Não, não foi o “Avante”
9 Novembro, 2009
a considerar parte deste texto “excessivamente anticomunista” e “irrealista”. Muitos daqueles que hoje consideram a queda do muro de Berlim um marco na história das liberdades e das democracias há alguns anos achavam que era excesso de anti-comunismo ou, pior anti-comnismo primário, dizer o Muro de Berlim era mais do que uma divisão entre dois “ismos” igualmente maus . Esta língua de pau daqueles que em todas as épocas dizem precisamente aquilo que se deve pensar só muda de tema mas aquele ar de certeza conveniente mantém-se-lhes sempre estampada na cara.
18 comentários
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Pacheco Pereira não diz, mas alguém sabe quem era o responsável pelos artigos de opinião do Expresso em 1978?
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Não interessa. O pensamento dominante é isso
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“Pacheco Pereira não diz, mas alguém sabe quem era o responsável pelos artigos de opinião do Expresso em 1978?”
Talvez Marcelo?
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Marcelo esteve na direcção do Expresso entre 1980-83 e presidente da Federação Portuguesa de Futebol entre 1974-76.
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Pois eram subjugados sim senhor mantiveram cultura e educação..coisa QUE NA NOSSA DITADURA NEM EXISTIU..EM TROCO LEVAMOS COM FUTEBOL FADO E FÁTIMA..NADA MAIS…NÃO PONHO EM CAUSA QUE TENHA EXISTIDO UMA DITADURA, LONGE DISSO, TODAVIA e esses alicerces da educação são hoje a alavanca para uma profunda transformação democrática dos chamados países da cortina de ferro…daí eles exportarem emigrantes médicos engenheiros enfermeiros para trabalharem nas obras como trolhas e nós exportarmos trolhas semianalfabetos para trabalharem mesmo naquilo para que realmente tiveram formação..
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/09/o-mro-caiu-vai-para-20-anos-muitos-outros-muros-perduram-vai-para-milenios-esses-estao-na-nossa-cabeca-e-mais-facil-derrubar-um-muro-do-que-mudar-uma-mentalidade/
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Ups ..
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O que já se fazia apesar do muro…Boa semana…
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“(d)aqueles que em todas as épocas dizem precisamente aquilo que se deve pensar”
A maioria dos Portugueses têm uma estratégia que é o de escolherem sempre o centro, o não comprometimento, estar bem com Deus e o Diabo, ir com a multidão. O que está correcto é secundário, o que interessa é o jogo do parecer.
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Com educação , ou sem educação o que se passava nos países de leste antes de 1989, não pode sériamente ser defendido por ninguem. Só um energumeno pode defender regimes daqueles. É preciso ter respeito pelos milhões de pessoas que os comunistas assassinaram, e internaram nos Gulags só por delito de opinião, e muitas vezes nem isso. É preciso não esquecer o que se passou em Berlim em 1948, e em 1953; em Budapeste em 1956, e em Praga em 1968, logo a seguir ao Maio de 68. A prepósito não me lembro de ter visto Sartre condenar a invasão de Praga, 3 meses depois do que andou a pregar em Paris. Ou o que passava na Roménia, ou na Albania tão ao gosto do Louçã e amigos. Andarem agora a querer branquear 70 anos de comunismo real, levado à prática por verdadeiros comunistas, é quererem gozar com a inteligencia das pessoas.
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“os mais despolitizados dos turistas, as camionetas cheios deles vindos do arkansas ou do tennesse…”
nem havia sítio para estacionar tanta camioneta da panam, aquilo parecia o parque eduardo vii em dia de “abaixo a ministra”.
só não explicou como é que passou o muro, se foi por baixo do arame ou de salto à “vara”. ganda cromo, nem uma referência aos rituais alfandegários, deve ter ido numa excursão da associação de amizade portugal/rda e não deu por isso.
o intelectual da marmeleira queixava-se de insuficiências materiais, consumo e limpeza e o jerómino diz que o problema era mais intelectual e que havia tudo nas prateleiras. um tijolo do muro nos cornos de ambos era pouco.
se o gajo queria fazer compras deveria ter ido ao harrods, selfridges, lafayette ou corte inlês, paciência enganou-se no destino, mas podia ter aproveitado para ir à ópera a leipzig, ouvir música e emborrachar-se com a cambada nos hotéis do regime. mas dúvido que lá tenha estado, só acredito depois de ver o carimbo, o gajo guarda tudo. deve ter lido aquilo num new yorker qualquer, pediu à pinto correia para traduzir e foi vender ao balsemão.
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#2 : “Não interessa. O pensamento dominante é isso”.
Penso que interessa saber quem censurou o artigo do JPP no então “liberal” Expresso.
O saber não ocupa lugar. E se estudamos o passado é para nos ajudar a compreender o presente e auxiliar a prevenir o futuro.
O JPP, alías, sem dizer o nome, deixa ficar um estimulante “Esse mesmo”, desafiando a curiosidade do leitor.
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Por favor leiam no 31 da Armada:
Vergonha de não ter vergonha de um passado vergonhoso; e
Uma história da História; verdadeiramente elucidativo. E ainda há em Portugal quem acredite no Comunismo? VERGONHA!
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#13 – andam de mãos dadas com os que acreditam no salazarismo e por muito incrível que pareça são contra o casamento entre o mesmo género.
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Era o que estava “ideológicamente” em moda, na época, na “Rive Gauche”.
Esse foi sempre o grossista exportador e abastecedor de “ideias” cá para a paróquia. Coisas em línguas “exóticas” tinham de passar pelo crivo, mais acessível ,da tradução francesa ( devidamente anotada)…
Quanto a comunismo – que tal falar em Império Russo ?
É que ele já nos está novamente a bater à porta – é só prestar um pouco de atenção…
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Anticomunista em excesso pode não ser, aliás o que vem a ser isso?, mas que é chato como a potassa, lá isso é. À semelhança dos artigos naquele tepo daquele jornal, cheios de prosa, de palha e pesporrência – será que eram pagos ao caracter?
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Ó anónimo do 14#… isso é que é uma verdadeira blasfémia! Comparar o Salazarismo ao Komunismo…?! é fazer do Dr. Salazar um – verdadeiro – santo… porventura e merecidamente, neste mundo em que todos se parecem cada vez mais… lol!
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olhe que não. pergunte às ex de ribbentrop e molotov o que sofreram com esta união de facto. é certo que de vez em quando têm amuos, de quando em vez dizem mal um do outro, mas a homosexualidade que os une é muito forte.
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