Diferença entre irresponsabilidade e apoio à economia
9 Dezembro, 2009
Irresponsabilidade: quando a oposição aprova mais despesa pública.
Apoio à economia: quando o governo aprova mais despesa pública
20 comentários
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Irresponsabilidade: quando a oposição aprova mais despesa pública.
Apoio à economia: quando o governo aprova mais despesa pública
Exactamente. Só justificável com o carácter, com um problema psiquiátrico profundo ou por fanatismo total, que dá cegueira. Mesmo assim é preciso haver grandes rebanhos para assimilar as vacinas e anestesias e manter o poleiro.
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Então não é que os xuxas agora querem que o apelidado f. p. intervenha a favor deles! Piraram de vez. Eles vão ter que (des)governar nos próximos meses e vão ter que anunciar medidas de empalidecer, para os que ainda têm algum sangue por sugar. A bem da democracia. Ainda bem que há sempre um cantinho onde se podem gozar os milhões conseguidos com tanto esforço, né. É de agoniar.
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Rebanhos e vacinas ????
Vem aí a doença Q
Estes pindéricos são muita bons, mas…
São tão fraquinhos, tão artolas, tão pindéricos, tão intelectuais de pacotilha que já parecem cáca de ovelhas
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enfim…
é mais fácil mandar no dinheiro dos outros do que no nosso…como não é deles…
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Tretas e anis tretas..a realidade é esta: ESTAMOS TODOS FOD….E BEM…
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Exactamente. Ou seja, as variantes entre défice e recuperação económica que o governo gosta de usar conforme lhe dá jeito.
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# 2, bons tempos em que o mário o chamava “gajo”. O nível vai descendo em bom ritmo. É bom notar que quando se lhe chama nomes está a chmar-se nomes à maioria que votou nele, eu próprio com grande desgosto, confesso.
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O “Magalhães” e a Fundação conexa fazem naturalmente parte do “prato” da irresponsabilidade, “prato” que também suporta, suspeito, o carnaval eólico e do carro eléctrico.
Curioso que o governo pense exactamente o contrário.
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http://visaodemercado.blogspot.com/
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Já Percebi O Atraso Dos Manuais De Alguns Alunos
Mário Lino retirou 180 milhões de euros à Acção Social Escolar para pagar Magalhães
O ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino terá ido buscar, já em final da legislatura, cerca de 180 milhões de euros à Acção Social Escolar para pagar o computador Magalhães e fazer o acerto de contas com as operadoras, noticia o site da revista “Visão”. A informação foi confirmada pelo ex-governante.
http://www.educar.wordpress.com/2009/12/09/ja-percebi-o-atraso-dos-manuais-de-alguns-alunos/
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O ex-ministro da agricultura, Jaime Silva, deixou o Governo de Sócrates sob um forte coro de protestos de todos os agentes do sector. Agora, foi convidado para número dois – chefe de gabinete – do comissário europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural.
http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2009/12/deste-nao-se-livram-os-agricultores.html
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Volta Lino, mesmo sem seres perdoado. Sem ti o governo não tem graça e sentimo-nos todos no deserto. É fartar vilanagem.
“A fundação presidida por Mário Franco, assessor do Governo, dá conta de terem ocorrido até 31 de Agosto deste ano “recebimentos de 30 milhões de euros provenientes do MOPTC, no âmbito do programa e-escola e pagamentos no montante de 22,5 milhões de euros aos operadores no âmbito do mesmo programa”.
Parte das verbas terá servido também para fazer alguns pagamentos à JP Sá Couto, a empresa que monta o computador Magalhães.
Nesse mesmo anexo, a FCM revela que, à luz dos contratos assinados pelos beneficiários de programas de computadores de baixo custo, “poderão existir ainda verbas a suportar pelo Estado e pelos operadores, durante um prazo de até três anos”. Mas, “verificando-se o integral cumprimento destes contratos, estima-se um saldo de cerca de 12,6 milhões de euros em benefício do Estado”, acrescenta o documento.
A fundação, constituída pela TMN, Vodafone e Optimus em Setembro de 2008 – por iniciativa do Governo -, com dotação inicial de 61,5 milhões de euros (25 milhões dos operadores e 36,5 milhões transferidos pelo Estado dos resultados de 2007 e 2008 da Anacom), acabou 2008 com um passivo de quase 600 mil euros. Entre as despesas do exercício contabilizam-se as remunerações dos três membros do conselho de administração (72 mil euros em três meses), a realização de eventos (107 mil euros), consultores (83 mil euros) e Internet (130 mil euros), entre outras. As contas de 2008 da FCM dizem apenas respeito à contabilidade dos programas e-escola, e-oportunidades e e-professor. Por conhecer ficam as contas do e-escolinha (Magalhães), referentes essencialmente a 2009.
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O relatório socialista
José António Saraiva no seu blogue pessoal, Política a Sério, de 4-12-2009, que se queixa da intromissão social(ista) de ter sido sujeito a um relatório social por técnicos do Instituto de Reinserção Social (IRS…), por causa de um processo de difamação. Também eu, num processo por queixa de difamação com a mesma origem, fui submetido a um relatório social antes do julgamento por decisão judicial. Fui arguido em quatro processos (em nenhum condenado) – já sou um veterano… – e só mandaram realizar um relatório social sobre mim num deles, portanto concluo que não seja obrigatório. O relatório não se destina apenas a determinar os meios de pagamento de eventual indemnização, mas também à averiguação da personalidade do arguido e do seu contexto familiar e social – poderá explicar melhor o José da Porta da Loja. É um procedimento mais humilhante, intrusivo e embaraçante, do que o sofrido em julgamento, por mais que o técnico se contenha nos parâmetros da lei e daquilo que lhe é solicitado.
Nessa inquirição no IRS, senti-me como o criminoso homicida ou assaltante que é avaliado para determinar se pode ser integrado na sociedade. O técnico visita a casa do arguido, que analisa, e obtém informação junto de pessoas da sua comunidade, sobre a sua personalidade. Depois conduz um interrogatório, cujo conteúdo é bastas vezes vexatório para o arguido, questões que qualquer pessoa de bem jamais admitiria que lhe fossem colocadas por estranhos ou que tivesse de responder.
Por que é que os magistrados mandam fazer esses relatórios mesmo nas bagatelas penais dos crimes contra a honra (a lei não permite que a honra seja questionada, pois parte do princípio utópico que o maior criminoso possui honra e bom nome mesmo no caso em questão, confundindo-a com a dignidade…)? Disseram-me que não é muito vulgar. Presumo que os mandam fazer porque os defende e lhes facilita o trabalho de determinação da eventual indemnização e para obterem uma avaliação do contexto da personalidade do arguido, independentemente das testemunhas de uma e de outra parte – desconto a má-fé, que não presumo e, mesmo quando se desconfia, é difícil de medir.
Enquanto objecto do relatório que fui, também me pareceu que existem matérias da intimidade – como, por exemplo, a relação com a esposa e os filhos – que não deveriam constar daquele interrogatório e, especialmente, face ao crime de difamação de que era acusado, como disse um polícia que buscou a casa de minha mãe (além da minha) ainda de noite, “por causa de umas coisas que o seu filho escreveu…”. Mas eu creio que a lei em Portugal está torcida para o lado dos poderosos, e dos litigantes de má-fé que procuram através de processos constranger as pessoas ao silêncio ou à obediência, e os magistrados são sujeitos à pressão do sistema para punir de forma muito mais severa os crimes de difamação do que os crimes por roubo à mão armada.
No mesmo tribunal onde fui julgado por desobediência simples a um despacho judicial que estava em segredo de justiça e só ouvi e vi no dia da sentença que me absolveu, no Ministério Público interrogaram a minha mãe (para limparem um erro cometido…) numa inquirição, de onde saíu a chorar, a minha mãe foi perguntada, noutro processo, pelo Ministério Público se não desistia da queixa de assalto à mão armada (com arma branca) que lhe tinha sido feita por uma pessoa que lhe disseram ser toxicodependente… Mas o que é um assalto à mão armada, que um magistrado decide arquivar, comparada com a violência politicamente inadmissível e indesculpável da presumida difamação de uma personalidade importante?…
Em conclusão, pela lei e pela grei (salva a divisa da GNR…) sistémica, não há independência do poder judicial e este é arrastado para a função de perseguidor da liberdade. É inevitável? Não é. E, por não ser, cabe-nos enfrentar o abuso político e restabelecer a liberdade de expressão e a democracia.
Post do Portugal Profundo … leiam e reflitam suas bestas !!! filhos das p.
Eles sabem quem são !
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que inquérito é este que alguns juizes subservientes e lambe cus… mandam fazer ?
QUE PORRAA É ESTAAAAAA ?
E AS ESCUTAS VAMOS OUVIR QUANDO ? QUEREMOS OUVIR AS ESCUTAS AGORAAAA!!
QUEREMOS O XEQUE-MATE A SOCRATES JÁÁÁÁÁÁÁÁ
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Julgados na praça… da alegria
Fartamo-nos já de ver, os políticos queixarem-se de serem julgados na praça pública, quando são alvo de suspeitas ou mesmo constituídos arguidos em casos de justiça. Ao verem algumas investigações – levadas a cabo legitimamente por jornalistas – notícias ou reportagens, dizem-se alvo de campanhas negras e pedem que a justiça seja feita nos tribunais.
Mas o facto é que alguns políticos – principalmente os xicos-espertos corruptos – já perceberam que o melhor mesmo é serem julgados na praça pública. Isto porque, como diziam os Gato Fedorento num sketch imitando Valentim Loureiro, têm aquela vantagem pequenina de na TV ninguém ir preso. E além disso a opinião pública (e publicada) influencia e tira margem de manobra aos tribunais (só neste país).
Para ajudar à festa, a televisão pública (RTP) é usada e abusada por todos os senhores poderosos que representam grandes interesses, para portanto se virem defender ou vitimizar, aproveitando para descredibilizar a verdadeira justiça dos tribunais. É uma maravilha, a RTP é deles. Isto são julgamentos na praça da alegria, e não na praça pública. É uma bandalheira, uma vergonha.
Há uns anos foi o Carlos Cruz, há uns meses atrás foi o Dias Loureiro, amanhã será o Armando Vara. Todos no programa “Grande Entrevista“. Eu sugiro, para que haja equilíbrio e justiça para todos, que convidem também o Bibi da Casa Pia. Ora que diabo, ele também tem direito, ou será que são só os amigos do Governo e dos Bancos?
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Portugal, a “Coisa”…
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Muito bem.
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Parece suficientemente óbvio que a teima do Governo apelar para o Senhor Presidente da República no sentido de admoestar/condicionar a Assembleia revela, a meu ver, que José Sócrates, por deficiência psicológica/formativa é incapaz de encabeçar um Governo Democrático desde que não tenha a maioria absoluta, pois, não admite, ou não percebe, que é nesse equilíbrio, sempre conflituoso, ente Governo e Oposição que o funcionamento de qualquer Democracia se regula e se revê.
José Sócrates é um autocrata? Não há, em absoluto, qualquer problema nisso! É lá com ele. Todavia, convenhamos, desde que lhe não sejam atribuídas responsabilidades executivas em governos democráticos, pois de contrário, ele perde-se no enredo de, por um lado querer realizar coisas, (e ele tem ideias por certo), por outro insiste que tem de ser à sua maneira, e com o calendário (timing) que bem entende, sem ouvir aqueles cuja função é precisamente, a de fiscalizar/aconselhar a sua acção na Assembleia.
O maior problema que tem é este precisamente o de ouvir. Quererá, pergunto, perder, de uma vez, a mania que só ele sabe decidir e só ele tem a percepção de quando e como levar a efeito?.Será que no íntimo tem dúvidas da bondade do provérbio: duas cabeças pensam (decidem) melhor do que uma? Porventura terá/abrigará ele, a Salazarista concepção paranóica de que sabe muito bem o que quer e para onde vai, e que o resto dos concidadãos, se deixados à solta para emitir opiniões, apenas servem para atrasar/embaraçar a realização dos objectivos por si propostos?
Mas voltemos, para finalizar, ao pedido de intervenção ao Presidente. Das duas, uma: ou pretende ser uma (intolerável, digo) tentativa de condicionar manhosamente a actividade dos Partidos da Oposição, ou, o que é menos provável, dar azo a que Cavaco Silva opte pela Dissolução do Parlamento, alternativa que, ele, porventuea, evitará.
Estamos todos muito curiosos do que vai seguir-se.
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NADA SE VAI SEGUIR ..APENAS UM BALBUCIADO DE MENSAGENS SUBLIMINARES QUE SERÃO MAIS DIFÍCEIS DE DESCODIFICAR QUE A ESCRITA EGÍPCIA…
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