Credibilidade
Teixeira dos Santos passou este ano a garantir que o défice não ultrapassaria os 5,9%, apesar de todos os números conhecidos indicarem o contrário. Ontem, depois da União Europeia apresentar uma previsão de 3 anos consecutivos de défice acima dos 8%, Teixeira dos Santos apareceu a dizer que afinal um défice bastante superior a 5,9% era expectável desde o início:
“Estamos perante a crise mais grave que tem afectado as nossas economias nos últimos oitenta anos. É uma crise histórica e portanto não é de admirar que o valor do défice registado nos variados países europeus, incluindo em Portugal, seja também um valor histórico, porque a crise que enfrentamos é infelizmente uma crise histórica, de que não há memória”
Ora se a crise internacional já permitia prever um défice de proporções históricas porque é que o ministro das finanças português não avisou antes? Quem o levará a sério no futuro?

Com todo o respeito e amizade mas Teixeira, alardeado aos sete ventos como o ministro perfeito, não fez mais do que potenciar a tempestade perfeita. Investir em Portugal para quê?
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“Quem o levará a sério no futuro?”
Exactamente os mesmos que já acreditavam nele antes, ou seja, os portadores do cartão de sócio e os membros activos da claque do clube socialista.
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seriedade era quando a velha varria para debaixo do tapete e o gato félix aldrabava as contas. tudo a bem da nação e do citi citi bang bang.
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Afinal, o Financial Times tinha toda a razão, quando classificou o Teixeira como “pior MF da zona euro”… Não sei porque se admiram desta trafulhice dos números do défice. O “líder” é o trafulha que conhecemos, quanto mais não seja dos casos da licenciatura, das casunchas na Guarda, do aterro da Cova da Beira, da “fripòr”…
Ma’nada!
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Para o querido Anónimo #3:
Filho, essa prosa está fraca para o que te pagam. E quem passa por aqui já está convencido. Vai antes escrever para os sites dos jornais, que é para isso que te pagam.
Pode ser que pegue, mas olha, aviso-te: quanto a finanças públicas não percebes nada. E a “velha” e o “gato” percebem. Podes crer.
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Mas como pode um ministro das finanças fazer um erro desses? Se bem entendi, eles submeteram cálculos a Bruxelas dizendo que o défice era de 5,9% e Bruxelas diz de volta que não é 5,9% mas 8%? Não é possível, acho que entendi alguma coisa mal.
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Estou à espera de que o “Outro” venha às TV’s anunciar “boas notícias para Portugal”. Não seria para admirar: eles vivem num País de ficção.
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Teixeira dos Santos mente, mente, descaradamente. Há pelo menos quatro meses que ele tinha a certeza que os 5.9% eram uma mera ilusão. É oportunismo cobarde reconhecer isso à pala do rol de más notícias que a Comissão Europeia formalmente ontem comunicou.
Manuela Ferreira Leite, honra lhe seja feita, tinha toda a razão. A crise internacional foi e continua a ser usada como uma espécie de lixívia com que se pretende fazer apagar culpas próprias. As que explicam a NOSSA própria crise.
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Já há muito que não ninguém o deveria levar a sério, é um louco que nos faz trilhar o mesmo caminho que a República Popular da Califórnia. Está bem para os autistas românticos que escrevem nos media.
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Mas é só ele? Cadê os outros?!
Em boa verdade, porém, falhar por 33% aprox. é a taxa de erro normal em qualquer coisa relacionada com o Governo. No seu planeamento ou nas obras públicas em que admite tais derrapagens.
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advinhadores de economia a discutir previsões meteorológicas. apostaram na desgraça e a desgraçada não foi eleita.
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Aceitam-se propostas credíveis, para diminuir o défice. Bla bla bla (tretas e mais tretas) bla bla bla (e mais tretas)!(…)
Prognósticos só depois do jogo
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“advinhadores de economia a discutir previsões meteorológicas.”
não quer acreditar que é assim tão mau, no disparate que fez em ter votado em Sócrates, mas olhe que o Blasfémias e os comentadores bem avisaram.
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“advinhadores de economia a discutir previsões meteorológicas. apostaram na desgraça e a desgraçada não foi eleita.”
A situação é muito pior que a vem nos números.
As pessoas ainda não perceberam que toda a história da Terceira República é a especulação social. Gastar dinheiro que não existe a pagar clientelas.
O aumento da dívida pública Portuguesa foi este ano 1000 Euros por Português isto quer dizer, 1 milhão de pessoas a receber 10000 euros de ordenado/10 meses. Sem contar com a dívida das empresas publicas e os calotes que o estado dá.
Há centenas de milhar de empregos que estão dependentes da continuação do endividamento.E isso terá de parar mais tarde ou mais cedo.E quando o Estado não puder pagar os Bancos vão também ficar em risco.
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Continuem a acreditar nos cantos de sereia que nos são impingidos que depois vamos com eles para o o abismo.Já não falta muito.O aeroporto fica,as autoestradas e o tgv também.Só que depois os estrangeiros vêm tomar conta disto e nós vamos pedir-lhe esmola.Antigamente estávamos mal, agora estamos pior.A culpa de tudo isto é a crise internacional. Não batam mais no ceguinho que isto até já cheira mal.Acreditam que o que nos vai salvar é o tratado de Lisboa? É mesmo esta a solução.O assunto vai ficar resolvido. Já estou mais descansado e mais confiante.Segundo os políticos os portugueses têm que acreditar e ter confiança.
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cada vez que o palhaço carreira dá uma aula de circo económico o pessoal exorcisa.
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“Aceitam-se propostas credíveis, para diminuir o défice. Bla bla bla (tretas e mais tretas) bla bla bla (e mais tretas)!(…)”
O FMI aconselha:
“As receitas do Fundo para atingir este objectivo são simples de identificar mas algumas bastante difíceis de implementar politicamente. Por exemplo, para atingir um ajustamento de oito pontos percentuais no saldo primário estrutural (no caso português são necessários apenas 6,5 pontos), deixa algumas sugestões: não renovar as medidas de combate à crise (1,5 pontos), congelar em termos reais a despesa pública com saúde e pensões per capita durante dez anos (3,5 pontos) e reforçar as receitas através do alargamento da base tributária, do combate à evasão e aumentos de impostos (3 pontos).”
“não renovar as medidas de combate à crise”
tipo TGV, etc.
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A ameaça do monstro
As previsões económicas divulgadas ontem por Bruxelas indiciam que o pior da crise já terá passado. A Europa não caiu no abismo e agora recuperará em ritmo lento.
Mas há uma pesada herança que será paga duramente nos próximos anos: os défices orçamentais excessivos. No caso português, o estado das finanças públicas é calamitoso e, mais tarde ou mais cedo, haverá pesados aumentos de impostos. O défice está ao nível da primeira metade da década de 80 quando Portugal era objecto dos draconianos planos do FMI (Fundo Monetário Internacional). Bruxelas aponta para que o défice luso em 2011 atinja 8,7%, o que significa o pior registo da democracia.
A acumulação de défices irá traduzir-se nos próximos dois anos na elevação da dívida pública para o patamar dos 100% do PIB. Esta é a dívida conhecida, porque a dívida real é superior por causa dos empréstimos de empresas públicas com aval do Estado e das parcerias público-privadas com passivo público.
Os desequilíbrios da década de 80 foram absorvidos por um bom ritmo de crescimento do PIB e pelas privatizações, mas o País está longe do dinamismo os anos 80 e 90 e já não tem muitos anéis para vender. Portugal arrisca a tornar-se um Estado inviável e a nossa qualidade de vida nas próximas décadas está ameaçada.
Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=B5C847CF-B812-4D55-9367-74EF5D6E18BF&channelid=00000093-0000-0000-0000-000000000093
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Lembra-se do Ernâni Lopes? Foi aquele ministro das Finanças que, num governo do Mário Soares, ajudou o país (com o apoio do FMI) a sair da bancarrota em que os governos AD (CDS+PPD) o tinham deixado.
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O Guterres deixou um tal BURACÃO no país que levou a que MFL se visse “grega” para a UE não nos penalizasse fortemente.
Desta vez, pelo menos, foi poupada a esta e outras tarefas (muito duras e difíceis) de tentar salvar o que ainda havia para salvar.
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Ex-ministro das Finanças não poupa críticas ao sistema judicial
Face Oculta: «É só mais um caso que não vai dar em nada»
Para Medina Carreira este é mais um caso onde não se verão condenados
«Não sei se há corrupção neste caso («Face Oculta»), só os tribunais o
dirão. O que sei é que este é mais um caso que não vai conduzir a
nada». As palavras são de Medina Carreira, ex-ministro das Finanças,
que exemplificou com os casos «dos submarinos ou do furação» para
sublinhar a sua descrença no rumo da Justiça.
«Os órgãos de comunicação social estão a fazer um grande alarido
disto, mas este caso não vai levar a nada. Já viu algum caso que
acabasse com alguém preso?», reiterou o ex-ministro das Finanças aos
jornalistas à margem da apresentação do seu livro «Portugal: que
futuro», em Lisboa.
Para Medina Carreira, o que pode acontecer é que «vai alguém a
julgamento, mas depois não acontece nada».
O ex-governante é crítico feroz do sistema judicial português, que
classifica como «demasiado moroso» e que «afasta todos os interessados
em investir no país».
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1100477&div_id=4058
Por isso, este fiscalista diz que o caso «Face Oculta» é mais um
factor prejudicial à economia, uma vez que «vicia todas as actividades
económicas e distorce a concorrência».
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1100477&div_id=4058
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E reparem como o número 5,9% foi estrategicamente escolhido, era o maior possível sem chegar a 6, o que então daria mesmo mau aspecto. Esta estratégia deve ter sido discutida entre Sócrates e Teixeira Santos, tipo “Então, quanto achas que devemos dizer? 6, 7%?” e Sócrates “Eh pá, estás maluco, fica-se pelos 5,9%, eles acreditam em tudo o que eu digo, são tão estúpidos!…”
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O ignóbil anónimo (#3 e #11) bem pode prosseguir nos disparates do costume e na total ausência da mais leve manifestação do conceito de uma ideia. De uma ideiazinha, sequer. Patético.
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#23 – a esses não ligo e nem comento. se é ignóbil, despreza-se com indiferença e quanto a ausência de ideias lê os teus comentários e citações de roupa de marca. a única coisa de jeito que escrevestes hoje foi aquela porra do gorby, que deves ter copiado de qualquer lado. não te esqueças de dar banho ao peluche. xau.
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#19 Carlos Noronha
Hernâni Lopes, O ladrão que me roubou metade do 13º mês de 1983, para ajudar a tirar o País da merda de onde nunca saiu!
Por muitos anos que viva nunca mais me esqueço dele, o alma negra.
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Se todos fossem como ele não estávamos neste estado.
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O ignóbil anónimo (#3 , #11 e #24), ignara criatura desprovida da mínima centelha de uma ideia é com certeza pago por cada “comentário”.
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Eduardo F. é das pessoas mais lúcidas a comentar neste blogue.
Um bem haja.
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O anónimo 3, 11 e 24 cheira-me a Piscoiso.Vade recto!!!
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Portugal, o Circo da Europa.
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