De Ouvido
17 Outubro, 2009
Antena 1. João Gobern conversa sobre música com alguém. A certa altura, percebo que a conversa virou o rumo para política. O interlocutor de Gobern referia-se a alguém que terá escrito ou falado sobre uma nova forma de capitalismo: o ‘Capitalismo Cooperativo’. João Gobern ficou impressionado. E comentou:
“Isso parece ser ainda mais avançado que a Naomi Klein”.
45 comentários
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Também costumo ouvir o programa e também hoje ouvi essa e fiquei a pensar o mesmo.
O Gobern tem uns apartes que divertem, na leveza e descontracção. Não é sofisticado e ruma pelo mainstream, mas de vez em quando lembra-se de coisas antigas com interesse.
O João Gobern ( e também o parceiro de programa Rolo Duarte, autor do suplemente de Sábado do i que deixei de ler porque é uma imitação barata no antigo suplemento do Independente que coleccionei e guardo) é um case study do português instruído na cultura popular e que andou pelo meio jornalístico português típico: o que apoia o Mário S., estes governos de pendor social-democrata mas que se dizem sempre de esquerda e por isso renegam aquele pendor e que afina pelo ideário que contesta sempre o liberalismo e a ideia de liberdade individual como leit motiv.
Se lhe derem a escolher entre o salazarismo e o comunismo, votam comunismo.
Se lhe perguntam algo sobre o processo Casa Pia, temos o retrato a corpo inteiro: o mainstream português, actual.
Acho que os joões goberns são o denominado comum mais alargado na intectualidade portuguesa dos jornais e revistas. Dos media.
E se estamos como estamos economica, cultural e socialmente, muito devemos aos joões goberns.
Mas parece ser um tipo porreiro…não desfazendo.
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Esse programa, que também já tenho ouvido por desleixo quando vou a conduzir, é o mais acabado exemplo de cabotinismo da rádio portuguesa.
Só que é pago por todos nós, já repararam?
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Que ignorante, não sei quem é o Gobern nem sei quem é a Naomi Klein nem me apetece ir ao Google ver.
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Da “intelectualidade portuguesa”, se tal coisa existisse, o dito Gobern nem com muito boa vontade faria parte. Como não fariam parte dela a maior parte, senão toda, de gente dos chamados mass-media,
Mas estando as coisas todas baralhadas, e tendo a qualidade do pensamento e da produção de ideias gerais e originais vindo constantemente a cair, o homem meio cego de um olho e cego do outro, passa por expert.
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teste
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Pelos vistos os carros eléctricos não são solução. lolololol
http://domesticfuel.com/2009/10/15/study-cars-running-corn-based-e85-outperform-telsa/
E ainda há quem sonhe com eles nas estradas…
anti-comuna
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New Kid in town:
A intelectualidade lusa a que me refiro é a que faz os suplementos dos jornais. A que escreve sobre livros, filmes, discos. Nada mais do que isso.
Incluo um Francisco José Viegas no lote e também um Eduardo Pitta…
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De resto não vejo nem leio outra.
Há por cá algum Umberto Eco? Ou até um Finkielkraut?
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Ontem, na revista Tabu do Sol, numa entrevista, Hermano José Saraiva disse ( como já tinha dito) que o caso de Aristides Sousa Mendes é um mito e que o herói não salvou 30 ou 40 mil de judeus como se diz, mas apenas algumas centenas e aproveitando a embalagem de uma acção mais vasta do próprio Salazar.
Alguém explorou esta afirmação já antiga para saber a verdade a sério e que me parece mais próxima do que o Saraiva diz?
Nem a Isabel Flunster que se preocupa é mostrar a História revista, aumentada e reduzida à medida das suas idiossincrasias de esquerda.
A intelectualidade lusa é quem? O Mattoso?
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este zé dos anzóis parece personagem do kusturica saído do underground, a legião portuguesa foi extinta pelo decreto-lei 171/74 e o gajo continua a patrulhar os costumes. se não tens dinheiro para pagar ao figes um estado novo que te agrade, esperimenta a madame matos, tem menos um t que o mattoso, deve ser mais acessível.
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O ferreira faz parte da brigada de costumes que acalentea goberns. É o que temos, como rebotalho intelectual: um aparathick de esquerdóides em mal de causas.
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Depois do 25 de Abril houve necessidade de limpar o ambiente bafiento do salazarismo que ainda persistia apesar de ter acabado em 1968. Depois disso, agora, torna-se essencial a limpeza destes sótãos do estalinismo reciclado e por isso mesmo nocivo ao ambiente democrático.
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O ferreira respira praças vermelhas e muros de berlim com guardas nas ameias.
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Está sempre de atalaia com o canhangulo aperrado. Felizmente que é pólvora seca, mas se lhe dessem oportunidade era para o gulag que disparava os dissidentes da sua nundovisão.
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SÃO TODOS UNS INVEJOSOS (jcd & Cia):
AINDA ALGUNS DE VÓS ANDAVAM NOS TOMATES DOS VOSSOS PAIS JÁ O REFERIDO S E N H O R ANDAVA A FAZER:
João Gobern (n. 1960), jornalista e crítico português.
Jornalista profissional desde 1982, actualmente mantém colaborações permanentes nas revistas Sábado e Máxima, e nos jornais Record e Correio da Manhã. De 1995 a 1999, foi coordenador e editor das áreas de Sociedade e Cultura e editor especial da revista Visão. Em 1999, fundou a revista Focus da qual foi director-adjunto. Em 2001, tornou-se director da revista TV Guia. Em 2004, funda e assume a direcção da revista Sábado.
Iniciou a sua carreira no jornal A Capital e na revista Música & Som, trabalhou no jornal Se7e (1983-1987), foi editor de informação e realizador no Correio da Manhã Rádio e editor da revista Bravo (1987-1989). Em 1989, assumiu a editoria da secção Cultura & Espectáculos do jornal A Capital. No ano seguinte desempenhou funções de editor-adjunto do Caderno 3 do semanário O Independente e, em 1991 regressa ao jornal Se7e, para assumir a direcção, que mantém de 1991 a 1994, sendo substituído por Manuel Falcão, director à data do encerramento da publicação.
João Gobern também passou pela rádio, onde foi autor, realizador e apresentador de vários programas, na Rádio Comercial o Se7e por Sete, na RFM o Figuras de Estilo e na TSF o Perdas e Danos. Colaborou, igualmente, em programas da RTP como o Vivámúsica e o Teledependentes.
Publicou em 2006 um livro de crónicas gastronómicas – “Boca Doce”.
Actualmente (2008) escreve para a Antena 1 uma crónica, “Pano Para Mangas”, de segunda a sexta-feira, às 07H45. Pode ouvir em podcast no seguinte endereço: http://multimedia.rtp.pt/
Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gobern”
Portanto, antes de avaliar analisem se têm capacidade para tal, seus alarves.
VIVA O B E N F I C A !!!!!!!!!!!!!!
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Caro jcd:
Não compreendi a razão do post. Será pedir muito uma explicação? Nomeadamente, a admiração por Gobern ter comparado a afirmação acabada de ouvir com as teses defendidas por Naomi Klein! Será que o jcd julgou que Gobern queria referir-se a Naomi Campbell?
Cumprimentos
José Rocha
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“VIVA O B E N F I C A !!!!!!!!!!!!!!”
Exactamente. Esse é o ponto. Se não fosse o Benfica a volumosa cavalgadura estava desempregada. Não são só os partidos que garantem certas carreiras ao lambebotismo jornalístico. É preciso ter por lá gajos destes…
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Quem á a Naomi Kampbell ???
Expliquem-e como se eu tivesse a idade do José
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ouve lá oh cagasentensas, tu existes ou és um colectivo de recortes de jornal e k7s nostalgia?
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ainda por cima o cromo é lampião!
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Gobern é nulo. Culturalmente este país é nada.
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#21:
Era aí que pretendia chegar, mas o ferreira anda sempre a xingar e por isso deixei-o primeiro demonstrar o que é.
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Uma nulidade repleta de parolice.
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#22 – o grande coleccionador dos textos gobern muda de opinião tropeçando nos próprios atacadores e culpa o ferreira vermelho de usar meias e dar murros em bolas de berlin. oh avózinho o teu problema é inveja da nulidade viver e tu ruminares as memórias dela.
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#24:
Outro avatar da nulidade. Reproduzem-se como ratos.
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a intelectualidade lusa é composta por José’s !
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Também é, ferreira. Só que não escrevem em jornais nem publicam lixo a troco de dinheiro. Ou seja, não se vendem, estes josés.
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por esse andar vais chegar aos 50% dos comentários!
e só estava a referir-me a … Hermano José Saraiva 🙂
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#27 – “Só que não escrevem em jornais nem publicam lixo a troco de dinheiro. Ou seja, não se vendem, estes josés.”
não se vendem porque ninguém compra enlatados de merda fora do prazo e com rótulos foleiros. não é por falta de publicidade ou comissionistas que não vai ninguém à loja e não é por acaso que andas por aqui a vender jogo.
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Seus alarves, tenham coragem de prantar aqui os vossos “Curriculum Vitae” para sabermos que merda de gente são os que aqui mandam postas de pescada.
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o meu curriculum vitae, para o que aqui interessa: diletante. Chega ou queres mais?
Quanto ao ferreira: continua no seu registo habitual de palerma. Nada de novo.
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Não levem a mal. Isso de escrever muitos comentários num post, como a zazie e o josé, é apenas exibicionismo.
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Piscoiso:
Pelo que me toca estou nas tintas para esse tal exibicionismo. E por falar nisso, sou capaz de apostar quem escreve mais exibicionismo por aqui…
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Defender um ponto de vista é exibir o ponto ou a vista?
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Se isto por aqui fosse importante ou relevante não me apanhavam por cá. Isto é como ir ali ao frigo e beber um golo de água fresca.
E já vão três comentários. Querem mais, para a exibição?
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E vão quatro.
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E vão cinco.
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Ora aí está, o que isto realmente vale: uma falsificação, uma aldrabice por quem se apropria do nome de outrém, para denegrir o nome.
Quem é capaz de fazer uma coisa destas, sem objectivo aparente?
Um brincalhão? Um palerma? Um perturbado?
É escolher.
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E vão sete.
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O “intilictuali” Pis-coiso nunca mais tira a máscara do facies. Será médico do INEM?
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O Gobern é maricas?
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A metamorfose do Estado do sr. Sócrates e da sua Imprensa teve hoje (e aqui) o seu
vocabulário mercantil, agora inçado via serviço público da RTP. O inconcebível “anúncio”
de “promoção da Antena 1” é uma ária bufa, resfolegando bem à labita de um Santos Silva
ou empacotado à medida do piedoso Arons de Carvalho. Não por acaso, no vocabular anúncio
entra a voz ronronante de Eduarda Maio, face conhecida do programa “Juiz Decide” e
biógrafa romântica do “Menino d’Oiro”.
Retratando muito bem o espírito da actual União Nacional, a virtuosa senhora jornalista
(?) Eduarda Maio – paga com dinheiro público – observa um horror exibicionista às greves
& outras tradições (presumidamente) “comunistas”. Não bastava a ar grave & patético do
sr. Sócrates ou o autorizado gorjeio do aparecido Correia de Campos (cavalgando
argumentos de mau gosto, hoje, na TVI24) contra manifestações e demais reparos públicos,
constitucionalmente legislados, como tinha de surgir essa extraordinária senhora
patrocinando essa assertiva consumação numa estação pública.
Não há, aqui, nenhuma inconsciência da administração da Antena 1, pois as “ideias
criativas” foram aprovadas em sede própria. Dispensa-se qualquer roupagem explicativa,
desses senhores. Afinal, o que isto traduz, sem surpresa de maior, é a garantia total dos
serviçais do sr. Sócrates em propagandearem his master voice. E de brincarem
vergonhosamente com a miséria de muitos.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Antena%201
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Os privilegiados do jornalismo caseiro
(…)
Pouca gente sabe, porque tal é segredo. Na RTP vai-se sabendo que jornalistas do gabarito intelectual de um José Alberto Carvalho, Judite de Sousa, ou José Rodrigues dos Santos, ganham pouco, nem sequer 3 mil euros por mês, segundo consta. Mas levam para casa no fim do mês, mais do triplo e em alguns casos seis vezes mais…pagos pela entidade pública e fatalmente com as compensações do Orçamento de Estado.
Isto vale o quê e para quê?
O que justifica que Judite de Sousa ou José Alberto Carvalho ganhem várias vezes o salário base, em pagamentos tipo bónus, para fugir à regulamentação?
Será para lhes pagarem o serviço que prestam à estação pública de tv? Para lhes conferir independência, ou pelo contrário, para os cativar na dependência atávica ao poder do momento?
Em Maio deste ano, o blog Um Homem das Cidades, dava conta de uma entrevista de Mário S. acerca deste tema. Dizia assim, a velha raposa aquando de um outro programa Prós & Contras, de 27.4.2009:
http://www.portadaloja.blogspot.com/
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Esse anafado dito Gobern é uma infelicidade: como pessoa, como jornalista (?).
Só se mantém na rádio e televisão pública a “mandar uns bitaites” porque é lisboeta, benfiquista e centralista.
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Este João Gobern é um espectáculo fala sobre cinema, sobre futebol, sobre economia, sobre política, e sempre no mesmo tom de desconhecimento, preconceito tendêncioso e ignorância. Um achado.
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