político extraído pela actual equipa ministerial foi o de que os alegados maus
resultados obtidos no sistema educativo português são directamente imputáveis aos seus
protagonistas maissalientes: os professores e os órgãos de gestão dasescolas.A verdade é
que, para sustentar tal posição, é precisoacreditar que: a sociedade portuguêsa não é
marcada por fortes desigualdades económico-sociais; é estatisticamente irrelevante a
proporção de crianças e jovens a viverem em situação de pobreza ou em famílias com
horizontes de emprego precários; não há défices de instrução e de literacia muito
elevados entre a população adulta, portanto entre os pais de muitos alunos que hoje
frequentam a escola; não há falta de tempo nem de preparação de muitos encarregados de
educação para o acompanhamento escolar dos filhos; não há espaços residenciais
estigmatizados nem formas de socialização desviantes a eles associadas; não hádiluição de
factores de motivação para o trabalhoescolar induzidos pelo consumismo e por ilusões
deascensão social difundidas no campo dos media e dasindústrias culturais e de lazer;
não há carências nem falta de coordenação entre instituições de apoio social às
populações e grupos escolares mais desfavorecidos; não há desmotivação dos jovens para o
prosseguimento de estudos por falta de perspectivas profissionais valorizadoras das
aprendizagens escolares; não há pressão para a saída precoce da escola em direcção a
postos de trabalho precários e muito pouco qualificados (em Portugal ou até emEspanha);
etc.O segundo equívoco é, em grande medida, uma projecção do primeiro no modo de
conceber o quotidiano concreto das escolas e desdobra-se, também ele, em múltiplas
crenças: os equipamentos escolares têm sempre grande qualidade; as turmas reais têm a
dimensão que lhes atribuem as “médias” oficiais; é estável, transparente e coerente a
malha de regulamentação das actividades lectivas de iniciativa governamental (raramente
avaliadas, aliás) a que os professores têm de se adaptar; não há alunos com dificuldades
acumuladas nas turmas; há acompanhamento permanente a esses alunos por parte de equipas
pluridisciplinares devidamente preparadas e estáveis; há muito tempo disponível no
horário dos professores para se relacionarem com os colegas, para prepararem
conscienciosamente as aulas e para se encontrarem consigo próprios no quadro de
estratégias de autoformação consistentes e estimulantes; a sala de aula é um espaço de
transmissão da mensagem pedagógica sem resistências nem dissidências por parte dos
receptores, e onde a indisciplina é pontual epassageira; não há sofrimento nem forte
incidência deburnout entre os docentes; etc. Assumidas estas ficções sobre a sociedade
portuguesa e as suas escolas concretas, basta que se assuma também o pressuposto
(individualista/subjectivista) segundo oqual a acção dos professores depende
exclusivamente de qualidades e intenções que lhes são “próprias”, e não sobretudo, como
acontece na prática social em geral, da estrutura de limitações e oportunidades com que
seconfrontam – basta que se assumam aquelas ficções eeste pressuposto para se começar a
acreditar, e depoisa jurar, que os problemas da escola portuguesa começam e acabam na
inabilidade, preguiça, “corporativismo”, desleixo, desinteresse dos professores,
responsabilizando-os publicamente por isso. Foi esta a armadilha intelectual em que se
deixou caira equipa ministerial, quase desde o momento em que iniciou funções. Daí à
hostilização sistemática dos professores, habilmente mediada pelo ataque às suas
estruturas sindicais, não foi senão um passo. (…)Numa altura em que os teóricos da
organização e gestão empresarial defendem cada vez mais a importância do envolvimento e
participação criativa dos trabalhadores (encarados como actores “reflexivos”),
desconfiando dos que teimam em racionalizar e controlar os comportamentos no espaço do
trabalho sem ter em conta a pluralidade e riqueza das suas dimensões humanas, a obsessão
“gestionária”do Governo no modo de conceber a actividade docente (actividade relacional
por excelência) tem o seu quê de anacrónico – e pode vir a ter consequências muito
negativas, se não forem revistas alguns dos seus fundamentos e modos de concretização.”
José Madureira Pinto
Professor de Sociologia (UP)
Publicado no jornal Público
Caramelo #33.
Explique-me, por favor, de onde vem o seu dinheiro. Não porque não acredite que o ganhe trabalhando honestamente, mas porque duvido que o tenha conseguido sem recurso a bens/serviços/activos/infra-estruturas que são da comunidade que não foram pagas por si. Será que tinha conseguido ganhar esse SEU dinheiro se estivesse sozinho no deserto ou fosse eremita?
Logo, pelo menos o seu custo de utilização deve pagar. Os impostos são isso.
Depois, porque é que vive num país com mais pessoas? Porque não se isola e fica com o seu dinheiro. Assim, já não vai ter que suportar as despesas de saude, educação, segurança, defesa, obras públicas, etc…
SAUDE: o que preocupa as pessoas não é tanto que o Estado providencie quem trate da sua saude, mas sobretudo quem a vai pagar.
O sistema de Bismark, que existe em países como a Alemanha, França, Holanda, é mais justo porque respondabiliza directamente o cidadão pela sua saude e ao mesmo tempo introduz um elemento de competitividade entre os prestadores que aumenta a qualidade. Há um seguro público de saúde para o qual todos descontam, mas não é obrigatório utilizar estruturas publicas de saúde, reduzindo a pressão sobre o estado de proviodenciar redes inteiras de restaçaõ de serviços.
O nosso sistema, copiado do NHS inglês, de Bevridge, e também existe em Espanha além de inviável economicamente, leva a que os cidadãos se desresponsabilizem e exijam tudo, mesmo o irreal. Por isso é que em Inglaterra o HNS já faliu e em Portugal as coisas caminhasm nesse sentido. Cada vez é maior a fatia para individualmente pelos cidadãos e não se vislumbra possibilidade de controlar.
Estava a brincar, desculpe se o assustei. Eu até consigo fazer uma tese complexa a favor da ausência do Estado na Defesa, com recurso a um pacote de filósofos americanos. não custa nadinha, garanto-lhe. Um abraço.
Porquê 3?
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quem escolhe nenhum destes tem que votar em mais dois destes?
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Já consegui maneira de escolher 4.
Escolher 5 já é mais difícil, mas vou continuar a tentar.
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Ainda bem que na lista não está nada relacionado com imigração e nacionalidade.Temos que ser solidários com o mundo.Temos que ganhar menos para que outros ganhem mais mesmo que não sejam necessários e só se limitem a “escolher-nos”
As invasões pacíficas são enriquecedoras.Vamos ter mais mesquitas, mais bruxos e acima de tudo genes frescos.Que a juventude local está destinada a arrumar carros…
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Aliás é um problemazinho invisível.A ex-cintura industrial, a antiga “cintura de aço”, agora transformada na cintura negra.Que uns dizem ser base da guerrilha urbana em desenvolvimento.Cá.Uma riqueza…
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Falta aí uma opção.
Quais os 3 principais sectores em que é indispensável a presença do Estado enquanto prestador de serviço público?
* Salvar a banca privada quando os gestores metem a pata na poça.
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Ainda bem que o BE e o Vale de Almeida aí estão para tratar do “casamento gay” nesta legislatura.Apanhar no cu é a salvação da classe operária e camponesa…e dum preto claro está!
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3 não chegam.
Segurança, Educação, Saúde e Transportes.
Acrescento, em generalidade, que o Estado tem que providenciar QUALQUER serviço, a que as populações não tenham acesso.
Infelizmente cá em Porugal, há regiões do país que são muto atrasadas no que rspeita a acessos básicos.
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Foi o Miranda que fez o quadro?
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“8 Zé Leitão
E quem é que paga isso tudo, quem é?
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se inclui a opção “nenhum destes” também devia incluir a opção “em todos eles”..
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Eu voto na comunicação social, para acabar com a prestação miserável e antidemocratica com que a Imprensa escrita tratou o Bloco de Esquerda nas autárquicas antes de se saber os resultados. Senão vejamos:
http://blocodemarvila.blogspot.com/2009/10/e-agora
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#6
Mesmo que isso implique que as pessoas fiquem sem o dinheiro que lá têm?
Essa medida de salvar bancos não se trata de salvar o banco em sí, mas sim a economia, a confiança na economia e os próprios cidadãos.
O grande erro dos EUA foi terem deixado o Lehman cair.
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Eu voto na comunicação social, para acabar com a prestação miserável e antidemocratica com que a Imprensa escrita tratou o Bloco de Esquerda nas autárquicas durante a campanha. Senão vejamos:
Agora sim o link:
http://blocodemarvila.blogspot.com/2009/10/imprensa-escrita-nas-autarquicas.html
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Embora não esteja ai economia porque é obvio, na minha optica 3 que ai estão sem duvida merecem ser aprofundadamente melhorados.
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Portugal tem quinto défice comercial mais grave da UE
O que é isso comparado com o melhor acolhimento do mundo…
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Por que não todos quando é evidente que a intervenção é necessária em todos os sectores apresentados e mais alguns.
O Estado tem que providenciar assistência em tudo o que faz falta à sociedade.
Nuno
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Ideia para o Louçã:
Incluir a nacionalização de África no programa do BLOCO!
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#10 Pi-Erre
O Estado evidentemente, ou seja, todos os portugueses.
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Por acaso falta na lista o que eu ainda quero:
4 gajas boazonas, uma casa espaçosa tendo em conta o tamanho da “família”, e uns subsídios que permitam viver com dignidade…
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PS
Não peço camelos porque é o que mais por aí há…
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E já agora quero a casa social ou em Nafarros ou no Vau.Confio inteiramente nas escolhas do Marocas…
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Cos dinheiros do PS fazem-se milagres…
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Segundo uns só com o PPC a 1º é que a coisa ficava ainda melhor…
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Se calhar era distribuida a “erva” de borla…
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Só votei na Segurança. Suponho que a segurança inclua a Defesa, justiça e segurança interna. Só estas áreas justificam a presença do estado perto dos 100%. Na defesa, por exemplo, as áreas de manutenção, como se fez com as OGMA e finalmente se está a fazer com o Arsenal do Alfeite, podem ser atribuídas a privados. Uma parte das prisões também, ou pelo menos a sua gestão. Falta regulamentar a investigação judicial privada, ou a fiscalização da liberdade condicional, por exemplo. E na segurança interna, na prática também já assim acontece.
Em tudo o resto a presença do estado devia variar entre 90 e 0%. E quanto mais próximo dos 0% melhor.
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Porra
Vocês andam sem imaginação
Vaõ-se masturbando
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Por acaso falta na lista o que eu ainda quero:
4 gajas boazonas, uma casa espaçosa tendo em conta o tamanho da “família”, e uns subsídios que permitam viver com dignidade…
BOA EXIGÊNCIA, PARA QUEM NÃO TEM TUSA !!!!
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SEGURANÇA, DEFESA e JUSTIÇA.
Para o resto o Estado não deve prestar serviços mas sim assegurar que os mais pobres possam aceder a eles.
O Estado ao criar monopólios ou quasi monopólios cria uma mentalidade de rendeiro nos médicos, enfermeiros, professores, “artistas”, jornalistas sujeitos à pressão política mas não à procura dos clientes…
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#14 não vale a pena chamar a atenção para as deturpações da comunicação social porque esta malta so quer tagarelar e butar verborreia 🙂
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Ó 28
Mas julgas que por aqui a escala é a do Miguel Vale de Almeida ou quê?Que deve ter tido um retrocesso da tusa da ponta para o fundo da tripa?
Manda cá a tua companheira, se tiver aparência,e ELA logo te diz como foi…
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26.
“Em tudo o resto a presença do estado devia variar entre 90 e 0%. E quanto mais próximo dos 0% melhor.”
“entre 90% e 0%”, Ouroboro13? Que raio… não achas que esse lado de esquedro da escala ainda está muito socialista e assim? Não seria melhor colocares “entre os 3% e os 0%”? Como diria ali em cima um colega, eu quero saber o que vão fazer com o MEU dinheiro, e não quero cá que me ameacem ficar com 90% do meu rico dinheirinho para satisfazer comunas e malandros que não sabem tratar de si.
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Saúde: não vejo razão nenhuma para que o Estado gaste o MEU dinheiro. Cada um deve ser responsável por tomar conta de si e por ter saúde. Tenham cuidado com os acidentes e com a alimentação e não me macem. Quem quer, vai ao privado.
Educação: não tenho nada que educar os filhos dos outros com o MEU dinheiro.
Cultura: O MEU dinheiro vai, quando muito, para conservar os monumentos nacionais, castelos, sobretudo, para eles não cairem.
Infra-estruturas básicas. Estradas, é? Os privados sabem construir estradas melhor do que ninguém Quem quer passar nas estradas, paga. Não pago as deslocações de ninguém com o MEU dinheiro.
Requalificação urbana: Nem sei o que isso é, e tresanda a comunismo, planeamento quinquenal e coisas assim.
Transportes: a mesma resposta das estradas
Segurança: Forças armadas para protecção do país contra o exterior. O resto pode bem ser empregue a empresas privadas. Não pago a segurança dos outros com o MEU dinheiro.
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“E quem é que paga isso tudo, quem é?”
ok. então deixo de pagar impostos, pode ser?
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“ok. então deixo de pagar impostos, pode ser?”
Pode.
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ó Mãe, os outros meninos não querem brincar comigo!
Depois do animal feroz e do dialogador compulsivo, eis que surge Sócrates, o pândego.
“Eu respondo pela minha iniciativa, os outros partidos pela atitude que decidiram assumir”.
Que confiança pode merecer um partido disponível para se coligar com todos os outros?
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3333101.html
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Já que não incluíram alguns que considero essenciais (Justiça, por exemplo), porque é que a única hipótese alternativa aos enunciados é “NENHUM destes”?
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Só há 1.. segurança
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Privado pesa 13,5%
Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em
todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5
por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5
por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento
(5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados
Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58
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9 de Março de 2008
Com conteúdos e qualidade muito diversos, as medidas de política educativa do actual
Governo manifestam, em qualquer caso, um princípio unificador bastante preciso: retirar
direitos (“privilégios”, no entendimento dos responsáveis governamentais), poder e
auto-estima aos professores dos ensinos básico e secundário. Intrigado com esta estranha
coerência, terminava José Gil a sua coluna na Visão de 21 de Fevereiro com a seguinte
interrogação: “Nisto tudo, porquê tanto ódio, tanto desprezo, tanto ressentimento contra
a figura do professor?” Procurando contribuir para responder à pergunta, direi que a
atitude governamental em causa, para se poder apresentar com tanta convicção e
coerência, teve de basear-se em alguns equívocos, que passo a tentar enunciar. Um
primeiro equívoco consiste em admitir que a sociedade portuguesa oferece aos jovens
condições homogeneamente favoráveis de acesso e de relacionamento com a escola, tornando
por isso fácil e padronizável a acção pedagógica. Partindo deste equívoco, o corolário
político extraído pela actual equipa ministerial foi o de que os alegados maus
resultados obtidos no sistema educativo português são directamente imputáveis aos seus
protagonistas maissalientes: os professores e os órgãos de gestão dasescolas.A verdade é
que, para sustentar tal posição, é precisoacreditar que: a sociedade portuguêsa não é
marcada por fortes desigualdades económico-sociais; é estatisticamente irrelevante a
proporção de crianças e jovens a viverem em situação de pobreza ou em famílias com
horizontes de emprego precários; não há défices de instrução e de literacia muito
elevados entre a população adulta, portanto entre os pais de muitos alunos que hoje
frequentam a escola; não há falta de tempo nem de preparação de muitos encarregados de
educação para o acompanhamento escolar dos filhos; não há espaços residenciais
estigmatizados nem formas de socialização desviantes a eles associadas; não hádiluição de
factores de motivação para o trabalhoescolar induzidos pelo consumismo e por ilusões
deascensão social difundidas no campo dos media e dasindústrias culturais e de lazer;
não há carências nem falta de coordenação entre instituições de apoio social às
populações e grupos escolares mais desfavorecidos; não há desmotivação dos jovens para o
prosseguimento de estudos por falta de perspectivas profissionais valorizadoras das
aprendizagens escolares; não há pressão para a saída precoce da escola em direcção a
postos de trabalho precários e muito pouco qualificados (em Portugal ou até emEspanha);
etc.O segundo equívoco é, em grande medida, uma projecção do primeiro no modo de
conceber o quotidiano concreto das escolas e desdobra-se, também ele, em múltiplas
crenças: os equipamentos escolares têm sempre grande qualidade; as turmas reais têm a
dimensão que lhes atribuem as “médias” oficiais; é estável, transparente e coerente a
malha de regulamentação das actividades lectivas de iniciativa governamental (raramente
avaliadas, aliás) a que os professores têm de se adaptar; não há alunos com dificuldades
acumuladas nas turmas; há acompanhamento permanente a esses alunos por parte de equipas
pluridisciplinares devidamente preparadas e estáveis; há muito tempo disponível no
horário dos professores para se relacionarem com os colegas, para prepararem
conscienciosamente as aulas e para se encontrarem consigo próprios no quadro de
estratégias de autoformação consistentes e estimulantes; a sala de aula é um espaço de
transmissão da mensagem pedagógica sem resistências nem dissidências por parte dos
receptores, e onde a indisciplina é pontual epassageira; não há sofrimento nem forte
incidência deburnout entre os docentes; etc. Assumidas estas ficções sobre a sociedade
portuguesa e as suas escolas concretas, basta que se assuma também o pressuposto
(individualista/subjectivista) segundo oqual a acção dos professores depende
exclusivamente de qualidades e intenções que lhes são “próprias”, e não sobretudo, como
acontece na prática social em geral, da estrutura de limitações e oportunidades com que
seconfrontam – basta que se assumam aquelas ficções eeste pressuposto para se começar a
acreditar, e depoisa jurar, que os problemas da escola portuguesa começam e acabam na
inabilidade, preguiça, “corporativismo”, desleixo, desinteresse dos professores,
responsabilizando-os publicamente por isso. Foi esta a armadilha intelectual em que se
deixou caira equipa ministerial, quase desde o momento em que iniciou funções. Daí à
hostilização sistemática dos professores, habilmente mediada pelo ataque às suas
estruturas sindicais, não foi senão um passo. (…)Numa altura em que os teóricos da
organização e gestão empresarial defendem cada vez mais a importância do envolvimento e
participação criativa dos trabalhadores (encarados como actores “reflexivos”),
desconfiando dos que teimam em racionalizar e controlar os comportamentos no espaço do
trabalho sem ter em conta a pluralidade e riqueza das suas dimensões humanas, a obsessão
“gestionária”do Governo no modo de conceber a actividade docente (actividade relacional
por excelência) tem o seu quê de anacrónico – e pode vir a ter consequências muito
negativas, se não forem revistas alguns dos seus fundamentos e modos de concretização.”
José Madureira Pinto
Professor de Sociologia (UP)
Publicado no jornal Público
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Caramelo #33.
Explique-me, por favor, de onde vem o seu dinheiro. Não porque não acredite que o ganhe trabalhando honestamente, mas porque duvido que o tenha conseguido sem recurso a bens/serviços/activos/infra-estruturas que são da comunidade que não foram pagas por si. Será que tinha conseguido ganhar esse SEU dinheiro se estivesse sozinho no deserto ou fosse eremita?
Logo, pelo menos o seu custo de utilização deve pagar. Os impostos são isso.
Depois, porque é que vive num país com mais pessoas? Porque não se isola e fica com o seu dinheiro. Assim, já não vai ter que suportar as despesas de saude, educação, segurança, defesa, obras públicas, etc…
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SAUDE: o que preocupa as pessoas não é tanto que o Estado providencie quem trate da sua saude, mas sobretudo quem a vai pagar.
O sistema de Bismark, que existe em países como a Alemanha, França, Holanda, é mais justo porque respondabiliza directamente o cidadão pela sua saude e ao mesmo tempo introduz um elemento de competitividade entre os prestadores que aumenta a qualidade. Há um seguro público de saúde para o qual todos descontam, mas não é obrigatório utilizar estruturas publicas de saúde, reduzindo a pressão sobre o estado de proviodenciar redes inteiras de restaçaõ de serviços.
O nosso sistema, copiado do NHS inglês, de Bevridge, e também existe em Espanha além de inviável economicamente, leva a que os cidadãos se desresponsabilizem e exijam tudo, mesmo o irreal. Por isso é que em Inglaterra o HNS já faliu e em Portugal as coisas caminhasm nesse sentido. Cada vez é maior a fatia para individualmente pelos cidadãos e não se vislumbra possibilidade de controlar.
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41.
SG,
Estava a brincar, desculpe se o assustei. Eu até consigo fazer uma tese complexa a favor da ausência do Estado na Defesa, com recurso a um pacote de filósofos americanos. não custa nadinha, garanto-lhe. Um abraço.
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