Agenda
Música: Quinta-feira, dia 10, Igreja da Lapa, 21.30, Concerto Coral sinfónico: Obras de Giacomo Puccini, pela Orquestra do Norte, Coro Polifónico da Lapa, José Manuel Araújo, solista, Tiago Matos, solista, sob direcção maestro Jorge Matta.
Sexta-feira, dia 11, Casa da música, 21.00 – L. van Beethoven: Sinfonia nº3, «Heróica», e Felix Mendelsson, Sinfonia nº3 «Escocesa», pela Orquestra Nacional do Porto.
Teatro: «Jardim Zoologico de Cristal», de Tenessee Williams, no Estudio Zero, rua do Heroísmo 86;
«O Feiticeiro de Oz», encenação Filipe La Féria, Rivoli Teatro Municipal,
«A Casa do Lago», de Ernest Thompson, Rivoli Teatro Municipal;
«O avarento», de Moliére, Teatro Carlos Alberto;
«Breve sumário da história de Deus», de Gil Vicente, Teatro Nacional São João

Fabuloso! Ditosos os habitantes do Porto que disto podem usufruir.
A Orquestra Nacional do Porto aqui há dias, levou a palco três obras de Ravel, incluindo o celebrado Bolero. Foi uma das melhores interpretações que já ouvi.
Sobre o resto, tirando o las ferias, não conheço mas acredito que seja para se ver.
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“… incluindo o celebrado Bolero. Foi uma das melhores interpretações que já ouvi.”
especialista em bolero!!! tens ouvido para coisas complicadas, eu adormeço só de ouvir falar em bolero de ravel, se fosse da bo derek ainda despertava.
“Sobre o resto, tirando o las ferias,”
já tinha lido a intenção no bolero, que tirando comerciais não percebes nada do assunto.
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ferreira: só um parolo cultural, refere, ao ouvir a palavra bolero, a tal Bo Derek que já deve ter mais rugas que sei lá o quê!
Embora seja do tempo em que a Playboy americana publicou um “ensaio” sobre a dita, pondo-lhe um “dez” em cima da imagem, nunca me deu para apreciar a plástica da lady. Ainda por cima, no mesmo número e segundo me lembro, vinham outras, desconhecidas, bem mais interessantes esteticamente.
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O Bolero de Ravel, é um estudo sobre orquestração que é um mimo de audição, ao vivo e com esta Orquestra Nacional do Porto. Podemos não só ouvir mas principalmente ver, no palco, a acutação dos músicos, bem como a progressão harmónica e sonora, desde os primeiros acordes com um único instrumento e a sucessão dos que se lhe seguem, ficando depois os outros a acompanhar ritmicamente a composição, até ao grande finale, com a orquestra toda reunida em som.
ferreira: a música é o que mais se aproxima em beleza, do silêncio.
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“só um parolo cultural, refere, ao ouvir a palavra bolero, a tal Bo Derek que já deve ter mais rugas que sei lá o quê!”
tá bém, questões de gosto não se discutem, há quem goste de bolero de ravel e conheça cenas do feria, para mim é soporífero e pepineira respectivamente. tens razão quando te referes ao 8mm que encarquilha, mas o dvd não tem rugas, por isso aconselho-te a reveres o filme, que não sendo grande coisa, sempre é melhor que as tuas manisfestas preferências.
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“a música é o que mais se aproxima em beleza, do silêncio.”
para apreciar o silêncio é preciso ter barulho. o miranda não diria melhor.
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“O Bolero de Ravel, é um estudo sobre orquestração que é um mimo de audição”
Eheheh!!! Não tens a mínima noção do que seja música, pois não? O viródisco e tocómesmo? eheheh
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