Daqui segue já uma declaração de amor à FENPROF
A FENPROF acusa Emídio Rangel de ódio aos sindicatos. E sentiu-se a FENPROF tão agravada que apresentou queixa contra Emídio Rangel. Emídio Rangel prepara-se para ter de explicar por que não ama a FENPROF coisa que sem dúvida fará história no mundo da opinião. De caminho temos processos de Armando Vara contra Miguel Sousa Tavares e Henrique Monteiro; de Noronha do Nascimento contra José Manuel Fernandes e de José Sócrates contra João Miguel Tavares. Lendo os textos que causaram as iras dos queixosos apenas se encontra opinião. Nada mais do que isso. E opiniões que noutros países ou noutros tempos em Portugal poderíamos definir como muito moderadas. Mas os tempos vão assim: liberdade respeitosa. Vamos acabar todos a escrever em novilíngua umas coisas que não querem dizer nada, a meter umas buchas para que alguns entendam mas sem nos comprometermos e, pior do que tudo, termos depois de os aturarmos a porem-se a jeito para uns textos que os elogiem.

as elites ligadas ao ps do actual prec
impõem o esquema
«todos iguais,
todos deferentes»
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Para mim, o mais absurdo de todos é o do Noronha contra o JMF. Porque é “sentido” e é de natureza cível, para doer no bolso do visado. Aliás a atitude do mesmo visado, em si mesma e ao propor a acção, é suscepível de gerar outro processo da mesma ordem que o gerou: ofensa à honra.
Todos os demais são processos fictícios.
Mas daqui a uns anos, poucos, lá virá o tribunal Europeu dos direitos do Homem, dizer que Portugal deve indemnizar os arguidos condenados por não o deverem ser. Porque a nossa lei de responsabilidade penal é manhosa. E a cível,neste caso, ainda mais.
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Nada disto acontecia se o murro nos cornos não fosse tão condenado. Ah, esqueci-me! Não se pode bater em jornalistas, pois não? Que maçada…
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A que textos se refere, os que causaram as iras dos queixosos? Links?
Se acha que são opiniões moderadas, poderão figurar aqui, onde as opiniões imoderadas fazem gala.
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5. Olha a gracinha. Coragem é escrevê-lo com o seu nome num jornal não sobre o CAA que lhe retriburá como bom tripeiro que é mas por exemplo sobre um dos ofendidos referidos no meu texto.
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No tempo do Eça de Queirós isto resolvia-se à bengalada e poupava-se trabalho aos tribunais.
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Isto está pior que no tempo do Salazar. Os socialistas não gostam que lhes descubram as carecas. O exemplo foi dado pelo Mário Soares, quando mandou apreender o livro do Rui Mateus, sem desmentir nada do lá está escrito. E o modo como o Sócrates trata jornal, tv, jornalista etc. que fale do que ele não gosta, não indicia nada de bom para a liberdade de expressão neste país. Os ataques aos media, e agora até à magistratura, por MINISTROS deste governo, é arrepiante, pelo simples facto de o Procurador Geral da Républica não se ter pronunciado sobre o assunto, até porque nenhum jornalista lho perguntou; é o chavismo instalado em Portugal. Senão for corrido do governo, se calhar ainda vamos ver o Sócrates falar horas seguidas na tv como o amigo dele faz lá na Venezuela. E onde está a indignação das inteligencias da esquerda, sempre prontas a acusarem o Berlusconi, ou o Sarcozy, destes desmandos sobre a liberdade de expressão?
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“Vamos acabar todos a escrever em novilíngua umas coisas que não querem dizer nada”.
É verdade. Muitos já escrevem.
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Apesar de nunca termos sabido quem foi a jornalista que enfrentou o “animal feroz”, quando Sótraques apontou que “não mordo”, a voz feminina (ouvida na tv) replicou, com coragem:
“Mas rosna. E muito!”.
É a frase do ano.
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É a moderação que leva países a isto onde chegámos. Também é muito interessante o facto de em temas sensíveis para alguém, como os crimes de atentado ao basilar, haver ampla liberdade para opiniar abertamente, publicamente e acérrimamente pela inocência, até com desconsideração criminosa pelas instituições e pilares fundamentais de um Estado de Direito. Mas não o contrário. Fomos moderados logo quando o Sr.Constâncio e o Sr.Sócrates fizeram de conta que não sabiam que o défice era o que era. A moderação tem e terá um preço alto demais. Foi dessa moderação que surgiu o seu contrário na forma de abuso. Comecemos pelos impostos que oficialmente não vão subir.
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O Rangel é um sebento, um amargurado e revoltado contra tudo e todos (excepto o enginheiro corrupto que ele apoia incondicionalmente na esperança de voltar a ter uma tv onde mandar), e só o $$$ que ainda deve ter explica a “gaija boa” que o acompanha e estava com ele numa inauguração qualquer um destes dias.
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“Isto” só passa a valer a pena quando acabar a moderação e passarmos a chamar os bois pelos nomes.
Infelizmente, acho difícil que isso algum dia aconteça, a não ser que “isto” seja colonizado. Entretanto, a liberdade não passa por aqui (Portugal). E também não passa nos comentários aos posts do CAA.
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Uma coisa é expressar uma opinião, outra bem diferente, Helena, é insultar e/ou difamar. Mas mesmo que se entenda como uma mera opinião, o visado tem todo o direito, num estado democrático, de pôr os processos que muito bem entender, Depois estarão os tribunais para decidir quem tem razão. Certo?
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Precisei do Vosso post para um link.
Obrigada.
Passionaria.
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O Zédostoimates tem uma inveja do caraças. Não gostarias de também ter dinheiro? Olha o Rangel não está revoltado com a gaija, contrarimente ao que dizes. Mas tu parece que estás. Se calhar anda aí bichanisse. miau, miau, tens um piquinho a azedo!
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Ó Helena Matos, eu acho que com a pressa nem leu o texto que linka. Então, a fenprof está a acusar o Emidio Rangel em tribunal de ter ódio aos professores? É essa a queixa? Eu dou-lhe uma ajuda e transcrevo: “Nesse dia, Emídio Rangel comparou os professores a hooligans, acusou-os de mau profissionalismo e afirmou que se encontravam ao serviço de um partido político que, inclusivamente, teria pago os autocarros para aquela Marcha.”. Chama-se difamação.
Eu acho que ele não vai “ter de explicar por que não ama a FENPROF”, coisa que ninguém lhe exigiu. O que ele vai ter de explicar, e provar, é que os manifestantes “estavam ao serviço de um partido político que lhes pagou os autocarros para aquela marcha”.
Sempre pode invocar o seu pleno dreito a manifestar a sua opinião de que aqueles professores “se encontravam ao serviço de um partido político que, inclusivamente, teria pago os autocarros para aquela Marcha.” 😉
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12.
Ó CAA, também está a asfixiar o país? Olhe, já fez mais um mártir da liberdade de expressão 🙂 Em cada minuto, nasce um.
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Olhe, Helena: Não fui a manifestação nenhuma; não me sinto representada por nenhum dos sindicatos de professores (muito menos pela Fenprof) e considero fundamental avaliar bem as escolas e os professores, sobretudo pelos resultados que obtêm em provas nacionais que deviam existir para todas as disciplinas.
No entanto, já me senti muitas vezes insultada por esse ex-administrador; ex-jornalista e actual ‘acomentador’. Na verdade, para essa criatura, a palavra professor é um substantivo colectivo, assim em jeito de manada, que não tolero.
Cada frase que brota daquela falsa mansidão é um atentado à inteligência e à ética, pelo que estranho, MUITO!, essa sua mão estendida a tão plástica personagem!
Em nome da liberdade? Não me venha com tretas! Você sabe bem que o exercício da liberdade não compactua com seguidismo.
No exercício da minha liberdade de pensamento e de expressão, atrevo-me a admitir que esta sua declaração de amor a Rangel não é inocente… Lamento-o!
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E ainda por cima o Emídio que trouxe de Angola um diploma falso de bacharelato em História, que transformou em Licenciatura no continente, não sem antes ter enchido de graxa o pessoal do MPLA. Um nojo!
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