Crime perfeito
18 Dezembro, 2009
Entre um discurso político tão inflamado sobre corrupção e a realidade, a distância é enorme e apenas para entreter a populaça: o Tribunal Constitucional analisou agora as contas dos partidos políticos relativas ao ano de 2004 (!!!) e sancionou, simbolicamente, como convém, os mandatários financeiros de 3 partidos, depois de também ter simbolicamente multado todos os partidos.
São os partidos que fazem as leis, que fixam a sanção e quem nomeia os julgadores.
O sistema perfeito para o crime compensar.
8 comentários
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http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/NoticiasDesporto/2009/12/red-bull-em-lisboa-provoca-acesa-discussao-na-quadratura-do-circulo17-12-2009-15227.htm
Para ouvir
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È do Porto, mas pertence á distrital de Lisboa.
Um grande representante DO psd
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No Porto, há uma elite politica e social, gente de posse que não distribuem a sua riqueza com investimento nas pessoas, vai daí a “penuria” do costume
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Deve ser das dores.
Dois ou três lisboetas da tal “elite” devem possuir mais que toda a do Porto.
Essa ideia macaca que o industrial do norte não partilha é mesmo de saloio que olha para os outros e não se vê a si próprio.
Além do mais quando se fala do rendimento médio está-se a englobar todos incluindo a tal imaginária elite que não partilha.
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—È do Porto, mas pertence á distrital de Lisboa—
Como esse há muitos, são do Porto quando lhe interessa, quando lhes interessa vem a manjedoura
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Afinal, parece que a cúpula do MP quis abafar o caso ‘Freeport’
Que Lopes da Mota se devia ter demitido do Eurojust em Maio passado, a fim de evitar o enxovalho que Portugal está agora a sofrer nesse organismo de cooperação judiciária entre os países da União Europeia, é coisa que qualquer pessoa não comprometida percebe.
É que é sempre lamentável sair de empurrão.
Mas o caso ganha maior gravidade quando é o próprio advogado de Lopes da Mota, o bem relacionado Magalhães e Silva, a desmentir frontalmente Pinto Monteiro, dizendo que o seu constituinte “está a ser o bode expiatório das pressões que, em Janeiro, a hierarquia do MP fez para que o caso Freeport fosse arquivado”.
Quer dizer: a defesa de Lopes da Mota diz que houve pressões da cúpula do Ministério Público para que o caso de corrupção do Freeport não desse em nada.
Exige-se agora que o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, confirme ou infirme esta acusação de Magalhães e Silva.
Sob pena de o seu silêncio dever ser interpretado como confissão. O que também já não surpreenderá, diga-se.(31)
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Zangam-se as comadres … ???Quanto mais se mexe na ‘merda’ mais mal ela cheira.
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Falta de vergonha, e até cobardia, é o senhor do post anterior insultar daquela maneira uma pessoa, e nem sequer permitir que se lhe responda.
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