Formas vergonhosas de governar (1)
22 Dezembro, 2009
Tem raízes históricas bem fundadas a impossibilidade constitucional vigente das Forças Armadas intervirem em assuntos de segurança interna. Mas o anterior ministro, Severiano Teixeira entendia que tal impedimento deveria ser “ultrapassado“, e o actual, Santos Silva, está pouco ligando para a lei e a Constituição pois afirma que tal possibilidade já “está a ser percorrida na prática“. Lei ou constituição são impecilhos desagradáveis que ficarão para os parlamentares se entreterem, pois que a governação socialista não liga a esses detalhes.
16 comentários
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Também já tinha reparado na monumental bacorada do sr. ministro. Mais um sinal dos tempos. E do governo que temos.
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Se já tinha reparado! Onde é que postou a sua bacocada?
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O Estado é o nosso paizinho. Dá-nos papinha, pôe-nos a fazer cocó e xixi, muda-nos a fralda, dá-nos brinquedos, chuchas e canções de embalar…
Que mais queremos?
Vamos (continuar a) fazer óó, tá bem?
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Eu gostava mais quando o Paulinho das feiras era Almirante da doca Seca !
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Governe-se ao modo do amigo Hugo Chavez…viva la revolution socialista…
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Este post é nitidamente bota-abaixista.E claro ignorante.Endoutrinações de juventude permanecem sempre no subconsciente prontas a saltar ao mínimo estímulo.
Vamos lá ver se as FA´s intervêm ou não em ajuda às polícias.Quando são assaltados na mar os traficantes de droga são vigiados do ar por quem?Desembarcados nos navios traficantes por quem?
No tempo do Cavaco quem é que foi utilizando meios militares rebocar os camiões da ponte Salazar??
Se um gueto multicultural de milhares se revoltar é a esquadra policial do bairro que lá vai resolver a questão?
Quando os spetnatz´s andam por aí a fazer ataques a varrer armados com armas sofisticadas quem é que deve resolver a questão?Para cercar um bairro de milhares de habitações onde é que a polícia tem homens suficientes?
Portugal é um país rico para andar a duplicar meios?Mas não são os liberais que querem menos estado?(Com excepção da regionalização onde pelos vistos ainda se pode acomodar mais um aumentozinho de eleitos ou seja candidatos a eleitos.
Outro exemplo:Protecção civil.No antigamente era uma organização militar enquadrado por gajos que sabiam da poda.Agora é tudo preenchido por boys e girls que se houver uma catástrofe ficam em casa a cuidar dos rebentos…(para além da incompetência, nomeadamente nos incêndios…)
Tomem juizinho…
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#5 CO2:“Este post é nitidamente bota-abaixista.”
Olhá cassete da feira. Novinha em folhaaa!
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A necessidade de re-enquadramento legal para as actividades das FA serve para que estas não sejam pau para toda a obra. No ponto de vista do Santos Silva e dos scoretinos claro que este enquadramento não é necessário, porque não tarda muito as FA também têm que lhes andar a limpar o rabinho.
O enquadramento serve exactamente para evitar este tipo de abusos.
Só algumas mentes pseudo-iluminadas como os co2 deste mundo é que não entendem isto (ou não lhes interessa entender) começando logo a agitar cortinas de fumo.
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São os esquerdistas que querem as FA´s longe de tudo e de todos em especial no Afeganistão, Líbano, etc onde nada se resolve.
O anti-militarismo vigente em Portugal, nomeadamente na direita é nefasto para o país.Porque desaproveita capacidades,duplica meios e custos e serve para certas estruturas do Estado fossilizem por ausência de refrescamento das suas chefias e métodos.Todos se quiseram ver livres dos militares.Só falta mesmo o comissário político nos quarteis…
Mas porque raio se anda a criar uma guarda “naval”?Quantos serviços de helicópteros existem em Portugal?Quantos deputados ex-militares tem a AR?Onde anda uma Lei sobre TRAIÇÂO?
Em Israel existem muitos partidos mas as FA´S têm n! missões civis…
Continuem que vai para o défice…até emprestarem…
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“porque não tarda muito as FA também têm que lhes andar a limpar o rabinho.”
Já andam.Quem é que escolhe as chefias militares?E escolhem como escolhem porquê?Mas a lei diz que existe apartidarismo…
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os contribuintes vivem num país morto
mare verborum, gutta rerum
um mar de palavras, uma gota de feitos
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Descansem que no dia D as forças armadas não receberão ordens de corruptos, já no dia 24 de Abril se recusaram. Muita coisa mudou para pior, mas há quem os tenha no sítio e não sofra de amnésia.
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Enquanto eles brincam com o fogo.
Jim O’Neill, economista chefe do Goldman Sachs também considera Portugal vulnerável aos receios no mercado.
“Se começarmos a ter problemas sérios com o crédito de países como Espanha, então a questão da credibilidade e do seu preço face a outras divisas torna-se uma questão muito mais importante”, disse O’Neill em entrevista à Bloomberg Radio. “Obviamente o euro parece já estar a ser afectado por isso”. No início deste mês, o euro negociava acima dos 1,51 dólares e próximo de máximos de 15 meses, tendo entretanto invertido a tendência de subida. Hoje, euro desce 0,07% para 1,4265 dólares.
Desde 25 de Novembro, a moeda única deprecia mais de 5% face ao dólar, com preocupações relativas à situação do crédito na Grécia a pressionarem a divisa europeia e notícias relativas à retoma da economia norte-americana a fortalecerem o dólar. Apesar disso ainda conta uma valorização de 2,1% no ano.
As obrigações da dívida soberana do Dubai, Grécia e Espanha caíram ao longo do último mês, com os investidores a duvidarem da capacidade de alguns países controlarem as suas finanças públicas, depois de terem implementado medidas de combate à maior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, avança a Bloomberg.
Dívida grega pode perder elegibilidade
A dívida da Grécia está à distância de apenas a uma revisão em baixa pela Moody’s, para dois níveis de notação abaixo do actual, de deixar de ser elegível para servir de garantia das dívidas contraídas junto do Banco Central Europeu, à luz de regras que banco central suspendeu, quando aprovou as medidas extraordinárias de combate à recessão, mas que poderão ser reintroduzidas no próximo ano, recorda a Bloomberg. Isto porque a Moody’s é a única das principais agências de notação financeira que classifica a dívida grega acima de “BBB+”, o primeiro nível de “rating” a que a dívida não é considerada como dívida de investimento.
Vulnerabilidade da região do mediterrâneo
“Aquilo que é verdadeiramente importante para a questão, é se vamos ver uma redução de outro nível na dívida grega, criando problemas na reposição das taxas pelo BCE e o mercado começa a ir atrás de Espanha e Portugal”, disse o economista-chefe do Goldman Sachs. “Quando dermos por isso” inicia-se outro conjunto de problemas para a região mediterrânea da Zona Euro.
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«O anti-militarismo vigente em Portugal, nomeadamente na direita é nefasto para o país»
CO2 (cumprimentando)
Na direita e na esquerda, para não falar ao centro.
E na incultura geral, oriunda das novas universidades do regime. Das novas e das antigas.
Deixando a iniciativa total, aos licenciados/mestres/doutorados pelas oligarquias partidárias.
A bem do Regime.
(*) Títulos (abaixo): no Estado Novo, que no Democrático, estão plenamente recuperados. Até nos cartões de crédito.
«nós somos púnicos, parecemo-nos com os mercenários de Amílcar e todos esses matreiros do mediterrâneo. Nós somos girinos»
Sem endereços e todos com o mesmo nome, obedecendo a dois ou três pequenos princípios, entre os quais o de inventarem títulos(*)»
“O quinto império”, Dominique de Roux (1977, Paris)
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A governação actual não tem nada de se não envergonhar.
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Concordo com A. Barreto quando diz que se não fosse a Europa já teríamos tido golpes militares.
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