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Jurismos

3 Dezembro, 2009

Se não há crime, então o primeiro ministro não tem que responder perante o Parlamento.

16 comentários leave one →
  1. Escutador's avatar
    3 Dezembro, 2009 20:52

    Certo. Por sinal, o par(a)lamento até vai mudar de nome: passa a ser o TJV – Tribunal Judicial da Vigarice.
    Pelo menos foi o que eu ouvi algures…

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  2. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    3 Dezembro, 2009 20:54

    Sim, absolutamente. Faz aliás todo o sentido.

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  3. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    3 Dezembro, 2009 20:58

    e os bombeiros constituem um pilar da sociedade portuguesa.

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  4. Desconhecida's avatar
    oposição permalink
    3 Dezembro, 2009 21:08

    Algum dia respondeu a alguma coisa?

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  5. Piscoiso's avatar
    3 Dezembro, 2009 21:26

    Nem perante o Parlamento nem perante as minhas tias.

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  6. lili's avatar
    3 Dezembro, 2009 21:34

    Uma das economias mais venais da OCDE

    «Portugal é descrito pelos especialistas internacionais, como os da ‘Transparecy Internacional’, como uma das economias mais venais da OCDE», que «continua a perpetuar práticas pouco transparentes que incentivam o crime económico», referiu.

    Francisco Louçã advertiu que «os últimos quatrocentos casos investigados pelo Ministério Público deram origem a três condenações».

    «Os números dizem tudo, não há lei, não há meios e onde há vontade não há capacidade», disse.

    Sobre o enriquecimento ilícito, outra das propostas apresentadas hoje pelo BE, Louçã lembrou novamente que foi Jorge Sampaio quem, em Outubro de 2005, afirmou que «quem enriquece sem se ver de onde lhe vem tanta riqueza, terá de fazer prova da proveniência ilícita dos seus bens» e que «essa inversão do ónus da prova em nada colide com o direito de defesa e muito menos a esvazia» e que já este fim-de-semana Diogo Freitas do Amaral defendeu o mesmo.

    «O mesmo disseram João Cravinho, António Reis, Ana Gomes Vital, Cândida Almeida, Maria José Morgado, todos defendendo a punição criminal do enriquecimento ilícito», acrescentou. sol.pt, 3 Dezembro 09
    http://www.criticademusica.blogspot.com/

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  7. anonimo's avatar
    3 Dezembro, 2009 21:47

    Se há crime, então o primeiro ministro tem que responder perante o Parlamento?

    Ora …
    … se há crime, então o primeiro ministro tem que responder perante o TRIBUNAL.

    Perante o Parlamento, (que é suposto representar as pessoas), o primeiro ministro tem que responder SEMPRE.
    É assim.
    Em Democracia.

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  8. anonimo's avatar
    3 Dezembro, 2009 21:50

    Numa Democracia representativa, o governo responde ao soberano via Parlamento.

    Se o Parlamento não se portar “à altura” do soberano, o soberano pode “chatear-se” … geralmente dá barraca da grossa.

    Certo?

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  9. anonimo's avatar
    3 Dezembro, 2009 21:55

    Um primeiro ministro dum governo não tem por função fazer perguntas ao parlamento. Os representantes do soberano é que têm o DEVER de fazer perguntas ao PM do governo para ele lhes responder (ao soberano, claro).

    A Democracia é uma maçada para este pm. Uma maçada. Ele não tem feitio para ser maçado.
    Será por ser natural de V. de Maçada …?

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  10. per caso's avatar
    per caso permalink
    3 Dezembro, 2009 22:16

    “Se não há crime, então o primeiro ministro não tem que responder perante o Parlamento.”

    É a verdade. E por maioria de razão sai impune desta “história” também a MFL. Caso para se dizer que a sorte quando vem é como o Sol, que dá para toda a gente.

    Calma lá, que não é tanto assim, se ao preço que estão os robalos muita gente há que fica à sombra, nesta “história”, na sombra, só a pagar, de quem não se fala, ludibriada, com fome e sem comer nada.

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  11. Desconhecida's avatar
    Barraqueiro permalink
    3 Dezembro, 2009 23:14

    Eu curto é barracada da grosssa! Espero que haja crime…

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  12. nini's avatar
    3 Dezembro, 2009 23:42

    Factos são factos.

    Afinal, o que excitou o direito à indignação do ministro Vieira da Silva acerca da espionagem política, não foi a espionagem política. Foi a violação do segredo de justiça. De facto, é preciso apurar o lugar de onde partiu a malandrice. Tantos futuros arguidos a mudar de telemóvel a meio da investigação, dá que pensar.
    http://www.origemdasespecies.blogs.sapo.pt/1082499.html

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  13. lili's avatar
    3 Dezembro, 2009 23:53

    Serão estas as fugas de informação a que se refere Jorge Lacão?

    «Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a
    partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/ TVI, existindo a
    suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as
    primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro» – SOL

    A inevitabilidade das suspeitas, segundo o Sol:

    No dia 24 de Junho de 2009, decorreu uma reunião na PGR com o PGR e magistrados do
    processo. No dia 25 de Junho, de manhã os telemóveis dos actuais arguidos deixaram de
    cantar. Ficaram subitamente mudos. Soube-se depois que todos eles, numa estranha
    coincidência decidiram mudar de aparelho e de cartão.
    Todos, menos um deles: o principal suspeito. Esse só mudou de cartão. O IMEI lá ficou
    para se saber isto, agora.

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  14. lili's avatar
    3 Dezembro, 2009 23:57

    Brincadeiras da nossa justiça

    O Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP), liderado por Maria José Morgado, vai investigar se alguns arguidos do processo de Aveiro foram avisados de que a Polícia Judiciária estava a fazer escutas aos seus telemóveis. É que, de um momento para o outro, todos mudaram de aparelho, excepto o empresário Manuel Godinho.

    Tenho lido muitas opiniões contra as críticas dirigidas ao nosso sistema de justiça. Mas a verdade é que temos uma justiça que não se dá ao respeito, e que muitas vezes apenas actua devido à pressão da comunicação social. O que diz muito da sua eficácia.

    Segundo uma notícia do jornal Sol da semana passada, os suspeitos no processo “Face Oculta” foram avisados que estavam a ser escutados. Isto terá acontecido no dia 25 de Junho, data em que todos os suspeitos, misteriosamente, mudaram de telemóvel. Mas será que apenas após esse facto ter sido noticiado pelo SOL é que os ilustres dignatários da justiça decidiram actuar? Será que foi preciso o país inteiro tomar conhecimento dessa suspeita para os responsáveis avançarem com um processo de investigação? Depois queixem-se que ninguém leva a sério esta justiça…
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/12/brincadeiras-da-nossa-justica.html

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  15. Aqui Estou's avatar
    Aqui Estou permalink
    4 Dezembro, 2009 01:55

    Então o Parlamento não pode INVENTAR?!
    Ou será que só Cavaco Silva é que pode criar INVENTONAS ?!

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  16. anónimo's avatar
    4 Dezembro, 2009 14:26

    Sócrates troca de telemóvel

    José Sócrates também trocou de telemóvel no mesmo dia em que Armando Vara e outros arguidos do processo ‘Face Oculta’ mudaram de aparelho. Entretanto, confirmando a notícia da última edição do SOL, o DIAP de Coimbra abriu inquérito a esta estranha coincidência de trocas de telemóvel

    O primeiro.ministro mudou de telefone na mesma altura em que os arguidos do processo ‘Face Oculta’. Segundo o SOL apurou, a partir de 25 de Junho o primeiro-ministro passou a recorrer a outros telefones para continuar a contactar o seu amigo Armando Vara, o que originou a extracção de mais certidões que foram encaminhadas pelo DIAP de Aveiro para o procurador-geral da República (PGR).

    Conforme o SOL noticiou na passada edição, a troca de telefones e de cartões pelos arguidos do ‘Face Oculta’ que estavam sob escuta registou-se no auge da polémica gerada pela notícia da possível compra da TVI pela PT. Suspeita-se de uma fuga de informação, que contribuiu para que o Governo anunciasse, de um dia para o outro, que iria impedir o negócio, quando este estava à beira de ser concretizado.

    Até aí, nas conversas com Armando Vara, José Sócrates surgia como tendo tratado da compra da estação televisiva directamente com a administração da PT. A partir do dia 25 – e depois de no dia anterior ter garantido no Parlamento que desconhecia o caso -passou a assumir que não concordava com a transacção.
    http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=155939&dossier=Caso%20Face%20Oculta

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