Agência de comunicação em regime de free lance
31 Outubro, 2009
Armando Vara está a ser acusado de receber dinheiro para influenciar decisões políticas. Lamento informar mas esta actividade não é crime em Portugal. É praticada, de forma legalizada, por agências de comunicação, associações empresariais, autarcas, deputados, assessores de imprensa e associações diversas. Armando Vara é mais competente e cobra menos.
Nota: Pagar a detentores de cargos públicos para influenciar decisões é crime. Receber dinheiro para influenciar detentores de cargos públicos não é.

Ou seja, influenciar os detentores de cargos públicos sem lhes pagar é legal.
Receber o dinheiro sem ser influenciado, é ilegal.
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Curiosa é a generalizada surpresa provocada pelo facto de Armando Vara ter exercido influência recebendo tão pouco.
Esta surpresa diz tudo sobre os valores que dominam a democracia portuguesa.
É tudo uma questão de preço. Se o preço for adequado aceita-se.
O que não se aceita e que um gajo destes, que até já foi ministro, se venda por tão pouco!
Este é o povo que elegeu Isaltino e Valentim. “Sábio”, como não há outro…
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Está a ser acusado de apresentar pessoas e almoçar e jantar também
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O ex-Presidente Sampaio é capaz de ter uma opinião ligeiramente diferente em relação a esse pássaro bisnau( e sòlidamente fundamentada…).
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E será que o Zé Godinho e o Sócrates alguma vez foram sócios nalguma empresa?
Podiam não ter sido … mas não era a mesma coisa!
Beijinhos desde o olho do furacão,
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Este chico esperto parolo (afinal, estamos rodeados deles) vai ser usado para desviar a atenção do trafulha mor, de quem aliás não se fala que devia ter-se demitido. Quem? Esse mesmo, o palhaço sokas. E não devia mesmo ter-se demitido: afinal, o 27 do 9 foi o momento Felgueiras deste palhaço. Mas o próximo momento Felgueiras já não vai ser assim. Está escrito…
“Ele” há pessoal muito burro, mas que quando é suficientemente abanado tem uma nesga de discernimento. E vêm aí “palettes” de abanões.
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O curioso disto tudo é não se ver já resquício de novidade criativa.
Olha-se um filme da máfia, um qualquer, e lá está um negócio do lixo, que trama a comunidade, o governo e o sistema, a favor de uns tipos lixados, espertos, quanto beras, sempre com o coração nas mãos, pela pátria, por deus e a família.
E dá-se com “A Face Oculta”, até que enfim, dizemos nós, animados, ante o livro da Pearl Buck, que nos havia escapado, e lida a primeira linha do prefácio, logo vemos como fomos enganados, como, indecentemente, nos achamos de novo iludidos.
Pois não passa de outra trapaça, revestida embora de sucata, em nova dose de negócios, versando o eterno lixo e resíduos.
(Sobre ideia atirada ao ar, hoje ou ontem, na TSF, pelo João Tavares, o Bruno dos Gatos ou o Pedro Mexia).
E sabem por que é que nenhum português foi ainda à Lua? Português, Italiano, Brasileiro, além dos mais serviçais que rumam a França e Suíça?
Ora, por lá não haver, por enquanto, lixo que dê para limpar à hora ou ao dia.
(Sobre outra a respeito de emprego, em directo da Suíça?
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Invejosos!
Este homem subiu na vida à custa do seu próprio esforço.
De simples caixa bancário, numa agência lá nas berças, atingiu o topo da carreira no banco que o viu nascer.
Se alguém suspeitava que tinha atingido tal cargo na administação da Caixa desenganou-se rapidamente … a sua competência técnica e o seu vasto curriculo foram cobiçados pela concorrência e foi contratado pelo BCP para ajudar a salvar o banco.
Licenciado em relações internacionais e nacionais pela prestigiada Independente, este homem de acção desempenhou cargos governativos de elevada responsabilidade e o seu trabalho enquanto político está suficientemene gravado na obra que criou na PRP.
Dez mil é um verdadeiro preço de amigo … qualquer influenciador barato cobra muito mais que isso.
Perguntem quanto é que cobra o Júdice.
José Socrates
Primeiro de Portugal
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Não sei como se pode defender ou condenar determinada coisa se pouco sabemos.
Caro João Miranda, como sabe se é legal ? Foi pago em dinheiro porque razão ? Passou recebido ? Tem essa actividade legalmente registada ?
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João Miranda:
Nâo será sequer tráfico de influências, isso sim crime?
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“7
E dessa até nem gostei, confesso, dessa vinda da Suíça.
Mais não seja, pelo que só comprova como somos asseados e limpos.
Ao contrário de uns e outros, dos fraceses e suíços, mais ricos, que é que fazem o lixo.
E não pensem que estão sozinhos. Se há povo mais dado a fazer lixo é americano, ao que consta, de 11.000 toneladas dele, diáriamente, só em New York.
Sem falar dos lixos de guerras que levam por esse mundo, da Colômbia às Honduras e México, ou mais largo ao Iraque e Afganistão, como de há muito a Cuba, ao Vietnam e à Coreia.
Montes de lixo, o fim do mundo, em meio às operações de matança, saqueio e ladroagem.
Que dizem que não há maior negócio, Saramago disse-o, justamente indignado, que nunca se viu trabalhadores das fábricas de armamento fazerem greve. Porquê? Serão esses trabalhadores de mais alta moral que os outros? Mais amigos dos patrões? Se calha é isso, que tal há-de ser o lucro à farta para todos, patronato e operários.
E promete lavrar livro sobre o assunto. A grande coisa. Mas o caso é esse. Pessoa honesta, séria, a respeito dos problemas que nos apanham a todos, Saramago encara-os de frente, encontra assunto onde maioria passa ao lado.
E podem crer, não tarda, um dia, não faltará quem, mais sabido, crítico, e invejoso, nos venha lembrar que o que ele faz é “markting”.
José Saramago, no cume da vida, preocupado com os tostões que ainda há-de amealhar, além da fama, que por força há-de deixar à vasta prole, depois de viver descansado.
E é preciso ser mesquinho, pequenino, para se dizer tal coisa, já o vimos, gente sem alma, sem vergonha na cara.
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«(…)Ainda em 2000 viu-se forçado a pedir a demissão ao surgirem notícias sobre alegadas irregularidades cometidas pela Fundação para a Prevenção e Segurança, que fundara no ano anterior, quando era secretário de Estado, processo que seria posteriormente arquivado.
Em Outubro de 2009, mantendo a sua honestidade característica(*), Armando Vara é um dos 12 arguidos constituídos no âmbito da operação Face Oculta desencadeada pelo Departamento de Investigação Criminal de Aveiro[8].»
Wikipedia, em 31-10-2009
(*) – Realce meu.
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É uma pena o JM não ser advogado.
Tinha agora vários clientes prontos a contratar os seus serviços.
Alguns até podiam pargar-lhe com um “topo de gama”.
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«A importância de criar uma relação de confiança entre os cidadãos e a Justiça foi destacada hoje como a prioridade no sector judiciário pelo novo secretário de Estado da Justiça, João Correia.» (Público online)
«Nunca faltei à palavra dada e aos compromissos que assumi, em público ou em privado». (Cavaco Silva, discurso na tomada de posse do XVIII Governo)
Quem é que terá faltado à palavra? Em público ou em privado?
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Eu bem notei a diferença de status “gamelar” nas últimas campanhas eleitorais.Como se sabe serem poucos os militantes que pagam os 12 euros anuais, alguém tinha que entrar com a diferença.Aí entra o “piso/imposto de protecção”.É que quem está com o poder come, quem não está cheira… donde só se confirma aquela máxima:para os amigos tudo,para os inimigos nada, para os outros cumpra-se a lei…
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Será que merece algum respeito um país que aceita continuar a ser governado por uma corja de vigaristas?
Agradeço respostas dos doutos comentadores deste blogue.
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Caro Exterminador,
Faça também a sua parte e convença os incréus que conhece que não se pode distribuir o que não se tem, se não à custa de endividamento agora para pobreza futura.
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Caro Eduardo F.,
E quem é que lhe disse que não faço, não fiz e não continuarei a fazer o que as circunstâncias impõem?
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Caro Exterminador,
Limitei-me a tentar reponder-lhe ao seu comentário #16. Se fui indelicado na resposta, apresento-lhe as minhas desculpas.
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Fodam-se . Ide discutir parra o cagalho
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Nada disso, meu caro. Não foi indelicado nem tem que pedir-me desculpas de coisa nenhuma.
Aliás, devo dizer que leio sempre com interesse os seus comentários.
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Já está a ser usada a técnica do costume:
Por a circular informações falsas para diminuir o peso dos factos apurados e para que os “inocentes” possam aparecer nas televisões a desmentir categoricamente o que é falso, sugerindo que tudo não passa de mais uma cabala.
Espero que a investigação da “Face Oculta” seja mesmo consistente e que não tenhamos que assistir à cena “marada” da corja a exigir indemnizações por atentado ao bom-nome.
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nunca o termo Bloco Central de Interesses” teve tanta aplicação.
o chamado arco da governação não tem feito outra coisa senão governar-se.
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O permanente exercício da teoria da amálgama, imagem de marca dos bloquistas e do seu populismo compulsivo, é mais um dos males de que o país padece e leva à relativização de tudo. A começar pela desresponsabilização individual.
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Rui Rio já adiantou à Lusa que vai abrir um processo disciplinar ao funcionário: “Desde o primeiro dia que entrei na Câmara, qualquer situação idêntica de que eu tenha conhecimento terá um tratamento igual, será denunciada às autoridades”.
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PSD-BPN
CSD-SUBMARINOS
PS- é só escolher
e o sr eduardo é um ingénuo 🙂
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Segundo os novos linguistas socialista é sinónimo de ladrão.
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É evidente que é tudo mentira. Pretendem atacar José Sócrates e o Partido Socialista.
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A Controlinveste tem a sua origem na Olivedesportos, empresa fundada em 1984 por Joaquim
Oliveira, ainda hoje um dos mais importantes activos do grupo, que tem participação
activa na área dos direitos de transmissão televisiva das principais competições do
futebol profissional em Portugal (i.e. Selecção Nacional, 1ª Liga, Taça de Portugal, Taça
da Liga, Taça UEFA, entre outras), bem como direitos de patrocínio e publicidade
desportiva. Em 1994, a Controlinveste adquire o seu primeiro título de imprensa, o jornal
desportivo O Jogo. Em 1998, lança a SportTV, em parceria com a RTP e a PT Multimedia, um
canal pago de televisão exclusivamente dedicado ao desporto, presentemente detido em
partes iguais pela Controlinveste e pela PT Multimedia. Com a crescente importância da
internet e dos meios multimédia, a Controlinveste cria em 2001, em parceria com Portugal
Telecom, a empresa Sportinveste Multimedia. Esta empresa é responsável pela gestão das
operações digitais e multimédia dos três principais clubes de futebol em Portugal
(Benfica, Porto e Sporting), bem como de outros sites dedicados à distribuição de
conteúdos informativos e multimédia na área do desporto. Dado ao grande sucesso deste
canal de televisão exclusivamente dedicado ao desporto, foram lançados mais recentemente
os canais Sport TV2, Sport TV3 e Sport TV HD.
Após a aquisição da Lusomundo Serviços em 2005, o Grupo Controlinveste reuniu uma das
mais completas e diversificadas ofertas na área dos media em Portugal, que inclui as já
referidas SportTV, a TSF – a rádio de informação de referência do mercado – às quais se
juntam titulos de imprensa como o Jornal de Notícias, Diário de Notícias, 24Horas, O
Jogo, Global Notícias; outros títulos de referência na imprensa especializada, como o
jornal Ocasião; na imprensa regional, o Açoriano Oriental (o mais antigo jornal de
Portugal), o Jornal do Fundão, o Diário de Notícias da Madeira; as revistas Evasões,
Volta ao Mundo e ainda uma participação accionista na Lusa, agência de notícias.
Segundo o último relatório da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e
Circulação (APCT), o Grupo Controlinveste é actualmente líder em circulação da imprensa
diária generalista nacional.
Por forma a apoiar o negócio das publicações impressas, a Controliveste detém uma forte
presença no sector da impressão através de duas empresas gráficas (Funchalense, em Lisboa
e NavePrinter, no Porto) bem como no sector distribuição, através de duas empresas de
distribuição, a VASP na distribuição em pontos de venda e a Noticias Direct focada na
distribuição porta-a-porta de jornais e revistas. A Noticias Direct é ainda responsável
pela distribuição do Global Notícias, o jornal gratuito do grupo.
Adicionalmente, a Controlinveste tem ainda várias participações financeiras em sociedades
desportivas e empresas de telecomunicações assim como controla uma operação no sector do
turismo, a agência de viagens Cosmos, que dispõe de um portal de comércio electrónico.”
http://www.controlinveste.pt/Pt/QuemSomos/Apresentacao.aspx
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Perguntinhas inocentes:
Onde pára Dias Loureiro?
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A “Face oculta” do governo de Guterres – Os arguidos Armando Vara, José Penedos e os
outros não arguidos
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua
constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.
Armando Vara – condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa)
Fátima Felgueiras – condenada a 3 anos e três meses de prisão (pena suspensa)
Virgílio de Sousa – condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames
de Condução de Tábua
(Blog Sonhos perdidos 11.02.05)
Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração
Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de
Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que
construiu perto de Montemor-o–Novo.Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um
grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.Com 3500 contos
(17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela
Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas
de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo. Em Março de 1999 requereu à câmara o
licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O
projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais.
O alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.A arquitecta
Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora
assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996. Nessa altura,
recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara – cargo em que se manteve até
Junho de 2002 – e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates
o título de licenciado em Engenharia pela UnI. A Constrope era uma firma de construção
civil sediada em Belmonte, que também trabalhava para o GEPI e tinha entre os seus
responsáveis um empresário da Covilhã, Carlos Manuel Santos Silva, então administrador da
Conegil – uma empresa do grupo HLC que veio a falir e à qual o GEPI adjudicou dezenas de
obras no tempo de Morais.
(Publico 20.04.07)
http://www.classepolitica.blogspot.com/2009/10/operacao-face-oculta.html
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Perguntinhas inocentes:
Onde pára o Lopes da Mota?
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O arquitecto Fernando Pinto de Sousa (*1), pai do primeiro-ministro, foi contratado pelo GEPI,
no período em que este era dirigido por António Morais, para fazer a fiscalização de dez
empreitadas adjudicadas por aquele serviço do Ministério da Administração Interna.
Na quarta-feira, o PÚBLICO noticiou que Pinto de Sousa, com escritório na Covilhã, foi
responsável pela fiscalização do quartel da GNR de Castelo Branco, uma obra adjudicada em
1999 à Conegil – a empresa do grupo HLC que abandonou essa e mais sete empreitadas do
GEPI sem as acabar, deixando, quando faliu em 2003, uma dívida de 1,6 milhões de euros ao
MAI.
Morais, GEPI e construtora da Covilhã fizeram moradia de Armando Vara
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1291685&idCanal=21
Compra da tal casa por um preço “simpático” à offshore Henron International N.V
das Antilhas
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1365947&idCanal=12
A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport,
surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras
figuras relevantes do PS
http://www.sol.sapo.pt/forums/20/1162503/ShowThread.aspx
*1) Profissão – Professor do ensino básico/secundário na Covilhã
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Três milhões de libras de luvas
A conclusão das investigações está a ser marcada por revelações: há uma semana, a TVI divulgava um fax atribuído a responsáveis da empresa-mãe do Freeport de Alcochete, segundo os quais teriam sido pagos três milhões de libras de luvas. E, ontem, o semanário Sol revelava que um dos seis arguidos terá dito que um político terá recebido 750 mil euros para a aprovação do outlet. in publico.pt, 24.10.2009 – 09:40
Nota: aceitam-se apostas com o nome do político dos 750 mil euros. E dos outros (3 milhões de libras…). Ou seriam todos políticos?
Falha informática
Continuam retidos em Londres documentos requeridos pelos procuradores titulares do caso Freeport às autoridades britânicas, ao contrário do que o PÚBLICO noticiou anteontem. “Falha informática” foi a razão invocada para a inesperada suspensão da remessa daquela documentação considerada indispensável para a conclusão das investigações.
A permanência da documentação nos arquivos do Serious Office Fraud e da Polícia Metropolitana de Londres foi um contratempo para a conclusão da fase final das investigações.
Procuradores, investigadores e peritos já tinham planificado a análise dos dados provenientes de Inglaterra para definirem o rasto do dinheiro alegadamente usado para o pagamento de “luvas” para levantar os obstáculos à implantação do outlet de Alcochete no interior da Zona Especial de Protecção do Estuário do Tejo.
Enquanto aguardam pela superação da “falha informática”, os investigadores e magistrados não devem ficar parados. E devem concentrar esforços na avaliação dos indícios recolhidos para o inquérito aberto em Fevereiro de 2005, na sequência de uma carta anónima remetida para a Polícia Judiciária de Setúbal, que motivou a realização de buscas à Câmara Municipal de Alcochete e em empresas e entidades envolvidas no licenciamento do megaempreendimento no interior da zona protegida do estuário do Tejo.
A ultimação das investigações implicou que os investigadores da Polícia Judiciária de Setúbal, nomeadamente a responsável por este departamento de investigação criminal, Maria Alice Fernandes, se dediquem em exclusivo ao processo Freeport. O envolvimento directo da experiente investigadora nas diligências do inquérito terá sido uma das razões que implicou o afastamento do responsável inicial pela investigação, o inspector-chefe Acúrsio Peixoto, ocorrido há cerca de seis meses e ontem noticiado pelo Diário de Notícias.
Segundo uma fonte da direcção nacional da PJ afirmou ao DN, a responsável pelo DIC de Setúbal terá entendido “que se tornava desnecessária uma chefia intermédia”. Contactada pelo PÚBLICO, Cândida Almeida, coordenadora do Departamento Central de Investigação e de Acção Penal (DCIAP), afirmou que este departamento é alheio àquela mudança, sublinhando que, “enquanto titular da acção penal, o MP não escolhe, nem muda os investigadores”. “Só há uma escolha, quando se trata da constituição de equipas especiais, cujos elementos são escolhidos pelos procuradores responsáveis.” idem
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Freeport: Sócrates ilibado das suspeitas de recebimento de dinheiro
As novas informações recolhidas pela Polícia Judiciária ilibam o primeiro-ministro José Sócrates das suspeitas de que teria recebido dinheiro pelo licenciamento do outlet Freeport. O jornal cita fontes anónimas para sustentar esta afirmação.
“O “Correio da Manhã” sabe que a informação financeira, recebida de Londres, e as perícias financeiras feitas pela Polícia Judiciária afastam José Sócrates das suspeitas de que teria recebido dinheiro pelo licenciamento”, escreve o diário.
http://www.ionline.pt/conteudo/29349-freeport-socrates-ilibado-das-suspeitas-recebimento-dinheiro-
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Pinto de Sousa ilibado pelas autoridades “britanicas” de tirar o curso ao Domingo com o mesmo professor em 4 cadeiras uma delas feita por fax.De o mesmo ter sido nomeado para cargo superior da administração pública e lá ter disposto de um cargo de 3.000 euritos para a brasuka “amiga” empregada de café.
O mesmo que tem empresas envolvidas na cova da beira com falências escandalosas.
Mais….. as autoridades “britanicas” depois de perícias aturadas desmentiram que era falso tanto o primeiro documento de registo na assembleia da república assim como as suas rasuras.
Outra face desta investigação “britanica” é a compra dos apartamentos a off-shores que Pinto de Sousa chegou a querer propor o seu fecho.
Entretanto as mesmas autoridades descobrem Manuel Godinho e Armando Vara e todos os caluniadores vão atras da cortina de fumo.
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Como se atrevem a acusar o Varss? homem que nunca teve nada que se aponta-se?, ele subiu na vida a pulso de um balcão de um banco aadministrador de u banco, passando por ministro, onde meteu a mão na massa! a partir está beatioficado!
Como tem sido protegido o vilão?
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“Mário Soares é a figura
política que mais e mais gravemente prejudicou Portugal em toda a sua
existência. Outros terão tentado, como Afonso Costa, mas, graças a Deus, não
conseguiram. Mário Soares conseguiu. Assim, e usando a expressão que ele
próprio usou com um GNR que o servia, exijo-lhe Dr. Mário Soares, deixe-nos
em paz. Desapareça.
Em tempos de PREC, o dr. Soares cativava inocentes com promessas de
consultas populares, a serem feitas cá, e lá, mas a verdadeira intenção era
não perguntar nada a ninguém e entregar todo o nosso território ultramarino
a elementos directissimamente ligados ao estalinismo soviético. Soares
executou, objectivando-o, um desiderato do Partido Comunista. É assim deste
personagem a responsabilidade pelo que considero ter sido, e ser ainda, a
maior catástrofe nacional a destruição, traiçoeira e vil, de um ideal
eminentemente português e a sequente, horrorosa e previsível mortandade que
se seguiu”.
Rui Mateus
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Legal ou não, essa questão fica para os tribunais.
Ainda é cedo para fazer juízos de valor.
Já agora gostava de saber em que baseia João Miranda para afirmar da legalidade da actividade do Sr Vara, qual é a lei, o código…
Fico com a ideia que se trata apenas de uma mera provocação da sua parte, para todos os leitores…
VIVA PORTUGAL
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Para ser a mesma coisa faltava que também o Vara fosse sócio do Sócrates e do Godinho.
Isso que que foi … era.
De dentro do olho do furacão.
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