Os americanos que se trampiquem.
Do meu problema sei eu, as minhas contas com o fisco estão em ordem (que remédio, não tenho alternativa, não tenho seguro de saúde nem dinheiro para o ter, tenho a dentição numa lástima, a precisar de reparação urgente e não tenho dinheiro para o dentista. Será que o cidadão CAA não se importa de contribuir um bocadinho mais para o orçamento da segurança social e pedir a alguns dos seus amigos que sejam mais solidários com os remediados e necessitados, não vigarizando tanto as finanças publicas. Era giro, não era?
Gostava de perceber, por parte do preclaro apoiante de PPC, onde é que este último tem hoje, ou alguma vez teve, uma ideia estruturada sobre como levar a cabo a imperiosa necessidade de baixar a carga fiscal.
Dúvida politicamente incorrectíssima ( mas com alguma razão de ser): o Gorbachaev “bronzeado” ( Sílvio “dixit”) irá provocar a implosão ou a explosão dos EUA?…
Caro CAA.
O aumento dos impostos só o é porque o “livre” Sistema de Saúde Americano está escandalosamente inflaccionado. Nem percebo como é que se pode defender um mercado livre num sector em que o consumidor está em tremenda desvantagem com quem lhe “vende” o serviço. Pior ainda, quando acontece num país que não se olha a despesas para reforçar a sua máquina de guerra e matar gente inocente. Estes argumentos de colocar Obama (e eu nem aprecio o pregador) como uma espécie de Xerife de Nottingham são tremendamente desonestos.
Ele não denuncia é que o Sócrates e a sua pandilha impuseram em Portugal uma ditadura fiscal que expropria quem trabalha e produz a favor de quem nada produz ou a favor das despesas orgíacas do Estado.
Sócrates matou a produção nacional, as empresas e as famílias.
O país vive de dívidas e impostos.
Estamos na presença duma geração que tudo estarraçou e vai deixar um legado pesadíssimo aos vindouros.
Antes que aconteça uma desgraça há que cancelar todas as mordomias e privilégios que a parasitária classe politica se aproprioi indevidamente à custa do trabalho e suor dos portugueses que TRABALHAM!
Pois é, com Jimmy Carter, os homens do sul descendentes de donos de plantações, estavam convencidos de que teriam os seus interesses protegidos ao colocar um fazendeiro que cultivava amendoim no poder e saiu-lhes um esquerdista.
Com Obama a coisa também não é muito clara, é que o homem tanto pode ser preto como branco depende do lado que lhe bate o sol.
Quanto aos impostos existem países com melhor qualidade de vida que os USA. Estes Países possuem menos recursos naturais e humanos mas a criminalidade é baixa existe igualdade social e não se observam a desgraça humana dos sem abrigo que existe no grande potentado económico que é a América.
Este bem-estar deve-se a uma boa gestão aliada a uma grande solidariedade social proporcionada pelos impostos.
Estamos obviamente a falar da Dinamarca, um modelo a seguir por Portugal (não exemplifico com a Finlândia para evitar confusões ou insultos).
Ao ler a história publicada hoje no público, dos antepassados da actual primeira-dama americana, concluo, que a melhor herança que podemos deixar aos nossos descendentes não é uma grande herança ou uma boa educação mas sim um país bem governado!
de um país na mão dos bancos e seguradoras não se espera muito mais que uma resistência fraticida a qualquer tentativa de inverter as coisas. O pior é quando os bancos colapsam lá vem o bom contribuinte manter as pensões e os seguros. Esta sim um taxa a fundo perdido e espoliadora.
De um pais nas mãos dos “lordes da Wall Street” e Obama esperava-se algo mais? É doses industriais de taxas,esperança e financiamento de companhias (as que criaram a crise claro está).
A visão liberal é um doce: trabalha, sacrifica-te, não reclames que é para o bem da sociedade a que pertences. A mesma sociedade que te manda para o galheiro se ficares doente e não tiveres com que pagar as custas.
Não lhe vou cometer a deselegância de apodar a descrição que faz da “visão liberal”.
Pelo contrário, venho pedir-lhe que partilhe connosco a sua visão “não-liberal” (repare que não a adjectivo, propositadamente). Peço-lhe um favor adicional: não se esqueça de dizer quem paga.
O CAA, podia apresentar uma reforma do serviço nacional de saude, para demonstrar, que não è um balão cheio de vento!
Comentar o serço americano, com tanta merda /( e dividas) em casa
è concorrer para verborreia sem valor…….
e diz o ministro mário lino, nos gatos fedorentos,: não houve até á data ministro que fizesse mais obras em lisboa do que eu.
concordo perfeitamente.
deveria era dizer,:
não houve ministro, que fizesse mais obra em Portugal, do que eu.
Se conseguirem dectectar a diferença, é porque conseguem, olhar para o país, se não, só vêem lisboa.
Se taxassem a estupidez o problema nunca se punha. Tanto lá como cá.
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Este CAA………. bem merecia taxa máxima !
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aumento dos taxes, só depois do florêncio de almeida se pronunciar.
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Os americanos que se trampiquem.
Do meu problema sei eu, as minhas contas com o fisco estão em ordem (que remédio, não tenho alternativa, não tenho seguro de saúde nem dinheiro para o ter, tenho a dentição numa lástima, a precisar de reparação urgente e não tenho dinheiro para o dentista. Será que o cidadão CAA não se importa de contribuir um bocadinho mais para o orçamento da segurança social e pedir a alguns dos seus amigos que sejam mais solidários com os remediados e necessitados, não vigarizando tanto as finanças publicas. Era giro, não era?
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Gostava de perceber, por parte do preclaro apoiante de PPC, onde é que este último tem hoje, ou alguma vez teve, uma ideia estruturada sobre como levar a cabo a imperiosa necessidade de baixar a carga fiscal.
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Tem essa ideia numa gaveta em casa da mamã.
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Dúvida politicamente incorrectíssima ( mas com alguma razão de ser): o Gorbachaev “bronzeado” ( Sílvio “dixit”) irá provocar a implosão ou a explosão dos EUA?…
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O CAA deve achar preferível deixar as pessoas morrer na rua sem assistência para poupar nos impostos.
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ninguém questiona as verbas da defesa que são utilizadas indevidamente no ataque.
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Caro CAA.
O aumento dos impostos só o é porque o “livre” Sistema de Saúde Americano está escandalosamente inflaccionado. Nem percebo como é que se pode defender um mercado livre num sector em que o consumidor está em tremenda desvantagem com quem lhe “vende” o serviço. Pior ainda, quando acontece num país que não se olha a despesas para reforçar a sua máquina de guerra e matar gente inocente. Estes argumentos de colocar Obama (e eu nem aprecio o pregador) como uma espécie de Xerife de Nottingham são tremendamente desonestos.
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Este CAA é um socretino.
Ele não denuncia é que o Sócrates e a sua pandilha impuseram em Portugal uma ditadura fiscal que expropria quem trabalha e produz a favor de quem nada produz ou a favor das despesas orgíacas do Estado.
Sócrates matou a produção nacional, as empresas e as famílias.
O país vive de dívidas e impostos.
Estamos na presença duma geração que tudo estarraçou e vai deixar um legado pesadíssimo aos vindouros.
Antes que aconteça uma desgraça há que cancelar todas as mordomias e privilégios que a parasitária classe politica se aproprioi indevidamente à custa do trabalho e suor dos portugueses que TRABALHAM!
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Pois é, com Jimmy Carter, os homens do sul descendentes de donos de plantações, estavam convencidos de que teriam os seus interesses protegidos ao colocar um fazendeiro que cultivava amendoim no poder e saiu-lhes um esquerdista.
Com Obama a coisa também não é muito clara, é que o homem tanto pode ser preto como branco depende do lado que lhe bate o sol.
Quanto aos impostos existem países com melhor qualidade de vida que os USA. Estes Países possuem menos recursos naturais e humanos mas a criminalidade é baixa existe igualdade social e não se observam a desgraça humana dos sem abrigo que existe no grande potentado económico que é a América.
Este bem-estar deve-se a uma boa gestão aliada a uma grande solidariedade social proporcionada pelos impostos.
Estamos obviamente a falar da Dinamarca, um modelo a seguir por Portugal (não exemplifico com a Finlândia para evitar confusões ou insultos).
Ao ler a história publicada hoje no público, dos antepassados da actual primeira-dama americana, concluo, que a melhor herança que podemos deixar aos nossos descendentes não é uma grande herança ou uma boa educação mas sim um país bem governado!
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de um país na mão dos bancos e seguradoras não se espera muito mais que uma resistência fraticida a qualquer tentativa de inverter as coisas. O pior é quando os bancos colapsam lá vem o bom contribuinte manter as pensões e os seguros. Esta sim um taxa a fundo perdido e espoliadora.
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De um pais nas mãos dos “lordes da Wall Street” e Obama esperava-se algo mais? É doses industriais de taxas,esperança e financiamento de companhias (as que criaram a crise claro está).
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A visão liberal é um doce: trabalha, sacrifica-te, não reclames que é para o bem da sociedade a que pertences. A mesma sociedade que te manda para o galheiro se ficares doente e não tiveres com que pagar as custas.
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Sérgio #15,
Não lhe vou cometer a deselegância de apodar a descrição que faz da “visão liberal”.
Pelo contrário, venho pedir-lhe que partilhe connosco a sua visão “não-liberal” (repare que não a adjectivo, propositadamente). Peço-lhe um favor adicional: não se esqueça de dizer quem paga.
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O CAA, podia apresentar uma reforma do serviço nacional de saude, para demonstrar, que não è um balão cheio de vento!
Comentar o serço americano, com tanta merda /( e dividas) em casa
è concorrer para verborreia sem valor…….
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e diz o ministro mário lino, nos gatos fedorentos,: não houve até á data ministro que fizesse mais obras em lisboa do que eu.
concordo perfeitamente.
deveria era dizer,:
não houve ministro, que fizesse mais obra em Portugal, do que eu.
Se conseguirem dectectar a diferença, é porque conseguem, olhar para o país, se não, só vêem lisboa.
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