Questão prioritária e inadiável
11 Dezembro, 2009
PS quer discutir casamento gay antes do Orçamento
Claro que isto é para entreter a populaça. Entretanto a Grécia está em pré-colapso e nós somos o país que se segue. Sobre este assunto, indispensável a leitura do artigo de Campos e Cunha – Ver-se Grego – no Público de hoje (link não disponível).
10 comentários
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Ai que aquelas bichas estão mesmo com o dito aos saltos… Nem podem esperar…Tolas.
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Somos o país que se segue?
Porquê?
já faliste?
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essa mania dos neolibrais que não sabem discutir duas coisas ao mesmo tempo…
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Há-de haver mais coisas que vão ser discutidas antes do Orçamento, sem ser casamentos.
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Uma verdadeira «Palhaçada!» Bizancio preparava-se para desaparecer da Cristandade, às mãos das hordas turcas, e discutia-se «o sexo dos anjos…!»
Depois da vergonhosa liberalização do aborto; recuso-me terminantemente (!) a participar em qualquer consulta sobre qualquer «Questão prioritária e inadiável» deste governo.
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Orçamento gay e casamento rectificativo.
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casamento rectoficativo ?
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Decadência
A realidade do País em 2009 é de que há mais de 560 mil desempregados, 20% de Portugueses pobres, um défice público superior a 8% do PIB, uma dívida externa que cresce mais de 30 milhões de euros/dia, uma crise económica e social generalizada, falta de competitividade das empresas, corrupção instalada, desprestígio nas instituições políticas, uma queda acentuada da natalidade (que se prevê já abaixo dos 100 mil nascimentos em 2009), e por aí fora.
Perante isto, as grandes prioridades políticas do PS são a regionalização e o casamento gay.
Porreiro, pá.
Estamos no bom caminho.
É preciso é fingir que não se passa nada, adiar os sacrifícios e esperar que isto não rebente nas mãos da rapaziada que se governa com o País.
O último que feche a porta.
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3533014.html
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1. Somos? O pais que se segue??
2. Com tamanha catastrofe (com. 8) o que é que estamos ainda aqui a fazer?
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Daniel,
“Com tamanha catastrofe (com. 8) o que é que estamos ainda aqui a fazer?”
Estamos, como sempre, à espera de um milagre (mais 2 ou 3 QRENs, por exemplo). Mas de facto, a atitude racional para quem puder e for egoísta, é emigrar.
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